DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO
O pinheiro bravo é a espécie de pinheiro mais importante em Portugal em termos de área plantada e valor econômico.
•Em 1995 era espécie dominante enquanto em 2010 passou a ser o eucalipto (dominado pela espécie Eucalyptus globulus com 812 mil ha) que estava em terceiro lugar.
•A área total pinheiro‐bravo diminui 263 mil ha entre 1995 e
2010.
•Atualmente ocupa mais de 714 000 ha, o que representa 23% da área florestal nacional.
•Seus principais produtos são fabricados de madeira, paletes,
placas, e resina, que em conjunto representam cerca de 306 milhões de euros de exportações
Árvores com baixa vitalidade, no período de 1988 a 2004, nas espécies mais representadas em Portugal Continental
No Relatório “State of Europe’s
Forests, 2011”, Portugal registava a maior proporção de floresta danificada por agentes bióticos no espaço europeu – 20% da área florestal.
EUCALIPTO
SOBREIRO /AZINHEIRA
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
Risco de introdução de novas espécies
• O aumento da circulação de produtos florestais, de derivados ou, de plantas
• A migração natural em função das alterações climáticas
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
Anoplophora chinensis
Agrilus planipennis
Dryocosmus
Enaphalodes rufulus
EUROPA (EPPO – Setembro 2011)
PRAGAS 18 espécies introduzidas recentemente 16 espécies em risco de entrarem
DOENÇAS 4 espécies introduzidas recentemente
13 espécies em risco de entrarem (fungos e bactérias)
Pinheiro bravo
Leptoglossus occidentalis
Bursaphelenchys xylophilus Fusarium circinatum
Fusarium circinatum
Eutypella parasitica
Bursaphelenchus
xylophilus
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Que Sintomas Associados?
Raminhos
secos
Manchas de resina
Morte da árvore
Descoloração
das agulhas
Manchas ou pontuações nas folhas/agulhas Descolorações de diferentes tipos Morte das árvores jovens Desfolhas parciais ou completas Destruição dos gomos anuais Fissuras, fendilhamento ou desprendimento da casca Quebra de ramos e raminhos Microfilia ou murchidão das folhas/agulhas Morte das árvores Zonas necrosadas na casca Formação de exsudados ao longo do tronco e ramos Má conformação
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
Galerias
em
estrela
Câmaras
com
fibras
Orifícios
Folhas roídas
Micélio pêlo de rato
Ninho sedoso
Manchas brancas cerosas
Insetos Galerias no lenho ou na zona subcortical Presença de serrim Orifícios na casca e na madeira Folhas roídas, esqueletizadas ou com galerias Presença de insetos adultos, larvas, ovos, ninfas ou pupas Presença de abrigos de proteção (ninhos, folhas enroladas) Fungos Presença de micélio Existência de frutificações (p. ex. carpóforos, cirros de esporos ou pontuações) Existência de estromas Existência de estruturas de resistência (p. ex. rizomorfos ou esclerotos)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
AGENTE NOCIVO
Patogénios
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As doenças foliares reduzem a |
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|
área foliar actividade |
e |
diminuem |
a |
|
|
fotossintética, |
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|
afectando o crescimento reprodução (Enfraquecem árvores adultas) |
e |
a |
||
|
as |
||||
|
As doenças do tronco e da raiz, danificam o sistema vascular de árvores (Enfraquecimento ou Morte de árvores) |
||||
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
(Foto cedida por Ana Maria Perez Sierra, IAM Universidad Politécnica de Valencia)
A maior parte das infeções é devida aos conídios
que se desenvolvem em ramos de árvores afetadas ou em ramos mortos e são transportados pelo vento ou por insetos.
A forma perfeita (ascósporos) nunca foi observada na natureza.
A longa distância a doença é transmitida pelo transporte de plantas ou sementes infetadas.
Humidade e temperaturas elevadas favorecem a infeção bem com feridas que podem ser provocadas por insetos,
pelo homem ou por outros fatores naturais .
