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Os impactos da crise internacional de 2008 no Brasil e México: semelhanças e diferenças


2
Fábio Borges
3
Suely Lima

Em 2008 os Estados Unidos da América (EUA) passou por uma forte crise imobiliária e financeira a
qual gerou impactos negativos por todo mundo. Um dos fatores principais que abalou a economia
estadunidense foi a facilidade de crédito, o que gerou uma supervalorização dos imóveis. Outra causa foi a
falta de controle nas atividades financeiras internas, com o favorecimento da especulação financeira em
detrimento do investimento produtivo.
Desde o final da Guerra Fria em 1991 se debate muito qual seria a nova ordem internacional, o papel
dos EUA e se este estaria em seu auge ou declínio. As teorias que defendem a transição do centro financeiro
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mundial do Ocidente para o Oriente, especialmente com a ascensão da China ganham força.
Os países em desenvolvimento ou periféricos buscam novas referências para suas políticas externas
em um contexto internacional mais incerto e complexo. As distinções entre questões internas e externas se
tornam cada vez menos precisas. Vários temas internacionais são discutidos por muitos departamentos do
governo e não apenas no Ministério de Relações Exteriores. Por isso uma coordenação inadequada desses
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temas envolve significativos custos.
Nosso objetivo nesse artigo será comparar as estratégias de Brasil e México no período recente em
suas políticas externas e que pareceram resultar importantes para o atual enfrentamento da crise dos EUA.
Segundo o sociólogo mexicano Jaime Preciado o Brasil projeta-se como uma semi-periferia com aspirações
de potência global Sul-Norte, que questiona e redefine sua relação com os poderes centrais mundiais
enquanto o México tem por objetivo reforçar a estratégia da América do Norte e coloca-se como semi-periferia
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subalterna.
O último autor mencionado diz que por um lado, é possível identificar as relações, mais ou menos
incondicionais e persistentes nos últimos anos, entre o Norte e o Sul, sob um cenário de contínuas iniciativas
que ressaltam a liderança e a dominação estadunidense, aliança na qual o México apostou. Acrescenta que
por outro lado, são identificadas as alianças e blocos Sul-Sul, que questionam, em distinto grau, a estrutura
dos poderes centrais no sistema-mundo e o esquema dominante no continente. As iniciativas Sul-Sul são
comandadas pelo Brasil, e sua estratégia é conformar-se como potência global autônoma, sem orientação
necessariamente dos Estados Unidos. Argumenta que enquanto o México procura a persistente obtenção de
certas considerações gerais que o identifiquem como um grande poder regional associado ao Norte, o Brasil
demarca claramente as características de um poder regional, e procura, com crescente sucesso, seu
posicionamento como um superpoder e conclui:

Esse é o marco diferencial que mais sobressai entre as estratégias dos


dois pivôs regionais mais importantes na América Latina, como resultado do
atraso em que a política exterior mexicana se viu implicada desde o mandato do
presidente Vicente Fox, caracterizada por uma enfática subordinação ao centro
estadunidense, em contraste com a ambiciosa política exterior brasileira, que
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reclama paulatinamente maiores margens de autonomia.

Nesse sentido nos parece interessante fazermos algumas comparações tanto na concepção da
política externa dos dois países tratados nesse estudo assim como de seus resultados econômicos para
verificar se estão corretas as hipóteses mencionadas acima.
Segundo o ex Ministro de Relações Exteriores de Fernando Henrique Cardoso (FHC), Luiz Felipe
Lampreia, a política externa de FHC buscava a autonomia pela integração, ou seja, ao invés de uma
autonomia isolacionista, uma autonomia articulada com o meio internacional. E citando Gelson Fonseca
Júnior, acrescentou que no passado prevalecia a “autonomia pela distância” e que agora seria a construção
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da “autonomia pela participação”.
Usando o Mercosul como exemplo argumentou que apesar dos compromissos assumidos criarem
obrigações e restrições, significando algum sacrifício de autonomia nacional, também produz o efeito inverso.
Cita o benefício econômico que adveio para todos os membros a partir do extraordinário crescimento do
comércio intra-Mercosul e do fortalecimento de nossa atratividade como destino de investimentos estrangeiros
produtivos. Também diz que o Mercosul aumenta nossa capacidade de atuar de modo mais afirmativo e
participativo na elaboração de regimes e normas internacionais de importância essencial para o Brasil e
conclui: “Em última instância, combinadas as perdas e ganhos de autonomia, resta um salto positivo. E isto,
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certamente, vale também para os nossos parceiros”.
Na mesma direção que Lampreia, FHC diz que o Mercosul foi uma história de êxito. Isso porque
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tornou possível uma ampliação significativa dos fluxos comerciais desde 1990. Porém acrescenta que os
esforços integradores não se poderiam limitar a manter vivo e ativo o Mercosul. “A integração física de nosso
espaço tornou-se um dos objetivos das propostas de planejamento que levamos à discussão dos presidentes

