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ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO José Felipe Ribeiro Pesquisador Embrapa Cerrados
ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO José Felipe Ribeiro Pesquisador Embrapa Cerrados
ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO José Felipe Ribeiro Pesquisador Embrapa Cerrados
ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO José Felipe Ribeiro Pesquisador Embrapa Cerrados

ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO

ECOLOGIA DO BIOMA CERRADO José Felipe Ribeiro Pesquisador Embrapa Cerrados

José Felipe Ribeiro

Pesquisador Embrapa Cerrados

DESAFIOS ECOLÓGICOS AO COMPONENTE

CERRADO

A associação da vegetação com classes de solo pode trazer indicação para uso da terra?

Em quais das fitofisionomias estariam atuando mais diretamente

clima ou solo? Haveriam espécies indicadoras de ambientes em particular?

Existem recomendações de plantios para o Bioma? Para as florestas? Para as savanas? Para os Campos?

Classes de Solos (%) Vegetação Associada Latossolos Latossolo Roxo 43,1 3,5 Cdão/Cdo Denso/Típico Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Classes de Solos
(%)
Vegetação Associada
Latossolos
Latossolo Roxo
43,1
3,5
Cdão/Cdo Denso/Típico
Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Terra Roxa Estruturada
1,7
Mata Seca Semidescícidua
Podsolo
15,0
Mata Seca/Cdão/Cdo Típico
Cambissolo
3,0
Cerrado Típico/ Cerrado Ralo
Litossolo
7,2
Cerrado Rupestre/Cerrado Rupestre
Plintossolo
8,9
Campo Sujo úmido/Parque de Cerrado
Veredas, M. Ciliar e
Hidromorficos
2,3
Areias Quartzozas
Outros
15,1
0,2
de Galeria, Palmeirais
CerradoTípico/Cerrado Ralo
Cerrado Sentido amplo
Classes de Solos (%) Vegetação Associada Latossolos Latossolo Roxo 43,1 Cdão/Cdo Denso/Típico 3,5 Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Classes de Solos
(%)
Vegetação Associada
Latossolos
Latossolo Roxo
43,1
Cdão/Cdo Denso/Típico
3,5
Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Terra Roxa Estruturada
1,7
Mata Seca Semidescícidua
Podsolo
15,0
Mata Seca/Cdão/Cdo Típico
Cambissolo
3,0
Cerrado Típico/ Cerrado Ralo
100%
Litossolo
7,2
Cerrado Rupestre/Cerrado Rupestre
Plintossolo
8,9
Campo Sujo úmido/Parque de Cerrado
Veredas, M. Ciliar e
Hidromorficos
2,3
Areias Quartzozas
Outros
15,1
de Galeria, Palmeirais
CerradoTípico/Cerrado Ralo
0,2
Cerrado Sentido amplo
Classes de Solos (%) Vegetação Associada Latossolos Latossolo Roxo 43,1 Cdão/Cdo Denso/Típico 3,5 Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Classes de Solos
(%)
Vegetação Associada
Latossolos
Latossolo Roxo
43,1
Cdão/Cdo Denso/Típico
3,5
Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Terra Roxa Estruturada
1,7
Mata Seca Semidescícidua
Podsolo
15,0
Mata Seca/Cdão/Cdo Típico
Cambissolo
3,0
Cerrado Típico/ Cerrado Ralo
100%
Litossolo
7,2
Cerrado Rupestre/Cerrado Rupestre
Plintossolo
8,9
Campo Sujo úmido/Parque de Cerrado
Veredas, M. Ciliar e
Hidromorficos
2,3
Areias Quartzozas
Outros
15,1
de Galeria, Palmeirais
CerradoTípico/Cerrado Ralo
0,2
Cerrado Sentido amplo
Classes de Solos (%) Vegetação Associada Latossolos Latossolo Roxo 43,1 Cdão/Cdo Denso/Típico 3,5 Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Classes de Solos
(%)
Vegetação Associada
Latossolos
Latossolo Roxo
43,1
Cdão/Cdo Denso/Típico
3,5
Mata Seca Semidescícidua/Cerradão
Terra Roxa Estruturada
1,7
Mata Seca Semidescícidua
Podsolo
15,0
Mata Seca/Cdão/Cdo Típico
Cambissolo
3,0
Cerrado Típico/ Cerrado Ralo
100%
Litossolo
7,2
Cerrado Rupestre/Cerrado Rupestre
Plintossolo
8,9
Campo Sujo úmido/Parque de Cerrado
Veredas, M. Ciliar e
Hidromorficos
2,3
Areias Quartzozas
Outros
15,1
de Galeria, Palmeirais
CerradoTípico/Cerrado Ralo
0,2
Cerrado Sentido amplo
0 100 Fatores Cd MS MC Fertilidade MG CSR P PC V CR CS CL 0
0 100 Fatores Cd MS MC Fertilidade MG CSR P PC V CR CS CL 0
0
100
Fatores
Cd
MS
MC
Fertilidade
MG
CSR
P
PC
V
CR
CS
CL
0
0 100 Fatores Cd MS MC Fertilidade MG CSR P PC V CR CS CL 0

