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PREFÁCIO

ÍNDICE

ÍNDICE

 

01

ÂMBITO GERAL

01-1

10

10-1

20

20-1

30

30-1

40

40-1

50

50-1

90

90-1

 
 

ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO

 
 

TABELAS DE VALORES PADRÃO

 
 

TESTES E AJUSTES

 
 

DIAGNÓSTICO DE FALHAS

 
 

DESMONTAGEM E MONTAGEM

 
 

OUTROS

 

00-2 À

PREFÁCIO

As páginas afetadas são indicadas usando-se as marcas a seguir. Solicitamos a adoção das ações corretivas necessárias nestas páginas, de acordo com a tabela fornecida abaixo.

Marca Indicação

Ação corretiva

 

Nova página a ser adicionada

Adicionar

Página a ser substituída

Substituir

(

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Página a ser excluída

Descartar

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00-2-9 Â

PREFÁCIO

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PREFÁCIO

SEGURANÇA

SEGURANÇA

OBSERVAÇÃO SOBRE SEGURANÇA

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE SOBRE SEGURANÇA

A execução do serviço e dos reparos de maneira adequada é extremamente importante para a operação segura da máquina. As técnicas de serviço e reparos recomendadas e descritas neste manual são ao mesmo tempo eficientes e seguras. Algumas dessas operações requerem o uso de ferramentas especialmente projetadas para tal finalidade.

são utilizado para indicar as precauções de

segurança aplicadas neste manual. As advertências que acompanham estes símbolos devem ser sempre seguidas cuidadosamente. Se alguma situação de risco surgir, ou houver a possibilidade dela surgir, considere inicialmente as condições de segurança para só então tomar as atitudes necessárias para lidar com a situação.

Para evitar que trabalhadores venham a se ferir, os símbolos e

! !
!
!

PRECAUÇÕES GERAIS

Os equívocos na operação são extremamente perigosos. Leia atentamente o MANUAL DE OPERAÇÃO E MANU- TENÇÃO antes de operar a máquina.

PREPARATIVOS PARA O TRABALHO

1. Antes de adicionar óleo ou efetuar reparos, estacione a máquina sobre um terreno firme e plano, e coloque calços sob as rodas ou esteiras a fim de evitar que a máquina se movimente.

1.

Antes de executar qualquer lubrificação ou reparos na máquina, leia todas as precauções de segurança fornecidas nos decalques afixados na máquina.

2. Antes de dar início ao trabalho, baixe a lâmina, o es- carificador, a caçamba ou qualquer outro equipamento de trabalho até o solo. Se isso não for possível, insira

2.

Ao executar qualquer operação, use sempre sapatos

o

pino de travamento ou use blocos para evitar que

de segurança e capacete. Não use roupas de trabalho

o

equipamento de trabalho possa cair. Além disso,

folgadas ou que estejam faltando botões.

certifique-se de travar todas as alavancas de controle

• Use sempre óculos de segurança ao bater nas peças com um martelo.

e

pendure sinais de alerta nos mesmos.

• Use sempre óculos de segurança ao retificar peças com um esmeril, etc.

3. Ao desmontar ou montar, apóie a máquina sobre blocos, macacos ou cavaletes, antes de iniciar o trabalho.

3.

Se forem necessários reparos com solda, tenha sem- pre um soldador treinado e experiente para executar o serviço. Ao executar trabalhos de solda, use sempre luvas de solda, avental, óculos de proteção, boné e outras roupas adequadas ao trabalho de solda.

4. Remova toda a lama e óleo dos degraus ou de outros locais usados para se entrar ou sair da máquina. Use sempre os corrimões, escadas ou degraus ao entrar ou sair da máquina. Jamais pule para entrar ou sair da máquina. Se não for possível utilizar os corrimões,

4.

Ao efetuar qualquer operação com dois ou mais ope-

escadas e degraus, use um cavalete que proporcione um apoio seguro.

rários, combine antecipadamente os procedimentos de operação. Informe sempre os seus companheiros de

PRECAUÇÕES DURANTE O TRABALHO

trabalho antes de iniciar qualquer etapa da operação. Antes de iniciar o trabalho, pendure placas com os dizeres EM REPARO nos controles do compartimento do operador.

1.

Ao remover a tampa do bocal de abastecimento de óleo, o bujão de drenagem ou os bujões de medição da pressão hidráulica, solte-os lentamente para evitar que óleo jorre para fora. Antes de desconectar ou remover

5.

Mantenha todas as ferramentas em boas condições e aprenda a maneira correta de utilizá-las

componentes dos circuitos de óleo, de água ou ar, libere completamente a pressão do circuito.

6.

Escolha um local na oficina de reparos para guardar as

2.

A

água e o óleo presentes nos circuitos se encontram

ferramentas e as peças removidas. Mantenha sempre as ferramentas e as peças em seus devidos lugares. Mantenha a área de trabalho sempre limpa e certifique- se de manter o piso livre de sujeira, água ou óleo. Fume apenas nas áreas reservadas para fumantes. Jamais

sob alta temperatura logo após o motor ter sido des- ligado, por isso tenha cuidado para não se queimar. Aguarde até que o óleo e água resfriem antes de exe- cutar qualquer trabalho nos circuitos de óleo e água.

fume durante o trabalho.

3.

Antes de iniciar o trabalho, remova os cabos da bateria. SEMPRE comece a remoção pelo cabo do terminal negativo (–).

PREFÁCIO

SEGURANÇA

4.

