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Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético

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Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético 22
Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético 22

Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético

Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético A descoberta do eletromagnetismo Foi o cientista dinamarquês Hans

A descoberta do eletromagnetismo

Foi o cientista dinamarquês Hans Christian Oersted (1777-1851) quem primeiro comprovou experimentalmente o efeito magnéti- co produzido por uma corrente elétrica. Em um experimento realizado em 1820, Oersted verifi- cou que a posição da agulha de uma bússola podia ser alterada quando colocada próximo a um fio condutor, percorrido por uma corrente elétrica. Posicionando o fio paralelamente à agulha da bússola, Oersted verificou que a agu- lha mantinha sua orientação natural quando o fio não era atravessado por uma corrente elétri- ca. Ao fechar o circuito (e permitir a passagem de corrente elétrica), a agulha girava até ficar praticamente perpendicular ao fio. Invertendo o sentido da corrente elétrica no fio, a orientação da agulha também se invertia, mantendo-se ainda perpendicular ao fio. Como a agulha da bússola funciona como um “detector” de cam- pos magnéticos, o movimento da agulha indica- va a presença de um outro campo magnético na região, mais forte que o campo magnético da Terra (responsável pela orientação natural da bússola).

O fenômeno observado por Oersted permitiu estabelecer uma relação entre a eletri-

cidade (a corrente elétrica no interior do fio) e o magnetismo (o campo magnético criado ao re- dor do fio). Este trabalho deu impulso a inúme- ros outros. Um deles foi realizado pelo físico francês Dominique Arago (1786-1853), que tor- nou possível a construção do eletro-im ã. Arago demonstrou que um fio enrolado em um pedaço de ferro tornava-se um imã quando era atraves- sado por uma corrente elétrica. O efeito existe apenas enquanto houver corrente elétrica no fio.

Desse modo,

“desligado”. O eletro-imã é ainda hoje muito utilizado em vários instrumentos de pesquisa e

tecnologia, em diversos ramos da ciência.

“ligado” e

o

imã

poderia ser

ramos da ciência. “ligado” e o imã poderia ser A origem do magnetismo dos imãs Se

A origem do magnetismo dos imãs

Se no caso de fios e bobinas está claro que a ori- gem do campo magnético é atribuída à corrente elétrica, como se explica a origem do campo magnético nos imãs? Na verdade, o campo magnético criado pelos imãs, ainda que possa parecer estranho, também deve-se às correntes elétricas, só que à nível atômico. Essas correntes são asso- ciadas aos movimentos dos elétrons no interior dos átomos, e principalmente a uma propriedade exótica dos elétrons, conhecida como spin. Trata-se de uma espécie de “giro” do elétron, e este movimento cria um campo magnético intrín- seco.

Na maioria dos materiais os spins dos elétrons se distribuem aleatoriamente, de modo que o efeito magnético global se anula. Por outro lado, nos materiais magnetizados (imãs naturais ou artificiais) ocorre o alinhamento dos spins dos elétrons, de modo que seus campos magnéticos se somam, e o material como um todo apresenta um campo magnético resultante não nulo.

um todo apresenta um campo magnético resultante não nulo. Linhas do campo magnético O mapeamento do

Linhas do campo magnético

O mapeamento do campo magnético produzido por um imã, pode ser feito com o auxílio de uma bússola. Desenhando as diversas orientações que a bússola adquire ao redor de um imã em barra, você consegue montar uma espécie de ―mapa‖.

em barra, você consegue montar uma espécie de ―mapa‖. Esse ―mapa‖ consiste em uma série de

Esse ―mapa‖ consiste em uma série de linhas imaginárias ao redor do imã, denominadas linhas do campo magnético, as quais permitem “visualizar” o comportamen- to do campo do imã. As linhas do campo magnético são orientadas: elas ―nascem‖ (emergem) no pólo norte magné- tico do imã, e ―morrem‖ (convergem) no pólo sul magnéti- co do imã. Assim, em cada ponto ao redor do imã, a direção e sentido do campo magnético (e a orientação de uma bús- sola colocada ali) são determinados pela linha de campo magnético que passa por esseponto. No entanto, não são apenas imãs que criam um campo magnético ao seu redor. Um fio metálico com cor- rente elétrica também cria ao seu redor um campo magnéti- co. Quando o fio é enrolado em torno de um núcleo qual- quer (as vezes não precisa do núcleo), constitui o que cha- mamos de bobina. Existindo corrente elétrica na bobina, esta gera um campo magnético que tem um mapeamento semelhante ao de um imã em forma de barra.

