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Diário da República, 2.ª série — N.

º 129 — 6 de Julho de 2010 36675

Referência B: por tempo indeterminado previamente estabelecida, conforme disposto


Presidente — Maria Manuela Berto Marcelino, Chefe da Divisão de no n.º 4 do artigo 6.º da Lei n.º 12-A/2008. Todavia, tendo em conta os
Informação e Relações Públicas; princípios da eficácia, celeridade e aproveitamento de actos que deve
Vogais efectivos — Ana Catarina Cantas Ribeiro, técnica superior presidir à actividade camarária e conforme despacho da Senhora Vere-
(que substituirá o presidente nas suas faltas e impedimentos) e Ana adora do Pelouro de Habitação, de 23 de Abril e de 27 de Abril corrente
Maria Pina Inácio, Técnica Superior; ano, poder-se-á proceder, respeitadas as prioridades legais da situação
Vogais suplentes — Elsa Maria Patrocínio da Conceição, técnica jurídico-funcional dos candidatos, ao recrutamento de trabalhadores
superior e Luís Miguel Monteiro Gervásio, Técnico Superior. com relação jurídica de emprego público por tempo determinado ou
determinável ou sem relação jurídica de emprego público previamente
18 — Os procedimentos concursais farão cumprir o disposto no ar- estabelecida.
tigo 3.º do Decreto-Lei n.º 29/2001, de 3 de Fevereiro. 7 — De acordo com o disposto na alínea l) do n.º 3 do artigo 19.º
19 — Em cumprimento da alínea h) do artigo 9.º da Constituição, da Portaria n.º 83-A/2009, não podem ser admitidos candidatos que,
a Administração Pública, enquanto entidade empregadora promove cumulativamente, se encontrem integrados na carreira geral de técnico
activamente uma política de igualdade de oportunidades entre homens superior ou carreira e categoria de assistente técnico e, não se encon-
e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional, provi- trando em mobilidade, ocupem postos de trabalho previstos no mapa de
denciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma pessoal do órgão ou serviço idênticos aos postos de trabalho para cuja
de discriminação. ocupação se publicita o presente procedimento.
8 — Requisitos de Admissão: requisitos Gerais: previstos no artigo 8.º
Paços do Concelho de Montijo, 28 de Junho de 2010. — A Presidente da Lei n.º 12-A/2008, de 27.02:
da Câmara, Maria Amélia Macedo Antunes.
303425006 a) Ter nacionalidade portuguesa, quando não dispensada pela Cons-
tituição, convenção internacional ou lei especial;
b) Ter 18 anos de idade completos;
c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para
MUNICÍPIO DO PORTO o exercício das funções que se propõe desempenhar;
d) Possuir a robustez física e o perfil psíquico indispensáveis ao
Aviso n.º 13499/2010 exercício das funções;
e) Ter cumprido as leis de vacinação obrigatória;
Procedimento Concursal Comum para contratação 8.1 — Nível Habilitacional: poderão ser admitidos os indivíduos que
em regime de contrato de trabalho até ao termo do prazo de entrega de candidaturas:
em Funções Públicas por tempo indeterminado
Ref. A) — Possuam licenciatura em Economia, sem possibilidade de
1 — Para os devidos efeitos, torna-se público que por deliberação substituição por formação ou experiência profissional.
da Câmara Municipal do Porto de 03 de Março de 2010, se encontram Ref. B) — Possuam licenciatura em Geografia, sem possibilidade de
abertos, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar da data da publicação substituição por formação ou experiência profissional.
do presente aviso no Diário da República, procedimentos concursais
comuns para constituição de relações jurídicas de emprego público, 8.2 — Os candidatos devem reunir os requisitos referidos até à data
na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo limite de apresentação das respectivas candidaturas.