Para levantar componentes pesados, utilize um guincho ou uma ponte rolante. Verifique se os cabos de aço, ganchos e correntes não se encontram danificados. Use sempre equipamentos de ampla capacidade e instale-os nos locais apropriados. Opere o guincho ou a ponte rolante lentamente para evitar que o componente venha a bater em alguma outra peça. Não trabalhe com nenhuma peça que ainda estiver suspensa pela ponte rolante ou pelo guincho.

5.

Ao remover tampas que estejam sob pressão interna ou comprimidas por mola, sempre deixe dois parafusos na po- sição em lados opostos. Libere lentamente a pressão e afrouxe os parafusos lentamente para remover a tampa.

6.

Ao remover os componentes, tenha cuidado para não partir ou danificar a fiação elétrica. Uma fiação danificada pode causar incêndios elétricos.

7.

Ao remover a tubulação, não deixe que o combustível ou o óleo seja derramado. Caso o óleo ou o combustível respingue no solo, limpe-o imediatamente. A presença de óleo ou combustível no piso poderá torná-lo escorregadio ou mesmo provocar um início de incêndio.

8.

Nunca use líquidos inflamáveis para limpar as peças, use somente soluções de limpeza comprovadamente não- inflamáveis para efetuar a limpeza.

9.

Certifique-se de instalar todas as peças de volta às suas posições originais. Substitua quaisquer peças danificadas por peças novas.

Ao instalar mangueiras e condutores, certifique-se de que não serão danificados pelo contato com outras peças quando a máquina for colocada em operação.

10.

Ao instalar mangueiras de alta pressão, verifique se não estão torcidas. É perigoso utilizar tubos danificados, por isso tenha muito cuidado ao instalar tubos nos circuitos de alta pressão. Além disso, verifique se as peças de conexão estão instaladas da maneira correta.

11.

Ao montar ou instalar as peças, use sempre os torques de aperto especificados. Ao instalar peças de proteção, como protetores, ou peças que vibrem violentamente ou girem em alta rotação, tenha especial cuidado para verificar se estão instaladas corretamente.

12.

Ao alinhar dois orifícios, jamais introduza seus dedos ou mesmo a sua mão. Tome cuidado para não ficar com os dedos presos em um orifício.

13.

Ao medir a pressão hidráulica, verifique se a ferramenta de medição está montada corretamente antes de realizar qualquer medição.

14.

Tenha cuidado ao remover ou instalar as esteiras ou máquinas do tipo esteira. Quando uma esteira é removida, esta se separa repentinamente da armação, por isso não permita a presença de ninguém em qualquer uma de suas extremidades.

PREFÁCIO

ÂMBITO GERAL

ÂMBITO GERAL

Este manual de oficina foi preparado como um recurso auxiliar para melhorar a qualidade da efetuação dos reparos, fornecendo ao mecânico de manutenção um entendimento preciso em relação ao produto e mostrando-lhe a forma correta de executar reparos e fazer avaliações. Certifique-se de ter compreendido o conteúdo deste manual e utilize-o em todas as oportunidades.

Este manual de oficina contém principalmente as informações técnicas necessárias para as operações executadas em uma oficina de serviços de reparos. Para facilitar o seu entendimento, o manual é dividido nas seções descritas a seguir. Estas seções são por sua vez divididas dentro de cada grupo principal de componentes.

ÂMBITO GERAL

Esta seção relaciona as dimensões gerais da máquina, as especificações sobre desempenho e os pesos dos com- ponentes, além das tabelas de especificações sobre combustível, líquido de arrefecimento e lubrificantes.

ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO

Esta seção explica sobre a estrutura e o funcionamento de cada componente. Ela serve não só para obter enten- dimento da estrutura, mas também como material de referência para o diagnóstico de falhas. Além disso, a seção fornece os padrões de avaliação na inspeção de peças desmontadas.

TESTES E AJUSTES

Esta seção explica as verificações a serem efetuadas antes e após a execução dos reparos, bem como os ajustes a serem feitos no momento da conclusão das verificações e reparos.

DIAGNÓSTICO DE FALHAS

Tabelas de diagnósticos de falhas correlacionando os “Problemas” às “Causas” também estão incluídas nesta seção.

DESMONTAGEM E MONTAGEM

Esta seção traz explicações sobre a ordem a ser adotada na remoção, instalação, desmontagem ou montagem de cada componente, bem como as precauções a serem tomadas em cada uma dessas operações.

OUTROS

Esta seção apresenta os desenhos em forma de encarte dobrado referentes à máquina.

IMPORTANTE

As especificações contidas neste manual de oficina estão sujeitas a alterações a qualquer momento e sem aviso prévio. Entre em contato com seu distribuidor para obter as últimas informações disponíveis.

PREFÁCIO

COMO LER O MANUAL DE OFICINA

COMO LER O MANUAL DE OFICINA

VOLUMES

Os manuais de oficina são confeccionados na forma de guia para se efetuar os reparos. Eles são divididos como segue:

Volume do chassi: elaborado para cada modelo de má- quina Volume do motor: elaborado para cada série de motor

Volume elétrico: É elaborado um único volume para abranger todos os modelos Volume dos implementos: É elaborado um único volume para abranger todos os modelos

Estes volumes são projetados para evitar a duplicação de informações. Assim, para controlar todos os reparos em qualquer modelo, é necessário que as informações sobre o chassi, motor, componentes elétricos e implementos estejam disponíveis.

DISTRIBUIÇÃO E ATUALIZAÇÃO

Quaisquer aditamentos, adendos ou outras alterações se- rão enviados aos seus respectivos distribuidores. Procure sempre obter as informações mais atualizadas antes de iniciar qualquer trabalho.

MÉTODO DE ARQUIVAMENTO

1. Observe o número da página na sua parte inferior e arquive as páginas na ordem correta.

2. Os exemplos a seguir mostram como os números de página devem ser lidos:

Exemplo:

10 - 3

como os números de página devem ser lidos: Exemplo: 10 - 3 Número do item (10.

