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/.

A VERDADE

-/

/

Órgão

Spirife/

Anno II

Coyabi,

9 de Janeiro

da

1896

ir-eo

Â

VERDADE

esse

impelUdo

por dever, com a convicção mais forte e

inabalável, ponderar-voro aue, con- cebiem meu espirito com as frouxas luzes de que dispõe. Fio é meu intento guiar vos ou ensinar-vos o que deveis fazer para melhorarmos a« condicçôís da nos-

-

sentimento

oe

para entrarmos,

grandes lutas, cujo fim será a

ema

firmeza,

nsa

nom

Cuyabá, 9 de Janeiro

'

-,

Saudaçã.0

Mo entrar

de 1896

completa regenersçlo

e

de

todos os

poros.

Psrs isto

se

conseguir,

alem do

nosso esforço próprio, tade impulsiva,

os do-

gmasda religião spirita, devemos admittir algumas modificações na organisaçio da nossa sociedade.

todas

dignidadea

da nona voa-

abraçar

ir raios,

que

em

Como sabeis, meus

as associações

eleetivas—base

das

riam sem

to a

gum escolho.

tem suas

sem

o

principiSo--,

naufragarem

principal por onde to

navega-

bússola e sujeitas por t»n- ¦;

d'encontro a

ai-

A nossa sociedade spirita

a

«Chris-

boa direc»

to e Caridade »,

graças çSodo seu presidente, tem sabido

do novo anno

ài

itos, do alto destas colurn

nossas co rdiaes saudações Vossos irmãos em cren- \ todo ò orbe terrestre; e Vssitn a todos os nossos Is em Deus, desejando- Idas as felicidades pro- nas pelo sublime Mestre fc dé Nazareih, e que tan- lis como outros se avigc-

pa-

{cada | luta do bem.

(os

desejamos se

bemdito

dou-

jdivulgaçáo

^obrem no esforço

sa sociedade,

irmaOis, dotados como sois de escla- recida in telligencia, podeis lembrar

outros meios mais importantes e ef ficazes. Entretanto, observando at- teotamente as nossas sessões, desde a fundação desta sociedade até ao presente, tenho notado que temos vivido em um circulo vicioso, devi- do isto, talvez, acertos preconceitos que ainda dominSo em muitos dos

;

ndo

\6*

todos, meus

vez

mais

na fé,

nossos irmãos. j

Spiritas,

nao

Se, pois, reconhecemos que o spi- i manter-se, ató hoje, na melhor or-

ritismo é úma verdadeeae nos com-] penetramos d'essa divina epopéa,

devemos por isso mesmo ser forçados a acompanhai-a em tudas as suas

flhases, prestando-lhe

ca adhesao,

sim diier, embalados por esta arca

santa que, «obre oa mares procel-

lotos da vida, marcha em ramo cer»

to para

recebidos pelos mensageiros do nosso divino Mestre-

Irmãos spiritas I as vozes do ceo, como bem diz o Bispo do México,

se fazem ouvir por todos

da terra annunciando

aproximam, impulsionando a

quase humanidade para novos horisontes de perfeição o felicidade, q\xe se di- visam ao longe, como iria de bençío

mos

|dem possível, e é cem praser que ra- conheço que seos membros, unidos comp se acham, pelos laços de eon- fraternidade teem sidojperseverantes no cultivo d'essa seara bemdicta do Senhor; mas, nto obstante a harmo- nia que reina entre todos, penso que deve-se adoptar algumas modi-

melhor regularisem a

como

a mais fran-

deixando-nos ir por as

real,

onde sere-

llcações que

um mundo

marcha dos nossos .trabalhos,

sejam:

1* a confecção do estatutos, por

reger a sociedade.

onde ae

possa 3a um secretario habilitado, que possa cumprir, com os devores inhe- rentes ao cargo ;.3* um thesoureiro

actiTo e intelligeute, com a obriga*

de apresentar, semestralmente,

um balancete da receita e despeza,

demonstrando a sua origem e appli-

caçío; 4". uma commissão esmolar

serão

nomeados pelo presidente da socie-

fraquezas|«lade para os fias convenientes-, 5*j

os pontos

nos os tempos

çio

e de esperança. Cumpre portanto prepararmo nos

sgando

as

ncobrem as

roupagem

nossas

hypocritas

composta de 3 membiaw que

\

ufa

trina,

mo

derramando

caridade tão recommendada

a

da nossa

por

palavras co-

principalmente por actos,

a mãos

cheias

Espirito

homens

de Verdade, que

não

podem

vêr.

