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Ética Bruxa

1º ano

Capítulo I

O que é Ética? E a moral?

Ética é a parte da
filosofia que estuda a Moral. É
o estudo dos juízos da conduta
do ser humanos, seja ele bruxo,
seja ele trouxa, pois, apesar de
termos uma sociedade e
normas morais próprias, somos
seres humanos da mesma
forma que os trouxas. Podemos
acrescentar nesse conceito da
Ética Bruxa, que temos em
nossa sociedade seres mágicos
dotados de raciocínio e que são sujeitos a normas morais também. O estudo da
Ética não deixa de ser uma maneira de formar opiniões e orientar o pensamento e
ações das pessoas.
Moral é um conjunto de regras de
conduta e comportamento que são
estabelecidas e aceitas pela sociedade. A
Ética estuda e analisa a Moral dos povos,
suas normas para o que é certo ou errado.
Ética é uma corrente filosófica e Moral, é o
objeto de estudo da Ética.
A Moral difere de cultura para
cultura. O que é considerável aceitável
para nossa sociedade, pode ser motivo de
prisão em outras. Alguma coisa é terrível
no nosso meio, mas para outros povos e
pessoas de épocas diferentes poderia ser
perfeitamente normal
Capítulo II
A Ética segundo Kant

Immanuel Kant (1724-1804) foi um dos


mais importantes e influentes filósofos da
modernidade. Seus estudos e ensinamentos nos
campos da Metafísica (filosofia que estuda a
essência dos seres), Epistemologia (filosofia da
ciência), Ética (filosofia da moral) e Estética
(filosofia da arte) tiveram grande impacto sobre a
maioria dos movimentos filosóficos posteriores.
A filosofia moral de Kant afirma que a base
para toda razão moral é a capacidade do homem
de agir racionalmente. Sua lei moral é baseada na
idéia de que os seres humanos são racionais e
independentes. O fundamento para esta lei é a
crença de que uma pessoa deve comportar-se de forma igual a que ela esperaria
que outra pessoa se comportasse na mesma situação, tornando assim seu próprio
comportamento uma lei universal. Segundo Kant, toda ação deve ser tomada com
um senso de responsabilidade ditado pela razão.
Ou, seja, o homem analisa as situações e utilizando de sua razão, define o
que é certo ou errado.
Por exemplo: Não se deve furar fila,
somente no caso de dificuldades de
locomoção alguém irá ser atendido
rapidamente. Por que? Por que se uma
pessoa que tem dificuldades de se manter
de pé fica muito tempo na fila ela pode se
sentir mau e sofrer de alguma forma, o que
causaria confusão no local da fila e
problemas para o cliente. Sendo assim,
baseado numa conclusão racional, é um
comportamento moral ceder a vez para
pessoas com problemas de locomoção.
Da mesma maneira, se todos, por um motivo banal, passarem a furar a fila,
iria gerar uma confusão geral de organização, deixando os que chegaram com
antecedência prejudicados. Logo, é imoral furar fila, e quem definiu isso foi o
homem que não quer confusão e gerou essa norma moral de organização.
Segundo Kant, quem define a Moral é a razão humana e sua capacidade de
analisar as situações e agir da forma que espera que todas as pessoas ajam. Cada
pessoa é responsável pelo bem-estar social. Para Kant, a Ética é a Razão Prática.
Capítulo III

