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Autor: Antonio Aguiar

29/02/2016

Cap. 6.1

CAPÍTULO 6

BOBINA E TRANSFORMADOR IDEAL

ELEMENTOS DE ACOPLAMENTO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS Vamos introduzir agora um novo elemento conceitual de rede que denominaremos bobina ideal. A bobina ideal é um elemento de acoplamento entre um modelo de circuito elétrico (rede elétrica de parâmetros concentrados) e um modelo de circuito magnético (rede magnética de parâmetros concentrados), com uma porta em cada lado. A transferência de elementos de um lado para o outro da bobina ideal simplifica bastante a obtenção de modelos equivalentes puramente elétricos ou puramente magnéticos. Por outro lado, é possível desenvolver e utilizar um modelo para a bobina ideal em simuladores como o Multisim e outros, abrindo um amplo horizonte de análise de dispositivos magnéticos através desses programas.

6.1 MODELO DE BOBINA IDEAL

i   i e,  f e,  N N f (a) (b)
i 
i
e,
 f
e,
N
N
f
(a)
(b)

Fig.6.1. Bobina ideal Elemento de acoplamento entre um circuito elétrico e um circuito magnético.

A Fig.1(a) mostra a bobina ideal e o símbolo que adotaremos para ela. O parâmetro característico da bobina é o numero de espiras N . Note que este é um parâmetro do modelo e em geral é diferente do número de espiras de uma bobina de verdade. Na Fig.1(a), adotamos a convenção padrão 1 (Seção 2.8.8), com as variáveis da bobina do lado elétrico representadas na convenção receptor (ou carga) e as variáveis do lado magnético representadas na convenção fonte (ou gerador). Na Fig.1(b) as convenções são invertidas, com o lado elétrico com a convenção fonte e o lado magnético com a convenção receptor. Estas duas representações serão úteis no desenvolvimento de modelos de transformadores, onde a Fig.1(a) representa uma bobina do primário e a Fig.1(b) representa uma bobina do secundário. Com isso, evitaremos

lidar com correntes negativas no secundário do transformador. A bobina ideal será sempre definida através das seguintes relações, a menos que seja estabelecido de outra forma:

1)

relação entre a fmm e a corrente na bobina ideal

f

N i

(6.1)

onde N é denominado número de espiras da bobina ideal.

2)

Relação entre o enlace de fluxo e o fluxo magnético

N

(6.2)

3)

Relação entre a tensão induzida e o enlace magnético

1 É conveniente lembrar que as polaridades das variáveis mostradas nos modelos são sempre para valores positivos dessas variáveis.

Bobina_Ideal.docx

4)

e

d

dt

(6.3)

Relação entre a tensão induzida e o fluxo magnético

e

N

d

dt

(6.4)

A Fig.2(a) e (b) ilustra a representação física de duas bobinas reais enroladas em torno de um núcleo magnético, sendo a única diferença entre elas o sentido de enrolamento da bobina e as polaridades das grandezas magnéticas. Ambas as bobinas podem ser representadas pelo modelo da Fig.1(a). Porém, se for necessário levar em conta o sentido real das fmms e fluxo, como os indicados na figura, será mais conveniente usar o modelo da Fig.2(c) para a bobina real da Fig.2(a) e o modelo da Fig.2(d) para a bobina real da Fig.2(b). Para este segundo modelo da Fig.2(b), as relações entre as variáveis continuarão a ser as equações de (1) a (4).

i f , e,  N
i
f ,
e,
N

(a)

i f , e,  N (b)
i f ,
e,
N
(b)
i  i  e,  e, N  f  N f (c) (d)
i 
i 
e,
e,
N
 f 
N
f
(c)
(d)

Fig.6.2.

