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MINUTAS PARA CONTRATOS DE TRABALHO

Do nosso Código do Trabalho e Legislação Complementar em CD-Rom

C1 – CONTRATOS DE TRABALHO EM GERAL

C1.2 - PROMESSA DE CONTRATO DE TRABALHO

C1.3 – PROMESSA DE CONTRATO DE TRABALHO SOB CONDIÇÃO SUSPENSIVA

C1.4 – PROMESSA UNILATERAL DE CONTRATO DE TRABALHO

C1.5 – CONTRATO DE TRABALHO SIMPLES

C1.6 – CONTRATO DE TRABALHO MAIS FAVORÁVEL AO EMPREGADOR

C1.10 – CONTRATO DE TRABALHO DE ADESÃO

C1.11 – CONTRATO PARA TRABALHAR NO ESTRANGEIRO FORA DO E.E.E.

C1.12 – DESTACAMENTO EM PAÍS ESTRANGEIRO

C1.15 - CONTRATO PARA A PARTICIPAÇÃO DE MENOR EM ESPECTÁCULOS

C1.16 – CONTRATO DE TRABALHO COM ESTRANGEIRO DE FORA DO E.E.E.

C1.17 – COMUNICAÇÃO DA CELEBRAÇÃO DO CONTRATO À I.G.T.

C1.18 - COMUNICAÇÃO DA CESSAÇÃO DO CONTRATO À I.G.T.

C1.19 - CONTRATO COM ESTRANGEIRO (DE FORA DO E.E.E.) PARA MOTORISTA INTERNACIONAL

C1.20 - CONTRATO DE TRABALHO COM PLURALIDADE DE EMPRESAS

C1.21 – CONTRATO DE TRABALHO A TEMPO PARCIAL

C1.22 - CONTRATO DE TELETRABALHO

C1.23 – CONTRATO DE TRABALHO EM COMISSÃO DE SERVIÇO

C1.24 – ACORDO PARA A PRESTAÇÃO DE TRABALHO EM REGIME DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

C1.25 – ACORDO PARA A CEDÊNCIA DE POSIÇÃO CONTRATUAL DO EMPREGADOR

C1.26 – ACORDO PARA CEDÊNCIA OCASIONAL DE TRABALHADOR

C1.27 – ACORDO PARA A CONCESSÃO DE LICENÇA SEM RETRIBUIÇÃO

C2 – CLAUSULADOS ADICIONAIS AO CONTRATO DE TRABALHO

C2.29 – ACORDO SOBRE O EXERCÍCIO DE DIREITOS DE PERSONALIDADE

C2.30 – ADENDA COM DECLARAÇÃO DE CONFIDENCIALIDADE

C2.31 – ADICIONAL AO CONTRATO DE TRABALHO PARA ESCLARECIMENTO DE DIREITOS E OBRIGAÇÕES

C2.32 – ADENDA INSERINDO UM PACTO DE EXCLUSIVIDADE

C2.33 – ADENDA INSERINDO UM PACTO DE NÃO CONCORRÊNCIA

C2.34 – ADENDA INSERINDO UM PACTO DE PERMANÊNCIA

C2.35 – ACORDO DE HORÁRIO DE TRABALHO EM REGIME DE ADAPTABILIDADE

C2.36 – ACORDO DE ISENÇÃO DE HORÁRIO DE TRABALHO

C2.37 - ACORDO PARA SIMPLES REVOGAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

C2.38 - ACORDO PARA REVOGAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO COM COMPENSAÇÃO E PEDIDO DE SUBSÍDIO DE DESEMPREGO

C3 – CONTRATO DE TRABALHO A TERMO

C3.39 – CONTRATO A TERMO CERTO AMPLO

C3.40 - CONTRATO A TERMO CERTO SIMPLES

C3.41 – CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO COM ISENÇÃO DE H.T.

C3.42 – CONTRATO A TERMO CERTO PARA MAIS DE 2 RENOVAÇÕES OU DE 3 ANOS

C3.43 - CONTRATO A TERMO CERTO INFERIOR A 6 MESES

C3.44 – CONTRATO A TERMO EM CASO DE LANÇAMENTO DE NOVA ACTIVIDADE

C3.45 – CONTRATO A TERMO CERTO COM TRABALHADOR À PROCURA DE 1.º EMPREGO

C3.46 – RENOVAÇÃO DE CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO COM 3 ANOS OU 2 RENOVAÇÕES

C3.47 - COMUNICAÇÃO PARA CADUCIDADE DO CONTRATO A TERMO CERTO (DENÚNCIA) PELO EMPREGADOR

C3.48 - COMUNICAÇÃO PARA CADUCIDADE DO CONTRATO A TERMO CERTO (DENÚNCIA) PELO TRABALHADOR

C3.49 – CONVERSÃO DE CONTRATO A PRAZO PARA CONTRATO A TERMO INCERTO

C3.50 – CONTRATO DE TRABALHO A TERMO INCERTO

C3.51 – OUTRO CONTRATO DE TRABALHO A TERMO INCERTO

C3.52 – CONTRATO DE TRABALHO A TERMO INCERTO E A TEMPO PARCIAL

C3.53 – COMUNICAÇÃO PARA CADUCIDADE DO CONTRATO A TERMO INCERTO (DENÚNCIA)

C3.54 – COMUNICAÇÃO PARA REVOGAÇÃO UNILATERAL DO CONTRATO DURANTE O PERÍODO EXPERIMENTAL

C4 – CONTRATOS DE TRABALHO COM REGIME ESPECIAL

C4.61 – CONTRATO DE TRABALHO TEMPORÁRIO

C4.62 – CONTRATO DE UTILIZAÇÃO DE TRABALHO TEMPORÁRIO

C4.63 – CONTRATO DE TRABALHO COM E.T.T. PARA CEDÊNCIA TEMPORÁRIA

C4.64 – CONTRATO DE CEDÊNCIA TEMPORÁRIA DE TRABALHADORES VINCULADOS À E.T.T.

C4.65 – CONTRATO DE TRABALHO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO E COOPERATIVO

C5 – CONTRATOS EQUIPARADOS E AFINS AO CONTRATO DE TRABALHO

C5.67 - CONTRATO DE APRENDIZAGEM

C5.68 – CONTRATO DE FORMAÇÃO

C5.69 – OUTRO CONTRATO DE FORMAÇÃO

C5.71 – CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

C1 - CONTRATOS DE TRABALHO EM GERAL

C1.2 – PROMESSA DE CONTRATO DE TRABALHO 1

Entre de uma parte, CLUBE DESPORTIVO DO MONTE ALTO, associação desportiva

com sede em

representada pelo Presidente da sua Direcção,

pessoa colectiva n.º

, que adiante se designa por Clube; e

titular

do b.i.

Segundo Contraente; é celebrado um contrato-promessa de contrato de trabalho, de conformidade com o disposto no artigo 94.º do Código do Trabalho, que se reduz ao presente instrumento com as cláusulas seguintes:

1.ª - O Clube, com vista ao treino e à preparação das suas equipas de rugby carece de um novo

treinador, já que o seu treinador actual terá o seu contrato caducado no fim da época em curso. 2.ª - O Segundo Contraente porque, no fim da presente época, não aceitará renovar o seu contrato de trabalho poderá assumir a função de treinador do Clube. 3.ª - Assim, ambas as partes se comprometem, pelo presente contrato-promessa, a celebrar um

contrato de trabalho entre elas para vigorar a partir do dia 1 de

4.ª - O clausulado do contrato de trabalho ora prometido, já se encontra acordado, constando

de um documento que, devidamente rubricado pelos intervenientes do presente contrato, a ele se junta e dele passando a fazer parte integrante. 5.ª - Caso alguma das partes falte ao cumprimento do presente contrato-promessa fica

no prazo de

obrigada a pagar à outra parte e como cláusula penal a quantia de dias.

que adiante se designa por

da outra parte, ANTÓNIO MANUEL, casado, treinador de rugby, residente em

n.º

emitido por

,

contribuinte n.º

,

do próximo ano.

euros,

1 A promessa de contrato de trabalho encontra-se prevista e regulada nos art.s 94.º e 103.º, n.º1 a). Nesta última disposição impõe-se a forma escrita, devendo constar a identificação e a assinatura das partes (n.º 2).

6.ª - O representante do Clube declara que a presente contratação foi devidamente ponderada pela Direcção, que deu a sua concordância por unanimidade. Por sua vez, o Segundo Contraente declara se encontrar autorizado a exercer a actividade, sendo titular da Celebrado em Em anexo um texto contratual

C1.3

SUSPENSIVA 3

-

PROMESSA

DE

CONTRATO

DE

TRABALHO 2

SOB

CONDIÇÃO

Lisboa, matriculada na Conservatória do Registo

,neste acto

representada pelos seus administradores, Srs

como promitente empregadora e adiante designada por EMPRESA; e

Dr.ª Felícia

,

, Lisboa, como promitente trabalhadora e adiante designado por

TRABALHADORA , É, ao abrigo do Código do Trabalho (art.s 94.º e 103, n.º 1 a)), recíproca e livremente acordado, a presente promessa de contrato de trabalho que subordinam às cláusulas seguintes:

Informática, S.A ., com sede na Rua

Comercial de Lisboa sob o n.º

, com poderes para obrigar a sociedade,

, com o capital social de €

com o NIF

solteira, titular do Bilhete de Identidade n.º

,

válido até

,

,emitido pelo Centro

,

de Identificação de Lisboa em

residente na Rua

Contribuinte Fiscal n.º

Tendo sido celebrado nesta data entre as partes um contrato de formação, cuja duração prevista é de seis meses, pelo presente contrato-promessa, obrigam-se a celebrar um contrato de trabalho se a TRABALHADORA terminar com bom aproveitamento o contrato de formação.

1. O contrato de trabalho deve ter início logo que seja concluída a acção de formação contratada, ou se a TRABALHADORA assim o desejar, poderá mediar um período de descanso de 15 dias seguidos.

2 A promessa de contrato de trabalho encontra-se prevista e regulada nos art.s 94.º e 103.º, n.º1 a). Nesta última disposição impõe-se a forma escrita, devendo constar a identificação e a assinatura das partes (n.º 2). 3 A condição suspensiva é permitida no art. 127.º do C.T.

2. Pretendendo a TRABALHADORA usar a faculdade que lhe é conferida no n.º 1 desta

cláusula deverá avisar a EMPRESA, por escrito, com oito dias de antecedência.

1.

A categoria profissional a atribuir à TRABALHADORA será a de Técnico Profissional,

competindo-lhe, nomeadamente, exercer as seguintes actividades:

2. A TRABALHADORA será contratada para exercer as referidas actividades na área de

prestações de serviços a terceiros, em particular relacionados com os módulos de software

palmar, sob a ordem e direcção dos representantes, directos ou indirectos, da EMPRESA. 3. Assim, as tarefas a desempenhar pela TRABALHADORA podem ser prestadas directamente à Empresa, aos Parceiros da Empresa, ou aos seus Clientes.

A

TRABALHADORA exercerá as suas funções quer nas instalações da EMPRESA sitas em

Oeiraa, na Rua

sempre que necessário e pelos períodos que lhe sejam determinados, nas instalações próprias dos Clientes da Empresa.

ou nos demais departamentos da Empresa disseminados pelo País e,

A

retribuição base mensal será de

(

euros),

a qual acrescerão os prémios de

produtividade, o subsídio de almoço e ajudas de custo em uso na EMPRESA.

O

período normal de trabalho será de 40 horas semanais, distribuídas no seguinte Horário de

Trabalho: de Segunda-Feira a Sexta-Feira, no período das 9 às 18 horas, com um intervalo de

descanso para almoço das 13 às 14 horas.

A

TRABALHADORA possui, nesta data, as habilitações académicas e profissionais seguintes

e que constam do seu currículo, que fica em anexo a este texto contratual.

Os contraentes reconhecem que para o exercício das tarefas que à TRABALHADORA

assume vir desenvolver, será necessário a obtenção de outros graus de certificação profissional, que implicam a frequência de cursos de formação profissional.

A Empresa

profissional indispensáveis para a obtenção da respectiva certificação profissional.

10ª

1. A TRABALHADORA obriga-se a prestar serviços à EMPRESA, sem diminuição de

retribuição, durante um prazo de dois anos, como compensação das despesas que venham a

formação

assegurará

à

TRABALHADORA

a

frequência

dos

cursos

de

ser

feitas pela entidade empregadora na sua preparação profissional. 43

2.

A TRABALHADORA pode desobrigar-se desse compromisso se restituir a soma das

importâncias despendidas pela entidade patronal

3. A compensação deverá tomar como base de cálculo o valor máximo de 250,00 € por cada

dia

de formação recebida pela TRABALHADORA.

11ª

Os

contraentes acordam em que o contrato prometido não ficará sujeito a qualquer período

experimental por ser tido em conta que a TRABALHADORA frequentará uma acção de

formação cuja duração não será inferior a seis meses.

12ª

Em caso de incumprimento sem justa causa, a indemnização a pagar pelo contraente faltoso será igual a seis vezes o valor da remuneração mensal prometida.

13ª

1. Em todo o omisso recorrer-se-á às disposições legais e convencionais vigentes.

2. O instrumento de regulamentação colectiva aplicável será a Portaria ou o Regulamento de

Condições Mínimas para os Trabalhadores Administrativos.

Feito em duplicado, sendo assinado por ambos os contraentes, destinando-se um dos exemplares a cada um deles, mas ambos fazendo fé de igual modo.

