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História

Fascículo 05
Cinília Tadeu Gisondi Omaki
Maria Odette Simão Brancatelli
Índice

História do Brasil

Economia e sociedade no Brasil colonial......................................................................................1


Exercícios............................................................................................................................................2
Gabarito.............................................................................................................................................5
História do Brasil

Resumo Teórico

Economia e sociedade no Brasil colonial


A formação de grandes domínios coloniais foi decorrência da expansão marítima da
Idade Moderna. O monopólio comercial, elemento principal do Pacto Colonial mercantilista, permitiu
que as metrópoles determinassem preços baixos à produção colonial e vendessem caro os
manufaturados, numa época em que a riqueza dos países era medida pela quantidade de metais.
Fornecendo produtos agrícolas e matérias-primas em larga escala, a colônia cumpria seu
papel, não concorria com a metrópole e favorecia a acumulação de capitais na Europa. Estruturou-se,
pois, o sistema de plantation – latifúndio, monocultura, exportação e escravidão.
No Brasil, a colonização teve início na década de 1530 com o açúcar, artigo de alto valor
comercial no mercado europeu. Como eram necessários vultosos capitais, de que Portugal não
dispunha, recorreu-se principalmente aos holandeses. Ao financiar engenhos, transportar, refinar e
distribuir o açúcar, eles ficaram com a maior parte dos lucros.
Para que a empresa colonial fosse mais lucrativa, os portugueses precisavam de muita
mão-de-obra que pudesse ser explorada, por isso se usou o trabalho escravo. Seria inviável empregar
trabalhadores livres numa produção em larga escala para a exportação e pequenos proprietários
cultivariam para a sua subsistência.
A implantação dos engenhos dependeu de indígenas que, apesar da resistência, foram
escravizados. Diante da rentabilidade do tráfico negreiro para a Coroa e a burguesia lusas, optou-se
pelo escravo africano. Portanto, interesses mercantis explicaram a “preferência” pelo negro.
A organização da sociedade colonial esteve ligada a essa estrutura de produção. Assim, a
posse de vastas extensões de terra e de muitos escravos conferia prestígio social e político ao
indivíduo, além de determinar sua riqueza, pois a aquisição de escravos exigia grande investimento,
compensado pela super-exploração de seu trabalho.
No século XVII, começou a interiorização da colonização. Desenvolveu-se a pecuária no
sertão nordestino, em grandes propriedades, voltada essencialmente para o mercado interno. Os
trabalhadores eram poucos e livres, pagos em animais, numa sociedade bem menos hierarquizada do
que a açucareira do litoral.
No vale amazônico, praticou-se a coleta de drogas do sertão (ervas medicinais e produtos
da floresta), realizada por índios aldeados em missões religiosas. Também atraiu os colonos a
escravização de índios (tropas de resgate), combatida pelos jesuítas.
No século XVIII, a criação de gado expandiu-se no pampa gaúcho, onde as condições
eram favoráveis. A pecuária no Sul ganhou impulso com a mineração, devido à necessidade de
fornecer charque e animais de carga para a zona aurífera.
Os bandeirantes paulistas foram responsáveis pela descoberta de ouro na região central
da colônia. A mineração exigiu menor volume de capitais, possibilitando certa mobilidade social e
menor concentração de renda, em comparação com o açúcar.
O estabelecimento da população mineira em núcleos urbanos gerou atividades e
profissões novas, propiciando maior diversificação social (camadas médias urbanas) e a articulação do
mercado interno, além do desenvolvimento da arte barroca. No entanto, tanto o açúcar como o ouro
dependeram da mão-de-obra escrava, gerando uma sociedade aristocrática e escravista.
Grande parte do ouro brasileiro foi para outros países, devido à própria condição de
colônia, ao contrabando e à dependência de Portugal em relação à Inglaterra. Daí a idéia de que o
ouro deixara “buracos no Brasil, templos em Portugal e fábricas na Inglaterra”.