correspondentes

(a) , (b) Bobinas reais. (c) , (d) modelos de bobina ideal

Outras definições poderiam ser aplicadas à bobina ideal em que tanto as polaridades das variáveis quanto as relações entre elas sejam estabelecidas de forma diferente das que foram definidas acima. Por exemplo, consideremos o sistema da Fig.2(a) sendo agora representado pelo modelo da Fig.3, onde a polaridade da corrente está invertida em relação à da Fig.2(a). Se mantivermos a mesma polaridade para a fmm, a relação entre a fmm e a corrente deverá ser redefinida com f  N i ao invés de (1). Mantendo as polaridades para as

permanecerão

inalteradas.

demais

variáveis,

as

relações

(2)

e

(3)

i  e,  f N
i 
e,
 f
N

f  N i

Fig.6.3. Definição alternativa para as polaridades das variáveis da bobina ideal para o sistema da Fig.2(a).

Neste texto, buscaremos evitar a introdução de sinais negativos nas relações e empregaremos de preferência as polaridades das bobinas definidas conforme a Fig.1 e as relações de (1) a (4).

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Cap. 6.2

(a) (b)
(a)
(b)

Fig.6.4. Representação dos terminais de referência de um sistema de duas bobinas através da convenção de dois pontos. (a) Convenção para correntes magnetizantes. (b) Convenção para correntes desmagnetizantes.

Algumas vezes será conveniente representar os terminais de referência de um sistema de duas bobinas sem explicitar as polaridades das variáveis ou sem indicar o modo como a bobina está enrolada. Vamos denominar de terminal de referência aquele para o qual a seta de tensão aponta nas convenções receptor e fonte. Usaremos então a representação dos pontos mostrada na Fig.4 , onde o ponto cheio representa

o terminal de referência associado à convenção receptor e o

ponto vazado aquele associado à convenção fonte, de forma que, com os dois pontos cheios, como na Fig.4(a) temos

correntes magnetizantes (i.e correntes que produzem fluxos no núcleo no mesmo sentido) e com um ponto cheio e um vazado, como na na Fig.4(b), temos correntes desmagnetizantes. Nestas figuras, a indicação do modo como

a bobina está enrolada é dispensável, tendo sido incluída

apenas para verificação dos efeitos de magnetização das

correntes.

6.1.1 Modelos elétricos e magnéticos equivalentes

i  R i e,  e,  Lp N f (a) (b)
i
R
i
e,
e,
 Lp
N
f
(a)
(b)

Fig.6.5. Modelo de circuito eletromagnético usando a bobina.

Consideremos o sistema da Fig.2(a) com uma relutância equivalente R para o circuito magnético do núcleo.

O modelo de circuito eletromagnético usando a bobina como

elemento acoplador é mostrado na Fig.5(a). Vamos determinar

o modelo puramente elétrico equivalente do sistema. Para o circuito magnético temos

f

R

(6.5)

Substituindo ϕ dessa equação em (4), e usando (1)

obtemos

e

N

d

N

2

dt di

dt

R

L

dt di

(6.6)

O sistema da Fig.5(a) é portanto equivalente a uma

indutância

2

L N R

(6.7)

do lado elétrico. Podemos levar em conta as perdas do sistema em uma primeira aproximação através de resistências

Bobina_Ideal.docx

incorporadas aos modelos. Por exemplo, para levar em conta as perdas por efeito joule nos enrolamentos da bobina real,

podemos incluir uma resistência na parte elétrica dos modelos,

i R i R i i como ilustrado na Fig.6.  u e,  u
i
R
i
R
i
i
como ilustrado na Fig.6. 
u e,
u
e,
Lp
N
f
(a)
(b)

Fig.6.6.

Modelos de

parâmetros

concentrados

incluindo

as

perdas joule para o sistema da Fig.2(a).

