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AS GRANDES QUESTÕES QUE AS PESSOAS FAZEM

Enquanto você ouvir muitas questões nas suas discussões com os pessoas, três
questões quase inevitavelmente aparecerão. O que a bíblia tem para falar respeito?

PERGUNTA 1 – SE DEUS É TÃO BOM E AMOROSO, POR QUÊ ELE PERMITIU O


MAL?
Na declaração clássica do problema, esta questão assume que a pessoa deve acreditar
em uma das duas visões incompletas de Deus:
• Deus é todo poderoso, mas não todo bondoso; então Ele não pára o mal.
• Deus é todo bondoso, mas não todo poderoso; então Ele não pode parar o mal.
A tendência geral do homem é culpar Deus por todo o mal e sofrimento, e passar toda a
responsabilidade para Ele. Nós o culpamos pelas guerras, injustiças, defeitos de
nascença, tragédias pessoais, etc.

Resposta: Esta questão é baseada numa falsa premissa. Deus não é bom porque eu
acho que Ele é bom, ou porque eu concordo com o que Ele diz e faz. Deus é bom
porque Ele diz que é!

• POR QUE ELE PERMITIU O MAL?


O homem – não Deus – é responsável pelo pecado. Por que Deus não fez o homem a
fim de que ele não pecasse? Porque Deus nos fez a Sua imagem, capazes de escolher.
Guerras, por exemplo, não foi iniciada por Deus, mas pelo homem (Tiago 4:1). Nós
“colhemos o que semeamos.” Ao mesmo tempo, Deus pode e tira o sofrimento e dor
(embora não tudo).

PERGUNTA 2 – POR QUE JESUS É O ÚNICO CAMINHO?


“Tolerância” é a palavra-chave do dia. Enquanto nós assumimos o sentido literal da
palavra – reconhecendo os direitos individuais e grupais para carregar opiniões
divergentes – se nós verdadeiramente proclamarmos nossa crença e enfaticamente
insistir que Jesus é o único caminho para o Pai, nós somos tachados de “intolerantes.”
Nós não temos o direito de ver o que é certo ou errado nas pessoas.
Tragicamente, esta denominada “teologia do pluralismo” encontrou seu caminho na
igreja

Resposta: A bíblia declara numerosas vezes que Jesus é o único caminho ao Pai.
Jesus mesmo disse, “Eu sou o caminho a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão
por Mim” (João 14:6). “A salvaçào só pode ser conseguida por meio dele. É por meio do
nome dele e de ninguém mais no mundo que podemos ser salvos. E Deus tem
colocado esse nome ao alcance de todos” (Atos 4:12). “Porque existe um só Deus e
uma só pessoa que une Deus às pessoas – Cristo Jesus, o ser humano” (1 Timóteo
2:5).
• Nem todas as estradas levam para Cristo
As pessoas podem achar que as religiões se misturam maravilhosamente, mas não.

1. ACERCA DA EXISTÊNCIA DE UM DEUS PESSOAL ...


• Os budistas negam a existência de um Deus pessoal.
• Os indús acreditam que este Deus é informe, abstrato, formando uma trindade bem
como vários deuses menores.
2. ACERCA DA EXISTÊNCIA DA SALVAÇÃO ...
• Os budistas acreditam que ela é alcançada pelo próprio esforço (não há deus pessoal
para ajudar você).

• Os indús acreditam que você só a alcança pela devoção, trabalho, e domínio-próprio.

• Os muçulmanos crêem que o homem ganha sua própria salvação, ora por seus
pecados, e que este não pode estar certo de sua salvação.

3. ACERCA DE JESUS CRISTO ...

• Os budistas crêem que Jesus Cristo foi um bom professor, mas não mais importante
que Buda.

• Os indús crêem que Jesus foi apenas mais uma das incarnações, ou filhos de Deus.
Cristo não foi o filho de Deus. Ele não foi mais divino que os outros homens, e Ele não
morreu pelos pecados dos homens.

• Os muçulmanos acreditam que Jesus Cristo não passou de um homem, um profeta


como Adão, Noé ou Abraão – cujos quais estão todos abaixo de Maomé em
importância. Cristo não morreu pelos pecados dos homens; porém, Judas (não Jesus)
morreu na cruz.

PERGUNTA 3 – COMO PODE UM DEUS DE AMOR MANDAS AS PESSOAS PARA


O INFERNO?

Resposta: Deus não manda ninguém para o inferno. As pessoas é que se colocam
lá. O inferno nunca foi criado para homem, Mateus 25:41 diz, “... ‘Afastem-se de mim,
vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para
o Diabo e seus anjos!’”
Além disso, Deus não quer que ninguém vá para lá! Ele diz, “... não me alegro pela
morte de um pecador. Eu gostaria que ele parasse de fazer o mal e vivesse” (Ezequiel
33:11). As escrituras declaram, “...ele tem paciência com vocês porque não quer que
ninguém seja destruído, mas que todos se arrependam” (2 Pedro 3:9). Ninguém irá para
o inferno “acidentalmente”, nem haverão pessoas “acidentalmente” no céu. As pessoas
irão para o céu por causa da sua deliberada escolha, e pessoas irão para o inferno pela
mesma razão.

• CONCLUSÃO: POR QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO VÃO ATÉ CRISTO?


Se alguém está realmente querendo as respostas paras as perguntas que eu
mencionei, esta vai procurá-las. Mas muitas não vêm. Não é porque as questões não
foram respondidas. É porque elas se sentem mais “confortáveis” onde elas estão agora.

Leia João 3:16:21

www.aguadavida.net
O CRISTÃO E A TENTAÇÃO TIAGO 1.12-18

Tentação na Bíblia tem o sentido de colocar uma pessoa em prova, de submete-


la a um teste árduo e espinho com o objetivo de mostrar a sua fraqueza,
induzindo-a a um procedimento negativo.
A Bíblia apresenta satanás como o tentador, ou seja, como aquele que sabe
usar como ninguém mais as circunstâncias existenciais para induzir a pessoa na
concretização de objetivos maléficos.
A maior intenção do diabo não é, na verdade, nos fazer pecar, mas sim a de
criar em nós uma sensação de ausência, de distanciamento, de Deus. Ao nos
fazer sentir uma espécie de alienação espiritual em relação a Deus o diabo nos
escraviza no pecado, Marcos 1.13, 1 Coríntios 2.5, Apocalipse 2.10, João 8.34 e
Romanos 6.17-23 e 7.17.
Em Mateus 6.13 o termo tentação tem o sentido de ação satânica para nos
fazer pecar. Este termo aparece 21 vezes no N.T. e sempre tem o sentido de
comprovar a qualidade, submeter à prova ou teste, com a intenção de induzir ao
pecado.

Creio ser importante ressaltar sobre a tentação o seguinte.

1.A TENTAÇÃO SURGE DA NOSSA PRESUNÇÃO DE FORÇA:

A tentação se torna mais eficaz quando presumimos ter forças suficientes


para não cairmos em pecado, ou para vence-la quando assim bem entendermos.
A autoconfiança é um atalho para a derrota. Precisamos aprender a nos
afastarmos da aparência do mal, bem como do próprio mal.
O autoconhecimento e de nossas limitações, associado ao conhecimento de
Deus e de sua Palavra nos ajuda para evitarmos a presunção de força em
relação a tentação. Além disso, 1 Coríntios 10.12 nos alerta e nos ajuda para
evitarmos a presunção de força que nos deixa vulneráveis à tentação.

2.A TENTAÇÃO NOS CEGA:

Quando somos tentados fazemos coisas que em circunstâncias normais


jamais faríamos. A tentação obscurece a nossa visão e a nossa mente, nos
fazendo enxergar as coisas sob um único prisma, o da satisfação pessoal e do
prazer.
Vemos no Salmo 73.1-3 que enquanto a visão do salmista estava presa na
prosperidade dos ímpios ele se consumia de inveja.
Em 2 Samuel vemos que enquanto a visão de Davi estava fixada na beleza
física de Bate-Seba e no prazer sexual, ele não enxergou a maldição que
cometera contra Deus, 2 Samuel 11.27. Somente depois de exortado
espiritualmente pela Palavra de Deus, através do profeta Natã, foi que as vendas
caíram de seus olhos e, arrependido, Davi confessou o seu pecado, 2 Samuel
12.13.
Somente a Palavra de Deus nos faz recuperar a visão espiritual e nos auxilia
a identificarmos a tentação e suas conseqüências em nossas vidas. Vale a pena
ler os Salmos 32, 38 e 51, que Davi escreveu no momento de seu
arrependimento, após ter recobrado a visão e consciência espiritual.

3.A TENTAÇÃO VISA DESTRUIR A PALAVRA DE DEUS EM NÓS:

Não seria diferente. Se é a Palavra que nos esclarece, a tentação, que


obscurece, atua contra ela. Na parábola do semeador fica evidente este aspecto
da tenção, Lucas 8.6-13, pois o texto mostra claramente que na hora da tentação
as pessoas que não estão enraizadas na Palavra se desviam.
Quando a Palavra de Deus não esta enraizadas em nossos corações, e nós
nela, temos as nossas próprias soluções para os problemas e os nossos próprios
projetos para a vida. Nos consideramos senhores do nosso destino e acreditamos
que os nossos métodos são melhores do que os de Deus.
A tentação nos ataca fazendo com que a Palavra de Deus deixe de ser o
manual de compreensão da realidade e do direcionamento para a nossa vida.
Neste caso, a Palavra de Deus perde a relevância existencial e vivencial para nós
e, por isso, cedemos às tentações.

4.A TENTAÇÃO VISA A ENFRAQUECER A NOSSA FÉ:

Este aspecto é uma decorrência do anterior, pois quando a Palavra de Deus


perde o significado para nós perdemos a fé, visto que a fé vem pelo ouvir a
Palavra de Deus, Romanos 10.17 e Efésios 2.8.
Essa questão se confirma na expressão de Davi, no Salmo 13.1, quando ele
se lamenta do sentimento de ausência de Deus. Qual o Cristão sincero que,
passando por um longo período de crise, não sentiu esse “abandono” de Deus?
O segredo para não sucumbirmos é não perder a fé. O clamor angustiado de
Davi revela a sua fé de forma vivida. Ele se dirige a Deus em seu lamento. Davi
não busca auxilio humano. Apesar das perdas humanas ele permanece na fé.
Satanás utiliza-se de todos os recursos para abater a nossa fé e para nos
enfraquecer espiritualmente, induzindo-nos para direções erradas e nos
desviando de Jesus, o autor e consumidor da fé, Hebreus 12.2.
Com relação a este tópico, recomendo a leitura do livro do profeta Habacuque e
de Hebreus 10.19 a 11.40.