Vv»a,nde; que

do

a tQdcs

de

ampara com

misericórdia,

'^ajíos.nosso

a

)

[Redacçâo.

Je»

that

Senhoras

rso que desejo hora solemne em ""^a de oxisten-

pelo

^ os

Nnas

x

'.¦h

.

i

!

,.i

um orador, que tomará

lado ao presidente

vraeai

se somente

todaa

e

ao

da pala-

cingindo-

aos interessei!' da socie-

assento

ções; eliaa representam o

jos raios

j o s raios

toda

a parte

luminosos

com

o

seu

descente.

w,

¦

XIcus

Nós aqui

ao

no alto

phàrol

se

cu- rememorando a injustiça o a irigra-

com Jesus o

usará

refletem

brilho

por

incan-

tidSo dos homens para Messiasde Deos.

A scena

misteriosa

da

annunciada

a visão

pastoril

pelo

do

e sabedoria,

fora

visto

até

no

os

todo esse cortejo a

sua

de

vinda,

prodígio

não

A

luz,

derramara

Jesus

e

as sessões,

em

coucepção

dade e de spintismo

geral

das

;

6'

Gourêa Azevedo.

irmffos,

não

a

se vive

Golgota;

com

só

7

da Virgem

Anjo

nasci-

mento do menino Redemptor, a fu- gida da faoriliasagrada para o Egy-

pto a infância de Jesus crescendo

doze

annos em que

disputau do oom os Doutores da L?i;

a

precedeu

para convedeer aos incrédulos

materialistas? \

que torno dos discípulos era intensa

aos

chegará

que

Templo

em graça

Gabriel,

não devem ser admittidos vesitan-

tes nem mesmo os irmãos

ses.

soes de propaganda, na esohola dos*' médium?;?' finaloiente, torna-pe de

urgentíssima necessidade empregar-

mos todos os meios possíveis para que

o nosso órgão continue no seti per-

reunidos mostramos aos

nossos irmãos,

que mente do pão mãtériãl.mas

retratando

gura daquelle que soube gravar no

magestosa fi-

tiimbíin,

vivo

do

curso com o maior

'

gnantes.

Concluído

a

um dos

estas

mais

se

deixasse

de

numero

de assi*

coração de todos, a verdade que se

encara

tua

o

ponderações fal

taria

res nome da nossa

«Christo e

Caridade,» os relevantes que lhe tem prestado o nosso

ilius-

tre confrade e amigo na qualidade de seu presidente. Sempre incansave l.perseverante, ze- loso dedicado, aetivo, cheio de abe-

negaçõ .'S, sacrificando até s«us in-

ir-

acima de

toda a nossa espectativa, na sagra-

da missão que emprehendeu ; sim, meus senhores e minhas senhoras, o

nosso presidente, com toda a cora- gem e civismo tem obtido bsneficos

sociedade e

até abalado bastante a incredulidade

e

ca-

tbolicos

sa-

tisfictoriamente em prol desta nobr9

sagrados

deve.

sangue

derramado

do

alto

da

applaudir,

em

cruz, ¦¦:>

serviços

on

sociedade

Que

esse

Javen

Mestre

Gullileo

fora

o

verdadeiro

 

Messias,

annun-

c:ado

e esperado

na

terra

segundo

as propheeiasHebraicas reveladas no Antigo Testamento, nSo ha du • viciar.

nes-

sos olhos

o

zari?t. o fiilio primogênito do Maria Virgem e com ,todo seu resplendor, aparece o Verbo eloqüente e divino atirando as ondas de luz as cabeçis

curvadas da multidão que o coreão, ouvindo com assombro tanta elo-

vivia

nas trevas do erro e da ignorância,

pela

d'onde

graça

immaculado de

Deos.

