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Fundaçăo Centro de Cięncias e E ducaçăo Superior a Distância do Estado do Rio de

Fundaçăo Centro de Cięncias e Educaçăo Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro Centro de Educaçăo Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro

MF – 2015/2 – EP 5 Gabarito

1) Uma pessoa tem uma dívida a ser paga em duas parcelas: uma de R$ 30.000,00 para pagamento

em 6 meses e outra de R$ 20.000,00 para pagamento em 12 meses. O credor aceita o pagamento

da dívida em 3 parcelas iguais, no terceiro, no sexto e no nono mês, a partir de hoje. Determine o valor dessas parcelas, sabendo-se que a taxa de juro composto adotado na operação foi de 24 % ao ano , capitalizada mensalmente e que foi utilizado na operação o critério do:

a) desconto comercial;

b) desconto racional.

Solução

20.000,00 30.000,00 0 3 6 9 12 (meses) x x x
20.000,00
30.000,00
0
3
6
9
12
(meses)
x
x
x

No diagrama acima, as setas para cima representam o conjunto de capitais da dívida original e as setas para baixo o conjunto de capitais da nova proposta de pagamento. Para que não haja prejuízo para nenhuma das partes é necessário que esses conjuntos sejam equivalentes. Sabemos que dois ou mais capitais diferidos, isto é, com vencimentos em datas diferentes, são equivalentes, em certa data de referência (“data focal”), quando a soma dos seus valores nessa data for igual. A taxa informada pelo problema é nominal, pois seu período que é anual é diferente do período de capitalização que é mensal logo, considerando a relação entre essas unidades de tempo, a taxa efetiva da operação é proporcional a taxa dada, isto é, como 1ano 12 meses então, a taxa

efetiva mensal i , será dada por

i

24

12

2% . Sabe-se que no regime de juro composto, a escolha

da data focal não altera a equivalência. Pode-se assim escolher a data mais conveniente para os

cálculos do problema. Nesse caso vamos optar pela data “três” como data focal.

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a)

A

c

Sabemos que no desconto comercial composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

é dada através da equação

A

c

N

1

i

n

N

 

A

c

1 i

n

, onde n é o prazo de antecipação e

i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

x

x

(1

0,02)

3

x

(1

0,02)

6

30.000,00

2,827034x 44.910,72 x

44.910,72

2,827034

x

(1

0,02)

3

15.886,16

20.000,00

(1

0,02)

9

b) Sabemos que no desconto racional composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

A

r

é dada através da equação

N

A

r

1

i

n

A

r

N

1 i

n

, onde n é o prazo de antecipação

e i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

x

x

(1

0,02)

3

x

(1

0,02)

6

2,830294x 45.004,78 x

30.000,00

3

(1

45.004,78

0,02)

2,830294

20.000,00

(1

0,02)

9

x

15.901,10

Resposta:

a) R$ 15.886,16

b) R$ 15.901,10


2) Uma empresa deverá liquidar suas dívidas, expressas por dois títulos, um de R$ 30.000,00 e

outro de R$ 50.000,00 , vencíveis respectivamente em 2 e 6 meses a partir de hoje. A taxa de

juro composto é de 2 % ao mês. Determinar o prazo de vencimento de uma promissória de

R$ 79.130,43 para que esta seja equivalente, aos dois títulos especificados, utilizando o critério

do desconto comercial composto.

Solução:

Seja n em meses, a data de vencimento, a partir de hoje, da nova promissória, de modo que ela

seja equivalente aos dois títulos originais, considerando a capitalização composta e a taxa de 2 %

ao mês. Sabemos que dois ou mais capitais diferidos, isto é, com vencimentos em datas diferentes,

são equivalentes, em certa data de referência (“data focal”), quando a soma dos seus valores nessa

data for igual. No regime de juro composto, a escolha da data focal não altera a equivalência. Pode-

se assim escolher a data mais conveniente para os cálculos do problema. Nesse caso, como não

conhecemos o prazo de um dos títulos a data focal, só pode ser a data “zero”.

Por outro lado, Sabemos que no desconto comercial composto, a relação entre o valor nominal N e

o valor atual

A

c

é dada através da equação

A

c

N

1

i

n

N

 

A

c

1

i

n

, onde

n

é o prazo de

antecipação e i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

79.130,43



1

0,02

n

30.000,00



1

0,02

2

50.000,00



1

0,02

6



79.130,43 0,98

n



73.104,12 0,98

n

73.104,12

79.130,43

0,98

n

log 0,923843

log 0,98

n

3,9

meses ou n 3 meses e 27 dias

n

0,923843

Resposta: 3 meses e 27 dias.

