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NOV 1994 NBR 9375


Cabos de potência com isolação sólida
extrudada de borracha etilenopropileno
ABNT-Associação
Brasileira de
(EPR) blindados, para ligações móveis
Normas Técnicas de equipamentos para tensões de 3 kV a
Sede:
Rio de Janeiro
25 kV
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
Especificação

Origem: Projeto 03:020.03-030/1992


CB-03 - Comitê Brasileiro de Eletricidade
CE-03:020.03 - Comissão de Estudo de Cabos Isolados
NBR 9375 - Extruded insulated portable power cables for rated voltage from
3 kV up to 25 kV - Specification
Descriptor: Power cable
Copyright © 1990, Esta Norma substitui a NBR 9375/1986
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Válida a partir de 30.12.1994
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavra-chave: Cabo de potência 17 páginas
Todos os direitos reservados

SUMÁRIO b) SHGM: cabo de quatro condutores (três fases e um


1 Objetivo neutro), a campo não radial, com blindagem sobre a
2 Documentos complementares reunião das veias, para tensões de 3 kV a 6 kV;
3 Definições
4 Condições gerais c) SHDM: cabo de três condutores fase (F), a campo elé-
5 Condições específicas trico radial, com blindagem metálica individual ou
6 Inspeção coletiva e com condutor de aterramento ou prote-
7 Aceitação e rejeição ção (T), subdividido em três, colocados nos interstícios
ANEXO A - Tabela de seções mínimas nominais dos das veias, para tensões de 3 kV a 25 kV;
condutores
ANEXO B - Tabela de espessura da cobertura d) SHDM-CT: cabo de três condutores fase (F), a campo
ANEXO C - Tabelas de requisitos elétricos elétrico radial, com blindagem metálica individual ou
ANEXO D - Tabela de requisitos físicos coletiva, com condutor de aterramento ou prote-
ANEXO E - Amostragem para ensaios especiais ção (T), subdividido em dois, e condutor de verifica-
ção do aterramento (CT), colocados nos interstícios
1 Objetivo das veias, para tensões de 3 kV a 25 kV.

Notas: a) No Anexo B, são apresentadas seções transversais


1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para cabos de po- de algumas construções desses cabos.
tência flexíveis, unipolares ou multipolares, para instalações
móveis, isolados com borracha etilenopropileno (EPR) e co- b) Para aplicações específicas como em instalações
bertura de composto termofixo extrudado. provisórias de concessionárias é possível a utilização de
cabos unipolares atendendo aos requisitos desta Norma,
na forma de cabos multiplexados (SHM 3x1xS).
1.2 Estes cabos são utilizados para ligações, com fonte ex-
terna de energia elétrica, de equipamentos móveis pesados
2 Documentos complementares
de mineração, metalurgia, portos e outras atividades simila-
res, bem como em instalações provisórias, de concessioná-
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
rias de energia elétrica ou de indústrias.
NBR 5111 - Fios de cobre nu de seção circular para
1.3 São abrangidos por esta Norma os seguintes tipos de cabo: fins elétricos - Especificação

a) SHM: cabo unipolar blindado para tensões de 3 kV a NBR 5368 - Fios de cobre mole estanhados para fins
25 kV; elétricos - Especificação
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2 NBR 9375/1994

NBR 5456 - Eletricidade geral - Terminologia 4.1.2 Pelas partes componentes

NBR 5471 - Condutores elétricos - Terminologia Os cabos podem ser designados por meio de uma sigla, for-
mada por símbolos, conforme NBR 9311.
NBR 6238 - Fios e cabos elétricos - Envelhecimento tér-
mico acelerado - Método de ensaio
4.2 Condições em regime permanente
NBR 6241 - Tração à ruptura em materiais isolantes e co-
berturas protetoras extrudadas para fios e cabos elétri- A temperatura no condutor, em regime permanente, não de-
cos - Método de ensaio ve ultrapassar 90°C.

NBR 6242 - Verificação dimensional para fios e cabos 4.3 Condições em regime de sobrecarga
elétricos - Método de ensaio
A temperatura no condutor, em regime de sobrecarga, não
NBR 6243 - Choque térmico para fios e cabos elétricos - deve ultrapassar 130°C. A operação neste regime não deve
Método de ensaio superar 100 h, durante 12 meses consecutivos, nem 500 h, du-
rante a vida do cabo.
NBR 6244 - Ensaio de resistência à chama para fios e
cabos elétricos - Método de ensaio 4.4 Condições em regime de curto-circuito
NBR 6251 - Cabos de potência com isolação sólida
A temperatura no condutor, em regime de curto-circuito, não
extrudada para tensões de 1 kV a 35 kV - Construção -
deve ultrapassar 250°C. A duração neste regime não deve ser
Padronização
superior a 5 s.
NBR 6813 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de resistên-
cia de isolamento - Método de ensaio 4.5 Acondicionamento e fornecimento

NBR 6814 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de resistên- 4.5.1 Os cabos devem ser acondicionados de maneira a fi-
cia elétrica - Método de ensaio carem protegidos durante manuseio, transporte e armazena-
gem. O acondicionamento deve ser em carretel, que deve
NBR 6880 - Condutores de cobre para cabos isolados - ter resistência adequada e ser isento de defeitos que possam
Padronização danificar o produto.

NBR 6881 - Fios e cabos elétricos de potência ou con- 4.5.2 O acondicionamento normal em carretéis deve ser limi-
trole - Ensaio de tensão elétrica - Método de ensaio tado à massa bruta de 5000 kg.
NBR 7292 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de determi-
4.5.3 Os cabos devem ser fornecidos em lances normais de
nação de grau de reticulação - Método de ensaio
fabricação, sobre os quais é permitida uma tolerância de ± 3%
NBR 7293 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de fluidez - no comprimento.
Método de ensaio
4.5.4 Os carretéis devem possuir dimensões conforme
NBR 7295 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de capacitân- NBR 9511 e NBR 11137.
cia e fator de dissipação - Método de ensaio
4.5.5 As extremidades dos cabos devem ser conveniente-
NBR 9311 - Cabos elétricos isolados - Designação - Clas- mente seladas com capuzes de vedação ou com fita auto-
sificação aglomerante, resistentes às intempéries, a fim de evitar a pe-
netração de umidade durante manuseio, transporte e arma-
NBR 9511 - Cabos elétricos - Raios mínimos de curva- zenagem.
tura para instalação e diâmetros mínimos de núcleo de
carretéis para acondicionamento - Padronização 4.5.6 Externamente, os carretéis devem ser marcados, nas
duas faces laterais, diretamente sobre o disco e/ou por meio
NBR 11137 - Carretéis de madeira para o acondiciona-
de plaqueta metálica, com caracteres legíveis e permanentes
mento de fios e cabos elétricos - Dimensões e estrutu-
que contenham as seguintes indicações:
ras - Padronização

3 Definições a) nome do fabricante e CGC;

Os termos técnicos utilizados nesta Norma estão definidos b) indústria brasileira;


nas NBR 5456, NBR 5471 e NBR 6251.
c) tensão de isolamento do cabo (Vo/V), em kV;
4 Condições gerais
d) número de condutores e seção nominal, em mm2;
4.1 Designação dos cabos

4.1.1 Pelas tensões de isolamento


e) material da isolação (EPR) e da cobertura;

