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UNIVERSIDADE

INSTITUTO

FEDERAL

DE MINAS

GERAIS

DE PESQUISAS RADIOATIVAS -

NUCLEBRÁS

IPR-399

APLICAÇÕES

DAS CORRENTES

DE FOUCAULT

NA

DETECÇÃO

DE

EM

TUBOS

DESCONTINUIDADES DE ZIRCALOY

Adolpho Soares

Tese da Mestrado apresentada ao

Curso da Pòs-Graduação em Ciências

e Técnicas Nucleares da UFMG.

Curso

de

PÓs-Graduação

Universidad e

em

Ciência s

Federa ]

de

e

lecnica s

Minas

Gerai s

Nucleare s

APLICAÇÃO

DAS

CORRENTES

DE

FOUCAULT

NA DETEÇKO

DE

DESCONTINUIDADES

EM TUBOS

DE

ZIRCALOY

Adolpho

Soare s

ORIENTADOR:

Jai r

Carlo s

Mell o

Tes e

apresentad a

ao

Corpo

Docente

do

Curso

de

Pos

Gra -

duaçã o

em

Ciência s

e

Técnica s

Nucleare s

da

UFMG,

como

part e

dos

requisito s

necessário s

para

obtençã o

do

gra u

de

Mestr e

em

Ciência s

(M .

Sc) .

 

Institut o

de

Pesquisa s

Radioativa s

Belo

Horizont e

-

Brasi l

IPR-399 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE PESQUISAS RADIOATIVAS - NUCLE8RÁS APLICAÇÕES DAS
IPR-399
UNIVERSIDADE
FEDERAL
DE MINAS
GERAIS
INSTITUTO
DE PESQUISAS RADIOATIVAS -
NUCLE8RÁS
APLICAÇÕES
DAS CORRENTES
DE FOUCAULT
NA
DETECÇÃO
DE
EM
TUBOS
DESCONTINUIDADES
DE ZIRCALOY
Adolpho Soares
.Tese de Mestrado apresentada ao
Curso d e Pós-Graduaçâo ern Ciências
e Técnicas Nucleares da UFMG.

Curso

de

PÓs-Graduação

Universidad e

em

Ciência s

Federa l

de

e

lecnica s

Minas

Gerai s

Nucleare s

APLICAÇÃO

DAS CORRENTES

DE

FOUCAULT

NA DETEÇ/tO DE

DESCONTINUIDADES

EM TUBOS

DE

ZIRCALOY

Adolpho

Soare s

ORIENTADOR:

Jai r

Carlo s

Mell o

Tes e

apresentad a

ao

Corpo

Docente

do

Curso

de

Pos

Gra -

duaçã o

em

Ciência s

e

Técnica s

Nucleare s

da

UFMG,

como

part e

dos

requisito s necessário s para obtençã o do grau

de

Mestr e

em

Ciência s

(M .

Sc) .

 

Institut o

de

Pesquisa s

Radi oat i vas

Belo

Horizont e

-

Bras i 1

Este

trabalh o

fo i

realizad o

nas

instalaçõe s

do

Institu -

t o

de

Pesquisa s

Radioativa s

e

constitu i

uma

taref a

d o

program a

de

atividade s

do

Projet o

Control e

da

Oualida_

de

-

Grupo

de

Control e

-

Nu_

clebra s

.

 

A Maria .

Marta

A pais .

meus

aquele s

Desej o

que

diret a

Agradecimento s

apresenta r

ou

meus

agradecimento s contribuíra m

indiretament e

a

para

todo s

a

realizaçã o

dest e

trabalho .

Particularmente ,

gostari a

de

ressalta r

minha

gratidã o

a:

Dr,

Jai r

Carlo s

Mello,pel o

incentivador ,

dedi_

cado

cent e

são

e

eficient e

B.

Machado ,

de > aspecto s

trabalh o

pela s

teórico s

de

orientação ;

Eng?

Oswaldo

Vi

sugestõe s

e

apresentadas ,

e

discus -

Dr.

técnico s

co-or.ientacão ;

Lac

Vu

Hohg,

pela s

discussõe s

esclarecedoras ;

Dr

Juare z

Távor a

 

Veado

e

Dr.

Evando

Mirr a

de

Paula

e

Silv a

 

pel o

apoi o

e

sugestõe s

apresentadas ;

Maria

Aparecid a

0 .

Cas -

tro ,

nos

Filipett o

ajuda

Dacien e

M.

Mendes

de

programas

e

Robson

J.

e

computação ;

Jos e

R .

pel o

Batista ,

Jos e

pal a

valios a

João

de

M. Messias ,

de

Braga ,

serviç o

usinage m

tubos-padrão ;

Selma

S.

Corrêa ,

Miria n

F.

