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INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Prof. Alexandre Mascarenhas
INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
INSTRUMENTAÇÃO
INDUSTRIAL

Prof. Alexandre Mascarenhas

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1

- CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE

-

MALHA DE CONTROLE FECHADA

-

DEFINIÇÕES EM CONTROLE

-

PRINCIPAIS SISTEMAS DE MEDIDA

2

- TELEMETRIA

-

TRANSMISSORES

-

REDES DE COMUNICAÇÃO INDUSTRIAIS

3

- MEDIÇÃO DE PRESSÃO

-

CONCEITOS DE PRESSÃO

-

DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO

4

- SELO REMOTO

- TUBULAÇÃO DE IMPULSO

-

SISTEMAS DE SELAGEM

-

PURGA

-

SANGRIA

5

- MEDIÇÃO DE NÍVEL

-

MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE NÍVEL DE LÍQUIDO

-

MEDIÇÃO DIRETA

-

MEDIÇÃO INDIRETA

-

MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL

-

MÉTODOS DE MEDIÇÃO DE NÍVEL DE SÓLIDOS

Prof. Alexandre Mascarenhas

Continuação…

6

TRANSMISSOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL (LD301)

-

INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

7

- MEDIÇÃO DE VAZÃO

-

TIPOS DE MEDIDORES DE VAZÃO

-

MEDIDORES DE QUANTIDADE(Pesagem / Volumétrica)

-

MEDIDORES VOLUMÉTRICOS

-

Medição de vazão por pressão diferencial

-

Medidores de Vazão por Pressão Diferencial Constante

-

Medidores de Vazão em Canais Abertos

-

MEDIDORES ESPECIAIS DE VAZÃO

-

Medidor Eletromagnético de Vazão, Turbina, Vortex e medidores Ultra-sônicos

8

- MEDIÇÃO DE TEMPERATURA

-

MEDIDORES DE TEMPERATURA POR DILATAÇÃO / EXPANSÃO

-

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMOPAR

-

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA POR TERMORESISTÊNCIA (RTD)

-

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA POR RADIAÇÃO

9

- TRANSMISSOR DE TEMPERATURA (TT301)

-

INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

Prof. Alexandre Mascarenhas

Continuação…

10 - ELEMENTOS FINAIS DE CONTROLE

- VÁLVULAS DE CONTROLE

- VÁLVULAS DE DESLOCAMENTO LINEAR DA HASTE

- VÁLVULAS DE DESLOCAMENTO ROTATIVO DA HASTE

- INTERNOS DAS VÁLVULAS

- CAIXA DE GAXETAS

- GAXETAS

- CARACTERÍSTICAS DE VAZÃO

- COEFICIENTE DE VAZÃO ( CV ) - POSICIONADORES

11 POSICIONADOR DE VÁLVULA (FY301)

- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

12 - OUTRAS VARIÁVEIS

- MEDIÇÃO DE DENSIDADE

- Medidores de Densidade

- Densímetros

- Medidor de Densidade por Pressão Hidrostática

- Sistema de Purga

- MEDIÇÃO DE PH

- Método de Medição

- Instrumentos de Medição

- Eletrodos de Medição e de Referência

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Continuação…

13 TRANSMISSOR DE DENSIDADE (DT301)

- INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E CONFIGURAÇÃO, MANUTENÇÃO E ESP.TÉCNICA.

14 - FUNDAMENTOS EM CONTROLE DE PROCESSO

- PROCESSO

- DEFINIÇÕES DO CONTROLE AUTOMÁTICO DE PROCESSO

- TROCADOR DE ENERGIA

- AUTO-REGULAÇÃO

- PROPRIEDADES DO PROCESSO

- TIPOS DE DISTÚRBIOS DE PROCESSO

- CONTROLE MANUAL

- ELEMENTOS DO CONTROLE AUTOMÁTICO

- ATRASOS DE TEMPO NO SISTEMA DE CONTROLE

- CONTROLE AUTOMÁTICO DESCONTÍNUO

- CONTROLE AUTOMÁTICO CONTÍNUO EM MALHA ABERTA

-CONTROLE AUTOMÁTICO CONTINUO EM MALHA FECHADA

- SISTEMAS (MALHAS) DE CONTROLE

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“O Início da Instrumentação e Controle de Processos” 1778 - Watt - Máquina a vapor

1878 - Maxwell - Teoria / Controlador de Watt

1930 - Nyquist - 1º Livro sobre Controle

vapor 1878 - Maxwell - Teoria / Controlador de Watt 1930 - Nyquist - 1º Livro

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INSTRUMENTAÇÃO

Ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição, indicação,

registro e controle de processos de fabricação, visando a

otimização na eficiência desses processos.

O uso de intrumentos em processos industriais visa a obtenção de

um produto de melhor qualidade com menor custo, menor tempo

e com quantidade reduzida de mão de obra.

menor tempo e com quantidade reduzida de mão de obra. A utilização de instrumentos nos permite:

A utilização de instrumentos nos permite:

- Incrementar e controlar a qualidade do produto;

- Aumentar a produção e o rendimento;

- Obter e fornecer dados seguros da matéria prima e quantidade

produzida além de ter em mãos dados relativos à economia dos processos.

e quantidade produzida além de ter em mãos dados relativos à economia dos processos. Prof. Alexandre

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Controle Manual

Controle Manual Prof. Alexandre Mascarenhas

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VALOR DESEJADO VALOR (SET-POINT) OBTIDO DESVIO + 0 - ERRO
VALOR
DESEJADO
VALOR
(SET-POINT)
OBTIDO
DESVIO
+
0
-
ERRO

TEMPO

“O controle manual não permite a eliminação do erro, resultando em uma amplitude de variação excessiva do valor da variável que se deseja controlar”.

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VAPOR FLUIDO AQUECIDO FLUIDO A SER AQUECIDO CONDENSADO PROCESSO INDUSTRIAL TÍPICO Variável Controlada: Temperatura

VAPOR

FLUIDO AQUECIDO

FLUIDO A SER AQUECIDO CONDENSADO
FLUIDO A SER
AQUECIDO
CONDENSADO

PROCESSO INDUSTRIAL TÍPICO

Variável Controlada:

Temperatura

Meio Controlado:

Fluido

Variável Manipulada:

Vazão

Agente de Controle:

Vapor

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MALHA DE CONTROLE

MALHA DE CONTROLE LIQUIDO ENTRANDO LIQUIDO MISTURADOR SAINDO SP CONTROLADOR VAPOR SENSOR DE TEMPERATURA VALVULA

LIQUIDO ENTRANDO

LIQUIDO MISTURADOR SAINDO SP CONTROLADOR VAPOR SENSOR DE TEMPERATURA VALVULA SINAL DE TEMPERATURA PARA O
LIQUIDO
MISTURADOR
SAINDO
SP
CONTROLADOR
VAPOR
SENSOR DE
TEMPERATURA
VALVULA
SINAL DE TEMPERATURA PARA O CONTROLADOR

ABERTA:

FECHADA:

Sistema sem realimentação (ou Feedback ) "

Sistema com realimentação

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ENTRADA DE ÁGUA FRIA PROCESSO SAIDA DE ÁGUA QUENTE ENTRADA DE VAPOR VÁLVULA DE CONTROLE
ENTRADA DE
ÁGUA FRIA
PROCESSO
SAIDA DE
ÁGUA QUENTE
ENTRADA
DE VAPOR
VÁLVULA DE
CONTROLE
CORREÇÃO
CONTROLE
DE VAPOR VÁLVULA DE CONTROLE CORREÇÃO CONTROLE MEDIÇÃO COMPARAÇÃO ONDE ESTÁ A MEDIÇÃO? ONDE ESTÁ O

MEDIÇÃO

COMPARAÇÃO

ONDE ESTÁ A MEDIÇÃO?

