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PORTUGUESE CANADIAN NEWSPAPER DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
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DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
PORTUGUESE CANADIAN NEWSPAPER DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Já viu O Halloween? - Ele andou por aí ! Na
Já viu O Halloween? - Ele andou por aí ! Na Casa do Alentejo 10
Já viu
O Halloween?
- Ele andou por aí !
Na Casa do Alentejo
10
Na Casa das Beiras
Conhece-os?!
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Brilham em Woodbridge
10
das Beiras Conhece-os?! 21 2 Brilham em Woodbridge 10 JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO ONTÁRIO PORTUGAL
das Beiras Conhece-os?! 21 2 Brilham em Woodbridge 10 JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO ONTÁRIO PORTUGAL

JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO ONTÁRIO

em Woodbridge 10 JORNAL DE GRANDE CIRCULAÇÃO NO ONTÁRIO PORTUGAL MAIS PERTO Segunda-Feira, 31 de Outubro
PORTUGAL MAIS PERTO
PORTUGAL
MAIS
PERTO

Segunda-Feira, 31 de Outubro 2016 Ano VII N.º333 http://abcpcnn.weebly.com/

Sec. de Estado esteve cá 7
Sec. de Estado esteve cá
7
http://abcpcnn.weebly.com/ Sec. de Estado esteve cá 7 Asolidariedade 9 tementrenós um nome! voltou Esábado

Asolidariedade

9
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tementrenós

um nome!

Estado esteve cá 7 Asolidariedade 9 tementrenós um nome! voltou Esábado abrilhar bom Um 4 Futebol
Estado esteve cá 7 Asolidariedade 9 tementrenós um nome! voltou Esábado abrilhar bom Um 4 Futebol

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Esábado

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9 tementrenós um nome! voltou Esábado abrilhar bom Um 4 Futebol Feminino cresceu em Portugal 14

bom

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Um 4
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Futebol Feminino cresceu em Portugal 14
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cresceu em Portugal
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Acordo para o Canadá

abrilhar bom Um 4 Futebol Feminino cresceu em Portugal 14 Acordo para o Canadá “Até que
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“Até que o Amor me mate” 5
“Até que o Amor
me mate”
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2 . Nossa Gente Estáaacabar Pedro Jorge Costa B. de Barros pedrojorgeri@gmail.com Desta vez eu
2 . Nossa Gente
2 . Nossa Gente

Estáaacabar

Pedro Jorge Costa B. de Barros pedrojorgeri@gmail.com

Pedro Jorge Costa B. de Barros pedrojorgeri@gmail.com Desta vez eu escrevo para os portugueses que são

Desta vez eu escrevo para os portugueses que são cidadãos dos EUA e que lêem este jornal. Eu queria falar principal- mente com aqueles que ainda não votaram. Todos sabem que o dia das eleições se aproxima. Todos sabem e já con- cluíram que estas eleições são das mais importantes dos últimos 50 anos.

O que está pela frente mais do que nunca é incerto. O que

está em jogo não é só a escolha entre Donald Trump e Hi- lary Clinton; pois esta é muito mais que uma escolha entre democratas e republicanos. Também é bem mais que uma escolha entre dois males.

O que está em causa não é menos do que a credibilidade

do sistema e da democracia. Para ser claro não me refiro

ao que se passou na campanha, e ao facto de que Trump e

Clinton são políticos que polarizam a opinião pública. Eu refiro-me a um sistema que, por mais de 120 anos, limita

a escolha dos cidadãos e que condiciona a escolha a dois pontos de vista.

Donald Trump é apenas um passageiro. Por exemplo com uma ou duas excepções todos os candidatos do partido republicano eram peculiares. Temos o caso e o facto de Bernie Sanders ter sido condicionado pelos democratas, algo que lhe custou a posição ao trabalho da secretaria do partido.

Temos também o facto de que mais uma vez o partido ver- de e o partido libertário não fizeram campanha ao lado dos democratas e dos republicanos. Tudo isto nos devia levar a pensar e raciocinar se Donald Trump ou Hilary Clinton são os maiores problemas dos EUA.

Por isso convido todos a reflectirem sobre o que se passou

e passa para que de futuro isto não se repita.

Até para a semana!

para que de futuro isto não se repita. Até para a semana! 31 Outubro 2016 Ficha
31 Outubro 2016
31 Outubro 2016
Ficha técnica Propriedade: ABC Portuguese Canadian Newspaper Ltd Director: Fernando Cruz Gomes Conselho Empresarial:

Ficha técnica

Propriedade:

ABC Portuguese Canadian Newspaper Ltd

Director:

Fernando Cruz Gomes

Conselho Empresarial: Fernando Cruz Gomes, Presidente; Paulo Fernando, Vice-Presidente; Carlo Miguel, Tesoureiro; e Lara Ingrid, Secretária.

Redacção e Cronistas:

António Pedro Costa (Ponta Delgada), António dos Santos Vicente, Carlo Miguel, Conceição Baptista, Cristina Alves (Lisboa), Custódio António Barros, Edgar Quinquino (Hamilton), Fernando Cruz Gomes, Fernando Jorge, Filipe Ribeiro (ABC Turismo), Guida Micael, Helder Freire (Lisboa), Humberto Costa (Luanda), Lara Ingrid, Luis Esgáio, Luky Pedro ,Maria João Rafael (Lisboa), Pedro Jorge Costa Baptista, Sérgio Alexandre, Sónia Catarina Micael.

Secretária de Redacção:

Lara Ingrid

Chefe Gráfico:

Sérgio Alexandre

Telefones:

416 995-9904 * 647 962-6568 * 416 828 6568. E-mail: admin@abcpcn.com director@abcpcn.com advertising@abcpcn.com

725 College St. PO Box 31064 TORONTO ON M6G 1C0

“GentedaNossa” soprou29velas

31064 TORONTO ON M6G 1C0 “GentedaNossa” soprou29velas Gostaríamos de ter lá estado pessoalmente, pelo menos um
31064 TORONTO ON M6G 1C0 “GentedaNossa” soprou29velas Gostaríamos de ter lá estado pessoalmente, pelo menos um
31064 TORONTO ON M6G 1C0 “GentedaNossa” soprou29velas Gostaríamos de ter lá estado pessoalmente, pelo menos um

Gostaríamos de ter lá estado pessoalmente, pelo menos um membro da nossa equipa, mas como era o fecho do Jornal foi impossivel concretizar-se este ano. Mesmo assim, não podía- mos deixar de dart os nossos parabéns e votos de muitos anos de saúde e sucesso. - CMCG / ABC

Antes de fechar esta edição do seu Jornal ABC, não po- díamos deixar de recordar que ontem foi o Aniversario do programa televisivo “Gente da Nossa” que soprou 29 velas e outros iguais anos de vida! Produzido por Marido e Mulher (maravilha) César e Nellie Pedro, Gente da Nossa é sobe- jamente conhecido no nosso meio, um programa em estilo revista em língua portuguesa.

Desde 1987 que telespectadores Luso Canadianos têm acor- dado com Nellie nas manhãs de Sábado. Transmitido no ca- nal do CITYTV das 8 as 9 da manha, Gente da Nossa tem sido um programa de referência para grande parte da nossa comunidade e por isso não podíamos deixar de registar a efeméride. Ontem, em Mississauga, no salão do Oasis Convention Cen- tre, 1036 Lakeshore Road East, Mississauga, pelas 13H00, muitos foram os que participaram no grande almoço de ce- lebração do aniversário com a temática “Masquerade Ball”. Estiveram juntos a Nellie e César Pedro os convidados; como que em homenagem à canção nacional “Fado”, os fadistas Tony Gouveia, Elizabete Gouveia e o conjunto TABU. Houve prémios, surpresas e muita diversão

As vozes e as nozes Seguro de vida de António Costa? Helder Freire Escrevo esta
As vozes e as nozes
Seguro de vida de António Costa?
Helder Freire
Escrevo esta crónica, em plena esquizofrenia à volta do Or-
çamento do Estado, como se fosse na Assembleia da Repú-
blica que a coisa se vai resolver. Não vai, quem dirá se este
OE serve ou não, é a Comissão Europeia e bem podem os
deputados espernear que não há volta a dar-lhe.
E a Comissão Europeia já deu indícios de que vai aceitar o
orçamento elaborado por Mário Centeno, ainda que com
umas limadelas aqui e ali, para que não se diga que não
meteu o bedelho.
Ora, isto são solos de violino para António Costa. Com os
partidos à sua esquerda, a fazerem o número de muito zan-
gados e a exigirem o que sabem que não podem obter mas,
a votarem a favor, na hora da verdade.
Ao que parece, qualquer sapo que tenham que engolir, sabe
a manjar dos deuses, comparado com a receita que está im-
plícita nas palavras gestos e atitude de Passos Coelho, que,
ao teimar em não despir a fatiota de primeiro-ministro, é
ameaça de regresso a um passado que PCP e Bloco nem
querem ouvir falar.
Todo este cenário é uma cama de rede por baixo de uma
mangueira, para António Costa. Enquanto Passos Coelho
for uma ameaça, Costa tem garantido o apoio à sua esquer-
da. E as sondagens dizem isso mesmo.
Quem parece não ter percebido, é o PSD que ainda espera
pelos amanhãs que cantam. Perdida a esperança de a As-
sembleia da República ser dissolvida pelo Presidente da
República, abandonada a via que levaria à implosão da «ge-
ringonça», restava a tábua de salvação da União Europeia
que, não penalizando Portugal por défice excessivo que a
anterior maioria criou, convenceu-se que este OE não pas-
saria no crivo de Bruxelas.
Tudo deu errado e hoje, a discussão política centra-se à
volta dos salários dos administradores da Caixa Geral de
Depósitos, como se isso fosse fundamental para a felicidade
dos portugueses.
Mas, a coisa pode mudar se forem para a frente, certas
movimentações no seio do PSD que apontam, mais uma
vez, para um acordar de Rui Rio, a quem alguns dos seus
seguidores cutucaram, tirando-o da sonolência em que se
encontrava há larguíssimos meses.
Vamos ver se ainda vai a tempo, tantos têm sido os arran-
ques e recuos que tem ensaiado.
Quem já botou as manguinhas de fora foi o atual líder que
já decidiu, e fez saber, que estará na cadeira do poder até ao
limite, que se recandidatará à liderança, no próximo Con-
gresso e que espera voltar a ser primeiro-ministro, se não o
atirarem pela borda fora, claro está.
Ora, isto arrepia a esquerda, baralha as contas dentro do
PSD, mas soa a orquestra sinfónica aos ouvidos de António
Costa.
Enquanto Passos Coelho estiver à frente do PSD, tudo cor-
rerá de feição a António Costa, com mais treco, menos tre-
co que a geringonça possa dar, ela avança.
Bem que eu poderia terminar dizendo, que Passos Coelho
é o seguro de vida de António Costa.
31 Outubro 2016 Material Editorial . 3 EDITORIAL O futuro está já aí Entendemos, então,
31 Outubro 2016
Material Editorial . 3
EDITORIAL
O futuro
está já aí
Entendemos, então, que “vis-a-vis” com o que temos hoje
por cá – e talvez, até, mais noutras comunidades mais anti-
gas – há mesmo terreno fértil para arrepiarmos um ou outro
caminho do Passado e avançarmos em vias que nem são tão
novas assim.
Muita vez nos interrogamos – nós e os outros que pensam
– o que será desta comunidade lusa quando os mais velhos
terminarem o seu périplo terreno.
Se ainda haverá comunidade portuguesa como a que conhe-
cemos hoje.
O “ser Português” ganhará, de facto, mais força e mais con-
mos de fazer. Sem raivinhas estéreis que ainda temos e sem
sacrificar a um Passado que é, de facto, nobre, mas que seria
mais útil se estivesse agarrado – diríamos mesmo “fotogra-
fado” – no Presente que temos de viver. Sim, porque por cá
também temos Bandas Filarmónicas nacionais, desportos
que são de todos e formas de fazer e ser que, mesmo ao
nosso lado, fazem grandes civilizações de outros tempos.
sistência se conseguirmos ser mesmo “luso-canadianos” ou
“luso-americanos” até. É capaz de ser necessário abrirmos
os olhos para novas realidades que estão mesmo à nossa vol-
Se as nossas “modinhas” ainda vão prevalecer. Se o falar
nas nossas coisas de hoje ainda faz sentido por cá. Se há
mesmo chão para andar
se não conseguirmos convenien-
ta. Acreditamos que o “vinho do Porto” e até o “Madeira de
Honra” que bebemos, e damos a beber, podem servir para
entendermos melhor o Passado se o argamassarmos com o
Presente.
As Semanas Culturais que, felizmente, ainda levamos a cabo,
eram bem capazes de servir para um estudo prático que tería-
Misturarmos as Culturas, fazermos da saudade um valor
novo e perene, seriam conceitos que valeria bem a pena
transmitir aos mais novos, que nem percebem, às vezes,
certas maneiras de ser e estar que os mais velhos ensaiam.
Nos clubes e associações erea interessante estudar os pris-
mas novos de fazer o Futuro. Mas era, de facto, necessário
querer, E às vezes nem sequer queremos
temente emparedar os nossos muros construídos há séculos.

Ser Português

Nesta mesma página, falamos no facto de “ser Português”. Aqui e agora. A diáspora lusa tem, de facto, necessidade de se afirmar no todo do mundo em

que, há séculos, já pontificou. E é bom que o faça até pelo que pode realizar no enriquecimen-

to do tecido social lá e cá.

Às vezes, os governantes por- tugueses que nos visitam pa- recem não entender esta forma de ser Português, sendo Luso- Canadiano ou mesmo Luso- descendente. Afirmando-nos, num lado e no outro, através de realizações muitas em que nos vamos envolvendo.

Alguém nos disse que, logo após a Segunda Guerra Mun- dial, Estados Unidos e União Soviética criaram autênticas agências de “caçadores de cé- rebros” alemães e de outras na- cionalidades com eles ligados, por forma a enriquecerem a sua então emergente Ciência. Era certo e sabido, por essa altura, que a Alemanha tinha cabeças poderosas.

Para além do megalómano Hitler e seus sequazes havia cientistas e inventores que po- deriam enriquecer a nomencla- tura científica da época. Verdade ou mentira, é bom não esquecer que a ida à Lua foi gizada e planeada por nomes

alemães - onde avulta o de Von Braun - então já ao serviço dos americanos. Idênticos “feitos” se passaram, decerto, na União

Soviética, onde pelos vistos até mudavam os nomes aos tais “malandros” alemães que se iam apanhando

Hoje, Portugal, reduzido à sua mais ínfima expressão, preci- sava, também, de uma brigada de caçadores de cabeças. Talvez até de uma brigada de caçado-

res de cabeças e de

investi-

dores. Encontra essa gente nos mais diversos confins da terra. Disseminados em vários países e a enriquecer outras culturas. Talvez a fungar saudades da

terra-mãe que muitas vezes lhes foi madrasta.

Caçadores de cabeças! Uma necessidade imperiosa para o nosso pobre país de origem, que continua, paulatinamente, a bancar de grande senhor, rico e poderoso. Que continua cego e surdo aos “clamores da sauda- de” - com os nossos também à mistura - que pedem, apenas, reconhecimento e lhaneza de trato. Que se interrogam sobre como é possível dedilhar lá lon- ge as cordas piegas de um “sau- dosismo” que nem governantes nem governados têm, a respeito dos que, um dia, por este ou aquele motivo, sairam do torrão natal.

Acautelar ovaliosopatrimónioreligioso

Realizou-se a semana passada, em Ponta Delgada, uma for- mação sobre o Património Artístico da Igreja, subordinado ao tema “Critérios e Práticas de Conservação Preventiva”, no Centro Pastoral Pio XII, e dirigida aos que se encontram em contacto permanente com o património artístico das igre- jas, coordenando ou assegurando a sua manutenção. Uma ação importante promovida pela Comissão Diocesana dos Bens Culturais da Igreja, em parceria com o respetivo Secretariado Nacional, que se destinou também a respon- sáveis, técnicos e colaboradores com funções nas diversas áreas dos Bens Culturais da Igreja, bem como a todos aque- les que pretenderam obter formação especializada neste do- mínio. Vários técnicos ligados aos bens culturais das igrejas, quer dos Açores, quer do Continente vieram a Ponta Delgada mi- nistrar a formação, tendo incidido sobre matérias mais ca- renciadas do património eclesiástico, tendo sido analisadas e fornecidas algumas das mais importantes instruções básicas de diagnóstico e manutenção. Foram muito importantes as recomendações e princípios básicos de conservação, que fo- ram apresentadas e passíveis de serem implementados nas rotinas quotidianas das nossas igrejas.