Para efeito de aplicação desta Norma, os cabos de potência f) número desta Norma;
se caracterizam pela tensão de isolamento, Vo/V, conforme
NBR 6251. g) comprimento, em m;
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NBR 9375/1994 3

h) massa bruta, em kg; 5.1.4 As características do condutor encordoado devem es-


tar conforme NBR 6880, devendo atender à classe 4 de encor-
i) número de série do carretel; doamento como flexibilidade mínima. Para os cabos multi-
polares, a resistência elétrica máxima deve ser acrescida de
j) seta no sentido de rotação para desenrolar. 3% em relação ao valor máximo previsto nesta Norma.
Nota: No caso que se refere às alíneas c), d) e e), os cabos
5.1.5 Os limites de seção do condutor fase, em função da ten-
podem ser designados conforme NBR 9311 (Ver 4.1.2.).
são de isolamento, são os previstos na Tabela 1 do Anexo A.
4.6 Garantias
5.1.6 As seções mínimas nominais do condutor neutro (N)
4.6.1 O fabricante deve garantir, entre outras exigências, o dos cabos de quatro condutores, em função das seções dos
seguinte: condutores fase, são previstas na Tabela 1 do Anexo A.

a) a qualidade de todos os materiais usados, de acordo 5.1.7 As seções mínimas nominais dos condutores de aterra-
com os requisitos desta Norma; mento ou proteção (T) e do condutor de verificação do ater-
ramento (CT), em função das seções dos condutores fase, são
b) a reposição, livre de despesas, de qualquer cabo con- previstas na Tabela 1 do Anexo A.
siderado defeituoso, devido a eventuais deficiências
em seu projeto, matéria-prima ou fabricação, durante 5.2 Separador
a vigência do período de garantia. Este período de-
ve ser estabelecido em comum acordo entre compra- 5.2.1 Quando previsto, o separador deve estar conforme
dor e fabricante. NBR 6251.

4.6.2 As garantias são válidas para qualquer cabo instalado 5.3 Blindagem do condutor fase (F)
com técnica adequada e utilizado em condições próprias e
normais ao tipo do cabo. 5.3.1 A blindagem do condutor, quando necessária, deve es-
tar de acordo com NBR 6251, podendo, em adição ao previs-
4.7 Descrição para aquisição do cabo to nesta Norma, ser constituída de fita têxtil semicondutora pa-
ra qualquer tensão de isolamento.
O comprador deve indicar, necessariamente, em sua con-
sulta e posterior ordem de compra para aquisição do cabo, 5.3.2 A blindagem constituída por camada extrudada deve es-
os seguintes dados fundamentais: tar justaposta ao condutor, porém facilmente removível e não
aderente a este.
a) tensão de isolamento (Vo/V), em kV;
5.3.3 As espessuras média e mínima da blindagem, quando
b) número de condutores, (F, N, T e CT), seção nomi-
nal, em mm2, e classe de encordoamento; extrudada, devem ser medidas conforme NBR 6242. Se inviá-
vel a medição direta, pode-se empregar um processo óptico
c) material da cobertura (SE 5 ou SE 6); (projeção de perfil ou equivalente).

d) número desta Norma; 5.4 Isolação do condutor fase (F), neutro (N) e de verificação
do aterramento (CT)
e) comprimento total a ser adquirido, em m;
5.4.1 A isolação deve ser constituída por composto extruda-
f) comprimento das unidades de expedição e respecti- do termofixo de borracha etilenopropileno (EPR), de acordo
vas tolerâncias; caso não sejam fixados, adotam-se com a NBR 6251. A isolação do condutor de verificação do
o comprimento padrão do fabricante e tolerâncias aterramento (CT) pode ser constituída por material termo-
conforme 4.5.3. plástico com características físicas, de acordo com os requisi-
tos da Tabela 7 do Anexo D, e ser termicamente compatível
Nota: No caso de exigência do ensaio previsto em 6.3.12, indi- com o processo de fabricação e condição de uso do cabo.
cação explícita deve constar na ordem de compra.
5.4.2 A isolação deve ser contínua e uniforme, ao longo de
5 Condições específicas
todo o seu comprimento.
5.1 Condutor (F, N, T e CT)
5.4.3 Sobre a isolação do condutor de verificação do aterra-
5.1.1 O condutor deve ser de seção circular, constituído por mento (CT), a critério do fabricante, pode ser aplicada uma fita
fios de cobre, com ou sem revestimento metálico encor- têxtil, com a finalidade de identificar o condutor e/ou proteger
doado em feixe ou em formação composta. a isolação.

5.1.2 A superfície dos fios componentes do condutor encor- 5.4.4 A isolação dos cabos, sem blindagem do condutor ou se-
doado não deve apresentar fissuras, escamas, rebarbas, as- parador, deve estar justaposta ao condutor, porém facilmen-
perezas, estrias ou inclusões. O condutor pronto não deve te removível e não aderente a este.
apresentar falhas de encordoamento.
5.4.5 A espessura nominal da isolação dos condutores
5.1.3 Os fios componentes do condutor encordoado, antes de fase (F) e neutro (N) deve estar de acordo com NBR 6251. A
serem submetidos a fases posteriores de fabricação, devem espessura nominal da isolação do condutor de verificação do
atender aos requisitos da NBR 5111 ou NBR 5368, para con- aterramento (CT) deve ser 0,8 mm e 1,2 mm, respectivamente,
dutores de cobre nu ou revestido, respectivamente. para condutores de seção 6 mm2 e 10 mm2.
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4 NBR 9375/1994

5.4.6 As espessuras média e mínima da isolação devem ser dos cabos multipolares, a fim de permitir a obtenção de for-
medidas conforme NBR 6242. ma cilíndrica ao cabo. Este material deve ser semicondutor,
no caso de cabos a campo radial com blindagem metálica
5.5 Blindagem da isolação coletiva.