O fungo também pode infetar as sementes, quer internamente, quer à superfície.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Afeta um grande número de espécies de pinheiros e Pseudotsuga menziesii.
2001 First report in Europe
European and Mediterranean Plant Protection Organization (EPPO A2)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
P. pinea
P. radiata
P. pinaster
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Prospeção de F. circinatum :
•Em todos os viveiros florestais (em Set/Out)
≥ 1,000 plântulas = 60 plantas recolhidas ≤ 1,000 plântulas = 25 plantas recolhidas
(prioridade para plantas sintomáticas)
• Nos fornecedores de sementes
400 sementes por lote
•Nas áreas de maior risco – Nos 5 Km ao redor dos viveiros
Nas árvores sintomáticas
•Nos povoamentos de pinheiro (grelha do inventário florestal nacional) e zona tampão do NMP
Nas árvores sintomáticas
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Prospeção de F. circinatum :
(ICNF)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Prospeção de F. circinatum :
|
Viveiros/Povoamentos |
||||||||||
|
Plantas |
|
Sementes |
||||||||
|
ICNF (Coordenação e Implementação) |
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|
|
|
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INIAV |
UTAD |
U C |
LAB |
|||||||
|
LAB |
LAB |
|||||||||
|
|
|||||||||
|
Resultados |
Resultados |
|
||||||||
|
ICNF |
||||||||||
|
||||||||||
DGAV (autoridade fitossanitária nacional)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Protocol EPPO - Bulletin
39(3):298–309
Meio de
cultura
PDA
Prospeção de F. circinatum :
LAB
Plantas
Sementes
meio DCPA
Meio PDA
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Prospeção de F. circinatum :
Repicada
em SNA
Protocol EPPO - Bulletin
39(3):298–309
Examinada após 10 dias
•Presença de macro e microconídios
• hifas enroladas estéreis
• conidióforos polifialides
• Ausência de clamidósporos
•Amplificação da região IGS rDNA (PCR convencional ou real time )
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos
Fusarium circinatum
Orgão atacado Tronco/Ramos
Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros
Prospeção de F. circinatum :
|
Viveiristas e comerciantes de plantas com casos positivos |
Amostras |
Nº de plantas destruídas |
|
|
Ano |
positivas |
||
|
2009 |
7 |
13 |
800.000 |
|
2010 |
4 |
10 |
214.000 |
|
2011 |
3 |
4 |
111.000 |
|
2012 |
0 |
0 |
0 |
|
2013 |
2 |
2 |
52.000 |
|
2014 |
4 |
6 |
170.000 |
|
Total |
20 |
35 |
1.347.000 |
Viveiros
ficam de
quarentena
por dois anos
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos
|
Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea; Diplodia pinea) |
|
|
|
|
Lophodermium seditiosum |
|
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|
Dothistroma septosporum (doença dos anéis vermelhos) |
|
|
|
|
Ophiostoma spp. (Azulado da Madeira) |
|
|
|
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos
|
Heterobasidion annosum (= Fomes annosum) |
|
|
|
||
|
Rhizina inflata |
|
|
|
||
|
Cytospora sp. |
|
|
|
||
|
Armillaria |
ostoyae |
(Podridão |
|
|
|
|
agárica) |
|||||
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos
Coleosporium sp. (Ferrugem)
Phomopsis sp.
Thyriopsis halepensis
Leptostroma sp.
Botrytis cinerea
Cyclaneusma sp.
Pestalotiopsis sp.
Truncatella sp.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
AGENTE NOCIVO
Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas)
Desfolhadores
Insectos
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro
Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores
Posturas nas agulhas
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro
Como consequência das alterações climáticas, a processionária do
pinheiro PODE ALTERAR O SEU CICLO
Em 1997, na Mata Nacional de Leiria, foi detetada uma população de verão (PV) com o desenvolvimento larval de Junho a Setembro e pupas de setembro a maio. As lagartas podem desenvolver-se a temperaturas e
radiação solar elevadas e atingir a fase final em metade do tempo
necessário para uma PI.