António Pedro Costa Ponta Delgada

das nossas igrejas. António Pedro Costa Ponta Delgada Com isso, a Diocese procurou responder às questões

Com isso, a Diocese procurou responder às questões emer-

gentes das santificações, segundo a identidade e a continui- dade do património açoriano. Considero que face a esta temática, todas as paróquias de- veriam proceder, em primeiro lugar, de acordo com as reco- mendações, à elaboração de catálogos e inventários dos seus bens culturais que responda às exigências mais modernas catalogação.

O lema daquele encontro foi “Recebemos um património

dos nossos antepassados. Temos a obrigação de o passar aos vindouros”. Por isso, a manutenção constante dos bens cul- turais deve ser considerada a obrigação concreta mais im- portante de cada paróquia responsável pela sua protecção. Tendo em vista a protecção dos bens culturais eclesiásticos não se pode perder de vista os diferentes agentes de poluição

atmosférica e de degradação ambiental. Esta deve relacio- nar-se igualmente com a ambiência, a envolvente edifica-

da

e os espaços livres, bem como recomendações ao nível

do

manuseamento das peças de arte, bem como o controlo

da

humidade, luz e calor que são agentes corrosivos do pa-

O património religioso por esses Açores fora constitui um

excelente legado, que na maioria dos casos se encontra bem preservado e merece ser incluído nos roteiros turísticos da Região. Contudo, pena foi que poucas foram as paróquias que responderam ao apelo para participarem naquele evento. Foi uma ocasião importante, porque através da análise de casos práticos, foi uma oportunidade para se conhecer um conjunto de procedimentos e práticas de conservação pre- ventiva destinadas a uma correta manutenção do património das igrejas, com incentivos à implementação de planos de salvaguarda e prevenção. Os esforços da Igreja na protecção e manutenção dos seus bens culturais móveis e imóveis são particularmente urgen- tes no momento actual, quer para contrariar a secularização galopante, como de dispersão e profanação que os ameaçam.

trimónio.

A segurança das Igrejas foi também uma matéria que foi

exaustivamente tratada por um elemento das forças de segu- rança do Continente, que deu vários exemplos da lapidação por roubo do património religioso, fazendo algumas reco- mendações para evitar a intrusão de larápios com a vigilân- cia permanente dos templos. Enfim, a sensibilização e conservação preventiva dos bens culturais religiosos parte do principio que a degradação causada no património das igrejas é muitas vezes motivada pela ausência de acompanhamento técnico e também pelo desconhecimento de procedimentos básicos de manutenção, pelo que foi exaustivamente abordada a necessidade de uma conservação preventiva, seguida depois de uma conservação curativa e só após o restauro.

Gaudêncio Lima

Viseu, berço de Portugal? –

Foi algures. Ouvi. Registei. Viseu foi o berço de Portugal. Amar assim aquela cidade, também é demais, não? Amar, sim, mas

devagar

e com muito mais tino.

E não desarma! –

O tal sr. António está ali para as curvas. Não

desarma. Voltou a dizer ao chefe que eu não estou tão em forma como antigamente.

Desta vez, porém, foi mais amável. Mesmo assim, acho que ele não gosta nem um bocadinho de mim. Ainda hei-de descobrir porquê

Quem

não gosta

de mim

-

é mesmo a tal

velha, feia e gorda. Agora já não é só na padaria “in” da Dundas. Já a ouvimos a dizer das suas noutros locais.

É mesmo chata. Qualquer dia, vou pedir lá na Redacção para me deixarem fazer uma entrevista à tal criatura.

para me deixarem fazer uma entrevista à tal criatura. Cá em casa – Cá em casa

Cá em casa

Cá em casa também há quem não morra de amores por mim. Já vi o meu texto todo cortado, embora me tenham dito, depois, que foi o Sérgio mais novo. Como se eu acreditasse. É que o Sergito gosta mais de mim do que do avô. Ai gosta, gosta

Os meninos a brincar

Sempre quero ver se ela mantém a mesma

ideia de mim. Nem que eu tenha de lhe fazer

vai mudar!

umas festinhas

– Na Casa do Alentejo houve festa de Halloween. A organização era do grupo dos jovens, mas quem fez a apresentação foi a

jovem Rosa. E aquilo até não foi nada por

pelo menos pelo que me disse o

chefe. Ele só gostou de uma senhora que

lá estava presa

pela Polícia, que era nada

aí além

mais nada menos do que a filha com 3 ou 4

anos

fardada à Polícia.

Ponto final –

Fico à espera que a tal senhora (mai-lo marido) da tal revista pague a cláusula de

rescisão. Aí vou mesmo trabalhar com eles.

Ai vou, vou

de mim e serem mais simpáticos do que os que tenho cá por casa

pelo menos parecem gostar

gaudenciolima@hotmail.com

4 . Canada em foco 31 Outubro 2016
4 . Canada em foco 31 Outubro 2016
4 . Canada em foco
31 Outubro 2016

Canadá “mais perto” da União Europeia

*Canada e UE assinam acordo comercial histórico

Foi a 30 de Outubro. O Canadá ficou ainda mais per- to da Europa. Ao assinar um acordo histórico com a União Europeia, o Canadá entrou numa outra fase do seu relacionamento com os 28 países da União Europeia.

O Canadá está empenhada em aprofundar os laços comer-

ciais e de investimento com parceiros novos e tradicionais. acordos comerciais em negociação, como o Acordo de União Canada-Europeia (UE) e Comprehensive Economic and Trade Agreement (CETA), que vão beneficiar os canadianos, criando novas oportunidades de trabalho, e ajudando a cres- cer a classe média e aqueles que trabalham duro em todo o País. De acordo com estes objectivos, o primeiro-ministro Jus- tin Trudeau, juntamente com Donald Tusk, o presidente do Conselho Europeu, e Jean-Claude Juncker, Presidente da Co- missão Europeia, assinaram o CETA, durante a cimeira de ontem União Europeia-Canadá.

Mais perto

Pode não parecer, à primeira vista, mas o Canadá entrou,

agora, num novo ciclo da sua vida económica (e não só). O Acordo de Comércio Livre – que outra coisa não é a série de protocolos assinados – põe

o Canadá bem mais perto da

Europa. Entende melhor, tal- vez, a génese do País e a con- textura da sua população vin- da de todo o mundo. Ao abordar temas como o re-

lacionamento harmonioso en-

tre as raças e um multicultura- lismo sadio, o Acordo tem em conta o tecido social canadia- no e tenta fazer com que esse estilo de ser, com vantagens para todos, possa ser imple- mentado em todos os Países agora “engajados” (deixem- nos dizer assim ) Por outro lado, foi interessan-

te seguir as palavras de Justin

Trudeau, onde se enaltece a classe média e os trabalhado-

res, as estruturas produtivas do Canadá e o seu relaciona- mento com idênticos extrac- tos sociais e económicos dos 28 países da União Europeia. Não restam dúvidas de que se trata de um passo em frente

no fortalecimento socio-eco- nómico do País. Com abor- dagens explícitas a diversas estradas que, de há muito, trilhamos.

O Acordo agora assinado – e que vai ser implementado a partir de agora e nos próxi- mos tempos – dá ainda in- comparavelmente mais força

ao acordo já feito no mesmo sentido, há 40 anos, então ain- da com limitações que estão agora mais aplanadas. Valeu a pena? Cremos bem

e o tempo que aí

que sim

vem nos dirá se estamos ou não em tempo do nosso dia -a-dia.

CETA é um acordo comercial moderno, progressivo que, quando implementadp, irá gerar biliões de dólares no co- mércio bilateral e no investimento, proporcionar uma maior escolha e preços mais baixos para os consumidores, e criar empregos na classe média em muitos setores em ambos os la- dos do Atlântico. Tanto o Canadá como a UE estão compro- metidos a pôr o CETA em vigor o mais rapidamente possível. Os líderes também assinaram o Acordo de Parceria Estra- tégica (SPA), que irá melhorar a cooperação em áreas im- portantes, como a energia, ambiente e alterações climáticas, migração e do pluralismo pacífico, combate ao terrorismo e em busca da paz e segurança internacionais, e multilateralis- mo efectivo.

O CETA será assim produto do trabalho duro, negociações

francas e um compromisso comum - pelo Primeiro-Ministro, o Ministro do Comércio Internacional, e inúmeros funcioná- rios públicos canadianos - a uma forte parceria Canadá-UE.

Para o Primeiro-Ministro Justin Trudeau, “a assinatura do CETA é uma ocasião histórica. Este acordo moderno e pro- gressista irá reforçar os fortes laços existentes entre o Canadá

e a União Europeia, e criar vastas novas oportunidades para os canadianos e europeus iguais
e a União Europeia, e criar vastas novas oportunidades para
os canadianos e europeus iguais de abertura de novos mer-
cados para os nossos exportadores, oferecendo mais opções
e melhores preços para os consumidores, e estabelecer laços
mais fortes entre nossas economias . “

Justin Trudeau acentuou ainda: “A parceria Canadá-UE ba- seia-se em valores comuns, uma longa história de colabora- ção estreita e fortes laços pessoa-a-pessoa. A assinatura do CETA e SPA prepara o palco para as relações ainda mais pro- fundas no futuro que irá reforçar a classe média em ambos os lados do Atlântico “.

Mais iniciativas de interesse

Além disso, os líderes emitiram uma declaração conjunta após a Cimeira que descreve os compromissos e as principais áreas de foco para o Canadá e a UE nos próximos anos. A

declaração centrada em valores partilhados e interesses, in- cluindo a paz, a democracia, a prosperidade, a proteção dos direitos humanos, estado de direito, meio ambiente, inclusão

e diversidade cultural.

Assim, o CETA irá fornecer ao Canadá o acesso a mais de 500 milhões de consumidores da UE. trabalhadores canadia- nos em todo o país podem beneficiar, significativamente, de um maior acesso a este mercado de 28 países que gera uns 20 triliões de dólares em atividade econômica anual. Por outro lado, a eliminação de tarifas da UE irá apoiar os sectores em todas as regiões do Canadá, incluindo manu- fatura avançada, agricultura e agro-alimentar, automóvel,

produtos químicos e plásticos, peixe e marisco, silvicultura

e produtos de madeira de valor agregado, metal e produtos minerais e tecnologia.

Recorde-se que ocorre, este ano, o 40º aniversário da assi- natura do primeiro Acordo Canadá UE Framework (1976)

e o estabelecimento da missão diplomática da UE em Otava.

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31 Outubro 2016 Comunidades . 5
31 Outubro 2016
Comunidades . 5

No Dia-a-Dia da Semana Cultural da Casa do Alentejo

“Até que o Amor me mate” é livro que traz mais perto Luis de Camões

Amor me mate” é livro que traz mais perto Luis de Camões “Vim aqui à Casa

“Vim aqui à Casa do Alentejo apresentar e divulgar o meu último romance histórico, baseado na obra de Luis de Camões e que tem o título Até Que o Amor Me Mate, que é um bom título”, como nos disse a escritora. E como fala em Mulheres – nas Mulheres que o Poeta amou – Ma- ria João vai dizendo que “ele foi despedaçando o coração de algumas. São sete as mulheres de quem falo. Tentei entrar no âmago das questões em causa, mas não é fácil. Os leitores vão perceber, certamente, a quem é que ele “matou”. Há vários estilos de amor, designadamente na vida do nosso maior Poeta.

Amor-Paixão

em Livro

Andou por Ceca e Meca. Cresceu nela a paixão. Uma paixão genuina, pelos vistos. Daquelas paixões que tomam conta de um

ser e o fazem multiplicar-

se em gestos que, às vezes, nem têm razão de o ser. Neste caso, porém, até tem. É que, para além do

mais, foi precedida de uma espécie de ódio. Um ódio

de estimação, se assim nos

podemos expressar. Luis Vaz (de Camões) conseguiu fazer com que Maria João por ele se

apaixonasse, não antes de

o odiar. Menina e moça,

estudante do 9.º ano ou por

odiou-o. É que tinha de

dividir as orações da obra grande que tinha frente a ela. E “Os Lusíadas”, de facto, nem eram fáceis de estudar. Multiplicavam-se

as dores de cabeça com as dificuldades do estudo. Era em Português, sim, mas algo arrevezado até para os tempos modernos.

E a menina desse tempo

não gostava, pronto. Acho mesmo que chamou uns quantos nomes ao vate maior da nossa Literatura. Aos poucos, porém, com os seus próprios anos a

audaz

crescerem, Maria João –

que até gosta de desafios difíceis – deu consigo a mudar. Leu e releu, como que em castigo (quem sabe?!) a obra do grande Luis de Camões. A épica.

A lírica. Tudo que lhe

mostrasse a “outra face”. Deu consigo, então, aos poucos, a querer “encontrar” o Poeta. Para lhe perguntar o porquê de tudo aquilo. Para se ensimesmar, talvez, nas cenas que o Livro conta. Para, no fundo, mudar o conceito que os estudos da juventude lhe

esparramaram

de onde estava a nascer o

amor. E foi por aí

no ódio,

A Maria João Lopo de

Carvalho andou por lá.

Em demanda dos casos e factos que se entrelaçaram na vida do Poeta. A descobrir mares e ruelas.

A descobrir-lhe até as

mulheres que ele amou.

A paixão, que já lhe

aflorava à mente quando encetou a viagem em demanda do Prestes

das coisas que ao

Poeta diziam respeito,

João

foi-se transformando para melhor. Paixão-paixão. Em semtimentos que só

ela saber explicar no Livro

lindo que deixou por aí

“Até que o Amor me Mate”

pode

é isso. E muito mais crer! - CG

“Até que o amor me mate” é título – e até sugestivo – de um Livro, na quinta-feira apresentado na Semana Cultural Alentejana. Maria João Lopo de Carvalho está a afirmar-se como escritora de estilo. Como histo- riadora de garra. E neste Livro é Luis de Camões que está em foco.

Há o amor carnal, o amor romântico, o amoe platónico,

o amor de desilusão e saudade, o amor rejeição, todos

esses tipos de amor, que eram, no fundo, os conceitos de

amor da época

subtilezas que, eventualmente, muitos podem não entender. Subtilezas que, pelos vistos, os séculos não apagaram. E que representam, afinal, um manancial de histórias que a escrito- ra traz também ao público de cá.

escritora. A mulher. A entender, talvez,

A

tinha de trabalhar com os Lusíadas. Já antes, Ana Paula Ribeiro, coordenadora do Ensino de Português do Instituto Camões, nos deu a sua versão do Livro e da autora. Fixando-se em pontos que pretendem abrir mais páginas para o entendimento da obra de Luis de Camões. De resto, a sessão geral serviu, até, para dar uns laivos de gosto pela Literatura. Felicidade Macedo, do Círculo de Leitura da Casa do Alentejo, conta haver por ali livros

de Leitura da Casa do Alentejo, conta haver por ali livros “ Por mim – é

Por mim – é ela a dizer-nos – quero que voltem a ler Camões, quero que voltem aos sonetos de Camões, que voltem aos Lusíadas e percebam como todos nos devemos orgulhar de ter este Poerta como o nosso maior

símbolo da Poesia e de Portugal, já que o dia 10 de Junho

é o dia da morte do Poeta e é o Dia de Portugal e das Comunidades”.

morte do Poeta e é o Dia de Portugal e das Comunidades”. Fundamental entender Camões Entende

Fundamental entender Camões

Entende a escritora que , hoje como ontem, é fundamental ler Camões e entender Camões. É mesmo importante que se apaixonem por Camões, Diz-nos que é mesmo “apaixonada por Camões”, a quem, primeiro, odiou, quando, estudante,

que podemos levar para casa. Foram deixados ali para isso mesmo, por pessoas que os leram e querem arranjar mais lugar para outros livros.

Tudo visto

livros. Anabela Rato, agora ao serviço da Universidade de Toronto, faz a apresentação do Livro.

a Cultura também é feita, naturalmente, com

do Livro. a Cultura também é feita, naturalmente, com Com palavras de incentivo à leitura e

Com palavras de incentivo à leitura e com apreciação pela obra da autora.

Já agora, folheando o livro “Até que o amor me mate”

notas interessantes de seguir. É que a autora esteve nos locais que Luis Vaz de Camões tão bem descreve.

6 . Comunidades 31 Outubro 2016
6 . Comunidades
31 Outubro 2016

Brampton e Milton vão ter novos campus universitários

O Ontário anunciou que vai construir novos

campus universitários em Brampton e Mil- ton como parte de um plano maior para me- lhorar o acesso à educação em áreas carentes

da província.

No anúncio em Milton, na quarta-feira, a ministra da Educação Avançada e Desen- volvimento de Competências Deb Matthews disse que as instalações vão ter um foco em

ciência, tecnologia, engenharia, artes e ma- temática.

O

ministro das Finanças Charles Sousa este-

ve

presente no anúncio em Brampton.

Milton já começou a trabalhar com a Univer-

sidade Wilfrid Laurier e parceiros públicos e privados para avançar com o projeto.

