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ENGENHARIA DE TRÁFEGO URBNO

1º BIMESTRE

1 - Plano de Mobilidade urbana

2- Elementos e Características do tráfego. 3 - Componentes do fluxo de tráfego: veículo, usuário e via. 4 Controle semafórico E sinalização de vias urbanas.

TÓPICO AULA Obs. IMPRESCINDÍVEL COMPLEMENTAR INFORMAÇÕES E DADOS COM OS LIVROS, MATERIAL DE SALA AULA E DO TRABALHO:

1-FERRAZ, A. C. P.; TORRES, I. G. E. Transporte público urbano. 2. ed. São Carlos: Rima,

2004.

2-GONZALEZ, R.; VALDES, A. Ingenieria de tráfico. Madrid: Libreria Editorial 3-Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei nº 12.587/12 - Cartilha da Lei nº 12.587/12

A Engenharia de Tráfego A organização do trânsito no Brasil

Elementos do Tráfego

Obs. IMPRESCINDÍVEL COMPLEMENTAR INFORMAÇÕES E DADOS COM OS LIVROS, MATERIAL DE SALA AULA E DO TRABALHO:

1-FERRAZ, A. C. P.; TORRES, I. G. E. Transporte público urbano. 2. ed. São Carlos: Rima,

2004.

2-GONZALEZ, R.; VALDES, A. Ingenieria de tráfico. Madrid: Libreria Editorial 3-Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei nº 12.587/12 - Cartilha da Lei nº 12.587/12

A ENGENHARIA DE TRÁFEGO

• trata de atividades presentes no nosso dia a dia: a mobilidade das pessoas, o transporte de bens e sua relação com o ambiente;

• tem importante função social;

A

ENGENHARIA

DE

TRÁFEGO

NO

CONTEXTO

PROFISSIONAL PARA O ENGENHEIRO CIVIL

Promulgação do Código de Trânsito Brasileiro CTB, em setembro de 1997:

• vigor a partir de janeiro de 1998;

• “municipalização do trânsito”;

Antes - atividade exclusiva do Estado (Detrans).

Com a municipalização, os municípios passaram a ter a possibilidade de gestão do trânsito.

O Código de Trânsito Brasileiro e a municipalização do trânsito

Art. 24 do CTB - Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:

planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de

veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas; III - implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário;

II

-

VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas cabíveis, por infrações de circulação,

estacionamento e parada previstas neste Código, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito;

Sistema Nacional de Trânsito SNT

ÁREAS DE ATUAÇÃO PARA O ENGENHEIRO DE TRÁFEGO:

• órgãos gerenciadores de trânsito dos municípios que tenham população acima de 20 mil habitantes:

- CET de médias e grandes cidades;

- AGETRANs (Dourados);

- empresas de consultoria;

- rodovias privatizadas.

- outros.

Atividades do Engenheiro de Tráfego

privatizadas. - outros. Atividades do Engenheiro de Tráfego Elaboração de projetos de sinalização - visando

Elaboração

de

projetos

de

sinalização

-

visando segurança, conforto e a fluidez no deslocamento.

- visando segurança, conforto e a fluidez no deslocamento. Análise, aprovação de projetos mobilidade urbana,

Análise,

aprovação

de

projetos

mobilidade

urbana, vistoria e recebimento Gestor Público.

Planejamento e organização do trânsito: - estudo da circulação; - hierarquização das vias (CAP II

Planejamento e organização do trânsito:

- estudo da circulação;

- hierarquização das vias (CAP II LUOS);

- modificações no sistema viário;

- integração com o sistema de transporte coletivo;

- estudo dos impactos de grandes empreendimentos no sistema viário (PGT);

- controle semafórico;

- desobstrução rápida das vias;

- fiscalização;

- esquemas especiais para eventos;

- manutenção da sinalização;

Planejamento da operação do trânsito (SIT) - monitoramento do tráfego - interferências em tempo real

Planejamento da operação do trânsito (SIT)

- monitoramento do tráfego

- interferências em tempo real

- desobstrução de vias

Curitiba, POA, BH, outros

A ORGANIZAÇÃO DO TRÂNSITO NO BRASIL

Responsabilidade

dos

órgãos

e

entidades

que

constituem o Sistema Nacional de Trânsito SNT, subordinado ao Ministério das Cidades. (DEFINIR)

ATIVIDADES: administração; a educação, a engenharia e operação do sistema viário; o planejamento; a normatização; a pesquisa; o registro e licenciamento de veículos; a formação, habilitação e reciclagem dos condutores; o policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades.

TRIPÉ DE ATIVIDADES AÇÃO CONJUNTA

ENGENHARIA DE TRÁFEGO EDUCAÇÃO FISCALIZAÇÃO

Legislação : Os projetos de sinalização devem obedecer à legislação vigente:

• CTB e seus anexos (Manual Brasileiro de Sinalização de

Trânsito Vol I - Sinalização Vertical de Regulamentação; Vol II - Sinaliz. Vertical de Advertência; Vol IV Horizontal , outros);

• Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito –

Contran e do Departamento Nacional de Trânsito - Denatran

1. Elementos do tráfego

segurança;

fluidez;

conforto/qualidade;

Meio ambiente: controle da poluição;

aspectos econômicos-sociais (acidentes)

Fatores essenciais : - sinalização adequada (normas ); - boas condições da via; - acesso

Fatores essenciais:

- sinalização adequada (normas );

- boas condições da via;

- acesso / estacionamento / carga e descarga;

- outros

1.1.

