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Informações gerais

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SEÇÃO 100-00 Informações gerais

APLICAÇÃO DE VEÍCULO: Focus

ASSUNTO

PÁGINA

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO Sobre este manual

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Introdução

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Peças de substituição

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Ferramentas especiais

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Instruções de segurança importantes

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Indicações de Cuidado, Aviso e Nota neste Manual

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Como utilizar este manual

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Exemplos

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Precauções de saúde e segurança

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Introdução

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Ácidos e compostos alcalinos

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Airbag

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Refrigerante do ar condicionado

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Colas e massas de vedação

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Anticongelante

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Amianto

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Ácidos da bateria

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Revestimentos e pastilhas da embreagem e dos freios

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Fluidos dos freios (glicóis de políaquileno)

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Soldadura a forte

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Produtos químicos

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Clorofluorcarbonetos (CFC)

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Fluidos das embreagens

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Revestimentos da embreagem e dos freios

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Materiais de proteção anticorrosão

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Corte

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Desenceramento

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Poeiras

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Choques elétricos

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Fumaça de escapamento

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Isolamento com fibras

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Incêndio

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Primeiros socorros

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Fluoroelastômero

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Espumas de poliuretano

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Freon

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Informações gerais

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Combustíveis

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Garrafas de gás

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Gases

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Juntas (fluoroelastômero)

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Ferramentas e equipamento de oficina gerais

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Equipamento de ar comprimido, lubrificação e teste do óleo

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Halon

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Aspectos legais

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Lubrificantes e massas

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Ruído

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Materiais insonorizadores

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Juntas esféricas (fluorelastômero)

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Tintas

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Equipamento sob pressão

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Solda

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Solventes

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Insonorização

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Cargas suspensas

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Cintas das caixas automáticas

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Material de vedação da parte inferior da carroçaria

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Viton

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Soldadura

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Símbolos de aviso nos veículos

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Aguarras

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Práticas normais

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Veículo na oficina

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Combustível alternativo

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Combustível alternativo - O que não deve ser feito

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Rebocar o veículo

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Ligação de uma bateria auxiliar com cabos de ligação em ponte

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Limpeza dos componentes

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Calibração do equipamento de medição essencial

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Solventes, massas vedantes e colas

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Introdução

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Especificações gerais

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Prova de estrada/dinamômetro

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Verificações antes da prova

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Pôr o motor a funcionar

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Durante a prova de estrada ou dinamômetro verifique o seguinte:

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Teste dos freios

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Informações gerais

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DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO

Sobre este manual

Introdução Este Manual foi escrito num formato concebido para responder às necessidades dos técnicos da Ford em todo o mundo. O objetivo é utilizar formatos comuns e incluir conteúdos semelhantes em cada Manual a nível mundial. Este manual fornece instruções gerais para a execução de operações de assistência e reparação por processos testados e eficientes. Ao seguir as instruções está a garantir a confiabilidade.

Peças de substituição As peças Ford e Motorcraft são fabricadas segundo o mesmo padrão dos componentes instalados de origem. Como tal, recomendamos que utilize apenas peças Ford ou Motorcraft durante os trabalhos de assistência ou reparação.

Ferramentas especiais

A tabela de ferramentas especiais apresentada

no início de cada operação indica todas as ferramentas especiais, necessárias para efetuar uma reparação. Sempre que possível, são fornecidas ilustrações das ferramentas especiais necessárias, para facilitar a sua identificação.

As ferramentas especiais podem ser encomendadas à OTC Europa ou aos seus agentes/distribuidores. Loewener OTC GmbH Industriestrasse 67

D 40764 Langenfeld

Alemanha

Tel: +49 (0) 2173 928-0 Fax: +49 (0) 2173 928-199

Instruções de segurança importantes

É essencial recorrer aos métodos de assistência

adequados e aos processos de reparação corretos para garantir o funcionamento seguro de todos os veículos, bem como a segurança do técnico que executa o trabalho. Este Manual não pode antecipar todas as variações possíveis, nem proporcionar conselhos e advertências para cada caso diferente. Qualquer pessoa que se desvie das instruções dadas neste Manual, tem primeiro de se certificar que os métodos, as ferramentas ou

as peças que escolher, não comprometerão a sua segurança pessoal, nem a integridade do veículo.

Indicações de Cuidado, Aviso e Nota neste Manual

CUIDADO: os avisos visam indicar que se deve seguir corretamente um determinado procedimento, para evitar lesões pessoais. se deve seguir corretamente um determinado procedimento, para evitar lesões pessoais.

AVISO: as indicações de perigo visam indicar que se deve seguir corretamente determinado procedimento para evitar a ocorrência de danos no veículo ou no equipamento que se está a utlizar. NOTA: As notas visam fornecer informação adicional importante e necessária para efetuar uma reparação completa de As notas visam fornecer informação adicional importante e necessária para efetuar uma reparação completa de modo satisfatório. Ao longo deste manual irá encontrar indicações de CUIDADO, AVISO E NOTA. Estes são colocados no início de cada série de passos de uma operação aos quais dizem respeito. Caso digam respeito só a um passo, são apresentados imediatamente antes do mesmo (a seguir ao número do passo da operação).

Como utilizar este manual Este manual abrange as operações de assistência e reparação. Este Manual está dividido em grupos e em seções, estando as seções dedicadas a sistemas específicos reunidas no mesmo grupo relevante. Um Grupo cobre uma parte específica do veículo. O Manual está dividido em cinco grupos:

Informações gerais, Chassis, Grupo motor- propulsor, Equipamento elétrico e Carroçaria e Pintura. O número do Grupo é o primeiro número do número da seção. As páginas no início do manual apresentam uma lista das seções nele contidas. Cada seção tem um índice das subseções Dados técnicos, Descrição e operação e Verificação e ajustagem. Se for necessário remover ou desmontar componentes numa determinada sequência, esta é identificada numericamente num gráfico e o texto correspondente numerado em conformidade (ver “Amostras”). Todas as referências à esquerda ou direita do veículo dizem respeito à posição de quem está sentado no banco do motorista, a olhar em frente.

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Informações gerais

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Todas as referências à esquerda e direita do motor dizem respeito à posição de quem está junto ao volante do motor a olhar em direção à polia na dianteira da árvore de comando das válvulas. Sempre que necessário, são fornecidas instruções de utilização de equipamento de diagnóstico como WDS, FDS2000 ou leitor STAR da nova geração.

Inspeção e verificação As tabelas de inspeção visual, tabelas de detecção de falhas e tabelas com outro tipo de informação (como rotinas de diagnóstico) constituem um suplemento dos procedimentos de teste com especificações técnicas ou conduzem o utilizador a um determinado procedimento de teste.

Tabela de detecção de falhas

A tabela de detecção de falhas indica os

sintomas, as causas e as ações necessárias para retificar um problema.

Testes ponto-a-ponto No caso dos sistemas elétricos, os Testes ponto- a-ponto servem para identificar a origem de um problema de modo lógico, gradual. Os Testes ponto-a-ponto têm duas colunas: CONDIÇÕES DE TESTE e DETALHES DO TESTE/ RESULTADOS/AÇÕES.

A coluna CONDIÇÕES DE TESTE é usada

exclusivamente para gráficos e símbolos (com ou sem legendas) e a coluna DETALHES DO TESTE/RESULTADOS/AÇÕES orienta o técnico para outra fase do teste ou ações específicas de solução do problema.

Os números dentro de caixas indicam a sequência em que a acção descrita deverá ser efetuada.

Teste dos componentes

O teste dos componentes é utilizado quando um

componente é testado no decurso de testes ponto-a-ponto múltiplos, ou se um processo for demasiado complicado para poder ser incluído numa única página de teste ponto-a-ponto.

Esquemas

Estes esquemas mostram a medição ou o teste

a efetuar durante uma determinada etapa do

teste. É utilizado um símbolo para representar voltímetros e ohmímetros.

Se o esquema incluir a representação de várias medições, os cabos de teste são representados por uma linha sólida até onde se dividem, para indicar as medições múltiplas, em cujo ponto passam a ser utilizadas linhas tracejadas. Os instrumentos tipo caixa de diagnóstico são representados por um pino de teste de dois círculos. Foram atribuídos números aos pinos de teste.

Exemplos Ferramentas especiais e especificações de aperto Sempre que é necessário utilizar uma ferramenta especial, esta aparece representada em utilização, acompanhada do respectivo número. As especificações de aperto são indicados na parte da operação em que são necessários.