O plano, que vai custar à província até 180

milhões de dólares, é a segunda fase da sua grande expansão do ensino pós-secundário. Em maio de 2015, o Ontário anunciou a cria-

Em maio de 2015, o Ontário anunciou a cria- O ministro das Finanças do Ontário, Charles

O ministro das Finanças do Ontário, Charles Sousa, anuncia um plano para construir um novo campus universitário em Brampton

ção do York University-Markham Centre em parceria com o Seneca College. Neste momento, as regiões de Peel e Halton

são o lar da Universidade de Toronto-Mis-

sissauga e Sheridan College, bem como os campus de menor dimensão Algoma Univer-

sity-Brampton, McMaster Ron Joyce Centre, Cambrian College-Peel Centre e o College Boreal-Peel Access Centre.

Otava vai começar a trazer refugiados Yazidi no prazo de 120 dias

vai começar a trazer refugiados Yazidi no prazo de 120 dias O ministro da Imigração John

O ministro da Imigração John McCallum responde a uma pergunta durante o período de perguntas na Câmara dos Comuns, no Parliament Hill.

O ministro da Imigração John McCallum diz que o governo

Liberal está preparado para começar a trazer os refugiados Yazidi para o país no prazo de quatro meses.

Casa dos Açores:

31 anos

de bons serviços

A Casa dos Açores do On-

tário vai levar a efeito um Jantar de Gala, por ocasião

da celebração do 31º Aniver-

sário. A festa está marcada para 5 de Novembro, a partir das 7:00 da noite. no salão nobre da sua sede cultural, localizada, no 1136 College Street.

Na altura, haverá a atribuí-

ção do “Açor de Ouro” em reconhecimento às pessoas previamente apontadas pe- los Corpos Sociais da CAO por todo o contributo e es- forço que tenham feito em pról daquela organização cultural sem fins lucrativos, que tantos e tão bons servi- ços tem prestado à comuni- dade em geral.

Ele afirma que os Liberais vão apoiar uma moção da bancada Conservadora que pede mais apoio para os yazidis, que têm sido alvo de um tratamento particularmente brutal por parte do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

McCallum adianta que o seu departamento enviou pessoas para a região para iniciar o processo de imigração, embora ele não se tenha comprometido com um determinado núme- ro de refugiados Yazidi.

Ele vincou, porém, que eles são uma prioridade para o go- verno. Um problema que tem acontecido é que os yazidis têm sido apanhados em zonas de combate isoladas, longe dos campos de refugiados na Síria e na Turquia, que permitem o acesso muito mais fácil aos funcionários que procuram rastrear e dar seguimento ao processo dos recém-chegados. Os yazidis são uma minoria religiosa de língua curda que costumava habitar principalmente no norte do Iraque.

Saúde Pública de Toronto lança clínicas de vacinas gratuitas

A Saúde Pública de Toronto lançou as suas clínicas de vaci-

nação contra a gripe gratuitas na quinta-feira, começando

na Biblioteca de Referência de Toronto na Yonge Street, per-

to da Bloor Street.

As clínicas funcionarão em nove locais em toda a cidade até 18 de novembro.

Qualquer pessoa com cinco anos de idade e mais velhos também podem ser vacinados gratuitamente por um farma- cêutico em mais de 450 farmácias na cidade e cerca de 2.600 farmácias em toda a província.

A vacina contra a gripe também está disponível em consul-

tórios médicos a partir desta semana. De acordo com as autoridades de saúde, entre 10 e 20 por cento dos canadianos apanham a gripe a cada ano, com mais de 12.000 a ter necessidade de ser hospitalizado.

10 e 20 por cento dos canadianos apanham a gripe a cada ano, com mais de
31 Outubro 2016 Comunidades . 7
31 Outubro 2016
Comunidades . 7
Secretário de Estado das Comunidades entre nós
Secretário
de
Estado
das
Comunidades
entre
nós

Temas do maior interesse para as comunidades

A visita do Secretário de Estado das Comunidades, José Luis Car-

neiro, parece ter decorrido como uma tentativa de dar a entender o programa de actividades daquele departamento. José Luis Carneiro

esteve, já, em Vancouver e em Toronto. Aquele governante vai estar no Canadá até ao dia 02 de novembro (Toronto, Montreal, Otava e Vancouver). Viajará depois para São Francisco, nos Estados Uni- dos, onde vai permanecer até ao dia 05 de novembro. Na Casa do Alentejo, na sexta-feira, avistou-se com representantes dos orgãos de Informação.

E nem é fácil sintetizar o que se passou na conferência de Impren-

sa. É que o Secretário de Estado acabou por dar a conhecer muitos dos pontos que estão na sua agenda de trabalhos. Muitos pontos, a abordar, afinal, temas da maior importância para as comunidades. Prioridades que José Luis Carneiro sintetizou ele próprio, dividin- do-as em quatro temas. Logo de início e como primeira prioridade a protecção e o apoio consular, em obrigações do Estado Português, que aborda, igualmente, a modernixação dos serviços. O Espaço do Cidadão em termos gerais abordado desde logo. Como é evidente, o Ensino de Português esteve em foco. As ques- tões da Lingua Portuguesa – com a parte de leão também a perten- cer à Família – veio a seguir. A par dos esforços estatais, é cada vez mais importante que as famílias façam a sua parte. Uma terceira prioridade estaria na base de certos protocolos de coo- peração que estão a ser estudados. Protocolos com as autoridades canadianas que possam subscrever protocolos. Um esforço a desen- volver e que pode, de facto, ser importante.

A verdade é que as nossas associações têm planos de actividades e

têm planos de acção. E fala nos mais jovens, por forma a que haja

rejuvenescimento dos quadros directivos.

Enfim

todo um conjunto de acções que podem, de facto, resultar.

Encontro com lusos canadianos em posições de Governo

Encontro com lusos canadianos em posições de Governo Interessado em tudo quanto se relaciona com a

Interessado em tudo quanto se relaciona com a diáspora portuguesa desta parte do mundo, teve, ao meio dia de quinta-feira, um en- contro com alguns luso-canadianos que estão em altas posições governativas entre nós. Um almoço que bem pode ser considerado

de trabalho. No fundo, a visita foi abordando alguns dos aspectos de interesse para as comunidades, como foi o caso, logo pela manhã, de uma Escola onde se ensina o Português. No encontro com os Luso Ca- nadianos eleitos para os Governos locais, vimos a presença do mi- nistro das Finanças do Ontario, Charles Sousa, do Deputado Fede- ral, Peter Fonseca, da Deputada provincial Cristina Martins e do conselheiro regional de Brampton, Martin Medeiros. Interessante

a opinião de todos. De uma forma geral, o encontro foi mesmo proveitoso.

A verdade é que, durante o almoço – que bem podemos considerar

almoço de trabalho – foram abordados temas importantes, designa- damente para a nossa gente. Este encontro com representantes eleitos no nosso tecido social co-

munitário foi mesmo importante. Uma visita que poderá, de facto, ser proveitosa.

Ainda o “Espaço do Cidadão”

O “espaço do cidadão” parece ser importante. Depois de Paris, pro-

ximamente será a vez de S. Paulo (Brasil) a ter um “espaço do cida- dão”, e logo a seguir, as cidades de Londres e Bruxelas. Segue-se uma “fase de avaliação”, com José Luís Carneiro a não querer assumir o compromisso em relação a um eventual espaço do cidadão para o Canadá, no caso em Toronto, sem previamente ter um estudo por parte da Agência para a Modernização Administra- tiva (AMA), com a direção de Assuntos Consulares, para verificar da sua viabilidade.

de Assuntos Consulares, para verificar da sua viabilidade. O primeiro contacto do Secretario de Estado foi

O primeiro contacto do Secretario de Estado foi com as Escolas, na visita a St. Anthony Catholic Elementary School.

Um outro objetivo dessa modernização tem a ver com a migração

de dados que está a ocorrer de todos os postos consulares para uma

base de dados única, centralizada em Lisboa, que possibilitará o ato único de inscrição consular.

que possibilitará o ato único de inscrição consular. Segundo José Luís Carneiro, este esforço de

Segundo José Luís Carneiro, este esforço de modernização e sim- plificação administrativa é acompanhado com um objetivo relativo

a duas dimensões concretas. “Por um lado, estagnar a perda de re-

cursos consulares (…); por outro lado, abrir procedimentos de con- tratação pública para de uma forma gradual, paulatina, recompor os serviços onde eles se encontram mais fragilizados no domínio de atendimento público.”

Importância da língua portuguesa

Na manhã de sexta-feira, o Secretário de Estado das Comunidades visitou a St. Anthony Catholic Elementary School, da direção es- colar católica. Uma visita que incluiu a cerimónia de assinatura de protocolo entre o Instituto Camões e o Toronto Catholic District School Board (TCDSB) e a entrega de manuais escolares.

José Luís Carneiro aproveitou para sensibilizar as autoridades para

a importância do ensino da língua portuguesa, enquanto língua

com um estatuto internacional, para estar integrada nos sistemas de ensino dos países de acolhimento. Mas deixa também uma mensagem para as famílias: “a par dos esforços que são desenvolvidos pelo Instituto Camões, pelas au- toridades consulares e diplomáticas, e pelas autoridades dos paí- ses de acolhimento, (…) é importante que as famílias tenham esta perceção da importância da língua portuguesa e que em casa haja diálogo em língua portuguesa”.

O Secretário de Estado das Comunidades recorda que temos cinco

milhões de portugueses em todo o mundo. No entanto, apenas 300 mil se recenseiam, e destes 300 mil, apenas 30 mil votam para as eleições legislativas e 15 mil votam para as eleições presidenciais. “Daí que haja um esforço a desenvolver com as autoridades cana- dianas, com as de Toronto, Ontário, e com as nossas autoridades consulares e também com o movimento associativo, para que todos em conjunto, em conjugação de esforços, possamos criar melhores condições para garantir a participação eleitoral dos portugueses.”

O papel das instituições associativas

Neste seu diálogo com as comunidades, José Luís Carneiro, não esquece o papel das instituições associativas locais, apelando para que possam estabelecer planos de atividade que congreguem pro- jetos de ação concretos que se integrem nas prioridades de política do governo e do estado português.

Em causa, a sustentabilidade futura destas instituições e o reju- venescimento das estruturas diretivas do movimento associativo português que constitui um objetivo das autoridades portuguesas, por forma a garantir que o esforço que foi desenvolvido por várias gerações não se perca e possa continuar no futuro.

gerações não se perca e possa continuar no futuro. Em complemento, desenvolver iniciativas de solidariedade

Em complemento, desenvolver iniciativas de solidariedade junto daqueles que mais carecem do apoio das comunidades portugue- sas.

Temos gente

O Secretário de Estado das

Comunidades, José Luis Car- neiro, está no Canadá. Pri- meiro em Toronto e agora em

Vancouver, aquele governante chega a parecer entender as necessidades e (vamos lá )

os anseios das comunidades.

Joga com a sua visão dos

problemas, sabe ouvir e pro- cura entender as palavras dos outros e dar sequência, aqui

e além, ao muito que vai ou- vindo.

Acreditamos, assim, que está

a revelar-se um “apaixonado”

da diáspora. E de tal maneira

fala destes mesmos extrac- tos sociais – tão portugue- ses como os que vivem nas fronteiras do País – que um

repórter lhe perguntou, ontem mesmo, e em público, se os governantes portugueses têm essa mesma paixão, de que,

há muito, de facto, andamos

carentes. Temas como o recenseamento eleitoral, a melhoria do aten- dimento consular, o ensino do Português e a abertura de no- vas formas de estender o ser- viço consular às populações

mais afastadas dos centros tra-

são temas que lhe

não passam despercebidos.

dicionais

Antes o empolgam quando deles fala. O mesmo no tocan- te ao relacionamento com as autoridades locais. E fala em protocolos que podem vir a ser assinados. Como fala, de- signadamente, nos incentivos

(no melhor sentido do termo) a mais votos – “por este ou aquele partido”, como disse - por parte do eleitorado portu- guês da diáspora. Mais votos,

como frizou, para os Poderes Públicos de lá, mas também para os de cá.

Nesse, como em muitos ou- tros aspectos, chega a pare- cer que temos no Palácio das Necessidades, em Lisboa, um bom advogado e uma voz in- teressada em alinhar com a nossa. Uma viagem assim – curta e mais curta parecendo – parece dar a entender que há cami- nho para andar. Mesmo por cá, onde custa mais ser Por- tuguês, e face aos problemas muitos que, às vezes, nos afli- gem o dia-a-dia. Se não forem só palavras e promessas – e chega a parecer que não – estamos todos no bom caminho. Com alguém que parece ser um timoneiro seguro e interessado, a que te- mos de dar crédito.

8. Comunidades 31 Outubro 2016
8. Comunidades
31 Outubro 2016

Mais uma jornada de solidariedade em

* Jantar de gala da Luso-Canadian Charitable Society

em * Jantar de gala da Luso-Canadian Charitable Society Era, talvez, a festa mais em destaque.
em * Jantar de gala da Luso-Canadian Charitable Society Era, talvez, a festa mais em destaque.

Era, talvez, a festa mais em destaque. O jantar de gala serviu, afinal, para encerrar – por agora, claro – a jornada de recolha de fundos para as Luso-Charities que avançaram, agora, com mais um ponto de apoio dos mais necessitados da zona de Mississauga.

Resultado de uma iniciativa

nobre

Esperavam-se os resultados. Até porque, ao fazermos a nota sobre a recolha de fundos do

passado dia 15

ar a ideia de que teríamos de dar os resultados finais. Pois sabemos agora que oTe- lethon/Radiothon, realizado pela FPTV e CIRV Radio, no passado dia 15 de Outubro, a favor da Luso Charities, com o objectivo da compra de um local para o Centro Luso em Mississauga, rendeu mais de $450,000 dólares. Exactamen-

deixámos no

te, 450.000 dólares, segundo informação adiantada, ontem à noite, pelo Presidente da CIRV-fm, Frank Alvarez que fez questão de aproveitar a oportunidade para, uma vez mais, agradecer a todos quan- tos estiveram envolvidos e participaram nessa maratona de angariação de fundos. Com este magnifico resultado financeiro, a Cirv Radio e a FPtv deram por concluída a sua participação nesta inicia- tiva, ainda que, como é hasbi- tual, a respectiva informação continui em curso.

E a verdade é que muita e muita gente acorreu ao salão de

banquetes do Le Treport Banquet Hall, localizado no 1075 Queensway East Mississauga, escolhido para o efeito. Re- cebidos por quem? Naturalmente pela Marilene Santos, que

é Directora Executiva da Luso-Canadian Charitable Society

e abre as portas para todos os necessitados. Apareceu, tam-

bém, naturalmente, o Joe Botelho, responsável pelas estrutu-

ras assistenciais de Hamilton. Veio, afinal, dar o seu abraço a todos quantos estavam ali.

E o Jack Prazeres? O Jack Prazeres andava por toda a parte,

ajudando a que nada faltasse. Ele e o Frank Alvarez tinham

estado, ainda não há muito, empenhados até às orelhas – o povo assim o diz – na recolha de fundos do Telethon, que funcionou em pleno. Agora, em jantar de gala, continuaram atentos aos pormeno- res de funcionamento de tudo aquilo.

Charles Sousa também esteve

Charles Sousa, o ministro Charles Sousa, também compa- receu. Como o fez Laura Albanese, ministra provincial da Cidadania e Emigração. E muitos outros dignitários que se apressaram a dar uma “forcinha” para que tudo corresse

bem. Por nós, fomos fotografando algumas destas entidades.

A quem perguntávamos, no fundo, por que é que estavam ali,

como se não soubéssemos a resposta, que era.

Regras menos rígidas do Ontário para o vinho em supermercados

O vinho está agora disponível nas prateleiras de supermercados selecionados no Ontário.