indeterminado, tendo em vista o preenchimento dos postos de trabalho 9 — Forma de apresentação e entrega das candidaturas: a formalização
infra identificados. das candidaturas é realizada, sob pena de exclusão, mediante formulário
2 — Caracterização do posto de trabalho: tipo de utilização obrigatória, aprovado pelo Despacho n.º 11321/2009,
Ref. A) — um posto de trabalho na categoria e carreira geral de téc- de 8 de Maio, publicado no DR, 2.ª série, n.º 89, de 8 de Maio, disponível
nico superior, conforme caracterização do mapa de pessoal aprovado: em www.cm-porto.pt ou no Gabinete do Munícipe com a designação de
«Pesquisar fontes de financiamento comunitárias e nacionais, direccio- «Formulário de Candidatura ao Procedimento Concursal» podendo ser
nadas para a actividade municipal, sua análise e divulgação; Preparar e entregue pessoalmente neste Gabinete, sito na Praça General Humberto
apresentar candidaturas; Gerir e acompanhar candidaturas aprovadas; Delgado, n.º 266, 4000-286 Porto, ou remetida por correio, sob registo e
Efectuar o acompanhamento do QREN; Elaborar estudos de suporte à com aviso de recepção, para o endereço referido, até ao termo do prazo
preparação e à avaliação de candidaturas, designadamente, realização fixado para a entrega das candidaturas.
de estudos económicos e financeiros de projectos candidatos a financia- 10 — Deve ser apresentado um formulário de candidatura por cada
mento comunitário, preparação do quadro de financiamento das candi- referência, com identificação expressa do procedimento concursal, não
daturas e participação no desenvolvimento de sistemas de indicadores sendo consideradas as candidaturas que não identifiquem correctamente
de avaliação dos projectos financiados, resultados e impacto». a referência do procedimento concursal a que se referem.
Ref. B) — um posto de trabalho na categoria e carreira geral de 10.1 — A morada a considerar para efeitos de notificação dos candi-
técnico superior, conforme caracterização do mapa de pessoal apro- datos será a constante do formulário de candidatura.
vado: «Estruturar e desenvolver bases de dados geográficas com base 11 — Só é admissível a apresentação de candidaturas em suporte
na tecnologia SIG (Sistemas de Informação Geográfica); Estruturar de papel, não sendo aceites candidaturas enviadas por correio elec-
meta-dados em ambiente SIG; Conceber e implementar projectos SIG, trónico.
envolvendo a exploração de ferramentas de análise de redes e de análise 12 — A apresentação da candidatura deverá ser acompanhada, sob
espacial; Produzir cartografia temática; Recolher e tratar informação de pena de exclusão de:
natureza documental e quantitativa; Estruturar e explorar bases de dados a) Curriculum vitae detalhado, datado e assinado.
alfanuméricas; Representar e analisar indicadores estatísticos; Elaborar b) Fotocópia do certificado de habilitações, conforme as seguintes
relatórios técnicos; Elaborar respostas a pedidos internos e externos no referências:
âmbito da informação estatística e cartográfica».
Ref. A) — Licenciatura em Economia
3 — Reserva de recrutamento — para efeitos do disposto no n.º 1 do Ref. B) — Licenciatura em Geografia
artigo 4.º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22.02, declara-se não estarem
constituídas reservas de recrutamento neste organismo e não ter sido c) documentos comprovativos das acções de formação frequentadas e
efectuada consulta prévia à ECCRC, por ter sido considerada temporaria- ministradas de onde conste a data de realização e duração das mesmas,
mente dispensada, uma vez, que ainda não foi publicitado procedimento sob pena de estas não serem consideradas pelo Júri do procedimento;
concursal para a constituição das referidas reservas de recrutamento. d) declaração emitida pelo serviço público de origem, devidamente
4 — Local de trabalho: área do Município do Porto. actualizada (reportada ao prazo estabelecido para apresentação das can-
didaturas) da qual conste a modalidade da relação jurídica de emprego
Ref. A) — Gabinete de Estudos e Planeamento; público, a carreira/categoria em que se encontra inserido, as últimas três
Ref. B) — Gabinete de Estudos e Planeamento menções de avaliação de desempenho e descrição das actividades/fun-
ções que actualmente executa.
5 — Posicionamento Remuneratório: Será objecto de negociação
com a entidade empregadora pública e terá lugar imediatamente após 13 — Nos termos do n.º 7 do artigo 28.º da Portaria n.º 83-A/2009 de
o termo do procedimento concursal de acordo com o artigo 55.º da Lei 22.01, os candidatos que exerçam funções ao serviço da Câmara Muni-
n.º 12-A/2008, de 27.02. cipal do Porto ficam dispensados de apresentar os documentos referidos
6 — Âmbito do recrutamento: os presentes recrutamentos efectuam-se na alínea b), c) e d) do ponto anterior desde que refiram que os mesmos
de entre trabalhadores com relação jurídica de emprego público (RJEP) se encontram arquivados no seu processo individual.