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dos países da América do Sul”. Informou que a partir disso deslancharam as iniciativas do gasoduto Brasil-
Bolívia, a integração energética com a Argentina, a BR-173 entre Manaus e a fronteira com a Venezuela e a
linha da transmissão da hidrelétrica venezuelana de Guri, uma das maiores do mundo, trazendo energia do
país vizinho para a região amazônica, iniciada no segundo mandato do Presidente Rafael Caldera (1994-
1999) e concluída sob o governo de seu sucessor, Hugo Chávez. E conclui:

Em agosto de 2000, convocamos em Brasília a primeira reunião da


História juntando todos os presidentes da América do Sul, a que se seguiu outra
em Guaiaquil, no Equador, em 2001. Naquela ocasião, deu-se início à chamada
Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-Americana, conhecida
pela sigla IIRSA. (...) Essa complementação de esforços para a construção de um
“espaço sul-americano” tem a ver com a integração regional em matéria de
energia, transportes e telecomunicações. Politicamente, entretanto, pareceu a
alguns países, especialmente ao México, que a iniciativa poderia significar o
isolamento das nações sul-americanas, sob a liderança brasileira, do resto da
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América Latina mais próxima aos EUA. Nunca foi essa a intenção.

Por outro lado Amado Luiz Cervo tece muitas críticas a essa política de FHC. Segundo esse autor o
Brasil imprimiu desde 1990 orientações confusas, até mesmo contraditórias, à política exterior. Diz que o ex-
presidente obteve êxito no propósito de manter a estabilidade econômica interna e elevar a produtividade,
mas que ao acoplar o setor externo e esses objetivos internos, corrompeu a funcionalidade da política
exterior. Disse que seu governo confundiu abertura com estratégia e sacrificou a política exterior, que deixou
de servir ao desenvolvimento e à superação de dependências estruturais. Em outros termos, não formulou
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uma estratégia de inserção internacional, para além da simples abertura.
Apesar dessas críticas é interessante constatar que tanto o período de Fernando Henrique Cardoso
(1995-2002) quanto de Lula (2003-2010) apresentam mais continuidades do que diferenças. Em especial
pensamos na questão da prioridade na integração regional Sul-americana.
Os principais mercados de destino de exportações do Brasil em 2008 foram a América Latina com
25,9% do total, seguidos por União Européia (UE) (23,4%), Ásia (18,9%) e Estados Unidos (14%). Com esses
dados já é possível verificar a importância estratégica da América Latina para as exportações brasileiras. Em
relação às importações do Brasil em 2008 por regiões podemos ver a crescente importância dos asiáticos,
tanto que aparecem em primeiro lugar com 27,2% do total, seguidos pela UE (20,9%), América Latina (16,5%)
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e Estados Unidos (14,9%).
Quando analisamos as exportações levando em consideração os setores econômicos, vemos que
tanto para a Europa quanto para a Ásia nossas exportações são concentradas em produtos primários,
enquanto para os Estados Unidos e principalmente para a América Latina exportamos na sua maioria
produtos manufaturados que costumam ter maior valor agregado e gerar mais empregos no país. Porém, é
claro que a exportação de matérias primas também é importante fonte de divisas.
Por outro lado o México historicamente sempre teve uma grande proximidade dos EUA e da América
Central (AC). Na década de 70, durante os governos de Luis Echevarría e López Portillo, a política externa
mexicana foi caracterizada como “progressista, nacionalista, terceiro-mundista e latino-americanista”,
buscando estreitamento e solidariedade com a América Central, processo esse que teve avanços no governo
de Miguel de La Madrid (1982-1988) que firmou alguns convênios de cooperação econômica com países da
região. Esse processo de integração regional iniciado por La Madrid foi institucionalizado pelos governos
seguintes, Carlos Salinas (1988-1994) e Ernesto Zedillo (1994-2000), período em que também é assinado e
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efetivado o NAFTA (1991 e 1994) atrelando mais o país aos EUA. Essa relação de proximidade com a
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América do Norte é mantida no governo de Vicente Fox.
O autor acrescenta que por questões estratégicas, os países de maior importância para o primeiro
ano do governo de Fox foram os Estados Unidos e Cuba. Em segunda ordem se encontra a Europa, que
segue sendo estratégica em termos de busca por investimentos. Finalmente, América Latina (AL) e Caribe
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continuam sendo as últimas prioridades do México.
Acredita que a relação bilateral com os EUA se tornou mais intensa e, portanto, teve melhoramentos
em termos gerais. Foi inquestionável o salto da balança comercial mexicana com os Estados Unidos, mas
também é necessário comparar se esse avanço comercial refletiu em avanço social. Por exemplo, o
desemprego aumentou, assim como a imigração ilegal para os EUA. Reduziu-se a remuneração real da
maioria dos mexicanos, incluindo os salários nas maquiladoras e nas demais indústrias, aumentando então a
desigualdade de renda. Assim, Gilberto Dupas conclui que “a situação do México, após dez anos de Nafta,
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parece continuar – na melhor das hipóteses – semelhante à anterior”.
Como conseqüência disso, a CEPAL argumenta que a reativação da economia mexicana depende,
em grande medida, do impulso que tomar à estadunidense e, em conseqüência, o inicio de uma nova etapa
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de crescimento pode levar, todavia, mais tempo. Assim, vale salientar que é justamente essa continuidade
na política externa mexicana, e prioridade dada aos mercados estadunidense e europeu que transforma o