um mapeamento semelhante ao de um imã em forma de barra. Observe que na região lateral
um mapeamento semelhante ao de um imã em forma de barra. Observe que na região lateral

Observe que na região lateral externa do imã (ou bobina), as linhas de campo (e a agulha da bússola) apon- tam para o pólo sul magnético. Por outro lado, colocando uma bússola no interior da bobina, vemos que a agulha da bússola aponta para o pólo norte magnético da bobina. Isto acontece porque a agulha da bússola indica o sentido das linhas do campo magnético, e uma característica dessas linhas, é que elas descrevem trajetórias fechadas. Na parte externa da bobina ou do imã elas se orientam do norte para o sul magnético, e no interior se orientam no sentido opos- to, isto é, do sulpara o norte magnético.

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Eletromagnetismo: forças magnéticas R= m⋅v q⋅B
Eletromagnetismo: forças magnéticas
R= m⋅v
q⋅B

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Eletromagnetismo: forças magnéticas

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Eletromagnetismo: forças magnéticas 26 Exercícios 1. Determine a força magnética que age sobre uma peque- na
Exercícios 1. Determine a força magnética que age sobre uma peque- na esfera eletrizada com
Exercícios
1.
Determine a força magnética que age sobre uma peque-
na esfera eletrizada com carga elétrica de 3 C e veloci-
dade de 1.10 4 m/s, que penetra perpendicularmente em
um campo magnético de intensidade igual a 3.10 -5 teslas.
2.
Para que a esfera do problema 1 descreve uma trajetória
circular de raio 50 cm, qual deve ser a intensidade do
campo magnético?
3.
Calcule a força magnética que age sobre um fio de 50 cm
de comprimento, que se encontra em um campo magné-
tico com intensidade de 5.10 -3 teslas, sabendo que o fio é
perpendicular ao campo, e é atravessado por uma cor-
rente elétrica de 0,2 ampères.
4.
Em um fio condutor de 2,5 m de comprimento há uma
corrente elétrica de 1,5 amperès, e atua uma força mag-
nética de 2.10 -5 N. Supondo que o fio é perpendicular ao
campo, determine a intensidade deste campo.
5.
Qual o valor da corrente elétrica que existe em um fio de
1,5 m de comprimento que atravessa obliquamente um
campo magnético de 1.10 -3 teslas, formando um ângulo
de 30° e sofrendo a ação de uma força de 1.10 -2 N.
6.
(UFC-CE) Uma carga
positiva percorre uma
trajetória circular no
sentido anti-horário,
sob a
ação
de
um
campo
magnético
uniforme
(figura
ao
lado).
A direção do campo mag-
nético:
A)
Tangencia a trajetória, no sentido horário.
B)
Tangencia a trajetória no sentido anti-horário.
C)
É radial, apontando para o ponto O.
D)
É perpendicular ao plano da página, e aponta para fora
dela.
E)
É perpendicular ao plano da página,e aponta para dentro
dela.
7.
No problema 6, se a intensidade do campo magnético
duplicar, o raio da trajetória:
A)
C)
vai duplicar; B) vai quadruplicar;
se reduz á metade; D) fica quatro vezes menor;
8.
No problema 6, se intensidade do campo duplicar e valor
da carga também, o raio da trajetória:
A)
vai duplicar;
B) vai quadruplicar;
C)
se reduz á metade
D) fica quatro vezes menor;
9.
Unidade de medida do campo magnético
Agora considere que na situação do problema 6, a inten-
sidade do campo duplica, e a velocidade da carga tam-
bém (mas o valor da carga elétrica permanece o mes-
mo). Nesse caso o raio da trajetória:
O
intensidade do campo magnético (símbolo B) depende da forma
A)
vai duplicar;
do
condutor (fio, espira ou bobina) percorrido pela corrente elétrica.
B)
vai quadruplicar;
A unidade de medida do campo magnético (no S.I) chama-se tesla,
em homenagem ao físico croata Nikola Tesla (1857-1943).
C)
se reduz à metade;
D)
fica quatro vezes menor;
E)
permanece inalterado;
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