TIA2301151

TIA2301151

Precauções de saúde e segurança

Introdução Muitos dos processos associados com a manutenção e reparação de veículos envolvem perigos físicos ou outros riscos para a saúde. Esta subseção enumera algumas dessas operações perigosas e os materiais e equipamento relacionados com as mesmas. Também são identificadas as precauções necessárias para evitar correr os riscos inerentes a este trabalho. Esta lista não é exaustiva. Há que ter presente que todas as operações e processos de reparação, bem como o manuseamento de materiais, devem ser sempre levados a cabo tendo em conta a segurança e a saúde. Antes de utilizar qualquer produto, consulte sempre as instruções relativas à segurança fornecidas pelo fabricante ou pelo distribuidor do produto.

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Informações gerais

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Ácidos e compostos alcalinos Consulte também “Ácidos da bateria”. Ex.:soda cáustica e ácido sulfúrico. Usados em baterias e em produtos de limpeza. Irritantes e corrosivos para a pele, olhos, nariz e garganta. Provocam queimaduras. Podem corroer as roupas de proteção normais. Evite salpicar a pele, os olhos ou a roupa. Use avental, luvas e óculos de proteção impermeáveis adequados. Não inale os vapores libertados. Assegure-se de que tem acesso rápido a água em garrafas, duche e sabão, para o caso de ser acidentalmente salpicado. Exponha o sinal de “Perigo para os olhos”.

Airbag Consulte também “Incêndio, Produtos químicos - Geral”.

Altamente inflamável, explosivo – Proibido fumar. Utilizado como parte do sistema de segurança; instalado no volante. O gerador de gás usado nos airbags é azida de sódio. Este material encontra-se hermeticamente fechado no módulo e é completamente consumido durante a insuflação. Nunca se deve tentar abrir o insuflador de um airbag, dado o risco de exposição a azida de sódio. Para trabalhar com derrames de um gerador de gás rebentado use sempre vestuário de proteção total. Use sempre luvas e óculos de proteção para manusear os componentes de um airbag insuflado. Os airbags insuflados devem ser descartados dentro de um saco de plástico e depositados em local apropriado, de acordo com a legislação local. Depois de contato direto com o gerador de gás:

• Lave meticulosamente todas as áreas afetadas com água abundante.

• Se for necessário, procure assistência médica. Airbag - O que fazer.

• Armazene sempre os módulos na vertical.

• Mantenha sempre os módulos secos.

• Pegue sempre nos módulos com a tampa afastada do corpo.

• Pouse sempre os módulos com a tampa para cima.

• Inspecione cuidadosamente os módulos quanto a danos.

• Antes de ligar um módulo, afaste-se para o lado.

• Assegure-se sempre de que todo o equipamento de teste está corretamente calibrado e que a sua manutenção é feita regularmente.

• Lave sempre as mãos depois de manusear módulos de airbags insuflados.

Airbags - O que não fazer

• Nunca armazene materiais altamente inflamáveis junto dos módulos ou dos geradores de gás.

• Nunca armazene geradores de gás em locais a temperaturas superiores a 80 0 C.

• Nunca pouse os módulos em posição invertida.

• Nunca tente abrir a carcaça de um gerador de gás.

• Nunca exponha os geradores de gás a chamas nuas a fontes de calor.

• Nunca pouse objetos sobre a tampa do módulo.

• Nunca utilize módulos danificados.

• Nunca toque num módulo ou num gerador de gás que tenham estado em ação antes de decorridos pelo 10 minutos.

• Nunca use sondas elétricas nos circuitos da chicote dos airbags.

Refrigerante do ar condicionado Consulte também “Clorofluorcarbonetos” e “Produtos químicos”. Colas e massas de vedação à base de água Aquelas à base de emulsões polímeras e de látex de borracha poderão conter pequenas quantidades de produtos químicos voláteis tóxicos e, por conseguinte, prejudiciais à saúde. Evite sempre o contato com a pele e olhos e mantenha condições de ventilação adequadas durante a aplicação. Altamente inflamável; combustível – Proibido fumar. O contato deste produto com a pele pode causar ulcerações. Respeite as instruções do fabricante. Evite a aproximação de chamas nuas e use luvas e óculos de proteção apropriados.

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Informações gerais

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Se o refrigerante entrar em contato com a pele ou com os olhos, lave imediatamente as áreas afetadas com água. Não esfregue os olhos e lave-os com uma solução oftálmica indicada. SE FOR NECESSÁRIO, PROCURE ASSISTÊNCIA MÉDICA. Refrigerante do ar condicionado - O que não fazer

• Nunca exponha as garrafas de refrigerante ao sol ou a fontes de calor.

• Nunca encha o sistema com a garrafa de refrigerante em pé; segure-a com a válvula virada para baixo.

• Nunca exponha as garrafas de refrigerante ao gelo.

• Nunca deixe cair as garrafas de refrigerante.

• Nunca - sob circunstância alguma - liberte o refrigerante para a atmosfera.

• Nunca misture refrigerantes de tipos diferentes, ou seja, o R12 (Freon) e o R134a.

Colas e massas de vedação Consulte também “Incêndio” e “Produtos químicos” Altamente inflamáveis, inflamáveis, combustíveis -Proibido fumar. Por regra devem armazenar-se em áreas onde seja proibido fumar. Trabalhe com elevados níveis de limpeza e arrumação. Por exemplo, cubra as bancadas de trabalho com papel, use aplicadores de cola sempre que possível e rotule devidamente os recipientes principais e os mais pequenos.

Colas e massas de vedação à base de solventes -consulte “Solventes” Siga as instruções do fabricante.

Colas de liquefação a quente No estado sólido, estas colas são seguras. Derretidas, podem causar queimaduras e os Fumaça tóxicos que libertam podem ser nocivos para a saúde. Use vestuário de proteção adequado. Use aquecedores controlados termostaticamente com um disjuntor térmico e um exaustor de fumaça.

Colas e massas de vedação à base de resina; por exemplo, epóxido e formaldeído à base de resina A mistura deve ser feita em áreas bem ventiladas, dado que pode resultar na libertação

de produtos químicos voláteis tóxicos.

O contato com a pele de resinas não curadas e

de endurecedores pode resultar em irritação, em

dermatite e na absorção de produtos químicos tóxicos ou de outra forma nocivos através da pele. Salpicos podem causar lesões nos olhos. Certifique-se de que a ventilação é adequada e evite o contato com a pele e os olhos.

Anaeróbico, cianoacrilato (supercolas) e outras colas acrílícas Muitas causam irritações, sensibilização ou danos na pele e/ou nas vias respiratórias. Algumas podem causar irritação nos olhos. Evite o contato com a pele e olhos e siga as instruções do fabricante. NUNCA permita que as colas de cianoacrilato (supercolas) entrem em contato com a pele ou com os olhos. Se a pele ou olhos ficarem colados, cubra a área afetada com um pano úmido e procure imediatamente assistência médica. Nunca tente descolar a pele. Use em áreas bem ventiladas, dado que os vapores que libertam podem causar a irritação do nariz e dos olhos. Sobre os sistemas “Two-pack” (duas embalagens), consulte “Colas e massas de vedação à base de resina e isocianato”.

Colas e massas de vedação de isocianato (poliuretano) Consulte também “Colas à base de resina”. As pessoas que sofrem de asma ou de alergias respiratórias não devem trabalhar com estes produtos ou perto deles, dado que podem causar reações alérgicas.

Uma exposição excessiva pode ser irritante para os olhos e para o sistema respiratório. Em concentrações excessivas podem afetar o sistema nervoso e inclusivamente provocar sonolência. Em casos extremos, podem causar desmaios. A exposição regular a contrações de vapor pode resultar em problemas de saúde graves.

O contato prolongado com a pele pode

desprovê-la da sua gordura de proteção natural, resultando em irritações e, em alguns casos, dermatite.

Os salpicos nos olhos podem causar desconforto e problemas mais graves. Quaisquer operações de pulverização deverão, de preferência, ser levadas a cabo em câmaras

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Informações gerais

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ventiladas e com exaustores de aspiração dos vapores e gotículas pulverizadas da área de respiração. Use máscaras, óculos e luvas de proteção adequados.

Anticongelante Consulte também “Incêndio” e “Solventes”. Ex.:isopropanol, glicol de etileno, metanol.

Altamente inflamável, inflamável, combustível. Usado em sistemas de arrefecimento do veículo, sistemas de pressão de ar dos freios e nas misturas para o lavador do pára-brisa.

O anticongelante (glicol) pode libertar vapores

quando aquecido. Evite inalar estes vapores.

O anticongelante pode ser absorvido através da

pele em quantidades tóxicas ou prejudiciais à saúde. A ingestão de anticongelante pode ser fatal: procure imediatamente assistência médica.

Estes produtos nunca devem ser usados num sistema de arrefecimento ou de água industrial com ligação a água canalizada, para beber ou para preparar alimentos.

Amianto

Consulte também “Símbolos de aviso de perigo no veículo”, no final desta subseção.