Sepúlveda ,

pela .

ajuda

nas

medidas

dimensionai s

das

descontinuidade s

usi -

nadas ;

Sebastiã o

V.

da

Silva

,

pel o

excelent e

trabalh o

de

fotografia ;

Edgar

A .

Chagas

do

Laboratóri o

de

Eletrônica ;

Marei a

S.

Marques ,

Sandra

de

Abreu

Neves ,

Marei a

Mari a

de

C.

Dilãsci o

e

Francisc a

Mari a

Satler ,

pel o

trabalh

o

de

datilografia ;

Augusto

Cesa r

Grossi ,

pel a

impressã o

des

t

e

trabalho ;

ao

pessoa l

do

Serviç o

de

Documentação

Têcnj_

c

a .

 

Desej o

aind a

agradece r

a

colaboraçã o

da

NUCLE

BRA"S

e

à

pel a

CNEN

utilizaçã o

pel o

de

seu s

laboratório s ro .

apoi o finance i

0 Auto r

e-equipamento s

01 RESUMO Apó s uma brev e descriçã o do s principai s objeti -
01
RESUMO
Apó s
uma
brev e
descriçã o
do s
principai s
objeti -
vo s
do
trabalh o
e
a
justificativ a
da
importânci a
dos meto_
dos
de
control e
de
qualidad e
e
teste s
de
componentes
pel o
us o
da s
Corrente s
d e
Foucault ,
o
auto r
fa z
uma
analis e
re_
sumida
dos
princípio s
fundamentais
a
parti r
das
equaçõe s
básica s
do
Eletromagnetismo .
0
auto r
mostra ,
como
as
relaçõe s
básica s
obti -
das se aplica m às condições-física s e geométricas , de
in -
teress e par a os objetivo s da tese .
Tendo
em
vist a
as
pa r
ticu l aridade s
das
aplicaçõe s
técnica s
e
facilidade s
na
o -
peraçã o do s instrumento s de medida , bem como no
tratamen -
t
o
matemátic o
dos
parâmetro s
medidos ,
definem-s e
certo s
módulos que representa m globalment e as propriedade s ele -
tromagnética s das peças a serem
testadas .
Assim ,
define -
s
e
uma
permeabilidad e
magnétic a
efetiva ,
cuj a
variaçã o
em
torn o do valo r médio ,caracteriz a a presenç a de
defeito s
ou falha s das
peças .
Os
modelo s
físico-matematico s
desenvolvidos ,
ba
ii
•—
seado s
nas
ideia s
de
Forster ,
sao
entã o
aplicado s
a
bar -
ras
maciça s
e
tubos
de
parede s
gross a
e
fina .
Para
esta s
geometria s
fo i
desenvolvid a
uma
montage m
da
bobin a
excita _
dora
que
fornece u
um
campo
magnétic o
axialment e
constant e
(patamar) .
Por
fim ,
fo i
a
desenvolveu-s e
estudad a
influênci a
dos
tioo s
de
descontinuidade s
e
um
modelo
f ís i co-matema_
tico ,
o
qual
apresentou ,
geométrica s
aproximaçã o
razoável ,
algumas
ca
racteríst i
cas
dessa s
descontinuidades .
Um
grand e
número
de
resultado s
experimentai s
são
apresentado s
em
gráfico s
e
tabela s
para
os
seguinte s
tipo s
de
descontinuidades :
variaçã o
do
diâmetro ,
furo s
vazado s
e
não
vazado s
de
diferente s
geometrias .
02 ABSTRACT Afte r a brie f descriptio n o f th e principa l
02
ABSTRACT
Afte r
a
brie f
descriptio n
o f
th e
principa l
obje -
tiv e
o f
th e
thesi s
and
the
justificatio n
o f
th e
importanc e
o
f
usin g
eddy
current s
in
qualit y
contro l
and
test s
o f
com
ponents
,
th e
autho r
does
analysi
s
o f
th e
fundamentals
prin_
ciples ,
based
on
th e
basi c
equation s
o f
Electromagnetism .
The
autho r
shows
as
th e
basi c
relation s
obtaine d
can
be
applie d
t o
the
physica l
and
geometrica l
condition s
of
interes t
fo r
th e
objective s
o f
the
thesis .
Some moduli,
have
bee'n
define d
t o
represen t
,in
th e
whole ,
th e
electro -
magnetica l
propertie s
o f
th e
samples
to
be
tested ,
lookin g
f
o r
the
particularitie s
o f
the
technica l
application s
and
t
o
facilat e
the
operatio n
o f
the
measurements
o f
th e
ins -
truments ,
and
mathematica l
treatment s
o f
parameter s
measu-
red .
So
on
defin e
a
effectiv e
magnetica l
permeability
,
whose
variation s
around
th e
mean
value ,
ar e
cause d
by
de -
fect s
and
failure s
o f
th e
sample .
The
physical-mathematica l
models
developed ,
ba -
il
sed
on
th e
Forster' s
ideas ,
are
then
applie d
t o
th e
rod
and
tube s
o f
thic k
and
thi n
wall .
Specia l
arrangemen t
o f
th e
excit e
coi l
was
used
t o
thes e
geometrie s
t o
giv e
an
axiall
y
constan t
magneti c
field. -
was
discontinuité s
I t
studie d
the
influenc e
o f
th e
differen t
t y
pes
o f
and
i t
was
develope d
a
preliminar y
physi cal-mathemat i ca l model tha t represente d some geometri_
ca l
caracterist s
o f
thes e
discontinuities ,
wit h
a
reaso -
nabl e
approximation .
A
grea t
number
o f
experimenta l
result s
are
pre -
sente d
by
graph s
and
table s
fo r
the
followin g
type s
o f
th e
discontinuities :
variatio n
o f
th e
diamètre ,
fla t
botto m
ho_
l e
and
hole s
o f
differen t