Celebrado em

, aos

dias do mês de

de

50

Pel´A EMPRESA

A TRABALHADORA

C1.4 – PROMESSA UNILATERAL DE CONTRATO DE TRABALHO

Localidade e data

Ex.mo Senhor

Xavier Zagalo

Rua

Pela presente venho prometer celebrar com V.Exa um contrato de trabalho para exercer a actividade profissional de pedreiro, nesta cidade e arredores, mediante a retribuição base de

euros,

com início no dia primeiro do próximo mês de

Esperando a sua concordância, apresento-lhe os meus cumprimentos

Assinatura e carimbo 4 ou reconhecimento

C1.5 - CONTRATO DE TRABALHO SIMPLES

Entre, de uma parte, com sede na Av

Advogados sob o n.º ,,,,,representada pelo seu abreviadamente por Sociedade, e;

& ASSOCIADOS, SOCIEDADE DE ADVOGADOS,

registada na Ordem dos

adiante designada

Lisboa, pessoa colectiva nº

,

,

Dr.

,

da outra parte

SOFIA

,

solteira, maior, residente na Rua

contribuinte nº

, adiante designada por Trabalhadora;

, beneficiária da segurança social com o n.º

é celebrado um contrato de trabalho que se regerá pelas seguintes cláusulas:

O contrato é celebrado entre as duas contraentes, para vigorar por tempo indeterminado. O local de trabalho normal será no escritório da Sociedade, podendo a actividade laboral ser exercida, esporadicamente, noutros locais da cidade de Lisboa e das comarcas limítrofes.

4 De conformidade com o Código das Sociedades Comerciais os gerentes vinculam a sociedade, em actos escritos, apondo a sua assinatura com indicação dessa qualidade (n.º 4 do art. 260.º) e o mesmo acontece com os administradores das sociedades anónimas (art. 409.º, n.º 4).

A categoria profissional será de estagiária para escriturária e terá a cargo o serviço externo

de entrega e recepção de documentação e apoio administrativo do escritório,

nomeadamente: processamento de texto, correio electrónico, atendimento de telefones,

arquivos, ficheiros, registos, contas, aprovisionamento e recepção de clientes.

O contrato é celebrado na presente data, na qual terá o início da sua vigência.

O contrato é celebrado para vigorar sem termo ou prazo de vigência mas fica sujeito a um

período experimental de 180 (centa e oitenta) dias, por se tratar de funções de confiança.

A empregada terá direito a gozar as férias previstas na lei.

Em caso de denúncia ou rescisão do contrato deverão ser observados os prazos estabelecidos na lei.

A retribuição base mensal será de

por cada dia completo de trabalho efectivamente

sujeita aos descontos legais, acrescida de

(

euros)

subsídio de refeição no valor de

exercido.

O período normal de trabalho decorre das 10 às 19 horas, com intervalo para almoço de

uma hora, de 2ª a 6ª feira de cada semana.

10ª Será aplicável o Regulamento de Condições Mínimas para os Trabalhadores

Administrativos, publicada no B.T.E., I série, nº

de

Celebrado em Lisboa aos

assinados e distribuídos pelas partes.

,

constando de dois exemplares, devidamente

C1.6 - CONTRATO DE TRABALHO MAIS FAVORÁVEL AO EMPREGADOR

Entre, por um lado, SOCIEDADE DE COMÉRCIO LDA, com sede na Rua

matriculada na C.R.C. de Lisboa sob o n.º

Lisboa,

contos, pessoa

com

o capital social de

colectiva n 0

, representada pelo seu sócio-gerente, o Sr

adiante designada por primeira

contraente; e

Por outro lado, MARIA

bilhete de identidade n.º

segurança social n.º

,

divorciada, residente na Rua da

Lisboa, titular do

o número de identificação fiscal 163449864, beneficiária da

, n 0

,

com

adiante designada por segunda contraente ou empregada;

foi ajustado, e pelo presente documento se reduz a escrito, o contrato de trabalho nos termos e cláusulas seguintes:

Cl. 1ª - Local de trabalho

1 - O local de trabalho será na sede da primeira contraente e, ocasionalmente, na zona de Lisboa.

2 - A segunda contraente aceita expressamente, e desde já, a possibilidade de ser transferida para qualquer outro local de trabalho da primeira contraente, suportando esta as despesas feitas por aquela, directamente impostas pela transferência.

3 - A segunda contraente aceita, desde já, todas as deslocações em serviço impostas pelas conveniências da actividade da primeira contraente.

4 – A segunda contraente aceita, desde já, trabalhar para outra empresa com ligação à primeira contraente

2ª - Actividade contratada

1 - Pelo presente contrato, o segundo contraente compromete-se a executar, sob a autoridade e direcção da primeira contraente, a tempo inteiro e com plena dedicação, as funções que correspondem à sua categoria profissional de

2 - A categoria profissional atribuída à segunda contraente é de Regulamento Interno da Empresa

prevista no n.º

do

3 - A segunda contraente compromete-se, igualmente, a realizar todas as outras tarefas acessórias ou complementares, para as quais se encontre capacitada e habilitada profissionalmente.

3ª - Vigência

O contrato é celebrado para vigorar sem termo ou prazo de vigência, mas fica sujeito a um

período experimental de cento e oitenta dias, por a segunda contraente ir exercer funções de confiança.

4ª - Férias

A segunda contraente tem direito a gozar, anualmente, um período de férias, nos termos da lei

e no ano inicial terá o direito de gozar

e no segundo ano

5ª - Cessação do contrato

1 - A cessação do presente contrato de trabalho por iniciativa da segunda contraente, e por

causas não imputáveis à primeira contraente, obriga aquela a avisar esta última com uma antecedência mínima de 30 ou 60 dias, consoante, na altura, tenha até dois ou mais anos de

antiguidade ao serviço da primeira contraente.

2 - Se a segunda contraente não cumprir, total ou parcialmente, o prazo de aviso prévio

referido no número anterior, pagará à primeira contraente, a título de indemnização, o valor da

remuneração de base correspondente ao período referente ao pré-aviso não cumprido e ainda a compensação pelos danos causados por falta de observância de tal aviso.

6.ª - Retribuição

1 - Como contrapartida da actividade profissional prestada pela segunda contraente a primeira

contraente pagar-lhe-á uma remuneração base mensal de

descontos legalmente impostos.

€ (

euros), sujeita aos

2 - A retribuição base mensal referida será paga em catorze mensalidades, doze dos quais

correspondem a cada mês do ano, uma ao subsídio de férias e a outra ao subsídio de Natal.

3. No cálculo do subsídio de férias serão consideradas, para além da retribuição base e as

diuturnidades (se as houver), apenas as prestações de

5. A título de subsídio de refeição a segunda contraente receberá trabalho efectivamente exercido.

7.ª - Horário de trabalho

, por cada dia completo de

1 - A segunda contraente cumprirá um horário de trabalho estabelecido nos termos legais, mas aceitando a sua alteração desde que a primeira contraente nisso tenha interesse.

2 - O período normal de trabalho decorre entre fixado em termos médios.

com intervalo das

às

mas pode ser

3 - A segunda contraente aceita prestar a sua actividade em regime de isenção de horário de

trabalho se a primeira contraente nisso tiver interesse, cabendo a esta requerer ao IDICT a autorização necessária para esse efeito.

8.ª - Regime de turnos

A segunda contraente aceita prestar o seu trabalho em regime de turnos sempre que a primeira

contraente o considere conveniente.

9ª - Prestação da actividade laboral

1 - A segunda contraente compromete-se a cumprir fiel e pontualmente todas as normas e

instruções da primeira contraente, declarando serem do seu conhecimento as normas internas

já em vigor. Por seu turno, a primeira contraente obriga-se a cumprir as suas obrigações legais

e contratuais, nomeadamente o pagamento integral da retribuição.

2 - A segunda contraente obriga-se perante a primeira contraente a não levar para fora do

local de trabalho documentação do serviço, ou qualquer outro pertença da primeira contraente, seja em originais, em fotocópias ou em registos magnéticos, bem como em dar finalidade diferente da que foi atribuída à documentação que, por motivos de trabalho, tenha de ser levada para fora do domicílio da primeira contraente.

3 - A segunda contraente aceita ser admitida ao serviço da primeira contraente nas condições estabelecidas no presente contrato, obrigando-se, designadamente, a prestar com lealdade, assiduidade, pontualidade, competência e diligência as funções para que foi contratado e a cumprir, rigorosamente, o preceituado na legislação em vigor, nos regulamentos e determinações internas da primeira contraente.

13ª - Convenção colectiva aplicável

Será aplicável o Contrato Colectivo de Trabalho celebrado ente a Associação

Federação dos Sindicatos de

n

e a

, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, 1ª Série,

0

,

de

de

14ª - Confidencialidade

A segunda contraente concorda e assina o compromisso de sigilo, obrigando-se a cumpri-lo sob pena de responsabilidade nos termos da lei, cujo texto, rubricado pelas partes, fica em anexo ao presente contrato.

15ª - Exame médico

1. A eficácia deste contrato dependerá dos resultados do exame médico que a segunda

contraente se obriga a submeter-se dentro de oito dias.

2. A segunda contraente obriga-se a cumprir as normas de segurança e, bem assim, a

colaborar nas operações de medicina preventiva

16ª - Início da vigência e período experimental

1 - O presente contrato tem o início da sua vigência na data da sua assinatura, indicada no final deste documento, data que igualmente define o início da prestação laboral.

Celebrado em

, assinados e distribuídos pelas partes.

aos

de

de

Pela primeira contraente

,

constando de dois exemplares, devidamente

A segunda contraente

C1.10 - CONTRATO DE TRABALHO DE ADESÃO

Entre ambas as partes é ajustado um contrato de trabalho, para o exercício da actividade de analista financeiro, cujas condições são as que resultam dos regulamentos internos da empresa, de que se junta uma cópia, que vai rubricada pelas partes. O Trabalhador pode opor-se, por escrito, no prazo de 21 dias seguidos a partir desta data. Face ao teor do regulamento interno, as partes consideram que fica, desde já, dado cumprimento ao dever e direito de informar previsto nos artigos 88.º e 89.º do Código do Trabalho

C1.11 – CONTRATO PARA TRABALHAR NO ESTRANGEIRO, FORA DO ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU (E.E.E.)

engenheiro civil,

residente em

n.º

Trabalhador; e,

por outro lado, CONSTRUTORA IDÓNEA, SA, sociedade comercial sob forma

anónima, com sede em

,

adiante identificada como Empresa é firmado um contrato de trabalho para execução em Angola, o qual se regerá pelas cláusulas seguintes:

com o capital social

identificado como

, do bilhete de identidade

Entre, por um lado, o Eng. ANTÓNIO ZARCO, casado com D

emitido

nascido em

aos

contribuinte

n.º

por

e

do passaporte n.º

emitido

por

titular

,adiante

matriculada na C.R.C. de

sob o n.º

realizado de €

com

o NIF

,

representada pelos seus administradores

1.ª - Local de trabalho 1. O local de trabalho situa-se no Estado de Angola, em especial na zona de

Empresa irá proceder à reconstrução da estrada nacional entre

a

, na extensão de 350

onde

e

kms, conforme contrato de empreitada celebrado com o Governo daquele Estado e cujo teor é do conhecimento do Trabalhador.

2. Assim, o Trabalhador compromete-se a exercer a sua actividade profissional naquele local,

mas fica obrigado a deslocar-se à capitais de distrito e do Estado conforme as necessidades ou conveniências.

2.ª - Objecto do contrato de trabalho

1. Pelo presente contrato o Trabalhador obriga-se para com a Empresa, sob as ordens e

directivas desta, a coordenar a execução da referida empreitada, cabendo-lhe contratar no local os materiais, os equipamentos, os serviços e o pessoal que considere necessário e planear os trabalhos e ordenar as tarefas de conformidade com o cronograma estabelecido. 2. Dentro da actividade contratada ainda o Trabalhador poderá firmar contratos de subempreitada até ao valor global de 5.000 dólares dos EUA.

3. Para exercer as actividades relacionadas em representação da Empresa é emitida a favor do

Trabalhador uma procuração a certificar pelas autoridades angolanas.

3.ª - Duração do contrato

, data em que o Trabalhador

partirá para Angola, e cessará na data da recepção provisória da obra pela respectiva dona,

que se prevê para o segundo semestre do ano de

2. Caso, por motivos imprevistos, a empreitada se prolongue para além do mês

, o

Trabalhador fica com o direito de revogar o presente contrato, mediante um pré-aviso de trinta

dias.

3. Fora do caso previsto no número anterior poderá ainda o Trabalhador revogar livremente o

presente contrato, mas, para tanto, fica obrigado a avisar a Empresa com a antecedência de cinco meses. 5

4.ª - Férias

1. O Trabalhador terá direito a um período de férias retribuídas de 40 (quarenta) dias úteis por

cada ano de trabalho em Angola, contando-se para tal efeito os dias em que estiver deslocado em Portugal por motivo de serviço.

1. O presente contrato começará a vigorar no próximo dia

do ano

5 Prazo este que, no caso, é expressamente permitido no n.º 2 do art. 447.º do C.T.

2. O gozo de tais férias terá lugar no primeiro trimestre do ano seguinte ao seu vencimento e

poderão ser cumuladas com as desse ano conforme o que for acordado na altura, sob proposta do Trabalhador. 6

5.ª Retribuição

1. A retribuição devida ao Trabalhador compõe-se de duas partes, sendo uma paga em

Portugal e outra em Angola, que se denomina de retribuição local.

2. A retribuição paga em Portugal, que fica sujeita aos descontos legais, compõe-se das

seguintes prestações:

a) retribuição base mensal: -

b) subsídio de expatriação

c) prémio de assiduidade e bom cumprimento do contrato

€ por cada dia fora de Portugal

3.