Eventualmente, o governo Liberal diz que a cerveja e a sidra estarão disponíveis em até 450 supermercados e 300 desses também pode- rão vender vinho. Mas, por agora, 67 supermercados estão autorizados a vender vi- nho, enquanto outros 57 locais estão a vender cerveja e sidra. Ambos os vinhos nacionais e importados estão disponíveis, e os grossistas que receberam uma licença para vinho representam uma mistura de lojas independentes e de grandes cadeias de supermer- cado. As lojas devem ter uma área designada de vendas e horas de ven- da padrão, respeitar as limitações no tamanho do pacote e teor de álcool, e seguir os requisitos de formação de pessoal e responsabi- lidade social. O ministro das Finanças Charles Sousa diz que o Ontário “tem um dos sistemas de controle do álcool mais fortes no Canadá” e a pro- víncia está comprometida com a responsabilidade social.

víncia está comprometida com a responsabilidade social. A primeira-ministra do Ontário Kathleen Wynne, à direita,

A primeira-ministra do Ontário Kathleen Wynne, à direita, e o ministro das Finanças, Charles Sousa, à esquerda, nesta foto de 18 de fevereiro de 2016. The Canadian Press / Michelle Siu

Sousa sublinha que trazer o vinho para supermercados/mercearias é benéfico para as vinícolas locais, sendo que deve ser reservado um mínimo de espaço de 10 ou 20 prateleiras - dependendo do super- mercado - para os pequenos produtores. Fonte: Canadian Press

Tão sòmente, apoiar a causa, dar força à iniciativa. Bonnie Crombie, a Mayor de Mississauga, também por ali estava. E disse, desde logo, o quanto amava a comunidade portuguesa. O quanto apreciava, de facto, mais esta iniciati- va, que vai ficar mais apta a tratar dos seus necessitados em termos de deficiências. E, depois, era todo um conjunto de pessoas que davam uma olhadela em todos os esca- parates onde havia prendas e mais prendas, que faziam parte do tal leilão silencioso que acabaria por dar mais força à onda de solidariedade que cres- ceu, cresceu muito, quando a CIRV Radio e a FPTV atiraram ao ar a ideia de fazer mais uma Luso-charities, desta vez para servir Mississauga e Brampton. Nas palavrasa proferidas – e nem ouvimos todas – a ideia

Nas palavrasa proferidas – e nem ouvimos todas – a ideia Dra. Ema Secca ADVOGADA em
Nas palavrasa proferidas – e nem ouvimos todas – a ideia Dra. Ema Secca ADVOGADA em
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31 Outubro 2016 Comunidades . 9
31 Outubro 2016
Comunidades . 9

proldosquemaisprecisam

de que é a comunidade em geral que deu o seu apoio. A comunidade em geral, que estava dirigida, para o efeito, pela comunidade portuguesa.

Continuamos na mesma “guerra”

comunidade portuguesa. Continuamos na mesma “guerra” Não sabemos se é assim que se diz isto, mas

Não sabemos se é assim que se diz isto, mas achamos que o Jantar de Gala foi como que uma forma de dizer a todos

que o Jantar de Gala foi como que uma forma de dizer a todos “obrigado”, sim,

“obrigado”, sim, mas que continuamos na mesma “guerra”, isto é a ajudar os que não se podem ajudar a si próprios.

isto é a ajudar os que não se podem ajudar a si próprios. Achamos que foi
isto é a ajudar os que não se podem ajudar a si próprios. Achamos que foi

Achamos que foi Mário Silva que nos disse isso. E se não foi ele, foi o Joe Botelho, de Hamilton.

No fundo, no fundo

parabéns a Jack Prazeres. Parabéns a

No fundo, no fundo parabéns a Jack Prazeres. Parabéns a Marilene Santos, da Luso Canadian Charitable

Marilene Santos, da Luso Canadian Charitable Society. Mas

parabéms, também, a quantos por ali ficaram até altas horas

da noite

e foram enchendo todas aquelas páginas do tal

da noite e foram enchendo todas aquelas páginas do tal “leilão silencioso”, que vai dar, também,
da noite e foram enchendo todas aquelas páginas do tal “leilão silencioso”, que vai dar, também,
da noite e foram enchendo todas aquelas páginas do tal “leilão silencioso”, que vai dar, também,

“leilão silencioso”, que vai dar, também, mais uns quantos dólares para a organização que a todos nos honra.

quantos dólares para a organização que a todos nos honra. E que vai servir muitos dos

E que vai servir muitos dos que necessitam. Uma jornada meritória. Validamente meritória.

Fala-se nos Açores? Nós também lá vamos, porque vamos a todo o Portugal!

Por enquanto é ainda meio frio por cá. E os nossos carros têm de estar equipados

com pneus de Inverno.

nossos carros têm de estar equipados com pneus de Inverno. Depois é vá então aos Açores

Depois

é

vá então aos Açores onde o clima

mais ameno! E estamos em maré alta.

De resto, fale com o seu Seguro e veja as vantagens de ter pneus para a neve!

Em estadias no Continente, nos Açores

e na Madeira

29.20!

paga apenas por 5 dias

, nos Açores e na Madeira 29.20! paga apenas por 5 dias Já viu preço mais

Já viu preço mais barato?

Fale, hoje

mesmo,

o 416 588 2000

para
para
10. Comunidades 31 Outubro 2016
10. Comunidades
31 Outubro 2016

Halloween

já viu tudo?!

na semana que antecede a festa do Halloween,

há por toda a parte, festas e mais festas já designadas “de Halloween”. E há até muitos logradouros enfeitados até mais

com medos muitos e artefactos de faz-de-conta. Há

dias, estivemos no 102 da Coalbrook CT., em Woodbridge.

E com o que vimos por lá, divertimo-nos à grande

Há de tudo, sim. Tudo

menos, a fazer de conta que mete medo. Era o “Halloween”

a ser preparado com todo o rigor, o que quer dizer com tudo

a fazer de conta. Espantalhos muitos,. Caveiras e mortos-vi-

vos, também. Como, pelos vistos, acontece todos os anos há quem se dedique a tudo aquilo e o faça, afinal, popr uma boa causa Arnold McCoy assim no-lo disse. Se é verdade que, como dizia o Poeta inglês John Keats, o

como que a meter medo. Ou, pelo

não

Já é habitual

prazer nos visita muita vez, mas a mágoa se agarra cruelmen- te a nós, aqui era mesmo o prazer a misturar-se – vamos lá

– com mágoa. Prazer por vermos crianças de todas as idades

– dos 8 aos 80 – a viverem o Halloween, mesmo antes dele

chegar

mos juntar Teresa McCoy diz o mesmo.

e mágoa por entendermos que também nos devería-

o mesmo. e mágoa por entendermos que também nos devería- Arnold frente aos medos Mas, adiante,

Arnold frente aos medos

Mas, adiante, que por agora é melhor comungar da alegria da pequenada, que se espalharam por aí por toda a cidade. Com cuidados que foram postas em letra de forma. E mesmo assim, o importante é que os meninos tenham andado – e an- daram na maior parte dos casos – acompanhados de adultos. Há quem leve a serio esta coisa de decorar ou enfeitar a casa para comemorar este ou aquele dia do ano. Por norma quan- do pensamos no tal enfeitar a casa vem a cabeça o Natal e as grandes decorações e o lindo espetáculo de luzes que embe- lezem as casas das cidades em Norte América e não só claro Mas no chamado “Halloween” há quem também leve a serio as decorações num tom muito diferente, com efeitos quase mórbidos ou para meter medo aos mais novos, e não só. Hoje sendo Halloween ainda por cima, deixamos este conse- lho para quem quiser ver uma casa onde os donos levaram tudo a serio. Quintal inteiro, a própria garagem, a parte do

lado da casa

tudo, mesmo tudo decorado “ao rigor” como

se diz! Nem queremos pensar quanto tempo demorou para

fazer tal obra, nem muito menos pensar em quanto dinheiro

se gastou

novos em casa ou quiser passar até lá

insere a seguinte

simplesmente deixamos o conselho - se tiver mais

morada no seu GPS: 102 Coalbrook CT. Woodbridge. A Teresa e o Arnold McCoy (os donos da casa) certamente vão gostar da visita.

Um santo e senha já tradicional

Há foliões que não querem ser só isso. E o santo e senha que se lança – trick or treat, não é?! – já é assim a modos que vestimenta que se veste por estas alturas. Como os trajos de entrudo, com muitas bruxas e adivinhos, com muitas outras coisas.

Perde-se, na poeira dos tempos, a origem do halloween. Há

quem a ponha por entre as tradições dos povos que habi- taram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., imaginem! Só que nos tempos mais próximos

foi imposta

pelos Estados Unidos.

de nós

o famoso Halloween e a famosa frase

Estados Unidos. de nós o famoso Halloween e a famosa frase Na Casa do Alentejo, também,

Na Casa do Alentejo, também, no sábado

Os mais novos é que mandavam. O que não quer dizer que só eles é que estavam por lá. Não senhor. Se até foi a “jovem” Rosa a apresentar tudo aquilo.

Se até foi a “jovem” Rosa a apresentar tudo aquilo. Em Woodbridge Na Casa do Alentejo

Em Woodbridge

a “jovem” Rosa a apresentar tudo aquilo. Em Woodbridge Na Casa do Alentejo em grande A

Na Casa do Alentejo em grande

A verdade é que muita gente se envolveu na “história” e deu para perceber que o Halloween, por ali, também mandou. E como mandou

que o Halloween, por ali, também mandou. E como mandou Tem medo Teresa nao tem medo

Tem medo

o Halloween, por ali, também mandou. E como mandou Tem medo Teresa nao tem medo Nas

Teresa nao tem medo

por ali, também mandou. E como mandou Tem medo Teresa nao tem medo Nas Casa do

Nas Casa do Alentejo premios eram muitos

Coisas

31 Outubro 2016 Desporto . 11
31 Outubro 2016
Desporto . 11

Papéis invertidos: Arranque demolidor vale estatuto de favorito?

*O Benfica fez história. Com os três pontos conseguidos

frente ao Paços, os ‘encarnados’ conseguiram o maior núme-

ro

de pontos registado na história do clube.

O

Benfica voltou a somar um triunfo. Em casa, frente a

mais de 52 mil adeptos que encheram as bancadas da Luz,

as ‘águias’ terão provado que são, neste momento, a melhor

formação da I Liga. Com várias unidades ainda a subir de rendimento, Gonçalo Guedes foi nota de destaque. O jovem

atacante ‘encarnado’ não parou quieto durante um segundo

da partida, desfez várias vezes a muralha defensiva adversá-

ria, e deu espetáculo com um golo magistral.

Resultados da nona jornada da I Liga:

Benfica - Paços de Ferreira, 3-0 Nacional – Sporting, 0-0 - Sábado, 29 out:

Tondela – Moreirense, 1-2 Vitória de Setúbal - FC Porto, 0-0 Boavista - Estoril-Praia, 0-0

- Domingo, 30 out:

Arouca – Marítimo, 1-0 Rio Ave - Vitória de Guimarães, 0-3 Sporting de Braga – Belenenses, 2-1

- Segunda-feira, 31 out:

Desportivo de Chaves – Feirense, 16:00 (Sport TV1)

Programa da 10.ª jornada:

- Sexta-feira, 04 nov:

Vitória de Guimarães – Nacional, 16:30 (Sport TV1)

- Sábado, 05 nov:

Estoril-Praia – Tondela, 12:00 (Sport TV4) Paços de Ferreira - Desp de Chaves, 12:00 (Sport TV1) Feirense – Belenenses, 14:15 (Sport TV1) Rio Ave – Boavista, 16:30 (Sport TV1)

- Domingo, 06 nov:

Moreirense - Vitória de Setúbal, 12:00 (Sport TV1) FC Porto – Benfica, 14:00 (Sport TV1) Sporting – Arouca, 16:15 (Sport TV1) Marítimo - Sporting de Braga, 16:30 (Sport TV4)

Sporting de Braga ultrapassa Sporting e iguala FCPorto

TV4) Sporting de Braga ultrapassa Sporting e iguala FCPorto O Sporting de Braga ultrapas- sou ontem

O Sporting de Braga ultrapas-

sou ontem o Sporting e jun- tou-se ao FC Porto no segundo

lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o Be- lenenses por 2-1, em encontro

uma grande penalidade, aos 24, por Abel Camará, que permitiu a defesa de Marafona.

O Sporting de Braga passou

a contar 20 pontos, seguindo

a cinco do líder Benfica, em

da

nona jornada.

igualdade com o FC Porto e

O

internacional luso Ricardo

com mais dois do que o Spor-

lugar, apenas um ponto à frente

Horta marcou aos cinco e 84 minutos, com Tiago Caeiro a

ting, que caiu para o quarto

reduzir aos 88, num embate em

do

Vitória de Guimarães, quin-

que a equipa do Restelo falhou

to.

Guimarães, quin- que a equipa do Restelo falhou to. Pizzi deu a estabilidade necessária ao meio-campo

Pizzi deu a estabilidade necessária ao meio-campo criativo. Salvio está a voltar a ser aquilo que já outrora mostrou que era. Mitroglou, desacertado com a baliza adversária, não é Jonas, mas trabalha, remata e tenta. Cervi é um pequeno jo- gador a transbordar de talento e se ainda não conseguiu por tudo em campo, tem margem para evoluir ainda mais. Estas são as notas de destaque, porque este Benfica, com Vi-

tória ao leme, que começou a temporada passada a encher de dúvidas os adeptos, ultrapassou o mar de dúvidas é já con- quistou lugar de cérebro ‘encarnado’. Se o resultado foi 3-0, e foi um 3-0 justo, há que dizer que, em certos momentos, poderia ter-se dito que as ‘águias’ foram demasiado perdulárias e que, por consequência, o resultado podia ter sido mais volumoso.

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Mas olhem que não sou! Gosto,
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12 . Desporto 31 Outubro 2016
12 . Desporto
31 Outubro 2016

Crise acentua-se no Sporting que empata pela 3.ª vez

*Leões empataram com o Nacional (0-0), na Choupana, e William Carvalho falhou uma grande penalidade ainda na primeira parte.

Terceiro jogo para a I Liga, terceiro empate consecutivo. Jorge Jesus tarda em encontrar a receita que coloque este Sporting a carburar como carburou na passada temporada

e vê a distância para a liderança a aumentar cada vez mais

a cada jornada que passa. É verdade que os ‘leões’ entraram

bem no jogo e também o é que, caso a grande penalidade de William Carvalho tivesse entrado logo aos oito minutos, o resultado poderia ter sido diferente. Mas aquilo que se viu a partir desse momento não foi um Sporting abatido e de olhar cabisbaixo. Viu-se um Sporting aguerrido, empenhado em conquistar os três pontos. Grande parte desses sinais surgiram graças à entrada de Bruno César, que incutiu ao meio-campo do Sporting uma velocidade na circulação de bola que, com Elias, nunca foi possível de alcançar. Quem assistiu ao jogo sentiu que, mais cedo ou mais tarde, o golo acabaria por surgir. Mas todo esse sentimento acabou por se esbater após o in- tervalo. O Sporting agressivo e lutador da primeira parte tor- nou-se num Sporting acanhado e tristonho, incapaz de criar perigo na segunda, como se de um caso de ‘bipolaridade’ se tratasse. Também é verdade que, do outro lado, houve um Nacional que cresceu. No primeiro tempo, os insulares apenas por duas vezes armaram o remate. No segundo fizeram-no por sete vezes. A tal ponto que acabaram o jogo com mais rema- tes do que o Sporting (nove contra oito).

com mais rema- tes do que o Sporting (nove contra oito). Resta, agora, a Jorge Jesus

Resta, agora, a Jorge Jesus recuperar a sua equipa para os en- contros decisivos que se avizinham. Na quarta-feira, recebe

o Borussia Dortmund, com quem joga cartada decisiva na

Liga dos Campeões. No domingo, recebe o Arouca sabendo que, caso escorregue novamente, as contas do campeonato poderão ficar irremediavelmente danificadas.

O número 1 da baliza nacional ainda fez duas defesas (enor-

mes) e viu uma bola bater na trave. Já depois dos 90 minu- tos escorregou e saiu em falso, mas Ricardo Gomes falhou

a baliza por pouco. O empate penaliza a falta de eficácia de

ambas as equipas, mas premeia as boas atuações individuais dos guardiões.

E o Sporting cedeu assim, frente ao Nacional, o 14.º classifi- cado, o terceiro empate seguido na Liga, depois de Vit. Gui- marães (3-3) e Tondela (1-1).

ONZE DO NACIONAL: Rui Silva; Víctor García, César, Rui Correia e Sequeira; Washington, Aly Ghazal e Tiago Rodri- gues; Salvador Agra, Hamzaoui e Willyan

e Tiago Rodri- gues; Salvador Agra, Hamzaoui e Willyan ONZE DO SPORTING: Patrício; Schelotto, Coates, Rúben

ONZE DO SPORTING: Patrício; Schelotto, Coates, Rúben Se- medo e Zeegelaar; William e Bruno César; Gelson, Bryan Ruiz, Markovic e Bas Dost.

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31 Outubro 2016 Desporto . 13
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Boavista e Estoril não saem do nulo (0-0)

Desporto . 13 Boavista e Estoril não saem do nulo (0-0) Boavista e Estoril empataram, na

Boavista e Estoril empataram, na noite de sábado, a zero, no Estádio do Bessa, em partida da 9.ª jornada da Liga.

As duas equipas continuam assim separadas por dois pontos na classificação, com vantagem dos axadrezados (10 contra

8).

Moreirense vence em Tondela (2-1)

axadrezados (10 contra 8). Moreirense vence em Tondela (2-1) O Moreirense venceu, no sábado, no campo

O Moreirense venceu, no sábado, no campo do Tondela, por 2-1, em jogo da nona jornada da Liga.

Podence e Boateng marcaram os dois golos do Moreirense frente ao Tondela, que reduziu através de Wagner.