ONDE ESTÁ O CONTROLE ?

ONDE ESTÁ O CONTROLADOR?

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A Ação do Controle Automático

VALOR VALOR DESEJADO DESVIO OBTIDO (SET-POINT) + 0 - ERRO
VALOR
VALOR
DESEJADO
DESVIO
OBTIDO
(SET-POINT)
+
0
-
ERRO

TEMPO

“O controle automático permite através de sua ação a

redução do erro, com um tempo de atuação e precisão impossíveis de se obter no controle manual”.

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O Controle Automático

ENTRADA DE ÁGUA FRIA

SAIDA DE ÁGUA QUENTE
SAIDA DE
ÁGUA QUENTE

SET POINT

ENTRADA DE ÁGUA FRIA SAIDA DE ÁGUA QUENTE SET POINT PROCESSO SENSOR MEDIÇÃO MALHA DE CONTROLE

PROCESSO

SENSOR

MEDIÇÃO

MALHA DE CONTROLE FECHADA

ENTRADA

DE VAPOR

SENSOR MEDIÇÃO MALHA DE CONTROLE FECHADA ENTRADA DE VAPOR CORREÇÃO COMPARAÇÃO VÁLVULA DE CONTROLE CONTROLADOR

CORREÇÃO

COMPARAÇÃO

VÁLVULA

DE

CONTROLE

CONTROLADOR

AUTOMÁTICO DE CAMPO

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DEFINIÇÕES EM CONTROLE
DEFINIÇÕES EM CONTROLE

1. CLASSES DE INSTRUMENTOS:

a) Indicador

b) Registrador

c) Transmissor

d) Transdutor

e) Controlador

f) Elemento Final de Controle

b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle Prof. Alexandre Mascarenhas
b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle Prof. Alexandre Mascarenhas
b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle Prof. Alexandre Mascarenhas
b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle Prof. Alexandre Mascarenhas
b) Registrador c) Transmissor d) Transdutor e) Controlador f) Elemento Final de Controle Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

2 Faixa de Medição (RANGE)

3 - Alcance (SPAN)

4 Erro

5 Repetitividade

6 Exatidão

7 Rangeabilidade (Largura da Faixa)

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8. TERMINOLOGIA (ISA S 5.1)

P

RC

001

02

A

Variável

Função

Área da

N 0 Seqüencial da Malha

S

Atividade

U

 

F

Identificação Funcional

Identificação da Malha

I

X

O

 

Identificação do Instrumento

   

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9. Símbolos utilizados nos Fluxogramas de Processo

SUPRIMENTO

OU

IMPULSO

utilizados nos Fluxogramas de Processo SUPRIMENTO OU IMPULSO SINAL PNEUMÁTICO SINAL HIDRÁULICO SINAL ELETRO- MAGNÉTICO

SINAL

PNEUMÁTICO

de Processo SUPRIMENTO OU IMPULSO SINAL PNEUMÁTICO SINAL HIDRÁULICO SINAL ELETRO- MAGNÉTICO OU SÔNICO

SINAL

HIDRÁULICO

SUPRIMENTO OU IMPULSO SINAL PNEUMÁTICO SINAL HIDRÁULICO SINAL ELETRO- MAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANS- MISSÃO GUIADA)

SINAL ELETRO-

MAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANS- MISSÃO GUIADA)

SINAL ELETRO- MAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANS- MISSÃO GUIADA) LIGAÇÃO CONFI- GURADA INTERNA- MENTE AO SISTE- MA

LIGAÇÃO CONFI- GURADA INTERNA- MENTE AO SISTE- MA (SOFTWARE)

CONFI- GURADA INTERNA- MENTE AO SISTE- MA (SOFTWARE) SINAL BINÁRIO PNEUMÁTICO SINAL NÃO DEFINIDO SINAL

SINAL

BINÁRIO

PNEUMÁTICO

SINAL NÃO

SINAL NÃO

DEFINIDO

SINAL ELÉTRICO

SINAL

ELÉTRICO

TUBO

TUBO

CAPILAR

 

SINAL ELETROMAG-

NÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA)
NÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA)
NÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA)

NÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA)

LIGAÇÃO MECÂNICA

LIGAÇÃO

MECÂNICA

SINAL BINÁRIO

SINAL

BINÁRIO

ELÉTRICO

ELÉTRICO

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10. Simbologia Geral em Instrumentação

LOCALIZAÇÃO Locação Principal Locação Auxiliar Locação Auxiliar Montado normalmente normalmente normalmente
LOCALIZAÇÃO
Locação Principal
Locação Auxiliar
Locação Auxiliar
Montado
normalmente
normalmente
normalmente
no
acessível
acessível
não acessível
Campo
TIPO
ao operador
ao operador
ao operador
Instrumentos
Discretos
Instrumentos
Compartilhados
Computador
de
Processo
Controlador
Programável

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1 A LETRA

 

LETRAS SUCESSIVAS

 

Variável

Letra de

Função de Leitura Passiva

Função de Saída

Letra de

Medida

Modificação

Modificação

A

Analisador

 

Alarme

   

B

Queimador

       

(Chama)

C

Condutibilidade Elétrica

   

Controlador

 

D

Densidade ou Peso Específico

Diferencial

     

E

Tensão (Fem)

 

Elemento Primário

   

F

Vazão

Relação

     

G

Medida Dimensional

 

Visor

   

H

Comando Manual

     

Alto

I

Corrente Elétrica

 

Indicação ou Indicador

   

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1 A LETRA

 

LETRAS SUCESSIVAS

 

Variável

Letra de

Função de Leitura

Função de Saída

Letra de

Medida

Modificação

Passiva

Modificação

J

Potência

Varredura

     

K

Tempo ou Programa

   

Estação de

 

Controle

L

Nível

 

Lâmpada Piloto

 

Baixo

M

Umidade

     

Médio ou

Intermediário

O

   

Placa de Orifício

   

P

Pressão

 

Tomada de Impulso

   

Q

Quantidade

Integração

     

R

Radioatividade

 

Registrador

   

S

Velocidade ou

Segurança

 

Chave ou

 

Freqüência

Interruptor

T

Temperatura

   

