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Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

Centro de Ciências Tecnológicas – CCT


Departamento de Engenharia Civil – DEC

Disciplina: Hidráulica II
Professor: Doalcey Antunes Ramos
Data: 17 de março de 2010
Acadêmicos: Anderson Conzatti
Fernanda Maria Vieira
Jéssica Maire Koepp
Nion Maron Dransfeld

Medida da vazão através de um vertedor retangular de parede delgada

Leituras feitas em laboratório:

Nível SL Piezômetro Nível SL Piezômetro Nível SL Piezômetro


sem com 1 com 2
ETAPA 1 2 1 2 1 2
contraçã contraçã contrações
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
o (cm) o (cm) (cm)
16,73 850 574 17,76 851 583 19,25 854 589
Vazão 1 16,83 848 577 17,85 850 585 19,40 853 588
16,73 848 578 17,89 851 585 19,22 854 589
13,29 714 709 13,47 714 708 13,72 714 708
Vazão 2 13,13 714 709 13,49 714 709 13,81 714 708
13,19 714 709 13,49 714 708 13,63 714 708
16,08 833 609 17,69 834 611 18,28 831 620
Vazão 3 16,44 834 609 17,71 835 612 18,27 832 620
16,34 834 609 17,68 834 612 18,28 831 619

Largura do canal (b) 10,3 cm


Largura da soleira (L) 10,3 cm
Profundidade do vertedor (P) 12,0 cm
Espessura da contração 2,6 cm
Espessura do vertedor (e) 2,0 cm
Diâmetro externo do tubo 3 pol. = 7,62cm

Das leituras feitas em laboratório calculamos as médias aritméticas das medições para cada

etapa:
Vertedor sem contração Vertedor com 1 contração Vertedor com 2 contrações
Piezômetro Piezômetro Piezômetro
ETAPA Nível SL Nível SL Nível SL
1 2 1 2 1 2
(cm) (cm) (cm)
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
848,6 576,3 850,6 584,3 853,6
Vazão 1 16,763 17,833 19,29 588,67
7 3 7 3 7
714,0 709,0 714,0 708,3 714,0
Vazão 2 13,203 13,483 13,72 708,00
0 0 0 3 0
833,6 609,0 834,3 611,6 831,3
Vazão 3 16,287 17,693 18,277 619,67
7 0 3 7 3

1. Para o cálculo das vazões utilizou-se:

– A fórmula de Kindsvater e Carter (1957) para cálculo das vazões 1 e 3 que, de acordo

2 h
com PORTO (1998, p.387-388) é: Q =  0,602 + 0,075
3/ 2
 2 g Le he , onde:
3 P

Le = L − 0,001 e he = h − 0,001 , sujeito a:

0,10 < P < 0,45 m, 0,03 < h < 0,21 m e L = 0,82 m ;

– A fórmula de Francis (1905) para cálculo da vazão 2 que, de acordo com PORTO

(1998, p. 387) é: Q = 1,838 ⋅ L ⋅ h 3 / 2 sujeito a P / h > 3,5 ;

– O valor da carga sobre a soleira (h) que pode ser calculado através da diferença entre

o nível da superfície liquida e a profundidade da soleira, em metros;

– A largura da soleira para vertedor sem contração que é L =10 ,3 cm =0,103 m ,

para vertedor com 1 contração: L ′ = L − 0,1h e para vertedor com 2 contrações:

L ′ = L − 0,2h ;

– A profundidade do vertedor está tabelada acima (P = 12,0 cm = 0,12 m);

– O valor de g =10 m/s 2 , para todos os cálculos.

Então temos a planilha:


Vertedor sem
Vertedor com 1 contração Vertedor com 2 contrações
contração
Carga Vazão Carga Vazão Carga
ETAPA Largura Largura Vazão
sobre a (Q) sobre a (Q) sobre a
fictícia fictícia (Q) (10-3
soleira (10-3 soleira (10-3 soleira (h)
(L’) (m) (L’) (m) m3/s)
(h) (m) m3/s) (h) (m) m3/s) (m)
Vazão 1 0,04763 1,9345 0,05833 0,097167 2,6056 0,0729 0,08842 3,3601
Vazão 2 0,01203 0,2497 0,01483 0,101517 0,3370 0,0172 0,09956 0,4128
Vazão 3 0,04287 1,6382 0,05693 0,097307 2,5126 0,06277 0,090446 2,7193

E os gráficos para vazão em vertedor sem contração, com 1 contração e com duas

contrações.