MODELO?

condicionantes e limitantes

Luminosidade

0 100 Fatores Cd MS MC Fertilidade MG CSR P PC V CR CS CL 0

100

0

Xerofilia

Água

  • 100 Hidrofilia

Estudos como os de Schiavini (1992), Walter & Ribeiro (1997) e

Sampaio et al. (2000), entre outros, fornecem informações que definem padrões de ocupação nos diferentes ambientes das Matas de Galeria.

Schiavini (1992), por exemplo, encontrou evidências de variação transversal em Matas de Galeria, em que espécies lenhosas foram associadas com áreas mais úmidas ou mais secas.

Listas de espécies vasculares preferenciais, indiferentes ou exclusivas de ambientes inundáveis ou não também já foram

produzidas (p.ex. Walter & Ribeiro, 1997).

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

ESPÉCIES INDICADORAS

GENERALISTAS

GENERALISTAS

HIDRÓFILAS E HIGRÓFILAS

Hidrófilas

Espécies que suportam solos encharcados:

Pinha do brejo, landim, buriti, pindaíba do brejo, jussara...

Higrófilas

Espécies de solos menos úmido que não suportam solos

encharcados:

Marmelada do cerrado, Ingá, gonçalo alves, jenipapo, copaíba ...

Pinha do brejo
Pinha do brejo
Ingá
Ingá

Espécies que

possuem

comportamento indiferente quanto a

inundação:

Laranjeira do cerrado, pau- pombo,

embaúba,

garapa ...

Grubb (1977) sugeriu que, em geral, o recrutamento das plântulas seria o fator mais importante.

Lobo & Joly (1995), mostraram que a germinação de Talauma ovata não ocorre em ambientes alagados, embora os indivíduos jovens e os adultos cresçam bem nestes ambientes. Desta maneira, a dispersão e o

estabelecimento desta espécie ocorrem ainda na época seca,

proporcionando a germinação em ambiente não alagado.

Grubb (1977) sugeriu que, em geral, o recrutamento das plântulas seria o fator mais importante .

RESPOSTAS MORFOLÓGICAS

Protusão de lenticelas aos 20 dias

RESPOSTAS MORFOLÓGICAS Protusão de lenticelas aos 20 dias Fonte: J.N. FERREIRA 2000
RESPOSTAS MORFOLÓGICAS Protusão de lenticelas aos 20 dias Fonte: J.N. FERREIRA 2000