Portistas procuraram ‘Bonfim’, mas sem resultado

*Os ‘azuis e brancos’ não conseguiram mais do que um empate em Setúbal, num jogo que ficou marcado pela passividade da equipa visitante, que nunca encontrou argumentos para conseguir outro resultado.

nunca encontrou argumentos para conseguir outro resultado. Este é um sinal de alerta para os pupilos

Este é um sinal de alerta para os pupilos de Nuno Espírito Santo, necessitados de títulos para recrudescer a ambição do clube, mas sobretudo porque a equipa está a dias de receber o líder Benfica, tendo já uma desvantagem de 5 pontos. Os ‘dragões’ entraram bem na partida, mostraram vontade e ambição para ganhar o jogo, no entanto, a equipa não conse- guiu converter a sua agressividade em golos e, consequente- mente, deixou pontos na deslocação a Setúbal. Era fundamental marcar cedo, mas os portistas não conse- guiram fazê-lo. Este facto trouxe à equipa nortenha um grau elevado de ansiedade, que veio alterar a performance dos jo- gadores. O desejo de resolver cedo fez com que falhassem

inúmeros passes e tivessem más decisões em lances de perigo para a baliza da equipa da casa. Entretanto, graças à ansiedade e pressão dos jogadores ad- versários, a equipa visitante fez o jogo ficar partido e confuso. O jogador mais ativo da equipa visitante foi Otávio, que ten- tou levar a bola para o setor ofensivo, cruzando, rematando e até mesmo defendendo, tendo o brasileiro sido omnipresente em todo o relvado. Quem se destacou também foi o jovem emprestado pelo Atlético Madrid, Diogo Jota, que fez uma segunda parte com qualidade, tentando agitar o ataque portista (foi pena ter sido substituído por Brahimi, que esteve, novamente, um pouco desaparecido no Bonfim).

o ataque portista (foi pena ter sido substituído por Brahimi, que esteve, novamente, um pouco desaparecido
o ataque portista (foi pena ter sido substituído por Brahimi, que esteve, novamente, um pouco desaparecido
14 . Desporto 31 Outubro 2016
14 . Desporto 31 Outubro 2016
14 . Desporto
31 Outubro 2016

FUTEBOL FEMININO

Portugal qualifica-se pela primeira vez para o Europeu

Portugal qualifica-se pela primeira vez para o Europeu «Parabéns às atletas e equipa técnica pelo apuramento

«Parabéns às atletas e equipa técnica pelo apuramento para o Europeu de futebol feminino. Estão a fazer história», saudou António Costa numa mensagem divulgada através da rede social Twitter.

Portugal está pela primeira vez na história na fase final de um Cam- peonato da Europa de futebol feminino, depois de ter empatado, na terça-feira, na Roménia (1-1, após prolongamento) na segunda mão do «play-off».

Depois de empate a zero na primeira mão, as duas seleções também não marcaram nos 90 minutos do encontro em Cluj. Mas no prolon- gamento Portugal adiantou-se, por intermédio de Andreia Norton.

Portugal adiantou-se, por intermédio de Andreia Norton. As romenas precisariam de dois golos, devido à vantagem

As romenas precisariam de dois golos, devido à vantagem da Seleção Nacional por ter marcado fora de casa, tendo apenas logrado o empa- te, por Laura Rus, aos 111 minutos.

Ronaldo entra no espírito do Halloween

aos 111 minutos. Ronaldo entra no espírito do Halloween Cristiano Ronaldo já está vestido a rigor

Cristiano Ronaldo já está vestido a rigor para ce- lebrar o Halloween, tendo partilhado, nas redes sociais, uma foto.

«Feliz Halloween», escreveu Ronaldo.

sociais, uma foto. «Feliz Halloween», escreveu Ronaldo. Portugal ainda poderia ter che- gado ao segundo golo.

Portugal ainda poderia ter che- gado ao segundo golo. Não acon- teceu, mas não impediu grande festa no final em pleno relvado. As comandadas de Francisco Neto tinham carimbado o pas- saporte para a Holanda, onde vai decorrer a fase final do Europeu no próximo ano.

António Costa saúda qualificação de Portugal para o Europeu

O

primeiro-ministro fez questão

saudar o apuramento histórico da Seleção Nacional de futebol femi-

de

nino para o Campeonato da Europa.

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31 Outubro 2016 Desporto . 15
31 Outubro 2016
Desporto . 15

Impedido de estacionar o Ferrari vermelho em Alcochete

. 15 Impedido de estacionar o Ferrari vermelho em Alcochete O insólito episódio é relatado pelo

O insólito episódio é relatado pelo jornal A Bola: Alan Ruiz foi im-

pedido pelo Sporting de estacionar o seu Ferrari vermelho na zona reservada aos futebolistas profissionais.

Os motivos dispensam explicações: trata-se de um carro da cor do Benfica, algo pouco apreciado em Alvalade. O avançado argentino teve que estacionar o veículo noutra zona, ele que não tem sido op- ção regular para Jorge Jesus no Sporting. Recorde-se que Bruno César também foi alvo de críticas por, no seu primeiro dia em Alcochete, se ter apresentado com um carro vermelho. Mas o médio brasileiro rapidamente tratou do problema,

ao

trocar o vermelho pelo preto.

O

Sporting não se pronunciou publicamente sobre o caso de Alan

Ruiz, numa altura em que o seu empresário reclama uma dívida de 700 mil euros do Sporting de comissão pela transferência.

TelmaMonteiro:Satisfeitaporterrenovado

contratocomoBenfica

TelmaMonteiro:Satisfeitaporterrenovado contratocomoBenfica Na quarta-feira, Telma Monteiro renovou contrato com o

Na quarta-feira, Telma Monteiro renovou contrato com o Benfica por mais cinco anos, prometendo títulos numa pri- meira reação. “Quero agradecer ao presidente e à estrutura do Benfica por ter apostado em mim. É um grande orgulho. Não foi uma negociação difícil, só tinha um caminho. Estou muito con- tente por continuar aqui. Prometo que muitos títulos virão”, começou por dizer, à margem do jantar de encerramento da campanha de Luís Filipe Vieira para a presidência do Ben- fica.

“Estou neste projeto há nove anos e tenho uma grande liga- ção ao clube. Não podia ser de outra forma. É sempre um grande orgulho. Tenho sido sempre acarinhada aqui e tenho conseguido corresponder”, acrescentou.

“Títulos? Vou começar a competir no próximo ano, agora ainda estou a recuperar de uma lesão. Prometo títulos por- que trabalho para isso. Tenho contrato por cinco anos e te- nho a certeza de que virão coisas boas. Tenho 30 anos, mas são 30 anos muito fortes”, concluiu.

Comportamento dos adeptos custa mais de 3 mil euros de multa

O Benfica terá de pagar mais 3.290 euros de

multa à Liga, por reincidência em comporta- mento dos seus adeptos no jogo com o Belenen- ses, realizado já no passado domingo, no Está- dio do Restelo.

O Belenenses também terá de pagar pelo com-

portamento dos seus adeptos, mas o valor situa-

se bem mais abaixo (383 euros).

Quanto aos outros jogos, o FC Porto, pelos mes- mos motivos, terá de pagar 1.760 euros.

«Ronaldo vai mostrar que todos os que o criticam

estãoenganados»-

Forlán
Forlán

não agrada a todos, mas esses aspetos do seu caráter ajuda- ram-no. Eu aconselharia qualquer jogador jovem a concen- trar-se nas qualidades dele: dedicação, profissionalismo e vontade de melhorar.»

Diego Forlán, ex-colega de Cristiano Ronaldo no Manches- ter United, saiu em defesa do português relativamente às crí- ticas de que tem sido alvo.

«O Cristiano não está a passar pelo seu melhor momento na carreira. Não consegue manter uma média de um golo por jogo como nos últimos anos, mas isto passa. Todos os fute-

bolistas têm melhores e piores momentos. Ele era e continua

a ser um grande jogador. Adora futebol e vai mostrar que

todos os que o criticam estão enganados», disse o uruguaio, num artígo escrito no jornal The National.

Recordando o tempo em que era seu companheiro de equipa em Old Trafford, Forlán tem apenas elogios a deixar a CR7:

«O Ronaldo era um bom rapaz e ainda é. A ambição que de- monstrou desde o início no United levou-o muito longe. São poucos os jogadores que foram considerados os melhores por dois clubes vencedores da Liga dos Campeões.»

O futebolista não pôde ainda deixar de relembrar as palavras

do seu pai quando viu Ronaldo pela primeira vez nos red devils. «Após uma semana em Manchester, o meu pai disse isto quando o viu:

“Diego, quando este jovem começar a acertar na baliza, não vai parar de o fazer”.»

Desafiado a comentar a personalidade do português, Forlán teve apenas elogios a deixar:

«A ambição do Cristiano, o seu ego e o seu desejo de ser o melhor não são atributos comuns em todo o Mundo e ele

Brasil: Morreu o capitão Carlos Alberto Torres

Antigo capitão da seleção brasileira que venceu o Mundial de 1970 deixou o número dos vivos. Carlos Alberto Torres

morreu, terça-feira, aos 72 anos, vítima de um enfarte. O ex- jogador brasileiro era atualmente comentador desportivo e um dos maiores especialistas do assunto no Brasil.

O antigo futebolista era o capitão da seleção brasileira que

venceu o campeonato do mundo de 1970, onde Pelé se desta- cou. Conhecido como o melhor lateral direito da história do futebol brasileiro, Carlos Alberto Torres começou a carreira no Fluminense na década de 60, onde conquistou um título carioca em 1964 e ainda a Taça Guanabara de 1966.

No mesmo ano desta conquista, Torres foi para o Santos, onde jogou ao lado de Pelé, tendo permanecido naquele clube durante oito anos, onde conquistou a Taça de Prata de

1968, quatro títulos paulistas (1967, 1968, 1969 e 1973) e a Recopa Sul-Americana de 1968.

A sua maior glória aconteceu, contudo, em 1970, quando

venceu o Mundial juntamente com uma seleção onde ponti- ficavam então Pelé, Tostão, Rivelino, Gérson e Jairzinho.

Depois de se retirar, em 1982, quando já jogava pelo Cosmos

de Nova Iorque, iniciou a carreira de treinador com o título

brasileiro de 1983 com o Flamengo.

treinador com o título brasileiro de 1983 com o Flamengo. Passou por diversos clubes até ao

Passou por diversos clubes até ao Paysandu em 2005, o seu último clube na profissão. Segundo a TV Globo, Carlos Alberto Torres estava em casa acompanhado do amigo e também comentador Ricardo Ro- cha, antigo jogador do Sporting, quando começou a se sentir mal - chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu.

16 . Portugal 31 Outubro 2016
16 . Portugal
31 Outubro 2016

Fidel e Marcelo

Fidel e Marcelo O Presidente da República, contra o embargo económico, comercial e financeiro dos Es

O

Presidente da República,

contra o embargo económico, comercial e financeiro dos Es- tados Unidos a Cuba. Marcelo Rebelo de Sousa terá

Marcelo Rebelo de Sousa, en- controu-se com o histórico líder

cubano Fidel Castro, já afastado

do

poder.

destacado que Portugal está contra o embargo, e Fidel Cas-

O

encontro foi feito à porta

tro terá agradecido o apoio de Portugal e caracterizou este bloqueio como brutal e desu- mano, numa conversa sobre a aprovação na quarta-feira de uma resolução reclamando o levantamento do embargo eco- nómico dos Estados Unidos a Cuba.

fechada, sem jornalistas, mas

de acordo com o jornal oficial

do

Partido Comunista Cubano,

Granma, os dois responsáveis falaram de política internacio- nal.

Não havia jornalistas, mas

como é costume o jornal oficial

 

dos

comunistas cubanos publi-

Fidel Castro destacou ainda a “firmeza do povo” cubano, disposto a “não esquecer os elevados danos humanos e eco- nómicos provocados pelo blo- queio”, garantindo que “o povo de Cuba jamais aceitará”, acres-

cou uma imagem do encontro. Marcelo Rebelo de Sousa e Fidel Castro conversaram, no âmbito da visita oficial do Pre- sidente da República a Cuba sobre temas como as relações

entre os dois países e sobre a votação nas Nações Unidas

centa o órgão oficial do Partido Comunista Cubano.

Marcelo em Cuba onde até se avistou com Fidel

* Reforçar as relações económicas, comerciais e de cooperação entre os dois Países

Marcelo Rebelo de Sousa encontrou-se, quarta-feira, com Fidel Castro em Havana, Cuba. Não houve comunicação de detalhes sobre esse encontro e sabia-se que este havia sido registado. As imagens vieram agora em Granma, jornal oficial do Comité Cen- tral do partido Comunista Cubano, que considerou um “encontro amistoso” entre o presidente português e o líder histórico cubano. A publicação avança que Marcelo e Fidel conversaram acerca de “diversos temas da agenda internacional e sobre as relações de ami- zade entre ambos os países”. O presidente português terá ainda, de acordo com a mesma fonte, comentado o facto de a ONU ter apro- vado ontem uma resolução sobre levantamento de embargo a Cuba e de Portugal condenar o bloqueio. Fidel Castro, que está com 90 anos, esteve no poder em Cuba du- rante quase meio século, entre 1959 e 2006, quando se afastou por motivos de saúde. Durante a última década, Fidel fez poucas aparições públicas, mas tem sido um anfitrião de Presidentes e de outras personalidades que visitam Cuba.

de Presidentes e de outras personalidades que visitam Cuba. Questionado sobre se imaginava algum dia encontrar-se

Questionado sobre se imaginava algum dia encontrar-se com Fidel Castro, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: “Ah, não, isso eu não imaginava, pois se eu não imaginava ser Presidente da República”.

As boas intenções

Os Presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de Cuba, Raúl Castro, manifestaram a intenção de reforçar as relações eco- nómicas, comerciais e de cooperação, segundo uma nota do execu- tivo de Havana. De acordo com uma nota oficial cubana, o encontro decorreu em “ambiente de cordialidade”. Marcelo Rebelo de Sousa e Raúl Castro “dialogaram sobre o bom estado das relações bilaterais e ratificaram a vontade de ampliar as ligações” económicas, comerciais e de cooperação. O texto oficial foi também divulgado através da televisão estatal cubana. No encontro, esteve presente a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, e o embaixador de Lisboa em Havana, Luís Faro. A delegação cubana era composta pelos ministros da Economia, Ricardo Cabrisas, e do Comércio Externo, Rodrigo Malmierca.

Fidel “assinala um certo tempo”

Em declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que Fidel Castro assinala “um certo tempo”, lembrando que os jo- vens da sua geração “acompanhavam à distância” a figura do líder cubano, “uns concordando muito, outros discordando muito”. “Como sabem, eu não era propriamente dos apoiantes, não direi da personagem em si mesmo, mas da política que representava. Em qualquer caso, há na vida personalidades com as quais concorda- mos ou não concordamos, mas que assinam um certo tempo, isso é um facto”, acrescentou.

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31 Outubro 2016 Portugal . 17
31 Outubro 2016
Portugal . 17

Schäuble: Portugal estava a ir bem até vir o Governo PS

*Ministro das Finanças alemão repete ataque ao governo. Já o tinha feito, em fevereiro, quando a crise do Deutsche Bank se agudizou.

em fevereiro, quando a crise do Deutsche Bank se agudizou. financeiras por parte do governo de

financeiras por parte do governo de António Costa no pros- seguimento das políticas definidas pelo anterior governo de Pedro Passos Coelho em coordenação com a troika.

Alertas do ministro alemão

Ainda segundo o Eco.pt, o ministro alemão declarou: “alertei

o nosso colega português”, “disse-lhe que se for por esse ca- minho [não fazer o que ficou combinado com o governo do PSD-CDS] iria assumir um grande risco, e eu não assumiria tal risco”.

As declarações de Schäuble surgem um dia depois de a Co- missão Europeia ter levantado dúvidas sobre o esboço do OE2017, mas no mesmo dia em que o comissário europeu, Pierre Moscovici (do PS francês), suavizou as críticas da vés- pera (que ele próprio abaixo-assinou), referindo que o OE parece estar conforme as regras europeias. “Parece estar den- tro dos critérios que nós procuramos através das regras”, dis- se numa conferência de imprensa na capital belga.

O governo teve de mandar mais informação à Comissão de forma a desfazer as dúvidas que ainda possam subsistir. Em meados de novembro, Bruxelas irá revelar a avaliação que faz ao novo OE (de Portugal e dos restantes países do euro) e passar um caderno de encargos (novas medidas) para corri- gir os problemas que venha a detetar.

Schäuble e Centeno voltam a encontrar-se a 7 de novembro (Eurogrupo) e 8 de novembro (Ecofin), em Bruxelas.

Mortes nos Comandos:

Autópsias confirmam morte por «golpe de calor»

Comandos: Autópsias confirmam morte por «golpe de calor» O resultado das autópsias feitas a Dylan Silva

O resultado das autópsias feitas a Dylan Silva e Hugo Abreu,

militares que morreram durante um exercício do Curso de Comandos, confirmam as mortes por «golpe de calor», avan- çou a RTP.