3) Um título

de R$177.464,50 , vencível em 120 dias, deverá ser resgatado através de dois

pagamentos iguais, o primeiro em 90 dias e o segundo em 180 dias. Qual o valor desses

pagamentos considerando a taxa de 36 % ao ano , capitalizada mensalmente, utilizando:

a) o desconto comercial;

b) o desconto racional.

Solução

dívida original

proposta de pagamento

177.464,50 0 3 4 6 meses x x
177.464,50
0
3
4
6
meses
x
x

No diagrama acima, a seta para cima representam o conjunto de capitais da dívida original e as setas

para baixo o conjunto de capitais da nova proposta de pagamento.

Para que não haja prejuízo para nenhuma das partes é necessário que esses conjuntos sejam

equivalentes. Sabemos que dois ou mais capitais diferidos, isto é, com vencimentos em datas

diferentes, são equivalentes, em certa data de referência (“data focal”), quando a soma dos seus

valores nessa data for igual. Nesse problema o regime considerado é o de juros composto a uma

taxa de desconto de 36 % ao ano , capitalizada mensalmente

Portanto, esta taxa é nominal, pois seu período que é anual é diferente do período de capitalização

que é mensal logo, considerando a relação entre essas unidades de tempo, a taxa efetiva da operação

é proporcional a taxa dada, isto é, como 1ano 12 meses, então a taxa efetiva i será dada por

i

36,0

12

3,0 % ao mês

. Sabe-se que no regime de juro composto, a escolha da data focal não

altera a equivalência. Pode-se assim escolher a data mais conveniente para os cálculos do problema.

Nesse caso vamos optar pela data “quatro” como data focal.

Sabemos que no desconto comercial composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

a)

A

c

é dada através da equação

A

c

N

1

i

n

A

c

N

 

, onde n é o prazo de antecipação e

1 i

n

i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

x

1 0,03

1

x

1

0,03

2

177.464,50

177.464,50

x

1,971828

x 90.000,00

1,971828

x

177.464,50

b) Sabe-se que no desconto racional composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

A

r

é dada através da equação

N

A

r

1

i

n

A

r

N

1 i

n

, onde n é o prazo de antecipação

e i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

(1

x  

0,03)

1

177.464,50

x

1,972596

x

(1 0,03)

2

177.464,50

x 89.964,95

1,972596

x

177.464,50

Resposta:

R$ 90.000,00.

R$ 89.964,95.

a)

b)

4)

Um empresário toma um empréstimo de R$ 45.650,82 R$ por 2 anos, com juro de 24 % ao ano

capitalizado mensalmente. Passado algum tempo, o industrial propõe saldar a dívida em 4

pagamentos iguais, realizáveis no fim do 1º semestre , 2º semestre, 3º semestre e 4º semestre

respectivamente. Calcule o valor desses pagamentos, sabendo que a taxa de desconto composto

empregada na transação é de 24 % ao ano com capitalização semestral, considerando o:

a) desconto comercial;

b) desconto racional

Solução:

O empresário contratou um empréstimo de 45.650,82 a uma taxa de juros composto de

24 % ao ano, capitalizada mensalmente para ser pago em dois anos, ou seja, vinte e quatro meses.

Portanto, esta taxa é nominal, pois seu período que é anual é diferente do período de capitalização

que é mensal logo, considerando a relação entre essas unidades de tempo, a taxa efetiva da operação

é proporcional a taxa dada, isto é, como 1ano 12 meses, então a taxa efetiva i será dada por

i

24,0

12

2,0 % ao mês

. Portanto ao final dos 2 anos do empréstimo, o empresário deveria pagar

a quantia M

dada por

M

45.650,82

1

0,02

24

M 45.650,82 1,608437 M 73.426,46 .

Queremos substituir essa dívida por quatro pagamentos iguais no primeiro, segundo, terceiro e

quarto semestres após o início da dívida.

dívida original

proposta de pagamento

73.426,46 0 1 2 3 4 semestres x x x x
73.426,46
0
1
2
3
4
semestres
x
x
x
x

No diagrama acima, a seta para cima representa o conjunto formado pelo capital da dívida original e

as setas para baixo o conjunto de capitais da nova proposta de pagamento.

Para que não haja prejuízo para nenhuma das partes é necessário que esses conjuntos sejam

equivalentes.