6.2 TRANSFERENCIA DE ELEMENTOS

o sistema da Fig.2(a). 6.2 TRANSFERENCIA DE ELEMENTOS  Rede elétrica 2 i e , 
Rede elétrica 2 i e ,  Bobina ideal f f' Rede magnética 2

Rede

elétrica 2

i

e,

Bobina

ideal

f

f'

Rede

magnética 2

'

(a)

ideal f f' Rede magnética 2  ' (a)  ' Rede elétrica 2 i i
ideal f f' Rede magnética 2  ' (a)  ' Rede elétrica 2 i i

'

Rede

elétrica 2

Rede elétrica 2

i

i'

 

Rede

Bobina

e,

elétrica 1

e','

ideal

f'

Rede magnética 2

Rede

magnética 2

(b)

Fig.6.7. Princípio da transferência de elementos de um lado para o outro da bobina ideal.

A transferência de elementos de uma rede do lado magnético para o lado elétrico da bobina ou vice-versa nos possibilita determinar modelos equivalentes de forma bastante simples. O princípio da transferência de elementos é ilustrado na Fig.7. Na Fig.7(a), é mostrada uma bobina ideal acoplando a rede elétrica 2 a um circuito magnético que dividimos em duas partes, a rede magnética 1 e a rede magnética 2. A transferência da rede magnética 1 para o lado elétrico da bobina dará origem à rede elétrica 1 da Fig.7(b), com a bobina agora acoplando a rede elétrica 1 à rede magnética 2. A questão é determinar os elementos da rede elétrica 1 em termos da rede magnética 1 ou vice-versa de modo que as respostas nos terminais da rede elétrica 2 e da rede magnética 2 sejam as mesmas para os dois sistemas. Vamos inicialmente considerar dois casos simples em que o circuito magnético magnético a ser transferido é apenas uma relutância. O primeiro caso a ser considerado é o de uma relutância em paralelo com os terminais magnéticos da bobina ideal, Fig.8(a).

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Cap. 6.3

i   i i'  ' R Lp f' ' e e ', 
i
i i'
 '
R
Lp
f' '
e e ',
' f'
N
N
f
e,
(a)
(b)

Fig.6.8. Transferindo uma relutância em paralelo com os terminais da bobina para o lado elétrico.

As equações da bobina são dadas por (1) a (4), como antes. Para a rede magnética temos a equação do nó

magnético, Fig.8(a)

f

R

'

(6.8)

Multiplicando

esta

equação

por

N p e

usando

(1)

obtemos

N

p

N

2

R

pi

N

p'

e e' com f f' i' f / N

2

L N R

N p'

Lpi e'

com

e

Por outro lado, da Fig.8(a),

Dividindo por N , obtemos

i i'

(6.9)

(6.10)

(6.11)

(6.12)

(6.13)

(6.14)

As expressões de (10) a (14) conduzem ao modelo de circuito equivalente da Fig.8(b). A relutância que estava em paralelo com os terminais magnéticos da bobina foi transferida para o lado elétrico como uma indutância

L N

2 / R em série com os terminais elétricos.

i   i i'  ' R iL f' ' e Lp e ',
i
i i'
 '
R
iL
f' '
e Lp
e ',
' f'
N
N
f
e,
(a)
(b)

Fig.6.9. Transferindo uma relutância em série com os terminais da bobina para o lado elétrico.

Consideremos agora o sistema da Fig.9(a) com a relutância em série com os terminais magnéticos da bobina. Da malha magnética podemos tirar

1

f f'

R

Multiplicando por N p ,

com

e

N

p

N

2

R

p

i i

'

L

p

i

L

f' Ni' e iL i i'

(6.15)

(6.16)

(6.17)

Isto corresponde à equação do nó elétrico da Fig.9(b). Por outro lado, da Fig.9(a)

Bobina_Ideal.docx

'

Multiplicando por N p

N pe e' N p'

(6.18)

(6.19)

(6.20)

Esta relações conduzem ao modelo de circuito da Fig.9(b). A relutância em série com os terminais magnéticos da bobina foi transferida para o lado elétrico como uma