geometries .
ÍNDICE RESUMO 01 CAPÍTULO 1 - OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DA TESE - ' GENERALIDADES 1
ÍNDICE
RESUMO
01
CAPÍTULO
1
-
OBJETIVOS
E JUSTIFICATIVAS
DA TESE
-
'
GENERALIDADES
1
1
-
Objetivo s
e
justificativa s
da
tes e
1
2
-
As
Corrente s
de
Foucaul t
.
4
3
-
Generalidade s
,
6
4
-
Sistema s
-de
teste s
10
CAPÍTUL O
2
-
ESTUDO
DE
FOUCAULT
CONDUTOR
DA S CORRENTES
,
NUM MEI O
.
.
,
.
19
1
-
Introduçã o
19
2
-
Equações
do
campo
magnétic o
para
um
meio
conduto r
num
semi-espaç o
infinit o
19
3
-
Propagaçã o
do
campo
eletromagnétic o
no
meio
conduto r
.
*
22
v
4
-
Variaçã o
da
densidad e
de
corrent e
com
a
profundidad e
,
25
5
-
Impedância
intrínsec a
do
meio
30
6
-
Distribuiçã o
das
Corrente s
de
Foucaul t
em
barra s
condutora s
31
7
-
Cilindr o
conduto r
maciç o
,
32
8
-
Calcul o
d a
tensã o
d e
saíd a
d e
uma
bobin a
com
uma
barr a
condutor a
em
se u
interio r
.
4 3
ti
9
-
Formulaçã o
apresentad a
po r
.
47
10
-
Impedânci a
característic a
d e
Forster
simple s
uma
bobin a
test e
".
50
CAPÍTULO
3
-
ESTUDO
DAS CORRENTES
DE
FO.UCAULT
EM TUBOS.
54
1
-
Corrente s
induzida s
num
tub o
54
2
-
Formulaçã o
de
Forste r
aplicad a
aos
tubos
6.5
CAPITULO 4 - ESTUDO DE TUBOS DE PAREDE FINA 70 1 - Introduçã o 70
CAPITULO
4
-
ESTUDO
DE
TUBOS
DE
PAREDE
FINA
70
1
-
Introduçã o
70
2
-
Cálcul o
da
permeabilidad e
efetiv a
71
CAPÍTULO
5
-
REPRESENTAÇÕES
GRÁFICAS
DAS
INTENSIDADES
DOS
CAMPOS
MAGNÉTICOS
INTERN O
E
EXTERNO
DE
UMA BOBIN A
,
8 3
1
-
Introduçã o
,
83
2
-
Descriçã o
da
montagem
83
3
-
Calcul o
aproximad o
das
impedância s
das
bobina s
.•
,
,
.
.
90
4
-
Analis e
dos
campos
magnético s
das
bobina s
92
CAPÍTULO
6
-
RESULTADOS
EXPERIMENTAIS
-. CALIBRAÇÃO DO
DEFECTOVAR 218 7 PARA EXAMES DE TUBOS DE
.
ZIRCALOY
.
.
110
1
-
Defectova r
2187
110
2
-
Usinagem
de
tubos-padrã o
119
3
-
Efeit o
de
pel e
em
tubo s
de
zircaloy-- 2
.
126
4
-
Escolh a
da
frequênci a
para
separaçã o
t r e
metro
sinai s
indicativo s
de
variaçã o
de
.
en -
d i â
e
de
condutividad e
elétric a
126
5
-
Escolh a
da
frequênci a
Ótima
para
maio r
sensibilidad e
nos
teste s
de
tubo s
de
pare_
de
fin a
,129
6
-
Medida s
de
calibraçã o
do
Defectovar 1 33
CAPÍTULO
7
-
COMENTARIOS
E
CONCLUSÕES
171
1
-
Limitaçõe s
do
equipament o
171
2
-
Usinagem
dos
tubos-padrã o
,
172
3
-
Sensibilidad e
do
equipamento
172
4
-
Uso
de
Normas
.
173
5
-
Concl usões
:
175
6
-
Sugestõe s
177
1 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DA TESE - GENERALIDADES 1.1 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA S DA TESE
1
OBJETIVOS
E
JUSTIFICATIVAS
DA TESE
-
GENERALIDADES
1.1
OBJETIVOS
E
JUSTIFICATIVA S
DA TESE
As
exigência s
de
confiabilidad e
e
de
seguranç a
imposta s
as
Centrai s
Nucleare s
e
a
maio r
sensibilidad
e
da
performanc e
dessa s
Centrai s
a
pequenas
variaçõe s
de
sua s
características ,
fazem
com
que
os
método s
de
contr
o
l e
do s
diferente s
componentes ,
assumam
uma
importânci a
excepcional ,
pecificaçõe s
varia s
orden s
de
grandez a
superiore s
as
es -
em
equipamento
convencionais .
Daí
o
grand e
desenvolviment o
dos
métodos
de
teste s
e.ensaio s
não
des -
trutivo s
aplicávei s
àquele s
componentes .
Ma
maiori a
dos
casos ,
os
processo s
de
amostragem
convencionai s
são
ina -
ceitáveis
,
send o
necessári o
o
test e
e
ou
ensai o
de
todo s
os
componentes ,
a
fi m
de
se
elimina r
aquele s
que
esteja m
for a
das
faixa s
de
tolerância .
Como
as
faixa s
de
tolerânci a
sã o
muit o
mai s
es_
treita s
do
que
na
engenhari a
convencional ,
corresponden -
temente ,
os
métodos
de
control
e
têm
necessariament e
de
s
e r
mais
sensíveis .
Dentr e
tai
s
métodos ,
ressalta m
os
todo s
eletromagnético s
em
geral ,
particularment e
os
que
utiliza m
as
imperfeiçõe s
Corrente s
de
Foueault ,
para
deteçã o
de
fa
lha s
ou
dos
materiais .
Em
particular ,
algun s
componentes
das
Centrai s
Nucleares , altament e comprometido s com a' seguranç a da pe r
formance das mesmas, apresenta m característica s materi -
a i s
e
geométricas ,
que
as
tornam
especialment e
adequadas
aos método s
de
control e
da
qualidad e
po r
Corrente s
de
Foueault . E o cas o especia
l
dos
tubos
de
Zircalo y
usados
como revestiment o das vareta s combustívei s e dos tubo s
dos geradore s de vapor , fabricado s
com
liga s
metálica s
especiais . Neste s casos , alem das dificuldade s que resul_
tam das especificaçõe s e tolerância s muito rígidas , res ~