A inalação de pó de amianto pode causar lesões

nos pulmões ou, em alguns casos, cancro.

O amianto é utilizado nos revestimentos dos

freios e da embreagem, nas cintas das caixas automáticas e em juntas. Os componentes Ford de fábrica e de substituição para este modelo não contêm amianto.

É conveniente usar unidades de limpeza por

aspiração ou lavar os componentes com um

pano humedecido.

O pó de amianto deve ser humedecido, colocado

num recipiente selado e devidamente etiquetado para ser descartado com segurança. Se for necessário cortar ou perfurar componentes que contêm amianto, estes devem ser primeiro humedecidos e deve usar-se apenas ferramentas manuais ou elétricas a baixa velocidade.

Ácidos da bateria Consulte também “Ácidos e compostos alcalinos” Os gases libertados durante o carregamento de baterias são explosivos. Nunca utilize chamas nuas nem permita a produção de

faíscas perto das baterias que estão a ser carregadas ou que foram recentemente carregadas. Certifique-se de que as condições de ventilação são adequadas.

Revestimentos e pastilhas da embreagem e dos freios Consulte “Amianto”.

Fluidos dos freios (glicóis de poliaquileno) Consulte também “Incêndio”. Os salpicos podem causar irritação ligeira na pele e nos olhos. Evite o contato com a pele e os olhos, tanto quanto possível. Não existe o perigo de inalação de vapores à temperatura ambiente dada a pressão muito baixa dos vapores.

Soldadura a forte Consulte “Soldadura”.

Produtos químicos Consulte também “Aspectos legais”. Os produtos químicos tais como solventes, massas de vedação, colas, tintas, espumas de resina, ácidos da bateria, anticongelante, óleos de freios, combustíveis, óleos e massas lubrificantes, devem ser sempre usados e armazenados com o devido cuidado. Podem ser tóxicos, nocivos para a saúde, corrosivos, irritantes ou altamente inflamáveis e podem dar origem a poeiras e fumaça perigosos. Os efeitos de uma exposição excessiva a estes produtos químicos podem ser imediatos ou só se revelarem com o passar do tempo; podem ser passageiros ou permanentes; podem ser cumulativos, superficiais representar perigo de morte ou reduzir a esperança de vida.

Produtos químicos - O que fazer

Leia sempre cuidadosamente e respeite as instruções contidas nas embalagens (rótulos) e em quaisquer folhetos, cartazes ou outras instruções a acompanhar. Os fabricantes podem fornecer informações relativas às precauções de saúde e segurança a tomar relativamente ao material.

• Remova sempre todos os produtos químicos da pele e da roupa logo que possível. Mude sempre de roupa se esta estiver muito suja e lave-as.

• Adote sempre métodos de trabalho e use vestuário de proteção por forma a evitar

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Informações gerais

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salpicos nos olhos e pele, inalar vapores, aerosóis, poeiras e Fumaça, rotular incorretamente os recipientes e perigo de incêndio e explosão.

• Se estiver a trabalhar com produtos químicos, lave-se sempre antes de fazer um intervalo, de comer, de fumar, de beber ou de ir ao quarto-de-banho.

• Mantenha sempre as áreas de trabalho limpas, asseadas e isentas de derrames ou salpicos.

• Armazene sempre os produtos químicos de acordo com a legislação nacional e local.

• Mantenha sempre os produtos químicos fora do alcance das crianças.

Produtos químicos – O que não fazer

• Nunca misture produtos químicos, excepto se recomendado pelo fabricante; alguns destes produtos, quando misturados, podem dar origem a outros produtos químicos perigosos, libertar emanações tóxicas e tornarem-se explosivos.

• Nunca pulverize produtos químicos, especialmente aqueles à base de solventes, em espaços confinados como, por exemplo, dentro de um veículo com alguém dentro.

• Nunca aplique calor nem chamas em materiais químicos excepto se tratar de instruções do fabricante. Alguns destes produtos são altamente inflamáveis e podem libertar fumaça tóxicos ou perigosos.

• Nunca deixe os recipientes abertos. Os Fumaça libertados podem criar concentrações tóxicas, perigosas ou explosivas. Alguns Fumaça são mais pesados do que o ar e acumulam-se em áreas confinadas, fossas, etc.

• Nunca transfira produtos químicos para recipientes sem rótulo.

• Nunca limpe as mãos ou a roupa com produtos químicos. Estes, especialmente os solventes e os combustíveis, secam a pele e podem causar irritação e, mais tarde, dermatite. Alguns poderão ser absorvidos através da pele em quantidades tóxicas ou prejudiciais para a saúde.

• Nunca utilize recipientes vazios para guardar outros materiais, excepto após terem sido devidamente lavados e limpos.

• Nunca cheire produtos químicos. A inalação de elevadas concentrações de fumaça e

vapores, mesmo que seja apenas por breves instantes, pode ser tóxica ou prejudicial para a saúde.

Clorofluorcarbonetos (CFC)

A comunidade científica é de opinião de que os

CFC e os halons estão a danificar a camada superior do ozono, a qual filtra os raios ultravioleta do sol, nocivos para a saúde. Uma redução da filtragem dos raios ultravioleta pode resultar num aumento do cancro da pele, em cataratas e na redução do sistema imunológico humano, bem como numa diminuição da produção agrícola e dos sistemas aquáticos.

Os CFC são utilizados principalmente como refrigerantes nos sistemas de ar condicionado dos veículos e nas latas de aerossol. Os halons são usados como extintores de incêndio.

A Ford apoia a eliminação mundial dos CFC e

recomenda que as suas filiais deixem progressivamente de utilizar CFC logo que se encontrem à venda no mercado substitutos aceitáveis.

Fluidos das embreagens Consulte “Fluidos dos freios”.

Revestimentos da embreagem e dos freios Consulte “Amianto”.

Materiais de proteção anticorrosão Consulte também “Solventes” e “Incêndio”.

Altamente inflamável, inflamável – Proibido fumar. Estes materiais são diversificados – siga as instruções do respectivo fabricante. Podem conter solventes, resinas, derivados de petróleo, etc. Deve evitar-se qualquer contato com a pele

e os olhos. Só devem ser pulverizados com

condições de ventilação adequada e não em espaços fechados.

Corte Consulte “Soldadura” Certifique-se de que os cabos do equipamento elétrico portátil não ficam entalados, tal como poderia acontecer, por exemplo, num elevador de roda livre. Assegure-se de que todos os electricistas da oficina receberam um curso de primeiros socorros. Em caso de eletrocução:

• Desligue a corrente antes de se aproximar da vítima.

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Informações gerais

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• Caso não seja possível fazê-lo, empurre ou puxe a vítima para longe da fonte elétrica usando material de proteção não motorista e seco.

• Se possuir formação adequada, tente reanimar a vítima.

• PROCURE ASSISTENCIA MÉDICA.

Desenceramento Consulte “Solventes” e “Combustíveis (petróleo)” Óleos de motor Consulte “Lubrificantes e massas

Poeiras As nuvens de pó e as poeiras podem ser irritantes, perigosas ou tóxicas. Evite inalar poeiras de produtos químicos ou resultantes de operações de lixagem a seco. Se a ventilação for inadequada, use máscaras adequadas para proteção das vias respiratórias. Poeiras finas de material inflamável podem representar risco de explosão. Evite as imediações de explosivos e/ou fontes de inflamação.

Choques elétricos Um choque elétrico pode resultar da utilização de equipamento elétrico defeituoso ou do uso incorreto de equipamento em boas condições. Certifique-se de que o equipamento elétrico é mantido em boas condições e de que é testado frequentemente. Todo o equipamento em mau estado deve ser devidamente identificado e, de preferência, tirado da oficina. Assegure-se de que os fios, chicotes, conectores e tomadas elétricas não estão dobrados, cortados, esfiapados, estalados ou de qualquer outro modo danificados. Assegure-se de que o equipamento elétrico e os fios e chicotes nunca entram em contato com água. Assegure-se de que o equipamento elétrico é protegido com um fusível da amperagem correta. Nunca utilize equipamento elétrico de modo incorreto e nunca use equipamento com qualquer tipo de anomalia. Os resultados poderiam ser fatais.

Fumaça de escapamento As fumaças de escapamento contêm produtos químicos e partículas asfixiantes e tóxicas, tais

como óxidos de carbono, óxidos de azoto, aldeídos, chumbo e hidrocarbonetos aromáticos. Os motores só devem ser postos a trabalhar em áreas devidamente ventiladas ou com exaustores de gases de escapamento, e nunca em espaços fechados.

Motor a gasolina Poderá não se sentir qualquer cheiro ou irritação antes de se sofrer os efeitos tóxicos e nocivos do fumo de escapamento. Estes efeitos podem ser imediatos ou só se sentirem passado algum tempo.