L  N indutância i  2 / R em paralelo com os terminais elétricos
L  N
indutância
i 
2 / R em paralelo com os terminais elétricos
da bobina.
'  0
i i'  0
R
iL
 
1
'
e
f'  0
e Lp
e '
' f'  0
N p
N
f
N
e,
(a)
(b)
i   '  0 R f' N f e,
i 
'  0
R f'
N
f
e,

(c)

i i' e Lp  '  0   f' e' '  0
i
i'
e
Lp
 '  0
 
f'
e' '
0 0
N

(d)

Fig.6.10. Transferência da relutância para o lado elétrico (a) Relutância em série com a bobina, com os terminais do circuito magnético em curto. (b) Rede resultante de (a). (c) Relutância em paralelo com a bobina, com os terminais do circuito magnético em aberto.

Na Fig.10a é mostrada a relutância em série com a bobina e com os terminais do circuito magnético em curto, como na Fig.5a. A Fig.10b mostra a rede resultante da transferência da relutância para o lado elétrico. Notamos dessa figura que como a fmm f' nos terminais magnéticos é nula, a corrente i' também é nula, significando que o circuito elétrico

da Fig.10b é visto pela entrada elétrica como sendo apenas uma indutância, como na Fig.5b, e a bobina ideal não exerce

qualquer efeito adicional no lado elétrico. Por outro lado,

considerando a relutância em paralelo com a bobina e com os terminais magnéticos da bobina em aberto, como mostra a Fig.10c, a Fig.10d nos mostra que a bobina não tem mais influência no circuito elétrico uma vez que seus terminais estão em curto-circuito. Assim, em ambos os casos chegamos ao circuito equivalente da Fig.5b, como tem que ser.

6.2.1 Regras para transferência de elementos através de uma bobina Podemos estabelecer as seguintes regras para a

transferência de elementos de um lado da bobina para o outro:

I.

II.

Um elemento em série com os terminais de um lado de uma bobina ideal passa para o outro lado em paralelo com os outros terminais e vice-versa. Um elemento Z(p) passa para o outro lado

transformado em

N

2 p / Z(p) .

III. Dois ou mais elementos em série ou paralelo entre si

e com os terminais da bobina podem ser transferidos em uma ordem qualquer. Com estas regras simples, podemos obter facilmente os circuitos elétricos equivalentes de um grande número de

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Cap. 6.4

sistemas

a

partir

dos

respectivos

 

modelos

de

rede

figura. Isto ocorrerá sempre que todo o circuito magnético for

eletromagnéticos.

 

transferido. Esta configuração pode ser susbstituída por uma já conhecida: o transformador ideal. Podemos facilmente

Modelos

equvalentes

para

o

sistema

de

duas

verificar que as seguintes relações são válidas para as

bobinas

variáveis elétricas dos dois terminais elétricos

m R m N a a b N b R a R b (a) (b)
m
R m
N a
a
b
N b
R a R b
(a)
(b)
ia
Lap
Lbp
i '
b
ib
ib
Duas bobinas costa a costa
e 
a
,
Lmp
e 'a ,
N b
a
 a N a fa fb
e b,
 b

(c)

Transformador ideal

ia Lap Lbp i'b ib e  a , a Lmp e'a e b ,
ia
Lap
Lbp
i'b
ib
e 
a
,
a
Lmp
e'a
e
b
,
b
N :1

(d)

Fig.6.11. Transferindo uma rede magnética para um lado elétrico em um sistema de duas bobinas.