salt a

o

grand e

número

de

ensaio s

a

serem

realizado s

pô'

-

la s

indústria s

correspondentes .

Po r

exemplo ,

só*

par a

o

cas o

dos

tubo s

de

zircaloy ,

est e

número

se

cont a

em

deze_

nas

de

milhare s

de

tubos

anualmente ,

po r

1.000

MW de

po

-

tênci a

elétric

a

instalada .

Ist o

compreende

 

cerc a

de

100.000

metro s

de

tubos

po r

1.000

MH/ano.

Se

confrontar -

mos

com

o

program a

nuclea r

previst o

par a

o

Brasi l

nas

próxima s

décadas ,

iss o

result a

em

vário

s

milhõe s

de

me-

tro s

de

tubo

po r

ano

 

Das

consideraçõe s

e

dos

números

citado s

acima ,

concluimo s

devem,

permitire m

alem

que

de

uma

os

satisfazere m

fáci l

métodos

de

control e

as

a especificaçõe s

se rem

Aqu i

também ,

automação .

adotado s

técnica s

ressalta m

,

,

as

vantagen s

dos

métodos

utilizand o

as

corrente s

de

FOJJ

c a u 11 .

Dessas

considerações ,

podemos

preve r

a

impor,

tânci a

do

present e

trabalh o

de

tes e

como atividad e preli _

minar

para

a

introduçã o

dessa

técnic a

nas

atividade s

da

NUCLEBPJ\S, e

o

desenvolviment o

do

"Know-how"

correspo n

-

dente .

Dentr o

dess a

filosofia ,

podemos

assim

resumi r

os

objetivo s

como

ser ã

dest a

vist o

tese ,

nos

os

quai s

capítulo s

esperamo s

te r

posteriores :

satisfeito ,

1 Instalaçã o

-

e

implantaçã o

d e

uma

bancad a

piloto ,

par a

teste s

e

ensaio s

de

tubo s

com

o

uso

de

corrente s

de

Foucault .

 

2 Calibraçã o dos instrumento s e equipamento s j a dispo -

-

nívei s

no

IPR/NUCLEBRSS."

 

3 Desenvolviment o e

-

analis e

de

algumas

rotina s

pre1imi_

3

4 Estabeleciment o

-

da

teori a

básic a

dos

métodos

em

ter -

mos

útei s

e

accessívei s

a

especialista s

futuro s

que

venham

a

se r

treinado s

na

área .

