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Evangelho.nota10

Kolob começo da criação

Enviado por site www.hploco.com

03-Nov-2008

Atualizado em 03-Nov-2008

Fig. 1. Colobe, que significa a primeira criação, a mais próxima do celeste, ou seja, da morada de Deus. A primeira em governo, a última pertencente ao cálculo de tempo. O cálculo segundo o tempo celestial, tempo celestial esse que significa um dia por côvado. Um dia em Colobe é igual a mil anos, de acordo com o cálculo desta Terra, que é chamada pelos egípcios Ja-o-e. Fig. 2. Fica perto de Colobe, chamada pelos egípcios Oliblis, que é a seguinte grande criação governante próxima do celeste, que é o lugar onde Deus reside; também possui a chave do poder em relação a outros planetas; como revelado por Deus a Abraão quando oferecia sacrifício sobre um altar que ele construíra ao Senhor. Fig. 3. Feita para representar Deus sentado em seu trono, revestido de poder e autoridade, com uma coroa de luz eterna na cabeça; representa também as importantes palavras-chave do Santo Sacerdócio, como reveladas a Adão no Jardim do Éden, e também a Sete, Noé, Melquisedeque, Abraão e a todos a quem o Sacerdócio foi revelado. Fig. 4. Corresponde à palavra hebraica Rauqueeian, que significa expansão, ou seja, o firmamento dos céus; também um algarismo que, em egípcio, significa mil; corresponde à medida de tempo de Oliblis, que é igual a Colobe em sua revolução e em sua medida de tempo. Fig. 5. Chamada, em egípcio, Enis-go-on-dos; este também é um dos planetas governantes e os egípcios dizem ser o Sol e tomar emprestada a luz de Colobe, por meio de Cae-e-vanrás, que é a Chave suprema ou, em outras palavras, o poder governante, que governa quinze outros planetas ou estrelas fixos, assim como também Floeese, ou seja, a Lua, a Terra e o Sol em suas revoluções anuais. Este planeta recebe seu poder por meio de Cli-flos-is- es, ou Há-co-cau-beam, as estrelas representadas pelos números 22 e 23, recebendo luz das revoluções de Colobe. Fig. 6. Representa esta Terra em seus quatro cantos. Fig. 7. Representa Deus sentado em seu trono, revelando através dos céus as supremas palavras-chave do Sacerdócio; como também o sinal do Espírito Santo a Abraão, na forma de uma pomba. Fig. 8. Contém escritos que não podem ser revelados ao mundo; mas que se encontram no Templo Santo de Deus. Fig. 9. Não deve ser revelada no momento. Fig. 10. Idem. Fig. 11. Idem. Se o mundo conseguir descobrir estes números, que assim seja. Amém. As figuras 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 e 21 serão reveladas no próprio e devido tempo do Senhor. A tradução acima é dada até onde temos direito de fazê-lo atualmente.O Sol é um mundo celestial, pois recebe a lúz de Kolob, que é a primeira criação e esta recebe a lúz do Reino Celestial, onde Deus habita. Nós recebemos a Lúz do Sol, logo há a possibilidade de seres exaltados viverem nessa esfera e outros viverem na Lua, em uma dimensão que desconhecemos.Hino: Se você puder ascender à Kolob"Se você puder ascender à Kolob, em um piscar de olhos. E então continuar em diante, voando na velocidade da luz. Você acha que conseguiria, através da eternidade, encontrar as gerações onde os deuses começaram a existir? Ou ver o grande início, onde o espaço não se extendia? Ou ver a última criação, onde matéria e deuses terminam? Diria os sussurros do Espírito: "Nem um homem encontrou um espaço puro", nem viram atraves das cortinas, onde nada tem um lugar. Os trabalhos de Deus continuam, e mundos e vidas são criados. Aperfeiçoamento e progresso tem apenas um própósito. E não há fim para a matéria, não há fim para o espaço. Não há fim para o espírito, Não há fim para a raça. Nao há fim para a virtude. Nao há fim para o poder. Nao há fim para a sabedoria. Nao há fim para a luz. Nao há fim para a união. Nao há fim para a juventude. Nao há fim para o sacerdócio. Nao há fim para a verdade. "

Nao há fim para glória. Nao há fim para o amor. Nao há fim para o ser. E não haverá mais morte " A glória de Deu é inteligência ou, em outras palavras luz e verdade." D&C 93:36

Nosso universo é formado por corpos que emitem luz (celestiais -sol/estrelas), corpos que refletem a luz (terrestriais e telestiais -planetas) e corpos que absorvem a luz (trevas exteriores -o espaço escuro). Deus, o Pai Celestial compreende

e anda na luz, e através dela recebe poder sobre o tempo e sobre os elementos.

Albert Einstein, grande físico no começo deste século citou sua teoria sobre a relatividade na qual definiu a velocidade da

luz (300.000 km/s), para um astronauta que pudesse se deslocar a essa velocidade, o espaço se contrairia ou encolheria,

e o tempo passaria tão lentamente que qualquer ponto no espaço seria "aqui" e o tempo se tornaria o "agora" para ele, em outras palavras ele envelheceria mais devagar que qualquer pessoa que permanecesse na terra.

A teoria da relatividade sugere que para um ser de luz, todo o espaço e todo o tempo estariam presentes! Essa

evidência demonstra que Deus entende o tempo do modo que compreendemos o espaço. O tempo, assim como o espaço, está continuamente diante do Senhor como a escritura a seguir esclarece: "Todas as coisas estão diante Dele, e todas as coisas estão em Seu derredor, Ele está acima de todas as coisas, e em todas as coisas, através de todas as coisas" D&C 88:41

Nós identificamos imediatamente um objeto e o espaço que ele ocupa assim olhamos para ele, ao passo que um cego explora o mesmo objeto com os dedos, sentindo sua textura, contornos e ritmo, acrescentando uma informação atrás da outra até sintetizar a forma que o objeto tem. De um modo análogo Deus compreende o tempo tão instantaneamente quanto entendemos o espaço. Para nós é difícil entender o tempo. Por falta de maior conhecimento somos cegos em relação ao tempo como um cego o é em relação ao espaço. O Senhor sabe como somos e não como estamos nos tornando. Enquanto examinamos nossa vida passar em seqüências (dia após dia) o Senhor já conhece a totalidade de nossa vida (mente, personalidade, corpo, escolhas e comportamento). Quando nos afastamos dos mandamentos e leis de Deus, estamos fatalmente nos afastando da luz e fazendo com que

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nosso ser se torne em "trevas" (nossa luz própria se dissipa), e assim perdemos a capacidade de receber sabedoria e de fazer o bem. "a luz e a verdade rejeitam o ser maligno." D&C 93:37