O

meio

população

1.2. Agentes

urbano

e

o

deslocamento

da

usuários: condutores (motorizados e não

motorizados), passageiros, pedestres (prioridadade);

grupos sociais e econômicos

gestão/poder público

CONFLITOS - administrar diferentes interesses, necessidades e pontos de vista ( priorizar).

1.3. A Engenharia de Tráfego e sua missão

Administrar / controlar conflitos, etc;

Missão otimizar o uso do sistema viário visando

Segurança, Conforto, Fluidez

1.4. As variáveis do trânsito

A via; O usuário; O veículo; O ambiente.

TÓPICOS NECESSÁRIO CONSULTAR OS AUTORES ACIMA INDICADOS PARA ESTUDO:

1.4.1. - A via

Deve ser considerada toda a paisagem urbana: o pavimento; a sinalização; passeio público; logradoures públicos, edificações

Classificação – diversas formas Quanto ao Gênero, espécie, Quanto ao tipo (físico – operacional) diversas formas
Quanto ao Gênero, espécie, Classificação – diversas formas Quanto ao tipo (físico – operacional)
Quanto ao tipo (físico Classificação – diversas formas Quanto ao Gênero, espécie, – operacional) operacional)

Principal : quanto à função – ABNT ABNT

A que mais interessa ao planejamento de tráfego é a

classificação funcional - determina a hierarquia do

sistema viário.

Os critérios utilizados para a implementação da classificação funcional da vias dizem respeito principalmente ao papel que as mesmas desempenham dentro do quadro geral das ligações que o sistema viário propicia.

Em

termos

seguintes:

gerais,

as

sistema arterial

sistema coletor

sistema local

categorias

funcionais

são

as

CAPÍTULO II - LUOS Dourados (alunos estudar ) -

1.4.2. O usuário

Depende do comportamento influenciável, que é formado, entre outras coisas, pela:

- cultura

- personalidade do indivíduo

- estado físico, mental e emocional

- quadro econômico-social

Usar p aula: GONZALEZ, R.; VALDES, A. Ingenieria de tráfico. Madrid: Libreria Editorial

TEMPO TOTAL DE REAÇÃO (PIEV):

Variável

de

importância

>

parâmetros de projeto.

p/

eng.

Transito

-

O PIEV um dos fatores fundamentais na determinação de parâmetros de projeto: tempo necessário de amarelo, distância segura de parada, velocidade segura de aproximação em cruzamentos, etc.

Critérios de projeto são baseados na faixa considerada como padrão normal de usuários.

P percepção ( através dos sentidos)

I - identificação ( reconhecer o estímulo recebido).

- uso padronização da sinalização -

E

- decisão ( LUOS - velocidade e margem de segurança).

V

- ação/reação - varia de pessoa p/ pessoa, depende da

capacidade de coordenação motora. Manobras/ curvas/ ultrapassagens- influenciam nos riscos de acidentes.

O

PIEV total dependendo da complexidade da situação.

O

PIEV aumenta com a idade, a fadiga, o teor de álcool

ou outras drogas no organismo, deficiências físicas etc.

Sistema de tráfego:

Pilares - Tripé clássico da Engenharia de Tráfego:

- Engenharia

- Educação

- Fiscalização

• é necessária que haja uma aplicação contínua das três atividades conjuntas - intervenção para mudança no comportamento humano.

- uso do cinto de segurança

- respeito à travessia de pedestres

- restrição ao consumo de bebidas aos motoristas

- respeito à sinalização e limites de

uso

(neblinas/ chuva)

velocidades-

velocidade

de

luz

baixa

diminuição

e

de

1.4.3. O Veículo

as normas de uso e equipamentos: é dependente de prerrogativas reguladas pelo poder público;

os veículos tem evolução contínua em seus itens de segurança; O engenheiro de tráfego atua indiretamente:

sugestões elementos de segurança

Os sistemas de tráfego incluem todos os tipos de veículo:

automóveis, ônibus, caminhões, motocicletas, triciclos, bicicletas,

CLASSIFICAÇÃO: BICICLO, LIGEIROS, ESPECIAIS e

1.4.4. O ambiente

não é controlável

a atuação do engenheiro de tráfego é procurar promover medidas de prevenção / minimizar impactos / promover segurança;

1.5. Sistemas Inteligentes de Transporte - (SIT)

busca a integração entre as 4 variáveis (usuário, via, veículo, ambiente) p /uso de sistemas tecnológicos

INTEGRAÇÃO informação, computação e logística

BIBLIOGRAFIA:

Código de trânsito brasileiro: 1º, Mato Grosso do Sul: Secretaria de Est. de segurança pública, 1999.

MANUAL DE SINALIZAÇÃO DO DENATRAN Vol. I, III, IIII, IV DENATRAN. Manual de Segurança de Trânsito. FERRAZ, A. C. P.; TORRES, I. G. E. Transporte público urbano. 2. ed. São Carlos: Rima,

2004.

GONZALEZ, R.; VALDES, A. Ingenieria de tráfico. Madrid: Libreria Editorial Política Nacional de Mobilidade Urbana - Lei nº 12.587/12 - Cartilha da Lei nº 12.587/12

Projeto de Sinalização Semafórica, Horizontal, Vertical e Advertência:

Será elaborado um projeto de sinalização, baseado no que prescreve o manual do CTB.

A sinalização será composta de horizontal e vertical, devendo conter todos os dispositivos necessários.

Sua apresentação constará de:

- linear que apresentem as linhas demarcadoras de faixa, faixas de proibição de ultrapassagem e código das placas de sinalização vertical;

- plantas e detalhes de montagem e fixação das placas;

- quadro resumo contendo localização, modelo, tipo e quantidade dos dispositivos de sinalização.

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