miste-

cheia-

ao mundo o cordeiro

trouxera

A t".l!a

Aparece

quo se desenrolla abrange o infinito. nelia

aos

propheta

de Na-

quencia e maravilha,

poderiam

do exemplo

Oh

1

Os

a

qual

levantar-se

que

nos

da vida

episódios

suas

riosa de Jesus,

de amor e de perdão,

mados milagres,

seus martyrios, sua

suá reisurreição,

ascençSo as regiões

bastante para os

eulo que tudo

não

vêr

rial

palavras seus actos chás seü

julgamento,

na cruz,

sua

morto

e finalmente

do

céo,

não

é.

positivistas

do

se

pela

matéria,

do pão

mais

mate-

em

explica

se vive

alguma

que

e

que

cousa

nós

que

não morre,

A

verdade do sol escarlate

nasceo

o Jordão

dealisa

em seü

debaixo

dos

raios

onde

guardando

peccadò,emquanto o mente das

vei;as transmjti-nos a dôr o

da Palestina,

suas

agoas

do

Oli-

agonia

seio a macula

mais,

para que os apóstolos

do

an

a

que hoje immerccidainénte

rep

zentamos, não n-flicta

com

ca

sobre

acompanharão

que

respeito Gloria a Deos nas alturas e

rememorar com

tantas

circumstancias

ao

hnje

Verbo

Divit

ln

dtisejn

mais que

piz

devemos

homens de bsa vontade, -?'.¦¦

,; Cuyabá, 24 de Dezembro de 18'.

Luiz.

Estudo dus Torças

psycliâcas

Os pensamentos são

actos

,.

V

Desde que

entretendes vos4

so espirito cora

malevolentes a respeito

guma pessoa

bestes uma

esses

obsedam, fatigam^

não

affligem-vos e ente. Esse focto se mente porque tado a respeito attra

suas

sa

e

pensamento

al-

de

rece-

um ia-

pensamentos vos

de

quem

offensa ou

'

e

;

sulto,

os

y

f

podeis

provocou,

intenções h<

de

vos

vós

o

qüe

r

reti*ib"'

vos reop'

"

dai?

teresses o sua saude; este mSo tem sabido elevar-se

nosso

resultados

plantado

uísso

que

para a nossa

no coração de muilos

o

germen

de puro

christia-

se vae jdesenvolvendo

e

ee

sublime instituído.

Assim é que

propugnadores;

disposições contrárias,

sua marcha

e,

não

evolutiva

.povos,

uma

a

um

a nossa philosophia

perpectuá com os impulsos destes

obstante as

a

os

ella epgue

pof

entre

teunindo-os e predispondo-os

fusão geral,

a

doutrina. Quando o liomem, na plenitude de suas facnldaJes.reconhece as ver- dades divinas e se rebustece n'ellas, amplia e ennobrece seus grandes principios, resultando-lhe sempre o melhor êxito da sua missão na terra. As verdades dividas náo se discu- tem, respeitanwMk não dão logar a gophismas nem a falsas interpreta-

corpo de

Então,

mesmo

que

durante

algumas

dasseis

lucta

de

semanas>mbos

silêncios

forças

sobre

occultas,

guar

, essa

ellas

vús

uni

não

obstante,

produziria,

damno

[considerável.

Este

cõnflicto de vontades contra-

rias satura o ambiente que vos

cerca de influencias funestas e

voS causa um mal verdadei-

espirito

manifesta-se

pela

ap-

tidão

tos

de

odio

do

repillir

temor,

OS

de

pensamen-

de

tristeza,

ou

de

cólera

para

inte-

ressar-se

coisa;

outra

por

qualquer

frá-

emquanto

a

que

queza

raento,

moral

deixa

absorver-se

o

na

pensa-

nò

dôr,

medo

e

no

desanimo.

Quando

temeis

uma

dosgraç

de

muito

bem

nunca

que

po-

attingir-

as

sociedades

d>as

de

uma

luçâo,

surge

todas,

ameaçan-

completa

tamberá,

revo-

provi-

denjcialmente,

a

velha

lucta

da

ssiencia

com

a

religião,

que

tanto

perturbou

os

tempospas-

sados

da

humanidade

terrèna.

 

E'

por

emquantò

na

impren-

sa

e

na

tribuna

que

o

debate

se

empenha,

procurando

os

campeões

da

religião

demons-

ro.