Vazão para vertedor sem


contração lateral

2,5
Vazão (m³/s

2
1,5
1
0,5
0
0 0,02 0,04 0,06
Carga (m)
Vazão para vertedor com 1
contração lateral

Vazão (m³/s
3

0
0 0,02 0,04 0,06 0,08
Carga (m)

Vazão para vertedor com 2


contrações laterais
Vazão (m³/s

4
3
2
1
0
0 0,02 0,04 0,06 0,08
Carga (m)

As vazões acima foram calculadas utilizando-se as fórmulas adequadas de acordo com as

condições de aplicação. Para fazer uma comparação entre as fórmulas, os cálculos abaixo

foram feitos utilizando-se a fórmula de Rehbock (1929), que, segundo NEVES (1982, p.

 h + 0,0011 
L( H + 0,0011 ) . Os demais elementos da planilha
3/ 2
147) é: Q = 1,782 + 0,24
 P 

abaixo seguem as mesmas regras listadas acima:

ETAPA Vertedor sem Vertedor com 1 contração Vertedor com 2 contrações


contração
Carga Vazão Carga Vazão Carga
Largura Largura Vazão
sobre a (Q) sobre a (Q) sobre a
fictícia fictícia (Q) (10-3
soleira (10-3 soleira (10-3 soleira (h)
(L’) (m) (L’) (m) m3/s)
(h) (m) m3/s) (h) (m) m3/s) (m)
Vazão 1 0,04763 2,0824 0,05833 0,097167 2,6760 0,0729 0,08842 3,4352
Vazão 2 0,01203 0,2802 0,01483 0,101517 0,3702 0,0172 0,09956 0,4482
Vazão 3 0,04287 1,7758 0,05693 0,097307 2,5819 0,06277 0,090446 2,7881

Os gráficos para vazão em vertedor sem contração, com 1 contração e com 2 contrações:

Vazão para vertedor sem


contração lateral

2,5
Vazão (m³/s

2
1,5
1
0,5
0
0 0,02 0,04 0,06
Carga (m)

Vazão para vertedor com 1


contração lateral
Vazão (m³/s

0
0 0,02 0,04 0,06 0,08
Carga (m)
Vazão para vertedor com 2
contrações laterais

Vazão (m³/s
4
3
2
1
0
0 0,02 0,04 0,06 0,08
Carga (m)

A fórmula de Rehbock não apresenta restrições de acordo com o autor Eurico T. Neves.

Entretanto, segundo o autor Rodrigo de Melo Porto, a fórmula está sujeita a:

0,03 < h <0,75 m, L > 0,30 m, P > 0,30 m, e h < P. A fórmula foi escolhida pois atende à

maioria das condições de uso, ao contrário do que ocorre com as demais fórmulas

encontradas. Além disso, segundo LENCASTRE (1972, p. 144), as fórmulas de Rehbock

e da Sociedade Suíça de Engenheiros e Arquitetos (S.I.A.S.) leva a resultados muito

próximos, o que permite generalizar a comparação feita entre as fórmulas usadas acima

também a fórmula da S.I.A.S. Por último, como podemos observar no gráfico, as curvas

seguem todas a mesma tendência, o que indica que a fórmula de Rebock é uma opção

viável de aproximação para a fórmula de Kindsaver e Carter e para a fórmula de Francis.