A retribuição local compõe-se das seguintes prestações:

 

a)

retribuição base mensal:

KZ,

ou seja o equivalente a

euros;

b)

alojamento à escolha do Trabalhador

 

c)

alimentação também à escolha do Trabalhador

 

d)

subsidio de embarque

4.

O prémio de assiduidade e bom comportamento do contrato será devido, desde que no

critério da Empresa, os trabalhos da empreitada se encontrem a decorrer em boa ordem e dentro do planeamento. Caso a Empresa venha a retirá-lo ou a suspendê-lo deve avisar o Trabalhador com uma antecedência de 15 dias e apresentando-lhe justificação sumária. 5 O subsídio de embarque destina-se a custear as despesas excepcionais, nomeadamente com documentação, incluindo passaportes, vistos, autorização de trabalho e custos excepcionais.

6.ª - Isenção de horário de trabalho

1. Em virtude do Trabalhador ir exercer um cargo de direcção e de confiança fica isento de

horário de trabalho.

2. O Trabalhador, porque exercerá funções de administração, renuncia à retribuição especial

que seria devida pela isenção do horário de trabalho. 7

7.ª - Seguros

6 Cfr. art. 215.º do C. T. 7 Esta renúncia à retribuição especial pela isenção do horário de trabalho está prevista no n.º 4 do art. 256.º do C.T.

São contratados pela Empresa a favor do Trabalhador ou sua família contratos de seguro de

acidentes de trabalho e de vida e acidentes pessoais, sendo neste o capital seguro de terá com beneficiários 8.ª -Viagens

1. As viagens efectuadas pelo trabalhador no âmbito deste contrato, nomeadamente entre

Portugal e Angola e vice-versa serão inteiramente custeadas pela Empresa.

2. As viagens por via aérea, e sempre que possível, são efectuadas na classe executiva,

podendo o Trabalhador transportar a bagagem que lhe seja necessária.

3. Caso a mulher do Trabalhador passe a viver com ele em Angola, ser-lhe-ão estendidos os

direitos consignados neste contrato quanto a viagens e a assistência médica e medicamentosa.

9.ª - Assistência médica e medicamentosa

1. A assistência médica e medicamentosa em Angola, incluindo o internamento, será custeada

pela Empresa, incluindo intervenções cirúrgicas urgentes e necessárias.

2. Impondo-se o tratamento em Portugal, a Empresa custeará a correspondente viagem com os

eventuais acréscimos.

10.ª - Obrigações especiais

1. Face às elevadas funções exercidas, o Trabalhador obriga-se a ter um comportamento

exemplar mesmo fora do exercício das suas funções laborais, nomeadamente perante as autoridades angolanas.

2. Os impostos que forem devidos pela retribuição paga em Angola são da responsabilidade

do Trabalhador. 11.ª - Lei aplicável 8 O presente contrato de trabalho rege-se pela lei portuguesa, sem prejuízo da necessidade de dar cumprimento à lei angolana.

12.ª - Foro competente Para eventuais litígios que não possam ser solucionados por acordo das partes será competente o tribunal do trabalho português que for territorialmente competente.

Firmado em

sendo reproduzido em dois exemplares que são

assinados pelos outorgantes, ficando um exemplar na posse da cada uma das partes.

e

aos

de

de

8 A lei aplicável ao contrato de trabalho é regulada no art. 6.º do C.T.

C1.12 – DESTACAMENTO EM PAÍS ESTRANGEIRO 9

Entre, por um lado, o Eng. BENTO XAVIER casado com D

nascido em

aos

contribuinte

n.º

titular

programador, residente em

emitido

, do bilhete de identidade n.º

por

e

do passaporte n.º

emitido

por

,adiante

identificado como Trabalhador; e,

por outro lado, COMPANHIA INFORMÁTICA, SA, sociedade comercial sob forma

com o capital social

,

anónima, com sede em realizado de €

com adiante identificada como Empresa

matriculada na C.R.C. de

sob o n.º

o NIF

,

representada pelos seus administradores

é estabelecido no âmbito do contrato de trabalho que vigora entre as partes contraentes um ACORDO DE DESTACAMENTO para execução de trabalho de programação nos Emiratos Árabes Unidos, de conformidade com o artigo 9.º do Código de Trabalho, o qual se regerá pelas cláusulas seguintes e tomando em consideração os considerandos:

a) Entre as partes vigora um contrato de trabalho desde 2 de Janeiro de 1999, através do qual

o Trabalhador exerce as funções de programador por conta, sob as ordens e com remuneração paga pela Empresa.

b) Recentemente a Empresa acordou com outra empresa sedeada em

para o fornecimento de serviços de informática.

um importante contrato

c) Para dirigir este projecto naquela cidade, a Empresa convidou o Trabalhador, que aceitou, o

seu destacamento durante seis meses e nos termos das seguintes cláusulas:

9 A figura do destacamento está disciplinada nos art.s 7.º a 9.º do C.T. e 11.º a 13.º do seu Regulamento. Neste caso como o trabalhador é destacado ao serviço de uma empresa estabelecida em Portugal é relevante o art. 9.º do C.T.

Primeira - O destacamento iniciar-se-á no dia

e cessará em

Segunda - Apenas a prestação do trabalho em Portugal fica suspensa durante o período do destacamento, mantendo-se, portanto, todos os restantes direitos e obrigações, incluindo as retribuições.

Terceira - Pelo destacamento e enquanto este vigorar, o Trabalhador passa a ter mais os seguintes direitos:

- ajudas de custo diárias de

- seguro de vida e acidentes pessoais até ao valor de

- viagens aérea entre Lisboa e destacamento e uma por cada mês

pagas em classe executiva no principio, no fim do

Celebrado em

aos

sendo consubstanciado em dois exemplares assinados e distribuídos

pelas partes

C1.16 - CONTRATO DE TRABALHO COM ESTRANGEIRO DE FORA DO ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU. 10

Entre de uma parte, COMÉRCIO GERAL DE FRUTAS, LDA, sociedade comercial

Lisboa, matriculada na Conservatória do Registo

com o capital social de adiante designada por

,

por quotas com sede na Rua Comercial de Lisboa sob o n.º

EMPREGADORA,

,

pessoa colectiva n.º

Sócio-Gerente,

Sr.

,

,00,

representada

pelo

seu

n.º

e de outra parte

emitido

,

em

,

de nacionalidade

pela

,

portadora do Passaporte ordinário

da

, contribuinte fiscal

n.º

beneficiária

,

10 O regime dos trabalhadores estrangeiros e apátridas encontra-se disciplinado nos art.s 86.º e sgts do C.T. e 157.º e sgts da sua Lei de Regulamentação.

Segurança Social n.º

título de residência ou permanência

,

residente na Rua

ou o adiante designada por TRABALHADORA,

com o visto de trabalho

é livremente celebrado um contrato de trabalho sem termo, de harmonia com o disposto nos artigos 10.º e 86.º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, e 157.º e seguintes da sua Lei de Regulamentação, que se regerá pelas seguintes cláusulas:

Cláusula 1.ª

(Objecto)

1. Pelo presente contrato, a TRABALHADORA obriga-se a trabalhar por conta, a

favor e sob as ordens e direcção da EMPREGADORA, a qual se dedica a actividade de

importação, exportação e comercialização de frutas e sementes.

2. A TRABALHADORA aceita ser admitida ao serviço da EMPREGADORA nas

condições estabelecidas no presente contrato, obrigando-se, designadamente, a prestar com lealdade, assiduidade, pontualidade, competência e diligência as funções para que foi contratada e a cumprir, rigorosamente, o preceituado na legislação em vigor e o estipulado pela EMPREGADORA.

Cláusula 2.ª (Actividade contratada) A TRABALHADORA exercerá as funções inerentes à sua referida categoria

profissional, nomeadamente,

tenham afinidade ou ligação funcional e para elas tenha capacidade. Cláusula 3.ª (Local de trabalho) O trabalho será prestado predominantemente no estabelecimento comercial da EMPREGADORA sito na Rua

, bem como as demais funções que com as presentes

Cláusula 4.ª (Retribuição e outros abonos)

1. Pelo desempenho das suas funções o TRABALHADORA auferirá mensalmente a

sujeita aos descontos legais, a qual lhe será paga até

quantia de €

(

Euros),

ao último dia útil do mês a que disser respeito.

2. A retribuição base mensal referida será paga em catorze prestações, doze das quais

correspondem a cada mês do ano, uma ao subsídio de férias e a outra ao subsídio de Natal.

Cláusula 5.ª

(Horário de Trabalho) 1. Sem prejuízo da faculdade de a EMPREGADORA o poder alterar, o horário de

trabalho normal semanal corresponderá ao período normal de trabalho de 40 horas semanais,

distribuído por

dias

da semana.

2. A TRABALHADORA tem como dia de descanso semanal obrigatório o Domingo.

Cláusula 6.ª (Férias)

1. O direito a férias da TRABALHADORA é definido e regulado nos artigos 211.º e

seguintes do Código do Trabalho.

2. No ano de admissão, e após seis meses de serviço, a TRABALHADORA terá

direito a gozar dois dias de férias por cada mês de serviço efectivo no ano da admissão.

3. No caso de sobrevir o termo desse ano civil sem que a TRABALHADORA tenha

gozado as suas férias, poderá gozá-las até 30 de Junho do ano seguinte.

4. Da aplicação conjugada do disposto no número anterior com o disposto no artigo

213.º, n.º 1, do Código do Trabalho, não pode resultar para a TRABALHADORA o gozo de

mais de 30 dias de férias no mesmo ano civil.

5. A remuneração no período de férias será igual à remuneração mensal referida na

Cláusula 4.ª, n.º 1.

6. A TRABALHADORA terá igualmente direito a subsídio de férias em montante

igual ao da remuneração correspondente, o qual será pago àquela antes do início das suas

férias.

Cláusula 7.ª (Subsídio de Natal)

1. A TRABALHADORA terá direito a subsídio de Natal em valor correspondente a

um mês de retribuição, o qual será pago até ao dia 15 de Dezembro do ano a que corresponde.

2. O valor do subsídio de Natal será proporcional ao tempo de serviço efectivo nos

anos da admissão e da cessação do contrato de trabalho.

Cláusula 8.ª

(Período experimental)

As partes contraentes expressamente determinam que o presente contrato não fica sujeito a qualquer período experimental.

Cláusula 9.ª

(Vigência e Caducidade)

1. O presente contrato de trabalho vigorará indeterminadamente, tendo início no

próximo dia

2. O presente contrato cessa nas demais situações previstas no artigo 382.º e sgts. do Código do Trabalho.

Cláusula 10.ª

(Denúncia)

1. A TRABALHADORA pode denunciar o presente contrato, mediante a comunicação escrita enviada à EMPREGADORA com a antecedência mínima de 30 ou 60

dias, conforme tenha, respectivamente, até dois anos ou mais de dois anos de antiguidade.

2. Se a TRABALHADORA não cumprir, total ou parcialmente, o prazo de aviso

prévio referido no número anterior, pagará à EMPREGADORA, a título de indemnização, o valor da remuneração de base e diuturnidades correspondentes ao período referente ao pré- aviso não cumprido, sem prejuízo da responsabilidade civil pelos danos eventualmente causados em virtude da inobservância do prazo de aviso prévio.

Cláusula 11.ª

de

de 200

(Disposições aplicáveis)

O presente contrato é regido pelas cláusulas dele constantes e, no omisso, pelas disposições legais aplicáveis a ele se aplicando ainda o Contrato Colectivo celebrado entre a por força do Regulamento de Extensão de

Clausula 12.ª

(Deveres de notificação e de informação)

Ao presente contrato anexa-se, e dele fará parte integrante, cópia do título de autorização de permanência ou residência da TRABALHADORA em Portugal e bem assim a

declaração com a identificação e domicílio da pessoa ou pessoas beneficiárias de pensão em

caso de morte resultante de acidente de trabalho ou doença profissional.

Celebrado em

exemplares, sendo dois exemplares distribuídos pelas partes e o terceiro para comunicação

aos serviços da Inspecção-Geral do Trabalho, em cumprimento dos art.s 89.º, n.º 1 do Código

do Trabalho e 159.º da sua Lei de Regulamentação.

constando de três

,

ao primeiro dia do mês de

do ano de dois mil e

,

Documentos anexos: dois

A EMPREGADORA

A TRABALHADORA

C1.17 - COMUNICAÇÃO DA CELEBRAÇÃO DO CONTRATO À DELEGAÇÃO DA INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO Local e data

Exmo Senhor Delegado da Inspecção-Geral do Trabalho de

Para cumprimento do disposto nos artigos 89.º, n.º 1 do Código do Trabalho e 159.º, n.ºs 1 e 2

da sua Lei de Regulamentação, vimos comunicar a V.Exa a celebração de um contrato de

trabalho com a Sra

que vigorará a partir do próximo dia

, de cujo texto contratual enviamos o triplicado, devidamente assinado pelas partes e

com dois documentos a ele anexos.