5.A TENTAÇÃO NOS ENTRISTECE:

A tentação dói, gera tensão violenta e toca em questões vitais da nossa


existência. O processo tentatório e a luta interior para não cedermos a tentação
nos faz chorar lágrimas amargas, o mesmo ocorrendo quando caímos e
chegamos a consciência de que não resistimos. Porém, a tristeza produzida pela
tentação e temporária, embora amargurante e cruel, Gênesis 3.4-6, Salmo 32.3,
Salmo 51.1, 8 e 12, Mateus 27.1-5 (remorso).
A tristeza promovida pela tentação e tão intensa que pode desembocar numa
depressão profunda, como no caso de Judas Iscariotes, que cometeu suicídio,
mas, em contra partida, essa tristeza não pode ser comparada a alegria e a
exultação espiritual que nos advém quando resistirmos a tentação, Tiago 1.2-3, 1
Pedro 1.6-7, 1 Pedro 4.12-13 e Tiago 1.12.
Podemos usar a tristeza provocada pela tentação de maneira positiva,
glorificando e louvando a Deus por participarmos dos sofrimentos de Cristo.

CONCLUSÃO:

Para encerrar, ao invés de recapitular tudo, apenas desejo fazer algumas


considerações que creio relevantes sobre este tema. São elas:

• A tentação é universal e inevitável. Todos, sem exceção, em todo o lugar,


passam pelo crivo da tentação, João 17.15.
• Apesar de Satanás nos tentar com a intenção de nos fazer sucumbir,
devemos crer que os propósitos de Deus podem reverter a situação,
Gênesis 50.20.
• A tentação é sempre uma prova, um teste muito difícil, que testa a nossa
resistência, a nossa fé, a nossa firmeza na Palavra de Deus, bem como a
nossa própria concupiscência, Tiago 1.14-15.
• Devemos orar como Jesus nos ensinou em Mateus 6.13 diuturnamente, ou
seja, 1440 minutos por dia, se desejamos resistir e vencer a tentação.
• Dentro do processo tentatório não existe o “não posso” ou o “eu resisto”, ou
ainda o “eu venço essa”. Não podemos nada contra a tentação. É Deus
quem nos capacita e não permite que o diabo nos destrua, 1 Coríntios 1.13.
• Devemos parar com a atitude de fixarmos os olhos nas crises e na tentação,
passando a fixar os nossos olhos em Deus e em Jesus Cristo, Salmo 3 e
Hebreus 12.2.
• Não temos como evitar a tentação, porém, podemos resisti-la e vence-la, em
nome de Jesus, Tiago 4.7-10.

Que Deus nos ajude nesta renhida batalha contra a tentação e o nosso
próprio desejo de ceder a ela.
Amém.
ESTUDOS BIBLICOS DIZIMOS E OFERTAS

DIZIMOS E OFERTAS

“O Dízimo é a Decisão de Deus em Abençoar o Meu Patrimônio. A Oferta é


a Minha Decisão em Abençoar o Patrimônio de Deus”

Sem dúvida o tema crucial desta geração é a fidelidade. Hoje vivemos o desafio
mais do que nunca, de estarmos firmados em princípios estabelecidos nas
Escrituras. E numa sociedade do “ficar” sem compromisso, precisamos analisar
quantas pessoas hoje também, “ficam” com Deus, “ficam” fieis, “ficam” na igreja,
“ficam” nas células, na Visão Celular, etc.
E nesta pauta de fidelidade, começamos pelo princípio de “dar a Deus” aquilo que
lhe é devido.

"Dízimos e Ofertas" - Parte I"

“O Dízimo é a Decisão de Deus em Abençoar o Meu Patrimônio. A Oferta é a Minha


Decisão em Abençoar o Patrimônio de Deus”

Sem dúvida o tema crucial desta geração é a fidelidade. Hoje vivemos o desafio
mais do que nunca, de estarmos firmados em princípios estabelecidos nas
Escrituras. E numa sociedade do “ficar” sem compromisso, precisamos analisar
quantas pessoas hoje também, “ficam” com Deus, “ficam” fieis, “ficam” na igreja,
“ficam” nas células, na Visão Celular, etc.
E nesta pauta de fidelidade, começamos pelo princípio de “dar a Deus” aquilo que
lhe é devido.

1. Dando Conforme as Suas Posses. Há pessoas que só descobrirão o quanto são


ainda insubmissas e carentes do tratamento de Deus, quando tratamos com elas
sobre finanças. A Bíblia narra a situação de um homem que vem até a Jesus,
perguntando-lhe o que devia fazer para ter a vida eterna. E Jesus lhe apresenta o
fundamento da Lei de Moisés. Ao que ele diz: - “tudo isto tenho observado desde
minha infância”. Não é difícil ser religioso e caminhar assim uma vida toda, contudo
Jesus passa a tratar de um assunto que para aquele homem e muitos hoje, é
preferível se fugir dele do que enfrentá-lo de frente. Jesus fala com ele sobre
finanças (Mateus 19:21). Jesus lhe diz: “... Se queres ser perfeito, vai, vende tudo
o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me”.
Interessante esta colocação de Jesus: “Se queres ser perfeito”. Perfeição de uma
obra é processual, e muitos desviam-se desta rota. O que falta a alguém quase
perfeito? A coragem para trabalhar as suas imperfeições. É mais fácil fugir e viver
uma vida em fuga, do que submeter-se ao processo de Deus em nossas vidas. É
mais fácil mudar de Igreja do que mudar a atitude! É mais fácil encontrarmos
alguma coisa para descordarmos, como fez aquele moço, “não concordo com esta
visão de Jesus a respeito dos pobres”. Mas em seu íntimo o sentimento que nutria,
era o da incontinência, a incapacidade de se submeter a uma palavra de Jesus. Está
síndrome de Jonas é sempre calçada de argumentos de uma teologia pessoal.
A Bíblia nos ensina no Primeiro Testamento, a darmos conforme as nossas Posses:
Levítico 14:30 “Oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, segundo as suas
posses” (ainda Lv.27:8; Dt.16:17). Aqui não era de acordo com a receita e sim, de
acordo com o patrimônio. Esdras 2:69 “Segundo os seus recursos deram para o
tesouro da obra, em ouro sessenta e uma mil drácmas, e em prata cinco mil
arráteis, e cem vestes sacerdotais” (ainda Ne.5:8). Este princípio parece continuar
no Segundo Testamento, em Atos 11:29 diz: “Os discípulos, cada um conforme as
suas posses, resolveram enviar socorro aos irmãos que moravam na Judéia”; Paulo
irá dizer em 2ª Coríntios 8:12 “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o
que o homem tem, e não segundo o que ele não tem”.

2. Por quê Damos Segundo as Nossa Posses e Não Segunda a Nossa Receita.
Porque estamos falando daquela parte que ficou comigo depois que separei e
entreguei o dízimo ao Senhor. E é muito fácil para nós nos comprometermos com
nossos interesses pessoais, familiares e patrimoniais de tal forma que não nos
sobre mais nada. E aí, sempre poderemos dizer: “eu não tenho”. Como vemos na
experiência de Barnabé e dos irmãos em Jerusalém e também em Corinto eles
davam aquilo que possuíam. E, em muitas vezes davam tudo isso.

3. A Oferta Não Tem o Propósito de Lhe Falir. A oferta é a nossa avaliação da


gratidão que há em nosso coração pelas bênçãos que recebemos. Dt.16:17 diz:
“Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o
Senhor seu Deus lhe houver concedido” (Leia Mt.5:42).

4. A Oferta Não Me dá Direito a Ostentação ou Reivindicações Pessoais. Mateus 6:3


diz: “Tu, porém ao dares a esmola, ignore a tua esquerda ao que fez a tua direita”;
esmola é o termo bíblico de socorro ao necessitado, e não as sobras que
desprezamos.

5. A Oferta Fala da Espontaneidade do Meu Coração. Jesus diz em Mt.10:8 “Curai


os enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça
recebestes, de graça daí” (Leia Lc.6:38, 12:33). Como o coração prega peças em
alguém que furta do Senhor aquilo que é dele! Judas que roubava exatamente nas
ofertas, parecia querer ensinar a Jesus como deveriam ser aplicadas as finanças em
seu ministério. Ser espontâneo é ser voluntário, tomar iniciativa é ter a
sensibilidade de ser usado por Deus em um propósito de socorro.

6. A Oferta Aponta Para a Nossa Liberalidade. Paulo diz em Romanos 12:8: “ou o
que exorta, faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside
com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria”.

Deus ama ao que dá com alegria 2ª Coríntios 9:7 diz: “Cada um contribua segundo
propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus
ama ao que dá com alegria”. Quando deixamos que os princípios do mundo entrem
em nosso coração, em lugar dos princípios da Palavra, o dar sempre será um
constrangimento doloroso.

7. A Oferta é Semanal. Em Israel, a renda era estabelecida por períodos de


colheita,aí nesta ocasião havia outras ofertas especiais. Independentemente a isto
traziam semanalmente suas ofertas ao Senhor. Este princípio permanece com a
Igreja no Segundo Testamento, Paulo diz em 2ª Coríntios 16:2 “No primeiro dia da
semana (domingo) cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua
prosperidade, e vá juntando, para que não façam coletas quando eu for”. Aqui
parece estar claro que a oferta está relacionada à prosperidade, e também que
Paulo não deseja ouvir aqueles apelos dramáticos, por conta da insensibilidade de
alguns.

Na Igreja o princípio da oferta era tão extraordinário, que a infidelidade, a mentira,


avareza, foram condenadas pelo óbito (At.5:1-11). Ananias e Safira morreram, não
por deixarem de entregar o dízimo,mas por mentirem ao Espírito Santo e a Deus
acerca de sua prosperidade, tentando entregar uma oferta mentirosa. Ananias
morre por causa da infidelidade, Safira por causa da omissão. Esse espírito que tem
levado muitos ao óbito, não pode encontrar legalidade em sua vida. Cerca de 60%
do ensino de Jesus é dedicado às finanças. Judas preferiu abandonar o convívio dos
12 e ao ministério, e trair ao Senhor, por conta de sua avareza. O moço rico,
preferiu pensar nesta vida, em lugar do tesouro nos céus e, também foi embora.
Ananias e Safira enfrentaram o óbito por conta de seu egoísmo. Lembre-se que
eles não foram obrigados a dar, isto sempre será uma decisão de nossa
liberalidade.

A bíblia e o dinheiro

TÍTULO: Dinheiro! Na bíblia?

TEXTO: I Tm. 6:7-10

INTRODUÇÃO:

Nós meditaremos no que a bíblia ensina sobre dinheiro. E antes de entrarmos no


assunto propriamente dito, quero afirmar dois fatos importantes.