Ética segundo Aristóteles

Grande filósofo grego, filho de


Nicômaco, médico de Amintas, rei da
Macedônia, nasceu em Estagira, colônia
grega da Trácia, no litoral setentrional do
mar Egeu, em 384 a.C. Aos dezoito anos,
em 367, foi para Atenas e ingressou na
academia platônica, onde ficou por vinte
anos, até à morte do Mestre. Nesse período
estudou também os filósofos pré-
platônicos, que lhe foram úteis na
construção do seu grande sistema
filosófico. Em 335, treze anos depois da
morte de Platão, Aristóteles fundava,
perto do templo de Apolo Lício, a sua
escola.
Daí o nome de Liceu dado à sua escola, também chamada peripatética
devido ao costume de dar lições passeando nos caminhos do ginásio de Apolo. Esta
escola seria a grande rival e a verdadeira herdeira da velha e gloriosa academia
platônica. Aristóteles, malvisto pelos atenienses, foi acusado de ateísmo. Para
evitar sua condenação, retirou-se voluntariamente para Eubéia, Aristóteles
faleceu, após enfermidade, no ano seguinte, no verão de 322. Tinha pouco mais de
60 anos de idade.
Em sua Ética, Aristóteles pergunta:
como o homem deve viver, do que precisa
para uma boa vida? Qual é o seu bem
supremo? A resposta é: a felicidade.
Aristóteles diz que todo ser tende
necessariamente à realização da sua natureza:
e nisto está o seu fim, o seu bem, a sua
felicidade, e, por conseqüência, a sua lei.
Nesse sentido, procuraremos nos deter
em alguns conceitos de sua doutrina. Tais
conceitos são basicamente os seguintes:
virtude, justo meio, discernimento, equidade e
amizade.
A Razão é a essência característica do
homem, pois ele é um ser racional e assim
realiza sua natureza. É assim que consegue a
felicidade e a virtude. A virtude é o contrário do vício. Justo meio é o chamado
meio-termo que, segundo Aristóteles, é a excelência moral.
A felicidade é o objetivo do homem, o que define as normas sociais, ou
Moral, é a razão humana. Sempre! A reflexão conduz a ações que logo depois viram
hábitos, ações estas que devem conduzir ao bem-estar pessoal e coletivo.

No Livro II da Ética a Nicômacos, há um trecho que expressa muito bem a


idéia da ética de Aristóteles:

“Estou falando da excelência moral, pois é esta que se relaciona com as


emoções e ações, e nestas há excesso, falta e meio termo. Por exemplo, pode-se
sentir medo, confiança, desejos, cólera, piedade, e, de um modo geral, prazer e
sofrimento, demais ou muito pouco, e, em ambos os casos, isto não é bom: mas
experimentar estes sentimentos no momento certo, em relação aos objetos certos e
às pessoas certas, e de maneira certa, é o meio termo e o melhor, e isto é
característico da excelência. Há também, da mesma forma, excesso, falta e meio
termo em relação às ações. Ora, a excelência moral se relaciona com as emoções e
as ações, nas quais o excesso é uma forma de erro, tanto quanto a falta, enquanto o
meio termo é louvado como um acerto.”
2º ano