Os relatórios entregues ao Ministério Público acrescentam, ainda, que ambos terão sido obrigados a inalar e a comer ter- ra, após terem sido submetidos a altas temperaturas ao longo do dia.

Recorde-se que tanto Dylan como Hugo morreram em se- tembro, na sequência de uma sessão de treino do 127.º Curso de Comandos na região de Alcochete, em Setúbal.

Na mesma data, outros militares tiveram de receber assis- tência médica depois de submetidos às mesmas condições climatéricas.

“Portugal foi muito bem-sucedido até ao novo Governo. De- pois das eleições (…), [o novo Governo] declarou que não iria respeitar aquilo que tinha sido acordado pelo anterior”, declarou o ministro da Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, nesta quarta-feira, durante uma visita à Roménia. De acordo com o jornal online Eco, que cita a Bloomberg, o ministro alemão (da CDU, partido da direita cristã conser- vadora alemã) volta a atacar Portugal e o atual governo de forma contundente.

Já o anda a fazer, aliás, há algum tempo. A 12 de fevereiro, a

margem de uma reunião do Ecofin (ministros das Finanças

da UE), no mesmo dia em que os graves problemas financei-

ros do Deutsche Bank começaram a deitar por fora, fazendo afundar de forma aguda as ações da banca europeia.

Nessa altura, desviou as atenções do caso Deutsche Bank, e disse que estava era preocupado com Portugal e que o país

tinha “de fazer tudo para contrariar a incerteza nos merca- dos financeiros”. O governo do PS apoiado pelos partidos à esquerda (CDU e BE) apresentara há poucos dias (5 de feve- reiro) o seu primeiro orçamento (OE2016).

Mais tarde, no final de junho, o ministro alemão regressaria em força. Na altura disse que Portugal iria precisar de um novo programa de resgate, mas mais tarde acabou por corri- gir ou suavizar as declarações iniciais, dizendo que se o país não cumprisse as regras é que necessitaria de um novo pro- grama de ajustamento financiado pela Europa.

Na quarta-feira, 26 de outubro (e outra vez poucos dias após

a apresentação no novo OE, neste caso o de 2017), Schäuble

volta a atacar. Em declarações a vários jornalistas interna- cionais à margem de um evento em Bucareste, disse que já

transmitiu a Mário Centeno, o ministro português, as suas preocupações relativamente à falta de garantias políticas e

Zona onde Martim foi encontrado não tinha sido alvo de buscas

A PJ revelou as circunstâncias em que a criança de dois anos estava quando foi encontrada 25 horas depois de ter desaparecido

A criança que ontem desapareceu do exterior de casa dos

avós maternos, em Amieira, Ourém, foi encontrada a cerca

de dois quilómetros de casa numa zona florestal que ontem

não tinha sido alvo de buscas, revelou a Polícia Judiciária numa conferência de imprensa realizada esta manhã. “Não foi uma zona batida ontem”, admitiu António Sintra, coordenador de Investigação Criminal da PJ de Leiria, ex- plicando que durante o dia de ontem as buscas se centraram num “perímetro mais próximo da habitação” de onde desa- pareceu. O responsável explicou que, entretanto, durante a noite, o planeamento foi alterado tendo-se optado por alar- gar a área de busca.

foi alterado tendo-se optado por alar- gar a área de busca. As buscas estiveram suspensas durante

As buscas estiveram suspensas durante a noite, mas a in- vestigação continuou. O coordenador do Departamento

de Investigação Criminal da PJ de Leiria explicou que essa interrupção se deveu a razões técnicas, mas também para reavaliar o dispositivo em função de informações que foram recolhendo.

A PJ adiantou que a criança foi encontrada sozinha, cerca das

10:00, 25 horas depois de ter desaparecido. “Estava aparen- temente em condições físicas razoáveis, boas, sem sinais de padecer de alguma lesão ou algo que implicasse acréscimo de preocupação”, disse. Estava nas “condições naturais para al- guém que esteve exposto durante algumas horas a condições climatéricas” destas, com chuva e frio.

António Sintra explicou que o objetivo principal, encontrar a criança, foi cumprido, mas que continuam a ser desenvolvi- das diligências e perícias médicas, para procurar determinar

as

circunstâncias concretas em que se deu o desaparecimento

da

criança.

em que se deu o desaparecimento da criança. Ou seja, se este teve origem criminosa ou

Ou seja, se este teve origem criminosa ou se aconteceu de forma acidental, tendo a criança entrado em zona florestal depois de se ter afastado de casa. “Um cenário será ter passado as 25 horas naquele ambiente;

outro cenário é ela ter sido colocada naquele local duas ou três horas antes”, especificou.

O coordenador de investigação criminal da PJ de Coimbra

garantiu que “todas as hipóteses continuam em aberto” e confirmou que o pai de Martim, que chegou de França, vai ser inquirido, “como aconteceu com os familiares do lado materno”. António Sintra apelou ainda para que, no futuro, em situa-

ções similares, “os familiares, amigos, se foquem na recolha

e transmissão às autoridades de dados objetivos, concretos,

de forma a evitar especulações que são prejudiciais às inves-

tigações”.

Pai de Martim vai processar ex-mulher por negligência

O pai de Martim, a criança que esteve desaparecida durante

25 horas em Ourém, vai processar a mãe do menino por ne-

gligência. A notícia foi avançada pela TVI, que falou com o advogado de Marco Teixeira, Lourenço Pinto.

A guarda de Martim tinha sido atribuída, na passada sexta-

feira, a Sandrina Silva, que é agora alvo do processo movido pelo ex-companheiro. O advogado do pai da criança expli- cou ainda que Marco Teixeira vai pedir alteração da guarda

de

Martim, além da acusação de negligência.

“A

regulação das responsabilidades parentais é uma palavra

bonita. Guarda também o é, tutela também, mas é preciso que as pessoas que têm essa responsabilidade sintam que têm obrigações também”, disse o advogado à estação de televisão.

18 . Ler e contar 31 Outubro 2016
18 . Ler e contar
31 Outubro 2016

Aquele Menino

Conceição

Baptista

Aquele Menino Conceição Baptista Foi no primeiro encontro. À entrada da escola - uma escola algures

Foi no primeiro encontro. À entrada da escola

- uma escola algures nesta grande cidade - que

me fez compreender melhor toda a importância da protecção de que precisam as crianças.

Era uma manhã soalheira e calma. Esperávamos

a entrada dos alunos à porta daquela escola. Com “bons dias” e sorrisos recebíamos as crianças e os seus pais.

Foi quando se aproximou uma mulher grávida com um lindo menino dos seus quatro anos pela mão. E com um sorriso terno ia-lhe explicando algo na sua língua materna. E por entre palavras poucas disse-me que o seu Menino estava muito agitado pois era a primeira vez que se separava dela, embora somente por algumas horas. Compreendi logo (até por ser também mãe) a ansiedade dos dois, a delicadeza de sentimentos entre mãe e filhinho, que bem demonstrava a sensibilidade existente naque preciso momento.

E aquele Menino, de nome Samir, ficou

comigo. Chorava baixinho e apertava a minha

mão como se fosse uma barra de salvação, porque depois da mãe ir embora ele sentiu a

necessidade de confiar na primeira pessoa que encontrara ao chegar à escola. Quase toda a manhã Samir andou comigo, de mãos dadas, e

eu tentava falar-lhe, usando palavras simples, mesmo sabendo que ele não compreendia mas com a minha vontade de o ajudar a sentir-se

bem recebido no seu primeiro dia de escola.

A manhã correu bem até que chegou o

momento das crianças alinharem em fila, todas excitadas para irem para o recreio. E foi então que a estridente campainha tocou

Eu estava ao lado do Samir, pois tinha ficado

encarregada de tomar conta dele nesse dia, e

o Menino entrou em panico, tremia, chorava,

gritava e, correndo, foi esconder-se debaixo de

uma mesa num cantinho da sala.

Com palavras, gestos e grande piedade tentava trazê-lo para perto de mim, mas ele com as mãozinhas tapava os ouvidos. Então compreendi todo o terror daquela pobre criança, que sem duvida vinha de um país em guerra, e confundia o som da campainha

da escola com a sirene de aviso que o fazia

esconder do perigo da “chuva” de bombas que matavam muita gente!

Senti então, bem no fundo do meu coração

toda a revolta contra a crueldade das terriveis guerras que para “proveito” de alguns “poderosos ambiciosos” matam crianças, anciãos - e todos que estiverem no seu

caminho!

Ao chegar a mãe do Samir, que já estava calmo

e brincava com outro menino, contámos-lhe

dos medos e choros do seu Menino e essa mãe,

chorei

abraçando o filhinho, chorou. E eu com ela.

Bombardeamento de escola síria mata crianças e professores

Um ataque a uma escola na província síria de Idlib, no noroeste do país, provocou a morte a 22 crianças e seis professores, indicou a agência da Organização das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Em comunicado, o diretor-geral da UNICEF, Anthony Lake, denunciou “uma tragédia” e um possível “crime de guerra”, sem, contudo, especificar a autoria do ataque. Este poderá ter sido, segundo Lake, “o ataque mais mortífero

contra uma escola desde o início da guerra” na Síria, há cinco anos e meio. “É uma tragédia, um escândalo, e se este ataque foi delibera- do, é um crime de guerra”, acrescentou.

A escola foi atacada “por várias vezes”, especificou-se no co-

municado, sem dar mais detalhes.

especificou-se no co- municado, sem dar mais detalhes. Um balanço anterior dava conta de 35 mortos,

Um balanço anterior dava conta de 35 mortos, entre os quais

Um dos projéteis caiu na entrada da escola no momento

11

crianças. “Aviões militares fizeram seis ataques à localida-

em que as crianças eram retiradas devido precisamente aos

de

de Hass, contra uma escola e as suas envolventes, matando

bombardeamentos, disse à agência notiicosa AFP um mili-

35

civis, dos quais 11 crianças”, indicou o Observatório Sírio

tante anti-regime do Centro de Imprensa de Idlib, que reque-

dos Direitos Humanos.

reu o anonimato.

Duterte promete a Deus mais palavrões

não usar

Duterte promete a Deus mais palavrões não usar O Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, promete não

O Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, promete não usar mais palavrões ou declarações inconvenien- tes, o que acontece depois de uma conversa que diz ter tido com Deus.

Tal conversa com Deus aconteceu, segundo ele, a bor-

do do avião que o transportava de regresso à Filipinas,

depois de visitar o Japão.

Duterte disse que os outros passageiros estavam a dormir quando ouviu uma voz advertindo que se não deixares de usar palavrões “vou deixar cair este avião”.

O líder filipino perguntou “quem fala?” e a resposta

foi: “Claro, é Deus.” “Assim, prometi a Deus que não voltaria a usar pala- vrões”, disse Duterte à imprensa filipina. “Uma promessa a Deus é uma promessa ao povo fili- pino”, sublinhou Duterte, que nos últimos dias é po- pular por insultar figuras como Barack Obama e Papa Francisco

Hillary Clinton responde a nova investigação do FBI sobre emails

A

candidata democrata à presidência americana, Hillary Clinton,

falou à imprensa depois da polícia federal americana, o FBI, ter

anunciado que estava a investigar novos emails enviados da sua con-

ta pessoal quando desempenhava o cargo de secretária de estado.

Clinton apelou ao FBI que publique todas as informações relacio- nadas com este novos emails, poucas horas depois do director do FBI, James Comey, ter anunciado que estava em curso uma nova investigação que podia implicar a candidata. “Apelamos ao FBI para que publique todas as informações de que dispõe. O próprio director Comey salientou que a informação pode não ser significativa, portanto mostrem-na”, disse Hillary Clinton. Disse igualmente que estava confiante em que este novo escrutínio em nada alterará a conclusão a que o FBI chegou acerca do seu caso em Julho passado. Na altura Comey disse que Clinton tinha sido “extremamente des- cuidada” mantendo emails do governo na sua conta pessoal, nas sublinhou que não existiam provas de que ela tivesse partilhado informações secretas com terceiros ou que tivesse tentado esconder o sucedido. Os novos email agora detectados pelo FBI encontravam-se nos computadores da colaboradora de Clinton, Huma Abedin, e do seu ex-marido Anthony Weiner.

de Clinton, Huma Abedin, e do seu ex-marido Anthony Weiner. Os líderes republicanos congratularam-se de imediato

Os líderes republicanos congratularam-se de imediato com o anún-

cio feiro pelo FBI considerando que se trata de mais uma prova da

maneira descuidada como Clinton lida com documentos do gover- no.

O candidato republicano à presidência, Donald Trump, acolheu

com agrado a nova investigação e disse esperar que o FBI “ se redi-

ma do erro horrível” feito em Julho.

31 Outubro 2016 Ler e contar . 19
31 Outubro 2016
Ler e contar . 19

Nova estratégia para as negociações de paz em Moçambique

*Primeiro ponto da próxima fase será a descentralização

do Estado.

As negociações para a paz em Moçambique serão retomadas no dia 10 de Novembro, depois de as partes terem chegado a acordo sobre uma nova metodologia de trabalho. Os mediadores internacionais, Governo e Renamo termina- ram na sexta-feira a quarta fase de negociações e decidiram que a partir de agora vão realizar encontros bilaterais com

vista a aprofundar as diferentes posições e a facilitar a identi- ficação de uma base comum.

A mediação apresentou uma outra proposta visando fazer

uma ligação entre a solução de problemas políticos e as tré- guas, propostas que, segundo a nota, foram aceites pelas par- tes. Como resultado dos encontros bilaterais, as delegações do Governo e da Renamo comprometeram-se em entregar, no início da próxima fase, a 10 de Novembro, o pacote de princí- pios relativos à descentralização, assim como um calendário para tratar os restantes pontos das agenda.

um calendário para tratar os restantes pontos das agenda. O comunicado termina revelando que o líder

O comunicado termina revelando que o líder da Renamo,

Afonso Dhlakama, entregou na quinta-feira, a 27, a última parte da documentação relativa à proposta sobre as Forças de Defesa e Segurança, cujo teor não foi revelado.

Obama comuta pena a 98 pessoas e atinge recorde anual

Das 98 pessoas a que foi concedida clemência, 42 contavam

com prisão perpétua

foi concedida clemência, 42 contavam com prisão perpétua O Presidente dos Estados Unidos comutou a pena

O

Presidente dos Estados Unidos comutou a pena de prisão

de

98 pessoas, todas com condenações federais por tráfico de

droga, atingindo o maior número concedido por um manda- tário num ano, 688, anunciou hoje a Casa Branca. “Estas pessoas - muitas das quais cometeram erros em tenra idade - trabalharam de forma diligente para se reabilitarem durante o tempo de prisão”, explicou Neil Eggleston, assessor presidencial, em comunicado.

Eggleston precisou que, das 98 pessoas a que foi concedida clemência, 42 contavam com prisão perpétua, pelo que a no-

tícia de hoje se reverte de “um significado especial”, quando souberem que “poderão voltar para as suas famílias e comu- nidades”. No entanto, nem todos serão libertados imediatamente, já que alguns deverão esperar até 2018 e outros deverão cum- prir antes um programa de desintoxicação. Durante o mandato, Barack Obama recorreu ao seu poder executivo para comutar a sentença a um total de 872 presos, e em agosto tinha feito o mesmo com 214 detidos.

Os seus 11 antecessores na Casa Branca comutaram, em con-

junto, um total de 715 condenações. Mesmo assim, criticou reiteradamente “os problemas do en- carceramento massivo” e afirmou que o sistema judicial nor- te-americano não é “tão justo como devia ser”. Obama defende há muito tempo uma reforma do sistema de justiça penal, com o objetivo de reduzir as penas aos conde- nados por delitos não violentos relacionados com as drogas, que afetam principalmente os hispânicos e os negros.

Síria: ONUdizqueoEstadoIslâmicousamilhares

como escudos humanos

Forças do grupo Estado Islâmico no Iraque captura- ram milhares de homens, mulheres e crianças de áreas próximas a Mosul para usar como escudos humanos na cidade, à medida que tropas do governo do Iraque avançam, disse o escritório de direitos humanos da Or- ganização das Nações Unidas. Militantes do grupo extremista sunita mataram, pelo menos, 232 pessoas na quarta-feira, incluindo 190 ex- membros das forças de segurança do Iraque e 40 civis que se recusaram a obedecer a ordens, disse a porta-voz de direitos humanos da ONU Ravina Shamdasani. Segundo a Reuters, Shamdasani acrescentou que “mui- tos dos que se recusaram a obedecer foram mortos a tiros”

tos dos que se recusaram a obedecer foram mortos a tiros” Olá!Atéamanhã ! Fernando Cruz Gomes

Olá!Atéamanhã !