D ×π
2
2. Atubo = int . , como Dext. = 3 pol. = 75mm e de acordo com o fabricante (TIGRE)
4

para esse diâmetro externo temos que Dref. = Dint. = 2,5 pol. = 62 ,5mm então:

Atubo =
( 0,0625 m ) 2 × π = 3,068 ×10 −3 m
4

Aorifício
= 0,45 ⇒ Aorifício = Atubo × 0,45 = (3,068 × 10 −3 m) × 0,45 = 1,3806 × 10 -3 m
Atubo
∆p
Segundo NEVES (1982, p. 121) a vazão através de um orifício é: Q = C o A 2 g , onde
γ

Co é o coeficiente de vazão do orifício, A é a área do orifício, assim chegamos a

Q
C o = 161 ,9635 ×
∆p . Com os valores das vazões e das médias das pressões acima,
γ

temos os valores do coeficiente de vazão do orifício:

Vertedor sem contração Vertedor com 1 contração Vertedor com 2 contrações


Coeficiente Coeficiente Coeficiente
ETAPA Variação de Variação de Variação de
de Vazão de Vazão de Vazão
pressão pressão pressão
do orifício do orifício do orifício
(m.c.a.) (m.c.a) (m.c.a)
(Cd) (Cd) (Cd)
Vazão 1 0,27234 0,60039 0,26634 0,81772 0,26500 1,05694
Vazão 2 0,00500 0,57194 0,05670 0,22917 0,00600 0,86314
Vazão 3 0,22467 0,55977 0,22266 0,86242 0,21166 0,95731

Os resultados podem ser comparados graficamente com o valor tabelado que, segundo

Aorifício
NEVES (1982, p. 121), o valor do coeficiente de vazão do orifício para = 0,45 é:
Atubo

C o = 0,677 .
Coeficientes de vazão do orifício em vertedor
sem contração

0,8
0,6 Coeficiente
calculado
0,4
Coeficiente
0,2 tabelado
0
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

Coeficiente de vazão do orifício em vertedor


com 1 contração

1
0,8
Coeficiente
0,6 calculado
0,4 Coeficiente
0,2 tabelado
0
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

Coeficiente de vazão do orifício em vertedor


com 2 contrações

1,2
1
Coeficiente
0,8
calculado
0,6
Coeficiente
0,4
tabelado
0,2
0
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

Fazendo o mesmo para a fórmula de Rehbock:


Vertedor sem contração Vertedor com 1 contração Vertedor com 2 contrações
Coeficiente Coeficiente Coeficiente
ETAPA Variação de Variação de Variação de
de Vazão de Vazão de Vazão
pressão pressão pressão
do orifício do orifício do orifício
(m.c.a.) (m.c.a) (m.c.a)
(Cd) (Cd) (Cd)
Vazão 1 0,27234 0,64629 0,26634 0,83981 0,26500 1,08080
Vazão 2 0,00500 0,64180 0,05670 0,25180 0,00600 0,93716
Vazão 3 0,22467 0,60679 0,22266 0,88621 0,21166 0,98154

Coeficiente de vazão do orifício para vertedor


sem contração

0,7
0,68
0,66 Coeficiente
0,64 calculado
0,62 Coeficiente
0,6 tabelado
0,58
0,56
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

Coeficiente de vazão do orifício para vertedor


com 1 contração

1
0,8
Coeficiente
0,6 calculado
0,4 Coeficiente
0,2 tabelado
0
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3
Coeficiente de vazão do orifício para vertedor
com 2 contrações

1,2
1
Coeficiente
0,8
calculado
0,6
Coeficiente
0,4
tabelado
0,2
0
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

3. Para o cálculo da vazão através do orifício utilizamos a fórmula e o coeficiente tabelado

∆p ∆p ∆p
acima: Q = C o A 2 g = 0,677 ×1,3806 ×10 −3 2 ×10 × = 4,17995 ×10 −3 ×
γ h h

Vertedor com 2
Vertedor sem contração Vertedor com 1 contração
contrações
ETAPA Variação de Variação de Variação de
Vazão (Q) Vazão (Q) Vazão (Q)
pressão pressão pressão
(10-3 m3/s) (10-3 m3/s) (10-3 m3/s)
(m.c.a.) (m.c.a) (m.c.a)
Vazão 1 0,27234 2,1814 0,26634 2,1572 0,26500 2,1518
Vazão 2 0,00500 0,2956 0,05670 0,9953 0,00600 0,3238
Vazão 3 0,22467 1,9813 0,22266 1,9724 0,21166 1,9230

Para determinar o coeficiente de vazão usamos a fórmula:

2 Q
Q= C d × 2 g × L × h 3 / 2 ⇒ C d = 0,33541× , onde o valor de L é determinado
3 L × h3 / 2

conforme o número de contrações como foi feito na questão 1.