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México em um país vulnerável, que junto aos riscos que enfrenta por estar atrelado as duas regiões mais
afetadas pela atual crise ainda sofre as conseqüências do impacto da epidemia da gripe pelo vírus H1N1,
estimados pelo governo ao redor de 0,3 pontos do PIB, fazendo com que a CEPAL estime uma queda para
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2009 de 6% a 7% de seu PIB com elevada perda de empregos.
Também é importante citar a participação do México no Plan Puebla-Panamá que é um instrumento
que busca articular a integração da AC com o NAFTA. Apesar de sua importância política, a AC não
representa grande parceiro comercial para o México quando comparada a outras regiões, observação que é
salientada por Rocha que afirma que o mais importante não é o comércio em si, mas a relação política que
pode ser estabelecida através do comércio e de suas ferramentas privilegiadas, como os Tratados de Livre
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Comércio.
As exportações do México em 2008 se dividem em 82,6% para a América do Norte (EUA 97,4%
desse total); 6,0% UE; 4,3% para ALADI; 1,9% para Ásia e 1,4% para a AC. Suas importações se dividiram
em 54,2% vindas da América do Norte (sendo 94,3% dos EUA); 22,7% da Ásia; 12,0% da UE; 3.8% da
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ALADI; 0,5% para a AC; e o restante de outras regiões.
Nesse sentido vale ressaltar que o efeito sobre as exportações não será o mesmo por toda a região,
mas dependerá do destino das exportações e do tipo de produtos e serviços envolvidos, sendo que os países
da AC serão os mais afetados pela queda no volume de suas exportações, enquanto que os impactos na
América do Sul serão menos severos sendo que, segundo a CEPAL, o impacto esperado em relação ao
declínio no volume da exportação de produtos e serviços para o Brasil são de -0,4% do PIB para 2009 e para
o México de -1,4% no mesmo ano. Em relação ao impacto direto da crise econômica é importante lembrar que
ele se dá através de diversos canais, como as já citadas reduções dos fluxos comerciais em termos de preço
e volume, mas também dos fluxos de capitais. Além disso, afetam negativamente as receitas fiscais, sendo a
dependência de recursos naturais (como petróleo, minerais e alimentos) o elemento que implica maior
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exposição dessas receitas, pois sofreram acentuadas quedas de preço e reduções na demanda.
Segundo estudo de Jiménez e Sabaini sobre o grau de vulnerabilidade de receita fiscal em relação
ao PIB, a situação é a seguinte: a) favorável ao Brasil que não depende de recursos naturais e de alta
vulnerabilidade para o México com dependência de 35,4% deles; b) favorável ao Brasil devido a sua alta
carga tributária de 36,2% e novamente alta vulnerabilidade para a carga mexicana de 11,7%; c) no quesito