Capítulo IV

Liberdade: início

A liberdade é uma qualidade


que define o homem como ser humano
racional. É o que nos distingue dos
animais, plantas e minerais: o poder de
decisão. Estes não agem de forma
diferente da inerente à sua Natureza
pois não sabem comportar-se de outro
modo, ao passo que nós, seres humanos,
podemos dizer sim e não, quero e não
quero, vou e não vou. Tal como disse Aristóteles, “A principal característica do
homem é o facto de este possuir uma alma racional”, querendo com isto dizer que o
homem é distinto de todo o ser pois pensa por ele próprio e pode decidir o que quer
ou não fazer.
Tomando a liberdade como o poder de decidir por nós mesmos, há que
distinguir os vários tipos de liberdade que podemos encontrar: livre arbítrio (acção
consciente e de livre vontade), consciência (ter consciência e reflectir de modo a
agir para atingir os fins estipulados), física e vital (capacidade locomotora, de
respiração …), interior (forma de pensar e de nos sentirmos livres de espírito),
política (direito a integrar-mos a sociedade e nela intervir activamente), moral
(modo como nós agimos), democrática (direito ao voto livre) e humana (noção de
que só o homem pode escolher).
No entanto, nem sempre temos presentes todos estes tipos de liberdade na
nossa vida. Condicionantes de vários tipos influenciam a nossa existência de tal
modo que somos muitas vezes levados a questionar “Será que sou livre?”. Ao me
debruçar sobre tal questão, não é difícil de concluir que hoje em dia a nossa
liberdade consegue na realidade ser um pouco limitada. Desde a política à
tradição, tudo tende a moldar e limitar a nossa capacidade de escolha, uma vez
que para vivermos em sociedade, temos que ter presente na nossa mente que a
nossa liberdade termina onde começa a do próximo. Mas será que com tudo isto
somos livres? A resposta é sim. Por muito deplorável ou catastrófica que possa ser a
situação, e tal como diz o autor do livro, “nunca temos um só caminho a seguir, mas
vários”. Recorrendo ainda a outro filósofo que disse: “Eu penso logo existo” posso
deduzir logicamente que enquanto eu existir estou a pensar. Se recordarmos ainda
que como ser racional que pensa posso tomar decisões, logo, se enquanto existir
estou a pensar, e enquanto pensar estou apto a tomar decisões (ainda que sejam
mentais), enquanto existir psso tomar decisões, ou seja, sou (livre nem que seja de
pensar).
Contudo, esta conclusão de que somos
sempre livres não é nada agradável, pois não dos
deixa muito espaço para desculpas. Apesar de não
podermos evitar aquilo que nos acontece, podemos
sim alterar a forma como reagimos ao que nos
aconteceu. Ainda à que ter em conta que sermos
livres não significa obter aquilo que queremos de
forma impreterível, pois a nossa capacidade de
acção nem sempre nos permitirá cumprir os nossos
fins. Temos sim que tentar viver o melhor possível com as oportunidades que nos
são dadas, encontrando-se aqui o ponto fulcral da responsabilidade de ser livre. A
vida tem sentido único, e não espera por ninguém. Nunca podemos repetir o mesmo
acto, e poucas vezes o podemos emendar, por isso temos que tentar errar o menos
possível, temos que aprender a viver usando a liberdade. A esta arte de viver
podemos chamar de ética.
Capítulo V