Número do item (10. Estrutura e Funcionamento)

Número da página consecutiva para cada item

3. Páginas adicionais: As páginas adicionais são indicadas por um hífen (-) e numeradas após o número da página. Arquive como no exemplo. Exemplo:

10-4

10-4-1

10-4-1  
 

10-4-2

Páginas adicionadas

10-5

MARCA DE EDIÇÃO REVISADA

Quando um manual é revisado, uma marca de edição

(âêô

)

é registrada no canto externo inferior das páginas.

REVISÕES

As páginas revisadas são mostradas na LISTA DE PÁ- GINAS REVISADAS entre a página-título e a página de SEGURANÇA.

SÍMBOLOS

Para que o manual de oficina possa ser utilizado de manei- ra ampla e prática, os locais importantes para segurança e qualidade estão marcados com os símbolos apresentados a seguir.

Símbolo

Item

Observações

   

Precauções especiais de segu-

!
!

Segurança

rança, necessárias na execução do trabalho

   

Precauções técnicas especiais ou

Cuidado

outras precauções para os padrões de preservação, necessárias na ex- ecução do trabalho

Peso  Peso das peças ou sistemas. É necessário cuidado ao selecionar o cabo de içamento,

 

Peso das peças ou sistemas. É necessário cuidado ao selecionar o cabo de içamento, ou quando a posição de trabalho é importante, etc.

   

Locais que podem requerer atenção

Torque de apertoespecial quanto ao torque de aperto durante a montagem

especial quanto ao torque de aperto durante a montagem

   

Locais a serem cobertos com adesi-

Revestimentovos e revestidos com lubrificantes, etc.

vos e revestidos com lubrificantes, etc.

 

Abastecimento  Locais onde o óleo, água ou com- bustível devem ser adicionados e a sua capacidade.

Locais onde o óleo, água ou com- bustível devem ser adicionados e a sua capacidade.

 

Drenagem  Locais onde o óleo ou água devem ser drenados, e a quantidade a ser drenada.

Locais onde o óleo ou água devem ser drenados, e a quantidade a ser drenada.

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INSTRUÇÕES PARA IÇAMENTO

INSTRUÇÕES PARA IÇAMENTO

IÇAMENTO

!
!

ATENÇÃO! As peças pesadas (com 25 kg ou mais) devem ser içadas com um guincho, etc. Na seção DESMONTAGEM E MONTAGEM, toda peça pesando 25 kg ou mais é indicada claramente com o símbolo

pesando 25 kg ou mais é indicada claramente com o símbolo  Se uma peça não

Se uma peça não puder ser removida da máquina de modo suave por meio de içamento, devem ser feitas as seguintes verificações:

1. Verifique se todos os parafusos que fixam a peça às suas respectivas partes foram removidos.

2. Verifique a existência de outra peça que esteja interfe- rindo com a peça a ser removida.

CABOS DE AÇO

1. Utilize os cabos adequados, dependendo do peso das peças a serem suspensas, consultando a tabela abaixo:

Cabos de aço (Cabos entrelaçados padrão “Z” ou “S” sem galvanização)

Diâmetro do cabo

Carga permissível

mm

kN

ton

10

9,8

1,0

11,2

13,7

1,4

12,5

15,7

1,6

14

21,6

2,2

16

27,5

2,8

18

35,3

3,6

20

43,1

4,4

22,4

54,9

5,6

30

98,1

10,0

40

176,5

18,0

50

274,6

28,0

60

392,2

40,0

O valor da carga permissível é estimado em 1/6 ou 1/7 da tensão de ruptura do cabo utilizado. Coloque os cabos de aço na parte média do gancho.

2.

A amarração próxima à ponta do gancho poderá fazer com que o cabo de aço escape para fora do gancho du- rante o içamento, podendo causar um acidente grave

Os ganchos possuem a sua máxima resistência na parte central.

ganchos possuem a sua máxima resistência na parte central. 3. Não amarre uma carga pesada com

3. Não amarre uma carga pesada com apenas um cabo, mas com dois ou mais cabos enrolados simetricamente ao redor da carga

!
!

ATENÇÃO! A amarração com apenas um cabo de aço poderá fazer com que a carga vire durante o seu içamento, o cabo de aço poderá desenrolar ou mesmo a carga poderá deslizar do cabo, saindo de sua posição original e vindo a causar um grave acidente.

4. Não amarre uma carga pesada com cabos formando um ângulo amplo de içamento a partir do gancho. Ao suspender uma carga com dois cabos ou mais, a força sujeita a cada um dos cabos irá aumentar com o ângulo de içamento. A tabela abaixo mostra a variação da carga permissível em {kg}, quando o içamento é feito com dois cabos, cada um dos quais sendo capaz de suspender até 1.000 kg verticalmente, sob vários ângulos de sus- pensão. Quando os dois cabos suspendem uma carga verticalmente, até 2.000 kg do peso total podem ser suspensos. Este peso é reduzido para 1.000 kg quando os dois cabos formam um ângulo de içamento de 120º. Por outro lado, ambos os cabos estão sujeitos a uma força excessiva tão grande quanto 4.000 kg, se estes suspenderem uma carga de 2.000 kg em um ângulo de elevação de 150º.

uma carga de 2.000 kg em um ângulo de elevação de 150º. Ângulo de elevação: α
Ângulo de elevação: α Capacidade da carga em kg
Ângulo de elevação: α
Capacidade da carga em kg

PREFÁCIO

ACOPLADOR TIPO DINAMÔMETRO

ACOPLADOR TIPO DINAMÔMETRO

Atenção! Antes de executar o trabalho a seguir, libere Atenção!

pressão residual do reservatório hidráulico. Para mais detalhes, consulte a seção TESTES

E AJUSTES, Liberação da pressão residual do tanque hidráulico.

a

Atenção! Mesmo que a pressão residual seja liberada Atenção!

hidráulico poderá escorrer para fora quando

reservatório hidráulico, um pouco de óleo

do

a mangueira for desconectada. Portanto,

providencie um recipiente para recolher o óleo.