5.5.1 A blindagem da isolação, compreendendo parte semi- 5.10 Cobertura


condutora e metálica, deve estar de acordo com a NBR 6251,
podendo a parte semicondutora, em adição ao previsto nesta 5.10.1 A cobertura deve ser constituída por compostos do ti-
Norma, ser constituída de fita têxtil semicondutora para qual- po SE5 ou SE6 (compostos termofixos a base de policloro-
quer tensão de isolamento, conseqüentemente não havendo preno, polietileno clorossulfonado, polietileno clorado ou po-
obrigatoriedade de ser extrudada simultaneamente com a límeros similares) com características conforme Tabela 8
isolação. do Anexo D. O composto do tipo SE5 pode ser empregado
somente em cabos não sujeitos a abrasão freqüente e im-
5.5.2 A parte metálica é constituída por uma camada em for- pactos.
ma de trança de fios de cobre nu ou revestido ou de uma
combinação de fios de cobre e fios têxteis, aplicada direta- 5.10.2 A cor da abertura deve ser preta ou outra, mediante
mente sobre a parte semicondutora da blindagem da isolação acordo previamente estabelecido entre fabricante e com-
ou sobre a reunião das veias de cabos a campo radial ou não prador.
radial, devendo apresentar continuidade elétrica ao longo de
5.10.3 A espessura nominal da cobertura deve estar de
todo o comprimento do cabo.
acordo com a Tabela 2 do Anexo B, em função do diâmetro
5.5.3 Quando a trança for constituída por fios de cobre e fios fictício da reunião, calculado conforme NBR 6251.
têxteis, deve possuir porcentagem de cobertura mínima de
5.10.4 A espessura mínima da cobertura, em um ponto qual-
60%, calculada conforme NBR 6251, levando-se em consi-
quer de uma seção transversal, pode ser inferior ao vale no-
deração no cálculo somente os fios metálicos.
minal, contanto que a diferença não exceda 0,2 mm + 20%
5.5.4 Nos cabos multipolares a campo elétrico radial, é reco- do valor nominal.
mendado que as blindagens da isolação, com parte metálica
5.10.5 A cobertura pode ser aplicada em duas camadas (A e
ou não, mantenham contato elétrico entre si e com os condu-
B), de modo a permitir a aplicação de um elemento de refor-
tores de aterramento ou proteção, quando não existirem se-
ço constituído de material têxtil aplicado de forma aberta ou
paradores aplicados sobre eles (ver 5.6).
fechada. Neste caso, as espessuras das camadas devem
estar de acordo com a Tabela 2 do Anexo B. A espessura mí-
5.5.5 As espessuras média e mínima da blindagem semicon-
nima deve ser medida sobre o conjunto das duas camadas.
dutora da isolação devem ser medidas conforme NBR 6242.
Nota: Para a camada interna (A) não é obrigatório o uso dos
5.6 Separador sobre os condutores de aterramento ou materiais previstos em 5.10.1, podendo ser emprega-
proteção (T) de cabos a campo radial dos compostos do tipo SE3 ou SE4 com características
conforme Tabela 9 do Anexo D.
Os condutores de aterramento ou proteção (T), de cabos a
campo radial, de preferência, não devem possuir separador 5.10.6 Quando a cobertura for aplicada em uma única cama-
(camada extrudada, têxtil ou filme). Entretanto, quando um da, o elemento de reforço deve ser aplicado sob a cobertura, e
separador for empregado, as veias de fase devem possuir a espessura deve ser a soma das duas camadas (A e B).
necessariamente blindagem metálica individual.
Notas: a)Um enfaixamento sobre a reunião das veias de cabos
5.7 Reunião dos cabos multipolares multipolares, quando têxtil, pode ser considerado como
elemento de reforço.
5.7.1 Nos cabos multipolares, as veias (F/N), os condutores
b) O elemento de reforço não é necessário no caso de
de aterramento (T) e o condutor de verificação do aterra-
blindagem coletiva aplicada sobre uma capa interna se-
mento (CT), quando este existir, devem ser reunidos confor- micondutora.
me estabelecido na NBR 6251.
5.10.7 A espessura mínima da cobertura deve ser medida
5.7.2 O passo de reunião para cabos multipolares deve ser conforme NBR 6243.
adotado de maneira a permitir uma condição de uso adequa-
do. 5.11 Marcação na cobertura

5.8 Identificação A marcação na cobertura deve estar conforme NBR 6251.

Nos cabos multipolares, as veias de fase devem ser identi- 6 Inspeção


ficadas convenientemente. No caso de os condutores de
aterramento ou proteção (T) possuírem separador, este deve 6.1 Ensaios e critérios de amostragem
ser de cor verde ou verde e amarela. O condutor de verifica-
Os ensaios previstos por esta Norma são classificados em:
ção do aterramento (CT) deve ser identificado pela cor la-
ranja. a) ensaios de recebimento (R e E);
5.9 Capa interna e enchimento b) ensaios de tipo (T);
Quando previstos, devem estar conforme NBR 6251. c) ensaios de controle;
Enchimentos de material compatível com os materiais do ca-
bo podem ser aplicados, quando necessário, nos interstícios d) ensaios durante e após a instalação.
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6.1.1 Ensaios de recebimento (R e E) 6.1.1.10 A amostra deve ser constituída por dois comprimen-
tos suficientes de cabo, retirados das extremidades de unidades
6.1.1.1 Os ensaios de recebimento constituem-se por: quaisquer de expedição, após ter sido eliminada, se necessá-
rio, qualquer porção do cabo que tenha sofrido danos.
a) ensaios de rotina (R);
6.1.1.11 Para o ensaio de 6.1.1.7 e), o corpo-de-prova deve
b) ensaios especiais (E). ser constituído por um único comprimento útil de, no mínimo,
5 m de cabo.
6.1.1.2 Os ensaios de rotina (R) são feitos sobre todas as uni-
dades de expedição com a finalidade de demonstrar a inte- 6.1.1.12 Para o ensaio de 6.1.1.7 f), o corpo-de-prova deve
gridade do cabo. ser constituído por um único comprimento útil de 0,40 m de
cabo.
6.1.1.3 Os ensaios de rotina (R) solicitados por esta Norma
são: 6.1.1.13 No caso de cabos multipolares, todos os ensaios e
verificações devem ser feitos em todas as veias.
a) ensaio de resistência elétrica, conforme 6.3.1;
6.1.2 Ensaios de tipo (T)
b) ensaio de tensão elétrica, conforme 6.3.2.
6.1.2.1 Estes ensaios devem ser realizados com a finalidade
6.1.1.4 Todas as unidades de expedição devem ser submeti- de demonstrar o satisfatório comportamento do projeto do
das a todos os ensaios de rotina. cabo, para atender à aplicação prevista. São, por isso mes-
mo, de natureza tal que não precisam ser repetidos, a menos
6.1.1.5 No caso de cabos multipolares, todas as veias devem que haja modificação do projeto do cabo que possa alterar o
ser submetidas aos ensaios de rotina. desempenho deste.

6.1.1.6 Os ensaios especiais (E) são feitos em amostras de Nota: Entende-se por modificação do projeto do cabo, para os
cabo completo, ou em componentes retirados destas, confor- objetivos desta Norma, qualquer variação construtiva ou
me critério de amostragem estabelecido em 6.1.1.9, com a de tecnologia que possa influir diretamente no desempe-
finalidade de verificar se o cabo atende às especificações do nho elétrico e/ou mecânico do cabo, como por exemplo:
projeto.
a) modificação do composto isolante;
6.1.1.7 As verificações e os ensaios especiais (E) solicitados
b) adoção de tecnologia diferente para a blindagem do
por esta Norma são: condutor e/ou da isolação, em função da tensão de iso-
lamento;
a) verificação da construção do cabo, conforme 5.1 a
5.12; c) adoção de cabo a campo radial ou não radial, para ten-
sões de isolamento em que a alternativa é permitida.
b) ensaios de tração na isolação, antes e após envelheci-
mento, conforme NBR 6251; 6.1.2.2 Estes ensaios devem ser realizados, de modo geral,
uma única vez para cada projeto de cabo.
c) ensaio de alongamento a quente na isolação, confor-
me NBR 6251; 6.1.2.3 Os ensaios de tipo efetuados para os cabos de tensão
de isolamento máxima, produzida pelo fabricante e/ou utiliza-
d) ensaios de tração na cobertura antes e após envelheci- da pelo comprador, são válidos para os cabos de tensões de
mento, conforme NBR 6251; isolamento inferiores, desde que certificado pelo fabricante
que são empregados a mesma construção e os mesmos mate-
e) ensaio de tensão elétrica de longa duração para ca- riais. É facultado ao comprador solicitar os ensaios de tipo
bos com tensões de isolamento iguais ou inferiores a para cada nível de tensão de isolamento dos cabos adquiri-
3,6 kV/6 kV, conforme 6.3.7; dos por ele.

