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Transformadores Elementos de Projeto para Transformadores Monofásicos www.ifc-videira.edu.br Carlos Roberto P. Oliboni

Transformadores

Elementos de Projeto para Transformadores Monofásicos

Carlos Roberto P. Oliboni

Introdução • Em geral no Brasil, as usinas geradoras de energia estão afastadas dos grandes

Introdução

Em geral no Brasil, as usinas geradoras de energia estão

afastadas dos grandes centros consumidores, pois devem

utilizar a energia hidráulica dos grandes rios e lagos.

Por exigências técnicas e econômicas, existe a

necessidade de transformação dos níveis de tensão da

energia elétrica;

Essa transformação da energia alternada é possível

usando uma máquina estática, construção simples e de alto

rendimento, que é o transformador;

alternada é possível usando uma máquina estática, construção simples e de alto rendimento, que é o
alternada é possível usando uma máquina estática, construção simples e de alto rendimento, que é o
alternada é possível usando uma máquina estática, construção simples e de alto rendimento, que é o

2

3
3

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Princípio de Construção de um Transformador Monofásico • Um transformador consiste em dois ou mais

Princípio de Construção de um

Transformador Monofásico

Um transformador consiste em dois ou mais enrolamentos

acoplados por meio de um fluxo magnético comum;

Se um desses enrolamentos, o primário, for conectado a uma fonte de tensão alternada, então produzirá um fluxo alternado

cuja amplitude dependerá da tensão do primário, da frequência e

do número de espiras;

O fluxo comum estabelece um enlace com o outro enrolamento,

o secundário, induzindo neste uma tensão cujo valor depende do

número de espiras do secundário, assim como da magnitude do

fluxo comum e da frequência.

cujo valor depende do número de espiras do secundário, assim como da magnitude do fluxo comum

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Considerações e Dados para o Projeto dos Transformadores de Pequena Potência Monofásicos • Condutores e

Considerações e Dados para o Projeto dos

Transformadores de Pequena Potência

Monofásicos

Condutores e Isolamento

Os condutores empregados nos transformadores são de

cobre, isolados com esmalte;

O esmalte tem resistência ao calor e elasticidade, pois deve resistir a temperaturas de aproximadamente 80°C e deve manter seu poder isolante mesmo quando o condutor é dobrado com raios de curvatura pequenos;

Para pequenos transformadores, usam-se fios redondos até

10 AWG. Acima dessa bitola, se prefere o uso de

condutores retangulares ou quadrados. Em certos casos,

para tornar mais fácil o enrolamento, substituem-se os

condutores de elevada seção por dois condutores

agrupados em paralelo.

O

carretel

sobre o

qual

são enroladas as

bobinas

é

constituído de papelão ou de plástico.

Bobinas do Transformador • O enrolamento das bobinas sobre o carretel se processa através de

Bobinas do Transformador

O enrolamento das bobinas sobre o carretel se processa

através de camadas, sendo que em alguns casos seja

necessária a utilização de uma folha de papel isolante entre

uma camada e outra;

A separação entre a bobina do primário e a do secundário é

feita com uma camada de cartolina grossa ou várias

camadas de cartolina fina, com espessura proporcional à

tensão do enrolamento A.T.

do

transformador, uma vez q a seção do condutor é menor e

se molda melhor cantos do carretel.

É aconselhável enrolar

primeiro

a

bobina

AT

a seção do condutor é menor e se molda melhor cantos do carretel. • É aconselhável
a seção do condutor é menor e se molda melhor cantos do carretel. • É aconselhável
a seção do condutor é menor e se molda melhor cantos do carretel. • É aconselhável

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Dados Para o Projeto • Em geral, os dados necessários para o cálculo de transformadores

Dados Para o Projeto

Em geral, os dados necessários para o cálculo de

transformadores são:

P 2 = Potência de saída ou potência secundária, medida em VA;

V 2 = Tensão de saída ou tensão secundária, medida em volts;

V 1 = Tensão de entrada ou tensão primária, medida em volts.

Cálculo das correntes primárias e secundárias

A corrente secundária é obtida diretamente pela relação:

P

I

V

P

2

V

2

I

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Dados Para o Projeto • Para calcular a corrente primária, é necessário avaliar a potência

Dados Para o Projeto

Para calcular a corrente primária, é necessário avaliar a

potência primária. Para isso, é acrescentado 10% da

potência secundária, afim de levar em consideração as

perdas no transformador. Então:

P 1

1,1

(

P W

2

)

Agora, pode-se calcular a corrente do primário do

transformador, sendo:

I

1

P

1

V

1

(

A

)

Cálculo da Seção dos Condutores • Para se calcular a seção dos condutores é preciso

Cálculo da Seção dos Condutores

Para se calcular a seção dos condutores é preciso fixar a

densidade de corrente. Em geral, com o aumentar do volume do transformador, aumentam as dificuldades de irradiação do calor.

Dessa forma, é preciso diminuir a densidade de corrente dos condutores ao aumentar a potência do transformador.

Potência

Densidade de Corrente

(VA)

(A/mm²)

≤500

3

500 até 1000

2,5

1001 até 3000

2

Uma vez determinada a densidade de corrente, a seção dos condutores será:

S

1

I

1

d

2

em mm ; S

2

I

2

d

2

em mm

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Cálculo da Seção dos Condutores • Para fazer a conversão do padrão métrico brasileiro (mm²)

Cálculo da Seção dos Condutores

Cálculo da Seção dos Condutores • Para fazer a conversão do padrão métrico brasileiro (mm²) para

Para fazer a conversão do padrão métrico brasileiro (mm²) para o americano

(AWG), usa-se a tabela de

equivalências.