Sabemos que dois ou mais capitais diferidos, isto é, com vencimentos em datas deferentes, são

equivalentes, em certa data de referência (“data focal”), quando a soma dos seus valores nessa data

for igual.

Nesse problema o regime considerado é o de juro composto a uma taxa de desconto é de

24 % ao ano capitalizada semestralmente.

Portanto, esta taxa é nominal, pois seu período que é anual é diferente do período de capitalização

que é semestral logo, considerando a relação entre essas unidades de tempo, a taxa efetiva da

operação é proporcional a taxa dada, isto é, como 1ano 2 semestres , então a taxa efetiva i será

dada por

i

24,0

2

12,0 % ao semestre

.

Sabe-se que no regime de juros composto, a escolha da data focal não altera a equivalência. Nesse

problema vamos trabalhar com a data focal “quatro”.

a) Sabemos que no desconto comercial composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

A

c

é dada através da equação

A

c

N

1

i

n

N

 

A

c

1 i

n

, onde n é o prazo de antecipação e

i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

Queremos que esses conjuntos de capitais representativos da dívida original e da proposta de

pagamento sejam equivalentes segundo a taxa de desconto composto de 12 % a.s.

Sabemos que no desconto comercial composto, a relação entre o valor nominal N e o valor atual

a)

A

c

é dada através da equação

1

i

n

A

c

A

c

N

N

 

, onde n é o prazo de antecipação e

1 i

n

i a taxa unitária da operação. Temos então a seguinte equação de equivalência:

x

x

x

1

0,12

1

73.426,43

4,895098

x

1

0,12

2

x

1

0,12

3

x

15.000,00

.

73.426,43

4,895098

x

73.426,43

b) Sabe-se que no desconto “por fora” ou racional composto, Sabemos que, a relação entre o valor

atual

A

r

e o valor nominal N

é dada por

N

A

r

1

i

n

A

r

N

1 i

n

, onde

n

é o prazo de

antecipação e i a taxa unitária da operação.

equivalência:

x x

1

0,12

1

x  

1

0,12

2

x

1

0,12

Portanto, nesse caso temos a seguinte equação de

3 73.426,46

4,779328x 73.426,46 x

73.426,46

4,779328

x

15.363,34

.

Resposta:

R$ 15.000,00.

R$ 15.363,34.

a)

b)

5) O preço a vista de uma casa é de R$ 500.000,00 . O vendedor facilita a transação, propondo o

seguinte esquema: R$ 100.000,00 pagos no ato da compra, e mais três pagamentos: duas parcelas

e um pagamento final de R$157.010,59 . Se a taxa contratada for

semestrais de R$ 200.000,00

de 3 % ao mês, quando será o último pagamento?

Solução:

Seja n em semestres a data de vencimento, do último pagamento.

500.000,00 preço a vista i  3 % a.m pagamento financiado 0 6 12 n
500.000,00
preço a vista
i  3 % a.m
pagamento financiado
0
6
12
n
(meses)
100.000,00
157.010,59
200.000,00
200.000,00

No diagrama acima, as setas para cima representam o pagamento a vista e as setas para baixo representam o pagamento financiado. Queremos que esses capitais sejam equivalentes considerando a taxa de juro composto de 3 % ao mês .Sabemos que dois ou mais capitais diferidos, isto é, com vencimentos em datas diferentes, são equivalentes, em certa data de referência (“data focal”), quando a soma dos seus valores nessa data for igual. No regime de juro composto, a escolha da data focal não altera a equivalência. Pode-se assim escolher a data mais conveniente para os cálculos do problema. Nesse caso, como não conhecemos o prazo de um dos títulos a data focal, só pode ser a data “zero”. O problema não menciona o critério a ser utilizado na equivalência, nesses casos, considerando a taxa de juros da operação, trata-se simplesmente de capitalizar ou descapitalizar os capitais envolvidos, ou seja, o critério a ser utilizado na equivalência é o do desconto racional.

r e o valor nominal

Sabemos que, no desconto racional composto , a relação entre o valor atual

A

N

é dada por

N

A

r

1

i

n

A

r

N

1 i

n

, onde

n

é o prazo de antecipação e

unitária da operação.

Portanto, nesse caso temos a seguinte equação de equivalência:

500.000,00

100.000,00

200.000,00

1

0,03

6

200.000,00

1

0,03

12

157.010,59

1

0,03

n

i

a taxa

157.010,59

1,03

n

92.227,17

n

log 1,702433

log 1,03

n 18

1,03

n

meses.

157.010,59

92.227,17

1,03

n

1,702433

Resposta: 1 ano e meio após a entrada.