 

Perdoar

a

seus

inimigos,

is

to

é,

não

provocar

n'elles

se-

 

benevolos,

não

pensamentos

 

de

si

é

uma

acçío

protectora

 
 

em

mesmo,

tal

como

.pôr-se

 

contra

um

ferimento

guarda

 
 

ami-

physico./Um

pensamento

ànniquilla

ama

vos,

vosso

corpo

está

e-nfra-

quecido,

lysada:

vossa

mas

vós

energia

podeis,

para-

por

vosso

único

desejo,

desenvol-

ver

em

capaz

vós

de

ufflicçÕes,

joso.

Este

mesmo

um

neutralizar

poder

vossas

tornondo-vos

cora-

poder

desenvolvido

gopersistente, cada

vontade

vez

mais

capaz

em

si,

torna

o

e

torna-a

bem

impotente.

do

Çhristo

nossos

uma

ini-

lei

que

lomem

digios,

temor.

Que

de

realisar

de

tenha

[poder

de

prova

não

se

possa

pro-

todo

ainda

A

de

recommendação

a

libertando-o

ninguém

esse

fazermos

migos

repousa

vontade

sobre

tem

natural. EUa nos

poder

a bôa

muito grande e preserva-nos

ensina

um

adquirido

no

isso

modo

não

que

sobera

nenhum

adqüi-

causar

dos

nos

males

que

poderia

q u e poderia

a

a animosidade

animosidade

de

outrem

Desejai

ser

misericordioso

ril-o.

novos

zem-se

Factos

cada

vez

e

maravilhosos

todos

os

dias

no

mais

produ-

mun-

trar

que

a

scieticia

nada

tem

produzido

de

bom,

havendo

apenas

concorrido

para

o

aba-

timento

gando

da

idéus

quinhando

sociedade,

deletérias,

e

negando

propa-

ames-

os

mais

sublimes preceitos da moral

divina e derramando no seio

das

massas

a

descrença,

fonte

ou,

pelo

deroso

menos,

de

todas

auxiliar

po-

as

perturba-

ções

sociaes.

Dizem

sciencias

os

bó3

contrários

devemos

que

os

ás

es-

tupendos

progressos

e

das

industrias,

que

concorrendo

mento

das

para

nossas

0

das

artes

tanto

vão

melhora-

condições

de

vida

no

planeta;

e

que

a

quando

sôa

que

pensais

em

uma

pes

vos

deu

algum

moti

de

des

Odio,

o

cólera,

vo

éam

Só

prezo.

estado do

as,forças capazes de trazer-vos

move

vosso

de

de

desejo

que

espirito

a

misericórdia

eapaz

O

de-

do.

Ha

um

certo

numero

de

annos,

ter-se-ia

co

aquelle

mado

ser

a

que

ouvida

que

voz

de

taxado

de

tivesse

lou-

affir-

humana

poce

a

New-York

philadelphia.

Agora

as

applicações

do

te-

religião

ensinam,

dogmática,

amontoado

incomprehensiveisá

como

a

de

idéas

mente

do

vulgo,

frueto

dos

homens

conformidado

da

interpretação

do

passado,

os

de

com

conlie-

cimentos'de

então,

não

pode

o

é

a

base

scientifica

da

pré

lephone

são

coisas

quotidia-

ser

o

pharol

da

humanidade,

esejai

ir te

com

do

persistência

nos

força

moral

invisíveis

que

vos

podereis dirigir vos-

D da maneira a mais

A,para

vós

w

á

o

ao

poder

espirito

para

os

e

da

pensa-

uma

for-

mites,

e

¦oarto

papserva-nos

dos

soffri

lue

nos"

cau-

Muna,

força

dos

de

poder do

nas.

o

pensamento telephone como um brinque-

homens

do

Mais

de

tarde

fará

o

contemplar

:

os

crèanças

que desse pensamento soube-

realisarão píodigios

rem

deu

de que a invenção não

usar

ainda

ao

mundo

scientifico

a

mais

ligeira

idéa.