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Cálculo da Seção Geométrica do Núcleo • O produto da largura (h) da coluna central

Cálculo da Seção Geométrica do

Núcleo

O produto da largura (h) da coluna central do transformador

pelo comprimento (H) do pacote laminado fornece a seção

geométrica do núcleo, sendo:

laminado fornece a seção geométrica do núcleo, sendo: S g   h H ( cm

S g  

h H ( cm ²)

Esta seção não representa a real seção do núcleo, pois

existe uma espessura de material isolante nas chapas. A

seção magnética do transformador é definida reduzindo

10% da seção geométrica:

S

S

g

m 1,1

ou S

g

1,1

S

m

11

Cálculo da Seção Magnética do Núcleo • Num circuito elétrico enrolado sobre ferro existe uma

Cálculo da Seção Magnética do

Núcleo

Cálculo da Seção Magnética do Núcleo • Num circuito elétrico enrolado sobre ferro existe uma relação

Num circuito elétrico enrolado sobre ferro

existe uma relação de dependência entre a

seção do núcleo magnético e o número de

espiras dos enrolamentos, isto é:

Aumentando a seção magnética do

núcleo, diminui o número de espiras;

Menor seção magnética do núcleo,

maior

enrolamento.

o

número

de

espiras

do

Para transformadores de até 800VA, usa- se Lâminas padronizadas; Para

transformadores com potência superior a

usa- se Lâminas padronizadas; Para transformadores com potência superior a 800 VA, usa-se lâminas compridas. 12

800 VA, usa-se lâminas compridas.

Cálculo da Seção Magnética do Núcleo Lâminas Padronizadas N° a (cm) Seção da Janela (mm²)

Cálculo da Seção Magnética do

Núcleo

Lâminas Padronizadas

a (cm)

Seção da

Janela (mm²)

0

1,5

168

1

2,0

300

2

2,5

468

3

3,0

675

4

3,5

900

5

4,0

1200

6

5,0

1880

 

Lâminas Compridas

5

4,0

2400

6

5,0

3750

Cálculo da Seção Magnética do Núcleo • A seção magnética dos transformadores é calculada com

Cálculo da Seção Magnética do

Núcleo

A seção magnética dos transformadores é calculada com

as seguintes fórmulas:

Transformador com um primário e um secundário:

P 2 S  7,5 ( cm ²) para lâ min as padronizad as m
P
2
S
 7,5
(
cm
²)
para lâ
min
as padronizad as
m
f
P
2
S
 6
(
cm
²)
para lâ
min
as compridas
m
f

Transformador de dois primários e um secundário ou um

primário e dois secundários;

1, 25 P 2 S  7,5 ( cm ²) para lâ min as padronizad
1, 25 P
2
S
 7,5
(
cm
²)
para lâ
min
as padronizad as
m
f
1, 25 P
2
S
 6
(
cm
²)
para lâ
min
as compridas
m
f

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Cálculo da Seção Magnética do Núcleo – Transformador com dois primários e dois secundários 1,5

Cálculo da Seção Magnética do

Núcleo

Transformador com dois primários e dois secundários

1,5 P 2 S  7,5 ( cm m f 1,5 P 2 S 
1,5 P
2
S
 7,5
(
cm
m
f
1,5 P
2
S
 6
(
cm
²)
m
f

²)

para lâ

min

as padronizad as

para lâ min

as compridas

Uma vez calculada a seção magnética do núcleo, o

próximo passo é determinar a seção geométrica, ou:

S

g

1,1 S

m

Construtivamente, é vantajoso que a forma do núcleo

seja o mais quadrada possível, por isso a largura da coluna central do núcleo é obtida por:

g
g

a ~ S

S

g

a b

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Cálculo do Número de Espiras • Para o cálculo do número de espiras primárias do

Cálculo do Número de Espiras

Para o cálculo do número de espiras primárias do

transformador, usa a seguinte equação:

N

1

Onde:

V 10

1

8

4, 44 B

M

S

m

f

ou N

1

V 1

V 1
S m

S m

10

8

4, 44 B

M

f

N 1 =Número de espiras do primário;

V 1 =Tensão do circuito primário, em volts (V);

B M =Indução máxima no ferro ( para lâminas de aço-silício, de boa qualidade e resfriamento natural, B M =11300);

D m =Seção magnética em cm²;

f=frequência.

Para o cálculo das espiras do secundário, usa-se a mesma

fórmula, porém com o aumento de 10% do resultado,

procurando compensar a queda de tensão.

Possibilidade de Execução • Uma vez calculado o número de espiras do bobinamento primário (N

Possibilidade de Execução

Uma vez calculado o número de espiras do bobinamento primário (N 1 ), do secundário (N 2 ) e a suas seção dos condutores, é possível calcular a seção do cobre enrolado.

S

cu

N S N S em mm ²

1

1

2

2

Para que a montagem do transformador seja possível, é preciso que se verifique:

Seção da janela mm

(

²)

Seção do cobre mm

(

²)

S

j

S

cu

3

Se esta relação é menor que 3 é preciso recalcular o transformador com um núcleo maior.

Exemplo de Projeto • Ex.1) Transformador monofásico de 60Hz, P 2 =300W, V 1 =220V,

Exemplo de Projeto

Ex.1) Transformador monofásico de 60Hz, P 2 =300W, V 1 =220V, V 2 =127.

Ex.2)Transformador monofásico de 50Hz, P 2 =1000W, V 1 =220V; V 2 =75V.