Motor a gasóleo Fuligem, desconforto e irritação são geralmente avisos de concentrações perigosas de fumaça do escapamento.

Isolamento com fibras Consulte também “Poeiras”. Utilizadas em insonorização. A natureza fibrosa das superfícies e das arestas cortadas pode causar irritação da pele. Este é geralmente um efeito físico e não químico. Devem ser tomadas precauções para evitar o contato excessivo com a pele, organizando cuidadosamente o trabalho e usando luvas de proteção.

Incêndio Consulte também “Soldadura”, “Espumas” e, “Aspectos legais”. Muitos dos materiais utilizados nos veículos ou associados com as reparações dos veículos são altamente inflamáveis. Alguns libertam fumaça ou vapores tóxicos quando são queimados. Respeite rigorosamente todas as normas de prevenção de incêndios ao armazenar e ao manusear materiais inflamáveis ou solventes, especialmente perto de equipamento elétrico ou em áreas onde são feitas soldaduras. Antes de utilizar equipamento elétrico ou de soldadura, assegure-se de que não há perigo de incêndio. Quando usar equipamento de soldadura ou de aquecimento, mantenha sempre à mão um extintor de incêndios.

Primeiros socorros Para além de ser uma imposição legal, em qualquer oficina deve haver sempre alguém com um curso de primeiros socorros.

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Informações gerais

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Caso entrem salpicos para os olhos estes devem ser cuidadosamente lavados com água limpa durante pelo menos dez minutos. A pele suja deverá ser lavada com água e sabão. Qualquer pessoa afetada pela inalação de gases, fumaça, etc., deve ser imediatamente levada para o ar livre. Se os efeitos persistirem consulte um médico. Se alguém ingerir líquidos inadvertidamente, consulte um médico e comunique-lhe toda a informação impressa na embalagem ou no rótulo respectivo. Não provoque o vómito, a não ser que esteja expressamente indicado na embalagem.

Fluoroelastômero Consulte “Viton”

Espumas de poliuretano Consulte também “Incêndio” Utilizadas em insonorização. São usadas espumas curadas nas almofadas dos bancos e nos forros. Siga as instruções do fabricante. Os componentes não curados são irritantes e podem ser nocivos para a pele e para os olhos. Use luvas e óculos de proteção. Os indivíduos com doenças respiratórias crónicas, com asma, bronquite ou doenças alérgicas, não devem trabalhar com ou perto destes materiais. Os componentes, os vapores e as neblinas de pulverização podem causar irritação directa, reações várias e podem ser tóxicos ou nocivos. Não inale os vapores e as neblinas de pulverização. Estes materiais devem ser aplicados em condições de ventilação adequadas e usando máscaras de proteção das vias respiratórias. Não tire a máscara imediatamente a seguir a pulverizar o material:

espere que o vapor/neblina assentem. Queimar componentes não curados e espumas curadas pode produzir fumaça tóxicos nocivos. Nunca permita a aproximação de chamas nuas ou a utilização de equipamento elétrico, nem deixe fumar nas áreas onde estas espumas estão a ser aplicadas e enquanto os vapores/ neblinas não assentarem. O corte a quente de espumas curadas ou parcialmente curadas deve ser feito com equipamento de exaustão. Consulte também o Manual de reparações da carroçaria.

Freon Consulte “Refrigerante do ar condicionado”.

Combustíveis Consulte também “Incêndio”, “Aspectos legais”, “Produtos químicos” e “Solventes”. Evite, sempre que possível, o contato da pele com combustíveis. Se isto ocorrer, lave a área afetada com água e sabão.

Gasolina Altamente inflamável - Proibido fumar

A sua ingestão poderá causar irritação da boca e

da garganta e a sua absorção pelo estômago poderá resultar em sonolência e perda dos sentidos. A ingestão de pequenas quantidades pode ser fatal para crianças. A aspiração deste líquido para os pulmões (ao vomitar, por exemplo), constitui um perigo extremamente grave.

A

gasolina seca a pele, podendo causar irritação

e

dermatite quando em contato prolongado ou

repetido. Se entrar para os olhos, este líquido provoca dores agudas.

A gasolina para motores pode conter

quantidades consideráveis de benzeno, que é tóxico quando inalado, devendo a concentração de vapores de gasolina ser mantida a um nível bastante reduzido. Elevadas concentrações de vapores de gasolina provocam irritação nos olhos, no nariz e na garganta, bem como náusea, dores de cabeça, depressão e sintomas de embriaguez. Concentrações extremamente elevadas destes vapores provocam perda de sentidos instantânea.

Ao manusear e utilizar gasolina, certifique-se de que as condições de ventilação são adequadas.

É

preciso tomar cuidados especiais para evitar

as consequências graves da inalação no caso de formação de vapores na sequência de derrames em espaços fechados.

As operações de limpeza e manutenção de depósitos de gasolina têm de ser realizadas tomando-se precauções especiais. Não deve utilizar-se gasolina como produto de limpeza. Ao drenar o combustível, não inicie a sua aspiração pelo tubo com a boca. Consulte “Primeiros socorros”.

Gasóleo (Diesel)

Combustível

O contato prolongado ou em grandes

quantidades da pele com gasóleo de elevado ponto de ebulição pode causar graves problemas dermatológicos, incluindo cancro de pele.

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Informações gerais

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Petróleo (parafina) Também é usado como combustível de aquecimento, solvente e produto de limpeza. Inflamável - Proibido fumar. Ingerir este produto pode resultar em irritação da boca e da garganta. O maior risco proveniente da ingestão deste produto é a sua aspiração para os pulmões. Este produto seca a pele, podendo causar irritação e dermatite. Salpicos para os olhos podem ser ligeiramente irritantes. Em circunstâncias normais, a sua baixa volatilidade não permite a formação de concentrações perigosas de vapores. Evite, contudo, ficar exposto a neblinas e vapores de querosene a elevadas temperaturas (podem formar-se neblinas durante as operações de desenceramento). Evite o contato com a pele e com os olhos e certifique-se de que as condições de ventilação são adequadas.

Garrafas de gás Consulte também “Incêndio”.

Gases tais como o oxigénio, o acetileno, o argão

e o propano são normalmente guardados em

garrafas metálicas a pressões até 13.790 kPa, (2000 lb/in 2 ); é preciso ter muito cuidado ao manusear estas garrafas, para evitar causar danos nas mesmas ou nas respectivas válvulas. O conteúdo de cada garrafa deve ser devidamente identificado com rótulos adequados. Estas garrafas de gás devem ser guardadas em áreas fechadas mas bem ventiladas e protegidas do gelo, da neve e da exposição directa à luz do sol. Os gases combustíveis (por exemplo acetileno e propano) não devem ser armazenados perto de garrafas de oxigênio. Tenha cuidado para evitar possíveis fugas das garrafas de gás ou dos respectivos tubos. Evite a aproximação de fontes de ignição. As garrafas de gás só devem ser manuseadas por pessoal com formação específica.

Gases Consulte “Garrafas de gás”.

Juntas (fluoroelastômero) Consulte “Viton”.

Ferramentas e equipamento de oficina gerais

É muito importante manter todo o equipamento e

ferramentas em bom estado e, quando necessário, utilizar o equipamento de segurança correto.

Nunca use ferramentas ou equipamento para outros fins que não aqueles para que foram concebidos. Nunca sobrecarregue equipamento como, por exemplo, guindastes, macacos, preguiças ou correntes de elevação. Os danos causados por sobrecarga nem sempre são imediatamente aparentes e podem resultar numa falha fatal quando o equipamento voltar a ser usado. Nunca use ferramentas nem equipamento danificados ou com anomalias, sobretudo se tratar de equipamento que funciona a velocidades elevadas como, por exemplo, rodas esmeriladoras. Uma roda esmeriladora danificada pode desintegrar-se inesperadamente e causar ferimentos graves. Durante as operações de esmerilagem, corte e decapagem com areia, use óculos de proteção adequados. Quando usar equipamento decapante, trabalhar com materiais que contêm pó de amianto ou utilizar equipamento de decapagem com areia, use sempre uma máscara de proteção das vias respiratórias. Certifique-se de que a ventilação é adequada para eliminar as poeiras, as neblinas e os fumaça.

Equipamento de ar comprimido, lubrificação e teste do óleo Consulte também “Lubrificantes e massas vedantes” Mantenha o equipamento de alta pressão sempre em bom estado, prestando especial atenção às articulações e conexões. Nunca dirija um bico de alta pressão (por exemplo um injetor de gasóleo) para a pele, pois o fluido pode penetrar nesta até às camadas inferiores e causar ferimentos graves.

Halon Consulte “Clorofluorcarbonetos”.