5 Estabeleciment o

-

das

primeira s

rotina s

computação

necessário s

ao

tratament o

e

dos

código s

dados

e

de

má-

dida s

experimentai s

fornecida s

pelo s

instrumentos .

4 1.2 . AS CORRENTES DE FOUCAULT 1.2.1 . INTRODUÇÃO Quando temos um campo magnétic
4
1.2 .
AS
CORRENTES
DE
FOUCAULT
1.2.1 .
INTRODUÇÃO
Quando
temos
um
campo
magnétic o
alternad o
pró -
xim o
a
massa s
metálicas ,
devid o
a
um
flux o
d e
induçã o
va_
riado ,
haver á
nela s
corrente s
induzidas ,
corrent e
de
Fou
caul t
ou
corrente s
parasita s
(-Eddy
Curren t
em
inales) .
A
eriçar 1
do nore eddy
'
curren t
vem
do
fat o
dela s
se
apresent a
rem
em
caminhos
fechado s
concêntricos ,
dando
idei a
de
um
dispositivo s
redemoinho .
0
disc o
de
Farada y
e
a
rod a
de
a
B arlov ;
sã o
que
evidencia m
essa s
correntes .
Na
maiori a
das
aplicaçõe s
eletrotécn i cas,
essa s
corrente s
constitue m
um
fenômeno
indesejáve l
das
quai s
se
procur a
reduzi r
os
efeitos,com o
no
caso
dos
transfor -
madores
e
motores .
Todavia ,
aplicaçõe s
para
elas ,
en -
t r e
as
quai s
os
ensaio s
não
destrutivos .
As
aplicaçõe s
das
corrente s
de
Foucaul t
no
en -
sai o não destrutiv o datam de 1879 , quando D.E.HUGHES
uti_
lizo u
ondas eletromagnética s para identifica r metais.Po -
demos dizer , entretanto , que as aplicaçõe s nos laborató -
rio s e indústria s realment e começaram a
aparece r a apro -
ximadamente 25 anos atras , na Alemanha , com os trabalho s
teórico s e experimentais , desenvolvido s
Forste r e seu s colaboradores .
po r
Friedric h
Particularment e no domíni o nuclear , onde os "métodos de
control e
da
qualidad e
são
muito
mais
exigente s
em
busca
de elevado s graus de conf i abi 1 idade,levo u a desenvolve r
o.control e po r corrente s de Foucault , um métod o muito rj_
co
em
i n formações .

Na

are a

industria l

os

teste s

po r

corrente s

5

de

Foucaul t podem se r aplicado s a cilindro s maciços , tubos ,

esferas , chapas e película s e fornece m um meio de medi r

condutividade , deteta r descontinuidade s e determina r es_

pessura s de película s toras . Os teste s e as

não

condutora s

são

peças simultâneas ,

sobr e

condu -

para

todo s

os

propósito s

indicaçõe s práticos .

 

Desd e

qu e

as

indicaçõe s

contínua s

sã o

uma

pa_r

t e

d o

sistem a

básic o

d e

teste ,

o s

teste s

d e

produçã o

au_

tomãtic à

poderã o

se r

feito s

com

grand e

facilidade .

6

1.2.2

GENERALIDADES

1 .2.2 , 1

CONTROLE

POP

CORRENTES

DE

FOUCAULT

 

Podemo s

defini r

corrente s

 

d e

Foucau l t

com o

pe_

quena s

corrente s

elétrica s

circulante s

numa _a

 

mostra

po r

um

campo

magnétic o

induzida s Estas ,

alternado .

po r

sua

vez,

.geram

um

campo

magnétic o

que

se

opõe

ao

campo

ini -

<

ciai ,

mudando

consequentement e

a

impedância ' da

bobin a

.

(Fig .

1.1 ,

1.2

e

1 .3).

 

Será

vist o

 

em

capítul o

posterior ,

 

que

as

cor -

rente

s

induzida s

na

peç a

têm

a

mesma

frequênci a

da

cor -

rent e

excitadora ,

mas

sã o

de

fase s

diferentes .

 
 

Em

geral ,

a

bobin a

test e

e

caracterizad a

po r

duas

grandeza s

elétricas.: .

.

a )

A

indutiv a

Xj_ =

2lIfL,

send o

f

a

frequênci a

do

reatanci a campo

a.c .

induto r

em

Hert z

e

L a

auto-indutinci a

da

b obi n a .

 

b)

A

resistênci a

Õhmica R .

 
 

Podemos

entã o

faze r

um

grafic o

 

x

R,qu e

cons_

titu i

o

chamado

plan o

de

impedância .

Este

ê

o

test e

da

impedância .