f) ensaio de aderência da blindagem semicondutora da 6.1.2.4 Após a realização dos ensaios de tipo, deve ser emiti-
isolação, para cabos a campo radial, conforme 6.3.10. do um certificado pelo fabricante ou por entidade reconhecida
pelo fabricante e comprador.
6.1.1.8 Os ensaios especiais devem ser feitos para ordens de
compra que excedam 2 km, de cabos multipolares ou mul- 6.1.2.5 A validade do certificado, emitido conforme 6.1.2.4,
tiplexados, ou 4 km, de cabos unipolares de mesma seção e condiciona-se à emissão de um documento de aprovação
construção. Para ordens de compra com vários itens de mes- deste por parte do comprador. Este documento só pode ser uti-
ma construção e mesmos materiais componentes apenas lizado pelo fabricante, para outros compradores, com autori-
com seções diferentes, os ensaios especiais podem ser rea- zação do emitente.
lizados em um único item, preferencialmente o de maior
comprimento. Para ordens de compra com comprimentos 6.1.2.6 Os ensaios de tipo (T) elétricos solicitados por esta
de cabos inferiores aos estabelecidos anteriormente, o fabri- Norma, para cabos com tensões de isolamento iguais ou in-
cante deve fornecer, se solicitado, um certificado onde cons- feriores a 3,6 kV/6 kV, são:
te que o cabo cumpre os requisitos dos ensaios especiais des-
ta Norma. a) ensaio de resistência elétrica, conforme 6.3.1;

6.1.1.9 A quantidade de amostras requerida deve estar con- b) ensaio de resistência de isolamento à temperatura
forme Tabela 10 do Anexo E. ambiente, conforme 6.3.3;
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c) ensaio de resistência de isolamento a 90°C, confor- pode ser realizado em corpos-de-prova obtidos de placas do
me 6.3.4; material utilizado.

d) ensaio de tensão elétrica de longa duração, confor- 6.1.3 Ensaio de tipo (T) complementar
me 6.3.7.
O ensaio de tipo complementar, previsto por esta Norma, é o
6.1.2.7 O corpo-de-prova deve ser constituído por um com- ensaio para determinação do coeficiente por °C para corre-
primento de cabo completo de 10 m a 15 m. A seção de con- ção da resistência de isolamento, conforme 6.3.12.
dutor recomendada é de 50 mm2, devendo os ensaios ser
efetuados para cada tensão de isolamento, na seqüência pre- 6.1.4 Ensaios de controle
vista em 6.1.2.8, no mesmo corpo-de-prova.
6.1.4.1 Estes ensaios são realizados normalmente pelo fabri-
cante, com periodicidade adequada, em matéria-prima e se-
6.1.2.8 Os ensaios de tipo (T) elétricos solicitados por esta
mi-elaborados, bem como durante a produção do cabo e
Norma, para cabos com tensões de isolamento superiores a
após a sua fabricação, com o objetivo de assegurar que os
3,6 kV/6 kV, são:
materiais e processos utilizados atendam aos requisitos de
a) ensaio de resistência elétrica, conforme 6.3.1; projeto cobertos por esta Norma.

6.1.4.2 Todos os ensaios elétricos e não elétricos previstos


b) ensaio de tensão elétrica conforme 6.3.2;
por esta Norma compreendem o elenco de ensaios de con-
c) ensaio de resistência de isolamento à temperatura trole disponíveis ao fabricante, que a seu critério e necessi-
ambiente, conforme 6.3.3; dade, utiliza para determinada ordem de compra ou lote de
produção.
d) ensaio de resistência de isolamento a 90°C, confor-
6.1.4.3 Após a realização dos ensaios de controle, os resulta-
me 6.3.4;
dos devem ser registrados adequadamente pelo fabricante,
e) ensaio de determinação do fator de perdas no dielé- sendo parte integrante de seu sistema de garantia de quali-
trico (tg delta), em função da tensão, conforme 6.3.5; dade. Esta documentação deve estar disponível ao compra-
dor em caso de auditoria de sistema ou de produto.
f) ensaio de determinação do fator de perdas no dielétrico
6.1.5 Ensaios durante e após a instalação
(tg delta), em função da temperatura, conforme 6.3.6;
6.1.5.1 Estes ensaios são destinados a demonstrar a integri-
g) ensaio de resistividade elétrica das blindagens semi-
dade do cabo e seus acessórios, durante a instalação e após
condutoras, conforme NBR 6251.
a conclusão desta.
6.1.2.9 O corpo-de-prova deve ser constituído por um 6.1.5.2 Em qualquer ocasião, durante a instalação, pode ser
comprimento de cabo completo de 10 m a 15 m. A seção efetuado um ensaio de tensão elétrica contínua de valor igual
de condutor recomendada é de 50 mm2, devendo os ensaios a 75% do valor dado na Tabela 4 do Anexo C, durante 5 min
ser efetuados para a tensão de isolamento máxima produzi- consecutivos.
da pelo fabricante e/ou prevista nesta Norma na seqüência
prevista em 6.1.2.8, no mesmo corpo-de-prova. 6.1.5.3 Após a conclusão da instalação do cabo e seus aces-
sórios, e antes destes serem colocados em operação, pode
6.1.2.10 Para cabos multipolares, os ensaios devem ser ser aplicada uma tensão elétrica contínua de valor igual a 80%
realizados sobre todas as veias. do valor dado na Tabela 4 do Anexo C, durante 15 min conse-
cutivos.
6.1.2.11 As verificações e os ensaios de tipo (T) não elétricos
solicitados por esta Norma são: 6.1.5.4 Após o cabo e seus acessórios terem sido coloca-
dos em operação, em qualquer ocasião, dentro do período de
a) verificação da construção do cabo, conforme 5.1 a garantia, pode ser aplicada uma tensão elétrica contínua de
5.12; valor igual a 65% do valor dado na Tabela 3 do Anexo C, du-
rante 5 min consecutivos.
b) ensaios físicos da blindagem semicondutora, confor-
me NBR 6251; 6.1.5.5 Opcionalmente, o ensaio com tensão elétrica contí-
nua pode ser substituído por um dos seguintes ensaios em
c) ensaios físicos da isolação, conforme NBR 6251; tensão elétrica alternada:
d) ensaios físicos da cobertura, conforme NBR 6251; a) aplicação, por 5 min, da tensão equivalente entre fa-
ses do sistema entre o condutor e a blindagem metá-
e) ensaio de envelhecimento em amostra de cabo com- lica;
pleto, conforme 6.3.8;
b) aplicação, por 24 h, da tensão entre fase e terra do
f) ensaio de resistência à chama, conforme 6.3.9; sistema entre o condutor e a blindagem metálica.

g) ensaio de aderência da blindagem semicondutora da 6.2 Condições gerais de inspeção


isolação, para cabos a campo radial, conforme 6.3.10.
6.2.1 Todos os ensaios de recebimento e verificação devem
6.1.2.12 Deve-se utilizar um comprimento suficiente de cabo ser executados nas instalações do fabricante, devendo ser for-
completo, retirado previamente da amostra colhida para os necidos ao inspetor todos os meios que lhe permitam verifi-
ensaios de tipo elétricos, a menos do ensaio da alínea b), que car se o produto está de acordo com esta Norma.
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NBR 9375/1994 7

6.2.2 Os ensaios de tipo (T) podem ser executados em la-


boratórios independentes, reconhecidos pelo comprador. ambiente (T)