Fernando Cruz Gomes

Olá!Atéamanhã ! Fernando Cruz Gomes Achei estranho. Verdadeiramente estranho. A mensagem – via E-Mail – era

Achei estranho. Verdadeiramente estranho. A mensagem – via E-Mail – era do António Frei- re. O assunto era, tão somente, “OLÁ” e “ATÉ AMANHÔ. Abri, pois claro. É que cheguei a

convencer-me que ele, o amigo de tantos sóis,

e que eu tive a honra de substituir na chefia da produção do então Rádio Clube de Benguela

(há que anos isso lá vai

estava por aí. Vinha aí.

Tanto que me dizia o seu “OLÁ” e “ATÉ AMA- ”

NHÃ

Seria um prazer revê-lo, tutear-lhe a

amizade, reaprender, até, muito do que ele me

ensinou há tantos anos e que eu até já esqueci.

Mas

não. O Freire não estava cá e o “até ama-

nhã” era apenas a porta aberta de uma história linda e comovente. O António não me disse de quem era a história, mas com a roupagem que

vou chamar-lhe minha. Minha,

não. Minha e do Antónioo Freire.

eu lhe visto

)

A história conta que um senhor era empregado

de um grande armazém frigorífico de carnes, Que ele tinha de inspeccionar vezes sem conta,

em cada dia que passava. Sobretudo aquele, ali, que era como que o coração da empresa, onde

ficavam grande parte das carnes

gelo. Um dia – chamem-lhe dia de azar, se quiserem

– ele entrou no grande frigorífico para uma ins-

pecção até habitual. Não se sabe como, a porta

fechou-se. E ele ficou por lá

chamar a atenção dos colegas para lhe abrirem

a porta. Debalde, repito. Ninguém ouviu. Nin-

guém ajudou. E ele mesmo quase se resignou a esperar a morte, tantas eram as horas passadas naquele tormento frígido.

tentando, debalde,

quase em

Eis senão quando – umas cinco horas depois – alguém abriu a porta e depariou com o corpo

já rendido ao torpor do frio

vésperas de esperar o suspiro final. Era um se- gurança que abria a porta. Era um segurança que parecia ser o seu salvador.

já como que em

Quando conseguiu, entabulou uma conversa.

aqui?! Esta nem é a sua área. Por-

que é que veio?” – E o homem, feliz e mais feliz

parecendo, atirou com a resposta certa, no mo- mento certo. “Trabalho aqui há mais de trinta anos. Ninguém parece dar por mim. Conside-

uma coisa sem valor.

ram-me como uma coisa

Ninguém me fala. O senhor é o único que me

diz “Olá”, logo pela manhã

fim da tarde, quando vai a sair

“Você

você

e “até amanhã”, ao ”

E continuou. “Hoje pela manhã

“OLÁ” mas, à tarde, não ouvi o seu “ATÉ AMA- NHÔ. Procurei-o por toda a parte. Encontrei-o ”

aqui. Estou feliz

eu ouvi o seu

A história não o diz. Mas acho que se abraçam

a seguir. A selar uma amizade. Um abraço que

significava, afinal, a força que o respeito e a soli-

dariedade ainda têm Para si, que me lê “ATÉ AMANHÔ!

“OLÁ”. E se me permitir

20 . Automobilismo 31 Outubro 2016
20 . Automobilismo
31 Outubro 2016

Dovizioso encerra jejum de sete anos ao vencer na Malásia

Dovizioso encerra jejum de sete anos ao vencer na Malásia Andrea Dovizioso encerrou um jejum de

Andrea Dovizioso encerrou um jejum de sete anos ao conquistar a segunda vitória da sua carreira na MotoGP durante o GP da Malá- sia, em Sepang, disputado com a pista molhada.

Dovizioso largou da pole-position, depois de um atraso de 20 minu- tos por conta de uma chuva torrencial, e ficou longe de problemas para tornar-se o nono vencedor diferente na classe principal nesta temporada.

O italiano ficou inicialmente embolado numa luta de seis pilotos pelas posições de liderança na primeira fase da corrida, ao lado de Jorge Lorenzo, Valentino Rossi, Andrea Iannone, Marc Marquez e Cal Crutchlow.

Lorenzo liderou na primeira curva, mas logo caiu para sexto, com Marquez, Dovizioso e finalmente Rossi tendo todos momentos na liderança nas francas primeiras voltas.

Iannone logo forçou sua passagem por Rossi e a dupla trocou posi- ções por várias vezes antes de o piloto da Yamaha impor sua autori- dade, depois foi seguido por Dovizioso.

Tony Kanaan renova com a Chip Ganassi

seguido por Dovizioso. Tony Kanaan renova com a Chip Ganassi Por F1Mania O piloto brasileiro, Tony

Por F1Mania

O piloto brasileiro, Tony Kanaan, renovou o contrato com a equipe

Chip Ganassi Racing para a temporada 2017 da Formula Indy.

Com a renovação, Tony, que foi campeão da categoria em 2004 e vencedor das tradicionais 500 Milhas de Indianápolis de 2013, vai para a 20ª temporada na Formula Indy, sendo a 4ª temporada repre- sentando a equipe.

Para a Chip Ganassi, proprietário da Chip Ganassi Racing, renovar

com Tony Kanaan é motivo de alegria.”Estamos muito felizes em as- sinar com Tony para conduzir o carro No. 10 para nós, assim como

é um prazer manter um grande parceiro como a NTT DATA na

equipe. Tony tem desempenhado um papel forte como um dos líde- res desta equipe dentro e fora da pista e nos sentimos afortunados

por ter renovado o contrato. A NTT DATA provou ser um parceiro fantástico em muitos aspectos”, completou.

Paulo Alves – Carlos Moreira

aspectos”, completou. Paulo Alves – Carlos Moreira Tony Kanaan também se mostrou muito satisfeito com a

Tony Kanaan também se mostrou muito satisfeito com a renovação. “Estou muito feliz por estar de volta com a Chip e a NTT DATA, pois tem sido uma das parcerias mais gratificantes da minha car- reira. A minha vontade de vencer e conquistar título ainda é muito grande, e vamos com força total para 2017”.

JoeyLoganovence em Talladega e quatro pilotos estão fora do ‘Chase’

em Talladega e quatro pilotos estão fora do ‘Chase’ NASCAR Por Delano Braga Santos A etapa

NASCAR Por Delano Braga Santos

A etapa no oval de Talladega foi marcado pelo bom desem-

penho de Joey Logano que garantiu à vitória e avançou na disputa pelo título da temporada, já Martin Truex Jr. e Brad Keselowski tiveram problemas no motor de seus carros e de- ram adeus ao ‘Chase’ da Nascar Sprint Cup.

Saiba como foi a corrida

A largada teve seu início com o pole Martin Truex Jr man-

tendo-se na ponta e Brad Keselowski logo atrás na segunda posição. Não demorou muito e Brad no fim da terceira volta assumiu o primeiro lugar passando com audácia sobre Truex Jr. O pelotão principal ainda contava com Kurt Busch, Chase Elliott e Denny Hamlin formando os cinco primeiros coloca- dos. Depois de algumas voltas, Keselowski seguia firme em primeiro e evitando que os adversários tomassem sua posi- ção de honra ao abrir boa vantagem. Mas isso foi desfeito com Truex Jr apresentando boa condução e melhor rendi-

mento na pista retornando para ponta, contudo o mesmo foi superado tanto por Brad, como também, Elliott e assim Martin ficou por um tempo em terceiro.

A disputa pela ponta ficou mesmo reservado entre os com-

petidores Keselowski e Chase Elliott por muito tempo. Brad com melhor desempenho e controle esperou o melhor mo- mento para superar de vez por Elliott e ainda poder colocar Ricky Stenhouse Jr. com o carro #17 no segundo lugar ao se aproveitar num momento de descuido por parte de Chase. No complemento da volta 38, a maioria dos carros se diri- giram aos boxes para troca de pneus e reabastecimento na primeira parada. Joey Logano teve um problema sério quan- do o macaco de seu carro ficou preso na parte traseira onde ocasionou em um pit extra perdendo muito tempo e ficando uma volta atrás dos líder.

Após a primeira parada dos carros, o panorama sofreu algu- mas alterações com Stenhouse Jr agora como novo líder da

corrida seguido de perto por Keselowski e Elliott. No giro 41,

o pole Truex Jr teve seu motor soltando muita fumaça e ele acabou abandonando a prova e também não figurar na fase

seguinte do ‘Chase’ na luta direta pelo título do ano. Com

o incidente de Martin ocasionou em bandeira amarela e a

sorte fez presente para Joey Logano ao recuperar sua volta de atraso. Depois de algumas tempo veio a bandeira verde com Stenhouse Jr ao perder a ponta para Keselowski na relargada com Elliott aproveitando o vácuo e superar o piloto, assim como Ryan Blaney.

Hamilton vence no México e empurra a decisão para Interlagos

vence no México e empurra a decisão para Interlagos Com Rosberg em segundo, campeonato pode ser

Com Rosberg em segundo, campeonato pode ser decidi- do no GP do Brasil. Massa finaliza em nono.

Foto : Vinícius Alves / f1mania

Confira o resultado do GP do México:

E

o GP do México deu mais uma vez Lewis Hamilton,

1 – Lewis Hamilton – Mercedes – 71 voltas 2 – Nico Rosberg – Mercedes – +8.354s

6 – Kimi Raikkonen – Ferrari – +49.376s

o

britânico colocou mais uma emoção ao campeonato,

3 – Daniel Ricciardo – Red Bull-TAG Heuer – +20.858s

empurrando a decisão para Interlagos daqui a dois finais de semana. A vantagem de Rosberg caiu para 19 pontos.

4 – Max Verstappen – Red Bull-TAG Heuer – +21.323** 5 – Sebastian Vettel – Ferrari – +27.313s*

A

terceira colocação que viveu um drama a parte. Vers-

7 – Nico Hulkenberg – Force India-Mercedes – +58.891s

tappen chegou em terceiro, mas usou uma manobra ile- gal para se defender de Vettel e após a corrida, antes do pódio, a direção de prova puniu o holandês e a terceira colocação ficou com Vettel. Com isso a quarta colocação ficou com Ricciardo e Verstappen caiu para quinto.

8 – Valtteri Bottas – Williams-Mercedes – +1:05.612 9 – Felipe Massa – Williams-Mercedes – +1:16.206 10 – Sérgio Perez – Force India-Mercedes – 1:16.798 11 – Marcus Ericsson – Sauber-Ferrari – +1 volta 12 – Jenson Button – McLaren-Honda – +1 volta 13 – Fernando Alonso – McLaren-Honda – +1 volta

Felipe Massa fez uma prova consistente mas finalizou em nono, mesma posição que largou, já Nasr, não teve uma estratégia favorável e terminou a prova apenas na posi- ção 15.

14 – Jolyon Palmer – Renault – +1 volta 15 – Felipe Nasr – Sauber-Ferrari – +1 volta * Verstappen punido em cinco segundos por conta da manobra ilegal contra Vettel. ** Vettel foi punido em dez segundos por conta da manobra peri- gosa contra Ricciardo.

31 Outubro 2016 Ainda a tempo . 21 O “Halloween” não foi esquecido na Casa
31 Outubro 2016 Ainda a tempo . 21
31 Outubro 2016
Ainda a tempo . 21

O “Halloween” não foi esquecido na Casa das Beiras

Haverá muitas razoes para poderemos considerar a nossa comunidade como sendo uma das melhores comunidades portuguesas fora do país. Mesmo numa simples festa de Halloween, conseguimos misturar as “tradições “ de cá, com

as nossa de lá naturalmente. Este fim de semana celebrou-se

o Halloween um pouco mais cedo por toda parte, isto por

este ano esta festa calhar numa Segunda feira, na Casa das Beiras celebrou-se também a festa e em família claro.

A comida? Essa foi caseira. Preparada com aquele toque

de amor que só uma mãe pode dar, e por “mestres da culiná- ria” claro que também por lá certamente que ajudaram – e

atenção que não estamos a falar do Quim Barreiros

Ou-

e atenção que não estamos a falar do Quim Barreiros Ou- vimos dizer, de quem entende

vimos dizer, de quem entende destas coisas, que a comida estava mesmo boa. Não estranhamos - ela esta sempre boa

por aqueles lados. Sopa de abobora, Carne de Porco à Bei-

Uau!!! Não a razão para

rã, uma sobremesa à maneira

Bei- Uau!!! Não a razão para rã, uma sobremesa à maneira iremos a festas fora da

iremos a festas fora da comunidade com uma comunidade

destas. A sala estava repleta de gente Beirã e não só

Jockey da Casa abrilhantou a festa ainda mais. Se já não chegasse isso em si, havia muitos mascarados na sala (como era de esperar pois era a festa do Halloween !!!) Trabalhadores de Construção, Cleópatras, Fadas encantado-

o Disc

ras alguns Super heróis a mistura e muito mais lá houve e agradecemos ao Presidente Bernardino Nascimento pelas fo- tos para comprovar. Com a sala bastante cheia de juventude misturada com os “veteranos” a Casa Das Beiras parece estar a querer dar continuidade a grandeza e também humildade dos seus fundadores.

a grandeza e também humildade dos seus fundadores. Portuguese Cultural Club of Vaughan leva o efeito

Portuguese Cultural Club of Vaughan

leva o efeito o

ANIVERSÁRIO

Dos seus Ranchos Folclóricos

Sábado dia 19 de Novembro, 2016

seus Ranchos Folclóricos Sábado dia 19 de Novembro, 2016 Vindo de Portugal Chris Ribeiro Festa abrilhantada

Vindo de Portugal Chris Ribeiro

dia 19 de Novembro, 2016 Vindo de Portugal Chris Ribeiro Festa abrilhantada pela Banda Sagres As

Festa abrilhantada pela Banda Sagres

2016 Vindo de Portugal Chris Ribeiro Festa abrilhantada pela Banda Sagres As Estrelas do PCCV As

As Estrelas do PCCV

2016 Vindo de Portugal Chris Ribeiro Festa abrilhantada pela Banda Sagres As Estrelas do PCCV As

As Antigos do PCCV

22 . De tudo um pouco 31 Outubro 2016
22 . De tudo um pouco
31 Outubro 2016

Comentário Semanal de Economia e Mercados – Semana de 24 a 28 de outubro

Leituras mistas na Economia Portuguesa

Economia portuguesa – Últimos dados sobre atividade retalhista e industrial para o 3.º trimestre revelaram leituras mistas (quedas mensais em ambas, mas com a descida da produção industrial a recair sobre dados bastante revistos em alta), reforçando a nossa estimati- va de crescimento do PIB entre 0.2% e 0.4%, ao passo que o sentimento económico iniciou o 4.º trimestre a subir, encontrando-se em níveis consistentes com cres- cimentos económicos superiores aos por nós previstos para o 3.º e 4.º trimestres. Desemprego registado caiu, em setembro, mantendo a tendência de recuperação e devendo provocar uma redução da taxa de desempre- go nesse mês, entre 0.1 p.p. e 0.2 p.p., após em agosto ter subido de 10.9% para 11.0%, ao passo que o défice em contabilidade pública (lógica de caixa) diminuiu nos três primeiros trimestres do ano face ao período homó- logo, mantendo as indicações positivas que têm vindo a apresentar, continuando-se a prever um défice orça- mental de 2.6% do PIB em 2016, acima dos 2.4% cons- tantes na Proposta de OE 2017, mas abaixo do previsto pelas entidades internacionais.

A semana ficou marcada pela divulgação de importantes dados macroeconómicos de atividade, como as últimas leituras das ven- das a retalho e da produção industrial referentes ao 3.º trimestre, que revelaram leituras mistas (quedas mensais em ambas, mas com a descida da produção industrial a recair sobre dados bas- tante revistos em alta), permanecendo consistentes com as nossas estimativas de um regresso do consumo privado aos crescimento em cadeia, depois da ligeira queda observada no trimestre an- terior, devendo ter sido suportado pelas vendas a retalho e pelo consumo de serviços, mas penalizado pelas vendas de carro, bem como de um novo crescimento do VAB do setor industrial (in- cluindo a energia).

Dados que, no cômputo geral, vieram reforçar as nossas esti- mativas de um crescimento da atividade económica no 3.º tri- mestre sensivelmente ao mesmo ritmo observado no trimestre anterior.

Dados de setembro sobre atividade retalhista e industrial revela- ram leituras mistas (quedas mensais em ambas, mas com a des- cida da produção industrial a recair sobre dados bastante revistos em alta), reforçando a nossa estimativa de crescimento do PIB entre 0.2% e 0.4%

Com efeito e analisando com um pouco mais de detalhe os da- dos de atividade conhecidos para o 3.º trimestre, a leitura de se- tembro das vendas a retalho deu conta de um decréscimo mensal de 2.0%, embora depois de três subidas consecutivas e recaindo, ademais, sobre dados revistos em alta, com o acréscimo do mês anterior a passar de 0.2% para 0.4%.