TIPO 1

DESCONEXÃO

1. Libere a pressão residual do reservatório hidráulico. Para mais detalhes, consulte TESTES E AJUSTES, Liberação da pressão residual do tanque hidráulico.

2. Segure o adaptador (1) e empurre a junção da mangueira (2) para dentro do adaptador de encaixe (3). O adaptador pode ser empur- rado em aproximadamente 3,5 mm. Não segure na parte da tampa de borracha (4).

3. Após a junção da mangueira (2) ser pressionada para dentro do adaptador (3), aperte a parte da tampa de borracha (4) contra o adaptador até ouvir um estalo.

4. Segure o adaptador (1) da mangueira ou a mangueira (5) e puxe-a para fora. Como escorre um pouco de óleo hidráulico, providencie um recipiente para recolher o óleo.

CONEXÃO

1. Segure o adaptador (1) da mangueira ou a mangueira (5) e introduza-o no adaptador de encaixe (3), alinhando-os entre si. Não segure a parte da tampa de borracha (4).

2. Após introduzir a mangueira no adaptador de encaixe, puxe-a de volta para verificar a sua condição de conexão. Quando a man- gueira é puxada para trás, a parte da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica uma anomalia.

da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica
da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica
da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica
da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica
da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica
da tampa de borracha move-se em direção à mangueira em aproximadamente 3,5 mm. Isto não indica

PREFÁCIO

ACOPLADOR TIPO DINAMÔMETRO

TIPO 2

DESCONEXÃO

1. Segure o bocal da parte de aperto e empurre o corpo (2) para dentro em linha reta, até o anel de prevenção contra deslizamen- to (1) entrar em contato com a superfície de contato a da parte sextavada na extremidade macho.

2. Segure como na condição da Etapa 1 e gire a alavanca (4) para a direita – no sentido horário.

3. Segure como mostra a condição das Etapas 1 e 2 e puxe todo o corpo (2) para fora, a fim de desconectá-lo.

CONEXÃO

1. Segure o conector da parte de aperto e empurre o corpo (2) em linha reta, até o anel de prevenção contra deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para conectá-la.

deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para

PREFÁCIO

ACOPLADOR TIPO DINAMÔMETRO

TIPO 3

DESCONEXÃO

1. Segure o conector da parte de aperto e pressione o corpo (2) em linha reta, até o anel de prevenção contra deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho.

2. Segure como mostrado na condição da Etapa 1 e empurre até a tampa (3) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho.

3. Segure como na condição das Etapas 1 e 2 e puxe todo o corpo (2) para fora, a fim de desconectá-lo.

CONEXÃO

1. Segure o conector da parte de aperto e pressione o corpo (2) para dentro em linha reta, até o anel de prevenção contra deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para conectá-la.

deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para
deslizamento (1) entrar em contato com a superfície a da parte sextavada na extremidade macho para

PREFÁCIO

EXPLICAÇÃO DOS TERMOS PADRÃO DE MANUTENÇÃO

EXPLICAÇÃO DOS TERMOS PADRÃO DE MANUTENÇÃO

Os valores padrão de manutenção necessários para a avaliação dos produtos e das peças são descritos pelos termos a seguir:

1. Tamanho Padrão e Tolerância

• Por motivos de precisão, o tamanho do acabamento das peças pode variar de uma para outra.

• Para especificar um tamanho de acabamento de uma peça, é definido um tamanho padrão temporário e é indicada uma possível diferença a partir daquele tamanho.

• O tamanho temporariamente definido descrito acima é de- nominado “tamanho padrão”, e a margem de diferença a partir do tamanho padrão é denominada “tolerância”.

• A tolerância apresentada por valores seguidos dos símbolos + ou – é indicada à direita do tamanho padrão.

Exemplo:

Tamanho padrão

Tolerância

120

-0,022

-0,126

Tamanho padrão 60 Tolerância do furo (superior): +0,046 Folga padrão (máx.): 0,122 Folga padrão (mín.):
Tamanho padrão 60
Tolerância do furo
(superior): +0,046
Folga padrão
(máx.): 0,122
Folga padrão
(mín.): 0,030
Tolerância do eixo
(inferior): – 0,076
Tolerância do eixo
(superior): – 0,030

A tolerância pode estar indicada no texto e na tabela como [tamanho padrão (limite superior de tolerância / limite inferior de tolerância)] Exemplo 120 (– 0,022 / – 0,126).

• Normalmente, o tamanho de um furo e o tamanho de um eixo a ser encaixado naquele furo são indicados pelo mesmo tamanho padrão e as diferentes tolerâncias do eixo e do furo. A precisão do encaixe é decidida pela tolerância.

• Indicação do tamanho do eixo de rotação e do furo, e o desenho da relação entre eles.

Exemplo:

Tolerância

Tamanho padrão

Eixo

Orifício

60

-0,030

-0,076

+0,046

0

2. Folga padrão e valor padrão

• A folga criada quando novas peças são montadas, é denominada “folga padrão”, indicada pela faixa entre a folga mínima e a folga máxima.

• Quando algumas peças são reparadas, a folga geralmente é ajustada para a folga padrão.