Aspectos legais

Várias leis e regulamentações impõem exigências relacionadas com a saúde e segurança no uso e descartagem de materiais e equipamento das oficinas. São indicadas algumas leis que encontram aplicação no Reino Unido. Em outros países existem leis semelhantes:

• Decreto-lei das fábricas (1961).

• Regulamentos relativos ao amianto (1969).

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Informações gerais

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Regulamentos relativos aos líquidos altamente inflamáveis e gases liquefeitos (1962).

Decreto-lei do controlo da poluição.

Decreto-lei do controlo da poluição (1974).

Decreto-lei da saúde e segurança no trabalho (1974).

Regulamentos relativos à classificação, embalagem e rotulação de substâncias perigosas (1978, 1981, 1983, 1984).

Regulamentos relativos ao controlo do chumbo no trabalho (1980).

Regulamentos de controlo de substâncias perigosas para a saúde (1989).

Regulamentos relativos às rodas abrasivas

(1970).

Regulamentos relativos ao reportamento de lesões, doenças e ocorrências perigosas (1985) (R1DDO2).

O

pessoal da oficina deve estar bem

familiarizado com estas leis e regulamentações

e com outras relacionadas.

Em caso de dúvida, contacte as autoridades locais.

Lubrificantes e massas Evite o contato prolongado e repetido com óleos minerais. Todos os lubrificantes e massas podem ser irritantes para os olhos e para a pele.

ÓIeo de motor usado

O contato prolongado ou repetido com óleo

mineral resultará na eliminação da gordura natural da pele, tomando-a seca, provocando irritação ou dermatite. Além disso, o óleo de motor usado contém substâncias contaminadoras nocivas que podem causar cancro da pele. Devem ser providenciados meios sanitários e de proteção da face adequados.

Nunca empregue óleos de motor usados como lubrificantes ou para qualquer fim que possa implicar contato prolongado com a pele.

Há publicações que descrevem estes problemas

e aconselham medidas de precaução. No Reino

Unido, uma publicação típica das autoridades de Saúde e Segurança é a seguinte: SHW 397:

“Cautionary Notice: Effects of mineral oil on the

skin” (Nota de aviso: Os efeitos do óleo mineral sobre a pele).

Precauções para proteção da saúde

• Evite o contato prolongado ou repetido com

óleos, em particular óleos de motor usados.

• Use vestuário de proteção adequado, incluindo, sempre que possível, luvas impermeáveis.

• Nunca meta panos sujos de óleo no bolso.

• Evite sujar o vestuário com óleo, principalmente a roupa interior.

• Não deve ser usada roupa extremamente suja nem calçado coberto de óleo. Os fatos- macaco devem ser lavados regularmente.

• Trate imediatamente todos os golpes e feridas abertas.

• Antes de começar a trabalhar com óleo, proteja as mãos com um creme isolante para facilitar a posterior remoção do óleo.

• Lave-se com água e sabão para assegurar que remove todo o óleo (produtos de limpeza da pele e uma escova de unhas facilitarão esta tarefa).

Produtos com lanolina ajudam a restaurar os óleos naturais da pele.

• Nunca utilize gasolina, parafina, gasóleo, diluentes ou solventes para limpar a pele.

• Se notar um problema dermatológico, consulte imediatamente um médico.

• Sempre que possível, desengordure os componentes antes de os manusear.

• Se houver o perigo de contato com os olhos, use óculos adequados ou máscaras de proteção; tenha sempre à mão algo para lavar os olhos.

Defesa do meio ambiente

A incineração de óleo de motor usado em

pequenos aquecedores ou caldeiras só se recomenda em equipamento devidamente aprovado. No Reino Unido, o sistema de aquecimento tem de obedecer aos requisitos do Departamento de Poluição do Ministério da Saúde no que respeita a aquecedores pequenos de menos 0,4 MW. Se tiver dúvidas, contacte as autoridades locais responsáveis e/ou o fabricante do equipamento aprovado.

O óleo de motor e filtros usados devem ser

descartados em instalações preparadas para tratamento de lixo industrial. Em caso de dúvida, consulte as autoridades locais.

É proibido despejar óleo de motor usado no solo,

em esgotos ou em cursos de água.

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Informações gerais

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Ruído Algumas operações podem produzir níveis de ruído elevados que, com o passar dos anos, podem causar danos no aparelho auditivo. Para efetuar estas operações, proteja sempre os ouvidos adequadamente.

Materiais insonorizadores Consulte “Espumas, Isolamento com fibras”.

Juntas esféricas (fluorelastômero) Consulte “Viton”.

Tintas Consulte também “Solventes, Produtos químicos”. Altamente inflamável, inflamável - Proibido fumar.

Tintas “one pack” Podem conter pigmentos, secadores ou outros componentes tóxicos ou prejudiciais para a saúde, bem como solventes. As operações de pulverização só devem ser efetuadas em locais com ventilação adequada.

Tintas “two pack” Também podem conter resinas e agentes endurecedores de resina tóxicos e nocivos. Devem seguir-se sempre as instruções do fabricante. Consulte também “Colas à base de resina”, “Colas de isocianato” e “Colas e massas de vedação”. A pintura por pulverização deve ser feita, de preferência, em cabinas ventiladas com exaustores, de modo a retirar todo o vapor e neblina de pulverização. Os técnicos de pintura devem usar sempre máscaras de proteção. Para os pequenos trabalhos de reparação na pintura, use máscaras de oxigênio.

Equipamento sob pressão Consulte “Equipamento de ar comprimido”, “Lubrificação” e “Teste do óleo”.

Solda As soldas são misturas de metais cujo ponto de fusão é mais baixo do que o dos metais que as compõem (geralmente chumbo e estanho). Geralmente, a aplicação de solda não liberta Fumaça tóxicos, desde que seja usada uma chama de gás/ar. Não devem ser usadas chamas de oxiacetileno, pois a sua elevada temperatura pode causar a libertação de Fumaça de chumbo.

Por vezes, registra-se a liberação de alguma Fumaça quando se aplica uma chama a superfícies revestidas com massa, etc.; evite inalar esses Fumaça.

A remoção de excedentes de solda deve ser

realizada com cuidado, para assegurar que não se produzem poeiras finas de chumbo, que podem ser tóxicas se inaladas. Pode ser necessário usar máscaras de proteção. Os derrames de solda devem ser removidos prontamente para evitar a contaminação geral do ar com chumbo.

É necessário manter um elevado padrão de

higiene pessoal para evitar ingerir chumbo ou inalar a poeira de solda que fique agarrada ao vestuano.

Solventes Consulte também “Produtos químicos”, “Combustíveis” (petróleo), “Incêndio”. Por exemplo, acetona, aguarrás, tolueno, xileno, tricloretano. Usados em materiais de limpeza, de desenceramento, tintas, plásticos, resinas, diluentes, etc. Alguns podem ser altamente inflamáveis ou inflamáveis.

O contato com a pele retirará a esta a sua

gordura, podendo causar irritação e dermatite se

for prolongado ou repetido. Alguns podem ser absorvidos através da pele em quantidades tóxicas ou prejudiciais à saúde.

Salpicos nos olhos podem causar irritação grave, podendo mesmo redundar em perda de visão.

O contato breve com grandes concentrações de

vapores ou poeiras causa irritação dos olhos e

garganta, sonolência, tonturas, dores de cabeça

e, no pior dos casos, perda dos sentidos.

A exposição repetida e prolongada a

concentrações de vapores mais baixas, mas frequentes, para as poderá não haver aviso adequado, pode resultar numa intoxicação mais

grave.

A aspiração para os pulmões (por exemplo ao

vomitar) é a consequência mais grave da ingestão de solventes. Evite salpicar a pele, os olhos e a roupa. Se for necessário, use luvas, óculos e roupa de proteção. Ao usar solventes, certifique-se de que existe ventilação adequada, evite a inalação de fumaça, vapores e neblinas de pulverização e

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Informações gerais

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mantenha os recipientes hermeticamente fechados. Nunca use em espaços fechados. Quando estiver a aplicar materiais que contenham solventes pulverizados (por exemplo, tintas, colas e materiais de revestimento) use exaustores ou máscaras de proteção caso a ventilação não seja adequada. Não aplique calor ou chamas a não ser sob instruções detalhadas e específicas do fabricante.

Insonorização Consulte “Isolamento com fibras”, “Espumas”

Cargas suspensas AVISO: nunca improvise equipamento de elevação. Elevar ou suspender cargas são sempre operações perigosas. Nunca trabalhe debaixo de uma carga não apoiada, suspensa ou elevada (por ex. motor suspenso, etc.) Assegure-se sempre de que o equipamento de elevação, tal como macacos, elevadores para automóveis, suportes dos eixos, etc., é adequado para o trabalho a executar, está em boas condições e é objeto de manutenção regular.