Como exemplo de aplicação do modelo de bobina ideal e das regras de transferência. Consideremos o sistema da Fig.11(a) com duas bobinas. Um modelo de parâmetros concentrados correspondente é mostrado na Fig.11(b). Neste modelo, R m representa a relutância para o fluxo mútuo, R a

representa a relutância para o fluxo de dispersão da bobina A e Rb representa a relutância para o fluxo de dispersão da bobina B. Para transferir o circuito magnético para o lado elétrico da bobina A usando as regras de transferência, primeiro passaremos a relutância R a , que está em paralelo

com os terminais

elétrico, substituindo-a

/Rap em série com os terminais elétricos da

elemento indutivo

lado

magnéticos da

pelo

bobina

A,

para

o

2

Lap = N a

bobina. Seguindo as regras, passamos as outras duas relutância para o lado elétrico. O resultado é mostrado na Fig.11(c). Note que nesse caso existe uma ordem que deve ser respeitada para a transferência das três indutâncias: R a ,

depois R m , depois Rb ; por exemplo, R m não pode ser

transferida antes de R a , pois não estão em série ou em paralelo entre si, não a atendendo a regra III.

Bobinas costa a costa como equivalente do transformador ideal Notamos no modelo da Fig.11(c), que as duas bobinas remanescentes da transferência do circuito magnético para o ficam costa a costa entre si, como indicado em pontilhado na

Bobina_Ideal.docx

e

'

a

e

b

i i '

b

a

N

a

N

b

N

(6.21)

Estas são as relações para um transformador ideal. Portanto, as duas bobinas costa a costa são equivalentes ao transformador ideal de relação de transformação N N a / Nb . O modelo com o transformador ideal substituindo as duas bobinas é mostrado na Fig.11(d). Este modelo é puramente elétrico, i.e contém apenas grandezas elétricas.

6.2.2 Determinação dos coeficientes de indutância a partir do modelo de circuito eletromagnético

Como outro exemplo da aplicação do modelo da

bobina ideal, vamos determinar os coeficientes da matriz de indutância [L] para o sistema de duas bobinas da Fig.12(a) representado pelo modelo de rede da Fig.12(b).

  

a

b

 



 

L

i

L L

aa

ab

L L

ba

bb

 i

  i

a

b

Para a bobina A usamos a convenção da Fig.1(a) e, para a bobina B, a da Fig.2(d), correspondendo a convenção

das correntes magnetizantes para as duas bobinas (Seção

2.8.8).

magnetizantes para as duas bobinas (Seção 2.8.8 ). (a) ia a b ib e  N

(a)

ia a b ib e  N a R c N b a , a
ia
a
b
ib
e 
N a
R c
N b
a
,
a
fa
fb
e b,
 b

(b)

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Cap. 6.5

ia aa ba ib  0 N R e a ,  a c N
ia
aa
ba
ib  0
N
R
e
a
,
a
c
N b
a
fa
fb  0
e b,
 b

(c)

ia  0 ab bb ib N e , a R c a  N
ia  0
ab
bb
ib
N
e
,
a
R
c
a
N b
a
fa  0
fb
e
b,
 b

(d)

L

ab

 a i b i a
a
i
b
i
a

 

0

N N

a

b

R

c

M

(6.29)

Daí, a representação matricial do sistema

a

b

L L

aa

ba

L L

ab

bb

 i

i

 

a



b

L M

a

M L

b

 i

i

 

a



b

2

a

N

N

a

N

b

R

c

N

a

N

b

R

c

2

N

b

R

c

R

c

 

  

i

a

i

b

(6.30)

6.3 IMPLEMENTANDO O MODELO DE BOBINA NO MULTISIM

 uL i Fig.6.12. Modelos para a determinação das indutâncias. 5 GI 3 1 Gv
uL
i
Fig.6.12. Modelos para a determinação das indutâncias.
5
GI
3
1
Gv
L'
Das
relações
dos
enlaces
vem
as
definições
das
indutâncias:
e
eV1
xI1
a
b
,
L
GR
L aa
bb
6
i a i
b
i
 0
i
 0
f
7
b
a
(6.22)
a
b
L
xV2
L ab
ba
i
i
b
a
i
 0
i
 0
4
a
b
2
a ) Determinação de Laa
rR1
 
a
aa
10MΩ
L aa
i
i
(6.23)
Fig.6.13. Modelo para implementação no Multisim.
a
i
0
a
aa
b
Nosso objetivo aqui é o de encontrar uma rede,
com
sendo o enlace de fluxo com a bobina A
devido
à
corrente
nela
própria.
Temos, da Fig.12(c),
consituída por elementos básicos (elementos passivos e fontes
fa  N a ia , aa  fa / R c . Daí,
controladas de tensão e corrente) que reproduza as relações
N
2
L
a
L
entre as variáveis da bobina ideal dadas pelas equações de (1)
aa
R
a
(6.24)
 0
c
a (4).

b) Determinação de Lba .