1. Quando a bíblia ensina sobre dinheiro, fala de um assunto espiritual. È tão


espiritual esse assunto que por várias vezes na igreja apostólica, o ato de contribuir
naquela igreja estava ligado diretamente à ação do Espírito de Deus. Depois do
Pentecostes (derramar do Espírito de Deus sobre a igreja), aprendemos com a
experiência daquela igreja:

1.1 O Espírito Santo é Senhor dos nossos bens, At. 2:42-47.


1.2 O Espírito Santo realiza seu ministério independente do dinheiro, At. 3:1-10.
1.3 O Espírito Santo julga as nossas ofertas, At. 5:1-11.
1.4 O Espírito Santo não se vende, At. 8:18-25.

2. alguns pensamentos errados sobre dinheiro.

2.1 É pecado possuir dinheiro. Existem pessoas que pensam dessa maneira.
Rejeitam-no por completo. Ensinam e afirmam que ele só serve de maldição. O
dinheiro pode servir de bênção ou maldição, depende de quem faz bom ou mau uso
dele. O dinheiro em si mesmo é neutro, não tem vida própria.
2.2 A verdadeira felicidade depende do dinheiro. É um grande engano pensar
assim. O nosso Senhor e Salvador, Jesus diz em Lc. 12:15 que a vida do homem
não consiste nos bens que possui. O dinheiro pode propiciar uma vida melhor (casa
própria, veículo para conforto da família, plano de saúde, escola melhor para os
filhos). Mas a verdadeira felicidade está em servir a Cristo.
2.3 Não existe valor maior nessa vida do que possuir dinheiro. Tem pessoas que
estão dispostas a fazer de tudo por causa do dinheiro (seqüestram, matam,
enganam, deixam-se corromper, pactuam com o inimigo de sua alma). E nós
sabemos que o dinheiro não é tudo nessa vida. Existem outros valores mais
importantes: Deus, família, vida, saúde. Pv.15:16; 16:8; 22:1; Ef.3:18.
2.4 O dinheiro é a raiz de todos os males. A bíblia não afirma isso. O que ela ensina
é que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. I Tm.6:10

ELUCIDAÇÃO:

Diante do que acabamos de meditar. Veremos a seguir o que a palavra de Deus


ensina sobre dinheiro.

TEMA: A bíblia e o dinheiro.

I – Devemos gastá-lo sabiamente. Is. 55:2; Pv. 27:23-24

1. Quantas pessoas que por não saberem fazer bom uso do seu dinheiro, perderam
tudo. Exemplo do filho pródigo, Lc.15: 11-17.
2. Gastar dinheiro impensadamente é comprar alguma coisa apenas por desejo e
não por necessidade. Eu tenho que aprender distinguir o que é desejo do que é
realmente necessidade. Desejo muitas coisas, mas será que necessito de todas elas
para viver? Exemplo: Desejo trocar de carro todo ano, mas será que é realmente
necessário. Há três tipos de atitudes de pessoas quando querem comprar algum
objeto: 1. Os racionais 2. Os resistentes 3. Os empolgados.

3. Precisamos seguir a direção do senhor em sua palavra para gastar o dinheiro


que Deus nos concede.

II - Devemos prover o necessário para a família. I Tm.5:8; I Co.12:14.

1. Deus nos concede o privilégio de existirmos através do meio instituído por Ele, à
família. E é através dos homens que o Senhor resolveu suprir as necessidades da
família. I Tm. 5:8 diz que é mais do que um privilégio, é um dever cuidar da
família.

2. Um dos maiores investimentos que podemos fazer nessa vida é e sempre será
na família. I Co. 12:14 afirma que são os pais que devem entesourar para os filhos.

3. Pv. 23:22. Fala da responsabilidade dos filhos de cuidar dos pais na velhice.

III – Devemos trabalhar honestamente para ganharmos dinheiro. Gn. 2:15; 3:19;
Pv. 13:11.

1. Deus instituiu o trabalho mesmo antes da existência do pecado para suprir as


necessidades dos homens.

2. Cl. 3: 23-24 ensina que todo trabalho deve ser realizado com amor. Como se
estivéssemos fazendo para o próprio Deus.
3. Pv.10:4; 22:29 aconselha-nos a trabalharmos com esforço e dedicação.
Almejando sempre a excelência. (Aprimoramento, fazer o melhor).

4. Pv. 6:6-11; 26:13-15; II Ts. 3:10-12 diz que não devemos comer o pão da
preguiça.

IV - Devemos usar o dinheiro que possuímos dentro dos recursos que temos,
evitando obter dívidas maiores que o nosso orçamento mensal. Pv. 6:1-3; 22:26,
27; Rm. 13:7, 8.

1. Quando fazemos uma dívida, estamos nos colocando sob a autoridade de quem
nos emprestou ou compramos. Adquirindo um controle sobre as nossas vidas que
só a Deus pertence.

V - Devemos fazer bom uso do nosso dinheiro ajudando aos necessitados. Is. 58:7,
10; Mt. 6:2-4; Sl. 41:1-3; Mt. 25:31-46; Lc.10:25-37; At.20:35; Rm.12:20-21;
Gl.6:9-10; Tg.2:14-17.

1. È um dever nosso socorrer os necessitados. Vivemos em um mundo egoísta e


muitas vezes nos esquecemos do próximo. E uma das missões mais importantes da
igreja é ajudar os que passam por dificuldades. Os órfãos, as viúvas, os idosos, os
doentes, os que estão presos, os drogados. Quantas vezes você visitou um lar para
idosos ou foi no hospital para levar um refrigério a pessoas que não conhecemos.

VI - Devemos ter grande temor, pois prestaremos contas a Deus de todo o dinheiro
que nos foi confiado. II Co. 5:10; Tg. 5:1-4; Mt. 25:14-30.

1. Pv.15:3; Mc.12:41-44. O Senhor sabe o valor da nossa renda e o destino que lhe
damos. Que possamos administrar nossa renda com temor e tremor diante do
nosso Deus.

VII – Devemos saber que o dinheiro jamais deve assumir o altar que é devido a
Deus em nossa vida. Mt. 6:24, 19-21, 33; Ef. 5:5; II Tm. 3:1-2.

1. Riquezas. Em Grego significa mamõn. Uma palavra de origem Aramaíca que


servia para designar a soma dos bens terrenos: Posses e dinheiro. Jesus aqui está
dando um nome pessoal a mamõn como se fosse um ídolo pagão. O que na prática
tende a ser dependendo da nossa atitude a ele. Por isso o Senhor Jesus tratou de
identificá-lo dessa maneira. Mostrando que o dinheiro pode tornar-se uma poderosa
divindade de um paganismo materialista.

2. As características de quem se deixa dominar pelo dinheiro (mamõn).

2.1 Prefere as riquezas deste mundo às riquezas celestiais, Mc. 10:17-22.


2.2 Sua prioridade é: a família e os bens que possui. Menosprezando a dimensão
espiritual, Lc. 12:16-21; Cl. 3:1-4.
2.3 Se torna egoísta e avarento. Lc. 16:19-21. E o exemplo de Judas que trocou
Jesus o único salvador por dinheiro.

3. Mt. 4:10. Só Deus é digno de ser adorado.

VIII - Devemos usar nosso dinheiro para investir no Reino de Deus.


1. Nos dias de Moisés, Ex. 35:4, 5, 20-22; 36: 2-7.

2. Nos dias dos Reis, 2 Cr. Cap.29 e 30 no reinado de Ezequias após um grande
avivamento, ele reorganiza o sacerdócio (2Cr. 31:2). Como conseqüência desse
avivamento Israel voltou à prática do dízimo (cap. 31:5, 6, 12). Depois disso o
Senhor concede vitória ao seu povo, (cap.32).

3. Nos dias dos profetas. Em especial no ministério do profeta Ageu, coube-lhe uma
grande missão. Conclamar a nação à colocar o coração na obra de Deus. Eles
estavam cuidando dos seus interesses pessoais e esquecendo-se do Senhor e de
sua obra, Cap.1:2-11. O desafio do Senhor foi lançado e o povo reagiu em
obediência, temor, Cap. 1:12-15. Como resultado recebeu a promessa da presença
do Senhor, v.13. E passaram a investir na obra de Deus, v.14. Passou um mês o
Senhor reanima Israel em face ao grande desafio de reconstruir o templo, Cap.
2:1-4. O Senhor mais uma vez faz promessas ao povo, 2:5-8. A sua presença no
meio deles, suprir todas as necessidades e que haveria uma glória maior no
segundo templo que o primeiro apesar de toda riqueza daquele construído por
Salomão.

4. Nos dias de Cristo. Mt. 23:23; Lc. 18:9-14 Nestas referências o Senhor Jesus
não condena o dízimo, mas a atitude hipócrita dos fariseus esquecendo-se do
principal a fé, o amor e a misericórdia. Mt. 22:15-22, aqui aprendemos que Deus
abomina qualquer tipo de sonegação a do imposto e do dízimo. Hb.7:1-10, O texto
fala de Abraão entregando o dízimo a Melquizedeque, o qual representava o
sacerdócio eterno de Cristo. A idéia é que Melquizedeque é o tipo de Cristo. Abraão
o protótipo de crente, entregou o dízimo a esse sacerdote. Se ele recebeu o dízimo
de Abraão porque era sacerdote de Deus, podemos concluir que Cristo é quem
recebe os dízimos dos crentes. Temos que ter esta consciência de que ao
devolvermos o dízimo, estamos fazendo ao próprio Senhor Jesus.

5. Nos dias apostólicos. I Co.16:1-4; 2 Co. 8:1-5. Temos nestes textos algumas
lições prática sobre o dízimo. 1. O dízimo deve ser dado regularmente, (1 Co.16:2).
2. A entrega do dízimo é um privilégio de todos (I Co.16:2), “Cada um de vós”. 3.
O dízimo é sagrado (I Co.16:2) “ponha de parte” Isso significa separação,
consagração, 4. Temos o dever de entregar o máximo e não o mínimo do dízimo (I
Co.16:2) “O que puder”. Não podemos interpretar no sentido do mínimo que
pudermos dar. Sigamos o exemplo dos macedônios, (II Co. 8:3). 5. Devemos dar o
dízimo conforme o que tivermos prosperado, (II Co. 16:2). 6. O dízimo é o
reconhecimento da graça de Deus sobre nós, (II Co. 8:1, 2). 7. Devemos contribuir
até com sacrifício, (II Co. 8:1, 2). 8. Devemos dar o dízimo voluntariamente, (II
Co. 8:3). 9. Só seremos fiéis dizimistas se entregarmos, em primeiro lugar, tudo
que somos ao Senhor, (II Co. 8:5).
O dízimo é um princípio de Deus que deve ser praticado em todas as épocas. Jesus
veio para cumprir e aperfeiçoar a lei moral, Mt.3:15, 5:17,18. A lei que Jesus veio
destruir foi a lei cerimonial, isto é a guarda do sábado, o sacerdócio, sacrifícios de
animais, leis civis para Israel, etc. Quanto ao dízimo Jesus veio confirmar e
ressaltar que deve ser praticado com amor, dedicação e fé.