imposto sobre as importações os dois países encontram-se em situações confortáveis, mas o fato do México
destinar pouco mais de 80% de suas exportações para os EUA o atribui alta vulnerabilidade. Os autores
seguem concluindo que a América Latina e Caribe sofrerão contração de 0,3% em 2009, sendo que para
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México seu crescimento está previsto em -2,0%, enquanto que o Brasil apresenta estimativa de -1,0%. E
ainda, de acordo com essa análise, o Brasil é o país menos exposto na região em questão, assegurando a
posição 27 no ranking, já o México é o terceiro país mais exposto, na posição 70, à frente apenas do Equador
(91) e Panamá (71).24
Disso pode-se concluir que apesar do senso comum dizer que é melhor se associar com os países
desenvolvidos, nesse caso se integrar com países Sul-americanos que possuem problemas sociais imensos e
um menor poder aquisitivo que os estadunidenses ou europeus não foi uma decisão puramente ideológica,
mas sim que vem dando resultados concretos e acabou fortalecendo o Brasil frente à crise internacional por
sua diversidade de parceiros comerciais. Já o México devido a sua prioridade dada aos EUA sofrerá maiores
efeitos da atual crise. E a situação tem se agravado ainda mais com a evolução da epidemia do vírus H1N1.
Dentro dessa perspectiva, a retomada econômica mexicana parece depender, em curto prazo, da retomada
econômica dos EUA, e em longo prazo, está atrelada ao desafio de reformular sua política externa para o
favorecimento nacional, além de diversificar suas parcerias.

1
Artigo escrito até julho de 2009.
2
Economista, mestre em Relações Internacionais e doutorando em Sociologia pela Universidade Estadual
Paulista UNESP. Atualmente docente nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Emails:
borges_fabio@yahoo.com.br e borgesfabio@pop.com.br. Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado de São Paulo (FAPESP) com o projeto: As relações políticas, econômicas e sociais do Brasil com
os países Amazônicos nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula (1995-2006): a importância
estratégica do “regionalismo aberto” e da integração à Bacia do Pacífico orientado pelo professor Dr.
Enrique Amayo Zevallos.
3
Aluna do último ano do curso de Relações Internacionais das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) em
São Paulo. Email: limasuely@hotmail.com e limasuely@hotmail.co.uk.
4
ARRIGHI, Giovanni. A ilusão do desenvolvimento. Ed. Vozes, 1997.
5
KEOHANE, Robert & NYE, Joseph. Power and Interdependence. New York, Longman, 2001.
6
Explicando as diferenças dos conceitos de Centro, Periferia e Semi-periferia, Preciado diz que as primeiras
se convertem em centrais, porque dominam os processos de exploração e concentração de mais valia, e, da
mesma forma, as regiões periféricas são definidas por sua condição de exploradas pelo centro e
subordinadas a seus processos centralizadores e concentradores de recursos. Os processos de centro