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Mesmo com a concorrência holandesa nas Antilhas (após meados do século XVII) e o
apogeu da extração de ouro (século XVIII), o açúcar constituiu nosso principal produto econômico. Tal
situação somente seria alterada a partir da década de 1830, quando o café alcançou o primeiro lugar
na pauta das exportações.

Prof.a Maria Odette Simão Brancatelli

Exercícios

01. (UFSM – 99) “O monopólio do comércio das colônias pela metrópole define o sistema colonial porque
é através dele que as colônias preenchem sua função histórica, isto é, respondem aos estímulos que
lhes deram origem, que formam a sua razão de ser, enfim, que lhes dão sentido.”
NOVAIS, Fernando A. “O Brasil nos quadros do Antigo Sistema Colonial”. In: MOTA, Carlos Guilherme
(org.). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel.

O texto expressa a situação do Brasil no chamado Pacto Colonial. Sobre isso, pode-se dizer que
a. a colonização do Brasil se inseriu nos quadros da expansão imperialista mundial e constituiu um
importante pilar de sustentação do Estado colonial.
b. a colonização foi, em sua essência, motivada pelo interesse do Estado e dos grupos dominantes em
adquirir e acumular metais preciosos e terras e em conquistar mercados.
c. o pacto transformava a economia colonial numa economia central cuja função era gerar riquezas
para a economia periférica metropolitana.
d. o pacto favorecia os senhores feudais da metrópole que, recebendo dos colonos os privilégios do
monopólio, apropriavam-se do extraordinário lucro gerado pela industrialização das colônias.
e. a colônia era estimulada a produzir mercadorias manufaturadas, o que promovia o desenvolvimento
do mercado interno e a acumulação de capital comercial pela burguesia mercantil nacional.

02. (Puccamp – 98) Considere as afirmações a seguir sobre a economia do Brasil no Período Colonial.
I. A produção era ditada pelas necessidades da economia européia que se constituía no centro de
todo o sistema.
II. O comércio externo era monopolizado pela metrópole que impunha preços mínimos para os artigos
coloniais, garantindo lucros tanto na compra como na venda.
III. O latifúndio, a monocultura e a mão-de-obra escrava se impuseram diante da necessidade de
produzir em alta escala e de garantir grande lucratividade aos empresários portugueses.

Pode-se afirmar que


a. somente I está correta.
b. somente III está correta.
c. somente I e II estão corretas.
d. somente I e III estão corretas.
e. I, II e III estão corretas.

03. (UFRN – 99) A implantação do sistema colonial transformou as relações amistosas existentes entre
indígenas e portugueses no início da ocupação do Brasil. Essa transformação se deveu à
a. grande inabilidade dos indígenas para a agricultura, recusando-se a trabalhar nas novas plantações
açucareiras, atitude que desagradou aos portugueses.
b. crescente ocupação das terras pelos portugueses e à necessidade de mão-de-obra, levando à
escravização dos índios, que reagiram aos colonos.

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c. importação de negros africanos, cuja mão-de-obra acabou competindo com a dos indígenas,
excluindo estes do mercado de trabalho agrário.
d. introdução de técnicas e instrumentos agrícolas europeus nas aldeias indígenas, desestruturando a
economia comunal dos grupos nativos.

04. (Cesgranrio – 92) Sobre a revitalização de formas compulsórias de trabalho nas áreas coloniais durante
a Época Moderna – quando na Europa ocorria um movimento inverso da liberação de mão-de-obra –
podemos afirmar que
I. a adoção do trabalho compulsório de escravos africanos insere-se na lógica do Antigo Sistema
Colonial, pois o tráfico negreiro, controlado pela burguesia mercantil metropolitana, era uma
atividade altamente lucrativa e contribuía para a acumulação primitiva de capital na metrópole.
II. a grande disponibilidade de terras impediu a exploração de trabalhadores livres e assalariados, que
poderiam ter acesso à terra e desenvolver uma economia de subsistência, o que seria contrário ao
sentido da colonização e à organização de grandes propriedades produtoras de mercadorias para o
comércio metropolitano.
III. a adoção do trabalho escravo na Colônia se deveu à falta de dinheiro dos grandes proprietários de
terra para pagar salários, pois, como vendiam seus produtos a baixos preços aos comerciantes
metropolitanos, só podiam utilizar mão-de-obra que não exigisse nenhum investimento de capitais.