Apresentando a V.Exa os nossos cumprimentos

assinatura e carimbo

de nacionalidade

C1.18 - COMUNICAÇÃO DA CESSAÇÃO DO CONTRATO À DELEGAÇÃO DA INSPECÇÃO-GERAL DO TRABALHO (no prazo de 15 dias) Local e data Exmo Senhor Delegado da Inspecção-Geral do Trabalho de

Para cumprimento do disposto no artigo 159.º, n.º 3 da Lei de Regulamentação do Código do Trabalho, vimos comunicar a V.Exa a cessação do contrato de trabalho com a Sra

, de cujo texto

contratual enviámos o triplicado, devidamente assinado pelas partes e com dois documentos a ele anexos em Apresentando a V.Exa os nossos cumprimentos

de nacionalidade

a qual ocorreu no passado dia

assinatura e carimbo

C1.19 - CONTRATO DE TRABALHO COM TRABALHADOR ESTRANGEIRO (FORA DO EEE) PARA MOTORISTA INTERNACIONAL

SOCIEDADE DE TRANSPORTES, S.A., sociedade comercial com sede em

registada na C.R.C. de

número como SOCIEDADE, e;

… data de emissão do passaporte/n.º de título de autorização de permanência ou residência/ n.º de contribuinte/n.º de beneficiário da segurança social) ……………… TRABALHADOR, Celebram livremente o presente contrato de trabalho, que se regerá pelas cláusulas seguintes:

Cláusula 1.ª (ramo de actividade)

como

do trabalhador / estado civil / nacionalidade/ residência / n.º de Passaporte /

,

, €, pessoa colectiva

com o capital social de

,00

representada pelo Presidente do Conselho de Administração,

(nome

,

A SOCIEDADE dedica-se ao transporte nacional e internacional de mercadorias.

Cláusula 2ª (actividade contratada)

1.

A SOCIEDADE admite o TRABALHADOR ao seu serviço, com a categoria profissional

de

motorista

(indicação

da respectiva categoria).

2.

O TRABALHADOR compromete-se a desempenhar com zelo, eficiência e assiduidade, as

actividades correspondentes à sua categoria profissional, cumprindo todas as disposições legais que regulam a sua actividade.

3. O TRABALHADOR compromete-se, igualmente, a realizar todas as tarefas que tenham

afinidade ou ligação funcional com as que correspondem à sua função normal, para as quais

se

encontre capacitado e habilitado profissionalmente.

4.

Concorda, também, em prestar o seu trabalho em veículos afectos ao transporte nacional ou

internacional de mercadorias.

Cláusula 3.ª (retribuição) 1. Pelo desempenho dessas funções, a S0CIEDADE pagará ao TRABALHADOR a

(valor da contrapartida paga

remuneração mensal ilíquida de

com indicação dos números por extenso), sujeita aos descontos legalmente impostos.

2. A remuneração de base mensal referida será paga em catorze meses, doze dos quais

correspondem a cada mês do ano, uma ao subsídio de férias e a outra ao subsídio de Natal. Cláusula 4ª (local de trabalho) O TRABALHADOR compromete-se a prestar a sua actividade à S0CIEDADE nas instalações desta e, pela natureza do serviço, em diferentes locais em Portugal e noutros países da Europa, nomeadamente Espanha, França e Itália.

Cláusula 5ª (horário de trabalho)

do número de horas semanais), e

dada a natureza do serviço o horário será flexível.

2. O TRABALHADOR gozará dos períodos de repouso diários e semanais, previstos nos

Art.s 8.º e 9.º do Regulamento (CEE) N.º 3820/58 do Conselho, podendo esses períodos de

repouso serem gozados em Portugal ou no Estrangeiro. Cláusula 6.ª (direito a férias) O TRABALHADOR tem o direito de gozar, anualmente, um período de férias nos termos da lei. Cláusula 7ª (retribuição do trabalho suplementar e nocturno dos motoristas dos transportes internacionais rodoviários de mercadorias)

1. Todo o trabalho suplementar e nocturno que vier a ser prestado em dias úteis, será pago

pelo valor correspondente a duas horas extraordinárias, que será sempre devido, ainda que

nenhum trabalho seja executado, ou que o trabalho executado exceda esse limite de duas horas, conforme se dispõe na Cl.ª 74.ª n.º 7 e n.º 8 do CCT aplicável.

2. Todo o trabalho prestado em dias de descanso, prévia e expressamente determinado pelo

primeiro outorgante, será pago de acordo com a sua duração efectiva, em valor nunca inferior ao legalmente devido, como se dispõe na Cl.ª 41.º do CCT aplicável.

3. Por conta das retribuições previstas nos números anteriores, será pago mensalmente ao

motorista um valor calculado pelo número de quilómetros percorridos mensalmente, à razão

1. O período normal de trabalho é de

(indicação

de

por quilómetro.

4.

Esses pagamentos serão escriturados de acordo com o regime que fiscalmente for mais

favorável ao trabalhador, sem que tal possa importar, em caso algum, o desrespeito pela legalidade.

Cláusula 8.ª (Garantia de melhor retribuição aos motoristas dos transportes internacionais rodoviários de mercadorias)

1. Ao final de cada ano civil proceder-se-á a um acerto de contas, apurando-se as diferenças

entre os valores já recebidos por conta do trabalho suplementar e nocturno prestado no ano civil anterior, e aqueles que haveriam de ser efectivamente recebidos durante esse período de tempo.

2. Verificando-se que os pagamentos feitos por conta foram inferiores, na sua globalidade, aos

valores devidos, será paga ao motorista o valor em dívida, acrescido ainda do valor de metade de uma retribuição de base.

3.

O pagamento a que se refere o número anterior será efectuado numa só prestação,

a

realizar até ao dia 15 de Fevereiro do ano subsequente àquele a que se reporta.

4.

Apurando-se que os pagamentos já recebidos pelos quilómetros percorridos excedem os

valores do trabalho suplementar e nocturno prestado, acrescidos do valor de metade de uma retribuição de base, considerar-se-á o valor em excesso como o pagamento de eventuais créditos salariais, ou quaisquer outros, reportados a esse ano civil, sendo o remanescente considerado um justo prémio devido ao trabalhador pela sua dedicação e pelos objectivos atingidos.

Cláusula 9ª (vigência) O presente contrato terá início em ……………(data com indicação dos números em extenso)

e produzirá os seus efeitos a partir da referida data. Cláusula 10ª (título de permanência)

1. O TRABALHADOR compromete-se a manter válidos os seus documentos comprovativos

do cumprimento das disposições legais relativas à entrada e à permanência ou residência, para efeitos de trabalho, em Portugal.

2. O TRABALHADOR deverá informar a SOCIEDADE, caso lhe seja retirada, temporária ou

definitivamente, a autorização para permanecer em Portugal.

3. O presente contrato deixará de produzir efeitos se o TRABALHADOR deixar de ser titular

de título válido de permanência ou residência em território nacional. Cláusula 11ª (período experimental) As partes expressamente reconhecem que o presente contrato não se encontra sujeito a qualquer período experimental.

Cláusula 12ª (cessação do contrato)

1. A cessação do presente contrato de trabalho por iniciativa do TRABALHADOR, e por

causas não imputáveis à SOCIEDADE, obriga aquele a avisar esta última com uma

antecedência mínima de 30 ou 60 dias, consoante tenha até dois ou mais anos de antiguidade

ao

serviço da SOCIEDADE

2.

Se o TRABALHADOR não cumprir, total ou parcialmente, o prazo de aviso prévio

referido no número anterior, pagará à SOCIEDADE, a título de indemnização, o valor da

remuneração de base correspondente ao referente ao pré-aviso não cumprido. Cláusula 13ª (lei aplicável e foro voluntário)

1. Em tudo o mais não especialmente previsto no presente contrato, aplica-se a Lei Geral e os

Instrumentos de Regulamentação Colectiva aplicáveis, salvo quanto a estes, nos aspectos

prejudicados por aquele diploma legal.

2. Para qualquer questão emergente deste contrato, estabelecem os outorgantes a competência

exclusiva do Tribunal do Trabalho de

constando de três

exemplares, devidamente assinados, ficando dois exemplares na posse de cada uma das partes

e o terceiro para a comunicação aos serviços da Inspecção-Geral do Trabalho, em

cumprimento dos art.s 89.º, n.º 1 do Código do Trabalho e 159.º da sua Lei de

Regulamentação. Documentos anexos: dois Pela SOCIEDADE DE TRANSPORTES, S.A.

O TRABALHADOR:

Celebrado em

,

aos

dias do mês de

do ano de dois mil e

,

C1.20 – CONTRATO DE TRABALHO COM PLURALIDADE DE EMPRESAS 11 Entre, de uma parte, LX – AGÊNCIA TURÍSTICA, L.DA, pessoa colectiva n.º

, com o capital social de

, representada pelo

registada na Conservatória do Registo Comercial de

euros e sede na Rua

,

n.º

sob o n.º

,

,

11 O contrato de trabalho com uma pluralidade de empregadores prevê-se no art. 92.º do C.T.

seu sócio-gerente, com poderes para o acto, Sr João António, adiante designada individualmente por LX e AT – AUTO TRANSPORTADORA, L.DA, sociedade comercial por quotas, pessoa

colectiva n.º

, sócio-gerente, com poderes para o acto, Sr João António, adiante designada individualmente por AT e ambas designadas conjuntamente por EMPREGADORAS; e

com o capital social de

, representada pelo seu

,

registada na Conservatória do Registo Comercial de

euros e sede na Rua

n.º

,

,

a sob o n.º

de outra parte ZÉLIA COSTA, casada, residente em

 

,

contribuinte fiscal n.º

,

titular do bilhete de identidade n.º

,

emitido

pelos

,

adiante designada por TRABALHADORA,

é celebrado um contrato de trabalho com pluralidade de empregadores, nos termos previstos no artigo 92.ºdo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, que se reduz ao presente documento com as cláusulas seguintes:

Cláusula 1.ª (Objecto Social)

1. A LX dedica-se à organização de viagens turísticas e ocasionais.

2. A AT dedica-se ao transporte público, de pesados e de ligeiros, de passageiros.

3. Ambas as sociedades têm o seu capital social detido pelos mesmos sócios, pelo que

se integram no mesmo grupo. Cláusula 2.ª (Pluralidade de Empregadores) O empregador que representa os demais no cumprimento dos deveres e exercício dos direitos emergentes do presente contrato de trabalho é a LX. Cláusula 3.ª (Categoria Profissional e Funções Contratadas) Pelo presente contrato, a TRABALHADORA obriga-se a trabalhar por conta, a favor e sob as ordens e direcções das duas empresas, passando a exercer as funções inerentes à categoria profissional de Ajudante de Bordo, organizando as viagens na LX e acompanhando os passageiros, sem prejuízo de quaisquer outras que lhe venham a ser determinadas e que tenham afinidade ou ligação funcional com as que correspondem à sua função normal, para as quais se encontre capacitada e habilitada profissionalmente. Cláusula 4.ª (Descrição de Funções)

A TRABALHADORA exercerá as funções inerentes à sua categoria profissional,

conforme descritas no Anexo I das Convenções Colectivas de Trabalho celebradas entre:

a) A Associação Nacional de Transportadores Rodoviários de Pesados de

Passageiros (ANTROP) e o Sindicato Nacional dos Motoristas (SNM), publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.ª Série, n.º 17 de 8 de Maio de 1990; b) A ANTROP e a Federação dos Sindicatos dos Transportes Rodoviários e Urbanos (FESTRU) e outros, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.ª

Série, n.º 15 de 22 de Abril de 1990; c) A ANTROP e o Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Afins (SITRA) e outros, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, 1.ª Série, n.º 19

de 22 de Maio de 1990.

Cláusula 5.ª (Local de Trabalho)

O trabalho será prestado, essencialmente, a bordo de veículos de transporte de

passageiros. Cláusula 6.ª (Remuneração) A remuneração de base mensal será de

Euros) sujeita aos descontos

legais.

Cláusula 7.ª (Periodicidade da Remuneração)

A remuneração de base mensal referida será paga em catorze prestações, doze das

quais correspondem a cada mês do ano, uma ao subsídio de férias e a outra ao subsídio de

Natal, ou, caso o contrato seja de duração inferior a um ano, os proporcionais das mencionadas prestações. Cláusula 8.ª (Subsídio de Refeição)

A TRABALHADORA receberá ainda, sem que se seja considerada remuneração,

por cada dia completo de prestação de

trabalho. Cláusula 9.ª (Período Normal de Trabalho Semanal) A TRABALHADORA terá um período normal de trabalho semanal de ……………………… horas.

subsídio de refeição no valor diário de €

(

(

)

A TRABALHADORA observará o horário de trabalho compreendido entre as ……

horas e as …….horas, com intervalo para almoço das …

horas às …

horas.

Cláusula 10.ª (Férias)

1. A TRABALHADORA terá direito a férias, nos termos e de acordo com o previsto

nos artigos 211.º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de

Agosto.

2. A TRABALHADORA acorda que, salvo autorização escrita da LX, apenas gozará

férias nos períodos de pausa escolar do Natal, da Páscoa e Carnaval, ou demais pausas escolares, incluindo as específicas da escola referida na cláusula 15.ª. Cláusula 11.ª (Período Experimental) O presente contrato fica sujeito ao período experimental de trinta dias, durante o qual qualquer das partes pode denunciar o referido contrato sem aviso prévio ou invocação de justa causa e sem que essa rescisão dê lugar ao pagamento de qualquer indemnização ou compensação à outra parte.

Cláusula 12.ª (Denúncia)

1. Independentemente de justa causa, a TRABALHADORA pode denunciar o presente

contrato, mediante a comunicação escrita enviada à LX com a antecedência mínima de 30 ou 60 dias consoante o presente contrato tenha durado, respectivamente, até dois anos ou mais de dois anos.

