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Formalização de Petições/Sugestão encaminhadas

Ministério Público Federal


Procuradoria da República no Rio de Janeiro
Av. Nilo Peçanha nº 31
Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP 20020-100
Tel. 2107-8300
Protocolo 130801008309201016 em 19/05/2010 às 12:20

Excelentíssimo Procurador-Chefe,

Tendo em vista o que consta do site Ministério Público Federal –


Procuradoria no Rio de Janeiro, abaixo reproduzido.

http://www.prrj.mpf.gov.br/institucional_Procuradoria.html

O Ministério Público Federal fiscaliza o cumprimento das leis federais.


Atua como advogado da sociedade, defendendo os interesses coletivos.

O Ministério Público Federal oficia em diversas áreas da Justiça


Federal. A atuação judicial dos procuradores da República se sucede
perante a primeira instância da Justiça Federal. Na segunda instância,
perante os Tribunais Regionais Federais, o Ministério Público Federal é
representado pelos Procuradores Regionais da República.

A Constituição de 1988 (art. 127) define o órgão como instituição


permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe
a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses
sociais individuais indisponíveis. Além da Constituição Federal, a
atuação do Ministério Público Federal está regulada pela Lei
Complementar nº 75/93.

No exercício das funções de custos legis, o Ministério Público


Federal intervém como fiscal do cumprimento da lei em em processos
que tramitam na Justiça Federal: mandados de segurança, usucapião,
desapropriação, ação popular, alimentos e todas as ações em que haja
interesse de incapaz ou seja de interesse público.

Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria as


correspondências encaminhadas ao Excelentíssimo Presidente do Banco Central do
Brasil, enviadas através de Cartas Registradas nos meses de março e maio de 2010.

Petição – Discriminação Atendimento – BB,


http://www.scribd.com/doc/27742364/Peticao-%E2%80%93-
Discriminacao-Atendimento-BB , onde estarmos, formalmente,
provocando, o Excelentíssimo Presidente da República Federativa do
Brasil, o Procurador Geral da República, o Presidente do Banco Central do
Brasil e o Presidente do Banco do Brasil, a corrigirem os procedimentos, e
processos, existentes no Banco do Brasil que discriminam, os Usuários de
meios convencionais, ora pelo acesso restrito em algumas agências, ora
pelo tratamento diferenciado entre seus Clientes. Algo, que em meu
entendimento, FERE DE MORTE, o Direito Constituído reconhecido pelo
Banco Central do Brasil, o Código de Ética do Banco do Brasil, o Objetivo
Social do Banco do Brasil e a Carta de Princípios do Banco do Brasil, todos
disponíveis na internet.

Reclamação discriminação atendimento pelo BB ao BC.


http://www.scribd.com/doc/30897284/Reclamacao-discriminacao-
atendimento-pelo-BB-ao-BC , onde Estamos formalizando reclamação
de discriminação no atendimento a usuários não-correntistas pelo Banco
do Brasil, em função das respostas recebidas do Banco Central do Brasil e
do banco do Brasil relacionadas ao documento Petição – Discriminação
Atendimento – BB.

Tal. tem a pretensão, de PROVOCAR, o Ministério Público Federal,


através do Procurador-Geral da República, ora representado pelo
Procurador-Chefe no Rio de Janeiro, a no mínimo, avaliar e se manifestar,
SOBRE e COM BASE no Direito Constituído, quanto ao mérito das
questões, intrinsecamente, apresentadas e sugeridas, nos diversos
documentos relacionados, e reproduzidos em anexo.

Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha


Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603
LEME – Rio de Janeiro - RJ
CEP 20010-010
Tel. (21) 2542-7710

Anexos:
I - Petição – Discriminação Atendimento – BB
II - Reclamação discriminação atendimento pelo BB ao BC
III – Cópia da Carteira de Identidade 3.932.860 emitida pelo IFP em 06/04/1976
IV – Cópia da Carteira de Identidade 3.932.860-4 emitida pelo Detran/RJ em
22/03/2000, com foto borrada
V – Cópia da Carteira de Trabalho 2436241/002-0/RJ emitida em 22/05/2007

Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que


mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo,
com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado,
nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª
edição do Prêmio INNOVARE, calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como
premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS
pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE - Um Brasileiro
COMUM no meio Jurídico,
http://www.scribd.com/doc/24252669/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-
no-meio-Juridico