Cintas das caixas automáticas Consulte “Amianto”.

Material de vedação da parte inferior da carroçaria Consulte “Proteção anticorrosão”.

Viton Tal como acontece com muitos outros fabricantes de veículos, alguns componentes dos veículos Ford incorporam juntas esféricas, vedantes ou juntas que contêm um material a que se dá o nome de “Viton”. O Viton é um fluoroelastómero, isto é, uma borracha sintética que contém flúor. É vulgarmente usado para juntas e vedantes de todos os tipos. Embora o Viton seja o fluoroelastómero mais conhecido, há outros, incluindo o Fluorel e o Tecmoflon. Os fluorelastômeros, quando devidamente usados, são perfeitamente seguros. Contudo, se forem expostos a temperaturas superiores a 400 0 C, o material não queima, mas decompõe- se; um dos produtos resultantes desta decomposição é o ácido fluorídrico.

resultantes desta decomposição é o ácido fluorídrico. Este ácido é extremamente corrosivo e pode ser absorvido

Este ácido é extremamente corrosivo e pode ser absorvido directamente para a corrente sanguínea. As juntas e vedantes que tenham sido expostos a temperaturas muito elevadas ficam como que carbonízados ou com o aspecto de uma substância preta pegajosa. NUNCA – sob circunstância alguma - toque neles ou nos componentes adjacentes. Tente saber se foi usado Viton ou qualquer outro fluorelastômero no fabrico do vedante ou junta afectados. Se o vedante ou junta forem de borracha natural ou nitrilo, não há qualquer perigo. Em caso de dúvida, tenha cuidado e parta do princípio de que se trata de Viton ou de outro fluorelastômero. Caso tenha utilizado viton ou outro fluorelastômero, a zona afetada deverá ser descontaminada antes do início do trabalho. Deve usar-se sempre luvas de plástico resistente descartáveis e lavar-se a área suja com palha de aço e uma solução de água calcária (hidróxido de cálcio) para neutralizar o ácido antes de se deitar fora os resíduos de Viton decomposto e de efetuar a limpeza final da área. Depois de usar as luvas de plástico, descarte-as com cuidado e seguindo as normas de segurança em vigor.

Soldadura Consulte também “Incêndio”, “Choques elétricos”, “Garrafas de gás”. Os processos de soldadura incluem a soldadura elétrica (soldadura por pontos), a soldadura eletrogênia e a soldadura a autogénio.

Soldadura elétrica Este processo pode dar azo à projecção a alta velocidade de partículas de metal derretido, devendo-se por isso proteger os olhos e a pele.

Soldadura eletrogênia Este processo dá origem a uma emissão elevada de radiações ultravioleta, que pode causar queimaduras nos olhos e pele, não só do técnico como das pessoas nas vizinhanças. Os processos de soldadura protegida por gás são particularmente perigosos neste aspecto. Deve ser usado vestuário especial de proteção e divisórias apropriadas para escudar outras pessoas. AS PESSOAS QUE USAM LENTES DE CONTATO SÃO ACONSELHADAS A USAR ÓCULOS DURANTE AS OPERAÇÕES DE SOLDADURA ELETROGÉNIA pois crê-se que,

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Informações gerais

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durante este processo, são emitidas microondas que podem secar o fluido entre as lentes e os olhos. Isto pode causar cegueira ao tirar as lentes dos olhos. Também pode ocorrer a projecção de partículas de metal, pelo que se deve usar vestuário e óculos de proteção.

O calor produzido pela soldadura eletrogênia

produz Fumaça e gases libertados pelos metais que estão a ser soldados, por varetas, capas de proteção ou por materiais que se encontrem nas superfícies de trabalho. Estes gases e Fumaça podem ser tóxicos, devendo-se evitar inalá-los. O uso de exaustores para retirar os Fumaça da área de trabalho pode ser necessário, particularmente nos locais em que a

Ventilação geral é fraca ou em que se prevê a realização de muitos trabalhos de soldadura. Em casos extremos ou em espaços fechados onde não é possível assegurar condições de ventilação adequadas, pode ser necessário utilizar máscaras de respiração especiais.

Soldadura autogênia (e corte)

Podem ser usados maçaricos a autogénio para soldar e cortar, devendo-se ter cuidado especial para evitar fugas destes gases, que podem dar azo a incêndios e explosões.

O processo produzirá estilhaços de metal, sendo

necessário proteger os olhos e a pele.

A chama é brilhante, devendo usar-se óculos de

proteção, mas a emissão de raios ultravioleta é

muito inferior à da soldadura eletrogênia, podendo ser usados filtros mais leves.

O processo em si produz poucos fumaça

tóxicos, mas podem ser produzidos fumaça e gases pelos revestimentos de proteção das peças que se está a soldar, particularmente durante as operações de corte de painéis danificados da carroçaria, devendo-se evitar inalá-los. Durante a soldadura a forte, os metais da vareta de soldar podem dar origem a Fumaça tóxicos, podendo ocorrer riscos graves se forem utilizadas varetas de soldar que contenham cádmio. Neste caso, deve tomar-se muito cuidado para evitar a inalação de Fumaça, podendo ser necessário recorrer a aconselhamento especializado. DEVEM SER OBSERVADAS PRECAUÇÕES ESPECIAIS ANTES DE SE SOLDAR OU CORTAR VASILHAS QUE TENHAM CONTIDO MATERIAIS COMBUSTÍVEIS - POR EXEMPLO

RECIPIENTES DE FERVER OU RETIRAR O VAPOR DE DEPÓSITOS DE COMBUSTÍVEL.

Símbolos de aviso nos veículos Encontrará em vários componentes do veículo decalcomanias com símbolos de aviso de perigo. Nunca tire estas decalcomanias dos locais onde se encontram. Estes avisos destinam-se aos proprietários e aos motoristaes, assim como aos técnicos que trabalharem no veículo. Reproduzimos em baixo as decalcomanias que aparecem com mais frequência, juntamente com uma explicação do seu significado.

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1. As decalcomanias com um triângulo de aviso de perigo e um livro aberto indicam que é importante consultar o Manual do Proprietário antes de tocar ou de tentar fazer quaisquer ajustes nos componentes ou conjuntos onde se encontram.

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2. As decalcomanias com este símbolo ensões inerentes. Nunca toque nestes componentes com o motor a trabalhar ou com a ignição ligada. Consulte “Choques elétricos” nesta subseção. Indicam que os componentes onde se encontram contêm uma substância

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Informações gerais

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corrosiva. Consulte “Ácidos e compostos alcalinos” nesta seção.

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3. As decalcomanias com um triângulo de aviso de perigo com uma “seta elétrica” indicam que os componentes ou conjuntos onde se encontram têm altas tensões inerentes. Nunca toque nestes componentes com o motor a trabalhar ou com a ignição ligada. Consulte “Choques elétricos” nesta subseção.

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4. O círculo de aviso de perigo com um fósforo aceso traçado chama a atenção para o perigo de se utilizar luzes ou chamas nuas nas imediações, devido à pressão de líquidos ou vapores altamente inflamáveis ou explosivos. Consulte “Incêndio” nesta subseção.

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5. As peças montadas de fábrica e de substituição Ford que contêm amianto são identificadas por este símbolo. Consulte “Amianto” nesta subseção.

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6. Este símbolo (normalmente exposto em conjunto com o anterior - n 0 5) avisa sobre a presença de materiais potencialmente explosivos na área.

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7. Quando encontrar este símbolo, não permita a aproximação de crianças não vigiadas por adultos.

Aguarrás Consulte “Solventes”.

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Informações gerais

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Práticas normais

Veículo na oficina Ao efetuar operações num veículo na oficina, assegure-se sempre de que:

• o freio de estacionamento está aplicado ou as rodas estão bem travadas, para evitar que o veículo deslize para a frente ou para trás.

• a chave é retirada da fechadura do capot antes de dar início a quaisquer trabalhos na dianteira do veículo.

• se o motor tiver de ser colocado em funcionamento, existe ventilação adequada ou um tubo de extracção dos gases de escapamento.

• existe espaço suficiente para levantar o veículo e remover as rodas, se necessário.

• os guarda-lamas estão permanentemente cobertos, se for necessário efetuar trabalhos no compartimento do motor.

a bateria está desligada durante a realização de trabalhos no motor, sob o veículo, ou se o veículo é levantado. AVISO: durante os processos de soldadura eletrogênia num veículo, desligue sempre a chicote do alternador, por forma a excluir a possibilidade de picos de corrente, os quais danificam os componentes internos do alternador.

quais danificam os componentes internos do alternador. • • ao usar equipamento de soldadura num veículo,

• ao usar equipamento de soldadura num veículo, encontra-se à disposição um extintor de fogo adequado.