2. Se a TRABALHADORA não cumprir, total ou parcialmente, o prazo de aviso prévio referido no número anterior, pagará à LX, a título de indemnização, o valor da remuneração de base e diuturnidades correspondentes ao período referente ao pré-aviso não cumprido, sem prejuízo da responsabilidade civil pelos danos eventualmente causados em virtude da inobservância do prazo de aviso prévio. Cláusula 13.ª (Vigência)

O presente contrato de trabalho vigorará por dez tempo indeterminado,

tendo o seu início a

Cláusula 14.ª (Normas Aplicáveis) O presente contrato é regido pelas cláusulas dele constantes e, no omisso, pelas disposições legais aplicáveis, bem como pelas Convenções Colectivas de Trabalho citadas na Cláusula 3.ª do presente contrato.

Celebrado em Lisboa, aos

de dois exemplares devidamente assinados e distribuídos por ambas as partes. Pela LX e A TRABALHADORA

dias do mês de ………

do ano de dois mil e

, constando

C1.21 – CONTRATO DE TRABALHO A TEMPO PARCIAL 12

,

com sede

com

Empresa; e

,

solteiro

o capital social de

residente

Euros; NIPC: ; C.R.C. , n.º, adiante designada por

NIF

adiante

designado por EMPREGADO.

É celebrado o presente contrato de trabalho a tempo parcial, de conformidade com os

artigos 180º e sgts do Código do Trabalho, que se regerá pelas cláusulas seguintes:

Cl ª

Período normal de trabalho

A prestação de trabalho do EMPREGADO será a tempo parcial, correspondendo a 60 % do

período normal de trabalho dos restantes trabalhadores da empresa.

Cl

Horário de trabalho

O horário de trabalho, em cada semana, será o seguinte:

- de 2.ª a 6.ª feira, das 9 às 14 horas

ou

- às segundas, quartas e sextas, das 9 às 18 horas, com intervalo para almoço das 13 às 14

horas

ou

- na primeira e terceira semanas do mês ª Situação comparável Consideram-se como comparáveis as situações Cl ª

12 O contrato de trabalho a tempo parcial é, especialmente, regulado nos art.s 180.º e sgts do C.T.

Retribuição

A

retribuição base mensal será de

O

subsídio de refeição no valor de

euros

será devido quando

Cl ª Alteração para tempo integral Apenas por acordo será possível alterar o presente contrato para tempo integral, o que a acontecer deverá ser consubstanciado em documento escrito.

Celebrado em

devidamente assinados e rubricados pelas partes em todas as suas folhas, em sinal de concordância

(data, por extenso), constando de dois exemplares

(local), em

C1.22 – CONTRATO DE TELETRABALHO 13

,

com sede

com

Empresa; e

,

solteiro

o capital social de

residente

Euros; NIPC: ; C.R.C. , n.º, adiante designada por

NIF

adiante

designado por Teletrabalhador

é celebrado um contrato de teletrabalho, de harmonia com os artigos 233.º e seguintes

do Código do Trabalho, que fica subordinado aos comandos constantes das cláusulas

seguintes:

1.ª - Modo da prestação do trabalho O Teletrabalhador desenvolverá o seu trabalho por conta e sob as ordens e directivas dos representantes de Empresa, essencialmente, através de computador em sua casa ligado à Internet. 2.ª - Actividade contratada 1. O Teletrabalhador assumirá o cargo de controlador financeiro e obriga-se, através do presente contrato, a controlar a emissão da facturação e o correspondente pagamento, acedendo ao sistema informático da Empresa mediante a password que lhe será fornecida, bem como as suas alterações.

13 O contrato de teletrabalho (subordinado) tem o seu regime básico nos art.s 233.º e sgts do C.T.

2. Poderá ainda o Teletrabalhador exercer, através do mesmo modo, outras funções

dentro da área financeira que lhe sejam solicitadas ou que ele ache convenientes.

3.ª - Duração do trabalho

O período normal de trabalho é igual ao da Empresa, ou seja, das 9 às 17,30 horas com

o intervalo de uma hora para o almoço, entre as 12 e as 14 horas, de 2.ª a 6.ª feira.

ou

O

Teletrabalhador fica isento do horário de trabalho

4.ª - Propriedade dos instrumentos de trabalho

O computador a utilizar pelo Teletrabalhador é da sua propriedade, mas correndo por

conta da Empresa as despesas com a transmissão dos dados, a qual escolherá o fornecedor de tal serviço. 5.ª - Departamento da Empresa O Teletrabalhador fica integrado no Departamento Financeiro, ficando adstrito aos Serviço de Controlo Financeiro, respondendo assim e em primeira linha perante os respectivo responsáveis. 6.ª - Superiores hierárquicos Os superiores hierárquicos em relação aos quais o Teletrabalhador responderá em primeiro graus serão os responsáveis pelos Departamento e Servço mencionados na cláusula anterior. 7.ª - Deslocações à empresa Correrão a expensas do Teletrabalhador os custos com as deslocações em serviço ou outras que tenha de fazer à sede ou instalações da Empresa,

8.ª - Dever de sigilo

1. Para além dos direitos e deveres fundamentais entre as partes, o Teletrabalhador

deve ter o especial cuidado de não permitir o acesso de outras pessoas às informações com que trabalha, incluindo os seus familiares. 2. Fica vedado ao Teletrabalhador, nomeadamente, guardar quaisquer dados relacionados com a matéria do seu trabalho, quer através de registo magnético ou em papel

9.ª - Vigência do contrato

O presente contrato vigorará por tempo indeterminado a partir do próximo dia

10.ª - Retribuição

A retribuição base mensal será de

do Teletrabalhador com o n.º

e será paga através de transferência para a conta

11.ª - Férias e avisos prévios

A duração das férias e os avisos prévios para a cessação do presente contrato são os

que resultarem da lei ou do IRCT aplicável.

12.ª - IRCT aplicável

A relação de trabalho resultante deste contrato será também regulada pelo Acordo de

Empresa celebrado entre a Empresa e o Sindicato

Celebrado aos

de

de 200

publicado no BTE n.º

de

C1.23 - CONTRATO DE TRABALHO EM COMISSÃO DE SERVIÇO AB

INITIO 14

com adiante designada por Empresa; e

,

com sede em

o capital social de

Euros; NIPC:

;

C.R.C

,

n.º

,

solteira

residente

NIF

adiante

designado por Trabalhadora

é celebrado um contrato de trabalho em comissão de serviço, de conformidade com

os artigos 244.º e seguintes do Código do Trabalho, que fica subordinado aos comandos constantes dos números seguintes:

1. A Trabalhadora é habilitada com o curso superior de secretariado pelo Instituto

2. A Empresa carece de modernizar o secretariado do seu conselho de administração

3. Assim, através do presente contrato de trabalho em regime de comissão de serviço, a

Trabalhadora é admitida para trabalhar por conta e sob a direcção da Empresa para exercer a

actividade de secretariado pessoal dos três membros do seu Conselho de Administração.

4. O regime de comissão de serviço justifica-se pelo facto da actividade a exercer pela

Trabalhadora ser a de secretariado pessoal dos gestores da Empresa, implicando ainda uma especial relação de confiança.

5. Vindo a cessar a comissão de serviço cessará também, automaticamente, o contrato de

trabalho, não passando, portanto, a Trabalhadora a exercer qualquer actividade na Empresa.

14 O contrato em regime de comissão de serviço encontra-se regulado nos art.s 244.º e sgts do C.T.

6. O local de trabalho será na sede da Empresa ou, esporadicamente, noutro lugar caso seja

necessário ou conveniente acompanhar ou representar algum administrador.

7. A categoria profissional da Trabalhadora será a de secretária pessoal dos administradores

da Empresa, incumbindo-lhe realizar as inerentes tarefas descritas no Manual de Organização da Empresa, de que já tem conhecimento e aqui se dão por reproduzidas.

8. O contrato vigorará, a partir da presente data, por tempo indeterminado e até cessar a

comissão de serviço, o que pode ocorrer em qualquer altura.

9. Não obstante o clausulado no número anterior, é, mesmo assim, fixado um período

experimental de 180 dias.

10. O direito a férias é o que resultar da lei e do Acordo de Empresa.

na qual se

11. A retribuição base será paga mensalmente no valor de

compreende a percentagem de aumento devido pela isenção de horário de trabalho, que fica sujeita aos descontos legalmente devidos.

12. À retribuição base são acrescidas as prestações de

13. O período normal de trabalho decorre de 2.ª a 6.ª feira de conformidade com o estipulado

no Acordo de Empresa. Porém,

14. Fica acordada a isenção de horário de trabalho na modalidade de mais uma hora ao fim de

cada dia de trabalho.

15. O presente contrato em regime de comissão de serviço cessará quando alguma das

partes o declarar mediante comunicação por escrito à outra, com a antecedência

mais) consoante a prestação de trabalho tenha

mínima de 30 dias ou 60 dias, (

durado, respectivamente, até dois anos ou por período superior.

16. Cessando o contrato em virtude de declaração emitida pela Empresa, a

Trabalhadora terá direito a uma indemnização correspondente a um mês de

retribuição base auferida por cada ano completo de antiguidade na Empresa, sendo

no caso de fracção de ano o valor de referência calculado proporcionalmente.

e

publicado no BTE de

dois exemplares que, depois de

assinados, são distribuídos pelas partes.

(

euros)

ou

17. Será subsidiariamente aplicável o Acordo de Empresa celebrado em

Celebrado de boa fé em

aos

em

C1.24 - ACORDO PARA A PRESTAÇÃO DE TRABALHO EM REGIME DE

COMISSÃO DE SERVIÇO

com sede em

com designada por Empresa; e

,

o capital social de

Euros; NIPC:

; C.R.C

, n.º

,

adiante

,

casado

residente

NIF

adiante

designado por Trabalhador

é celebrado um acordo para o exercício em comissão de serviço do cargo de Director

Comercial, de conformidade com os artigos 244.º e seguintes do Código do Trabalho, que fica subordinado aos comandos constantes dos números seguintes:

1. O Trabalhador, conforme contrato de trabalho firmado com a Empresa, vem lhe prestando a

sua actividade profissional como gestor do produto A, desde 1 de Abril de 1998. 2. Por proposta da Empresa aceite pelo Trabalhador, este passa a exercer, em regime de

comissão de serviço, o cargo de Director Comercial, que depende directamente da administração.

3. O exercício das funções de Director Comercial em regime de comissão de serviço iniciar-

se-ão no próximo dia 1 do próximo mês e cessará quando assim o declararem qualquer uma

das partes mediante comunicação por escrito à outra, com a antecedência mínima de 30 dias

ou 60 dias, (

tenha durado, respectivamente, até dois anos ou por período superior.

4. Durante o exercício do cargo de Director Comercial em regime de comissão de serviço, o

Trabalhador terá direito à retribuição base mensal de

aos prémios pelo nível de vendas alcançado nos

seguintes termos:

5. Manter-se-á o regime da prestação de trabalho com isenção do horário de trabalho sem

sujeição aos limites máximos dos períodos normais de trabalho.

6. Cessando a comissão de serviço por iniciativa e comunicação de qualquer uma das partes, o

Trabalhador passa, automaticamente, ao seu lugar de gestor do produto A, (ou para outro lugar a que possa, entretanto, ter sido promovido) exercendo as respectivas funções e passando a deter os correspondentes direitos e obrigações, incluindo a inerente retribuição, que será aquela que vem ultimamente percebendo com eventuais actualizações.

mais) consoante a prestação de trabalho em regime de comissão de serviço

ou

€,

à comissão sobre a facturação de

todas as vendas da Empresa de

%,

e à utilização de automóvel do tipo B.

7. Em alternativa ao regresso à categoria profissional actualmente desempenhada como previsto no número antecedente e caso a cessação da comissão de serviço resulte de decisão da Empresa, poderá o Trabalhador optar por resolver o seu contrato de trabalho, opção esta que deverá tomar nos trinta dias seguintes à comunicação recebida. 8. A resolução operada nos termos do número antecedente não confere qualquer indemnização ao trabalhador, mas apenas o apenas o direito ao recebimento da prestações retributivas vencidas até à data.

9. O tempo de serviço prestado em regime de comissão de serviço conta como se tivesse sido prestado na categoria de que o Trabalhador é titular.

duplicado, ficando um original

Este acordo foi firmado, na sede da Empresa, aos para cada parte devidamente assinado.

em

C1.25

EMPREGADOR

ACORDO

PARA

CEDÊNCIA

DE

POSIÇÃO

CONTRATUAL

DO

Entre Empresa A, sociedade comercial, com sede social na Av

social de

pessoa colectiva nº

Empresa B, sociedade comercial, com sede social na Av

., com o capital

,

0,

registada na Conservatória do Registo Comercial de

sob o nº

, adiante designada por Primeira Contraente; e

sob

o

., com o capital social de

pessoa

0,

registada na Conservatória do Registo Comercial de

,

colectiva nº

,

adiante designada por Segunda Contraente; e

 

Sandra

,

solteira, maior, contribuinte fiscal nº

 

,

portadora do Bilhete de

Identidade nº

,

emitido em

,

por

,

residente na Rua

,

adiante

designada por Terceira Contraente. Considerando que o contrato de concessão para a exploração de

Primeira Contraente, na sequência do último concurso público, passou a ser titulado pela Segunda Contraente, é livremente e de boa fé acordada a cedência da posição de empregadora

no ao contrato de trabalho celebrado em

, de conformidade com os artigos 318.º e seguintes do

Código do Trabalho, nos seguintes termos e condições:

entre a Primeira Contraente e a ora

Segunda contraente Sandra

que era titulado pela

Cláusula 1ª As três contraentes acordam mutuamente que a partir do próximo dia

a Segunda

Contraente, em substituição da Primeira passa a ser a empregadora da Terceira Contraente,

continuando assim em pleno vigor, com todas as consequências legais, o contrato de trabalho.