Transmissão

 

Transmissor

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1 A LETRA

 

LETRAS SUCESSIVAS

 

Variável

Letra de

Função de Leitura Passiva

Função de Saída

Letra de

Medida

Modificação

Modificação

U

Multivariáveis

 

Multifunção

Multifunção

Multifunção

V

Viscosidade

   

Válvula

 

W

Peso ou Força

 

Poço

   

Y

     

Relê ou

 

Computador

Z

Posição

   

Elemento Final de

 

Controle

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EXERCÍCIOS

20 - Qual a função de cada um dos instrumentos abaixo, de acordo com a sua identificação.

a) WT -

b) FIC -

Transmissor de Peso ou Força

Controlador Indicador de Vazão

c) Indicador de Temperatura

d) Transmissor Indicador de Pressão

e) Registrador de Nível

f) TSL -

g) PSLL -

h) Registrador Indicado de Temperatura

i) Transmissor de Temperatura

j) PIC -

TI -

PIT -

LR -

Chave de Temperatura baixa (Termostato)

Chave de Pressã muito baixo (Pressostato)

TIR -

TT -

Controlador Indicador de Pressão

l) FR -

m) LT -

Registrador de Vazão Transmissor de Nível

n) Chave de Vazão muito alto (Fluxostato)

o) Chave de Nível de limite alto

p) Relé de Relação (ou Conversão) p/ variável Vazão (Flow)

FSHH -

LSH -

FY -

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21 - Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada

21 - Defina a localização dos equipamentos e tipos de sinais de transmissão de cada malha de controle, além da sua função (equipamento).

a)

de sinais de transmissão de cada malha de controle, além da sua função (equipamento). a) Prof.

Prof. Alexandre Mascarenhas

b)

b) Prof. Alexandre Mascarenhas

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A P Ê N D IC E “A ” - D IA G R A
A P Ê N D IC E
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TELEMETRIA
TELEMETRIA

À medida que os processos controlados se multiplicaram, surgiu a necessidade da operação se realizar à distância e de forma centralizada.

Sensor Controlador
Sensor
Controlador

Válvula

de

Controle

e de forma centralizada. Sensor Controlador Válvula de Controle Controle Local Prof. Alexandre Mascarenhas

Controle Local

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TELEMETRIA
TELEMETRIA

À medida que os processos controlados se multiplicaram, surgiu a

necessidade da operação se realizar à distância e de forma

centralizada.

???
???
operação se realizar à distância e de forma centralizada. ??? Operação à Distância Prof. Alexandre Mascarenhas

Operação à Distância

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Instrumentação Pneumática

A tecnologia pneumática usa um sinal de pressão de ar ( 3 ~ 15

psi) como elemento de comunicação entre seus elementos.

Sensor Controlador Válvula de Controle
Sensor
Controlador
Válvula
de
Controle

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A Instrumentação Pneumática

1920 - Controle P 1930 - Controle PID

A Instrumentação Pneumática 1920 - Controle P 1930 - Controle PID Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

Instrumentação Pneumática O Tempo da Agulha • Custo elevado • Operação dedicada • Pouco flexível

Instrumentação Pneumática O Tempo da Agulha

Custo elevado

Operação dedicada Pouco flexível Manutenção Dispendiosa Limitação de distância

Precisão reduzida

Fole -------------> Capacitor

Mola -------------> Indutor

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A Eletrônica entra em cena
A Eletrônica entra em cena

Prof. Alexandre Mascarenhas

ENIAC, O Primeiro Computador

ENIAC, O Primeiro Computador Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

A Eletrônica entra em cena

1947: A invenção do transistor revoluciona a

eletrônica.

1947 : A invenção do transistor revoluciona a eletrônica. • 1958 : Surge o primeiro circuito

1958: Surge o primeiro circuito integrado, possibilitando a compactação em escala ampla.

1961: O primeiro circuito integrado lógico.

1965: PDP-8, o primeiro computador digital

largamente utilizado em controle de processos.

1965 : PDP-8, o primeiro computador digital largamente utilizado em controle de processos. Prof. Alexandre Mascarenhas
1965 : PDP-8, o primeiro computador digital largamente utilizado em controle de processos. Prof. Alexandre Mascarenhas
1965 : PDP-8, o primeiro computador digital largamente utilizado em controle de processos. Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

A Integração dos Circuitos

Os circuitos integrados

propiciam a redução

dos equipamentos e baixam seu custo.

Os circuitos integrados propiciam a redução dos equipamentos e baixam seu custo. Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

Os Circuitos Lógicos • Os computadores digitais empregam circuitos lógicos, a principio com componentes discretos

Os Circuitos Lógicos

Os computadores digitais empregam circuitos lógicos, a principio com componentes discretos e a seguir com circuitos

integrados.

Surgem os CLPs (Controladores Lógicos Programáveis), que substituem os relés nos comandos

elétricos.

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A Eletrônica Analógica

+ -
+
-

A instrumentação baseada na eletrônica analógica ganha força com o advento dos

amplificadores operacionais.

A Smar lança seus primeiros

produtos na década de 80.

amplificadores operacionais. • A Smar lança seus primeiros produtos na década de 80. Prof. Alexandre Mascarenhas
amplificadores operacionais. • A Smar lança seus primeiros produtos na década de 80. Prof. Alexandre Mascarenhas

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TRANSMISSOR A 2 FIOS - Alimentação (24 Vdc) e comunicação (4 a 20 mA) no mesmo par de fios.

(24 Vdc) e comunicação (4 a 20 mA) no mesmo par de fios. TRANSMISSOR A 4

TRANSMISSOR A 4 FIOS - Alimentação e comunicação independentes.

Alimentação (110 vac)

e comunicação independentes. Alimentação (110 vac) Saída digital Saída 4 a 20 mA Prof. Alexandre Mascarenhas

Saída digital

Saída 4 a 20 mA

e comunicação independentes. Alimentação (110 vac) Saída digital Saída 4 a 20 mA Prof. Alexandre Mascarenhas

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REDES DE COMUNICAÇÃO INDUSTRIAIS

Supervisão A outros níveis BancoBanco dede DadosDados REDEREDE DEDE GERENCIAMENTOGERENCIAMENTO RedeRede dede
Supervisão
A outros níveis
BancoBanco dede
DadosDados
REDEREDE DEDE
GERENCIAMENTOGERENCIAMENTO
RedeRede dede PlantaPlanta
RedeRede dede ControleControle
REDEREDE DEDE
CONTROLECONTROLE
REDEREDE DEDE
CAMPOCAMPO
RedeRede dede
CampoCampo

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Redes de Campo

Redução do custo da fiação e instalação do projeto,

Comunicação bidirecional, permitindo configuração e calibração dos dispositivos,

Distribuição de inteligência,

Integração com diversos fabricantes,

Normalmente possível conexão com até 1 centena de dispositivos,

Velocidade normalmente na faixa de dezenas de Kbps, podendo atingir até 1 Mbps e

Integração do controlador ao sistema de atuação do equipamento.

atingir até 1 Mbps e • Integração do controlador ao sistema de atuação do equipamento. Prof.