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14 — Métodos de Selecção: seguintes: Avaliação Curricular (40 %) e Entrevista de Avaliação das


14.1 — Referências A), B): Prova de Conhecimentos, Avaliação Psi- Competências (35 %) e a Entrevista Profissional de Selecção (25 %).
cológica e Entrevista Profissional de Selecção. 18 — Atendendo à celeridade que importa imprimir ao presente pro-
14.2 — Forma, natureza e duração da prova de conhecimentos: cedimento concursal tendo em conta a urgência na presente contratação
e considerando o disposto no artigo 8.º da Portaria n.º 83-A/2009, os
Ref. A) a prova de conhecimentos será escrita, de natureza teórica, de métodos de selecção indicados serão aplicados de forma faseada, sendo
realização individual e com consulta. Terá uma duração aproximada de que a aplicação do segundo método será efectuada apenas a parte dos
duas horas e incidirá sobre assuntos de natureza genérica e específica candidatos aprovados no método anterior, a convocar por tranches suces-
directamente relacionados com as exigências da função. sivas de candidatos, por ordem decrescente de classificação, respeitando
Ref. B) a prova de conhecimentos será escrita, de natureza teórica, de a prioridade legal da sua situação jurídico -funcional, até à satisfação
realização individual e sem consulta. Terá uma duração aproximada de das necessidades dos serviços.
duas horas e incidirá sobre assuntos de natureza genérica e específica 19 — Serão excluídos os candidatos que não comparecerem a qual-
directamente relacionados com as exigências da função. quer um dos métodos de selecção, bem como, os que obtenham uma
valoração inferior a 9,5 valores num dos métodos de selecção, não lhes
15 — Programa e legislação/Bibliografia necessária à sua realiza- sendo aplicado o método de avaliação seguinte.
ção: 20 — Em caso de igualdade de valoração entre candidatos, os critérios
de preferência a adoptar serão os previstos no artigo 35.º da Portaria
Ref. A) — Temas: Perspectivas financeiras 2007-2013. Orientações n.º 83-A/2009.
Estratégicas Comunitárias. Contratualização através da Subvenção Glo- 21 — Os candidatos admitidos serão convocados, através de notifi-
bal. Regulamento Específico — Requalificação da Rede Escolar de cação do dia, hora e local para realização dos métodos de selecção, nos
1.º Ciclo do Ensino. Básico e da Educação Pré-Escolar. Preparação e termos previstos no artigo 32.º da Portaria n.º 83-A/2009, por uma das
Elaboração de candidaturas formas previstas nas alíneas a), b,) c) ou d) do n.º 3 do artigo 30.º do
mesmo diploma legal.
Bibliografia: CCDR-N (2009a), ON.2 O novo Norte Programa 22 — Composição do júri de selecção:
Operacional Regional do Norte, Manual de Procedimentos. Porto:
Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Norte. Ref. A) — Presidente: António José Mourão Lacerda, Director Mu-
Disponível na Internet em http://www.ccr-norte.pt/novonorte/manual- nicipal
procedimentos_fev2009.pdf, acedido em Setembro de 2009. CCDR-N Vogais efectivos: Isabel Dias Pereira Campos, Técnica Superior, que
(2009b), SIGON.2, Sistema de Informação do ON.2, Guião de Apoio substitui o Presidente nas suas faltas e impedimentos, e Isabel Margarida
ao Formulário de Candidatura. Porto: Comissão de Coordenação Antunes Oliveira, Técnica Superior.
de Desenvolvimento Regional do Norte. Disponível na Internet em Vogais suplentes: Isabel Cristina Guimarães Martins, Directora de
http://www.ccr-norte.pt/novonorte/guiao.zip acedido em Setembro Departamento Municipal de Estudos, e Helena Mafalda de Jesus Car-
de 2009. Observatório do QREN (2008). Programa Operacional da doso, Técnica Superior.