Cláusula 2ª Com vista a adequar as funções desempenhadas pela ora Terceira Contraente à respectiva

categoria profissional, ambas as partes outorgantes aceitam alterar a Cláusula 1ª do contrato

de trabalho a qual passa a ter a seguinte redacção:

A Segunda Outorgante encontra-se ao serviço da Primeira Outorgante, para desempenhar as

funções

correspondentes

à

categoria

profissional

de

,

competindo-lhe

desenvolver,

nomeadamente, as seguintes funções:

Cláusula 3ª

A Terceira Contraente, como anterior empregadora, garante e prova, através da pertinente

documentação, que:

a) Todas as retribuições se encontram pagas e recebidas pela Terceira Contraente, o que esta

confirma, mais se comprometendo a pagar a restante retribuição que for devida até ao

próximo dia

b) Todas as contribuições para a segurança social se encontram devidamente declaradas e

pagas, quer na parte da entidade empregadora, quer da parte da empregada;

c) Foram devidamente retidas as quantias devidas a título de IRS e pagas atempadamente à

Fazenda Nacional;

encontrando-se

pago o respectivo prémio até

d) A trabalhadora já gozou inteiramente o seu direito a férias no corrente ano, ou seja, pelo

trabalho prestado no ano anterior e recebeu o respectivo subsídio, o que fica confirmado pela

ora Terceira Contraente;

e) Em termos de medicina preventiva

f) Em termos de formação profissional

Cláusula 4.ª

A transmissão da posição contratual agora acordada não afectará nem a antiguidade nem os

demais direitos da Terceira Contraente, que se mantêm.

;

d) Encontra-se em pleno vigor o contrato de seguro com a Companhia

pelo que haverá um crédito de

euros;

Celebrado, processado e assinado em

triplicado, ficando cada uma das partes com um exemplar.

aos

de

do ano de

,

em

C1.26 – ACORDO PARA CEDÊNCIA OCASIONAL DE TRABALHADOR 15

Entre:

a) SOCIEDADE A

,

com sede em

com

o capital social de

Euros; NIPC:

;

C.R.C

,

n.º

,

adiante designada por Empresa Cedente; e

 

b) SOCIEDADE B

,

com sede em

com

o capital social de

Euros; NIPC:

;

C.R.C

, n.º

,

adiante designada por Empresa Cessionária; e

 

por

Trabalhador é celebrado um acordo para o cedência ocasional de trabalhador, de conformidade com os artigos 322.º e seguintes do Código do Trabalho, que fica subordinado aos condições constantes dos números seguintes:

c)

ANTÓNIO

casado

residente

NIF

adiante

designado

,

1. Contrato de trabalho

António é parte de um contrato de trabalho sem termo com a Empresa A, que

vigora desde

,

exercendo por conta desta a actividade profissional de

programador.

2. Relação entre as empresas

As Empresa A e B encontram-se numa relação de

3. Justificação

Face à nova actividade de comercialização de produtos através da Internet, a

Empresa B adquiriu um novo programa informático nos EUA e carece da sua

actualização para o mercado português, actividade esta para a qual António se

encontra preparado e vocacionado.

4. Período da cedência ocasional

, pois

15 A cedência ocasional de trabalhadores prevê-se nos art.s 322.º e sgts do C.T. e ainda nos art.s 290.º e 291.º da Lei de Regulamentação, onde apenas se versa sobre o balanço social.

Neste contexto as três partes acordam a cedência ocasional do Trabalhador António, por um período de oito meses, da Empresa A para a Empresa B, para a

qual passará a trabalhar na mencionada actividade profissional de actualização do programa informático.

5. Regresso do Trabalhador

Cessando o presente acordo de cedência, o Trabalhador regressa à Empresa A, mantendo os direitos que detinha à data do início da cedência, contando-se na

sua antiguidade a duração do período de cedência.

6. Comunicação à Comissão de Trabalhadores

A Empresa B obriga-se a comunicar à sua Comissão de Trabalhadores, no prazo

de cinco dias úteis, a utilização do Trabalhador António em regime de cedência

ocasional.

7. Regime de trabalho

Durante a execução do presente contrato de cedência ocasional, António, como trabalhador cedido, fica sujeito ao regime de trabalho aplicável à Empresa B no

que respeita ao modo, lugar, duração de trabalho e suspensão da prestação de

trabalho, segurança, higiene e saúde no trabalho e acesso aos seus equipamentos sociais, de que já tem conhecimento.

8. Riscos profissionais

Conforme é do conhecimento das três partes deste acordo, mantêm-se no mesmo

nível os riscos para a segurança e saúde do trabalhador inerentes ao posto de trabalho que António vai ocupar ocasionalmente.

9.

Horário de trabalho

O

horário de trabalho mantém-se igual, ou seja, das 9 às 12 e das 14 às 17 de 2.ª a

6.ª feira de cada semana.

10. Férias

Como o Trabalhador já gozou 15 dias úteis de férias este ano, apenas terá de gozar mais outros 15 dias úteis a conceder pela Empresa B conforme é seu direito.

e firmado em três exemplares, assinados pelos três

outorgantes, assim dando o trabalhador a sua expressa concordância à sua cedência,

Celebrado em

aos

ficando um para cada parte.

C1.27 - ACORDO PARA A CONCESSÃO DE LICENÇA SEM RETRIBUIÇÃO

SOCIEDADE X

,

com sede em

com

o capital social de

Euros; NIPC:

;

C.R.C

,

n.º

,

adiante designada por Empresa Cessionária; e

 

MANUEL

 

,

casado

residente

NIF

adiante

designado

por

Trabalhador Considerando que entre as partes contraentes vigora um contrato de trabalho por

tempo indeterminado desde

Considerando que o Trabalhador carece de se ausentar do trabalho durante um período de dias/meses/anos

para Considerando que o Trabalhador propôs que lhe fosse concedida uma licença sem retribuição durante aquele período

ou Considerando que o Trabalhador requereu que lhe fosse concedida uma licença sem

retribuição de longa duração para

é acordada a concessão de uma licença sem retribuição, de harmonia com os art.s 354.º e

355.º do Código do Trabalho pelo período de

Relativamente ao gozo de férias e subsídio respectivo

Celebrado e assinada em

durante

que começa em

e findará em

C2 CLAUSULADOS ADICIONAIS AO CONTRATO DE TRABALHO

C2.29 - ACORDO SOBRE EXERCÍCIO DOS DIREITOS LABORAIS DA

PERSONALIDADE

Entre a

matriculada na CRC de

colectiva n.º

Entidade Empregadora (EP), por um lado; e

como Trabalhador e

doravante assim designado,

é celebrado e reduzido ao presente escrito, um “acordo complementar” ao contrato

de trabalho que entre ambas as partes vigora desde

direitos laborais da personalidade previstos nos art.s 15.º a 21.º do Código do

, sobre o exercício dos

, como empregadora, adiante designada por Sociedade ou

pessoa

,

Sociedade S. A. , sociedade comercial com sede em

sob

o n.º

, na Rua

com o capital social de

,

casado, residente em

contribuinte n.º

Trabalho e 27.º a 29.º da sua Lei de Regulamentação, nos seguintes termos:

A)

Protecção de dados pessoais

As

partes consideram ser necessários os seguintes dados pessoais do Trabalhador na

execução de contrato de trabalho e no processamentos dos actos administrativos a ele

inerentes: nome completo do Trabalhador, seu cônjuge e filhos, naturalidade, data do

nascimento, habilitações literárias e acções de formação, datas do nascimento dos

filhos, empregadores anteriores e respectivas categorias profissionais.

Relativamente a informação sobre o estado de saúde, o Trabalhador apenas fica

obrigado a dar imediata informação caso contraia alguma doença contagiosa ou

alguma doença do foro

O Trabalhador fica com o direito de conhecer, a qualquer altura, os registos com os

seus dados pessoais e bem assim solicitar a sua actualização.

que

pode ser desenvolvida no laboratório da Empresa.

B)

Testes e exames médicos

O

Trabalhador obriga-se a colaborar nos testes e exames médicos previstos na

legislação relativa a segurança, higiene e saúde do trabalho.

Face às funções do Trabalhador este aceita submeter-se a testes de alcoolémia, sempre que algum dos seus superiores hierárquicos o solicite. C) Meios de vigilância à distância Considerando que parte da sua actividade profissional é desenvolvida na tesouraria, que carece de segurança permanente, o Trabalhador concorda que nessa zona seja a sua actividade registada pelas câmaras de filmar que sabe existir. D) Comunicações e correio electrónico Só em casos muito excepcionais, o Trabalhador deverá enviar, receber e dar tratamento na Empresa a assuntos pessoais, nomeadamente através do correio electrónico. Consideram-se “casos muito excepcionais” os que respeitam à saúde do Trabalhador ou dos seus familiares e bem assim os que respeitam a todos os aspectos relacionados com os seus filhos. Firmado aos

C2.30 - ADENDA COM DECLARAÇÃO DE CONFIDENCIALIDADE

Nome completo, na sequência da celebração do contrato de trabalho com a Empresa

XXX, nesta data, indo ocupar o cargo de

responsabilidade pelo cumprimento dos deveres de sigilo, confidencialidade e integridade. Mais declara para todos os efeitos que tem plena consciência que os deveres que ora se obriga a cumprir respeitam a toda e qualquer informação que conheça ou venha a conhecer, no âmbito do exercício das suas funções relacionadas com a Empresa. Igualmente toma conhecimento que é entendido por informação confidencial, entre outros, todos os segredos comerciais, processos de comercialização, know how, invenções, conteúdo da documentação entregue e de um modo geral, tudo o que respeitar à actividade da Empresa e à execução do presente contrato, comprometendo-se por isso a não utilizar fora do serviço, copiar na totalidade ou em parte, alterar o seu conteúdo, ou a utilizar, para fins que não sejam os estritamente

declara por sua honra, assumir a

profissionais e em benefício da Empresa, os documentos escritos, ficheiros, em

qualquer tipo de suporte, e dados nele contidos e aos quais tenha acesso através da

sua actividade profissional ou de quaisquer seus colegas, que hierarquicamente

superiores ou inferiores.

Esta declaração fica a constituir parte integrante do contrato de trabalho e vinculará

as partes dele outorgantes, mesmo depois de cessado tal contrato, seja qual for o

motivo ou modo.

Local, data e assinatura

C2.31 - ADICIONAL AO CONTRATO DE TRABALHO PARA ESCLARECIMENTO DE DIREITOS E OBRIGAÇÕES

Entre a

pessoa colectiva n.º

, como empregadora, adiante designada por Sociedade ou Entidade

Empregadora (EP), por um lado; e

como Trabalhador e

adiante assim designado,

é celebrado e reduzido ao presente escrito, o seguinte “acordo adicional” ao contrato

de trabalho que entre ambas as partes vigora desde

Primeiro

O TRABALHADOR declara, por sua honra e para todos os efeitos legais, que não se

acha ligado, directa ou indirectamente, por qualquer tipo de relacionamento,

dependência ou interesses, a quaisquer mediadoras imobiliárias, nem a nenhum

fornecedor da EP, de bens ou serviços, em qualquer área de actividade.

Segundo

Para efeitos do artigo anterior e deste acordo, deverá entende-se:

a) por “relacionamento, dependência ou interesse”, qualquer tipo de

prestação de serviços, em que o TRABALHADOR intervenha como

matriculada na CRC de

Sociedade S. A. , sociedade anónima com sede na Rua

com o capital social de

,

casado, residente em

contribuinte n.º

:

prestador, seja a que título for, nomeadamente, a participação no capital de sociedades; o exercício de qualquer forma de gestão ou fiscalização social;

a consultoria ou assessoria; o recebimento de qualquer espécie de

retribuição, lucro ou rendimento; a comparticipação em ganhos ou perdas; a associação em quotas ou outras formas de participação em capital, tanto isoladamente como em co-titularidade;

b) por “indirectamente”, a participação, por qualquer das formas referidas na alínea anterior, exercida por cônjuge, parente ou afim, na linha recta e até ao terceiro grau da linha colateral, ou elemento do agregado familiar do TRABALHADOR, ou que deste dependa economicamente e, bem assim, por sociedade em que tenha interesses o TRABALHADOR ou qualquer pessoa indicada nesta alínea;

c) por “mediadora imobiliária”, qualquer pessoa, singular ou colectiva, mesmo irregular, que se dedique, principal ou acessoriamente, à mediação

na compra e venda e arrendamento de prédios rústicos ou urbanos ;

d) por “fornecedor da EP”, qualquer pessoa, singular ou colectiva, mesmo

irregular, que preste ou tenha prestado à EP quaisquer serviços, artigos ou meios para a execução dos seus escopo social, seja qual for o tipo de contrato que configure essa prestação de serviços ou esse fornecimento. Terceiro 1. O TRABALHADOR compromete-se a manter a situação declarada no artigo 1º, por todo o tempo de duração de contrato de trabalho celebrado com a EP, mesmo em relação a futuros fornecedores da EP e, bem assim, a submeter, por escrito, a prévia autorização desta qualquer acto ou omissão susceptível de alterar aquela situação. 2. A EP reserva-se o direito de negar a autorização referida na parte final do número antecedente, quando entenda que a mesma não é conveniente, sem ter que justificar a sua posição.

Quarto

A falsidade da declaração feita pelo TRABALHADOR quanto à matéria constante do

artigo 1º nos termos e definições deste acordo constituem violação grave dos seus deveres de fidelidade ou de não-concorrência e seria sempre entendida como “desobediência ilegítima às ordens dadas pela EP e como determinando lesão de interesses patrimoniais sérios” da EP, tanto para fins disciplinares ou mesmo para despedimento com justa causa do TRABALHADOR, como também para efeitos da

responsabilidade civil em que o mesmo se constitua, em relação aos prejuízos, lucros cessantes e danos, patrimoniais ou não, causados. Quinto

O contrato de trabalho, vigente entre os outorgantes, mantém-se em tudo o mais que

não seja alterado por este adicional ou que com ele não seja incompatível.