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- Redes podem ser sub-classificadas qto a categoria dos dispositivos conectados

 

Processo

Manufatura

Sensores

Tamanho

     

Mensagem

alguns bytes

alguns bytes

alguns bits

Tempo de

5 a 50 ms

5 a 50 ms

< 5ms

Resposta

Tipo de Cabo

Instrumentação

Qualquer

Baixo custo

Distância Max

2 Km

2 Km

100m

Áreas

     

Classificadas

Sim

Não

Não

Exemplo de algumas redes:

HART

ASI - ACTUATOR SENSOR INTERFACE

DEVICENET

PROFIBUS DP E PA

FOUNDATION FIELDBUS

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Rede AS-i (Actuador & Sensor Interface)

Cabo Paralelo com dois condutores

Até 31 escravos

Cada escravo: 4 bits de I/O

• Até 31 escravos • Cada escravo: 4 bits de I/O • Até 100 m ou

Até 100 m ou 300m com repetidores

Sistema de comunicação mestre - escravo

Garantido um máximo de 4,7 ms com configuração máxima da rede

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Rede DeviceNet Cabo par - trançado com 4 fios e uma blindagem; um par da

Rede DeviceNet

Cabo par - trançado com 4 fios e uma blindagem; um par da

alimentação e outro do sinal:

Até 64 dispositivos

Velocidades ajustáveis em:

125; 250 e 500 Kbits/s,

Até 500m em 125 Kbits/s e

Sistema de comunicação mestre escravo.

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Rede Profibus - DP (Descentralized Peripheria)

Rede Profibus - DP (Descentralized Peripheria) • Cabo Par - trançado com 2 fios e uma

Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem somente para sinal,

Até 128 dispositivos divididos em 4 segmentos com repetidores,

Velocidades ajustáveis de 9.600 a 12Mbits/s,

De 100 a 1.200m conforme a velocidade, e

Sistema de comunicação mestre escravo.

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Rede Profibus - PA (Process Automation)

Cabo Par - trançado com 2 fios e uma blindagem, trafegando sinal e alimentação,

Até 32 dispositivos sem alimentação e 12 com alimentação,

Velocidades de 31,25 Kbits /s,

Máxima distância de 1900 m conforme número de dispositivos, e

Permite várias topologias.

distância de 1900 m conforme número de dispositivos, e • Permite várias topologias. Prof. Alexandre Mascarenhas

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Protocolo HART

O protocolo HART (Highway Adress Remote Transducer)‚ um sistema que combina o padrão 4 a 20 mA com a comunicação digital. É um sistema a dois fios com taxa de comunicação de 1.200 bits/s e modulação FSK ( Frequency Shift Key ). O Hart é baseado no sistema mestre escravo, permitindo a existência de dois mestres na rede simultaneamente.

As vantagens do protocolo HART são as seguintes:

Usa o mesmo par de cabos para o 4 a 20 mA e para a comunicação digital.

Usa o mesmo tipo de cabo usado na instrumentação analógica.

o mesmo tipo de cabo usado na instrumentação analógica.  Disponibilidade de equipamentos de vários fabricantes.

Disponibilidade de equipamentos de vários fabricantes.

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TECNOLOGIA FOUNDATION FIELDBUS

Fieldbus é um protocolo de comunicação bidirecional, digital multi-drop entre dispositivos de automação da planta e sistemas de supervisão. Então, Fieldbus é essencialmente uma rede local (LAN) para dispositivos de campo.

Fieldbus

Processo P L Automação e Sistemas de Supervisão F
Processo
P
L
Automação
e
Sistemas de Supervisão
F

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EVOLUÇÃO DO “CONTROLE” (comparativo das tecnologias)

DDC

DCS

FCS

EVOLUÇÃO DO “CONTROLE” (comparativo das tecnologias) DDC DCS FCS Prof. Alexandre Mascarenhas

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NÍVEL DO USUÁRIO - BLOCOS Blocos Resource Block Transducer Function Block Block
NÍVEL DO USUÁRIO - BLOCOS
Blocos
Resource
Block
Transducer
Function
Block
Block

Tecnologia

FOUNDATION

Fieldbus

“STACK” DE

COMUNICAÇÃO

Nível Físico

FIELDBUS

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LIGAÇÕES DE ENTRADAS / SAÍDAS

CAMADA USUÁRIO
CAMADA
USUÁRIO
TRANSMISSOR FIELDBUS COMMUNICATION “STACK” CAMADA FÍSICA AI OUT DISPOSITIVO FIELDBUS P/ VÁLVULA PID IN
TRANSMISSOR
FIELDBUS
COMMUNICATION
“STACK”
CAMADA FÍSICA
AI
OUT
DISPOSITIVO FIELDBUS
P/ VÁLVULA
PID
IN
OUT
IN
AO

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EXERCÍCIOS:

7 - Calcule o valor pedido:

Exemplo: 50% do sinal de 3 a 15 PSI Valor Pedido = [ ( Final - Início) ou Span] x ( % ) + zero vivo

100%

15

12

x

50

+

3

=

9 psi

- 3

100

 

12

Span

a)

70%

de

3

-

15

PSI =

b) 80%

de

3

-

15

PSI =

(70 / 100) x 12 PSI + 3PSI = 11,4 PSI

c) 0,2 - 1 kgf/cm2 =

d) 0,2 - 1 kgf/cm2 =

e) 45% de 20 - 100 kPa =

f) 55% de

10% de

30% de

20 - 100 kPa =

(10 / 100) x 0,8 Kg/cm2 + 0,2 Kg/cm2 = 0,28 Kg/cm2

g) 65% de

4 - 20 mA

=

h) 75% de 4 - 20 mA

=

i) 37%

de

1 - 5 V

=

j)

73%

de

1 - 5 V

=

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8 - Calcule o valor pedido:

Exemplo: 9 psi é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI.

Valor Pedido =( Valor de transmissão - zero vivo) x (100% )

 

(

Final

- Início

)

= Span

(

9

-

3

)

x

100

=

6

x

100

= 50%

 

(

15

-

3

)

12

a)

12 PSI é quantos % da faixa de 3 a 15 PSI =

[(12 3) / 12] x 100% = 75%

b)

6 PSI

é quantos %

da

faixa de 3 a 15 PSI =

c) 0,4 Kgf/cm2 é quantos % da faixa de 0,2 a 1 kgf/cm2 =

d) 0,6 Kgf/ cm2 é quantos % da faixa de 0,2 a 1 kgf/cm2 =

e) 90 kPa é quantos % da faixa de 20 a 100 kPa =

f) 70 kPa é quantos % da faixa de 20 a 100 kPa =

g) 9 mA é quantos % da faixa de 4 a 20 mA =

h) 13 mA é quantos % da faixa de 4 a 20 mA =

i) 1,5 V é quantos % da faixa de 1 a 5 Vdc =

j) 4,5 V é quantos % da faixa de 1 a 5 Vdc =

[(9 4) / 16] x 100% = 31,25%

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Medição de Pressão Definições: Pressão = F (força) A (área) [ kgf/cm²; lbf/pol²; N/m²] Massa

Medição de Pressão Definições:

Pressão =

F (força)

A (área)

[ kgf/cm²; lbf/pol²; N/m²]

Massa Específica(ρ)=

massa

volume

[ kg/m 3 ; g/cm 3 ]

Peso Específico(γ)=

peso

volume

[kgf/m³; gf/cm³]

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h

h ρ PRINCÍPIO DE PASCAL TEOREMA DE STEVIN ∆P ∆ P = ρ . h Prof.