Região Norte Lisboa: Observatório do QREN — Quadro de Referên-
cia Estratégico Nacional. Ref. B) — Presidente: António José Mourão Lacerda, Director Mu-
Legislação: Decisão do Conselho de 6 de Outubro de 2006 relativas nicipal
às orientações estratégicas comunitárias em matéria de coesão (JOUE-L Vogais efectivos: Verónica Maria Carvalho Moreira de Queirós Torgal
291/11). Regulamento Geral do FEDER e Fundo de Coesão (Aprovado Ferreira, Directora de Departamento Municipal de Recursos Humanos,
pela Comissão Ministerial de Coordenação do QREN em 04/10/2007). que substitui o Presidente nas suas faltas e impedimentos e Isabel Dias
Deliberação sobre a contratualização com subvenção global (Apro- Pereira Campos, Técnica Superior
vada pela Comissão Ministerial de Coordenação dos PO Regionais Vogais suplentes: Helena Mafalda de Jesus Cardoso, técnica superior
em 19/03/2008). Regulamento Específico — Requalificação da Rede e Liliana Patrícia Ferreira Pereira Cardoso, Chefe da Divisão Municipal
Escolar de 1.º Ciclo do Ensino. Básico e da Educação Pré-Escolar. de Selecção, Mobilidade e Gestão de Carreiras.

Ref. A) — Temas: Os sistemas de informação geográfica (SIG) e o 23 — Nos termos da alínea t) do n.º 3 do artigo 19.º da Portaria n.º 83-
planeamento urbano. Modelização de informação geográfica. Análise A/2009, os candidatos têm acesso às actas do Júri, onde constam os
espacial — métodos e aplicações. Meta-informação geográfica. Fon- parâmetros de avaliação e respectiva ponderação de cada um dos métodos
tes de informação estatística e espacial para o planeamento urbano. de selecção a utilizar, a grelha classificativa e o sistema de valoração
Implementação de projectos SIG à escala municipal: aspectos técnicos final do método, desde que as solicitem.
e organizacionais. 24 — As falsas declarações prestadas pelos candidatos serão punidas
Documentação de Suporte Sugerida: ARONOFF, Stan (1989) Ge- nos termos da lei.
ographic Information Systems: A management perspective, WDL Pu- 25 — Assiste ao Júri a faculdade de exigir a qualquer candidato, em
blications, Ottawa. LONGLEY, Paul A.; GOODCHILD, Michael F.; caso de dúvida sobre a situação que descreve no seu currículo, a apre-
MAGUIRE, David J.; RHIND, David W. (2001) Geographic Information sentação de documentos comprovativos das suas declarações.
Systems and Science, John Wiley and Sons, Chichester. MATOS, João 26 — Os candidatos excluídos serão notificados por uma das formas
L (2008) Fundamentos de Informação Geográfica, Lidel, 5.ª Edição, previstas nas alíneas a), b), c) ou d) do n.º 3 do artigo 30.º da Portaria
Lisboa. MATOS, João L (2006) A Fórmula do Dr. Livingstone in Forum n.º 83-A/2009, para a realização da audiência dos interessados nos termos
Geográfico, Ano 1, n.º 1. Disponível em: http://www.igeo.pt/servicos/ do Código do Procedimento Administrativo.
CDI/biblioteca/publicacoesIGP/imagens/forumgeografico_OUT2006. 26.1 — No âmbito do exercício do direito de participação dos inte-
pdf. PAÍNHO, Marco (2006) A Informação Geográfica, a Geografia e a ressados, os candidatos devem obrigatoriamente utilizar o modelo de
Internet: um novo olhar sobre a Sociedade e o Território in Forum Geo- formulário aprovado por despacho do Ministro de Estado e das Finanças
gráfico, Ano 1, n.º 1. Disponível em: http://www.igeo.pt/servicos/CDI/ (Despacho n.º 11321/2009, de 29 de Abril, publicado no Diário da Repú-
biblioteca/publicacoesIGP/imagens/forumgeografico_OUT2006.pdf. blica, 2.ª série, n.º 89, de 8 de Maio, disponível no endereço electrónico
Endereços Electrónicos De Interesse: http://snig.igeo.pt/portal/ http:// e local identificados no ponto 9 do presente Aviso).
snig.igeo.pt/inspire/ 27 — A lista unitária de ordenação final, após homologação, é publi-
cada na 2.ª série do Diário da República, afixada no átrio da DMRH,
16 — A ordenação final dos candidatos será expressa na escala de 0 sita na Rua do Bolhão, 192, 4000-111 Porto e disponibilizada na página
a 20 valores e resulta da seguinte fórmula: electrónica do município (www.cm-porto.pt).