Liberdade: arte de viver e responsabilidade

Se aprender a viver, ou seja,


aprender a usufruir correctamente
da nossa liberdade, escolhendo o que
mais nos convém dentro de cada
situação, implica ter que
constantemente tomar decisões, à
que focar um outro conceito:
responsabilidade. Como já foi dito, a
vida não se repete, e não nos
podemos desculpar do que fazemos
pois reagimos como queremos ao que
nos acontece, de forma mais ou
menos forçada. Com isto, temos que
pensar que se agimos segundo a nossa vontade temos que ter a consciência das
consequências que as nossas acções podem ter, pois em qualquer situação, mais ou
menos dramática (não considerando os assassínios ou semelhantes, pois são
acontecimentos aos quais é impossível qualquer reacção) a ultima palavra é
sempre nossa. Como tal, se a última decisão é sempre nossa de uma maneira ou de
outra, as consequências serão sempre da nossa responsabilidade. Responsabilidade
é portanto termos consciência do que fizemos, ou seja, levarmos a nossa liberdade a
sério.
Poder de decisão, ética e responsabilidade. Estes conceitos estão presentes
na liberdade como já vimos, mas falta ainda um outro aspecto, o político. Como já
foi referido, para vivermos em sociedade, temos que nos respeitar mutuamente, ou
seja, limitando a nossa liberdade de modo a que não interfira com a do próximo. Se
isto é necessário para viver em sociedade e se considerarmos que precisamos de
viver em sociedade para sermos felizes (tal como dizia Aristóteles: “O homem é um
animal político e social e só vivendo em sociedade poderá atingir a perfeição”) pois
o amor, carinho, atenção, entre outros, apenas podemos receber de outros seres
humanos, logo, o sistema político a aplicar tem que respeitar e limitar apenas o
mínimo necessário a liberdade de cada um. Devemos portanto evitar ditaduras ou
regimes que nos limitem a liberdade de expressão, religião, mobilidade, ou
qualquer outra.
Hoje em dia, ao falarmos de liberdade,
nem sempre nos lembramos de que somos
livres todos os dias. Ocupados em rotinas e
costumes, nem nos apercebemos que cada
movimento, gesto, palavra ou pensamento,
apenas é possível porque somos livres de o
fazer. Devemos sempre ter a noção de que, a
liberdade provém da vida e não da morte, o
que significa que perante as piores
intempéries da vida, devemos lembrar-nos de que para sermos felizes temos que,
como já foi falado, utilizar a nossa liberdade da melhor maneira, aproveitando o
que há de melhor em cada situação.
Com tudo isto, podemos concluir que o facto de podermos decidir nos deixa
decidir também o rumo da nossa vida, e que apesar do que nos possa acontecer,
devemos sempre tentar não errar ao reagirmos pois a vida não volta atrás. Uma vez
compreendida a unilateralidade da vida, apenas resta aprender a viver com o que
fazemos de bem mas também com os nossos erros, tomando responsabilidade por
eles e evitando repeti-los, pois nem sempre seremos nós os únicos afectados das
nossas acções. Muitas vezes poderão ser os outros a sofrer as consequências dos
nossos actos, e se queremos viver em sociedade, devemos parar a nossa liberdade
onde começa a do nosso semelhante, de modo a sermos todos livres em sociedade e
ao mesmo tempo, todos responsáveis e respeitadores.
Capítulo VI