Combustível alternativo

Se sentir um cheiro a gás propano ou se uma certa quantidade de gás propano estiver presente na atmosfera da oficina, avise todo o pessoal ao redor para que:

• sejam extintas todas as chamas e apagados os cigarros.

• seja desligado todo o equipamento elétrico e pneumático.

• seja evacuada a área.

• seja ventilada a área.

• sejam contactadas as autoridades de controlo de fogos.

• trabalhe no veículo numa área designada, bem ventilada e de acesso restrito.

• coloque etiquetas de aviso novas nas respectivas posições originais.

Combustível alternativo O que não deve ser feito

• não ventile o gás propano sem que haja necessidade disso.

• não utilize o sistema de ar comprimido da oficina para forçar a saída do gás propano do tanque de combustível.

• não utilize fomos de secagem da pintura acima dos 40 0 C para veículos a combustível propano.

• não altere o sistema ou substitua uns componentes por outros não indicados para veículos a gás.

• não ventile os depósitos de combustível, a menos que se suspeite de dano na válvula ou que seja necessário substituir o tanque.

• não efetue operações nas linhas de combustível ou nos componentes do sistema, se este estiver à pressão normal de operação. Cumpra sempre os procedimentos recomendados ao realizar operações de assistência no sistema de combustível. Esteja a par das situações em que se pode verificar a saída de propano do sistema de combustível, tais como:

• dias muito quentes.

• estacionamento junto a um aquecedor.

• veículo levantado junto a um aquecedor de texto. Apenas o pessoal com formação completa de acordo com das normas locais e da Ford está autorizado a efetuar trabalhos em veículos a combustível alternativo.

Rebocar o veículo CUIDADO: quando o veículo está a ser rebocado, o interruptor da ignição tem de estar na posição II (tranca da coluna da direção solta) e os intermitentes de perigo têm de estar acesos. Só então a direção, os indicadores de mudança de direção, a buzina e as luzes de travagem estarão operacionais. A não observância destas instruções pode resultar em danos pessoais. NOTA: o olhal de reboque possível de retirar (se necessário) possui uma rosca para a esquerda e tem de estar completamente apertado antes de se poder rebocar. Quando é necessário rebocar, devem ser utilizados os olhais de reboque do veículo. A

poder rebocar. Quando é necessário rebocar, devem ser utilizados os olhais de reboque do veículo. A

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Informações gerais

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corda tem de ser bem presa aos olhais de reboque e tem também de ser amarrada ao outro veículo de forma a não provocar danos na chapa. Quando é rebocado um veículo com caixa de velocidades automática, a alavanca das mudanças tem de estar na posição N (ponto-morto). Nunca rebocar um veículo com caixa de velocidades automática a uma velocidade superior a 30 mph (50 km/h) ou numa distância superior a 30 milhas (50 km). Se for necessário rebocar o veículo numa distância superior, as rodas motrizes terão de ser bem levantadas do chão. Como alternativa, o veículo pode ser transportado num veículo com plataforma de carga baixa ou num reboque.

Ligação de uma bateria auxiliar com cabos de ligação em ponte CUIDADO: se a bateria auxiliar tiver sido carregada recentemente e estiver a libertar gás, cubra os bujões ou as tampas de ventilação com um pano húmido para reduzir o risco de explosão, caso se produzam centelhos ao ligar os cabos de ligação em ponte. A não observância destas instruções pode resultar em danos pessoais.

AVISO: a bateria pode ter sido descarregada devido a um curto-circuito elétrico. Se tal se verificar, existirá no veículo um circuito ativo aparente, mesmo estando todos os circuitos normais desligados. Isto pode causar centelhos ao ligar os cabos de ligação em ponte. AVISO: embora um veículo não deva ser ligado por meio de cabos de ligação em ponte, este pode por vezes ser o único processo prático de mobilização de um veículo. Neste caso, a bateria descarregada tem de ser carregada imediatamente após o arranque por meio de ligação em ponte, por forma a evitar danos irreversíveis.

• Certifique-se sempre de que os cabos de ligação em ponte estão adequados à realização da operação. Devem ser utilizados cabos reforçados.

• Certifique-se sempre de que a bateria auxiliar e a bateria do veículo são da mesma tensão. As baterias devem ser ligadas em paralelo.

• Certifique-se sempre de que os circuitos

elétricos comutáveis são desligados antes de ligar os cabos de ligação em ponte. Isto reduz o risco de faísca ao efetuar a ligação final.

Isto reduz o risco de faísca ao efetuar a ligação final. TIM0103001 CUIDADO: assegure-se de que,
Isto reduz o risco de faísca ao efetuar a ligação final. TIM0103001 CUIDADO: assegure-se de que,
Isto reduz o risco de faísca ao efetuar a ligação final. TIM0103001 CUIDADO: assegure-se de que,
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CUIDADO: assegure-se de que, enquanto os cabos de ligação em ponte estão ligados à bateria, as extremidades dos cabos não se tocam, nem é estabelecida a ligação à massa através da carroçaria do veículo. Na presença de cabos de ligação em ponte, uma bateria totalmente carregada pode efetuar uma descarga a uma taxa muito acima dos 1000 ampères, causando faíscas violentas e o rápido aquecimento dos cabos de ligação em ponte e dos terminais, podendo mesmo causar a explosão da bateria. A não observância destas instruções pode resultar em lesões pessoais graves. Ligue sempre os cabos de ligação em ponte pela sequência seguinte:

• primeiro o positivo da bateria auxiliar e depois o positivo da bateria do veículo.

• depois o negativo da bateria auxiliar e só então a massa do veículo a pelo menos 12 polegadas (300 mm) do terminal da bateria, por exemplo o olhal de elevação do motor. Reduza sempre a velocidade do motor para marcha-lenta antes de desligar os cabos de ligação em ponte. Antes de retirar os cabos de ligação em ponte do veículo que tinha a bateria descarregada, ligue a ventoinha do aquecedor (máximo) ou o desembaçador do vidro traseiro, para reduzir o pico de tensão ao retirar os cabos. Desligue sempre os cabos de ligação em ponte pela sequência inversa à sequência de ligação e não deixe que as extremidades dos cabos se toquem. Não confie no alternador para reabastecer uma bateria descarregada. Para que um alternador recarregue uma bateria, são necessárias mais de oito horas de condução contínua e sem quaisquer cargas adicionais impostas à bateria.

mais de oito horas de condução contínua e sem quaisquer cargas adicionais impostas à bateria. 2000

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Informações gerais

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Limpeza dos componentes Antes de desligar ou remover componentes ou conjuntos, por forma a evitar o ingresso de sujeiras, devem ser eliminadas quaisquer acumulações de sujeiras ou reservatórios gordurosos. Os componentes devem ser minuciosamente limpos antes da inspeção que antecede a instalação.

Métodos de limpeza:

• limpeza a seco.

• eliminação de sujeiras com escovas macias ou de arame.

• raspagem de sujeiras com um pedaço de metal ou madeira.

limpeza com um pano. AVISO: por vezes o ar comprimido é “húmido”. Por isso deve ser utilizado com cuidado, especialmente nos sistemas hidráulicos.

• Utilização de ar comprimido para soprar as sujeiras. (com este método têm de ser utilizados protectores dos olhos).

• Extração de pó seco com equipamento de vácuo. Este método deve ser sempre utilizado para a extracção das poeiras do revestimento de frição (partículas de amianto).

• Limpeza a vapor.

CUIDADO: é necessário ter muito cuidado ao utilizar a maior parte dos solventes. Alguns são perigosos. Consulte as precauções de cuidado ao utilizar a maior parte dos solventes. Alguns são perigosos. Consulte as precauções de saúde e segurança e a literatura do fabricante. A não observância destas instruções pode resultar em lesões pessoais graves. Existem diversos solventes adequados à limpeza dos componentes. Alguns componentes, tais como os componentes hidráulicos dos freios e os conjuntos elétricos, apenas devem ser limpos com os solventes recomendados - consulte “Solventes, massas vedantes e colas” ou a seção do manual de relevância para o componente em causa.

do manual de relevância para o componente em causa. • Calibração do equipamento de medição essencial

Calibração do equipamento de medição essencial CUIDADO: a não observância destas instruções poderá resultar em danos pessoais ou materiais.

poderá resultar em danos pessoais ou materiais. É fundamental calibrar regularmente é de acordo com as

É fundamental calibrar regularmente é de acordo

com as instruções dos fabricantes, determinado equipamento essencial, como por exemplo chaves dinamômetros, multímetros, dispositivos de análise dos gases de escapamento ou bancos de teste de rolos.