OF = (40PC + 35 AP + 25 EPS)/100 28 — Nos termos do Despacho Conjunto n.º 373/2000, de 1.03, em
ou cumprimento da alínea h) do artigo 9.º da Constituição da República
Portuguesa “a Administração Pública, enquanto entidade empregadora,
OF = (40AC + 35 EAC +25 EPS)/100 promove activamente uma política de igualdade de oportunidades entre
Sendo: OF = Ordenação Final; PC = Prova de Conhecimentos; homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional,
AP = Avaliação Psicológica; EPS = Entrevista Profissional de Selec- providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer
ção; AC = Avaliação Curricular; EAC= Entrevista de Avaliação de forma de discriminação”.
Competências. 29 — Nos termos do Decreto-Lei n.º 29/2001, de 3.03, e para efeitos
17 — Nos casos previstos no n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 12-A/2008 de admissão a concurso os candidatos com deficiência devem declarar,
e quando os candidatos, por escrito, no requerimento de candidatura, no requerimento de admissão, sob compromisso de honra, o respectivo
tenham afastado os métodos de selecção obrigatórios referidos no ponto grau de incapacidade, o tipo de deficiência e os meios de comunicação/
anterior, os métodos de selecção e as ponderações passam a ser os expressão a utilizar no processo de selecção.
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30 — Em cumprimento do disposto no n.º 1 do artigo 50.º da Lei 4 — Sempre que um candidato, ou bolseiro, receba outro benefício
n.º 12-A/2008 e no n.º 1 do artigo 19.º da Portaria n.º 83-A/2009, o de qualquer outra entidade para o mesmo fim, será obrigatória a sua
presente procedimento concursal será publicitado: comunicação à Câmara Municipal e a junção do respectivo documento
comprovativo para instrução do processo, indicando-se o montante
a) Na 2.ª série do Diário da República por publicação integral; daquele benefício.
b) Na Bolsa de Emprego Público (www.bep.gov.pt) no 1.º dia útil 5 — Sempre que ocorra a situação do número anterior, o seu montante
seguinte à publicação no Diário da República; será reduzido do valor da bolsa que lhe for atribuída, sendo que o valor
c) Na página electrónica do Município do Porto, por extracto, a partir mínimo da bolsa é de 100€.
da data de publicação no Diário da República; Artigo 4.º
d) Num Jornal de expansão nacional/regional, por extracto, no prazo
máximo de três dias úteis contados da data de publicação no Diário Montantes
da República. 1 — Os montantes das bolsas de estudo serão aferidos em conformi-
Porto e Direcção Municipal de Recursos Humanos, 22 de Junho de dade com os escalões do rendimento mensal per capita dos candidatos
2010. — A Directora do Departamento Municipal de Gestão de Recursos contemplados, nos termos do quadro anexo ao presente Regulamento e
que dele faz parte integrante.
Humanos, Verónica Ferreira.
2 — Para os estudantes não deslocados da ilha Terceira o montante
303406482
da bolsa será de 100 euros.
Artigo 5.º
Pagamento das bolsas
MUNICÍPIO DA PRAIA DA VITÓRIA
1 — O pagamento das bolsas de estudo efectua-se mensalmente du-
Aviso n.º 13500/2010 rante o ano lectivo.
2 — As épocas de recurso não serão consideradas para efeitos de
Discussão Pública do Projecto de Alteração pagamento de bolsa.
ao Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo
Nos termos do artigo 118.º do Código do Procedimento Adminis- CAPÍTULO II
trativo, é submetido a discussão pública, para recolha de sugestões, o
projecto de alteração ao Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas Da atribuição das bolsas de estudo
de Estudo, anexo ao presente aviso.