CONCLUSÃO:

Em I Tm. 6:7-10 temos algumas verdades práticas para nossa vida diária.
1 V.7 O nosso objetivo principal deve ser o de servir somente a Deus. Pois, para a
eternidade não levaremos nada de bens materiais.
2 V.8 O contentamento deve atingir a nossa vida independente dos bens que
possuímos. Fl. 4:10-13.
3 V.9 Fujamos da tentação de ficarmos ricos a qualquer custo. O texto diz que os
que dessa maneira procederem sofrerão angustias terríveis agora e se perderão
para sempre.
4 V.10 O nosso amor e adoração devem ser devotados somente ao Deus único e
verdadeiro.

Estudo bíblico sobre Mordomia Cristã.


Textos iniciais: Malaquias 3:8-10 e Mateus 25:14-30
INTRODUÇÃO:

A infidelidade a Deus nos Dízimos e nas Ofertas tem impedido muitos crentes de
viverem a vida abundante que a Palavra de Deus promete.

O estudo deste tema para crentes fiéis e super-atraente e motivo de louvor e


júbilo! Porém, para os infiéis se mostra pesado, e pouco atraente!

Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus...

I - O QUE É DÍZIMO?

R = É 10% (dez por cento) ou 1/10 avos.

Deus é muito bom, de 100% Ele permite que fiquemos com 90%, nos pede apenas
10%!

Não é OFERTA! Oferta é tudo aquilo que damos além do dízimo.

OFERTA ALÇADA - Vem do Hebraico “teruma” = PESADAS, ALTAS, ELEVADAS,


PRODUTIVAS...

II - NÓS SOMOS MORDOMOS DO SENHOR

Mordomo é o Administrador de Bens Alheios

Tudo o que temos, na verdade, não é nosso - É do Senhor!

I Cor 10:26 “Porque do Senhor é a terra e a sua Plenitude”

Ageu 2:8 “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.”

SL 50:10 “Porque meu é todo o animal da selva, e o gado sobre milhares de


montanhas. Conheço as aves dos montes e minhas são todas as feras do campo...”

Col 1:16 “... tudo foi criado por meio dele e para Ele.”
Gn 2:15 - “E tomou o Senhor Deus ao homem e o pôs no Jardim do Éden para o
lavrar e guardar.” - Deus não deu o jardim ao homem, pôs o homem no jardim
para o lavrar e guardar..."

Mt 25:14-30 - Na parábola dos talentos vemos que o Senhor entregou os talentos


para os servos administrarem... Mas tarde o Senhor volta para pedir contas de
tudo!

III - TUDO O QUE TEMOS VEM DO SENHOR

I CRÔNICAS 29:14 - "Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que
pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti,
e do que é teu to damos."

Os 2:8-9 - “Ela, pois, não soube que eu é que lhe dei o grão, e o vinho, e o óleo, e
lhe multipliquei a prata e o ouro... Portanto, tornar-me-ei e reterei a seu tempo o
meu grão, e o meu vinho; e arrebatarei a minha lã e o meu linho...”

IV - UM DIA TEREMOS QUE PRESTAR CONTAS

É o que aprendemos na Parábola dos Talentos - Mt 25:14-30

Rm 14:12 - “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.”

II cor 5:10 - “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de
Cristo...”

Prestaremos conta de TUDO! Dos dízimos (10%) e até mesmo dos restantes 90%
que também não é nosso! (somos apenas mordomos...)

V - O DÍZIMO É BÍBLICO

A) NO VELHO TESTAMENTO

1) No Éden - Já vemos o princípio do dízimo quando o Senhor separou uma árvore


para Ele

2) Abraão dizimou - Gn 14:20 - Note que Abraão não viveu debaixo da Lei e sim da
Graça - Gál 3:17.

3) Jacó dizimava - Gn 28:20-22 - também viveu antes da lei!

4) Melquisedeque (Sacerdote) recebia dízimos - Hb 7:1-2 - antes da lei!

5) O dízimo foi depois incluído na Lei - Lv 27:30-32 - Nm 18:21-24 - Dt 14:22-29


“O dízimo será santo ao Senhor” - Os que costumam dizer que não dão o dízimo
porque é coisa da lei, saibam que Jesus afirmou que a Lei não foi revogada “Não
penseis que vim revogar a Lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para
cumprir” - Mt 5:17 ( leia até o verso 20).
6) Salomão, que foi o homem mais sábio da terra, afirmou: - “Honra ao Senhor
com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda e se encherão fartamente
os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Prov 3:9-10).

B) NO NOVO TESTAMENTO:

1) Em Jesus foi restaurado o tempo da graça (que existiu no tempo de Abraão) - e


a graça não exclui o dizimar...

2) O Novo Testamento não anula, cancela ou revoga o V.T. apenas modifica ou


adiciona... E não alterou a lei do dízimo!

3) Exemplos: O Fariseu da parábola (Lc 18:12) - Os fariseus em geral (Mt 23:23).

4) Levi (=Mateus) recebia dízimos - de quem? Sinal de que era prática apostólica
Hb 7:9

5) Judas Iscariotes era Tesoureiro do colégio apostólico - para quê havia um


Tesoureiro? Certamente para recolher dízimos e ofertas!

6) Jesus ratificou a prática do dízimo:

“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus de
modo nenhum entrareis no reino dos céus.” - Mt 5:20

Exceder - significa fazer tudo de correto que eles faziam e muito mais.

“Ai de vós escribas e fariseus hipócritas, pois que dizimais a hortelã, o endro e o
cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé.
Deveis porém fazer estas coisas e não omitir aquelas.” - Mt 23:23

“Estas coisas” - deveis fazer... ( praticar o juízo, a misericórdia e a fé )

e “Não omitir aquelas” = ( o dar o dízimo )

7) “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” - Lc 20:19-26

De César - era o imposto

De Deus - o dízimo!!!

8) Cristo é Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque - SL 110:4 - Hb


7:17,21.

Melquisedeque recebia dízimos de Abraão...

Cristo recebe dízimos dos filhos de Abraão... (nós somos filhos na fé de Abraão)

9) Outros textos em que Cristo aprova a contribuição financeira e reprova a


avareza:
Aprovou a oferta da viúva pobre Lc 21:1-4;

Lc 11:42; Lc 12:15,22-31,42-44; Lc 16:1,2,10-12; Lc 18:18-23; 29-30; Lc 19:11-


27

VI - DESCULPAS INFUNDADAS ( QUE DEUS JAMAIS ACEITARÁ! )

1) “NÃO ENTREGO O DÍZIMO MAS DOU OFERTAS” - Lv 27:30-32 “O dízimo é santo


ao Senhor” - A lei não foi revogada! Mal 3:8 diz que quem não dizima rouba a Deus
- Uma oferta que é menor (não pelo valor!) não subistitue uma dívida maior! O
dízimo é mais importante!

2) “EU ADMINISTRO O MEU DÍZIMO...” - Errado! Está escrito: “Trareis à Casa do


Tesouro” - Deve ser entregue publicamente na Igreja onde se é membro ou
participante;

3) “NÃO DOU O DÍZIMO PORQUE GANHO POUCO” - Injustificável... Sendo o dízimo


percentual, ele é proporcional... É cálculo justo, igual para todos (10%). - Jesus
não olha apenas o que damos, mas o que nos sobra! (caso da viúva pobre, ele
percebeu que não lhe sobrou nada!)

4) “NÃO DOU PORQUE NÃO SOBRA” - O Dízimo deve ser “primícia” para Deus.
Deve ser o primeiro pagamento quando recebemos o nosso salário. Deve ser dado
pela fé! Deus está em primeiro lugar, e deve ocupar o primeiro lugar na sua vida, e
também no seu orçamento.

5) “NÃO CONCORDO COM A ADMINISTRAÇÃO DA IGREJA”

- Ao entregar o dízimo, o estamos entregando para Deus...

- Os Administradores dos recursos de Deus, terão que prestar contas da sua


administração...

- E você prestará contas do que não deu!

- concordando ou não, devemos entregar o dízimo na igreja onde somos membros


ou participantes.

VII - UMA TERRÍVEL VERDADE:

Deus não permite que o crente use o dinheiro do dízimo em seu próprio benefício!
Deus promete bênçãos, mas também maldição!

Adão quis usar o dízimo do Senhor ( A árvore separada por Deus para Ele ) - Veja
que terrível punição recebeu!

Agora veja as seguintes verdades contidas em Ageu Cap. 1:2-11 :


O muito que você espera se tornará pouco... O dinheiro vai estar sempre faltando
na sua vida, não vai render!

Deus, com assopro, dissipa o seu dinheiro!

É como se você pegasse todo o seu salário e pusesse em um saco, e, segurando-o


pela boca, vai levando a bolada para casa... Só que o “saco” está furado, e o
dinheiro perde-se todo pelo caminho.

A terra retém seus frutos... O Céu o seu orvalho!

SACO FURADO NA VIDA DO CRENTE É...

- médico, farmácia, hospital, batida do carro, ladrão, etc.

O dinheiro de Deus em nossas mãos é maldição! Ele assopra porque nos quer
bem... Ele quer nos dar prosperidade - precisamos confiar n´Ele e ser fiel nos
dízimos e nas ofertas.

O correto seria termos no culto público um Ato exclusivo para entrega de dízimos.
As ofertas seriam entregues em outro momento distinto. E, no ritual de entrega dos
dízimos, deveríamos observar a seguinte ordem: - Primeiro, o Pastor; Segundo, Os
Oficiais e demais líderes; Terceiro, a congregação em geral.

VIII - BÊNÇÃOS PARA OS DIZIMISTAS

“Fazei prova de mim se eu não vos abrir as janelas do céu... e derramar bênçãos
sem medida”

Deus não quer filhos pobres e necessitados!

Nossa fidelidade é a porta da prosperidade!

Faça prova, decida ser dizimista a partir de hoje

CONCLUSÃO

Se há dívida acumulada (dízimos atrasados) - Ele perdoa! Ele perdoa “todos” os


teus pecados...

Mas agora te diz: “Vá, e não peques mais, para que não te suceda mau pior...”

Faça um propósito de dar o dízimo a partir de hoje! ( e se puder, dê também os


atrasados...)