Fonte: J.N. FERREIRA 2000

RESPOSTAS MORFOLÓGICAS

Protusão de lenticelas aos 20 dias
Protusão de lenticelas aos 20 dias

Fonte: J.N. FERREIRA 2000

ZONAÇÃO EM CAMPO LIMPO ÚMIDO

Leptocoryphium lanatum (Kunth) Nees porção mais úmida Drosera sessilifolia A.St.-Hil Paspalum ellipticum Döll. e P. lineare
Leptocoryphium lanatum (Kunth) Nees
porção mais úmida
Drosera sessilifolia A.St.-Hil
Paspalum ellipticum Döll.
e P. lineare Trin
Nemoto & Ribeiro (2006)

ZONAÇÃO EM CAMPO LIMPO ÚMIDO

Leptocoryphium lanatum (Kunth) Nees porção mais úmida Drosera sessilifolia A.St.-Hil Sol e agua fresca Paspalum ellipticum
Leptocoryphium lanatum (Kunth) Nees
porção mais úmida
Drosera sessilifolia A.St.-Hil
Sol e agua fresca
Paspalum ellipticum Döll.
e P. lineare Trin
Nemoto & Ribeiro (2006)
Solo Seco: 163 espécies mesofitas, incluídas em 78 gêneros e 39 famílias. Poaceae (25), Asteraceae (22),
Solo Seco: 163 espécies mesofitas, incluídas em 78 gêneros e 39 famílias. Poaceae (25), Asteraceae
(22), Fabaceae (18) Rubiaceae (11), Lamiaceae e Myrtaceae (9) (FAL BSB)
Solo Seco
ampla distribuicao
Echinolaena inflexa
Solo Úmido:
Espécies hidrófitas Andropogon virgatus Axonopus siccus, Loudetiopsis chrysothrix e Schizachyrium
condensatum
higrófitas, Curtia tenuifolia, Desmocelis villosa, Ludwigia nervosa, Paepalanthus flaccidus,
Paspalum lineare, Polygala longicaulis, Rhynchospora albiceps, R. globosa, R. graminea, R. rugosa,
Syngonanthus densiflorus e S. Nitens
Fatores ambientais importantes no solo: teor de matéria orgânica e variações do lençol freático.

APP DE TOPO DE MORRO

APP DE TOPO DE MORRO

APP DE TOPO DE MORRO

APP DE TOPO DE MORRO

PROTIUM ALMECEGA

T 3 - 4000 ppm AIB (via palito embebido) T 6 - 4000 ppm AIB (via imersão rápida)

3,33%

10%

Oliveira, M.C Silva, M. N.

PROTIUM ALMECEGA T - 4000 ppm AIB (via palito embebido) T - 4000 ppm AIB (via
PROTIUM ALMECEGA T - 4000 ppm AIB (via palito embebido) T - 4000 ppm AIB (via
PROTIUM ALMECEGA T - 4000 ppm AIB (via palito embebido) T - 4000 ppm AIB (via
PROTIUM ALMECEGA T - 4000 ppm AIB (via palito embebido) T - 4000 ppm AIB (via

RICHERIA GRANDIS

RICHERIA GRANDIS Enraizamento de estacas de Richeria grandis Valh. 180 dias do tratamento com 8000 ppm
RICHERIA GRANDIS Enraizamento de estacas de Richeria grandis Valh. 180 dias do tratamento com 8000 ppm
RICHERIA GRANDIS Enraizamento de estacas de Richeria grandis Valh. 180 dias do tratamento com 8000 ppm

Enraizamento de estacas de Richeria grandis Valh. 180 dias do tratamento com 8000 ppm de AIB (via imersão rápida) (A), 4000 ppm de AIB (via palito embebido) (B) e 8000 ppm de AIB (via palito

embebido) (C) de ramos coletados no início da época seca (junho/2002).