ρ

h ρ PRINCÍPIO DE PASCAL TEOREMA DE STEVIN ∆P ∆ P = ρ . h Prof.
h ρ PRINCÍPIO DE PASCAL TEOREMA DE STEVIN ∆P ∆ P = ρ . h Prof.

PRINCÍPIO DE

PASCAL

TEOREMA DE STEVIN

∆P

P = ρ . h

h ρ PRINCÍPIO DE PASCAL TEOREMA DE STEVIN ∆P ∆ P = ρ . h Prof.

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ESCALAS DE PRESSÃO

h - m A m H B g
h
-
m
A
m
H
B
g

ESCALA

Pressão Relativa (ou P. Efetiva ou Pressão)

Pressão Absoluta

(ou Zero Absoluto ou Vácuo Perfeito)

P abs = P rel

+

P atm

pressão relativa vácuo
pressão relativa
vácuo

ZERO RELATIVO

pressão absoluta

rel + P atm pressão relativa vácuo ZERO RELATIVO pressão absoluta ZERO ABSOLUTO Prof. Alexandre Mascarenhas
rel + P atm pressão relativa vácuo ZERO RELATIVO pressão absoluta ZERO ABSOLUTO Prof. Alexandre Mascarenhas
rel + P atm pressão relativa vácuo ZERO RELATIVO pressão absoluta ZERO ABSOLUTO Prof. Alexandre Mascarenhas

ZERO ABSOLUTO

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PRESSÃO DIFERENCIAL (∆P)

PRESSÃO ESTÁTICA

PRESSÃO DINÂMICA

PRESSÃO TOTAL

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Tabela de Conversão - Unidades de Pressão

 

psi

kPa

Polegadas

mmH 2 O

Polegadas

mmHg

Bar

m Bar

kgf/cm 2

gf/cm 2

H

2 O

Hg

psi

1

6,8947

27,7620

705,1500

2,0360

51,7150

0,0689

68,9470

0,0703

70,3070

kPa

0,1450

1

4,0266

102,2742

0,2953

7,5007

0,0100

10,0000

0,0102

10,1972

Polegadas

0,0361

0,2483

 

1

25,4210

0,0734

1,8650

0,0025

2,4864

0,0025

2,5355

H

2 O

 

mmH 2 O

0,0014

0,0098

0,0394

1

0,0028

0,0734

0,0001

0,0979

0,0001

0,0982

Polegadas

0,4912

3,3867

13,6200

345,9400

1

25,4000

0,0339

33,864

0,0345

34,532

Hg

mmHg

0,0193

0,1331

0,5362

13,6200

0,0394

1

0,0013

1,3332

0,0014

1,3595

Bar

14,5040

100,00

402,1800

10215,0000

29,5300

750,0600

1

1000

1,0197

1019,70

0

m Bar

0,0145

0,1000

0,402

10,2150

0,0295

0,7501

0,001

1

0,0010

1,0197

kgf/cm 2

14,2230

97,9047

394,4100

10018,0

28,9590

735,560

0,9800

980,7000

1

1000

gf/cm 2

0,0142

0,0970

0,3944

10,0180

0,0290

0,7356

0,0009

0,9807

0,001

1

Exemplo

97 mmHg = 97(0,5362) = 52,0114 pol, H 2 O

(97 mmHg = 97(1,3332) =129,3204 m Bar

1 mmHg = 0,5362 pol, H 2 O = 1,3332 m Bar

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DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO

1. Tubo Bourdon (tipos)

DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO 1. Tubo Bourdon (tipos) Prof. Alexandre Mascarenhas
DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO 1. Tubo Bourdon (tipos) Prof. Alexandre Mascarenhas
DISPOSITIVOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO 1. Tubo Bourdon (tipos) Prof. Alexandre Mascarenhas

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2. Membrana ou Diafragma

2. Membrana ou Diafragma 3. Fole Prof. Alexandre Mascarenhas

3. Fole

2. Membrana ou Diafragma 3. Fole Prof. Alexandre Mascarenhas
2. Membrana ou Diafragma 3. Fole Prof. Alexandre Mascarenhas
2. Membrana ou Diafragma 3. Fole Prof. Alexandre Mascarenhas

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4 - Colunas de Líquido

P1 P2 = h . dr

Manômetro de tubo em “U”

Líquido P1 – P2 = h . dr Manômetro de tubo em “U” Manômetro de Coluna
Líquido P1 – P2 = h . dr Manômetro de tubo em “U” Manômetro de Coluna
Líquido P1 – P2 = h . dr Manômetro de tubo em “U” Manômetro de Coluna

Manômetro de Coluna Reta Vertical

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Manômetro de Coluna Reta Inclinada Menisco Prof. Alexandre Mascarenhas
Manômetro de Coluna Reta Inclinada Menisco Prof. Alexandre Mascarenhas

Manômetro de Coluna Reta Inclinada

Manômetro de Coluna Reta Inclinada Menisco Prof. Alexandre Mascarenhas

Menisco

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5 - Sensor tipo Piezoelétrico

CRISTAL P + _ + _ + _ + _
CRISTAL
P
+
_
+
_
+
_
+
_

Efeito Piezoelétrico

P DIAFRAGMA SAIDA Transdutor CRISTAL
P DIAFRAGMA
SAIDA
Transdutor
CRISTAL

Palheta (piezo)

Restrição

removível

Suprimemento de ar

Pressão piloto
Pressão piloto
CRISTAL Palheta (piezo) Restrição removível Suprimemento de ar Pressão piloto Bico Prof. Alexandre Mascarenhas

Bico

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6 Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo

R = (ρ.L) / A

6 – Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo R = ( ρ .L) / A Prof.
6 – Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo R = ( ρ .L) / A Prof.
6 – Sensor tipo Strain Gauge ou Piezoresistivo R = ( ρ .L) / A Prof.