O presente adicional foi reduzido a escrito, em duplicado, ficando um exemplar em

poder de cada um dos contraentes.

Local

data

assinaturas

C2.32 - ADENDA INSERINDO UM PACTO DE EXCLUSIVIDADE

Entre a

pessoa

colectiva n.º

Entidade Empregadora (EP), por um lado; e

, doravante assim designado,

é celebrado e reduzido ao presente escrito, um “acordo adicional” ao contrato de

, através do qual o

Trabalhador se obriga, enquanto o mesmo contrato vigorar, a não exercer qualquer outra actividade profissional por conta ou a favor de qualquer entidade que não seja a Sociedade, inclusive para seu benefício.

trabalho que entre ambas as partes vigora desde

como Trabalhador e

, como empregadora, adiante designada por Sociedade ou

matriculada na CRC de

,

Sociedade S. A. , sociedade comercial com sede em

sob

o n.º

, na Rua

com o capital social de

casado, residente em

contribuinte n.º

Exceptuam-se do acordado, as actividades não remuneradas prestadas a associações sem fins lucrativos e a familiares, mas que deverão ser previamente comunicadas, por escrito, à Empresa. O Trabalhador reconhece que a retribuição que lhe é paga pela Sociedade é suficiente para satisfazer as suas necessidades económicas e do seu agregado familiar e aceita e concorda que o desrespeito do agora acordado pode constituir justa causa para o seu despedimento, para além de o obrigar a indemnizar a Empresa dos prejuízos que causar, directa ou indirectamente, nomeadamente pela sua falta de produtividade a avaliar pelas vendas dos produtos comercializados pelos seu departamento. Ambas as partes reconhecem que este acordo será perfeitamente válido e legal face ao disposto no n.º 1 do artigo 146.º do Código do Trabalho, interpretado a contrario sensu. Feito e assinado em duplicado, ficando cada uma parte com um exemplar Local e data

C2.33 - ADENDA INSERINDO UM PACTO DE NÃO CONCORRÊNCIA

,

pessoa

colectiva n.º lado; e por outro lado

como

Trabalhador e doravante assim designado, é celebrado e reduzido ao presente escrito, de conformidade com os n.ºs 2 e seguintes do artigo 146.º do Código do Trabalho, um pacto de não concorrência que se integra

, dele ficando a

no contrato de trabalho celebrado entre ambas as partes em fazer parte integrante, com as seguintes cláusulas:

Entre a Sociedade

matriculada na CRC de

, como empregadora, adiante designada por Empresa, por um

S.

A. , sociedade comercial

sob

o n.º

com sede em

na Rua

, com o capital social de

, casado, residente em

contribuinte n.º

1. O Trabalhador passou a exercer as funções de director técnico do laboratório onde

são processados os componentes da Tinta Belacor, que é o principal produto fabricado e comercializado pela Empresa.

2. Assim passa a tomar conhecimento não só dos componentes mas com das sua

dosagens e modo de fabrico, dados estes que a serem conhecidos pela concorrência por ela seriam utilizados.

3. Em consequência fica acordado entre as partes, para além da obrigação de sigilo

sobre tais informações, um pacto de não concorrência através do qual, o Trabalhador se obriga também a não trabalhar para qualquer empresa que fabrique ou venha a

fabricar tintas, durante dois anos após a cessação do contrato de trabalho, por qualquer motivo.

4. Porém, durante tal período de dois anos, a Empresa e o Trabalhador acordam que

aquela lhe pagará mensalmente uma compensação de transferência bancária e mediante recibo.

euros, através de

5. Aquela obrigação, ora assumida pelo Trabalhador, também se mantém em caso de

vir a ser despedido unilateralmente pela Empresa, mas em tal caso não haverá lugar

ao pagamento da aludida compensação.

6. Em caso de violação da obrigação assumida pelo Trabalhador este constitui-se na

obrigação de indemnizar a Empresa, estabelecendo-se como cláusula penal a quantia

correspondente a vinte e quatro retribuições mensais pagas ao Trabalhador à data da cessação do contrato de trabalho.

aos distribuídos pelas partes.

Celebrado

ficando a contar de dois exemplares assinados e

em

,

C2.34 - ADENDA INSERINDO UM PACTO DE PERMANÊNCIA

Entre a

matriculada na CRC de

Sociedade S. A. , sociedade comercial

sob

o n.º

com sede em

, com o capital social de

na Rua

,

pessoa

colectiva n.º

lado; e, e por outro lado,

como Trabalhador e

doravante assim designado,

é celebrado e reduzido ao presente escrito, de conformidade com o artigo 147.º do Código do Trabalho, um pacto de permanência que se integra no contrato de

trabalho celebrado entre ambas as partes em integrante, com as seguintes cláusulas:

1. Para o Trabalhador poder desenvolver cabalmente as funções inerente à sua nova

categoria de analista irá frequentar um curso na Suiça, durante dois meses,

totalmente a expensas da Empresa, cuja despesa ascenderá a

2. Em consequência, o Trabalhador compromete-se a continuar a trabalhar para a

Empresa, nas condições actuais, durante os próximos dois anos pelo menos, a contar da data em que terminar o aludido curso de formação na Suiça.

3. O Trabalhador poderá libertar-se de tal obrigação indemnizando a Empresa da

mencionada quantia dispendida com o curso e a retribuição paga durante a sua

frequência.

Celebrado

e

, dele ficando a fazer parte

, como empregadora, adiante designada por Empresa, por um

, casado, residente em

contribuinte n.º

euros.

aos distribuídos pelas partes.

em

ficando

a

contar

de

dois

exemplares

assinados

,

C2.35 - ADENDA COM ACORDO DE HORÁRIO DE TRABALHO EM REGIME DE ADAPTABILIDADE

Entre a

matriculada na CRC de

colectiva n.º

Entidade Empregadora (EP), por um lado; e

Sociedade S. A. , sociedade comercial com sede em

sob

o n.º

, na Rua

,

pessoa

, como empregadora, adiante designada por Sociedade ou

com o capital social de

, casado, residente em

contribuinte n.º

como Trabalhador e

doravante assim designado,

é celebrado, ao abrigo dos artigos 165.º e 166.º do Código do Trabalho e reduzido ao presente escrito, um acordo estabelecendo um regime especial de adaptabilidade do período normal de trabalho que fica como adicional ao contrato de trabalho que

entre ambas as partes vigora desde

Trabalhador exerce a sua actividade profissional numa fábrica de pastelaria regional, que, tradicionalmente, tem acréscimos na produção na ordem dos 100% durante os períodos de férias no Verão, nos meses de Julho e Agosto e ainda no mês de Natal e no mês de Páscoa. Assim fica acordado entre ambas as partes que o período normal de trabalho durante os mencionados meses seja acrescido de uma hora por cada dia útil de trabalho, totalizando quarenta e cinco horas por semana, acréscimo este que será compensado com a correspondente diminuição logo nos meses seguintes, ou seja, respectivamente, em Setembro, Outubro e Novembro e, depois, em Janeiro e no período de 30 dias que se seguir ao domingo de Pascoela. Ficarão, portanto, estabelecidos como períodos de referência os que vão de 1 de Julho

a 31 de Outubro, de 1 de Dezembro a 31 de Janeiro e de 30 dias antes a 30 dias depois ao domingo de Pascoela.

a 31 de Março/30 de Abril.

Este acordo manter-se-á em vigor até à previsão do regime da adaptabilidade do

horário pelo contrato colectivo aplicável.

Celebrado

ficando a contar de dois exemplares assinados e

aos distribuídos pelas partes

, através do qual o

em

,

C2.36 - ADENDA COM ACORDO DE ISENÇÃO DE HORÁRIO DE TRABALHO

Entre a Sociedade S. A. , sociedade comercial

matriculada na CRC de

colectiva n.º

Entidade Empregadora (EP), por um lado; e

sob

o n.º

com sede em

na Rua

,

pessoa

, como empregadora, adiante designada por Sociedade ou

, com o capital social de

como Trabalhador e

doravante assim designado,

é celebrado e reduzido ao presente escrito, um acordo adicional ao contrato de

, através do qual o

Trabalhador passa a ter isenção de horário de trabalho, de conformidade com os

trabalho que entre ambas as partes vigora desde

,

casado, residente em

contribuinte n.º

artigos 177.º, 178.º e 256.º do Código do Trabalho.

Efectivamente, considerando que o Trabalhador vem exercendo, como delegado de

informação médica, uma actividade profissional fora das instalações da Empresa,

sem controlo imediato da hierarquia.

Acordam a isenção de horário de trabalho na modalidade de não sujeição aos limites

máximos dos períodos normais de trabalho.

O correspondente acréscimo remuneratório já se encontra acordado.

Uma cópia do presente acordo será remetida à Delegação da IGT pela Empresa.

Celebrado

ficando a contar de dois exemplares assinados e

distribuídos pelas partes.

em

aos

,

C2.37 - ACORDO PARA SIMPLES REVOGAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

Entre, de uma parte

C.R.C. de

de Pessoal ? Sr por outra parte,

, beneficiário da Segurança Social n.º

,

LDA, sociedade comercial com sede em

pessoa colectiva nº

, matriculada na

, representada pelo seu Gerente/Director

e

sob o nº

, adiante designada por Empresa, e

,

casado, residente na

, em 1300 Lisboa, contribuinte n.º

, adiante designado como SR. X;

é acordada, de conformidade com o artigos 393.º a 395.º do Código do Trabalho, a

revogação do contrato de trabalho que entre ambas as partes vigorava desde e condições seguintes:

Acordam ambas as partes que o contrato de trabalho em vigor entre elas cesse, deixando de

ter quaisquer efeitos, a partir do próximo dia 31 (trinta um) de

, nos termos

de

200

(

1. A Empresa pagará ao SR X a retribuição devida até àquela data, incluindo as quantias

proporcionais respeitantes ao direito a férias não gozado, ao respectivo subsídio e ao subsídio

de Natal vencidos até àquela mesma data.

2. Sobre estas quantias incidirão os descontos legais, tudo conforme constará do

correspondente recibo.

Em consequência o SR. X declara para todos os legais efeitos que nada mais terá a receber ou

a reclamar da Empresa em virtude do contrato de trabalho ou da sua revogação ou por

qualquer outro motivo.

constando do presente documento assinado

Celebrado em

, aos

de

,

por ambas as partes, ficando cada uma com um exemplar.

Os efeitos deste acordo poderão cessar por decisão do trabalhador até ao 7.º dia seguinte, excepto se o acordo se encontrar datado e com as assinaturas terem sido objecto de reconhecimento notarial presencial.

C2.38 - ACORDO PARA REVOGAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

COM COMPENSAÇÃO E DECLARAÇÃO PARA PEDIDO DE SUBSÍDIO

DE DESEMPREGO

Entre, de uma parte

de

sob

o

LDA, sociedade comercial com sede em

,

pessoa

colectiva

,

adiante

designada por Empresa, e

, , matriculada

representada pelo seu

,

na

Gerente/Director de Pessoal ? Sr

por outra parte,

beneficiário da Segurança Social n.º

C.R.C.

,

casado, residente na

, em 1300 Lisboa, contribuinte n.º

e

, adiante designado como SR. X;

é acordada, de conformidade com o artigos 393.º a 395.º do Código do Trabalho, a

, nos termos

e condições seguintes:

em curso um processo de reestruturação do seu

sector comercial para tentar ultrapassar as dificuldades resultantes da crise em geral e das

graves dificuldades que afectam o sector dos transportes em Portugal, que passa pela extinção

revogação do contrato de trabalho que entre ambas as partes vigorava desde

Considerando que a

tem

do lugar do lugar de chefe nacional de vendas, actualmente, ocupado pelo SR. X e que este

tem trabalhado a favor daquela com dedicação lá mais de

Acordam ambas as partes que o contrato de trabalho em vigor entre elas cesse, deixando de

ter quaisquer efeitos, a partir do próximo dia 31 (trinta um) de

1. A Empresa pagará ao SR X a retribuição devida até àquela data, incluindo as quantias

proporcionais respeitantes ao direito a férias não gozado, respectivo subsídio e o de Natal vencidos até àquela mesma data.

2. Como compensação pecuniária de natureza global pela revogação acordada, a Empresa

pagará ao SR. X a quantia de €

3. Esta quantia ser-lhe-á paga na data em que passar a vigorar a revogação do contrato, ou seja

no mencionado dia

Em consequência o SR. X declara para todos os legais efeitos que nada mais terá a receber ou a reclamar da Empresa em virtude do contrato de trabalho ou da sua revogação ou por qualquer outro motivo.

4.º

1. O SR X declara que não beneficiou da não tributação, total ou parcial, prevista no n.º 4 do

art. 2.º do Código do IRS, nos últimos cinco anos.

2. Em consequência e por se reunirem os requisitos desta mesma disposição fiscal, a referida

quantia paga como compensação pecuniária global não constituirá base de incidência de IRS.

3. De harmonia com o art. 1.º do Decreto Regulamentar n.º 14/88, de 30 de Março, a mesma

quantia não constituirá base de incidência de contribuições para a segurança social.