6.2.3 No caso de o comprador dispensar a inspeção, o fa- 6.3.3.1 A resistência de isolamento da(s) veia(s), referida a
bricante deve fornecer, se solicitado, cópia dos resultados dos 20°C e a um comprimento de 1 km, não deve ser inferior ao
ensaios de rotina e especiais e certificado dos ensaios de ti- valor calculado através da seguinte fórmula:
po, de acordo com os requisitos desta Norma. D
Ri = Ki log
d
6.2.4 Todos os ensaios previstos por esta Norma devem ser Onde:
realizados às expensas do fabricante, com exceção dos en-
saios durante e após a instalação, que, se executados pelo fa- Ri = resistência de isolamento, em MΩ x km
bricante, devem ser objeto de acordo comercial.
Ki = constante de isolamento igual a 3700 MΩ x km
6.2.5 Quando os ensaios de tipo (T) forem solicitados pelo
comprador para uma determinada ordem de compra, o cor- D =diâmetro nominal sobre a isolação, em mm
po-de-prova previsto em 6.1.2.7, 6.1.2.9 ou 6.1.2.12 deve
d = diâmetro nominal sob a isolação, em mm
ser retirado de uma unidade qualquer de expedição.
6.3.3.2 A medição da resistência de isolamento deve ser feita
6.2.6 Quando os ensaios de tipo (T), já certificados pelo fabri- com tensão elétrica contínua, de valor 300 V a 500 V, aplicada
cante, forem solicitados pelo comprador, para uma determi- por tempo mínimo de 1 min e máximo de 5 min.
nada ordem de compra, o importe dos mesmos deve ser ob-
jeto de acordo comercial. 6.3.3.3 As conexões do cabo ao instrumento de medição de-
vem ser realizadas de acordo com o indicado para o ensaio
6.3 Descrição dos ensaios e seus requisitos de tensão elétrica (ver 6.3.2), conforme o tipo de construção
do cabo.
6.3.1 Ensaio de resistência elétrica (R e T)
6.3.3.4 O ensaio de resistência de isolamento deve ser reali-
zado após o ensaio de tensão elétrica, conforme 6.3.2. No
6.3.1.1 A resistência elétrica dos condutores, referida a 20°C caso do ensaio de 6.3.2 ter sido realizado com a tensão elétri-
e a um comprimento de 1 km, não deve ser superior aos va- ca contínua, a medição da resistência de isolamento deve ser
lores estabelecidos na NBR 6880, acrescida do percentual feita 24 h após ter(em) sido o(s) condutor(es) curto-circuitado(s)
previsto em 5.1.4. com as respectivas blindagens.

6.3.1.2 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6814. 6.3.3.5 Quando a medição da resistência de isolamento for
realizada em temperatura do meio diferente de 20°C, o valor
6.3.2 Ensaio de tensão elétrica (R e T)
obtido deve ser referido a esta temperatura utilizando os fato-
res de correção dados na Tabela 6 do Anexo C. O fabricante
deve fornecer previamente o coeficiente por °C a ser utilizado
6.3.2.1 Para cabos unipolares, a tensão elétrica deve ser apli- (ver 6.3.12).
cada entre o condutor e a blindagem metálica.
6.3.3.6 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6813.
6.3.2.2 Para cabos multipolares a campo não radial (sem
blindagem semicondutora sobre cada veia), a tensão elétrica Nota: Para cabos a campo não radial, a medição da resistência
deve ser aplicada entre cada condutor e todos os outros co- de isolamento deve ser feita com o corpo-de-prova cons-
nectados entre si e a blindagem metálica coletiva. A tensão tituído por veia imersa em água, pelo menos 1 h antes do
ensaio, tendo sido retirados todos os componentes exte-
elétrica deve ser aplicada sempre que necessário, de forma
riores à isolação.
a assegurar que todas as veias sejam ensaiadas, entre si e
contra a blindagem metálica. 6.3.4 Ensaio de resistência de isolamento a (90±2) °C (T)

6.3.2.3 Para cabos multipolares a campo radial (com blinda- 6.3.4.1 A resistência de isolamento da(s) veia(s) a (90±2)°C,
gem semicondutora sobre cada veia), a tensão elétrica de- referida a um comprimento de 1 km, não deve ser inferior ao
ve ser aplicada entre cada condutor e sua blindagem metá- valor calculado com a fórmula dada em 6.3.3.1, tomando-se a
lica, ou, na falta desta, entre cada condutor e a blindagem me- constante de isolamento Ki = 3,7 MΩ x km.
tálica coletiva.
6.3.4.2 Para cabos a campo não radial, a temperatura no con-
6.3.2.4 O cabo, quando submetido à tensão elétrica alterna-
dutor deve ser obtida pela imersão do corpo-de-prova em
da, de freqüência 48 Hz a 62 Hz, de valor eficaz dado na Ta- água, após terem sido removidos todos os componentes ex-
bela 3 do Anexo C, pelo tempo de 5 min, não deve apresentar teriores à isolação. O corpo-de-prova deve ser mantido na
perfuração. água, pelo menos por 2 h, à temperatura especificada, antes de
efetuar-se a medição.

6.3.2.5 Em alternativa ao requisito estabelecido em 6.3.2.4, o 6.3.4.3 Para cabos a campo radial, a temperatura no condutor
cabo pode ser verificado com tensão elétrica contínua, de valor pode ser obtida pela colocação do corpo-de-prova do cabo
dado na Tabela 4 do Anexo C, pelo tempo de 5 min. completo em água ou estufa. O corpo-de-prova deve ser man-
tido em água ou estufa, pelo menos por 2 h, à temperatura
6.3.2.6 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6881. especificada, antes de efetuar-se a medição. A temperatura no
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8 NBR 9375/1994

condutor pode também ser obtida através da circulação de 6.3.7.4 O corpo-de-prova, quando submetido à tensão elé-
corrente pela blindagem metálica individual da(s) veia(s). trica alternada, de freqüência 48 Hz a 62 Hz e valor eficaz
Neste caso, a temperatura pode ser verificada através da re- 3 Vo, pelo tempo de 4 h, não deve apresentar perfuração.
sistência elétrica do(s) condutor(es) ou através da medição
da temperatura na superfície da blindagem metálica. A medi- 6.3.7.5 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6881.
ção deve ser feita após a estabilização térmica da amostra,
na temperatura especificada.

6.3.4.4 A medição da resistência de isolamento deve ser fei- 6.3.8.1 Este esnsaio tem a finalidade de verificar a compati-
ta com tensão elétrica contínua, de valor 300 V a 500 V, aplica- bilidade química entre a isolação e os demais componentes
da por um tempo mínimo de 1 min e máximo de 5 min. que constituem o cabo.

6.3.4.5 O comprimento mínimo do corpo-de-prova deve ser 6.3.8.2 A amostra deve ser envelhecida em estufa a ar, a uma
de 5 m. temperatura de (100±2)°C, durante 168 h.

6.3.4.6 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6813. 6.3.8.3 Os corpos-de-prova correspondentes à isolação e co-
bertura, retirados da amostra do cabo completo após envelhe-
cimento, devem atender aos requisitos de tração e alonga-
(tg delta) em função da tensão (T) mento à ruptura, previstos na NBR 6251 para envelhecimento
em estufa a ar. O condutor removido da amostra envelhecida
6.3.5.1 Este ensaio é requerido para cabos a campo radial não deve apresentar qualquer evidência de corrosão, quan-
com tensões de isolamento superiores a 3,6 kV/6 kV. do submetido à inspeção visual sem auxílio de qualquer equi-
pamento óptico. Oxidação ou descoloração normal do cobre
6.3.5.2 O fator de perdas no dielétrico (tg delta) deve ser medi- não devem ser levadas em consideração.
do no corpo-de-prova previsto para os ensaios de tipo confor-
me descrito em 6.1.2.8. 6.3.9 Ensaio de resistência à chama (T)

6.3.5.3 Os valores eficazes das tensões elétricas alternadas, 6.3.9.1 Os corpos-de-prova devem ser constituídos por com-
de freqüência 48 Hz a 62 Hz, constam na Tabela 3 do Anexo C. primentos suficientes de cabo completo.