• Um valor do desempenho e do funcionamento de novos produtos ou equivalente é denominado “valor padrão”, indicado por uma faixa ou um valor a ser atingido.

• Quando algumas peças são reparadas, o valor de desempenho/funcionamento é ajustado de acordo com o valor padrão.

3. Interferência padrão

• Quando o tamanho de um orifício é menor do que o tamanho de um eixo em função de um tamanho padrão e da tolerância, a diferença entre esses tamanhos é denominada “interferência”.

• A faixa (A – B) correspondente à diferença (A) entre o tamanho mínimo do eixo e o tamanho máximo do furo, e à diferença (B) entre o tamanho máximo do eixo e o tamanho mínimo do furo, é a “interferência padrão”.

• Após reparar ou substituir algumas peças, meça o tamanho de seus orifícios e do eixo e verifique se a interfer- ência se encontra na faixa padrão.

PREFÁCIO

EXPLICAÇÃO DOS TERMOS PADRÃO DE MANUTENÇÃO

4. Limite de reparo e valor permissível

• O tamanho de uma peça é modificado em função do desgaste e deformação enquanto está sendo usada. O limite do tamanho modificado é denominado “limite de reparo”.

• Quando uma peça é desgastada até o seu limite de reparo, deve ser substituída ou reparada.

• O desempenho e o funcionamento de um produto são reduzidos durante o seu uso. Um valor abaixo da capaci- dade do produto em ser utilizado sem causar problemas é denominado “valor permissível”.

• Se um produto sofrer desgaste até atingir o valor permissível, deverá ser verificado ou reparado. Apesar do valor permissível ser estimado a partir de vários testes ou experiências, na maioria dos casos, deverá ser avaliado após consideradas as condições de operação e as exigências do cliente.

5. Limite de folga

• As peças podem ser utilizadas até que a folga entre elas aumente até um determinado limite. O limite no qual essas peças não devem mais ser utilizadas é denominado “limite de folga”.

• Se a folga entre as peças ultrapassar o limite de folga, deverão ser substituídas ou reparadas.

6. Limite de interferência

• O limite máximo de interferência permissível entre o furo de uma peça e o eixo de uma outra peça a serem montadas é denominado “limite de interferência”.

• O limite de interferência mostra o limite de reparo da peça de menor tolerância.

• Se a interferência entre as peças ultrapassar o limite de interferência, estas deverão ser substituídas ou repara- das.

PREFÁCIO

TORQUE DE APERTO PADRÃO

TORQUE DE APERTO PADRÃO

PARAFUSOS E PORCAS

A menos que haja instruções especiais, aperte as porcas e parafusos com rosca métrica no torque fornecido abaixo. (ao utilizar um torquímetro).

A tabela a seguir corresponde aos parafusos na Figura A.

Diâmetro da rosca do parafuso

Largura entre faces opostas

 

Torque de aperto

mm

mm

 

Nm

libra-pés

6

10

11,8 - 14,7

8,70 - 10,84 19,91 - 25,07 43,51 - 54,57 72,28 - 90,72

8

13

27

- 34

10

17

59

- 74

12

19

98 - 123

14

22

153

- 190

112,84 - 140,13

16

24

235

- 285

173,32 - 210,20

18

27

320

- 400

236,02 - 295,02

20

30

455

- 565

335,59 - 416,72

22

32

610

- 765

449,91 - 564,23

24

36

785

- 980

578,98 - 722,81

27

41

1150

- 1440

848,19 - 1062,09

30

46

1520

- 1910

1121,09 - 1408,74

33

50

1960

- 2450

1445,62 - 1807,02

36

55

2450

- 3040

1807,02 - 2242,19

39

60

2890

- 3630

2131,55 - 2677,35

A tabela a seguir corresponde aos parafusos na Figura B.

Diâmetro da rosca do parafuso

Largura entre faces opostas

Torque de aperto

mm

mm

Nm

libra-pés

6

10

5,9 - 9,8

4,35 - 7,22

8

13

13,7 - 23,5

10,10 - 17,33

10

14

34,3 - 46,1

25,29 - 34,00

12

27

74,5 - 90,2

54,94 - 66,52

Figura A

- 17,33 10 14 34,3 - 46,1 25,29 - 34,00 12 27 74,5 - 90,2 54,94

Figura B

- 17,33 10 14 34,3 - 46,1 25,29 - 34,00 12 27 74,5 - 90,2 54,94

PREFÁCIO

TORQUE DE APERTO PADRÃO

TORQUE DE APERTO PARA PORCAS DE MANGUEIRAS

Utilize estes torques para as porcas de mangueiras.

Nº Nominal

Diâmetro da rosca

Largura entre faces opostas

Torque de aperto

mm

mm

Nm

libra-pés

02

14

19

19,6 - 29,4

14,5 - 21,7

03

18

24

29,4 - 68,6

21,7 - 50,6

04

22

27

58,9 - 98,1

44,4 - 72,4

05

24

32

107,9 - 166,7

79,6 - 123,0

06

30

36

147,1 - 205,9

108,5 - 151,9

10

33

41

147,1 - 245,1

108,5 - 180,8

12

36

46

196,2 - 294,2

144,7 - 217,0

14

42

55

245,2 - 343,2

180,9 - 253,1

TORQUE DE APERTO PARA PARAFUSOS COM FLANGE BIPARTIDO

Utilize estes torques para os parafusos com flange bipartido.

Diâmetro da rosca

Largura entre faces opostas

Torque de aperto

mm

mm

Nm

libra-pés

10

14

59 - 74

43,51 - 54,57

12

17

98 - 123

72,28 - 90,72

16

22

235 - 285

173,32 - 210,20

TORQUE DE APERTO PARA PORCAS AFUNILADAS

Utilize estes torques para a parte afunilada da porca.