Nota: Em II Cor 9:7 quando Paulo diz “cada um contribua segundo propor no seu
coração” não está falando de dízimos ou de contribuições para Deus em geral, e
sim de “esmolas” que eram recolhidas para os pobres de Jerusalém.
Garimpando os tesouros celestiais

TÍTULO: Bens duráveis


TEXTO: Mt. 6: 19-24
INTRODUÇÃO:
1. Aspectos negativos e positivos das riquezas.
1.1 Positivos.
a) O dinheiro possibilita-nos o conforto (moradia, veículos, roupas, etc.)
b) O dinheiro dá-nos a oportunidade de freqüentar as melhores escolas.
c) O dinheiro oferece-nos a possibilidade de conhecermos vários lugares.
d) O dinheiro concede-nos maior acesso a tecnologia, planos de saúde e segurança
física.
1.2. Negativos.
a) O dinheiro pode destruir famílias. Uma herança pode gerar conflitos
intermináveis; assassinatos por encomenda entre cônjuges e filhos aos próprios
pais; traições (o filme: proposta indecente).
b) O dinheiro gera um desejo de enriquecimento ilícito. Assaltos; fraudes do
imposto de renda; suborno; corrupção; seqüestros.
c) O dinheiro gera guerra entre nações. Estados Unidos e Iraque. (motivo real:
petróleo)
2. Por causa destes dois aspectos, onde o dinheiro pode ser benéfico e ao mesmo
tempo destrutível. O Senhor Jesus traz estas exortações no texto lido.
ELUCIDAÇÃO:
1. O que temos de enxergar no texto de antemão é que o Senhor Jesus não proíbe
o cristão de possuir riquezas. Mas o deixar-se possuir por elas. A advertência é
quanto a nossa atitude para com as riquezas deste mundo.
2. Temos na palavra de Deus servos do Senhor que eram ricos. Abraão, Gn. 13:2;
Davi, I cron. 29:28; Salomão, I Rs. 10: 14-29; Mulheres ricas que serviam a Jesus,
Lc. 8:3.
3. Pessoas na bíblia que foram vencidas pela ganância. O jovem rico, Lc. 18:18-30;
Judas, que vendeu Jesus por 30 moedas.
4. Diante do que acabamos de ouvir, iremos tirar algumas lições práticas sobre
onde devemos ajuntar nosso tesouro. Pois, esta é a proposta de Jesus.
TEMA: Garimpando os tesouros celestiais
Para que saibamos onde devemos ajuntar tesouros, é necessário sabermos o que é
ajuntar tesouros na terra e no céu.
I – Ajuntar tesouros na terra.

1. È ter uma vida centralizada em si mesmo, e não em Deus.

1.1 Tudo que faço está voltado para mim mesmo. Até o que faço aparentemente
para Deus, na verdade é para minha pessoa. Todas as minhas ações são realizadas
em beneficio próprio. Quero em tudo tirar proveito. E quando isso acontece?
1.1.2 Quando Deus não encontra espaço em minha vida. Mt. 13: 22, a parábola do
semeador. (o que foi semeado entre espinhos). Lc. 12: 13-21, A parábola do rico
insensato. Em que tenho consumido todo o meu tempo, esforço, dinheiro e a minha
vida. Frase de um livro, “Se o dinheiro não é Deus, por que os cristãos se dedicam
tanto a ele”. Tiago, 5:1-6.
1.1.3 Quando tudo o que faço é para minha própria glória. Lc. 18: 9-14, a parábola
do fariseu e do publicano. I Cor. 10: 31, “Fazei tudo para a glória de Deus”.
2. É ter uma vida de total insegurança.

2.1 As riquezas deste mundo são bens transitórios. O filho pródigo perdeu tudo
quanto possuía. Lc. 15: 11-13. Em provérbios temos uma lição clara disso, Pv.
23:4-5. Conhecemos vários exemplos de pessoas que enriqueceram e depois
ficaram pobres novamente. (reportagem do programa globo repórter)
2.2 Até aqueles que são fieis a Deus estão sujeitos a perder os que possuem. Ex.
exemplo de Jó.

II – Ajuntar tesouros nos céus.

Definição de Jonh Stott. “É fazer na terra alguma coisa, cujos efeitos durem para a
eternidade”.
Definições bíblicas:
1. É buscar as coisas do céu, Cl. 3:1-4. Somos chamados para uma herança
incorruptível nos céus, I Pe. 1: 4-5.
1.1. Os heróis da fé. Abraão, Hb. 11:14-16; Moisés, Hb.11:24-26.
1.2. Precisamos pedir a Deus que abra os nossos olhos para enxergarmos a
verdadeira riqueza, Ef. 1: 16-19.
2. É trabalhar para ajuntar na eternidade, Jo. 6: 26, 27.
2.1. Ex. de Jesus. Pregava, orava e obedecia. Fl.2:8-11.
2.2. I Tm. 6: 17-19.
3. É ter a certeza de vida Eterna, II Tm. 1: 12; 4: 6-8.

CONCLUSÃO:

1. A pergunta anterior: Onde devemos ajuntar tesouros? Logicamente no céu.


2. Para encerrar eu vou deixar algumas perguntas para nossa reflexão:
2.1 Onde está o nosso tesouro? V. 21.
2.2 O nosso coração está no céu ou nas coisas desta vida? V. 21.
2.3 Os nossos olhos são bons ou maus? V. 22 – 23.
2.4 A luz que nos envolve é a dos céus ou da terra? V.22-23
2.5 Somos escravos de Deus ou do dinheiro? V.24
2.6 Pra quem tem sido nossa maior dedicação? V.24

ESTUDOS BIBLICOS DIZIMOS E OFERTAS

DIZIMOS E OFERTAS
“O Dízimo é a Decisão de Deus em Abençoar o Meu Patrimônio. A Oferta é
a Minha Decisão em Abençoar o Patrimônio de Deus”

Sem dúvida o tema crucial desta geração é a fidelidade. Hoje vivemos o desafio
mais do que nunca, de estarmos firmados em princípios estabelecidos nas
Escrituras. E numa sociedade do “ficar” sem compromisso, precisamos analisar
quantas pessoas hoje também, “ficam” com Deus, “ficam” fieis, “ficam” na igreja,
“ficam” nas células, na Visão Celular, etc.
E nesta pauta de fidelidade, começamos pelo princípio de “dar a Deus” aquilo que
lhe é devido.

"Dízimos e Ofertas" - Parte I"

“O Dízimo é a Decisão de Deus em Abençoar o Meu Patrimônio. A Oferta é a Minha


Decisão em Abençoar o Patrimônio de Deus”

Sem dúvida o tema crucial desta geração é a fidelidade. Hoje vivemos o desafio
mais do que nunca, de estarmos firmados em princípios estabelecidos nas
Escrituras. E numa sociedade do “ficar” sem compromisso, precisamos analisar
quantas pessoas hoje também, “ficam” com Deus, “ficam” fieis, “ficam” na igreja,
“ficam” nas células, na Visão Celular, etc.
E nesta pauta de fidelidade, começamos pelo princípio de “dar a Deus” aquilo que
lhe é devido.

1. Dando Conforme as Suas Posses. Há pessoas que só descobrirão o quanto são


ainda insubmissas e carentes do tratamento de Deus, quando tratamos com elas
sobre finanças. A Bíblia narra a situação de um homem que vem até a Jesus,
perguntando-lhe o que devia fazer para ter a vida eterna. E Jesus lhe apresenta o
fundamento da Lei de Moisés. Ao que ele diz: - “tudo isto tenho observado desde
minha infância”. Não é difícil ser religioso e caminhar assim uma vida toda, contudo
Jesus passa a tratar de um assunto que para aquele homem e muitos hoje, é
preferível se fugir dele do que enfrentá-lo de frente. Jesus fala com ele sobre
finanças (Mateus 19:21). Jesus lhe diz: “... Se queres ser perfeito, vai, vende tudo
o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me”.
Interessante esta colocação de Jesus: “Se queres ser perfeito”. Perfeição de uma
obra é processual, e muitos desviam-se desta rota. O que falta a alguém quase
perfeito? A coragem para trabalhar as suas imperfeições. É mais fácil fugir e viver
uma vida em fuga, do que submeter-se ao processo de Deus em nossas vidas. É
mais fácil mudar de Igreja do que mudar a atitude! É mais fácil encontrarmos
alguma coisa para descordarmos, como fez aquele moço, “não concordo com esta
visão de Jesus a respeito dos pobres”. Mas em seu íntimo o sentimento que nutria,
era o da incontinência, a incapacidade de se submeter a uma palavra de Jesus. Está
síndrome de Jonas é sempre calçada de argumentos de uma teologia pessoal.

A Bíblia nos ensina no Primeiro Testamento, a darmos conforme as nossas Posses:


Levítico 14:30 “Oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, segundo as suas
posses” (ainda Lv.27:8; Dt.16:17). Aqui não era de acordo com a receita e sim, de
acordo com o patrimônio. Esdras 2:69 “Segundo os seus recursos deram para o
tesouro da obra, em ouro sessenta e uma mil drácmas, e em prata cinco mil
arráteis, e cem vestes sacerdotais” (ainda Ne.5:8). Este princípio parece continuar
no Segundo Testamento, em Atos 11:29 diz: “Os discípulos, cada um conforme as
suas posses, resolveram enviar socorro aos irmãos que moravam na Judéia”; Paulo
irá dizer em 2ª Coríntios 8:12 “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o
que o homem tem, e não segundo o que ele não tem”.

2. Por quê Damos Segundo as Nossa Posses e Não Segunda a Nossa Receita.
Porque estamos falando daquela parte que ficou comigo depois que separei e
entreguei o dízimo ao Senhor. E é muito fácil para nós nos comprometermos com
nossos interesses pessoais, familiares e patrimoniais de tal forma que não nos
sobre mais nada. E aí, sempre poderemos dizer: “eu não tenho”. Como vemos na
experiência de Barnabé e dos irmãos em Jerusalém e também em Corinto eles
davam aquilo que possuíam. E, em muitas vezes davam tudo isso.

3. A Oferta Não Tem o Propósito de Lhe Falir. A oferta é a nossa avaliação da


gratidão que há em nosso coração pelas bênçãos que recebemos. Dt.16:17 diz:
“Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o
Senhor seu Deus lhe houver concedido” (Leia Mt.5:42).

4. A Oferta Não Me dá Direito a Ostentação ou Reivindicações Pessoais. Mateus 6:3


diz: “Tu, porém ao dares a esmola, ignore a tua esquerda ao que fez a tua direita”;
esmola é o termo bíblico de socorro ao necessitado, e não as sobras que
desprezamos.