Vertedor sem contração

Coeficiente de Coeficiente Coeficiente


Vazão (Q) Carga sobre
ETAPA vazão de vazão de vazão
(10-3 m3/s) a soleira
calculado tabelado (1) tabelado (2)
Vazão 1 2,1814 0,04763 0,68337 0,451 0,44218
Vazão 2 0,2956 0,01203 0,72953 0,451 0,47878
Vazão 3 1,9813 0,04287 0,72687 0,451 0,44140
Vertedor com 1 contração

Vazão Largura
Carga Coeficiente Coeficiente Coeficiente
(Q) fictícia da
ETAPA sobre a de vazão de vazão de vazão
(10-3 soleira (L’)
soleira calculado tabelado (1) tabelado (2)
m3/s) (m)
Vazão 1 2,1572 0,05833 0,097167 0,52857 0,447 0,44498
Vazão 2 0,9953 0,01483 0,101517 1,82087 0,451 0,46404
Vazão 3 1,9724 0,05693 0,097307 0,50051 0,447 0,44455

Vertedor com 2 contrações:

Vazão Largura Coeficiente Coeficiente Coeficiente


Carga
(Q) fictícia da de vazão de vazão de vazão
ETAPA sobre a
(10-3 soleira (L’) calculado tabelado (1) tabelado (2)
soleira
m3/s) (m) Cd Cd Cd
Vazão 1 2,1518 0,0729 0,08842 0,41470 0,455 0,45014
Vazão 2 0,3238 0,0172 0,09956 0,48359 0,451 0,45651
Vazão 3 1,9230 0,06277 0,090446 0,45346 0,447 0,44643

Os coeficientes de vazão tabelados foram obtidos da tabela de Rehbock, segundo

LENCASTRE (1972, p. 158), que relaciona os valores de h, P e Cd. Em 1, eles foram

lidos diretamente da tabela pelos valores aproximados de h e de P. Em 2 eles foram

2  1 h
calculados com base na fórmula: C d = ×  0,605 + + 0,08 ×  , visto que a
3  1050 h − 3 P

tabela nada mais é do que a aplicação da fórmula para diferentes valores de h e de P.

Coeficientes de vazão do vertedor sem


contração

0,8
0,6 Coeficiente
calculado
0,4 Coeficiente
tabelado (1)
0,2
Coeficiente
0 tabelado (2)
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3
Coeficientes de vazão do vertedor com 1
contração

2
1,5 Coeficiente
calculado
1 Coeficiente
tabelado (1)
0,5
Coeficiente
0 tabelado (2)
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3

Coeficientes de vazão do vertedor com 1


contração

0,5
0,48 Coeficiente
0,46 calculado
0,44 Coeficiente
0,42 tabelado (1)
0,4 Coeficiente
0,38 tabelado (2)
Vazão 1 Vazão 2 Vazão 3
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica básica. São Carlos: EESP – USP, 1998.

AZEVEDO NETTO, José Matriniano de. Manual de Hidráulica. Editora Blücher, São

Paulo, 1998.

NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. Editora Globo, Rio de Janeiro, 1982.

LENCASTRE, Armando. Manual de Hidráulica Geral. Editora Blücher, São Paulo, 1972.

CHADWICK, Andrew. MORFETT, John. BORTHWICK, Martin. Hydraulics in Civil and

Environmental Engineering.

TIGRE, Catálogo predial de água fria. Disponível em:

<http://www.tigre.com.br/pt/pdf/catalogo_predial_aguafria.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2010.