Porcentagem de

XYLOPIA EMARGINATA

Porcentagem de XYLOPIA EMARGINATA Enraizamento de estacas de Xylopia emarginata Mart. 180 dias do tratamento com
Porcentagem de XYLOPIA EMARGINATA Enraizamento de estacas de Xylopia emarginata Mart. 180 dias do tratamento com
Porcentagem de XYLOPIA EMARGINATA Enraizamento de estacas de Xylopia emarginata Mart. 180 dias do tratamento com
Porcentagem de XYLOPIA EMARGINATA Enraizamento de estacas de Xylopia emarginata Mart. 180 dias do tratamento com

Enraizamento de estacas de Xylopia emarginata Mart. 180 dias do tratamento com 2000 ppm de AIB (via imersão rápida) (A e B), 4000 ppm de AIB (via imersão rápida) (C) e 4000 ppm de AIB (via palito embebido) (D) de ramos coletados no fim da época seca (agosto/2001).

30 25 20 15 10 5 0 0 40 00 2000 i.r 8000 i.r enraizamento
30
25
20
15
10
5
0
0
40 00
2000 i.r
8000 i.r
enraizamento

v.p

AIB (ppm)/ Benlate

  • Fim seca

  • Período chuvoso

  • Início seca

RESPOSTAS ESPECÍFICAS

CERRADO 12 meses MATA SECA 12 meses MATA DE GALERIA 12 meses (Felfili, J.M.)
CERRADO
12 meses
MATA SECA
12 meses
MATA DE GALERIA 12
meses
(Felfili, J.M.)

FINAL

FINAL
FINAL

FINAL

FINAL

FENOLOGIA E AMBIENTE

A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A
B
Annona crassiflora (araticum)
Caryocar brasiliense (piqui)

FENOLOGIA E AMBIENTE

FENOLOGIA E AMBIENTE A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A
B
Annona crassiflora (araticum)
Caryocar brasiliense (piqui)

FENOLOGIA E AMBIENTE

A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A
B
Annona crassiflora (araticum)
Caryocar brasiliense (piqui)

FENOLOGIA E AMBIENTE

A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A
B
Annona crassiflora (araticum)
Caryocar brasiliense (piqui)

FENOLOGIA E AMBIENTE

A B Annona crassiflora (araticum) Caryocar brasiliense (piqui)
A
B
Annona crassiflora (araticum)
Caryocar brasiliense (piqui)

COMO ISTO REFLETE NA FORMA DOS

PLANTIOS?

SEMEADURA DIRETA

SEMEADURA DIRETA Vieira et al, 2014

Vieira et al, 2014

SEMEADURA DIRETA

Justificativa Na semeadura direta, o uso de espécies de ciclo rápido, geralmente

de adubação verde, são recomendados para cobrir o solo reduzir a

infestação de capins invasores.

Entretanto, sua função de facilitação ou competição com as árvores nativas irá depender da densidade utilizada.

O estabelecimento de densidades ótimas e ciclos de vida recomendados são questões prioritárias de pesquisa para a técnica de semeadura direta.

MUVUCAS

MUVUCAS 1 2 3 5 IKATU XINGU ISA
MUVUCAS 1 2 3 5 IKATU XINGU ISA
MUVUCAS 1 2 3 5 IKATU XINGU ISA
1 2 3 5
1
2
3
5

IKATU XINGU

ISA

Cagaita 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% nao germinaram morreram 0% germinaram -10% -20%
Cagaita
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
nao germinaram
morreram
0%
germinaram
-10%
-20%
sobreviveram
-30%
-40%
-50%
-60%
-70%
-80%
-90%
-100%
dez/12
jan/13
fev/13
mar/13
abr/13
Vieira et al, 2014

DESAFIOS ECOLÓGICOS AO COMPONENTE

CERRADO

REVISÃO

A associação da vegetação com classes de solo pode trazer

indicação para uso da terra?

Em quais das fitofisionomias estariam atuando mais diretamente clima ou solo?

Haveriam espécies indicadoras de ambientes em particular?

Existem recomendações de plantios para o Bioma? Para as florestas? Para as savanas? Para os Campos?

OBRIGADO!

José Felipe Ribeiro