5. A Oferta Fala da Espontaneidade do Meu Coração. Jesus diz em Mt.10:8 “Curai


os enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça
recebestes, de graça daí” (Leia Lc.6:38, 12:33). Como o coração prega peças em
alguém que furta do Senhor aquilo que é dele! Judas que roubava exatamente nas
ofertas, parecia querer ensinar a Jesus como deveriam ser aplicadas as finanças em
seu ministério. Ser espontâneo é ser voluntário, tomar iniciativa é ter a
sensibilidade de ser usado por Deus em um propósito de socorro.

6. A Oferta Aponta Para a Nossa Liberalidade. Paulo diz em Romanos 12:8: “ou o
que exorta, faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside
com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria”.

Deus ama ao que dá com alegria 2ª Coríntios 9:7 diz: “Cada um contribua segundo
propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus
ama ao que dá com alegria”. Quando deixamos que os princípios do mundo entrem
em nosso coração, em lugar dos princípios da Palavra, o dar sempre será um
constrangimento doloroso.

7. A Oferta é Semanal. Em Israel, a renda era estabelecida por períodos de


colheita,aí nesta ocasião havia outras ofertas especiais. Independentemente a isto
traziam semanalmente suas ofertas ao Senhor. Este princípio permanece com a
Igreja no Segundo Testamento, Paulo diz em 2ª Coríntios 16:2 “No primeiro dia da
semana (domingo) cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua
prosperidade, e vá juntando, para que não façam coletas quando eu for”. Aqui
parece estar claro que a oferta está relacionada à prosperidade, e também que
Paulo não deseja ouvir aqueles apelos dramáticos, por conta da insensibilidade de
alguns.

Na Igreja o princípio da oferta era tão extraordinário, que a infidelidade, a mentira,


avareza, foram condenadas pelo óbito (At.5:1-11). Ananias e Safira morreram, não
por deixarem de entregar o dízimo,mas por mentirem ao Espírito Santo e a Deus
acerca de sua prosperidade, tentando entregar uma oferta mentirosa. Ananias
morre por causa da infidelidade, Safira por causa da omissão. Esse espírito que tem
levado muitos ao óbito, não pode encontrar legalidade em sua vida. Cerca de 60%
do ensino de Jesus é dedicado às finanças. Judas preferiu abandonar o convívio dos
12 e ao ministério, e trair ao Senhor, por conta de sua avareza. O moço rico,
preferiu pensar nesta vida, em lugar do tesouro nos céus e, também foi embora.
Ananias e Safira enfrentaram o óbito por conta de seu egoísmo. Lembre-se que
eles não foram obrigados a dar, isto sempre será uma decisão de nossa
liberalidade.

A bíblia e o dinheiro

TÍTULO: Dinheiro! Na bíblia?

TEXTO: I Tm. 6:7-10

INTRODUÇÃO:

Nós meditaremos no que a bíblia ensina sobre dinheiro. E antes de entrarmos no


assunto propriamente dito, quero afirmar dois fatos importantes.

1. Quando a bíblia ensina sobre dinheiro, fala de um assunto espiritual. È tão


espiritual esse assunto que por várias vezes na igreja apostólica, o ato de contribuir
naquela igreja estava ligado diretamente à ação do Espírito de Deus. Depois do
Pentecostes (derramar do Espírito de Deus sobre a igreja), aprendemos com a
experiência daquela igreja:

1.1 O Espírito Santo é Senhor dos nossos bens, At. 2:42-47.


1.2 O Espírito Santo realiza seu ministério independente do dinheiro, At. 3:1-10.
1.3 O Espírito Santo julga as nossas ofertas, At. 5:1-11.
1.4 O Espírito Santo não se vende, At. 8:18-25.

2. alguns pensamentos errados sobre dinheiro.

2.1 É pecado possuir dinheiro. Existem pessoas que pensam dessa maneira.
Rejeitam-no por completo. Ensinam e afirmam que ele só serve de maldição. O
dinheiro pode servir de bênção ou maldição, depende de quem faz bom ou mau uso
dele. O dinheiro em si mesmo é neutro, não tem vida própria.
2.2 A verdadeira felicidade depende do dinheiro. É um grande engano pensar
assim. O nosso Senhor e Salvador, Jesus diz em Lc. 12:15 que a vida do homem
não consiste nos bens que possui. O dinheiro pode propiciar uma vida melhor (casa
própria, veículo para conforto da família, plano de saúde, escola melhor para os
filhos). Mas a verdadeira felicidade está em servir a Cristo.
2.3 Não existe valor maior nessa vida do que possuir dinheiro. Tem pessoas que
estão dispostas a fazer de tudo por causa do dinheiro (seqüestram, matam,
enganam, deixam-se corromper, pactuam com o inimigo de sua alma). E nós
sabemos que o dinheiro não é tudo nessa vida. Existem outros valores mais
importantes: Deus, família, vida, saúde. Pv.15:16; 16:8; 22:1; Ef.3:18.
2.4 O dinheiro é a raiz de todos os males. A bíblia não afirma isso. O que ela ensina
é que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. I Tm.6:10

ELUCIDAÇÃO:

Diante do que acabamos de meditar. Veremos a seguir o que a palavra de Deus


ensina sobre dinheiro.

TEMA: A bíblia e o dinheiro.

I – Devemos gastá-lo sabiamente. Is. 55:2; Pv. 27:23-24

1. Quantas pessoas que por não saberem fazer bom uso do seu dinheiro, perderam
tudo. Exemplo do filho pródigo, Lc.15: 11-17.
2. Gastar dinheiro impensadamente é comprar alguma coisa apenas por desejo e
não por necessidade. Eu tenho que aprender distinguir o que é desejo do que é
realmente necessidade. Desejo muitas coisas, mas será que necessito de todas elas
para viver? Exemplo: Desejo trocar de carro todo ano, mas será que é realmente
necessário. Há três tipos de atitudes de pessoas quando querem comprar algum
objeto: 1. Os racionais 2. Os resistentes 3. Os empolgados.

3. Precisamos seguir a direção do senhor em sua palavra para gastar o dinheiro


que Deus nos concede.

II - Devemos prover o necessário para a família. I Tm.5:8; I Co.12:14.

1. Deus nos concede o privilégio de existirmos através do meio instituído por Ele, à
família. E é através dos homens que o Senhor resolveu suprir as necessidades da
família. I Tm. 5:8 diz que é mais do que um privilégio, é um dever cuidar da
família.

2. Um dos maiores investimentos que podemos fazer nessa vida é e sempre será
na família. I Co. 12:14 afirma que são os pais que devem entesourar para os filhos.

3. Pv. 23:22. Fala da responsabilidade dos filhos de cuidar dos pais na velhice.

III – Devemos trabalhar honestamente para ganharmos dinheiro. Gn. 2:15; 3:19;
Pv. 13:11.

1. Deus instituiu o trabalho mesmo antes da existência do pecado para suprir as


necessidades dos homens.

2. Cl. 3: 23-24 ensina que todo trabalho deve ser realizado com amor. Como se
estivéssemos fazendo para o próprio Deus.

3. Pv.10:4; 22:29 aconselha-nos a trabalharmos com esforço e dedicação.


Almejando sempre a excelência. (Aprimoramento, fazer o melhor).

4. Pv. 6:6-11; 26:13-15; II Ts. 3:10-12 diz que não devemos comer o pão da
preguiça.
IV - Devemos usar o dinheiro que possuímos dentro dos recursos que temos,
evitando obter dívidas maiores que o nosso orçamento mensal. Pv. 6:1-3; 22:26,
27; Rm. 13:7, 8.

1. Quando fazemos uma dívida, estamos nos colocando sob a autoridade de quem
nos emprestou ou compramos. Adquirindo um controle sobre as nossas vidas que
só a Deus pertence.

V - Devemos fazer bom uso do nosso dinheiro ajudando aos necessitados. Is. 58:7,
10; Mt. 6:2-4; Sl. 41:1-3; Mt. 25:31-46; Lc.10:25-37; At.20:35; Rm.12:20-21;
Gl.6:9-10; Tg.2:14-17.

1. È um dever nosso socorrer os necessitados. Vivemos em um mundo egoísta e


muitas vezes nos esquecemos do próximo. E uma das missões mais importantes da
igreja é ajudar os que passam por dificuldades. Os órfãos, as viúvas, os idosos, os
doentes, os que estão presos, os drogados. Quantas vezes você visitou um lar para
idosos ou foi no hospital para levar um refrigério a pessoas que não conhecemos.

VI - Devemos ter grande temor, pois prestaremos contas a Deus de todo o dinheiro
que nos foi confiado. II Co. 5:10; Tg. 5:1-4; Mt. 25:14-30.

1. Pv.15:3; Mc.12:41-44. O Senhor sabe o valor da nossa renda e o destino que lhe
damos. Que possamos administrar nossa renda com temor e tremor diante do
nosso Deus.

VII – Devemos saber que o dinheiro jamais deve assumir o altar que é devido a
Deus em nossa vida. Mt. 6:24, 19-21, 33; Ef. 5:5; II Tm. 3:1-2.

1. Riquezas. Em Grego significa mamõn. Uma palavra de origem Aramaíca que


servia para designar a soma dos bens terrenos: Posses e dinheiro. Jesus aqui está
dando um nome pessoal a mamõn como se fosse um ídolo pagão. O que na prática
tende a ser dependendo da nossa atitude a ele. Por isso o Senhor Jesus tratou de
identificá-lo dessa maneira. Mostrando que o dinheiro pode tornar-se uma poderosa
divindade de um paganismo materialista.

2. As características de quem se deixa dominar pelo dinheiro (mamõn).

2.1 Prefere as riquezas deste mundo às riquezas celestiais, Mc. 10:17-22.


2.2 Sua prioridade é: a família e os bens que possui. Menosprezando a dimensão
espiritual, Lc. 12:16-21; Cl. 3:1-4.
2.3 Se torna egoísta e avarento. Lc. 16:19-21. E o exemplo de Judas que trocou
Jesus o único salvador por dinheiro.

3. Mt. 4:10. Só Deus é digno de ser adorado.

VIII - Devemos usar nosso dinheiro para investir no Reino de Deus.

1. Nos dias de Moisés, Ex. 35:4, 5, 20-22; 36: 2-7.

2. Nos dias dos Reis, 2 Cr. Cap.29 e 30 no reinado de Ezequias após um grande
avivamento, ele reorganiza o sacerdócio (2Cr. 31:2). Como conseqüência desse
avivamento Israel voltou à prática do dízimo (cap. 31:5, 6, 12). Depois disso o
Senhor concede vitória ao seu povo, (cap.32).

