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Exmo.

Senhor
Director do Quinzenário “O Progresso de Paredes”
Paredes

Ass: Direito de Resposta à notícia publicada na edição de 28 de Maio passado e titulada por,
Direito de Resposta

Exmo. Senhor,

Nos termos da Lei de Imprensa, que V. Ex.ª bem conhece, tendo sido visado na notícia “direito
de resposta de Nuno Santos, venho solicitar a publicação, na próxima edição e com igual
destaque, do seguinte texto:

O Comunicado PS/Paredes, publicado no “Progresso de Paredes”, afirmava que, nas últimas


eleições, não tinha violado a Lei Eleitoral, divulgava o nome dos “difamadores” e sustentava as
afirmações em decisão da CNE.
Um dos visados no comunicado usou o “direito de resposta”, não para se retratar e apresentar
públicas desculpas, mas para, de forma reiterada, insistir na mentira e no insulto direccionado
a quem acusa de por ele nutrir “ódio obsessivo”, eu próprio.
A incomodidade de Nuno Santos é ser acusado de mentir. A verdade é que mente mesmo e os
seus ódios de estimação não são apenas contra Artur Penedos, são também contra o PS e seus
dirigentes.
Mente quando diz que a minha candidatura foi condenada pela CNE, POR QUATRO VEZES.
A CNE, como ele muito bem sabe, não tem competências para condenar ninguém. Nunca
fomos condenados. Tudo não passa de MENTIRA.
Mente quando diz que violei a Lei da Paridade. Sabe bem que o Tribunal de Paredes
considerou as listas válidas. Para evitar mal-entendidos e eliminar a “guerrilha” perpetrada
pelo mentor da “comunicação à medida”, solicitei à Juíza, por carta, para mesmo tendo
considerado válidas e conformes com a Lei as nossas listas, aceitasse alterações.
O “infractor” procura dar a ideia de pessoa acima de qualquer suspeita, mas não lhe
reconheço tal estatuto.
Num direito de resposta publicado no “Semanário Grande Porto”, digo que, conforme me
confidenciou o Director, a notícia que eu desmentia tinha sido transmitida ao jornal por este
impoluto “construtor” de imagens. A minha afirmação nunca foi desmentida.
Finalmente, NS quer ver-me “desaparecer de vez da vida pública de Paredes”. Estranho
comportamento. Mas, talvez seja apenas um deslize de quem convive mal com a democracia.
Um democrata sabe que as escolhas do povo não são humilhação para quem o serve e cumpre
o dever de cidadania.
Ao publicar o “DR” de NS, o PROGRESSO prestou um grande serviço à comunidade. Todos
ficamos a saber, que para além de mentir, não respeita valores democráticos.

Porto, 2010-06-06

Convicto de que V. Ex.ª não deixará de, mais uma vez, dar a conhecer aos cidadãos de Paredes
um texto que repõe a verdade dos factos, aproveito para apresentar os melhores
cumprimentos.

Reitero os meus agradecimentos e apresento a V. Ex.ª, respeitosas saudações.

ARTUR PENEDOS