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consistem em relações que combinam salários relativamente altos, tecnologia moderna e um tipo de produção
diversificada. Os processos da periferia constituem uma combinação de baixos salários, tecnologia mais
rudimentar, resultando num tipo de produção simples. A Semi-periferia é o espaço que combina, de uma
forma particular, ambos os processos. Esse conceito se aplica diretamente a zonas, regiões ou Estados que
supõem a exploração da periferia e sofrem a exploração do centro. Essa categoria é a que contém maior
dinamismo, e exige a incorporação de processos e perspectivas políticas, a par da análise econômica.
Enquadra Brasil e México nesse último grupo. PRECIADO, Jaime. “América Latina no sistema-mundo:
questionamentos e alianças centro-periferia” In: _____ CADERNO CRH, Salvador, v. 21, n. 53, p. 253-268,
Maio/Ago. 2008.
7
Ibid.
8
LAMPREIA, Luiz Felipe. “A política externa do governo FHC: continuidade e renovação”. In: _____ Revista
Brasileira de Política Internacional. N. 42 (2), p. 5-17, 1998.
9
Ibid.
10
CARDOSO, Fernando Henrique (FHC). “A política externa do Brasil no início de um novo século: uma
mensagem do Presidente da República”. In: _____ Revista Brasileira de Política Internacional. N. 44 (1), p.
5-12, 2001.
11
CARDOSO, Fernando Henrique (FHC). A arte da política: a história que vivi. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2006.
12
E Conclui: “O balanço das relações internacionais do Brasil durante a era Cardoso tornou-se, destarte,
medíocre, senão desastroso, considerando a realização de interesses nacionais. Cardoso falhou em três
pontos: expôs as finanças à especulação, converteu a política de comércio exterior em variável da
estabilidade de preços e alienou boa parte do núcleo central robusto da economia, mediante o mecanismo da
privatização com transferência de ativos ao exterior. Aprofundou, desse modo, a vulnerabilidade externa,
tornando-a uma das mais graves entre os países emergentes”. CERVO, Amado Luiz. “Relações internacionais
do Brasil: um balanço da era Cardoso”. In: _____ Revista Brasileira de Política Internacional. N. 45 (1), p.
5-35, 2002.
13
MINISTÉRIO de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Balança Comercial Brasileira,
2008.
14
Sigla em inglês que significa Acordo de Livre Comércio entre os países da América do Norte.
15
ROCHA, Alberto. “La geopolítica de México em Centro América: una hegemonia regional?”. In _____
Sociologias. N. 16 (8), pg. 308-359, 2006.
16
Ibid.
17
DUPAS, Gilberto. Atores e poderes na nova ordem global. Ed. UNESP, 2005, p. 59-68.
18
ECLAC (CEPAL em Português). Estúdio econômico de América Latina y el Caribe – 2008-2009: México 1.
Rasgos generales de la evolución reciente. Disponível em:
<http://www.eclac.org/publicaciones/xml/4/36464/2009-252-EEE-2009-Mexico-F.pdf>. Acesso em: 22 julho
2009.
19
Ibid.
20
ROCHA, Alberto. “La geopolítica de México em Centro América: una hegemonia regional?”. In _____
Sociologias. N. 16 (8), pg. 308-359, 2006.
21
SECRETARÍA de Economía. Disponível em: <http://www.economia-
snci.gob.mx/sphp_pages/estadisticas/cuad_resumen/impmx_ae.htm>. Acesso em: 18 julho 2009.
22
JIMÉNEZ, Juan Pablo; SABAINI, Carlos Gómez. The role of tax policy in the context of the global crisis:
consequences and prospects. ECLAC: Montevideo, 2009. LC/L.3037, 45 p. Disponível em:
<http://www.eclac.org/publicaciones/xml/4/36024/2009272Theroleoftaxpolicy.pdf>. Acesso em 27 maio 2009.
23
Muitas dessas projeções estão sendo revisadas, por isso às vezes em nosso texto elas variam de acordo
com a fonte.
24
JIMÉNEZ, Juan Pablo; SABAINI, Carlos Gómez. The role of tax policy in the context of the global crisis:
consequences and prospects. ECLAC: Montevideo, 2009. LC/L.3037, 45 p. Disponível em:
<http://www.eclac.org/publicaciones/xml/4/36024/2009272Theroleoftaxpolicy.pdf>. Acesso em 27 maio 2009.