Assinale a opção que contém a(s) afirmativa(s) correta(s).


a. Apenas I.
b. Apenas II.
c. Apenas I e II.
d. Apenas III.
e. I, II e III.

05. (Fuvest – 93) A sociedade colonial brasileira “herdou concepções clássicas e medievais de organização
e hierarquia, mas acrescentou-lhe sistemas de graduação que se originaram da diferenciação das
ocupações, raça, cor e condição social. (...) As distinções essenciais entre fidalgos e plebeus tenderam
a nivelar-se, pois o mar de indígenas que cercava os colonizadores portugueses tornava todo europeu,
de fato, um gentil-homem em potencial. A disponibilidade de índios como escravos ou trabalhadores
possibilitava aos imigrantes concretizar seus sonhos de nobreza. (...) Com índios, podia desfrutar de
uma vida verdadeiramente nobre. O gentio transformou-se em um substituto do campesinato, um
novo estado, que permitiu uma reorganização de categorias tradicionais. Contudo, o fato de serem
aborígenes e, mais tarde, os africanos, diferentes étnica, religiosa e fenotipicamente dos europeus,
criou oportunidades para novas distinções e hierarquias baseadas na cultura e na cor.”
Stuart B. Schwartz, Segredos Internos.

A partir do texto pode-se concluir que

a. a diferenciação clássica e medieval entre clero, nobreza e campesinato, existente na Europa, foi
transferida para o Brasil por intermédio de Portugal e se constituiu no elemento fundamental da
sociedade brasileira colonial.
b. a presença de índios e negros na sociedade brasileira levou ao surgimento de instituições como a
escravidão, completamente desconhecida da sociedade européia nos séculos XV e XVI.
c. os índios do Brasil, por serem em pequena quantidade e terem sido facilmente dominados, não
tiveram nenhum tipo de influência sobre a constituição da sociedade colonial.
d. a diferenciação de raças, culturas e condição social entre brancos e índios, brancos e negros, tendeu
e diluir a distinção clássica e medieval entre fidalgos e plebeus europeus na sociedade colonial.
e. a existência de uma realidade diferente no Brasil, como a escravidão em larga escala de negros, não
alterou em nenhum aspecto as concepções medievais dos portugueses durante os séculos XVI e
XVII.

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06. (Mackenzie – 96) Constituíram importantes fatores para o sucesso da lavoura canavieira no início da
colonização do Brasil
a. o Domínio Espanhol, que possibilitou o crescimento do mercado consumidor interno.
b. o predomínio da mão-de-obra livre com técnicas avançadas.
c. o financiamento, transporte e refinação nas mãos da Holanda e a produção a cargo de Portugal.
d. a expulsão dos holandeses que trouxe a imediata recuperação dos mercados e ascensão econômica
dos senhores de engenho.
e. a estrutura fundiária, baseada na pequena propriedade voltada para o consumo interno.