A variável contabiliza seis subidas nos últimos nove meses, com

a atividade retalhista a passar, com esta descida de outubro, de

máximos desde fevereiro, quando registou níveis máximos desde agosto de 2011. As vendas a retalho apresentaram uma forte subi- da de 2.6%, no 3.º trimestre, após terem registado uma descida de 1.0% no 2.º trimestre, com a variável a evidenciar, como espera- do, um forte contributo positivo para o crescimento do consumo privado no total do trimestre.

Na ótica da produção, como referido, também foi conhecida a leitura de setembro da produção industrial, que observou um de- créscimo mensal de 0.4%, em setembro, representando a 3.ª des- cida consecutiva, mas recaindo sobre dados fortemente revistos em alta, com a queda de agosto a passar de -1.1% para -0.4%, levando a que a variável, em setembro, tivesse ficado num nível superior ao que tinha sido anteriormente reportado para o mês de agosto, e com estas três descidas a surgirem depois de um ciclo favorável de quatro acréscimos em seis meses, mas com a ati- vidade industrial a afastar-se, com este registo, um pouco mais dos níveis máximos desde maio de 2011. A produção industrial evidenciou um decréscimo de 0.6% no 3.º trimestre, depois de ter registado um forte acréscimo de 3.4% no 2.º trimestre, penalizan- do, como esperado, o VAB do setor no total do trimestre. O nosso indicador compósito para o VAB da indústria, quando considera- do o setor alargado (i.e. incluindo a energia, água e saneamento), encontra-se, ainda assim, a apontar para um acréscimo do VAB, entre 0.1% e 0.3%, depois da subida de 0.4% observada no 2.º trimestre.

Sentimento económico iniciou o 4.º trimestre a subir, sugerin- do crescimentos económicos superiores aos por nós previstos para o 3.º e 4.º trimestres

Parceria ABC / MontePio

Esta evolução resultou de um crescimento da receita (+2.6% vs +1.3% até ao mês anterior) superior ao da despesa (+1.9% vs +1.0% até ao mês). O défice orçamental em contabilidade pública

mantém, assim, a trajetória favorável que tem vindo a apresentar desde o início do ano, com o Ministério das Finanças a realçar que

o défice nestes nove primeiros meses do ano “representa 53.2%

do previsto para o total do ano”, um valor que compara favora-

velmente com o observado há um ano atrás (em 2015, o défice

nesta altura do ano representava 67.7% do défice anual). O saldo primário (excluindo o efeito dos juros) registou um excedente de 3 058.4 M€, bem acima dos 1 627.9 M€ que se observavam até agosto e traduzindo-se também numa melhoria de 656.8 M€ face

ao mesmo período de 2015.

Relembre-se que os valores favoráveis do défice orçamental para

o 1.º trimestre, bem como os dados na ótica da contabilidade pú-

blica que já eram conhecidos para o 2.º trimestre, tinham-nos le-

vado a rever a nossa previsão de défice orçamental para 2016, de 2.8% para 2.6% do PIB (-4.4% em 2015), uma previsão que agora mantemos com estes dados de execução na ótica da contabilidade pública relativos aos três primeiros trimestres do ano.

Note-se que a nossa anterior revisão não foi ainda de maior am- plitude porque: i) a nossa previsão para o crescimento do PIB anual (+1.0%) é inferior à do Governo (+1.8%, e que o Executivo defendeu agora ser +1.2% no âmbito da Proposta de OE 2017), permanecendo ainda rodeada de riscos descendentes; ii) as medi-

das de reposição de salários prevista no OE-2016 irão condicionar

a redução do défice; iii) a receita fiscal associada às vendas de automóveis no 1.º trimestre, atendendo à antecipação das vendas

de carros, antes do agravamento da fiscalidade introduzida com o OE-2016, que entrou em vigor em 31 de março, não será replica-

da

ao longo dos restantes trimestres; iv) os cortes, no investimen-

to

público, poderão não ser tão intensos ao longo do ano.

Outro aspeto que nos leva também a manter algum conservado- rismo na nossa previsão para o défice orçamental em 2016 tem a ver com a própria sustentabilidade da execução apresentada no

1.º semestre, algo que também tem sido alertado por alguns orga- nismos que acompanham a execução orçamental do país, como

o Conselho das Finanças Públicas (CFP) e a Unidade Técnica de

Apoio Orçamental (UTAO). Por um lado, as reversões de cortes salariais são crescentes ao longo do ano, pesando mais no 2.º se- mestre. Por outro, os primeiros três meses do ano beneficiaram de um regime de duodécimos que travou a execução de importantes

rubricas de despesa. Acresce que a descida do IVA na restaura- ção também só entrou em vigor em 1 de julho. A estes fatores de pressão decorrentes na execução regular do orçamento, podem ainda juntar-se outros excecionais provenientes do setor financei- ro, com destaque para a CGD (embora a capitalização não venha

a afetar o défice, mas afetará a dívida) e para os lesados do BES.

Caetano Ferreira

Caetano.ferreira@Montepio.pt

Rui Bernardes Serra

RBSerra@Montepio.pt

Já relativamente ao 4.º trimestre, foram divulgadas as primeiras

leituras mensais deste trimestre dos indicadores de confiança da Comissão Europeia (CE), que revelaram uma nova melhoria, com

o indicador de sentimento económico (ESI) a subir, em outubro,

de 106.4 para 108.2 pontos, representando a 2.ª subida consecu- tiva (+0.6 pontos em setembro) e bem mais do que revertendo as duas anteriores ligeiras descidas (-0.2 pontos em agosto e -0.1 pontos em julho), ascendendo a níveis máximos desde julho de

2015 e ficando cada vez mais próximo dos níveis de abril de 2015 (109.1 pontos), passando agora a estar apenas 0.9 pontos abaixo desses níveis, que representam máximos desde janeiro de 2008.

O indicador permaneceu, pelo 32.º mês consecutivo, em níveis

superiores à sua média de longo prazo (100 pontos), o que já não

acontecia desde junho de 2008.

Em termos trimestrais, e de acordo com os cálculos do Montepio,

o ESI encontra-se em níveis consistentes com uma subida em ca-

deia do PIB de 0.7% no 3.º trimestre e de 0.9% no 4.º trimestre,

depois de ter sinalizado um acréscimo de 0.8% para o 2.º trimestre e o PIB ter crescido apenas 0.3%, tratando-se de resultados acima

das nossas atuais perspetivas, que apontam, como referido, para

um crescimento entre 0.2% e 0.4% para o 3.º trimestre.

Desemprego registado caiu, em setembro, mantendo a tendência

de recuperação e devendo provocar uma redução da taxa de de-

semprego nesse mês, entre 0.1 p.p. e 0.2 p.p., após em agosto ter subido de 10.9% para 11.0%

Refiram-se também os dados conhecidos sobre o mercado labo-

ral, com o desemprego registado a apresentar, em setembro, uma

nova queda mensal, segundo os dados ajustados de sazonalidade (-2.3% vs –1.7% em agosto), representando a 6.ª diminuição con-

secutiva, com o desemprego a continuar a apresentar uma tendên-

cia marcadamente descendente, após ter atingido níveis máximos

históricos (série iniciada em janeiro de 1974) em abril de 2013, apresentando, desde então, 35 descidas em 41 meses, caindo para mínimos desde maio de 2009. Esta diminuição do desemprego registado deverá implicar igualmente uma redução da taxa de de- semprego em setembro, entre 0.1 p.p. e 0.2 p.p., após em agosto

ter subido de 10.9% para 11.0%, aliviando de um mínimo desde

junho de 2009.

Défice em contabilidade pública (ótica de caixa) diminuiu nos três primeiros trimestres do ano face ao período homólogo, mantendo indicações positivas para o total do ano

Uma última referência aos dados mensais da execução orçamental divulgados pela DGO, que revelaram que o saldo provisório das

administrações públicas (AP), apurado na ótica da contabilidade pública, apresentou um défice de 2 923.9 milhões de euros (M€) até setembro, abaixo do observado até ao mês anterior (-3 989.5 M€ até agosto) e representando uma diminuição de 291.6 M€ face

ao registado em igual período de 2015 (-3 215.5 M€), superior à

observada em agosto (os dados até agosto revelavam uma melho-

ria homóloga apenas de 80.8 M€).

revelavam uma melho- ria homóloga apenas de 80.8 M€). Air India bate recorde do voo mais

Air India bate recorde do voo mais longo do mundo

A Air India lançou este mês o voo mais longo do mundo sem esca-

las, uma ligação aérea entre Nova Deli, na Índia, e São Francisco,

nos Estados Unidos. O voo de 15 300 quilómetros demora cerca de 14 horas e 30 minutos.

15 300 quilómetros demora cerca de 14 horas e 30 minutos. A companhia aérea indiana já

A companhia aérea indiana já fazia a ligação entre estas duas cida-

des mas este mês introduziu uma alteração: em vez de sobrevoar o

oceano Atlântico, o avião sobrevoa agora o oceano Pacífico. A mu- dança acrescentou 1400 quilómetros à rota, tornando este o voo que percorre a maior distância do mundo, segundo o Telegraph. Porém,

ao viajar sobre o Pacífico, a companhia aérea conseguiu tirar duas

horas à viagem, devido aos ventos de cauda, ou seja, aqueles que sopram na mesma direção em que a aeronave viaja.

A deslocação permitiu até aos passageiros e tripulação do

Boeing-777 200ER dar um pequeno salto no tempo, como explicou

um dos pilotos ao Times of India. “O avião partiu de Nova Deli às quatro da manhã de domingo (16 de outubro). Estávamos naquela

data até ao Japão. Depois disso, passámos a Linha Internacional

de Data e era 15 de outubro. Quando aterrámos em São Francisco

eram seis e meia da manhã de 16 de outubro”, contou o piloto.

O segundo voo mais longo neste momento é da Emirates e liga

Dubai a Auckland, Nova Zelândia e percorre 14120 quilómetros em 16 horas, segundo a Quartz.

O título de voo mais longo, no entanto, poderá não pertencer à Air

India durante muito tempo: a Singapore Airlines já anunciou que vai relançar em 2018 a ligação entre Singapura e Nova Iorque, nos Estados Unidos, um voo que percorre 16 500 quilómetros em 19 horas.

31 Outubro 2016 Coisas e loisas . 23
31 Outubro 2016
Coisas e loisas . 23

Ajudanatural paraapróstata

Por: Antonio Custodio Barros

(NhP 7132)

Tel. 416 533-8907

Por: Antonio Custodio Barros (NhP 7132) Tel. 416 533-8907 A partir de uma certa idade todos

A partir de uma certa idade todos os homens apresentam um certo

aumento de volume da próstata (57/60 anos em média) o que pode provocar distúrbios físicos (urinar mais vezes , especialmente durante

a noite, jacto de urina difícil ou fraco, sensação de incompleto

esvaziamento da bexiga, urgência urinária, dor na área lombar ou a nível

da coxa, etc. ) e até psicológicos (ansiedade, depressão, dificuldade em dormir, e muitos outros distúrbios). O aumento de volume da próstata chama-se Hipertrofia ou Hiperplasia Benigna da próstata . Este problema é benigno e não se deve confundir com o cancro da próstata que é grave e exige outro tipo de cuidados.

Existem vários tratamentos naturais para aliviar os sintomas da Hipertrofia Benigna da próstata e até para evitar o excessivo crescimento da próstata cada é mais eficaz de acordo com o tipo de pessoa e com a sua Saúde Geral.

O saw palmetto bloqueia a produção duma hormona que provoca o

crescimento da próstata; o pólen do centeio alivia os sintomas urinários;

o Pygeum pode ser associada; a Damiana equilibra o sistema hormonal

masculino; Sementes de Abóbora; o Zinco é um oligoelemento essencial . Pode também associar o chá da próstata e o Óleo de Peixe, o licopeno,

a vitamina D, o extracto da romã, a urtiga e as barbas de milho .

Se houver decréscimo da actividade sexual ou infecção da próstata existem produtos homeopáticos que se podem associar específicos para cada caso.

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Emoção e lágrimas de ex-presos políticos contra concessão da Fortaleza de Peniche

políticos contra concessão da Fortaleza de Peniche O encontro de ex-presos políticos integrou intervenções,

O encontro de ex-presos políticos integrou intervenções, de-

clamação de poesia e visita ao monumento, que recebe por

ano 40 mil visitantes.

O atual museu foi criado no início da década de 80 do século

XX por locais e pela câmara de Peniche.

Um dos três pavilhões do forte passou a estar aberto ao pú- blico como museu municipal, onde foi reconstituído o am- biente como prisão política e se pode visitar parlatórios e ce- las individuais, como a que ocupou o ex-líder do PCP Álvaro Cunhal.

*Para Domingos Abrantes, tornar o Forte de Peniche numa unidade hoteleira “é um insulto à memória”

Quatro centenas de pessoas, sobretudo ex-presos políticos e respetivos familiares, manifestaram-se sábado, em Peniche, com lágrimas e emoção, contra a concessão da Fortaleza a privados. No recinto ao ar livre do forte, aprovaram, com salvas de pal- mas, emoção e lágrimas nos olhos de alguns, um documento intitulado “Apelo ao Governo em defesa da Fortaleza de Pe- niche símbolo da repressão e da luta contra o fascismo”. No documento, mostraram-se indignados com a intenção do Governo em concessionar a privados a Fortaleza de Peniche, considerado “um dos mais fortes símbolos da repressão fas- cista”, e defenderam a instalação de um “verdadeiro Museu da Resistência”. No encontro convívio dos ex-presos políticos, esteve Domin- gos Abrantes, dirigente histórico do PCP, preso em Peniche em 1960 e entre 1965 e 1973, sendo o preso vivo com maior número de anos em detenção no forte.

preso vivo com maior número de anos em detenção no forte. “O projeto de privatizar a

“O projeto de privatizar a Fortaleza de Peniche deve ser con- siderado um atentado contra a própria democracia e a viola- ção do dever de qualquer Governo democrático de honrar a memória de todos aqueles que deram a própria vida para que

o povo português pudesse ter liberdade”, declarou Domingos

Abrantes. Para aquele ex-preso político, tornar o Forte de Peniche numa unidade hoteleira onde os turistas vão ter vista para

o Atlântico “é um insulto à memória” daqueles que aí estive-

ram detidos e que nem o mar conseguiam ver. António Rogério Reizinho, detido entre 1967 e 1971 em Pe- niche, partilhou da opinião. Subscrevendo a posição, Eulália Miranda, filha do ex-pre- so político Dinis Miranda, relembrou que, aos quatro anos, percorria com a família “muitos quilómetros com grandes dificuldades financeiras para visitar durante uma hora duas

ou três vezes vezes por ano o seu pai, após “horas de espera”

Machados dos Santos, um dos militares que no 25 de abril de 1974 tomaram o Forte para libertar os detidos, também con- testou a decisão, após recordar as dificuldades da libertação

dos presos, devido à resistência ainda existente após a revo- lução, sendo que o primeiro saiu só à meia-noite do dia 27. No documento recordaram que pelo Forte de Peniche passa- ram 2.500 presos e “histórias de vidas privadas da liberdade

e sujeitas a um regime prisional odioso que não poupava os

familiares dos presos”. Os manifestantes defenderam que “o respeito pela memó- ria de milhares de portugueses exige a preservação do Forte como símbolo da resistência e da luta contra o fascismo” e que o Estado deve adotar medidas para vir aí a instalar um “verdadeiro Museu da Resistência”. O Governo anunciou em outubro a ideia de estimular a ini- ciativa privada para reabilitar e transformar em “ativos eco- nómicos” cerca de 30 edifícios históricos, entre os quais o Forte de Peniche.

Homem obrigado a comprovar que não é Saddam Hussein

*O ditador iraquiano já morreu em 2006, mas há ainda quem o receie

Um cliente britânico da Apple foi confrontado com um pe- dido insólito quando foi a
Um cliente britânico da Apple foi confrontado com um pe-
dido insólito quando foi a uma loja Apple para devolver um
iPhone que ali comprara: teria de comprovar que não era Sa-
ddam Hussein.
Segundo conta hoje o The Sun, Sharakat Hussain, 26 anos,
pai
de dois filhos, comprou um iPhone para oferecer à irmã.
que esta recusou o presente e ele voltou à loja para de-
volver o telemóvel. Explicaram-lhe que as 799 libras seriam
devolvidas por transferência bancária.
que o tempo passou e nada. Sharakat Hussain contactou
a Apple, que lhe respondeu que para ter o dinheiro de volta
teria de comprovar que não era Saddam Hussein.
O
funcionário alegava que tinha de ter a certeza que não es-
tava a vender um produto a uma das pessoas que constam da
lista negra do Governo.
Hussain disse ao The Sun que nem acreditava no que lhe esta-
vam a pedir e que ficou furioso por ser associado a Saddam.
É
certo que este cliente, residente na zona de Birmingham,

tem um nome semelhante, Sharakat Hussain, mas o outro, o

ditador iraquiano, já morreu em 2006.

A Apple prometeu resolver o assunto e pediu desculpas ao

cliente.

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