Assim ,

quando

a

bobin a

est a

vazia(n a

ausên -

cia

de

amostras) ,

teremo s

no

plan o

de

impedância

da

Fi g

1.4,

o

pont o

Po(Ro»wLo) .

Colocando-s e

um

objet o

test e

dentr o

ou

próxim o

da

bobina ,

teremos

o' pont o

P(R,wL)

,

correspondend o

a

uma

mudanç a

n a

su a

impedância .

 
 

A

mudança

verificad a

no

sina l

de

saíd a

deve

-

se

exclusivament e

a

presenç a

do

objet o

teste .

Todavi a

,

bobi na

corrente s

duzidas , ras i ta s

Foucault .

_

pa-

ou

de

fis.

Fig .

TT

m m

Fig .

1.3

1.1

->

Hp

wL 0

(JÙL

8 no test e da impedância , associa-s e ess a variaçã o do si
8
no
test e
da
impedância ,
associa-s e
ess a
variaçã o
do
si -
nal
a
modificaçõe s
nas
reatância s
indutiv a
e
resistiv a
da
bobina ,
denominada
impedância
aparente .
Os
fatore s
que
influe m
no
modulo
e
na
direçã o
do
deslocament o
da
impedância
aparent e
de
P 0
a
P
da
Fi g
1.4
sã o
funções
das
propriedade s
do
objet o
test e
e
das
característica s
da
instrumentação ,
a
saber :
Propriedade s
do
objet o
teste :
a) Condutividad e
elétric a
(a )
b) Geometri a
do
objet o
test e
c )
Permeabilidad
e
magnétic a
(u )
"
d) Presenç a de descontinuidades , tai s como trincas , ca -
vi dades ,
etc .
a) Condutividad e
elétric a
£* de
grand e
influenci
a
nas
corrente s
de
Fou
-
cault .
Algumas
var i
ãve i
s ,
p or
sua
vez ,
afeta m
a
conduti_
vidad e
elétric a
do
material :
composiçã o
química ,
presen_
ça
de
impurezas ,
tratament o
térmico ,
distorçõe s
ou
des -
locamento s
da
rede ,
defeito s
de
rede ,
temperatura .
b)
Geometri a
do
objet o
test e
A
geometri a
do
objet o
test e
influ i
sobremanej_
ra
na
impedância
aparent e
da
bobina .
Assim ,
se
temos
u-
ma amostra
cilíndric a
(barra s
ou
tubos) ,
podemos
dete* -
t a r
variaçõe s
no
diâmetr o
externo ,
diâmetr o
intern o
ou
variaçõe s
de
parede .

9

c) Permeabilidad e

magnétic a

 

í

convenient e

classifica r

os

materiai s

como

-

ferromagnético s

e

não

Os

materiai s

ferromagnet i cos

são

caracterizado s

po r

li-

ma permeabilidad e magnétic a muito

alta ,

ponto

de

satur a

ção s e .

definido ,

Quando

apreciáve l

magnetism o

sã o

peça s

ferromagnética s

residua l

e

examinadas ,

histere -

per -

a

meabilidad e magnétic a introdu z

dicaçã o de saída , muitas veze s

uma indesejável .

mai s

variáve l

Po r

na

in -

lado , â perrneabi 1 i dade magnétic a variáve l pode

outr o f e i

se r

- p

ta

constant e

quando

se

satur a

magneticamente

o

objet o

teste .

 

d)

Presenç a

 

de

descontinuidades .

 

des ,

Descontinuidades ,

porosidade s

inclusões ,

tai s

influe m

como

trincas ,

sina l

de

cavid a

saíd a

-

,

em

escal a

qu e vari a

com

sua s

no localizações ,

tamanhos

e

formas .

 

Característica s

da

instrumentação :

 

a)

Frequênci a

do

campo

a.c .

da

bobin a

test e

 

b)

Tamanho

e

forma

da

bobin a

c )

Distanci a

da

bobin a

ao

objet o

test e

ou

fato r

de

aco -

plament o

 

no

caso

de

peças

cilíndricas .

 

a )

Frequênci a

do

campo

a.c .

da

bobin a

test e

 

A

frequênci a

utilizad a

Õ

o

pont o

chav e

na

rea_

lizaçã o

do

 

ensaio ,

influindo ,

inclusiv e

na

profundidad e

de

penetraçã o

das

corrente s

de

Foucault ,

como

ser á

vis -

10

to

no

cap .

2 .

b)

Tamanho

e

forma

da

bobin a

 
 

0

tamanho

e

a

forma

 

da

bobin a

determina m

se

o

campo

e

uniform e

ou

não ,

se

o

efeit o

de

extremidad e

ser á

considerad o

ou

não

(ve r

cap.5) .

c)

Distanci a

da

bobin a

ao

objet o

ou

fato r

de

acomplamen-

to

*

 

A

distânci a

da

bobin a

ao

objet o

afet a

grande_

mente as

indicaçõe s

de

saíd a

e

ess e

efeit o

e

denominado

("1iff-off"*) .