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7 Sensor tipo Capacitivo

Tubos Capilares Placas do Capacitor Diafragma Sensor Vidro Fluido de Enchimento Diafragma de Processo
Tubos Capilares
Placas do Capacitor
Diafragma Sensor
Vidro
Fluido de Enchimento
Diafragma de Processo

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8 - Sensor tipo Silício Ressonante

8 - Sensor tipo Silício Ressonante Prof. Alexandre Mascarenhas
8 - Sensor tipo Silício Ressonante Prof. Alexandre Mascarenhas
8 - Sensor tipo Silício Ressonante Prof. Alexandre Mascarenhas
8 - Sensor tipo Silício Ressonante Prof. Alexandre Mascarenhas

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EXERCÍCIOS:

20 - Para a coluna a lado, determine:

a) P1 = 500 mmHg

P2 = ? kgf/cm 2

ΔP = P1 P2 = h x dr

dr = 1,0

h = 20 cm (H 2 O)

P2 = P1 - ΔP = (500 x 13,62) 200 =

= 6610 mmH2O ou 0,661 Kg/cm2

b) P1 = ?

psi

P2 = 15 “ H 2 O

dr = 13,6

h = 150 mm (Hg)

P2 = 15 x 1,865 = 27,975 mmHg P1 = ΔP + P2 = (150 + 27,975) mmHg = 177,975 mmHg

ou P1 = 177,975 x 0,0193 = 3,435 PSI

c)

P1

= 2,5 psi

P2 = atm

dr = 6,94

d) P1 = atm

P2 = - 460 mmHg

h = 46 cm

e) P1 = - 300 mmHg

P2 = ? psia

P2 = 8,52 PSIa

dr = ?

dr = 13,6

dr = 1,0

h = 10 “

h = ?

cm (Hg)

h = 10 “ (H 2 O)

psia P2 = 8,52 PSIa dr = ? dr = 13,6 dr = 1,0 h =

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Aplicação:

SELO REMOTO

a) O fluído do processo for corrosivo ao dispositivo de medição;

b) O fluído for um gás com possibilidade de condensação por di-

minuição de temperatura, quando for aplicado ao dispositivo

de medição, ex: vapor d’água;

c) O fluído for um líquido com sólidos em suspensão;

d) O fluído for um líquido pastoso;

e) O fluído tender a cristalizar-se com variações de temperatu-

ra ao ser aplicado ao dispositivo de medição, ex: óleo APF;

f) O fluído não puder permanecer parado no dispositivo de

medição, ex: medicamentos, leite etc;

g) O fluído for periculoso.

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SELO REMOTO

Instalação: Tomadas de Impulso

SELO REMOTO Instalação: Tomadas de Impulso GÁS LÍQUIDO V A P O R Prof. Alexandre Mascarenhas

GÁS

SELO REMOTO Instalação: Tomadas de Impulso GÁS LÍQUIDO V A P O R Prof. Alexandre Mascarenhas

LÍQUIDO

SELO REMOTO Instalação: Tomadas de Impulso GÁS LÍQUIDO V A P O R Prof. Alexandre Mascarenhas

VAPOR

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Exemplos de Tomadas de Impulso

Exemplos de Tomadas de Impulso Prof. Alexandre Mascarenhas
Exemplos de Tomadas de Impulso Prof. Alexandre Mascarenhas

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Componentes da Tubulação (Tomadas) de Impulso Manifolds

DP 5 VIAS DP 3 VIAS 2 VIAS GP GP 2 VIAS
DP
5 VIAS
DP
3 VIAS
2 VIAS
GP
GP
2 VIAS

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SISTEMAS DE SELAGEM

• SISTEMAS DE SELAGEM SELO DE LÍQUIDO SELO DE AR Prof. Alexandre Mascarenhas

SELO DE LÍQUIDO

• SISTEMAS DE SELAGEM SELO DE LÍQUIDO SELO DE AR Prof. Alexandre Mascarenhas

SELO DE AR

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Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do

Corpo

Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo

Diafragma Isolador

Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo

Corpo

Tubo Capilar

Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo
Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo

SELO VOLUMÉTRICO

Corpo Diafragma Isolador Corpo Tubo Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo

Diafragma

Isolador

Fluído de

Enchimento

Capilar SELO VOLUMÉTRICO Diafragma Isolador Fluído de Enchimento Armadura do tubo Capilar Prof. Alexandre Mascarenhas

Armadura do tubo Capilar

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MANÔMETRO PETROQUÍMICO

MANÔMETRO PETROQUÍMICO Flange do Tanque Braçadeira TRI-CLAMP SELO SANITÁRIO Prof. Alexandre Mascarenhas
MANÔMETRO PETROQUÍMICO Flange do Tanque Braçadeira TRI-CLAMP SELO SANITÁRIO Prof. Alexandre Mascarenhas
MANÔMETRO PETROQUÍMICO Flange do Tanque Braçadeira TRI-CLAMP SELO SANITÁRIO Prof. Alexandre Mascarenhas

Flange do Tanque

Braçadeira TRI-CLAMP

MANÔMETRO PETROQUÍMICO Flange do Tanque Braçadeira TRI-CLAMP SELO SANITÁRIO Prof. Alexandre Mascarenhas

SELO SANITÁRIO

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PURGA

PURGA COM GÁS

PURGA P U R G A C O M G Á S SANGRIA PURGA COM LÍQUIDO

SANGRIA

PURGA COM LÍQUIDO

PURGA P U R G A C O M G Á S SANGRIA PURGA COM LÍQUIDO

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DRENO/PURGA (SANGRIA)

LD301

DRENO/PURGA (SANGRIA) LD301 Posição Superior (Aplicações em Líquido / Multifase) Posição Inferior (Aplicações em

Posição Superior

(Aplicações em Líquido / Multifase)

Posição Superior (Aplicações em Líquido / Multifase) Posição Inferior (Aplicações em Gás ) A POSIÇÃO DO
Posição Superior (Aplicações em Líquido / Multifase) Posição Inferior (Aplicações em Gás ) A POSIÇÃO DO

Posição Inferior (Aplicações em Gás )

A POSIÇÃO DO DRENO PODE SER MUDADA, GIRANDO O FLANGE 180 O
A POSIÇÃO DO DRENO
PODE SER MUDADA,
GIRANDO O FLANGE
180 O

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MEDIÇÃO DE NÍVEL - PRINCIPAIS MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

RÉGUA OU GABARITO

VISORES DE NÍVEL

BÓIA OU FLUTUADOR

• POR PRESSÃO HIDROSTÁTICA (∆P)

COM BORBULHADOR

POR EMPUXO

COM RAIOS GAMA

CAPACITIVO

POR ULTRASOM

POR RADAR

MEDIDORES DESCONTÍNUOS

MEDIÇÃO DE SÓLIDOS

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TIPO

 

CHAVE DE

   

MEDIÇÃO CONTÍNUA

 

DE

NÍVEL

   

TRANSMISSÃO/

CONTROLE

INSTRUMENTO

INDICAÇÃO

 

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

Visor de Nível Bóia/Flutuador Empuxo

R

E

R

B

R

E

R

R

B

R

R

B

R R

 

E

B

 

E

B

Pressão Hidros.