5.º

Em face da referida reestruturação em curso, a Empresa certificará, nos termos e para os efeitos do art.s 7.º, n.ºs 1 d) e 5 e 66.º do Decreto-Lei n.º 119/99, de 14 de Abril, do que a acordada revogação do contrato de trabalho por acordo se integra num processo de redução de efectivos, por motivo da sua reestruturação, que permitiria o recurso ao despedimento colectivo.

anos.

de

200

(

(

constando do presente documento assinado

por ambas as partes, ficando cada uma com um exemplar.

Os efeitos deste acordo poderão cessar por decisão do trabalhador até ao 7.º dia seguinte, excepto se o acordo se encontrar datado e com as assinaturas terem sido objecto de reconhecimento notarial presencial.

Celebrado em

,

aos

de

,

DECLARAÇÃO

Esta Empresa vem declarar para ser presente à Segurança Social, nos termos e para os efeitos

do art.s 7.º, n.ºs 1 d) e 5 e 66.º do Decreto-Lei n.º 119/99, de 14 de Abril, do que a acordada

revogação do contrato de trabalho por acordo como o SR X se integra num processo de

redução de efectivos, por motivo da sua reestruturação, que permitiria o recurso ao

despedimento colectivo.

Comprovando tal declaração e como resulta das contas anuais a facturação teve a seguinte

evolução negativa:

Por sua vez os encargos com os equipamentos e pessoal tiveram a seguinte expressão

Os resultados finais foram os seguintes

Não se vislumbra qualquer possibilidade de aumentar a produção.

Tornou-se assim inevitável o recurso ao despedimento colectivo.

Consciente desta situação o nosso referido empregado aceitou a proposta de revogação de

contrato de trabalho que lhe foi apresentada.

C3 - CONTRATOS DE TRABALHO A TERMO 16

C3.39 - CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO AMPLO 17 Entre, de uma parte, – EMPRESA XXX [identificar o empregador], com sede na

Avenida/Rua

neste acto representada pelo seu [Administrador, Presidente da Administração/Direcção,

,doravante designada por

Empresa ou XXX; e de outra parte, – [nome], [estado civil], natural de [], residente em/na [], portador do Bilhete

de Identidade número[], emitido pelo

identificado por Trabalhador 3, 5 a 9 é celebrado um contrato de trabalho com a cláusula acessória de termo certo, de acordo com o estipulado nos art.s 129.º e sgts do Código do Trabalho, que se regerá nos termos das cláusulas seguintes: 18 Cláusula Primeira (Objecto ou actividade contratada - funções) 1. A EMPRESA admite o TRABALHADOR ao seu serviço, para satisfação de necessidades temporárias de trabalho, obrigando-se este a prestar-lhe a sua actividade profissional sob as ordens e direcção daquela, através dos seus representantes.

de [], contribuinte fiscal [], doravante

Director, Provedor, Bastonário, Procurador, etc.], Senhor/a

,

em

, pessoa colectiva n.º [], matriculada na C.R.C. de

sob o n.º

16 O regime do contrato de trabalho a termo, ou melhor da aposição do termo ao contrato de trabalho, está contido, essencialmente, nos art.s 127.º a 145.º do C.T. e ainda nos art.s 108.º (período experimental) 214.º (férias nos contratos de duração inferior a seis meses), 388.º (caducidade do contrato a termo certo) e 389.º (caducidade do contrato a termo incerto). Ainda o art. 172.º da Lei de Regulamentação se disciplina a parcela da taxa social única dos empregadores com mais de 15 % dos trabalhadores contratados a termo. 17 O contrato de trabalho, com cláusulas acessórias contendo condição suspensiva ou termo suspensivo ou resolutivo, tem o escopo central do seu regime nos art.s 127.º a 145.º do C.T. e ainda nos art.s 214.º (direito a férias nos contratos com duração inferior a seis meses), 388.º (caducidade dos contratos a termo certo), 389.º (caducidade dos contratos a termo incerto), 440.º (ilicitude do despedimento) e 116, n.º 2 (invalidade e cessação do contrato celebrado a termo). A taxa social única a cargo do empregador pode ser aumentada de conformidade com os art.s 168.º a 170.º da LR. O regime legal deixou de ser dotado de imperatividade absoluta podendo ser afastado ou modificado por instrumento de regulamentação colectiva de trabalho, excepto no que respeita ao disposto na alínea b) do n.º 3 do artigo 129.º (art. 128.º).

18 As formalidades, ou melhor, as cláusulas mínimas do contrato a termo constam do art. 131.º a complementar pelo estipulado no art. 98.º elementos mínimos do texto contratual constam do art. 158.º desta Lei.

2. Tal actividade profissional contratada consubstancia-se em [indicar tipo de trabalho], /

corresponde à categoria de

sucinta das principais funções ou tarefas]. 12 e 13

3. De acordo com o Regulamento Interno da Empresa / Para efeitos do instrumento de

regulamentação colectiva de trabalho aplicável, é reconhecido ao TRABALHADOR a categoria profissional de [indicar a categoria do IRCT se algum for aplicável à relação de trabalho].

Cláusula Segunda

(Retribuição do trabalhador)

1. O Trabalhador auferirá uma retribuição base mensal ilíquida de [ ], acrescida do subsídio de

/ tendo a seu cargo, designadamente, [incluir descrição

refeição de [ ], por cada dia de trabalho efectivamente prestado, e ainda de subsídio de férias e

de

Natal.

2.

Para o cálculo deste subsídios será considerado o valor da retribuição base e as prestações

de

Cláusula Terceira

(Local do trabalho)

A actividade laboral será prestada na sede da Empresa /na cidade de

Cláusula Quarta

(Período normal de trabalho)

com intervalo

para o almoço das

Cláusula quinta

(Data do início do trabalho)

começando-se a contar nesse

mesmo dia o termo certo ou prazo de vigência. ou

A prestação do trabalho tem o seu início na presente data logo após a assinatura deste

contrato. Cláusula sexta (Termo ou prazo estipulado)

A prestação do trabalho terá o seu início no próximo dia

/ no distrito de

O período normal de trabalho decorrerá de segunda a sexta-feira das

às

horas.

às

,

pelo que o presente

contrato cessará por caducidade em

Cláusula sétima (Motivo justificativo do termo estipulado) 19 1.ª alternativa – substituição directa de outro trabalhador 20 O termo estipulado justifica-se porque o Trabalhador é admitido para substituir o trabalhador [indicar nome do trabalhador substituído], que presentemente se encontra impedido de prestar o trabalho / por motivo de se encontrar ou iniciar [indicar razão correspondente:

A prestação do trabalho decorrerá durante

dias

meses do ano de

anos

do mês de

licença por maternidade; férias; doença; licença sem retribuição 21 , suspensão do contrato, prisão, etc.]. 2.ª alternativa - substituição indirecta de outro trabalhador para substituir o trabalhador x que, por sua vez, se encontra a substituir o trabalhador y que se encontra a exercer as funções de vereador a tempo completo na câmara municipal de

/ para substituir o trabalhador z, que se encontra doente, o qual, por sua vez, se encontra

contratado a termo para substituir o trabalhador xx - 3.ª alternativa - substituição directa ou indirecta de trabalhador em situação de licença sem retribuição 22

completo] que se encontra a beneficiar de licença

para substituir o trabalhador

[nome

sem retribuição desde

- 4.ª alternativa - substituição de trabalhador que passe a prestar trabalho a tempo parcial

até

por período determinado para substituir durante o período de ausência do trabalhador

[nome

a trabalhar a tempo parcial até

conforme acordo escrito assinado em

completo]

23

que passa

19 A indicação do motivo justificativo da aposição do termo deve ser feita pela menção expressa dos factos que o integram, devendo estabelecer-se a relação entre a justificação invocada e o termo estipulado conforme preceituado no art. 131.º, n.º 3 sob pena de considerar o contrato sem termo e cabendo ónus da prova ao empregador (art.s 131.º, n.º 4 e 130.º ).

20 Como caracterizadoras de necessidades temporárias da empresa são indicadas diversas situação a titulo exemplificativo no art 129.º, n.º 2.

21 A contratação a termo na sequência da concessão de licença sem retribuição está expressamente prevista no n.º 3 do art. 355.º.

22 Conforme se prevê, expressamente, no n.º 3 do art. 354.º do C.T.

23 A forma do contrato de trabalho a tempo parcial encontra-se prescrita no art. 184.º do C.T.

- 5.ª alternativa - actividades sazonais e outras cujo ciclo anual apresente irregularidades decorrentes da natureza estrutural

no

assistência na praia de

tratamento do chá

para dar assistência técnica no esmagamento das uvas

embalagem de fruta

recepção

fabricação

do tomate

de cereais

assistência

na piscina aberta de

- 6.ª alternativa - acréscimo excepcional de actividade da empresa

fluxo turístico do Verão

durante o período de vendas até ao Natal

devido ao elevado e transitório volume de vendas do produto y por causa da epidemia de

derivado

da neve no Inverno

devido à encomenda de tantas unidades do produto z pelo importador da China da vaga de calor

- 7ª alternativa - execução de tarefa ocasional ou serviço determinado

para a feira do livro

para

o congresso de

campanha de promoção do produto x

de

lançamento do produto y

para organização dos serviços documentais da empresa

do

armazenamento

do inventário de

da

rede informática

para inspecção geral do

departamento

- 8ª alternativa - execução de uma obra, projecto ou outra actividade definida e temporária

para a construção do armazém

para a reparação do edifício da sede

para a

construção da ponte de

para construção das infra-estruturas da urbanização de

para

para a execução da empreitada no

novo hospital de 9.ª alternativa - lançamento de uma nova actividade ou início da laboração de uma empresa ou estabelecimento 24

elaboração dos estudos e projecto do novo aeroporto de

24 Sobre a duração do contrato nesta situação deve ter-se presente o seguinte:

– quando a justificação para o prazo reside no início da actividade a lei só permite que o contrato tenha a duração máxima de dois anos, não se aplicando, portanto, a regra geral dos três anos;

– o prazo de dois anos conta-se desde o início da actividade da empresa ou estabelecimento e não

desde a data da celebração do contrato;

– Significa isto que poderá ser necessário reduzir o prazo indicado no número 1 desta cláusula, por forma a que a duração prevista para o contrato não exceda os dois anos contados desde o início da actividade.

para trabalhar no

novo Hotel Bem Estar da Empresa a abrir ao público no próximo dia hipermercado - 10.ª alternativa - contratação de trabalhadores à procura de primeiro emprego ou de desempregados de longa duração. Estas situações devem ser certificadas pela segurança social.

Cláusula 8.ª

(Denúncia para a caducidade do contrato)

O presente contrato caduca no termo do prazo inicial estipulado ou de cada uma das suas

renovações, desde que qualquer um dos Contraentes faça comunicação, por forma escrita, ao outro, da vontade de o não renovar, recebida pelo trabalhador até 15 dias antes de o prazo expirar ou até 8 dias pela Empresa, através de documento entregue pessoalmente ou carta expedida com aviso de recepção.

Cláusula 9.ª (Período experimental) Nos termos da lei, os primeiros [15 ou 30] dias de execução do presente contrato são considerados como período de experiência, sendo lícito a qualquer um dos contraentes denunciar o contrato, sem pré-aviso e sem necessidade de invocação de justa causa. Cláusula 10.ª (Duração das férias)

O Trabalhador terá direito a gozar as férias de conformidade com a lei / IRCT

Cláusula 11.ª

(Formação profissional) Fica acordado que a formação profissional será concedida, pelo menos nos limites mínimos

legais, na área de Cláusula 12.ª

(Renovação do contrato)

O presente contrato de trabalho a termo certo não se renovará

ou

no novo

para

integrar o novo sector de vendas à distância que agora se inicia

,

sendo valorizada, por cada dia, pela metade da retribuição base diária.

O presente contrato de trabalho a termo renovar-se-á por igual período ou por período

diferente se assim for acordado, desde que não seja denunciado e se mantenha a indicada necessidade temporária da Empresa.

ou Mantendo-se a indicada necessidade temporária da Empresa, e tendo este contrato sido renovado por mais duas vezes / ou tendo atingido os três anos de vigência, sem ter sido denunciado, ainda se poderá renovar por mais um período, mas este terá a duração de

(entre

um a três anos) conforme, então, for acordado por escrito

Cláusula 13.ª (Informações) Para os efeitos da informação imposta por lei, o Trabalhador declara nenhuma associação sindical / estar filiado no Sindicato Cláusula 14.ª (Confidencialidade e não concorrência)

1. O TRABALHADOR compromete-se a, durante a vigência e após a cessação do presente

contrato, manter total confidencialidade e a não tirar partido, directa ou indirectamente, dos conhecimentos e informações a que tenha acesso no exercício das suas funções, relativos à

XXX ou aos clientes desta.

2. Durante a execução do presente contrato, o TRABALHADOR obriga-se a não exercer

qualquer outra actividade profissional que possa concorrer, directa ou indirectamente, com a

actividade desenvolvida pela XXX. Cláusula 15.ª) (IRCT aplicável)

A este contrato será subsidiariamente aplicável o Acordo Colectivo de Trabalho celebrado

entre

O presente texto contratual consta de dois exemplares devidamente assinados por ambas

ficando cada uma com

as partes, na data da sua celebração, em um dos exemplares.

estar filiado em

não

aos

de

de 200

,

C3.40 - CONTRATO DE TRABALHO A TERMO CERTO SIMPLES

Entre,

C.R. Comercial de

para o acto, Dra

, LDA., sociedade comercial com sede em

sob

o n.º

,

, representada pela sua Directora de Pessoal com poderes

, registada na

contribuinte

, adiante designada por Empregadora; e,

(Nome

), (Estado Civil

), (Profissão

), (Residência

), Contribuinte

n.º