 

No

caso

de

peças

cilíndrica s

envolvida s

por

do

bobinas ,

fato r

de

o

equivalent e

enchimento

(em

 

do

inglês ,

efeito"1iff-off "

e "Fi11-factor" ) .

chama-

1.2.3

SISTEMAS

DE

TESTES

 
 

Os

teste s

po r

corrente s

de

Foucaul t

podem

s e r

dividido s

em

trê s

áreas :

 

test e

da

impedância ,

test e

de

anális e

da

fas e

e

test e

de

analis e

da

modulação .

 
 

1.2.3. 1

TESTE

DA

IMPEDÂNCIA

Est e

test e

baseia-s e

na

mudança

da

impedãn

-

c i a

d e

uma

bobin a

test e

quand o

el

a

e

colocad a

próxim a

de

uma

amostra ,

conform e

fo i

vist

o

na

seçã o

1.2.2.

1

, ( ve r

( * )

Nã o

duza

encontramo s

uma convenientement e

expressã o

-

em

sugerimo s

Portuguê s

efeit o

de

qu e

tra -

afasta -

Fig .

1.4) ,

uma

ve z

qu e

=

ond e

 

E 0

Zo

E

tensã o

de

saíd a

com

a

bobin a

"cheia "

Z

impedânci a

aparent e

da

bobin a

"cheia "

Eo

tensã o

de

saíd a

com

a

bobin a

"vazia "

Zo

impedânci a

da

bobin a

"vazia "

Vantagen s

e

limitações :

>

 

A

principa l

vantagem

do

test e

da

impedânci a

e

a

eliminaçã o

da

necessidad e

de

procedimentos "

extensos .

A

técnic a

e

geralment e

limitad a

a

condiçõe s

estática s

,

desde

de

que

um

variávei

s

sistem a

na

em

movimento

de

saída .

indicaçã o

aumentaria

Po r

numero exemplo ,

o

num

~

.

sistem a

de bobina s envolvente s em movimento , a presenç a

de

variaçõe s

das

dimensões

do

objet o

test e

tornari a

im -

possíve l

separa r

a

variáve l

condutividad e

da

mudança

de

dimensõe s

na

indicaçã o

de

saída ,

quando

o

test e

da impji

dãncia

e

usado .

 
 

1.2.3. 2

TESTE

DE

ANÁLISE

DA FASE

 
 

A

diferenç a

na

fas e

entr e

a

corrent e

que

flu i

atravé s

da

bobin a

test e

e

 

a

voltage m

que

aparec e

-

na

bobin a

fornec e

a

base

para

o

test e

de

anális e

da

fa -

s e .

Po r

meio

de

um

tubo

de

raio s

catódico s

essa s

mudan-

ças

podem

se r

detetada s

e

usadas

para

se

tomar

decisõe s

a

respeit o

do

objet o

teste .

Esse

test e

possibilit a

tam -

bém,

estabelece r

as

condiçõe s

em

que

algumas

variáveis ,

que

produzam

mudanças.da

fase,possa m

se r

suprimidas ,

e

12 somente a variáve l de interess e possa se r considerada . 0 test
12
somente
a
variáve l
de
interess e
possa
se r
considerada .
0
test e
da
analis e
da
fas e
pode
se r
realiza -
do po r trê s métodos básicos : método do veto r ponto , m£
todo
da
elíps e
e
método
tempo-bas e
linear .
Como o
métod o
do
veto r
pont o
e
o
mais
comumente
usad o
,
vamos
descrevê-lo :
MÉTODO
DO VETOR
PONTO
A
Fig .
1.5
ilustr a
o
método
do
veto r
pont o
,
utilizando-s e um
sistem a
CRT(tubo de
raio s
catódicos )
,
para a observaçã o do sina l
de
saída .
Nest e
método ,
o
pont o
luminoso
na
tel a
do
CRT
represent a
a
tensã o
d e
saíd a
compost a
d e
dua s
comp o
nente s
Ei
e
E 2
,
d e
uma
bobin
a
teste .
Po r
mei o
d e
doi
s
circuitos ,
um
defasado r
e
outr o
de
ajust e
de
frequência ,
e possíve l
medi r
a
tensã o
Ej
(componente;imaginar i a
dt
.tensão
saída) ,
que
depende
da
dimensão
e
da
permeabili -
dade
magnétic a
e
medi r
a
tensã o
E 2
(componente
rea l
da
tensã o
de
saída)
,
que
depende
da
condutividade .
Têcn i
-
cas
apropriada s
de
medida
da
componente
Ei
,
permite m
separa r
o s
efeito s
da
permeabilidad e
e
da s
dimen s õe s . As_
sim ,
o
pont o
luminos o
represent a
uma
combinaçã o
do s
e -
feito
s
acima .
(Ve r
Fig .
1.5
e
1.5) .
Basicamente ,
o
que
se
fa z
nos
teste
s
po r
cojr
rente
s
d e
Foucault ,
ê
compara r
a s
propriedade s
d e
uma
a_
mostra
(condutividade ,
permeabilidad e
magiêtica
e
geome-
tria )
com
a s
d e
uma
referênci a
padrão .
S e
a s
proprieda -
des
da
amostra
e
do
padrã o
são
as
mesmas,
nenhuma
ten
-
são
de
saíd a
ser á
desenvolvida .
Então ,
o
pont o
luminos o
estar á
no
centr o
da
tel a
do
CRT. Ao
contrario ,
se
hou
-