B

R

R

R

B

R

R

B

R

R

Borbulhador Cél. Carga Ultrasom Radiação

R

R

B

R

B

R

B

R

B R

 
 

R

B

 

R

B

B

B

R

B

B

R

B

B

 

B

R

R

E

B

B

E

R

E

E

R

B

E

B

R

B

R

Capacitivo

B

B

R

B

R

R

R

R

B

B

R

B

Condutividade Pás Rotativas Lâminas Vibrat. Detecção Térm.

R

R

R

   
 

B

B

B

E

B

B

R

R

R

B

R

R

R

E

- Excelente (sem restrições de uso)

B

- Bom (com restrições de uso)

R

- Regular (poucas aplicações)

1 - Líquidos limpos

2 - Líquidos com espuma

3 - Interface

4 - Polpas

5 - Sólidos

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MEDIÇÃO DE NÍVEL

DIRETA

500 499 498 497 496
500
499
498
497
496
2 1
2
1
MEDIÇÃO DE NÍVEL DIRETA 500 499 498 497 496 2 1 Régua ou Gabarito Tipo Tubular
MEDIÇÃO DE NÍVEL DIRETA 500 499 498 497 496 2 1 Régua ou Gabarito Tipo Tubular

Régua ou Gabarito

Tipo Tubular
Tipo Tubular

Visores de Nível

(vidro)

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Plano (Reflex ou Transparente)

GAS VIDRO
GAS
VIDRO
Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas

LIQUIDO

Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas
Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas
Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas
Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas

VIDRO

Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas
Plano (Reflex ou Transparente) GAS VIDRO LIQUIDO VIDRO Prof. Alexandre Mascarenhas

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Válvula de bloqueio (manutenção e segurança)

Válvula de bloqueio (manutenção e segurança) Blindado (Magnético) INDICADOR IMA PALHETA MAGNÉTICA DO INDICADOR DE

Blindado

(Magnético)

INDICADOR IMA PALHETA MAGNÉTICA DO INDICADOR DE NÍVEL
INDICADOR
IMA
PALHETA MAGNÉTICA
DO INDICADOR DE
NÍVEL

BOIA

Blindado (Magnético) INDICADOR IMA PALHETA MAGNÉTICA DO INDICADOR DE NÍVEL BOIA Prof. Alexandre Mascarenhas

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Bóia ou Flutuador

Bóia ou Flutuador Prof. Alexandre Mascarenhas
Bóia ou Flutuador Prof. Alexandre Mascarenhas

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2.2 - MEDIÇÃO DE NÍVEL, INDIRETA

POR PRESSÃO (HIDROSTÁTICA OU ∆P)

dr h LÍQUIDO HI LO
dr
h
LÍQUIDO
HI
LO
PRESSÃO (HIDROSTÁTICA OU ∆P) dr h LÍQUIDO HI LO ∆ P = h. d r Cálculo

P = h. d r

Cálculo do Range:
Cálculo do Range:

P = Ph Pl

Pl = 0 (Patm)

Nível (0%): P = 0 (4 mA) Nível (100%): P = h . d (20 mA)

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Supressão de Zero (Tanque aberto)

h y HI LO
h
y
HI
LO
LÍQUIDO dr
LÍQUIDO
dr
Supressão de Zero (Tanque aberto) h y HI LO LÍQUIDO dr Cálculo do Range:  P

Cálculo do Range:

P = Ph - Pl Pl = 0 (P atm )

Nível (0%):

Nível (100%):

P = y . d r

(4 mA)

P = (h + y) . d r (20 mA)

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Elevação de Zero

(Tanques fechados e pressurizados)

Elevação de Zero (Tanques fechados e pressurizados) Prof. Alexandre Mascarenhas
Elevação de Zero (Tanques fechados e pressurizados) Prof. Alexandre Mascarenhas

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Exemplo 1:

GÁS LÍQUIDO
GÁS
LÍQUIDO
Exemplo 1: GÁS LÍQUIDO h HI LO y Cálculo do Range: Nível (0%):  P =
h HI LO
h
HI
LO

y

Cálculo do Range:
Cálculo do Range:

Nível (0%):

P = Ph - Pl

P = 0 - (h . d selo )

P = - (y . d selo )

(4 mA)

Nível (100%):

P = Ph - Pl Pl = y . d selo

Ph = h . d líquido

P = h . d líquido - y . d selo (20 mA)

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Exemplo 2:

Exemplo 2: ∆P 0 % = - 2000 mmH 2 O ∆ P 1 0 0

∆P 0% = - 2000 mmH 2 O P100% = 2000 mmH 2 O

- 2000 mmH 2 O ∆ P 1 0 0 % = 2000 mmH 2 O

Portanto, o Range do TRM é de 2000 a 2000 mmH 2 O

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Com Borbulhador

Com Borbulhador Prof. Alexandre Mascarenhas
Com Borbulhador Prof. Alexandre Mascarenhas
Com Borbulhador Prof. Alexandre Mascarenhas
Com Borbulhador Prof. Alexandre Mascarenhas

Prof. Alexandre Mascarenhas

Por Empuxo

E = V.

Por Empuxo E = V.  Prof. Alexandre Mascarenhas
Por Empuxo E = V.  Prof. Alexandre Mascarenhas

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Variação do Pap. no Medidor Contínuo

0 3 LB 3 1 2 2,25 M 14" COMP
0
3 LB
3
1
2
2,25 M
14"
COMP

A

Nível de Água - 0

P ap. = W - E

P ap. = W - E

0 3 1 2
0
3
1
2

2 LB

1 LB

14" NIVEL D`AGUA 7" NIVEL D`AGUA
14" NIVEL
D`AGUA
7" NIVEL
D`AGUA

B

Água Deslocada

Peso = 1LB

C

Água Deslocada

Peso = 2LB

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Medição de Nível de Inferface

ÓLEO ÁGUA ÓLEO
ÓLEO
ÁGUA
ÓLEO
Medição de Nível de Inferface ÓLEO ÁGUA ÓLEO E t = E 1 + E 2

E t = E 1 + E 2

DT301 Óleo Águar
DT301
Óleo
Águar

100 %

0 %

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Medição de Nível com Raios - Gama

FONTE DE

RADIAÇÃO INDICADOR AMPLIFICADOR SENSOR GEIGER
RADIAÇÃO
INDICADOR
AMPLIFICADOR
SENSOR
GEIGER

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Medição de Nível Capacitivo

Medição de Nível Capacitivo Prof. Alexandre Mascarenhas
Medição de Nível Capacitivo Prof. Alexandre Mascarenhas

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Medição de Nível por Ultra-som

h
h

h = H - (v.t)

2

Medição de Nível por Ultra-som h h = H - (v.t) 2 Prof. Alexandre Mascarenhas

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Medição de Nível por Radar

Medição de Nível por Radar Prof. Alexandre Mascarenhas

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MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL Prof. Alexandre Mascarenhas
MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL Prof. Alexandre Mascarenhas
MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL Prof. Alexandre Mascarenhas

MEDIDORES

DESCONTÍNUOS

DE NÍVEL

MEDIDORES DESCONTÍNUOS DE NÍVEL Prof. Alexandre Mascarenhas

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Medição de Nível de Sólidos (Pesagem)

Medição de Nível de Sólidos (Pesagem) Transdutor eletromecânico Novas Células de Carga (Strain Gauge) Prof.
Medição de Nível de Sólidos (Pesagem) Transdutor eletromecânico Novas Células de Carga (Strain Gauge) Prof.
Medição de Nível de Sólidos (Pesagem) Transdutor eletromecânico Novas Células de Carga (Strain Gauge) Prof.