6.3.5.4 Os valores obtidos não devem exceder os estabeleci- 6.3.9.2 Quando submetido ao ensaio, a chama no corpo-de-
dos na Tabela 5 do Anexo C. prova deve auto-extinguir-se, e a parte carbonizada não deve
atingir a região correspondente a 50 mm da extremidade in-
6.3.5.5 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 7295. ferior do grampo de fixação superior.

6.3.9.3 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 6244.


(tg delta) em função da temperatura (T)

6.3.6.1 Este ensaio é requerido para cabos a campo radial da isolação (E e T)


com tensões de isolamento superiores a 3,6 kV/6 kV.
6.3.10.1 Este ensaio é requerido para cabos a campo radial,
6.3.6.2 O corpo-de-prova deve ser aquecido por meio de um com blindagem semicondutora da isolação extrudada.
dos procedimentos estabelecidos em 6.3.4.3.
6.3.10.2 No corpo-de-prova previsto em 6.1.1.12, a camada
6.3.6.3 O fator de perdas no dielétrico (tg delta) deve ser medi- semicondutora da isolação deve ser cortada longitudinal-
do no corpo-de-prova à temperatura de (90±2)°C, com ten- mente, até atingir-se levemente a isolação. Um segundo cor-
são elétrica alternada, de freqüência 48 Hz a 62 Hz e de valor te paralelo deve ser feito distante 12 mm do primeiro. Para
2 kV. fixação na máquina de tração, deve-se efetuar uma separação
inicial de 50 mm de tira de camada semicondutora entre os
6.3.6.4 Os valores obtidos não devem exceder os estabeleci- cortes longitudinais, mantendo-se em um ângulo de
dos na Tabela 5 do Anexo C. aproximadamente 90° em relação à veia, durante o ensaio. A
tira deve ser inserida na garra superior, e a veia na garra in-
6.3.6.5 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 7295. ferior, adequadamente preparada, da máquina de tração.
Submete-se o corpo-de-prova à tração, aumentando a velo-
6.3.7 Ensaio de tensão elétrica de longa duração (E e T) cidade, até que a tira se separe da isolação com uma veloci-
dade de 12 mm/s.
6.3.7.1 Este ensaio é requerido para cabos com tensões de
isolamento iguais ou inferiores a 3,6 kV/6 kV. 6.3.10.3 Ambas as extremidades do corpo-de-prova devem
ser ensaiadas (em sentidos contrários), sendo as tiras corta-
6.3.7.2 Para cabos a campo não radial, o ensaio deve ser feito das diametralmente opostas. Cada ensaio é terminado no
em corpo-de-prova constituído por veia retirada do cabo centro do corpo-de-prova.
completo, após terem sido removidos todos os componentes
exteriores à isolação. O corpo-de-prova deve ser imerso em 6.3.10.4 O ensaio deve ser feito à temperatura ambiente, de-
água pelo menos 1 h antes do ensaio e a tensão aplicada en- vendo-se registrar as forças máxima e mínima de tração, na
tre o condutor e a água. velocidade especificada, para cada um dos ensaios.

6.3.7.3 Para cabos a campo radial, o corpo-de-prova deve ser 6.3.10.5 A força necessária para remoção da blindagem
constituído por cabo completo, e a tensão aplicada entre con- semicondutora extrudada da isolação deve estar entre 13 N
dutor (es) e blindagem(ens). e 105 N.
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6.3.10.6 Após a retirada da blindagem semicondutora ex- 7.2 Ensaios de recebimento


trudada da isolação, a superfície exposta da isolação não de-
ve apresentar danos nem material semicondutor de difícil re- 7.2.1 Ensaios de rotina
moção.
7.2.1.1 Sobre todas as unidades de expedição que tenham
6.3.11 Ensaios físicos nos componentes do cabo (E e T) cumprido o estabelecido em 7.1, devem ser aplicados os en-
saios de rotina dados em 6.1.1.3, aceitando-se somente as
Os ensaios físicos nos componentes são indicados na unidades que satisfizerem os requisitos especificados.
NBR 6251 e Tabelas 7, 8 e 9 do Anexo D, com os respectivos
7.2.1.2 Podem ser rejeitadas, de forma individual, e a critério
métodos de ensaio e requisitos.
do comprador, as unidades de expedição que não cumpram
os requisitos especificados.
6.3.12 Ensaio para determinação do coeficiente por °C pa-
ra correção da resistência de isolamento (T) 7.2.2 Ensaios especiais

6.3.12.1 Este ensaio pode ser realizado desde que previa- 7.2.2.1 Sobre as amostras obtidas conforme critério estabe-
mente requerido como exigência adicional. lecido em 6.1.1.9 devem ser aplicados os ensaios especiais
estabelecidos neste mesmo item. Devem ser aceitos os lotes
6.3.12.2 O corpo-de-prova deve ser preparado e ensaiado que satisfizerem os requisitos especificados.
conforme NBR 6814, e o coeficiente por °C obtido deve ser
aproximadamente igual ao previamente fornecido pelo 7.2.2.2 Se nos ensaios especiais, com exceção do previsto
fabricante. em 6.1.1.7 a), resultarem valores que não satisfaçam os
requisitos especificados, o lote do qual foi retirada a amostra
Nota: Certos compostos apresentam elevada constante de pode ser rejeitado, a critério do comprador.
isolamento, o que pode dificultar a determinação de seu
coeficiente por °C. Nestes casos, deve ser aceito o menor 7.2.2.3 Nos ensaios de verificação da construção do cabo,
coeficiente dado na Tabela 6 do Anexo C. previstos em 6.1.1.7 a), se resultarem valores que não sa-
tisfaçam os requisitos especificados, dois novos comprimen-
7 Aceitação e rejeição tos suficientes de cabo devem ser retirados das mesmas uni-
dades de expedição e novamente efetuados os ensaios para
7.1 Inspeção visual os quais a amostra precedente foi insatisfatória. Os requisi-
tos devem resultar satisfatórios, em ambos os comprimentos
7.1.1 Antes de qualquer ensaio, deve ser realizada uma ins- de cabo; em caso contrário, o lote do qual foi retirada a amos-
peção visual sobre todas as unidades de expedição, para veri- tra pode ser rejeitado, a critério do comprador.
ficação das condições estabelecidas em 4.5 e 5.12, aceitan-
do-se somente as unidades que satisfizerem os requisitos 7.3 Recuperação de lotes para inspeção
desta Norma.
O fabricante pode recompor um novo lote, por uma única vez,
7.1.2 Podem ser rejeitadas, de forma individual, e a critério submetendo-o a uma nova inspeção, após terem sido elimina-
do comprador, as unidades de expedição que não cumpram das as unidades de expedição defeituosas. Em caso de nova
as condições estabelecidas em 4.5 e 5.12. rejeição, são aplicáveis as cláusulas contratuais pertinentes.