Superfície de vedação
Superfície de vedação

Diâmetro da rosca

Largura entre faces opostas

Torque de aperto

mm

mm

Nm

libra-pés

14

19

24,5 ± 4,9

18,0 ± 3,6

18

24

49 ± 19,6

36,1 ± 14,4

22

27

78,5 ± 19,6

57,8 ± 14,4

24

32

137,3 ± 29,4

101,2 ± 21,6

30

36

176,5 ± 29,4

130,1 ± 21,6

33

41

196,1 ± 49

144,6 ± 36,1

36

46

245,2 ± 49

180,8 ± 36,1

42

55

294,2 ± 49

216,9 ± 36,1

PREFÁCIO

TORQUE DE APERTO PADRÃO

TORQUES DE APERTO PARA JUNTAS DE TUBULAÇÃO DE RESSALTO COM ANEL “O”

A menos que haja instruções especiais, aperte as juntas de tubulação de ressalto com anel “O” no torque abaixo.

Nº Nominal

Diâmetro da rosca

Largura entre faces opostas

 

Torque de aperto Nm (libra-pés)

 

mm

mm

 

Faixa

 

Meta

02

14

 

35

- 63 (25,81 - 46,46)

44

(32,45)

03,04

20

84

- 132 (61,95 - 97,35)

103

(75,96)

05,06

24

Varia dependendo do tipo de conector

128 - 186 (94,40 - 137,18)

157

(115,79)

10,12

33

363

- 480 (267,73 - 354,02)

422

(311,25)

14

42

746

- 1010 (550,22 - 744,93)

883

(651,26)

TABELA DE TORQUES DE APERTO PARA BUJÕES DE RESSALTO COM ANEL “O”

A menos que haja instruções especiais, aperte os bujões de ressalto com anel “O” no torque abaixo.

Nº Nominal

Diâmetro da rosca

Largura entre faces opostas

Torque de aperto Nm (libra-pés)

mm

mm

Faixa

Meta

08

08

14

5,88 - 8,82 (4,33 - 6,50)

7,35 (5,42)

10

10

17

9,8 - 12,74 (7,22 - 9,39)

11,27 (8,31)

12

12

19

14,7 - 19,6 (10,84 - 14,45)

17,64 (13,01)

14

14

22

19,6 - 24,5 (14,45 - 18,07)

22,54 (16,62)

16

16

24

24,5 - 34,3 (18,07 - 25,29)

29,4 (21,68)

18

18

27

34,3 - 44,1 (25,29 - 32,52)

39,2 (28,91)

20

20

30

44,1 - 53,9 (32,52 - 39,75)

49,0 (36,14)

24

24

32

58,8 - 78,4 (43,36 - 57,82)

68,6 (50,59)

30

30

32

93,1 - 122,5 (68,66 - 90,35)

107,8 (79,50)

33

33

-

107,8 - 147,0 (79,50 - 108,42)

124,4 (91,75)

36

36

36

127,4 - 176,4 (93,96 - 130,10)

151,9 (112,03)

42

42

-

181,3 - 240,1 (133,72 - 177,08)

210,7 (155,40)

52

52

-

274,4 - 367,5 (202,38 - 271,05)

323,4 (238,52)

TABELA DE TORQUE PARA MANGUEIRAS (TIPO RETENTOR CÔNICO E RETENTOR FACIAL)

Aperte as mangueiras (tipo retentor cônico e retentor facial) no torque a seguir, a menos que especificado de outra forma.

Aplique o seguinte torque quando as roscas estiverem revestidas com uma película de óleo para motor:

   

Torque de aperto Nm (libra-pés)

Tipo retentor

Tipo retentor facial

cônico

Tamanho

Largura

     

Tamanho da rosca nominal – Roscas por polegada, Série de rosca

 

nominal da

entre faces

Tamanho da

Diâmetro da raiz (mm) (Referência)

mangueira

opostas

 

Faixa

Meta

rosca (mm)

   

34

- 54 (25,0 - 39,8)

44

(32,4)

-

9/16 - 18UN

14,3

02

19

34

- 63 (25,0 - 46,4)

44

(32,4)

14

-

-

 

22

54

- 93 (39,8 - 68,5)

74

(54,5)

-

11/16 - 16UN

17,5

03

24

59

- 98 (43,5 - 72,2)

78

(57,5)

18

-

-

04

27

84 - 132 (61,9 - 97,3)

103

(75,9)

22

13/16 - 16UN

20,6

05

32

128 - 186 (94,4 - 137,1)

157

(115,7)

24

1 - 14UNS

25,4

06

36

177

- 245 (130,5 - 180,7)

216

(159,3)

30

1 3/16 - 12UN

30,2

(10)

41

177

- 245 (130,5 - 180,7)

216

(159,3)

33

-

-

(12)

46

197

- 294 (145,3 - 216,8)

245

(180,7)

36

-

-

(14)

55

246

- 343 (181,4 - 252,9)

294

(216,8)

42

-

-

PREFÁCIO

CÓDIGO DA FIAÇÃO ELÉTRICA

CÓDIGO DA FIAÇÃO ELÉTRICA

Nos diagramas da fiação, são empregadas várias cores e símbolos para indicar a espessura dos fios. Esta tabela de códigos de fios irá auxiliá-lo a entender os DIAGRAMAS DA FIAÇÃO. Exemplo: 05WB indica um cabo tendo um número nominal 05 e um revestimento branco com tiras pretas.

CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO A ESPESSURA

   

Fio de cobre

 

Classificação

 

Número

     

D.E. do cabo

Circuito aplicável

nominal

Número de

condutores

Diâm. do condu- tor (mm)

Seção trans-

versal (mm)

(mm)

de corrente

(A)

0,85

11

0,32

0,88

2,4

12

Partida, iluminação, sinal, etc.

2

26

0,32

2,09

3,1

20

Iluminação, sinal, etc.

5

65

0,32

5,23

4,6

37

Carga e sinal

15

84

0,45

13,36

7,0

59

Partida (Vela de preaquecimento)

40

85

0,80

42,73

11,4

135

Partida

60

127

0,80

63,84

13,6

178

Partida

100

217

0,80

109,1

17,6

230

Partida

CLASSIFICAÇÃO POR COR E CÓDIGO

Priori-

Classificação dos

Carga

Aterramento

Partida

Iluminação

Instrumento

Sinal

Outros

dade

circuitos

1

Primário

Código

W

B

B

R

Y

G

L

Cor

Branco

Preto

Preto

Vermelho

Amarelo

Verde

Azul

   

Código

WR

-

BW

RW

YR

GW

LW

2

 

Branco e

 

Preto e

Vermelho e

Amarelo e

Verde e

Azul e

Cor

Vermelho

-

Branco

Branco

Vermelho

Branco

Branco

 

Código

WB

-

BY

RB

YB

GR

LR

3

 

Branco e

 

Preto e

Vermelho e

Amarelo e

Verde e

Azul e Ver- melho

Cor

Preto

-

Amarelo

Preto

Preto

Vermelho

 

Auxiliar

Código

WL

-

BR

RY

YG

GY

LY

4

 

Branco e

 

Preto e

Vermelho e

Amarelo e

Verde e

Azul e

Cor

Azul

-

Vermelho

Amarelo

Verde

Amarelo

Amarelo

   

Código

WG

-

-

RG

YL

GB

LB

5

 

Branco e

   

Vermelho e

Amarelo e

Verde e

 

Cor

Verde

-

-

Verde

Azul

Preto

Azul e Preto

 

Código

- -

 

-

RL

YW

GL

-

6

       

Vermelho e

Amarelo e

   

Cor

- -

-

Azul

Branco

Verde e Azul

-

PREFÁCIO

CÓDIGO DA FIAÇÃO ELÉTRICA

COMO LER OS CÓDIGOS DA FIAÇÃO ELÉTRICA

As informações sobre os condutores exclusivos para cada modelo de máquina são apresentadas na seção Diag- nóstico de Falhas e nas Informações relacionais do diagnóstico de falhas.

No diagrama do circuito elétrico, o material, a espessura e a cor de cada fio elétrico são indicados por símbolos. O código de condutores elétricos é útil para o entendimento do diagrama do circuito elétrico.

Exemplo: AEX 0,85 L - - - Indica um fio na cor azul, rersistente ao
Exemplo:
AEX
0,85
L
- - - Indica um fio na cor azul, rersistente ao calor, de baixa voltagem para automóveis,
e de nº nominal 0,85
Indica a cor do fio através do código de cores.
Os códigos de cores são mostrados na Tabela 3.
Indica o tamanho do fio através do número nominal.
O tamanho (nº nominal) é mostrado na Tabela 2.
Indica o tipo de fio de acordo com o símbolo.
O tipo, o símbolo e o material do fio são mostrados na Tabela 1.
(Visto que os fios AV e AVS são classificados por tamanho (nº nominal), eles não
são indicados.)

1. Tipo, símbolo e material Os fios AV e AVS são diferentes apenas na grossura e no diâmetro externo do revestimento. O fio AEX é similar ao AV em espessura e em diâmetro externo, e diferente do AV e do AVS quanto ao material do revestimento.

(Tabela 1)

     

Faixa de

 

Tipo

Símbolo

 

Material

temperatura de

Exemplo de utilização

 

utilização (ºC)

Fio de baixa voltagem para automóveis

AV

Condutor

Cobre recozido para aplicação elétrica

 

Fiação em geral (Nº nominal 5 e acima)

Isolante

PVC macio

Fio de baixa voltagem e revestimento fino para automóveis

 

Condutor

Cobre recozido para aplicação elétrica

-30 a + 60 (-22 a +140)

Fiação em geral (Nº nominal 3 e abaixo)

AVS

Isolante

PVC macio

Fio de baixa voltagem resistente ao calor para automóveis

 

Condutor

Cobre recozido para aplicação elétrica

-50 a + 110 (-58 a +230)

Fiação em geral em regiões extremamente frias, fiação em locais de alta temperatura

AEX

Isolante

Polietileno com ligações transversais, resistente ao calor

PREFÁCIO

CÓDIGO DA FIAÇÃO ELÉTRICA

2. Dimensões

(Tabela 2)

 

Nº Nominal

 

0,5f

 

(0,5)

0,75f

(0,85)

1,25f

(1,25)

2f

 

2

3f

3

51

 

Número

                     

de fios /

Diâmetro

20/0,18

 

7/0,32

30/0,18

11/0,32

50/0,18

16/0,32

37/0,26

26/0,32

58/0,26

41/0,32

65/0325

 

do fio

 

Condutor

 

Área

                     

seccional

0,51

 

0,56

0,76

0,88

1,27

1,29

1,96

 

2,09

3,08

3,30

5,23

 

(mm

2 )

   

d

(aprox)

1,0

   

1,2

   

1,5

1,9

 

1,9

2,3

2,4

3,0

Revest.