Transdutor

eletromecânico

de Nível de Sólidos (Pesagem) Transdutor eletromecânico Novas Células de Carga (Strain Gauge) Prof. Alexandre

Novas Células de Carga (Strain Gauge)

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EXERCÍCIOS:

12 - Determinar:

EXERCÍCIOS: 12 - Determinar: a) Range do instrumento: b) Saída do instrumento quando o nível for

a) Range do instrumento:

b) Saída do instrumento quando o nível for 78%:

mmH2O

PSI

a) ΔP = P H P L

- Nível (0%) » ΔP = PH PL = 0 0 = 0 mmH 2 O

- Nível (100%) » ΔP = PH PL = ΔP = (5000 x 2,5) = 12500 mmH 2 O Range: 0 ~ 12500 mmH 2 O

b) 78% do sinal de 3 a 15 PSI é:

Sinal de saída = (0,78 x 12) + 3 = 12,36 PSI

mmH 2 O b) 78% do sinal de 3 a 15 PSI é: Sinal de saída

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16 - Determinar:

a) Range do instrumento:

b) Saída do instrumento quando o nível for 37%:

c) Nível quando a saída for 13,6 PSI:

” H 2 O

PSI

%

c) Nível quando a saída for 13,6 PSI: ” H 2 O PSI % a) Δ

a) ΔP = P H

P L

- Nível (0%) » ΔP = PH PL =

ΔP = [(500 x 1,8) / 25,4] – 0 = 35,433 “H 2 O

» VI (3 PSI) = 35,433 “H 2 O

- Nível (100%) » ΔP = PH PL =

ΔP = [(5500 x 1,8) / 25,4] – 0 = 389,76 “H 2 O

» VS (15 PSI)= 389,76 “H 2 O

b) 37% do sinal de 3 a 15 PSI é:

Sinal de saída = (0,37 x 12) + 3 = 7,44 PSI

c) H (nível) = [(13,6 3) / 12] x 100% = 88,33%

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22 - Determinar:

a) Range do instrumento:

mmH2O

PSI
PSI

b) Saída do instrumento quando o P = 0 mmH2O :

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MEDIÇÃO DE VAZÃO

MEDIÇÃO DE VAZÃO Vazão Volumétrica: Q v = v / t Vazão Mássica: Q m =

Vazão Volumétrica: Q v = v / t

Vazão Mássica: Q m = m / t

TIPOS DE MEDIDORES:

1. Medidores de Quantidade por “Pesagem / Volumétrica”

1. Medidores de Quantidade por “Pesagem / Volumétrica” Disco mutante, Pistão rotativo-oscilante, Pás, Engrenagens
1. Medidores de Quantidade por “Pesagem / Volumétrica” Disco mutante, Pistão rotativo-oscilante, Pás, Engrenagens

Disco mutante, Pistão rotativo-oscilante, Pás, Engrenagens ovais, etc.

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2. Medidores Volumétricos

Por Elementos Deprimogênios (∆P)

250

249 248 VAZÃO MERCÚRIO DIFERENCIAL DE PRESSÃO PSI
249
248
VAZÃO
MERCÚRIO
DIFERENCIAL
DE PRESSÃO
PSI

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Equação básica p/ Elementos Deprimogênios

Q = K. ΔP ΔP (%) 100 75 FE 50 FI FT 25 Q (%)
Q = K.
ΔP
ΔP (%)
100
75
FE
50
FI
FT
25
Q (%)
0
0
50
70,7
86,6
100

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PLACA DE ORIFÍCIO

Tipos de orifícios:

PLACA DE ORIFÍCIO Tipos de orifícios: (a) (b) (c) a. Orifício concêntrico. b. Orifício excêntrico. c.

(a)

(b) (c)
(b)
(c)

a. Orifício concêntrico.

Tipos de orifícios: (a) (b) (c) a. Orifício concêntrico. b. Orifício excêntrico. c. Orifício segmental. VANTAGENS

b. Orifício excêntrico.

c. Orifício segmental.

VANTAGENS:

Instalação fácil Econômica Construção simples Manutenção e troca simples

DESVANTAGENS:

Alta perda de carga Baixa Rangeabilidade

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Tipos de Bordo: Bordo Quadrado (Aresta viva): Bordo Arredondado (Quadrante edge ou quarto de círculo):

Tipos de Bordo:

Tipos de Bordo: Bordo Quadrado (Aresta viva): Bordo Arredondado (Quadrante edge ou quarto de círculo): Bordo

Bordo Quadrado (Aresta viva):

Bordo Arredondado (Quadrante edge ou quarto de círculo):

Bordo com entrada cônica:

viva): Bordo Arredondado (Quadrante edge ou quarto de círculo): Bordo com entrada cônica: Prof. Alexandre Mascarenhas

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Tipos de Tomada de Impulso:

DISTÂNCIA DISTÂNCIA DENOMINAÇÃO DENOMINAÇÃO DA TOMADA DA TOMADA NA LITERA- SUGERIDA EM À FACE À
DISTÂNCIA
DISTÂNCIA
DENOMINAÇÃO
DENOMINAÇÃO
DA TOMADA
DA TOMADA
NA LITERA-
SUGERIDA EM
À FACE
À FACE
TURA INGLESA
PORTUGUÊS
MONTANTE
JUSTANTE
K 1
K 2
FLANGE
TOMADA
1"
1" (J)
1"
1"
TAPS
EM FLANGES
RADIUS
TAPS
TOMADAS
À D E
1/2 D
1/2 D
1 D
K1
K2
(M)
VENA
TOMADAS
DEPENDE
CONTRACTA
DE VENA
1/2 D A
2 D
K1
M
DO β
TAPS
CONTRACTA
TOMADAS
CORNER
DE
JUNTO
JUNTO
TAPS
CANTO
PIPE
TOMADAS
À 2½ D
E 8 D
8 D
K1
K2
2 ½ D
TAPS
(M)

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Orifício Integral

Orifício Integral Tubo Venturi Prof. Alexandre Mascarenhas

Tubo Venturi

Orifício Integral Tubo Venturi Prof. Alexandre Mascarenhas
Orifício Integral Tubo Venturi Prof. Alexandre Mascarenhas

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Bocal de vazão (Flow nozzle)

Bocal de vazão (Flow nozzle) Prof. Alexandre Mascarenhas
Bocal de vazão (Flow nozzle) Prof. Alexandre Mascarenhas

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Tubo Pitot

Tubo Pitot 2   v Pd   .   2 g v  g Pd

2

 

v

Pd

.

 

2 g

v