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EDIÇÃO DE IMAGENS

Alessandra Bochio aula 1

EDIÇÃO DE IMAGENS Alessandra Bochio aula 1

EMENTA a disciplina enfatiza a teoria e prática de montagem/edição e a relação entre roteiro e material finalizado, estudando decupagem, montagem interna, corte em movimento e em continuidade, elipse, ritmo, assim como os diversos formatos de edição de imagens

OBJETIVOS • conhecer os fundamentos teóricos e técnicos da montagem;

• entender o papel e a importância da montagem na história audiovisual;

• entender e finalizar peças audiovisuais em suporte digital.

CONTEÚDO

• conceitos de montagem e classificações

• ritmo, continuidade e fluxo narrativo

• práticas de edição no sofware de edição

• CODECs e formatos de compactação (exportação)

METODOLOGIA

• aulas expositivas

• análise e discussões audiovisuais

• exercícios práticos individuais e em grupo

AVALIAÇÃO

• N1

• projeto interdisciplinar (qualificação)

• avaliação prática (exercícios de edição)

• teste de progresso

• N2

• avaliação escrita

• projeto interdisciplinar

MONTAGEM:

•momento de organização dos materiais

• definição da estrutura narrativa

• associação de imagens e sons

tem como função direcionar a atenção do espectador para os diferentes elementos que sucedem no desenvolvimento de uma ação seguindo tipos de planos

EISENSTEIN:

• o que caracteriza e particulariza a linguagem cinematográfica em relação as outras artes é a montagem e a capacidade que ela tem de gerar significados a partir da justaposição de imagens em uma relação horizontal de planos

duas vertentes:

1 representação da realidade

2 artifício que refaz ou perturba o referente

representação da realidade

ANDRÉ BAZIN: cinema • desenvolvimento de narrativas calcadas na representação da realidade

• ilusão do mundo real

• obsessão realista conjungada a uma obsessão narrativa

• impressão de realidade

cinema clássico • transparência • como parte do imaginário do espectador

• relação do espectador: reflexo

• filme • relato ficcional de uma ação, remetendo o espectador a um reflexo da realidade

• projeção • espelho • procura por sua identidade (espectador)

Les carabiners (1963) Godard

Les carabiners (1963) Godard

MONTAGEM: dissolver a descontinuidade numa continuidade admitida em outro nível: o da narrativa

• montagem invisível • estrutura transparente e verossímil

• relações miméticas

• reconhecimento por parte do espectador

• convenção

• regras de coerência

ISMAIL XAVIER: o novo plano é sempre bem vindo, desde que obedeça as regras de equilíbrio e a motivação o transforma no elemento que sustenta o efeito de continuidade, em vez de ser justamente a ruptura

GRIFFITH:

• homogeneização do siginificado visual (cenários, iluminação), do significado narrativo (relações legendas/imagens, unidade do roteiro) e signifcante audiovisual (sincronismo da imagem e dos sons)

• linearização • estrutura narrativa linear, naturalista (vínculo do movimento, do olhar, do som)

• procedimentos de linguagem em função da estrutura narrativa

• as técnicas cinematográficas empregadas na narrativa clássica

serão em seu conjunto subordinadas à clareza, à homogeneidade, à linearidade, à coerência da narrativa, assim como a seu impacto dramático

montagem: articulação de planos e cenas

• fragmentação e seleção de espaços (configuração de uma dimensão temporal)

• fragmentação e seleção de tempos (configuração de uma dimensão espacial)

• tempo dramático em substituição do tempo real

A montagem reproduz as condições de seleção da percepção e da memória, descontínuos e previlegiam certos espaços-tempos em detrimento de outros menos significativos

artifício que refaz ou perturba o referente

EISENSTEIN: modelo paradigmático • desenvolvimento de uma teoria de montagem cinematográfica

• cinema como arte “impura” • síntese qualitativa de outras formas de arte

• montagem: necessidade estética e ideológica • organização dos códigos heterogênios - transformação em um novo meio de expressão artística

• conferir ao cinema estatuto de arte: identificar o seu específico

• volta-se para as outras artes para a ciência na procura por elementos que pudessem ser transpostos para o cinema

• definir uma linguagem cinematográfica: composta por vários códigos

MONTAGEM DISCURSIVA: montagem significante que utiliza as formas do discurso • é na maneira como o cinema articula as imagens e os sons e os aproxima que o transforma em discurso

• obra de arte como dinâmica • processo de formação de imagens ocorre na

sensibilidade e na inteligência do espectador • processo determinado pela montagem

• criação de novos sentidos • significados não transparentes

• justaposição de planos determina novas leituras

princípio: fragmento • um plano + um plano = 3 o sentido (criado intelectualmente) • os fragmentos não são representações que vão além da mera conotação realista

• os agenciamentos dos elementos de maneira discursiva encaminharão o espectador a perceber e/ou refletir sobre os novos significados

MONTAGEM: agenciamentos

• noção de tempo deixa de ser linear

• rompe-se com a tentativa de considerar o cinema como reflexo do real

• experimentações de linguagens

• simultaneidade espaço-temporal