O Prazer

Comer uma maçã, dar um


passeio à beira mar ou ter uma
relação sexual são alguns dos actos
que nos podem transmitir prazer.
Ao falarmos em prazer, falamos em
coisas que nos fazem sentir bem,
confortáveis com a vida, em suma,
alegres. Podemos portanto pensar
no prazer como aquilo que
gostamos de fazer pois nos traz
felicidade e alegria.
Podemos contudo, sentir prazer de dois modos: fisicamente e mentalmente.
Quando falamos em prazer físico, ou carnal, falamos em coisas que sentimos com
um dos nossos cinco sentidos como comer uma maçã ou sentir uma brisa suave junto
ao mar, ao passo que o prazer mental ou psicológico depende apenas de nós
mesmos como quando ajudamos alguém e nos sentimos felizes por dentro, sem
necessariamente recebermos qualquer recompensa material ou que possa ser
percepcionada.
De entre todos os prazeres, quer corporais quer mentais, um dos que nos
transmite uma sensação de prazer mais intensa é o sexo. Quando falamos em sexo,
não podemos pensar apenas neste dentro do sentido da procriação. Como é claro, é
uma das suas principais funções, mas isto também acontece com os animais! Então o
que torna o sexo, um prazer humano? É muito simples: o afastamento do intento de
procriação. Como seres racionais, ao termos uma relação sexual, não apenas com o
intento de procriação, mas por carinho, amor ou simplesmente por pura vontade,
estamos a realizar algo porque queremos, estamos a utilizar a nossa liberdade. O
sexo, quando por estes motivos, pode ser englobado ao conjunto de acções racionais
características, em que o homem pensa no que vai fazer e porquê, e executa o que
planeou. Independentemente de ser um acto muito instintivo, nós, ser humano, ao
contrário dos animais podemos fazer o que quisermos como por exemplo evitar ter
sexo, como fazem os padres que optam pelo celibato.
No entanto, se o prazer é algo que nos torna a vida mais alegre, porquê o
tabu colocado sobre o sexo? Pois este é, como já foi dito, um dos prazeres mais
intensos que se pode experimentar e durante toda a história sempre se teve “medo
do prazer”, uma vez que este é uma
distracção (quando temos prazer, deixamos
de prestar atenção ao que se passa à nossa
volta, concentrando-nos apenas no que nos
está a transmitir prazer), que se pode tornar
grande demais. Para que tal não aconteça,
por e simplesmente é proibido ou
escondido do povo, porque antigamente a
distracção subentendia o abandono de
postos na defesa e funcionamento da
cidade. Logo, se o sexo provoca um prazer
intenso, e se o prazer leva à distracção
(ainda que momentânea), se não se
consumarem tantos actos sexuais, a distracção será menor, o que faria algum
sentido há alguns anos atrás visto que deixar a defesa da cidade vulnerável
poderia significar o seu fim. Hoje em dia, tal linha de raciocínio, tornou-se um
pouco obsoleta, pois além de muitas coisas serem feitas por máquinas, com o
avançar do tempo, o homem apercebeu-se de que tudo tem que ter um meio termo,
por isso à que deixar de lado os tabus e evoluir para os meios termos.
Enquanto esta ideia não for interiorizada por todos nós, continuarão a existir
extremos. Continuarão a existir os chamados puritanos, que se opõem a todo o
prazer e o condenam, principalmente o sexo (muitas vezes o puritanismo é de certa
maneira praticado através da proibição policial), os que por e simplesmente para
evitarem cair na tentação se tornam adeptos da abstinência ou então aqueles que
usam e abusam do prazer, deixando passar a sua vida ao lado para se satisfazerem
constantemente. Tal como dizia Aristóteles, para se viver bem não podemos
exagerar. Não podemos cair na abstinência nem no exagero e muito menos
condenar aquilo que nos torna felizes e nos dá prazer, pois todo o ser quer ser feliz,
de uma maneira ou de outra.
Para que tal posso acontecer,
pensemos num outro conceito: temperança.
Podemos definir temperança como a
virtude de que falava Aristóteles, ou seja, a
faculdade de encontrar o meio-termo das
coisas. Uma vez que a maior gratificação
que se pode obter de qualquer acto é a
alegria, à que saber por o prazer ao serviço
da alegria, e é aqui que se faz a ligação
entre a nossa felicidade, o prazer e a
temperança. O prazer torna-nos felizes, e se
for praticado de um modo racional
podemos ser felizes sem cair “no gosto do desgosto”. Temos que saber que a vida é
um equilíbrio desde início. Não podemos encontrar prazer sem dor nem morte sem
vida, como tal, também temos que saber ter prazer sem exagerar. Deste modo, à que
retirar o prazer das coisas diárias sempre que pudermos, para podermos suportar os
desgostos que se seguirão.
Seguindo os pensamentos de Sócrates: “só podemos ser felizes se
procurarmos nas coisas o seu lado bom”, o que significa, que para vivermos o nosso
dia ao máximo, temos que aproveitar cada momento e vivê-lo o melhor possível.
Ter prazer não significa apenas sexo e fazer o que nos apetece. Devemos em vez
disso pensar sempre no que fazemos de modo a atingir um fim supremo: o de sermos
felizes. Apenas assim poderemos retirar o que há de bom em cada situação, por
muito deplorável que esta possa parecer.
Apesar de hoje em dia, o conceito de prazer estar um pouco deturpado, quer
devido às novas tecnologias, quer devido à maior abertura face ao sexo, este
continua maioritariamente a ser praticado com o intento de atingir a felicidade, o
que significa que mais tarde ou mais cedo se vão deixar as posições extremas e
aderir à temperança.
Para concluir, há apenas a focar alguns pontos importantes. O prazer,
mental ou físico, é aquilo que nos faz sentir bem, que nos traz alegria. Devido à
história da humanidade, o tabu proveniente do medo do prazer sempre limitou e
fez sentir as pessoas que se satisfaziam culpadas. Devido a este sentimento de culpa,
passou a aderir-se a posições extremas: puritanismo, abstinência e exagero.
Contudo, desde que o homem começou a filosofar, começou a aperceber-se
lentamente de que teria que haver um meio-termo entre extremos e daí surgiu a
temperança, que tem vindo a permitir a ligação amistosa entre o prazer e a alegria,
que em conjunto nos permitem ser felizes.

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