L

ba

 b i a i b
b
i
a
i
b

ba

0

i

a

(6.25)

Da Fig.12(c), com ba Nbba e ba N a ia / R c

L

ba

ba

N N

a

b

i

a

R

c

M

(6.26)

c) Determinação de Lbb .

Da Fig.12(d), Temos

fb Nbib e bb fb / R c , daí

bb  Nb bb , donde   2 N b  b  
bb  Nb bb , donde
2
N b
b
 
bb
 L
L bb
i
i
b
(6.27)
b
i
 0
b
R c
a
d) Determinação de Lab .
a
ab
L ab
i
i
(6.28)
b
i
 0
b
a
Com ab  N aab e ab  Nbib / R c , Fig.12(d),
Bobina_Ideal.docx

Consideremos o circuito da Fig.13. Para a fonte de

tensão controlada em corrente xV2, a fonte de tensão

controlada em tensão eV1 e a fonte de corrente controlada em

corrente xI1, temos as seguintes relações, respectivamente:

f G

e

i

i

G u

R

v

L

G

I

'

(6.31)

Da análise do circuito da Fig.13 vem que:

u

L

L

fmm

e

G

.

v

'

di '

dt

L

u

L

G

R

i

G

v

'

dG

I

dt

L G

'

I

d

dt

L G

'

I

d

dt

(6.32)

Comparando-se com as equações (1) a (4), chega-se

aos seguintes resultados:

GvL'GI N ,

GR N

(6.33)

Autor: Antonio Aguiar

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Cap. 6.6

Se

GI 1, teremos

escolhermos

arbitrariamente

Gv N ,

GR N

os

valores

L' 1 e

(6.34)

Isto é, os ganhos da FTCT eV1 e da FTCC xV2 serão

iguais ao número de espiras da bobina ideal.

Exemplo:

Simular uma indutância de 40 mH através da bobina

L  N ideal. Com ou R . 2 / R , podemos escolher arbitrariamente
L  N
ideal. Com
ou R .
2 / R , podemos escolher arbitrariamente N
R  N
2
/ L
2
2
/ 40m
100H 
1
Escolhendo N  2 ,
.
iL
10
Modelo da bobina ideal
7
1
iL2
7
8
1H
1 A/A
7.07 Vrms
2 V/V
40mH
IC=0A
60 Hz
IC=0A
4
0
0Deg
100Ω
3
0
5
9
0
2 Ohm
Ext Trig + _ B A _ + _ + 10 iL 9
Ext Trig
+
_
B
A
_
+
_
+
10
iL
9
Ext Trig + _ B A _ + _ + 8 iL2
Ext Trig
+
_
B
A
_
+
_
+
8
iL2
+ _ + 10 iL 9 Ext Trig + _ B A _ + _ +

A figura mostra que os resultados da simulação são idênticos. Esta é uma primeira verificação de que o modelo implementado no Multisim representa a bobina ideal. Outras verificações podem ser realizadas para outros sistemas, para confirmar a validade do modelo proposto. A resistência de 10 M da Fig.13 é geralmente introduzida para permitir uma medição direta da fmm com o nó 2 conectado ao GND. Em alguns sistemas mais complexos com relutâncias elevadas mais realísticas, alguns cuidados devem ser tomados com relação a esta resistência, para que ela não passe a interferir nos valores.

Bobina_Ideal.docx