A

vidad e

deslocament o horizon_

conduti_

mudança

da

acarret a

um

t a l

do

ponto

lumino ­

so

.

A

mudança

dimensio ­

nal acarret a um des

locamento vertica T do ponto luminoso .

A mudança da permeia

bi1 i dade

acarret a um desloc a ment o vertica l do"

ponto

magneti ca

luminoso .

F i g .

1.5

14

4

u ; D

a

-> condutividad e

u

-> permeabi 1 i d a de

D

dimensão

A

«

E,

1 v

(E i . ma q ) '

Plan o

de

voj_

tagem

/

Ponto

luminos o

i

l

-s>- a

a—

^ E rea l

'

Fi g .

1.6

 

ponto

lumino

gera_

do r

-$|)adrãc

3

amos

trar

F i g .

circu í

t o

D r o c e s -

sámente?—3»

de

nai s

de

si -

IT

1.7

CRT

15 ver alguma diferenç a entr e elas , o ponto luminoso esta - rá
15
ver
alguma
diferenç a
entr e
elas ,
o
ponto
luminoso
esta -
for a
do
centr o
da
tela ,
sofrend o
um
deslocament o
gundo
a
horizonta l
(diferenç a
entr e
as
se -
condutividade s )
segund o
a
vertica l
(diferenç a
entr e
as - perraeabi li"dades ,
'e/ou
dimensões )
ou
numa
combinaçã o
de
vertica l
e
hor i
-
zontal .
Na
Fig .
1.7
apresentamo s
um
diagram a
onde
se
procur a
ilustra r
ta l
comparação
de
de bloc o ,
propriedades .
VANTAGENS
E
LIMITAÇÜES
A
principa l
vantagem
do
test e
de
analis e
de
fas e
é
a
habilidad e
em
separa r
a
variáve l
condutividad e
das
variáveis ,
dimensão
e
permeabilidade .
Todavia,,
pa -
ra
se
.
consegui r
ta l
separação ,
ess a
técnic a
fic a
]i_
mitad a
â
gama
de
frequênci a
de
que
o aparelh o
dispõ e
e
ãs
condiçõe s
de
test e
que
origina m
os
doi s
conjunto s
de
variávei s
para
produzi r
mudanças
de
fases ,
separada s
de
90° .
Sabemos
que
vário s
fatores ,
representand o
ou
tr a
famíli a
de
variávei s
(composiçã o
química ,
temperatu_
ra ,
defeito
s
de
rede ,
etc. )
afeta m
a
variáve l
condutivi_
dade
e
o
test e
de
anális e
de
fas e
isol
a
a
condutividad e
como.uma
variáve l
total ,
não
fornecend o
meios
par a
dis -
tinçã o
par a
essa s
causas .
Est a
e
uma
outr a
limitação .
Temos
aind a
que
considera r
a
habilidad e
do
especialist a
em
NDT(Teste s
não
destrutivos) ,
quanto
ao
us o
do
equipament o
e
as
i nterpretações .
adequada s
das
in_
formaçõe s
da
tel a
do
CRT,
alem
do
que ,
pel a
anális e
de
fase ,
soment e
uma
variáve l
d e
cad a
ve
z
pod e
se r
suprimi _
da.
16 1.2.3. 3 TESTE DA ANALISE DA MODULAÇÃO Esta técnic a é usada basicament e
16
1.2.3. 3
TESTE
DA ANALISE
DA MODULAÇÃO
Esta
técnic a
é
usada
basicament e
para
anali -
s e
d e
descontinuidades
,
desd e
qu e
uma
descontinuidad e
,
viajand o
atravé s
d o
camp o
magnétic o
d e
uma
bobin a
test e
modula
(modifica )
ess e
campo.
Se
as
bobinas
são
estrei -
ta s
e
usadas
diferencialment e
(ve r
Sistema s
de
bobinas -
Cap .
5) ,
entã o
a
descontinuidad e
te m
uma
razã o
sinal /
ruíd o
relativament e
grande
e
sua
frequênci a
de
modula
-
ção
e
lima
funçã o
do
tempo
de
passage m
da
descontinuida -
de
atravé s
do
campo
magnético .