07. (Cesgranrio – 94) A ocupação do território brasileiro, restrita, no século XVI, ao litoral e associada à
lavoura de produtos tropicais, estendeu-se ao interior durante os séculos XVII e XVIII, ligada à
exploração de novas atividades econômicas e aos interesses políticos de Portugal em definir as
fronteiras da colônia.
As afirmações a seguir relacionam as regiões ocupadas a partir do século XVII e suas atividades
dominantes.
I. No vale amazônico, o extrativismo vegetal - as drogas do sertão - e a captura de índios atraíram os
colonizadores.
II. A ocupação do pampa gaúcho não teve nenhum interesse econômico, estando ligada aos conflitos
luso-espanhóis na Europa.
III. O planalto central, nas áreas correspondentes aos atuais estados de Minas Gerais, Goiás e Mato
Grosso, foi um dos principais alvos do bandeirismo, e sua ocupação está ligada à mineração.
IV. A zona missioneira no sul do Brasil representava um obstáculo tanto aos colonos, interessados na
escravização dos indígenas, quanto a Portugal, dificultando a demarcação das fronteiras.
V. O sertão nordestino, primeira área interior ocupada no processo de colonização, foi um
prolongamento da lavoura canavieira, fornecendo novas terras e mão-de-obra para a expansão da
lavoura.

As afirmações corretas são


a. somente I, II e IV.
b. somente I, II e V.
c. somente I, III e IV.
d. somente II, III e IV.
e. somente II, III e V.

08. (Vunesp – 99) “E o pior é que a maior parte do ouro que se tira das minas passa em pó e em moedas
para os reinos estranhos e a menor é a que fica em Portugal e nas cidades do Brasil, salvo o que se
gasta em cordões, arrecadas e outros brincos, dos quais se vêem hoje carregadas as mulatas de mau
viver e as negras, muito mais que as senhoras.”
André João Antonil, Cultura e opulência do Brasil, 1711.

No trecho transcrito, o autor denuncia


a. a corrupção dos proprietários de lavras no desvio de ouro em seu próprio benefício e na compra de
escravos.
b. a transferência do ouro brasileiro para outros países em decorrência de acordos comerciais
internacionais de Portugal.
c. o prejuízo para o desenvolvimento interno da colônia e da metrópole gerado pelo contrabando de
ouro brasileiro.
d. o controle do ouro por funcionários reais preocupados em esbanjar dinheiro e dominar o poder
local.
e. a ausência de controle fiscal português no Brasil e o desvio de ouro para o exterior pelos escravos e
mineradores ingleses.

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09. (FMTM – 99) Comparando o Nordeste açucareiro e a região mineradora, quanto à economia e à
sociedade no Brasil colonial, é correto afirmar que
a. a concentração de renda foi maior nas cidades mineiras do que nos engenhos nordestinos.
b. ambos promoveram o comércio interno, articulando as várias regiões da colônia.
c. a mineração gerou maior diferenciação social e fez surgir cidades no interior.
d. enquanto o primeiro baseou-se no trabalho escravo, no segundo predominaram os assalariados.
e. ambos contribuíram para o desenvolvimento do ensino superior e da arte barroca no Brasil.

10. (FGV – 96) No período colonial, a renda das exportações do açúcar


a. raramente ocupou lugar de destaque na pauta das exportações, pelo menos até a chegada da
família real ao Brasil.
b. mesmo no auge da exportação do ouro, sempre ocupou o primeiro lugar, continuando a ser o
produto mais importante.
c. ocupou posição de importância mediana, ao lado do fumo, na pauta das exportações brasileiras, de
acordo com os registros comerciais.
d. ocupou posição relevante apenas durante dois decênios, ao lado de outros produtos, tais como a
borracha, o mate e alguns derivados da pecuária.
e. nunca ocupou o primeiro lugar, sendo que mesmo no auge da mineração, o açúcar foi um produto
de importância apenas relativa.

Gabarito

01. Alternativa b.
A colonização do Brasil foi um prolongamento da expansão marítima da Idade Moderna,
constituindo elemento básico de sustentação do Estado metropolitano. Interessava à Coroa
fortalecer-se e enriquecer-se; aos nobres, obter terras; à burguesia, lucrar com o comércio
monopolizado. A economia colonial era dependente e produtora de artigos primários para o mercado
externo, promovendo a acumulação de capital na Europa.