A população de verão da Mata de Leiria exibe diferenças fenotípicas e genéticas da população de inverno e as duas populações estão reprodutivamente isoladas no tempo
Mais tarde, em 2009, o mesmo comportamento foi observado no Norte de Portugal, em árvores isoladas.
Diflubenzurão; Bacillus thuringiensis;
Armadilhas com atrativos (feromonas sexuais)
Colocação de Cintas
Destruição de ninhos
Plantação
de
povoamentos
mistos
ou
bordaduras com espécies não-hospedeiras
Evitar desbastes intensivos nas plantações
de pinheiros jovens (5 a 15 anos)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
AGENTE NOCIVO
Comem as folhas ou agulhas
(Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas)
Desfolhadores
Insectos
Escavam galerias no floema ou xilema da árvore onde se alimentam durante todo o seu ciclo de vida (Morte da árvore)
Xilófagos e sub-corticiais
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco; descoloração na copa.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Resina e serrim no tronco; galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas.
Não aplicável
Armadilhas com atrativos Bóstrico grande - Ipsenol; Ipsdienol; Bóstrico pequeno - methyl -butenol
Limpezas sanitárias, descasque do material
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Pontas secas nos raminhos; Resina e serrim no tronco; nódulos de resina na casca; galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas.
Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens estava amplamente distribuído no país, enquanto a T. piniperda estava presente principalmente no Norte de Portugal. As duas espécies estreitamente relacionadas são morfologicamente indistintas e por esta razão os ataques passados de T. destruens poderiam ter sido atribuídos a T. piniperda devido a erros de identificação.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
No entanto, as
duas espécies diferem no seu ciclo biológico. O período de vôo de T. destruens
ocorre no
outono, enquanto para T. piniperda é no início da primavera.
Não aplicável
Armadilhas com atrativos T. piniperda - trans - verbenol T. destruens - não são conhecidas feromonas
Limpezas sanitárias e desramas
Montagem de armadilhas-toros
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Resina e serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco; morte de ramos e copa.
galerias no
entrecasco
novelos de fibras no tronco
exsudação de resina
descoloração da
copa (die-back)
jovem
adulto
decrépito
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
4/4
3/4
2/4
1/4
4/4
3/4
2/4
1/4
1
0
0,1 0,2
0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1
0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
Entre 1999 e 2014, 653 freguesias foram reconhecidas pelo facto de ter sido detetada a presença de NMP.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
1 – Prospeção de zonas com alto risco:
– Proximidade de zonas com casos positivos
do NMP ou de incêndios florestais
– Outros locais com árvores sintomáticas
2 – Monitorização anual baseada no Inventário Florestal Nacional (IFN) (uma grelha de 2x2 km para Portugal onde
2.170 parcelas têm ocupação por resinosas)
3 – Na ZT prospeção e amostragem de todas as resinosas
com sintomas de declínio, com exceção das que se encontram totalmente afetadas por incêndios florestais.
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
Os sintomas não são específicos, pelo que a presença do
NMP apenas pode ser comprovada através da colheita de uma amostra de madeira para análise laboratorial.
Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados
(eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro
da madeira)
Parte superior da copa
Parte
média da
copa
Parte inferior
da copa
Os insectos não colonizam esta parte
Tronco
principal
Base
Zona de elevado risco:
Todos os componentes devem ser destruídos
Zona de baixo risco:
O NMP pode estar presente mas não havendo vectores não há risco de
transferência
Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados
(eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro
da madeira)
PREVENIR O APARECIMENTO DE NOVOS POVOAMENTOS AFETADOS
NATURAL
- Inseto Vector
Monochamus
galloprovincialis
ARTIFICIAL
- Transporte
Risco = NMP + Insecto vector
PREVENIR A DISPERSÃO NATURAL DO INSETO
Armadilhas iscadas com GALLOPROTECT 2D plus
Período de Voo Inseto Vetor
PREVENIR A DISPERSÃO NATURAL DO INSETO
Injeção do tronco de pinheiros saudáveis (benzoato de emamectina)
• EB tem um efeito preventivo contra a DMP (NMP e vetor) e contra os escolitídeos;
• EB é difundido nos pinheiros saudáveis a uma concentração efetiva e mantêm-se nos ramos por longos períodos de tempo ( 4-5 anos);
• Efeito significativo na alteração do comportamento alimentar do inseto vetor assim como na sua longevidade (0,064 g/cm) dose;
PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO
Tratamento térmico (30 minutos a 56 ºC)
PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO
Fumigação (tratamento químico) (30 minutos a 56 ºC)
• Brometo de metilo foi banido na UE e em muitos outros países do mundo (Protocolo de Montreal)
Estudos no INIAV contribuíram para a submissão em Julho 2013
de uma revisão no esquema de fumigação para a inclusão
do Fluoreto de Sulfurilo na ISPM N° 15.
|
TEMPERATURE |
DOSAGE |
EXPOSURE |
|
|
RANGE |
|||
|
Below 20°C |
3,200 g-h/m 3 |
24h |
|
|
20°C - 29.9°C |
3,000 g-h/m 3 |
48 |
h |
|
Above 30°C |
1,400 g-h/m 3 |
24 |
h |
PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO
Tratamento térmico (30 minutos a 80 ºC)
Um equipamento industrial, baseado em vapor quente foi construído
Fonseca, L.; Santos, J.; Nestler, H.; Verdasca, J.; Oliveira, R.; Abrantes, I.; Serra, C. Coniferous bark hot steam treatment for the elimination of the pinewood nematode. In: IUFRO 2013: International Conference on Pine Wilt Disease, Book of Abstracts, Braunschweig, Germany, 15-18 October, 2013, p.
44-45
PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO
Rede inseticida para o transporte (100 mg alpha-cipermetrina/m 2 )
Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira infectada
Criar resistência/tolerância nos hospedeiros ao NMP
Identificação de individuos de P.
pinaster tolerantes ao NMP
Identificação dos locus de resistência ao NMP
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos
Neodiprion pini (Hymenoptera, Diprionidae)
Danos
nas
agulhas
Pineus pini (Hemiptera: Adelgidae)
Afídeo lanígero do pinheiro
Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae)
Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade)
Cochonilhas brancas do pinheiro
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos
(Coleoptera: Curculionidae)
(Lepidoptera: Pyralidae)
Danos
nas
pinhas
(Hemiptera; Coreidae)
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos
Pityogenes bidentatus
(Coleoptera: Curculionidae)
Bóstrico bidentado
Rhyacionia buoliana
(Lepidoptera:Tortricidae)
Torcedoura
Danos no
tronco/
ramos e
raminhos
Dioryctria sylvestrella
(Lepidoptera: Pyralidae)
Piral do tronco
Petrova resinella
(Lepidoptera:Tortricidae)
Resineira
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos
Danos no
tronco/
ramos e
raminhos
Matsucoccus feytaudi
(Hemiptera: Matsucoccidae)
Presente em Portugal, Espanha, France e Itália na Europa, em Marrocos e Argélia no Norte de África
Exclusivo de P pinaster, seu único hospedeiro, e ataca apenas árvores
com mais de 10 anos
Em ataques intensos, ocorre exsudação de resina no tronco e amarelecmento das agulhas dos ramos inferiores.
Árvores ficam mais susceptíveis ao ataque de outros agentes de
declínio
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
Muitos problemas fitossanitários podem ser detectados, não só nas árvores
ardidas como também nas árvores que ficaram nas bordaduras destes
incêndios que começam a secar mais tarde.
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DO POVOAMENTO
Nascedio/Novedio
Bastio
Fustadio
Alto fuste
Pov. decrépito
COMO PROTEGER O PINHAL ?
DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO
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