Solventes, massas vedantes e colas

Introdução

CUIDADO: menuseie sempre quaisquer solventes, massa de vedação e colas com extremo cuidado. Alguns deles contêm produtos químicos ou libertam fumaças que podem ser perigosos para a saúde. Siga sempre as produtos químicos ou libertam fumaças que podem ser perigosos para a saúde. Siga sempre as instruções do fabricante. Em caso de dúvida relativamente a qualquer substância, em especial se tratar de um solvente, NÃO A USE.

AVISO: se tiver dúvidas quanto à aptidão de qualquer solvente ou massa vedante de marca para uma determinada aplicação, contate o fabricante de qualquer solvente ou massa vedante de marca para uma determinada aplicação, contate o fabricante do produto e peça informações relativamente à armazenagem, ao manuseamento e à aplicação do produto.

A subseção de Precauções de Saúde e

Segurança refere alguns dos produtos químicos e materiais mais vulgarmente usados, os perigos com eles associados e as medidas de segurança que exigem. Alguns desses produtos químicos poderão figurar na lista que se segue, quer como

material principal quer como ingrediente de uma massa vedante ou de uma cola.

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Informações gerais

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ESPECIFICAÇÕES GERAIS

Massa anticalcinante

   

Rocol

KS Paul

Geral

SAM-1C-9107A

Foliac J166

PBC ou PBC

 

SAM-1C-9107A

Kluber Unimoly

492 TAC 2

Roscas das velas

ESE-M1244-A

“Never-Seize”,

Referência NSN 165 (fornecedor local de Bostic)

referência

NSBT-8N, 227g;

por

encomendar-se

 

a “Snap-on

Tools Limited”:

Palmer House,

150/154 Cross

Street, Sale,

Cheshire,

Inglaterra,

M33 1AQ

Compostos de vedação

Aplicação

Especificação Ford

Fabricante e

Identificação

Para as tampas dos apoios da árvore de comando das válvulas

ESK-M4G260-A

Loctite 518

Para o bloco de cilindros

WSK-M4G320-A

Hylosil 502

Para instalação do conjunto das luzes traseiras

WSK-M4G329-1BC

Para o cárter da caixa de velocidades (lata de 80 gramas)

Código Finis 6 160 443

Colas

Aplicação

Especificação Ford

Cola de poliuretano para o pára-brisa, os vidros laterais e o vidro traseiro

Código Final 6 997 259

100-00-21

Informações gerais

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DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO

Prova de estrada/dinamômetro

A realização de uma prova de estrada ou em

dinamómetro pode ser necessária por diversas razões e na página seguinte é indicado o procedimento a seguir em verificações anteriores à prova, pondo a funcionar e fazendo parar o motor, verificações anteriores à condução, verificações em prova a verificações finais ao concluir a prova.

A prova de estrada completa só precisa de ser

realizada quando é necessário verificar o desempenho total do veículo. Quando não for o caso podem retirar-se os componentes relevantes para o sistema a ser testado.

Verificações antes da prova

CUIDADO: se o nível do líquido do sistema hidráulico de freios estiver baixo, se o curso do pedal for excessivo ou se for detectada uma fuga hidráulica, não tente efetuar uma prova de estrada antes de descobrir a causa do problema e de o resolver. Aconselha-se que antes de dar início à prova de estrada/dinamômetro, se teste sempre o funcionamento dos sistemas/circuitos que afetam a operação segura e a situação legal do veículo, tais como freios, luzes e direção. Deve

verificar:

• nível do óleo do motor.

• nível do líquido de arrefecimento do motor.

• pressão dos pneus, o seu tipo, a

do motor. • pressão dos pneus, o seu tipo, a o o a compatibilidade do seu

o

o

a

compatibilidade do seu rasto e o desgaste.

• nível de combustível no depósito (deve ser suficiente para poder completar a prova).

• se existem indícios de óleo, líquido de

arrefecimento, fugas hidráulicas e fugas de combustível em toda a zona à volta do motor

e da transmissão e debaixo do veículo. Tome

nota de quaisquer fugas aparentes e limpe a zona à volta para facilitar a identificação da dimensão da fuga, quando terminar o teste.

Pôr o motor a funcionar NOTA: ao conduzir com o motor frio e durante os primeiros 1,5 km, não carregue no pedal do acelerador para lá de meio curso antes de o veículo ter atingido a velocidade de 25 km/h. Enquanto o motor está frio, nunca o ponha a funcionar a uma velocidade alta e nunca carregue no pedal do acelerador a fundo.

o

Com a ignição desligada, verifique se:

• o freio de estacionamento está aplicado.

• a alavanca das mudanças está em ponto- morto.

• todos os instrumentos (exceto o indicador de nível do combustível) estão a zero. Com a ignição ligada, verifique se:

• as luzes de advertência controladas pela ignição acendem.

• o indicador da temperatura do motor regista uma leitura compatível com a temperatura do motor.

• o indicador de nível do combustível registra uma leitura compatível com a quantidade de combustível no tanque.

• as luzes de advertência do freio de estacionamento e do nível do fluido dos freios estão a funcionar corretamente.

Durante a prova de estrada ou dinamômetro verifique o seguinte:

AVISO: se estiver a fazer uma prova de estrada, verifique o funcionamento dos freios enquanto ainda estiver a conduzir a uma velocidade baixa, antes de prosseguir com a prova. Se os freios puxarem para um lado ou apresentam qualquer outro tipo de anomalia, não prossiga com a prova de estrada antes de detectar e eliminar a falha.

o pedal da embreagem não está rígido nem pesado.

• as mudanças engrenam suavemente e não há sinais de que a embreagem arraste.

• a alavanca do freio de estacionamento funciona suavemente e o freio desengata total e prontamente.

• a embreagem engata suavemente, sem deslizar nem trepidar.

• as mudanças engrenam suavemente e não há ruídos estranhos nem vibração provenientes da caixa de velocidades.

• a potência do motor é satisfatória, é alcançada a potência máxima, a aceleração faz-se com suavidade, o pedal não se sente perro ou pesado quando operado e a velocidade do motor regressa corretamente à marcha-lenta.

se sente perro ou pesado quando operado e a velocidade do motor regressa corretamente à marcha-lenta.

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Informações gerais

100-00-22

• não é produzido fumo de escapamento excessivo ou de cor anormal sob condições de condução normais, sob carga pesada ou em desaceleração.

• o volante, inclusive no caso de direção assistida, se existir, opera-se de forma suave, precisa, não se sente demasiado pesado ou com folga excessiva ou vibração. Não puxa para um lado, voltando suavemente à posição central depois de contornada uma curva.

• o velocímetro, a luz de advertência da pressão dos freios, o indicador da temperatura do líquido de arrefecimento e o tacómetro (quando existente) registram as leituras corretas e funcionam devidamente.

• os interruptores e os comandos funcionam bem e suavemente, os indicadores e as luzes de advertência funcionam corretamente e o manípulo dos indicadores de direção autocancela assim que o volante regressa à posição de condução a direito.

• os sistemas de aquecimento e ventilação funcionam correcta e eficazmente.

• os freios funcionam correcta e eficazmente.

Teste dos freios

CUIDADO: ao testar os freios, evite inalar o fumo ou os vapores dos freios quentes; estes poderão conter amianto, substância perigosa para a saúde (consulte “Precauções de saúde e segurança”). Evite testar os freios em perigosa para a saúde (consulte “Precauções de saúde e segurança”). Evite testar os freios em estradas com muito trânsito ou peões, para não causar situações inconvenientes ou perigosas para os outros automobilistas ou para os peões.

AVISO: os testes dos freios que impliquem a sua aplicação a fundo não devem ser efetuados antes do assentamento de componentes impliquem a sua aplicação a fundo não devem ser efetuados antes do assentamento de componentes novos tais como calços/ discos ou revestimentos/tambores dos freios. Os novos componentes de fricção dos freios não serão totalmente eficazes até que o seu processo de assentamento esteja completo. Teste os freios a diversas velocidades, dentro da gama de funcionamento normal, carregando no pedal ao de leve e a fundo. Verifique se existe alguma tendência para agarrar, puxar ou arrastar e qualquer atraso indevido na aplicação ou libertação. Deixe que o veículo abrande até parar e repare se há qualquer tendência para puxar para um lado, ou indícios de que os freios prendem.

Depois de parar o veículo (não imediatamente após um período de travagem brusca), verifique cuidadosamente a temperatura dos freios. Se um disco estiver quente ou notoriamente mais quente do que os outros, o travão está a prender. Depois de completar a prova de estrada, verifique:

• se existem fugas de óleo, de líquido de arrefecimento, de fluido hidráulico, de ar ou de combustível.

• se algum dos componentes ou grupos móveis, por exemplo cubos das rodas, caixa de velocidades, eixo, etc., apresentam temperaturas anormais, o que pode significar aperto excessivo ou falta de lubrificação.