02. Alternativa e.
O Sistema Colonial na América baseou-se no Mercantilismo, com a função de gerar a
acumulação de capital nas metrópoles européias por meio do monopólio comercial. A colônia deveria
complementar a economia metropolitana, fornecendo-lhe produtos agrícolas em larga escala a preços
baixos e consumindo manufaturados caros. Desenvolveu-se o sistema de plantation: latifúndio,
monocultura de exportação e mão-de-obra escrava.

03. Alternativa b.
A relativa harmonia entre indígenas e portugueses, nas primeiras décadas do século XVI,
foi rompida quando se iniciou a colonização. A agricultura exigia sedentarização; a ocupação de terras
e a escravização dos nativos para a implantação de engenhos provocaram atritos. Apesar da
resistência e da introdução de escravos africanos, os indígenas foram escravizados.

04. Alternativa c.
A adoção da escravidão na colônia atendeu aos interesses de lucro, pois seria inviável usar
trabalhadores livres e pequenos proprietários. A rentabilidade do tráfico negreiro para a metrópole
explicou a preferência pelo escravo africano ao indígena. Destaca-se que a aquisição de escravos exigia

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grande investimento de capital e que na Europa o trabalho assalariado ainda não era generalizado.

05. Alternativa d.
De acordo com o autor, a distinção clássica e medieval entre nobres e plebeus, existente
na Europa, não se adaptou à realidade brasileira. Conhecida na Europa, a escravidão de indígenas e de
africanos criou na colônia novas distinções baseadas em critérios étnico-culturais, raciais e sociais. Os
brancos assumiram uma posição superior, independente de sua riqueza.

06. Alternativa c.
A implantação de engenhos dependeu da doação de sesmarias, onde se desenvolveu o
sistema de plantation, e do financiamento dos holandeses. Esses também controlaram o transporte, a
refinação e a distribuição do açúcar na Europa, ficando com a maior parte dos lucros. O auge da
produção açucareira ocorreu sob o domínio holandês no NE, decaindo após sua expulsão na segunda
metade do século XVII, devido à concorrência nas Antilhas.

07. Alternativa c.
No sertão nordestino, primeira área de interiorização da colonização, desenvolveu-se a
pecuária, empregando mão-de-obra livre. No século XVIII, a ocupação do Sul ligou-se a interesses
econômicos – a expansão da pecuária no pampa gaúcho, que ganhou impulso ao fornecer gado para
a região mineradora – e estratégicos – a proximidade da foz do rio da Prata, que permitia o acesso a
terras espanholas.

08. Alternativa c.
O jesuíta Antonil denunciava o prejuízo, para a colônia e a metrópole, do contrabando de
ouro, o que se observa em “o pior é que a maior parte do ouro (...) passa em pó e em moedas para os
reinos estranhos”. Embora os ingleses tenham sido os maiores beneficiários do ouro brasileiro, devido
à dependência portuguesa consolidada no Tratado de Methuen (“Panos e Vinhos”, 1703), Antonil não
fez referência ao acordo, nem à corrupção ou ao contrabando.

09. Alternativa c.
A exploração de ouro exigiu menor investimento de capitais do que o açúcar, gerando
menor concentração de renda e maior chance de mobilidade social. Ambos basearam-se no trabalho
escravo, mas a diversificação das atividades econômicas na mineração foi fator de diferenciação da
sociedade. Destaca-se que a exploração aurífera promoveu a arte e interligou outras regiões da
colônia, que forneciam alimentos e animais à população dos núcleos urbanos mineiros.

10. Alternativa b.
De fato, o açúcar foi o principal produto de exportação do Brasil desde o início da
colonização (século XVI) até a década de 1830, quando o café passou a ocupar essa posição. Mesmo
com a concorrência holandesa nas Antilhas e o apogeu da exploração de ouro, o açúcar manteve sua
primazia.

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