/ANEXO A
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ANEXO A - Tabela de seções mínimas nominais dos condutores

Tabela 1 - Seções mínimas nominais dos condutores neutro, de aterramento ou


proteção e de verificação do aterramento
Unid.: mm2

Seção mínima nominal

Condutor de aterramento
Seção nominal do Condutor neutro ou proteção Condutor de verificação
condutor fase (T) do aterramento
(F) (N) (CT)
x2 x3

10 10 6 4 6
16 16 10 6 10
25 25 16 10 10
35 25 16 10 10
50 25 16 10 10
70 35 25 16 10
95 50 25 16 10
120 70 35 25 10
150 70 35 25 10
185 95 50 35 10
240 120 70 50 10

/ANEXO B
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ANEXO B - Tabela de espessura da cobertura

Tabela 2 - Espessuras da cobertura


Unid.: mm

Diâmetro fictício Espessura nominal


sobre a reunião da cobertura

Superior a Inferior ou Camada interna Camada externa


igual a (A) (B)

- 10 0,8 1,6
10 15 1,0 2,0
15 20 1,1 2,2
20 25 1,3 2,6
25 30 1,5 3,0
30 40 1,8 3,6
40 50 2,0 4,0
50 60 2,3 4,6
60 70 2,5 5,0
70 80 2,8 5,6
80 - 3,0 6,0

Nota: Quando a cobertura for aplicada em uma única camada, a espessura total deve ser a soma de (A) e (B).

/ANEXO C
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ANEXO C - Tabelas de requisitos elétricos

Tabela 3 -
alternada
Unid.: kV

Tensão de
isolamento 1,8/3 3,6/6 6/10 8,7/15 12/20 15/25
Vo/V

Tensão
6,5 11 15 22 30 37,5
de ensaio

Nota: Os valores de tensão elétrica de ensaio correspondem a 2,5 Vo + 2,0 kV, pa-
ra cabos com tensões de isolamento até 3,6 kV/6 kV, inclusive, e 2,5 Vo, pa-
ra cabos com tensões de isolamento superiores.

Tabela 4 - Valores de tensão elétrica do ensaio em corrente contínua


Unid.: kV

Tensão de
isolamento 1,8/3 3,6/6 6/10 8,7/15 12/20 15/25
Vo/V

Tensão
15,5 26,5 36 53 72 90
de ensaio

Nota: Os valores de tensão elétrica de ensaio correspondem a


2,4 x (2,5 Vo + 2,0) kV, para cabos com tensões de isolamento iguais ou in-
0feriores a 3,6 kV/6 kV, e 2,4x2,5 Vo, para cabos com tensões de isolamen-
to superiores a 3,6 kV/6 kV.

Tabela 5 - Valores do fator de perdas no dielétrico (tg delta)

Item Classificação Método


dos de Ensaios Requisito
ensaios ensaio

1 Tipo NBR 7295 Fator de perdas no dielétrico, em


função da tensão elétrica à
temperatura ambiente:
- tg delta a tensão Vo, máximo 200 x 10-4
- incremento da tg delta entre
0,5 Vo e 2 Vo, máximo 25 x 10-4

2 Tipo NBR 7295 Fator de perdas no dielétrico, em


função da temperatura, a 2 kV:
- tg delta à temperatura ambiente, 200 x 10-4
máximo
- tg delta à temperatura de (90 ± 2)°C,
máximo 25 x 10-4
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14 NBR 9375/1994

Tabela 6 - Fatores para correção da resistência de isolamento em função da temperatura

/continuação

Temperatura Coeficiente / °C Temperatura Coeficiente / °C

(°C) 1,06 1,07 1,08 1,09 1,10 1,11 1,12 1,13 1,14 (°C) 1,15 1,16 1,17 1,18 1,19 1,20 1,21 1,22 1,23

5 0,42 0,36 0,32 0,27 0,24 0,21 0,18 0,16 0,14 5 0,12 0,11 0,09 0,08 0,07 0,06 0,06 0,05 0,04
6 0,44 0,39 0,34 0,30 0,26 0,23 0,20 0,18 0,16 6 0,14 0,13 0,11 0,10 0,09 0,08 0,07 0,06 0,06
7 0,47 0,41 0,37 0,33 0,29 0,26 0,23 0,20 0,18 7 0,16 0,15 0,13 0,12 0,10 0,09 0,08 0,08 0,07
8 0,50 0,44 0,40 0,36 0,32 0,29 0,26 0,23 0,21 8 0,19 0,17 0,15 0,14 0,12 0,11 0,10 0,09 0,08
9 0,53 0,48 0,43 0,39 0,35 0,32 0,29 0,26 0,24 9 0,21 0,20 0,18 0,16 0,15 0,13 0,12 0,11 0,10
10 0,56 0,51 0,46 0,42 0,39 0,35 0,32 0,29 0,27 10 0,25 0,23 0,21 0,19 0,18 0,16 0,15 0,14 0,13
11 0,59 0,54 0,50 0,46 0,42 0,39 0,36 0,33 0,31 11 0,28 0,26 0,24 0,23 0,21 0,19 0,18 0,17 0,16
12 0,63 0,58 0,54 0,50 0,47 0,43 0,40 0,38 0,35 12 0,33 0,31 0,28 0,27 0,25 0,23 0,22 0,20 0,19
13 0,67 0,62 0,58 0,55 0,51 0,48 0,45 0,43 0,40 13 0,38 0,35 0,33 0,31 0,30 0,28 0,26 0,25 0,23
14 0,70 0,67 0,63 0,60 0,56 0,53 0,51 0,48 0,46 14 0,43 0,41 0,39 0,37 0,35 0,33 0,32 0,30 0,29
15 0,75 0,71 0,68 0,65 0,62 0,59 0,57 0,54 0,52 15 0,50 0,48 0,46 0,44 0,42 0,40 0,39 0,37 0,36
16 0,79 0,76 0,74 0,71 0,68 0,66 0,64 0,61 0,59 16 0,57 0,55 0,53 0,52 0,50 0,48 0,47 0,45 0,44
17 0,84 0,82 0,79 0,77 0,75 0,73 0,71 0,69 0,67 17 0,66 0,64 0,62 0,61 0,59 0,58 0,56 0,55 0,54
18 0,89 0,87 0,86 0,84 0,83 0,81 0,80 0,78 0,77 18 0,76 0,74 0,73 0,72 0,71 0,69 0,68 0,67 0,66
19 0,94 0,93 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 0,88 0,88 19 0,87 0,86 0,85 0,85 0,84 0,83 0,83 0,82 0,81
20 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 20 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00
21 1,06 1,07 1,08 1,09 1,10 1,11 1,12 1,13 1,14 21 1,15 1,16 1,17 1,18 1,19 1,20 1,21 1,22 1,23
22 1,12 1,14 1,17 1,19 1,21 1,23 1,25 1,28 1,30 22 1,32 1,35 1,37 1,39 1,42 1,44 1,46 1,49 1,51
23 1,19 1,23 1,26 1,30 1,33 1,37 1,40 1,44 1,48 23 1,52 1,56 1,60 1,64 1,69 1,73 1,77 1,82 1,86
24 1,26 1,31 1,36 1,41 1,46 1,52 1,57 1,63 1,69 24 1,75 1,81 1,87 1,94 2,01 2,07 2,14 2,22 2,29
25 1,34 1,40 1,47 1,54 1,61 1,69 1,76 1,84 1,93 25 2,01 2,10 2,19 2,29 2,39 2,49 2,59 2,70 2,82
26 1,42 1,50 1,59 1,68 1,77 1,87 1,97 2,08 2,19 26 2,31 2,44 2,57 2,70 2,84 2,99 3,14 3,30 3,46
27 1,50 1,61 1,71 1,83 1,95 2,08 2,21 2,35 2,50 27 2,66 2,83 3,00 3,19 3,38 3,58 3,80 4,02 4,26
28 1,59 1,72 1,85 1,99 2,14 2,30 2,48 2,66 2,85 28 3,06 3,28 3,51 3,76 4,02 4,30 4,59 4,91 5,24
29 1,69 1,84 2,00 2,17 2,36 2,56 2,77 3,00 3,25 29 3,52 3,80 4,11 4,44 4,79 5,16 5,56 5,99 6,44
30 1,79 1,97 2,16 2,37 2,59 2,84 3,11 3,39 3,71 30 4,05 4,41 4,81 5,23 5,69 6,19 6,73 7,30 7,93
31 1,90 2,10 2,33 2,58 2,85 3,15 3,48 3,84 4,23 31 4,65 5,12 5,62 6,18 6,78 7,43 8,14 8,91 9,75
32 2,01 2,25 2,52 2,81 3,14 3,50 3,90 4,33 4,82 32 5,35 5,94 6,58 7,29 8,06 8,92 9,85 10,87 11,99
33 2,13 2,41 2,72 3,07 3,45 3,88 4,36 4,90 5,49 33 6,15 6,89 7,70 8,60 9,60 10,70 11,92 13,26 14,75
34 2,26 2,58 2,94 3,34 3,80 4,31 4,89 5,53 6,26 34 7,08 7,99 9,01 10,15 11,42 12,84 14,42 16,18 18,14
35 2,40 2,76 3,17 3,64 4,18 4,78 5,47 6,25 7,14 35 8,14 9,27 10,54 11,97 13,59 15,41 17,45 19,74 22,31
36 2,54 2,95 3,43 3,97 4,59 5,31 6,13 7,07 8,14 36 9,36 10,75 12,33 14,13 16,17 18,49 21,11 24,09 27,45
37 2,69 3,16 3,70 4,33 5,05 5,90 6,87 7,99 9,28 37 10,76 12,47 14,43 16,67 19,24 22,19 25,55 29,38 33,76
38 2,85 3,38 4,00 4,72 5,56 6,54 7,69 9,02 10,58 38 12,38 14,46 16,88 19,67 22,90 26,62 30,91 35,85 41,52
39 3,03 3,62 4,32 5,14 6,12 7,26 8,61 10,20 12,06 39 14,23 16,78 19,75 23,21 27,25 31,95 37,40 43,74 51,07
40 3,21 3,87 4,66 5,60 6,73 8,06 9,65 11,52 13,74 40 16,37 19,46 23,11 27,39 32,43 38,34 45,26 53,36 62,82