[Le

Pogris

Spiríte.]

liuctn

providencial

No

meio

midaveis

das

que

agitações

for-

estão

abalando

quando

ella

condemna

buscando

pro-

conservar

o

gresso,

intacto

o

que

foi

produzido

pe-

Ias

que

poucas

luzes

já

foram.

dos

tempos

E'

a

mesma

lucta

empenha-

da

em

todos

partidistasde

da

admitem

os

cada

tempos

eschola

;

de

verdadeiro

os

na-

fo-

ra

d'eila.

Ninguém,

com

jus-

tiçaj

poderá

af&rtmr

manidado

níida

deve

que

á

cia

materialista,

pois.ó

a

hu-

scien-

d'ella

que

se

trata.

Dominado

por

insaciável desejo dó saber, o espiritohumano tem proçu- rado desvendar todos os se- gredos dá natureza physica conseguindo melhorar dO roui-

to as condições da nossa vida

material.

ir

palpável,

lista

versarios o mundo psychicò, de tanta realidade çòmo aquel- le que fiz objecto de suas in-

vestigações

de progressos não menos im-

p?rtantes,quedemuiío viriam

influir, facilitando,

e dirigindo-os, sobre aquelles

de que ella tanto se ufana. Por outro lado seria injusto neger-se os serviços relevan- tes prestados pelo catholicis- mo nos tempos medievos, nes- sa epocha em que o homem, com a intelligencia pouco cul-

aventurar-

da

metaphysica e dominado cegamente pelos gosos sensu- aes, devia ser contido pelo terror do desconhecido. d'on- deyeiu a necessidade das in-

terpretações, segundo a letra,

do Christo sobre

eternas,

penas do inferno, de sàtan, etc.Ella,

quererçdo què

do-

sob

ou, p que é mais naturalje jus- to, recebendo luz das ideas dos contrários, se harmoniza- rão fazendo-se mutuas conces- sõès.

E' tempo ;de a sciencia alar- garjseu campo de acção, a-

program-

mao estudo d° mundo invisi-

vel e de o catholicismo a ban-

donar o seú propósito de ape-

gar-se á lettra dos Evangel hos,

procurando penetrar-lh e

. Quando a sciencia se dedi- car ao estudo dos mundos vi-

si vel e irivisivel, 'e a religião

lega-

Christo,

ellas sé harmonizarão, pres-

tando-se um auxilio mutuo,

aquella acumulando eunquis-

progresso não

aquelles que se empenham na luta

do bem com verdadeiro

Que os irmãos ja mais se desviem

do caminho da verdade,

gamos

amor.

é

o

que ro-

bons espíritos.

.

Porto. Ale*

a Deui

e

aos

Í*J

Eftplrltlmna*

em

EecusahdQ,

sciencia

aos

porem,

limites do mundo

gre.Dó nosso irmão Carlos Pare- ta, residente era Porto-Alegre rece* bemos noticias a respeito de nossa doutrina alli, O que allegrou-nòs bastante, embora saber qua os ir* mãos tem sido muito

guerreados. Quanto maior for a luta 4 sustnn-

alem dos

a

brangendo em

seu

matéria-

seus

ad-

abandona

não

privando-sé assim

ampliando

o

espirito.

tar, maior e mais esplendida será a victoria, assim pois, fizumos votos

pela

precisa de paz,

de amor e de

prazer ao nosso irmão Pareta o nosso modesto

jornal,

prosperidade de nossa doutrina

nessa terra qúè tanto

Vamos

justiça.

remetter

com

pregar

dos

oo

os principios

pelo

mundo

conforme pedio-nos.

&_, Jornne» Splritas.—Continua-

mos a receber a visita dos nossos

ii-

"Verda-

"A Luz",

Spirita de Coritiba,

Spi-

''A Religião S**;*.

Spirita da ci do Sul. vesitou no,

de

deraçS<> Spirita

collegas "Reformador" orgâo

ta?,

pois

qúe

o

esta,

tem fim,

e

brilhando ca

dd

da vez mais como

OS

adianta

mentos d'aquella,

â

encami

nhará para

grandecimento da |nossa hu- manidade, seu adiantamento

moral, segundo os Jensinosdo Martyr ko Gol{,ota,

que as-

sim seja.

o

verdadeiro en-

Fuç unos votos para

DIVERSAS NOTICIAS

1%'ovo Urupo.—Conforme

cipaçíio que fizeram

sa-

bemos ter sido creado nesta cidade, mais um grupo Spirita com a deno-

ao

Centro,

do

Sâo

Brazil,

Paulo,

tivada, incapaz de

se por entre

os

e Luz"

da

nevoeiros

orgâo do centro "A

Fé .-Spirita" orgao

do centro

do centro

rita de Paranaguá;

rita",

órgão

dade do Rio Grande Pela

primeira

vez

órgão

Alegre

Spirita

'Daos

do

i

centro

e

de Portt

Caridade".