3. Nos dias dos profetas. Em especial no ministério do profeta Ageu, coube-lhe uma
grande missão. Conclamar a nação à colocar o coração na obra de Deus. Eles
estavam cuidando dos seus interesses pessoais e esquecendo-se do Senhor e de
sua obra, Cap.1:2-11. O desafio do Senhor foi lançado e o povo reagiu em
obediência, temor, Cap. 1:12-15. Como resultado recebeu a promessa da presença
do Senhor, v.13. E passaram a investir na obra de Deus, v.14. Passou um mês o
Senhor reanima Israel em face ao grande desafio de reconstruir o templo, Cap.
2:1-4. O Senhor mais uma vez faz promessas ao povo, 2:5-8. A sua presença no
meio deles, suprir todas as necessidades e que haveria uma glória maior no
segundo templo que o primeiro apesar de toda riqueza daquele construído por
Salomão.

4. Nos dias de Cristo. Mt. 23:23; Lc. 18:9-14 Nestas referências o Senhor Jesus
não condena o dízimo, mas a atitude hipócrita dos fariseus esquecendo-se do
principal a fé, o amor e a misericórdia. Mt. 22:15-22, aqui aprendemos que Deus
abomina qualquer tipo de sonegação a do imposto e do dízimo. Hb.7:1-10, O texto
fala de Abraão entregando o dízimo a Melquizedeque, o qual representava o
sacerdócio eterno de Cristo. A idéia é que Melquizedeque é o tipo de Cristo. Abraão
o protótipo de crente, entregou o dízimo a esse sacerdote. Se ele recebeu o dízimo
de Abraão porque era sacerdote de Deus, podemos concluir que Cristo é quem
recebe os dízimos dos crentes. Temos que ter esta consciência de que ao
devolvermos o dízimo, estamos fazendo ao próprio Senhor Jesus.

5. Nos dias apostólicos. I Co.16:1-4; 2 Co. 8:1-5. Temos nestes textos algumas
lições prática sobre o dízimo. 1. O dízimo deve ser dado regularmente, (1 Co.16:2).
2. A entrega do dízimo é um privilégio de todos (I Co.16:2), “Cada um de vós”. 3.
O dízimo é sagrado (I Co.16:2) “ponha de parte” Isso significa separação,
consagração, 4. Temos o dever de entregar o máximo e não o mínimo do dízimo (I
Co.16:2) “O que puder”. Não podemos interpretar no sentido do mínimo que
pudermos dar. Sigamos o exemplo dos macedônios, (II Co. 8:3). 5. Devemos dar o
dízimo conforme o que tivermos prosperado, (II Co. 16:2). 6. O dízimo é o
reconhecimento da graça de Deus sobre nós, (II Co. 8:1, 2). 7. Devemos contribuir
até com sacrifício, (II Co. 8:1, 2). 8. Devemos dar o dízimo voluntariamente, (II
Co. 8:3). 9. Só seremos fiéis dizimistas se entregarmos, em primeiro lugar, tudo
que somos ao Senhor, (II Co. 8:5).
O dízimo é um princípio de Deus que deve ser praticado em todas as épocas. Jesus
veio para cumprir e aperfeiçoar a lei moral, Mt.3:15, 5:17,18. A lei que Jesus veio
destruir foi a lei cerimonial, isto é a guarda do sábado, o sacerdócio, sacrifícios de
animais, leis civis para Israel, etc. Quanto ao dízimo Jesus veio confirmar e
ressaltar que deve ser praticado com amor, dedicação e fé.

CONCLUSÃO:

Em I Tm. 6:7-10 temos algumas verdades práticas para nossa vida diária.

1 V.7 O nosso objetivo principal deve ser o de servir somente a Deus. Pois, para a
eternidade não levaremos nada de bens materiais.
2 V.8 O contentamento deve atingir a nossa vida independente dos bens que
possuímos. Fl. 4:10-13.
3 V.9 Fujamos da tentação de ficarmos ricos a qualquer custo. O texto diz que os
que dessa maneira procederem sofrerão angustias terríveis agora e se perderão
para sempre.
4 V.10 O nosso amor e adoração devem ser devotados somente ao Deus único e
verdadeiro.

Estudo bíblico sobre Mordomia Cristã.


Textos iniciais: Malaquias 3:8-10 e Mateus 25:14-30
INTRODUÇÃO:

A infidelidade a Deus nos Dízimos e nas Ofertas tem impedido muitos crentes de
viverem a vida abundante que a Palavra de Deus promete.

O estudo deste tema para crentes fiéis e super-atraente e motivo de louvor e


júbilo! Porém, para os infiéis se mostra pesado, e pouco atraente!

Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus...

I - O QUE É DÍZIMO?

R = É 10% (dez por cento) ou 1/10 avos.

Deus é muito bom, de 100% Ele permite que fiquemos com 90%, nos pede apenas
10%!

Não é OFERTA! Oferta é tudo aquilo que damos além do dízimo.

OFERTA ALÇADA - Vem do Hebraico “teruma” = PESADAS, ALTAS, ELEVADAS,


PRODUTIVAS...

II - NÓS SOMOS MORDOMOS DO SENHOR

Mordomo é o Administrador de Bens Alheios

Tudo o que temos, na verdade, não é nosso - É do Senhor!

I Cor 10:26 “Porque do Senhor é a terra e a sua Plenitude”

Ageu 2:8 “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.”

SL 50:10 “Porque meu é todo o animal da selva, e o gado sobre milhares de


montanhas. Conheço as aves dos montes e minhas são todas as feras do campo...”

Col 1:16 “... tudo foi criado por meio dele e para Ele.”

Gn 2:15 - “E tomou o Senhor Deus ao homem e o pôs no Jardim do Éden para o


lavrar e guardar.” - Deus não deu o jardim ao homem, pôs o homem no jardim
para o lavrar e guardar..."
Mt 25:14-30 - Na parábola dos talentos vemos que o Senhor entregou os talentos
para os servos administrarem... Mas tarde o Senhor volta para pedir contas de
tudo!

III - TUDO O QUE TEMOS VEM DO SENHOR

I CRÔNICAS 29:14 - "Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que
pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti,
e do que é teu to damos."

Os 2:8-9 - “Ela, pois, não soube que eu é que lhe dei o grão, e o vinho, e o óleo, e
lhe multipliquei a prata e o ouro... Portanto, tornar-me-ei e reterei a seu tempo o
meu grão, e o meu vinho; e arrebatarei a minha lã e o meu linho...”

IV - UM DIA TEREMOS QUE PRESTAR CONTAS

É o que aprendemos na Parábola dos Talentos - Mt 25:14-30

Rm 14:12 - “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.”

II cor 5:10 - “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de
Cristo...”

Prestaremos conta de TUDO! Dos dízimos (10%) e até mesmo dos restantes 90%
que também não é nosso! (somos apenas mordomos...)

V - O DÍZIMO É BÍBLICO

A) NO VELHO TESTAMENTO

1) No Éden - Já vemos o princípio do dízimo quando o Senhor separou uma árvore


para Ele

2) Abraão dizimou - Gn 14:20 - Note que Abraão não viveu debaixo da Lei e sim da
Graça - Gál 3:17.

3) Jacó dizimava - Gn 28:20-22 - também viveu antes da lei!

4) Melquisedeque (Sacerdote) recebia dízimos - Hb 7:1-2 - antes da lei!

5) O dízimo foi depois incluído na Lei - Lv 27:30-32 - Nm 18:21-24 - Dt 14:22-29


“O dízimo será santo ao Senhor” - Os que costumam dizer que não dão o dízimo
porque é coisa da lei, saibam que Jesus afirmou que a Lei não foi revogada “Não
penseis que vim revogar a Lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para
cumprir” - Mt 5:17 ( leia até o verso 20).

6) Salomão, que foi o homem mais sábio da terra, afirmou: - “Honra ao Senhor
com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda e se encherão fartamente
os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Prov 3:9-10).
B) NO NOVO TESTAMENTO:

1) Em Jesus foi restaurado o tempo da graça (que existiu no tempo de Abraão) - e


a graça não exclui o dizimar...

2) O Novo Testamento não anula, cancela ou revoga o V.T. apenas modifica ou


adiciona... E não alterou a lei do dízimo!

3) Exemplos: O Fariseu da parábola (Lc 18:12) - Os fariseus em geral (Mt 23:23).

4) Levi (=Mateus) recebia dízimos - de quem? Sinal de que era prática apostólica
Hb 7:9

5) Judas Iscariotes era Tesoureiro do colégio apostólico - para quê havia um


Tesoureiro? Certamente para recolher dízimos e ofertas!

6) Jesus ratificou a prática do dízimo:

“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus de
modo nenhum entrareis no reino dos céus.” - Mt 5:20

Exceder - significa fazer tudo de correto que eles faziam e muito mais.

“Ai de vós escribas e fariseus hipócritas, pois que dizimais a hortelã, o endro e o
cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé.
Deveis porém fazer estas coisas e não omitir aquelas.” - Mt 23:23

“Estas coisas” - deveis fazer... ( praticar o juízo, a misericórdia e a fé )

e “Não omitir aquelas” = ( o dar o dízimo )

7) “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” - Lc 20:19-26

De César - era o imposto

De Deus - o dízimo!!!

8) Cristo é Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque - SL 110:4 - Hb


7:17,21.

Melquisedeque recebia dízimos de Abraão...

Cristo recebe dízimos dos filhos de Abraão... (nós somos filhos na fé de Abraão)

9) Outros textos em que Cristo aprova a contribuição financeira e reprova a


avareza:

Aprovou a oferta da viúva pobre Lc 21:1-4;


Lc 11:42; Lc 12:15,22-31,42-44; Lc 16:1,2,10-12; Lc 18:18-23; 29-30; Lc 19:11-
27

VI - DESCULPAS INFUNDADAS ( QUE DEUS JAMAIS ACEITARÁ! )

1) “NÃO ENTREGO O DÍZIMO MAS DOU OFERTAS” - Lv 27:30-32 “O dízimo é santo


ao Senhor” - A lei não foi revogada! Mal 3:8 diz que quem não dizima rouba a Deus
- Uma oferta que é menor (não pelo valor!) não subistitue uma dívida maior! O
dízimo é mais importante!

2) “EU ADMINISTRO O MEU DÍZIMO...” - Errado! Está escrito: “Trareis à Casa do


Tesouro” - Deve ser entregue publicamente na Igreja onde se é membro ou
participante;

3) “NÃO DOU O DÍZIMO PORQUE GANHO POUCO” - Injustificável... Sendo o dízimo


percentual, ele é proporcional... É cálculo justo, igual para todos (10%). - Jesus
não olha apenas o que damos, mas o que nos sobra! (caso da viúva pobre, ele
percebeu que não lhe sobrou nada!)