Assim, todos os cidadãos interessados poderão, durante o prazo de Artigo 6.º
30 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da Comissão de Análise das Candidaturas
República, apresentar sugestões no âmbito da elaboração do referido
regulamento. 1 — A preparação e análise das candidaturas às bolsas de estudo será
Os interessados deverão apresentar as suas sugestões em ofício de- efectuada por uma Comissão de Análise, composta por cinco colabora-
dores, sendo três elementos efectivos e dois suplentes, a designar pelo
vidamente identificado e dirigido ao Presidente da Câmara Municipal
Presidente da Câmara.
da Praia da Vitória.
2 — A Comissão terá a duração do mandato camarário, sem prejuízo
de, a qualquer momento, o Presidente da Câmara poder proceder à
Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo sua substituição total ou parcial.

Artigo 7.º
CAPÍTULO I Incompatibilidades
Disposições gerais Aos membros da Comissão de Análise aplicam-se, com as necessárias
adaptações, todas as regras legais de incompatibilidades, impedimentos
Artigo 1.º e suspeição fixadas nos artigos 44.º a 50.º do Código do Procedimento
Administrativo.
Objecto Artigo 8.º
O presente Regulamento visa apoiar Munícipes que, pretendendo Candidaturas
desenvolver competências frequentando estabelecimentos de ensino
1 — Para efeitos de instrução do pedido, é necessário a apresentação
superior, técnico profissional (reconhecidos pelo Ministério da educa- dos seguintes documentos nos Serviços da Câmara Municipal:
ção) ou Mestrado, apresentem dificuldades de natureza financeira que
se comprovem nos termos do presente regulamento. a) Entrega do boletim de candidatura que se encontra disponível nos
Serviços Administrativos da Câmara, devidamente preenchido;
Artigo 2.º b) Declaração do estabelecimento de ensino que frequenta, compro-
vando que obteve aproveitamento no ano anterior, salvo tratando-se de
Âmbito alunos que pela primeira vez se inscrevam no ensino superior, ensino
1 — A atribuição de bolsas de estudo incide sobre estudantes de profissional ou mestrado;
poucos recursos económicos e com comprovado aproveitamento escolar. c) Documento comprovativo da matrícula em curso superior ou ensino
2 — Consideram-se residentes no concelho da Praia da Vitória todos profissional no ano lectivo a que a bolsa se refere;
os candidatos naturais e residentes no concelho da Praia da Vitória ou, d) Atestado de residência com indicação expressa do número de anos
se nascidos noutro concelho ou país, que residam na área do município em que reside no Concelho da Praia da Vitória e declaração comprovativa
da Praia da Vitória há mais de quatro anos. do número de pessoas que compõem o agregado familiar, emitidas pela
Junta de Freguesia da sua residência;
e) Última declaração completa de IRS/IRC, de todos os elementos
Artigo 3.º que constituem o agregado familiar ou certidão de isenção emitida pelos
Princípios gerais serviços de finanças locais devendo, neste último caso, apresentar docu-
mentos comprovativos de todos os rendimentos que aufiram;
1 — A Câmara Municipal da Praia da Vitória atribui, mediante con- f) Cópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte;
curso, bolsas de estudo destinadas a estudantes de ensino superior, g) Declaração, sob compromisso de honra, de que não está a receber
técnico profissional (reconhecidos pelo Ministério da educação) ou Mes- bolsa de estudo, subsídio ou equivalente para o mesmo fim;
trado que se encontrem nas condições fixadas no presente Regulamento, h) Declaração dos serviços sociais do estabelecimento de ensino, com-
até ao montante definido anualmente pela Câmara Municipal. provando que não está a receber bolsa de estudo por essa entidade;
2 — Duas das bolsas são denominadas “Bolsas de Estudo Salão Teatro i) Documento comprovativo de bolsa de estudo e respectivo montante,
Praiense” e destinam-se a subsidiar estudos em estabelecimentos de atribuída por qualquer outra entidade;
ensino dos graus referidos no artigo 1.º
3 — Das bolsas referidas no n.º 1 do presente artigo, três destinam-se 2 — O prazo de entrega da documentação poderá ser prorrogado,
ao ensino técnico-profissional e uma ao apoio de estudantes de Mestrado excepcionalmente, pela Comissão de Análise, caso se verifique que a
(após a licenciatura), sendo que caso estas bolsas fiquem vagas, o seu falta de qualquer documento não é imputável ao candidato, desde que
valor reverterá a favor das restantes bolsas. devidamente comprovada.