Christo

bem

pela

das palavras

E'uma excellente revista, dè de

redigida, e di todos

por

a existencia das

porem.se illude

sesois paginas,

gna de

dade.

ser

lida

Agradecidos

retribuir,

tistas

mos um

tações

que

parti- empenham-se na progtganda da ver-

os

a humanidade de hoje

bre,

sem o menor

dessas

eras,

y*

se

va

esperando a continua

vesita,

exame,

que ja

de

ser

o jogo

veram sua

outros

inente esclare^da

de hoje. Dissemos que essa lucta era

providencial. Sim, cremos

d'ella brotará a luz ; pois, Ou os contendores se afastarão sem nida resolver, enòefrah- do-se era suas antigas trinçhèi- ras e deixando para melhores tempos a solução da questão

ideas

razão

mas

ti- minaçãode Viryem Maria de I.aza

era

relli.

presidente

po o apóstolo S. Lucas.

tendo

apresentado

para espiritual do mesmo gra-

sido

Funccionarí á«

e tem

tnna

paganda.

«

dar

por fim

maior

quintas

feiras

á

pe-

Rua da Emancipação, lo nosso irmão José de

veis,

presidido

Azevedo Go

o estado da dou- expanção a pro-

Fazemos votos

para

sos irmãos

roadosdebumfíexito

giKm

vejam

fias

qne

aos

que

os

nos-

todos

seus esforços co

che

para que

desejam

Agradecido*.—Dos "Habitantes di

da Lua" primoroso cartão i

Os

chocam a

do

homem

que

pela entrada do

dignos

"Habitantes no

redac-,

suhlir

ó

cumpr

assim se expressaram para co:

«A

humanitária

Lua",

R*>''

ObrigadissinK

Tjp. >

"Verdade" cujo ideial

contraternisaçâo dos povos

dit

desejando-lhe os mais «•

dias no anno 1* de Janeiro que de

Habitantes

:

¦SwSsísSPl

jmjtd*$g>_

1

¦|||*-úa^

r.

v í1-"*::!

A

ERDADE :Ér ¦¦¦

Orgao

Spirita

fra'«fii-s«*i.rasawansx ,

_ts»i«f0ass»i¥S[Moa

Anno II

Coyabá,

23 de Janeiro

da

18ÜG

N:-

82

A

VERDADE

Cuyabâ,

O

23 de Juneiro

SOFFRIMENTO

de 1896

Sua

cau-a—Seu

1'AItA

fim—Nossa divioa

COM

DEUS.

o sofirimen-

to

vida,

mesmo onde não existem a conscien-

cia

E' porque Deus crentes. E' por pticos.

?

os

Porque encontramos

em

a

a

todos

os

liberdade

ser

essa

a

degraus

o

lei,

quer,

da

dizem

dizem os sce

São duas.

afirmativas

idênticas

'.

toda* lei êuaia da vontade de

vontado de Deus,

Daus é uma lai.

to-

Deiis

naò

tem

capriuhps

vontade.^ expressão

ta,

da razão

é eterna

como EUe.

sua

absoiu-

;

Esta

seja

resposta,

o ponto

porem,

da vista

qualquer

se

nem

que

considero, nao

aocoraçSo,

quo satisfaz a razão

sob

Vontade

para mossem dasconfian^a,

reito

mos

divina,

te adorar-

o

di-

temos

1

Lei

do parguutar-te

da

existência,

porque

soffre-

assiste-nos o

assiste-nos o

-ii

u

dever de investigarmos

!

'entemcM jjjm

-1

tua

causa e

demonstra o

estuuo de suaà evoluções orgânicas

no nosso

manifestação, cada ta. do espirito, Sua

sensibilidade, faculdade de

era

com

a

perceber

relações

A vida,