4) “NÃO DOU PORQUE NÃO SOBRA” - O Dízimo deve ser “primícia” para Deus.
Deve ser o primeiro pagamento quando recebemos o nosso salário. Deve ser dado
pela fé! Deus está em primeiro lugar, e deve ocupar o primeiro lugar na sua vida, e
também no seu orçamento.

5) “NÃO CONCORDO COM A ADMINISTRAÇÃO DA IGREJA”

- Ao entregar o dízimo, o estamos entregando para Deus...

- Os Administradores dos recursos de Deus, terão que prestar contas da sua


administração...

- E você prestará contas do que não deu!

- concordando ou não, devemos entregar o dízimo na igreja onde somos membros


ou participantes.

VII - UMA TERRÍVEL VERDADE:

Deus não permite que o crente use o dinheiro do dízimo em seu próprio benefício!
Deus promete bênçãos, mas também maldição!

Adão quis usar o dízimo do Senhor ( A árvore separada por Deus para Ele ) - Veja
que terrível punição recebeu!

Agora veja as seguintes verdades contidas em Ageu Cap. 1:2-11 :

O muito que você espera se tornará pouco... O dinheiro vai estar sempre faltando
na sua vida, não vai render!
Deus, com assopro, dissipa o seu dinheiro!

É como se você pegasse todo o seu salário e pusesse em um saco, e, segurando-o


pela boca, vai levando a bolada para casa... Só que o “saco” está furado, e o
dinheiro perde-se todo pelo caminho.

A terra retém seus frutos... O Céu o seu orvalho!

SACO FURADO NA VIDA DO CRENTE É...

- médico, farmácia, hospital, batida do carro, ladrão, etc.

O dinheiro de Deus em nossas mãos é maldição! Ele assopra porque nos quer
bem... Ele quer nos dar prosperidade - precisamos confiar n´Ele e ser fiel nos
dízimos e nas ofertas.

O correto seria termos no culto público um Ato exclusivo para entrega de dízimos.
As ofertas seriam entregues em outro momento distinto. E, no ritual de entrega dos
dízimos, deveríamos observar a seguinte ordem: - Primeiro, o Pastor; Segundo, Os
Oficiais e demais líderes; Terceiro, a congregação em geral.

VIII - BÊNÇÃOS PARA OS DIZIMISTAS

“Fazei prova de mim se eu não vos abrir as janelas do céu... e derramar bênçãos
sem medida”

Deus não quer filhos pobres e necessitados!

Nossa fidelidade é a porta da prosperidade!

Faça prova, decida ser dizimista a partir de hoje

CONCLUSÃO

Se há dívida acumulada (dízimos atrasados) - Ele perdoa! Ele perdoa “todos” os


teus pecados...

Mas agora te diz: “Vá, e não peques mais, para que não te suceda mau pior...”

Faça um propósito de dar o dízimo a partir de hoje! ( e se puder, dê também os


atrasados...)

Nota: Em II Cor 9:7 quando Paulo diz “cada um contribua segundo propor no seu
coração” não está falando de dízimos ou de contribuições para Deus em geral, e
sim de “esmolas” que eram recolhidas para os pobres de Jerusalém.

Garimpando os tesouros celestiais


TÍTULO: Bens duráveis
TEXTO: Mt. 6: 19-24
INTRODUÇÃO:
1. Aspectos negativos e positivos das riquezas.
1.1 Positivos.
a) O dinheiro possibilita-nos o conforto (moradia, veículos, roupas, etc.)
b) O dinheiro dá-nos a oportunidade de freqüentar as melhores escolas.
c) O dinheiro oferece-nos a possibilidade de conhecermos vários lugares.
d) O dinheiro concede-nos maior acesso a tecnologia, planos de saúde e segurança
física.
1.2. Negativos.
a) O dinheiro pode destruir famílias. Uma herança pode gerar conflitos
intermináveis; assassinatos por encomenda entre cônjuges e filhos aos próprios
pais; traições (o filme: proposta indecente).
b) O dinheiro gera um desejo de enriquecimento ilícito. Assaltos; fraudes do
imposto de renda; suborno; corrupção; seqüestros.
c) O dinheiro gera guerra entre nações. Estados Unidos e Iraque. (motivo real:
petróleo)
2. Por causa destes dois aspectos, onde o dinheiro pode ser benéfico e ao mesmo
tempo destrutível. O Senhor Jesus traz estas exortações no texto lido.
ELUCIDAÇÃO:
1. O que temos de enxergar no texto de antemão é que o Senhor Jesus não proíbe
o cristão de possuir riquezas. Mas o deixar-se possuir por elas. A advertência é
quanto a nossa atitude para com as riquezas deste mundo.
2. Temos na palavra de Deus servos do Senhor que eram ricos. Abraão, Gn. 13:2;
Davi, I cron. 29:28; Salomão, I Rs. 10: 14-29; Mulheres ricas que serviam a Jesus,
Lc. 8:3.
3. Pessoas na bíblia que foram vencidas pela ganância. O jovem rico, Lc. 18:18-30;
Judas, que vendeu Jesus por 30 moedas.
4. Diante do que acabamos de ouvir, iremos tirar algumas lições práticas sobre
onde devemos ajuntar nosso tesouro. Pois, esta é a proposta de Jesus.
TEMA: Garimpando os tesouros celestiais
Para que saibamos onde devemos ajuntar tesouros, é necessário sabermos o que é
ajuntar tesouros na terra e no céu.
I – Ajuntar tesouros na terra.

1. È ter uma vida centralizada em si mesmo, e não em Deus.

1.1 Tudo que faço está voltado para mim mesmo. Até o que faço aparentemente
para Deus, na verdade é para minha pessoa. Todas as minhas ações são realizadas
em beneficio próprio. Quero em tudo tirar proveito. E quando isso acontece?
1.1.2 Quando Deus não encontra espaço em minha vida. Mt. 13: 22, a parábola do
semeador. (o que foi semeado entre espinhos). Lc. 12: 13-21, A parábola do rico
insensato. Em que tenho consumido todo o meu tempo, esforço, dinheiro e a minha
vida. Frase de um livro, “Se o dinheiro não é Deus, por que os cristãos se dedicam
tanto a ele”. Tiago, 5:1-6.
1.1.3 Quando tudo o que faço é para minha própria glória. Lc. 18: 9-14, a parábola
do fariseu e do publicano. I Cor. 10: 31, “Fazei tudo para a glória de Deus”.

2. É ter uma vida de total insegurança.


2.1 As riquezas deste mundo são bens transitórios. O filho pródigo perdeu tudo
quanto possuía. Lc. 15: 11-13. Em provérbios temos uma lição clara disso, Pv.
23:4-5. Conhecemos vários exemplos de pessoas que enriqueceram e depois
ficaram pobres novamente. (reportagem do programa globo repórter)
2.2 Até aqueles que são fieis a Deus estão sujeitos a perder os que possuem. Ex.
exemplo de Jó.

II – Ajuntar tesouros nos céus.

Definição de Jonh Stott. “É fazer na terra alguma coisa, cujos efeitos durem para a
eternidade”.
Definições bíblicas:
1. É buscar as coisas do céu, Cl. 3:1-4. Somos chamados para uma herança
incorruptível nos céus, I Pe. 1: 4-5.
1.1. Os heróis da fé. Abraão, Hb. 11:14-16; Moisés, Hb.11:24-26.
1.2. Precisamos pedir a Deus que abra os nossos olhos para enxergarmos a
verdadeira riqueza, Ef. 1: 16-19.
2. É trabalhar para ajuntar na eternidade, Jo. 6: 26, 27.
2.1. Ex. de Jesus. Pregava, orava e obedecia. Fl.2:8-11.
2.2. I Tm. 6: 17-19.
3. É ter a certeza de vida Eterna, II Tm. 1: 12; 4: 6-8.

CONCLUSÃO:

1. A pergunta anterior: Onde devemos ajuntar tesouros? Logicamente no céu.


2. Para encerrar eu vou deixar algumas perguntas para nossa reflexão:
2.1 Onde está o nosso tesouro? V. 21.
2.2 O nosso coração está no céu ou nas coisas desta vida? V. 21.
2.3 Os nossos olhos são bons ou maus? V. 22 – 23.
2.4 A luz que nos envolve é a dos céus ou da terra? V.22-23
2.5 Somos escravos de Deus ou do dinheiro? V.24
2.6 Pra quem tem sido nossa maior dedicação? V.24

A CONFISSÃO Mc 5:27-34
Introdução: Qualquer pessoa, em qualquer lugar, que colocar em prática esses
quatro passos ou princípios, sempre receberá. Quantas vezes receberá? Poucas
vezes? Não, sempre receberá uma resposta.

1 – Diga – Primeiro a mulher disse: “Se tão somente tocar nas suas vestes,
sararei.” (v.28).
Ela sonhou com a sua cura e verbalizou o que estava no seu coração. Anunciou
no Reino do Espírito. Não apenas desejou e sonhou. Anuncie coisas boas,
profetize, mova-se pela fé, esperança (sonhos) e amor, que é o próprio Deus (I
Jo. 4:8).

2 – Faça – Segundo, ela agiu: “Veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua
vestimenta (de Jesus).” (v.27).
Ela moveu-se, não olhou para debilidade física e emocional que ela vivia, não
ficou alimentando posição emocional de autocomiseração ou vítima da vida
porém, tomou uma atitude e isto gerou a quebra do imobilismo. Jesus disse:
“vinde A mim todos vós que estais cansados, sobrecarregados, enfermos
oprimidos que vos aliviarei.”
É necessário ir, tomar uma atitude.

3 – Receba – Terceiro ela recebeu: “E logo se lhe secou a fonte do seu sangue e
sentiu no seu corpo estar já curada.” (v.29).
Através de sua atitude determinada em que venceu todos os obstáculos que
estavam a sua frente como: debilidade física, desânimo gerado pelas
circunstâncias adversas que ela já enfrentava há doze anos, como também a
grande multidão que estava a sua frente e rodeava o Mestre. Apesar de tudo isto,
através de sua atitude de ir a Jesus, ela recebeu.

4 – Proclame – Ela confessou: “Então a mulher, que sabia que tinha acontecido,
temendo e temendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a
verdade.” (v.33).
É necessário contar aquilo que Jesus nos tem feito, não apenas como
testemunho para outras pessoas, para lhes acrescentar a fé, por que a fé vem
por ouvir acerca de Jesus (Rm 10:17), como também para reafirmar diante dos
principados e forças espirituais da maldade a nossa vitória conquistada através
de Cristo no Calvário.

Conclusão: Então, Jesus assegurou: “Filha, a tua fé te salvou: vai-te em paz e sê


curada deste teu mal.” (v.34).
Após a confissão, aquela mulher não só recebeu a cura como a salvação.
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