/continua

/ANEXO D
Cópia não autorizada

NBR 9375/1994 15

ANEXO D - Tabela de requisitos físicos

Tabela 7 - Requisitos físicos do composto termoplástico da isolação do condutor CT

Classificação Método de
Item Ensaio Unidade Requisitos
dos ensaios ensaio

1 Especial Ensaio de tração


e tipo
1.1 NBR 6241 Sem envelhecimento:
- resistência à tração, mínima MPa 21,0
- alongamento à ruptura, mínimo % 350
1.2 NBR 6238 Após envelhecimento em estufa a ar:
- temperatura(tolerância ± 3°C) °C 120
- duração dias 7
- alongamento à ruptura, mínimo % 250
2 Tipo NBR 7293 Índice de fluidez
Sem envelhecimento:
- máximo valor permissível 7,5

Tabela 8 - Requisitos físicos dos compostos da cobertura SE 5 e SE 6

Classificação Método Requisitos


Item dos de Ensaio Unidade
ensaios ensaio SE 5 SE 6

1 Especial
e Tipo Ensaios de tração

1.1 NBR 6241 Sem envelhecimento:


- resistência à tração, mínima MPa 12,0 15,0
- alongamento à ruptura, mínimo % 300 300

1.2 NBR 6238 Após envelhecimento em estufa a ar: °C 100 100


- temperatura (tolerância ± 2°C)
- duração dias 7 7
- variação máxima da resistência à tração(A) % ±30 ±30
- variação máxima do alongamento à ruptura(A) % ±40 ±40
- alongamento à ruptura, mínimo % 250 250

1.3 NBR 6238 Após imersão em óleo mineral:


- temperatura (tolerância ± 2°C) °C 100 100
- duração h 24 24
- variação máxima da resistência à tração(A) % ±40 ±40
- variação máxima do alongamento à ruptura(A) % ±40 ±40

2 Especial NBR 7292 Alongamento a quente:


e Tipo - temperatura (tolerância ± 3°C) °C 200 200
- tempo sob carga min 15 15
- solicitação mecânica MPa 0,20 0,20
- máximo alongamento sob carga % 175 175
- máximo alongamento após resfriamento % 15 15

(A)
Variação: diferença entre o valor mediano de resistência à tração e alongamento à ruptura, obtido após o envelhecimento, e o valor
mediano obtido sem o envelhecimento, expressa como porcentagem deste último.
Cópia não autorizada

16 NBR 9375/1994

Tabela 9 - Requisitos físicos dos compostos de cobertura SE3 e SE4 (camada A)

Classificação Método Requisitos


Item dos de Ensaio e procedimento Unidade
ensaios ensaio SE 3 SE 4

1 Especial NBR 6241 Sem envelhecimento:


e tipo - resistência à tração, mínima MPa 7 10,0
- alongamento à ruptura, mínimo % 300 300

1.2 NBR 6238 Após envelhecimento em estufa a ar:


- temperatura (tolerância ± 2°C) °C 70 70
- duração dias 10 10
- variação máxima da resistência à tração (A) % ±20 -15(B)
- alongamento à ruptura, mínimo (Residual) % 250 250
- variação máxima (A) % ±20 -25(B)

1.3 NBR 6238 Após imersão em óleo mineral:


- temperatura do óleo (tolerância ± 2°C) °C - 100
- duração da imersão dias - 1
- variação máxima da resistência à tração e
alongamento à ruptura (A) % - ±40

2 Especial NBR 7292 Alongamento a quente:


e Tipo - temperatura (tolerância ± 3 °C) °C 200 200
- tempo sob carga min 15 15
- solicitação mecânica MPa 0,20 0,20
- máximo alongamento sob carga % 175 175
- máximo alongamento após resfriamento % 25 25

(A)
Variação: diferença entre o valor mediano da resistência à tração e alongamento à ruptura, obtido após envelhecimento, e o valor
mediano obtido sem envelhecimento, expressa como porcentagem deste último.

(B)
Nenhum limite para tolerância positiva.

Notas:a) SE3 - composto termofixo à base de borracha sintética.

b) SE4 - composto termofixo à base de policloropreno, polietileno clorossulfonado ou polímero similar.

/ANEXO E
Cópia não autorizada

NBR 9375/1994 17

ANEXO E - Amostragem para ensaios especiais

Tabela 10 - Determinação do número de amostras

Comprimento do cabo (km)

Cabos unipolares Cabos multipolares


e multiplexados
Número de
amostras
Superior a Inferior ou Superior a Inferior ou
igual a igual a

4 20 2 10 1

20 40 10 20 2

40 60 20 30 3

60 80 30 40 4

80 100 40 50 5

Notas: a) O número de amostras é a quantidade de unidades de expedição retirada do lote sob inspeção.

b) Para ordens de compra com comprimentos de cabos superiores, tomar uma amostra a cada
10 km de cabos.