 

AVS

Padrão

2,0

   

2,2

   

2,5

2,9

 

2,9

3,5

3,6

-

D

AV

Padrão

-

 

-

 

-

-

 

-

 

- 4,6

-

 

AEX

Padrão

2,0

   

2,2

   

2,7

3,0

 

3,1

 

- 4,6

3,8

 
 

Nº Nominal

 

8

15

20

 

30

 

40

50

60

 

85

 

100

 

Número

                 

de fios /

Diâmetro

50/0,45

84/0,45

41/0,80

70/0,80

 

85/0,80

108/0,80

127/0,80

169/0,80

217/0,80

 

do fio

 

Condutor

 

Área

                 

seccional

7,95

13,36

20,61

35,19

 

42,73

54,29

63,84

84,96

 

109,1

 

(mm

2 )

   

d

(aprox)

3,7

4,8

6,0

 

8,0

 

8,6

9,8

10,4

 

12,0

 

13,6

Revst.

 

AVS

Padrão

-

-

-

 

-

 

-

-

-

 

-

 

-

D

AV

Padrão

5,5

7,0

8,2

 

10,8

 

11,4

13,0

13,6

 

16,0

 

17,6

AEX

Padrão

5,3

7,0

8,2

 

10,8

 

11,4

13,0

13,6

 

16,0

 

17,6

A letra “f” do nº nominal denota flexibilidade.

  11,4 13,0 13,6   16,0   17,6  A letra “f” do nº nominal denota

PREFÁCIO

CÓDIGO DA FIAÇÃO ELÉTRICA

3. Tabela de códigos de cores

(Tabela 3)

Código da cor

Cor do fio

Código da cor

Cor do fio

B

Preto

LgW

Verde claro e branco

Br

Marrom

LgY

Verde claro e amarelo

BrB

Marrom e preto

LR

Azul e vermelho

BrR

Marrom e vermelho

LW

Azul e branco

BrW

Marrom e branco

LY

Azul e amarelo

BrY

Marrom e amarelo

O

Laranja

Ch

Carvão

P

Rosa

Dg

Verde escuro

R

Vermelho

G

Verde

RB

Vermelho e preto

GB

Verde e preto

RG

Vermelho e verde

GL

Verde e azul

RL

Vermelho e azul

Gr

Cinza

RW

Vermelho e branco

GR

Verde e vermelho

RY

Vermelho e amarelo

GW

Verde e branco

Sb

Azul celeste

GY

Verde e amarelo

Y

Amarelo

L

Azul

YB

Amarelo e preto

LB

Azul e preto

YG

Amarelo e verde

Lg

Verde claro

YL

Amarelo e azul

LgB

Verde claro e preto

YR

Amarelo e vermelho

LgR

Verde claro e vermelho

YW

Amarelo e branco

Em um código de cor que consiste de duas cores, a primeira cor significa a cor de fundo e a segunda é a cor da marca. Exemplo: “GW” significa que o fundo é verde e a marca está na cor branca.

Tipos de circuitos e códigos de cores

(Tabela 4)

Tipo de fio

 

AVS ou AV

 

AEX

 

Carga

R

WG

-

-

-

-

R

-

Terra

B

-

-

-

-

-

B

-

Partida

R

-

-

-

-

-

R

-

Iluminação

RW

RB

RY

RG

RL

-

D

-

Instrumen-

               

tos

Y

YR

YB

YG

YL

YW

Y

Gr

Sinalização

G

GW

GR

GY

GB

GL

G

Br

Tipos de

 

L

LW

LR

LY

LB

-

L

-

Circuito

Br

BrW

BrR

BrY

BrB

-

-

-

Lg

LgR

LgY

LgB

LgW

-

-

-

O

-

-

- -

 

-

-

-

Outros

Gr

-

-

- -

 

-

-

-

P

-

-

- -

 

-

-

-

Sb

-

-

- -

 

-

-

-

Dg

-

-

- -

 

-

-

-

Ch

-

-

- -

 

-

-

-

PREFÁCIO

TABELAS DE CONVERSÕES

TABELA DE CONVERSÕES

MÉTODO DE UTILIZAÇÃO DA TABELA DE CONVERSÃO

A tabela de conversão é fornecida nesta seção para possibilitar a conversão simples de valores. Para obter detalhes sobre o método de utilização da tabela, consulte o exemplo fornecido a seguir.

Exemplo:

Método de utilização da tabela de conversão para converter medidas de milímetros para polegadas.

1. Converter 55 mm em polegadas.

A. Localize o número 50 na coluna vertical no lado esquerdo, considere-o como (A), e trace uma linha horizontal a partir de (A).

B. Localize o número 5 na linha superior, considere-o como (B), e trace uma linha perpendicular para baixo a partir de (B).

C. Considere o ponto onde as duas linhas se cruzam como (C). Este ponto (C) fornece o valor da conversão de milímetros para polegadas. Desta forma, 55 mm = 2,165 polegadas.

2. Converter 550 mm em polegadas.

A. O número 550 não aparece na tabela, assim, divida-o por 10 (mova a vírgula decimal uma casa para a esquerda), para convertê-lo para 55 mm.

B. Realize o mesmo procedimento apresentado acima para converter 55 mm em 2,165 polegadas.

C. O valor original (550 mm) foi dividido por 10, assim multiplique 2,165 polegadas por 10 (mova a vírgula decimal uma casa para a direita) para retornar ao valor original. Assim obtemos 500 mm = 21,65 polegadas.

ê

Milímetros para polegadas

 

1mm = 0,03937 pol

 
 

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

0

0

0,039

0,079

0,118

0,157

0,197

0,236

0,276

0,315

0,354

10

0,394

0,433

0,472

0,512

0,551

0,591

0,630

0,669

0,709

0,748

20

0,787

0,827

0,866

0,906

0,945

0,984

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30

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1,536

40