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ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

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JUL 2003 NBR 13964 Móveis para escritório - Divisória tipo painel Origem: Projeto NBR 13964:2002
JUL 2003
NBR 13964
Móveis para escritório - Divisória tipo
painel
Origem: Projeto NBR 13964:2002
ABNT/CB-15 - Comitê Brasileiro do Mobiliário
CE-15:003.01 - Comissão de Estudo de Móveis para Escritório
NBR 13964 - Office furniture - Panel
Descriptors: Office furniture. Panel
Esta Norma cancela e substitui a NBR 14112:1998
Esta Norma substitui a NBR 13964:1997
Válida a partir de 01.09.2003
Palavras-chave:
Móvel para escritório. Divisória
7 páginas

Sumário

Prefácio

1 Objetivo

2 Referências nor mativas

3 Definições

4 Classificação

5 Requisitos

6 Amostragem

7 Métodos de ens aio

Prefácio

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo

conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Votação Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados.

1 Objetivo

1.1 Esta Norma esp ecifica as características físicas e dimensionais e classifica as divisórias tipo painel para escritório, bem como estabelece os métodos para a determinação da estabilidade e resistência de divisórias tipo painel para escritório.

A expressão "divisória tipo painel" designa todas as divisórias de escritório que não se estendem do piso ao teto, no

ambiente onde são utilizadas.

1.2 Esta Norma se aplica, independentemente do tipo de material, a todas as divisórias tipo painel para escritório. Esta Norma não se aplica a divisórias que suportem peças suspensas ou que, de alguma forma, apresentem vínculo estrutural com subsistemas de superfície de trabalho, de arquivamento ou acessórios, dado que, nessas circunstâncias, fica caracterizado um sistema de estação de trabalho ao qual aplicam-se normas específicas.

2 Referências no rmativas

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 8094:1983 - Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina - Método de ensaio

2

NBR 13964:2003

NBR 13960:1997 - Móveis para escritório - Terminologia

ISO 554:1976 - Standard atmospheres for conditioning and/or testing - Specifications

ISO 4628:1982 - Paints and varnishes - Evaluation of degradation of paint coatings - Designation of intensity, quantity and size of common types of defects - Part 3: designation of degree of rusting

3 Definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da NBR 13960 e as seguintes:

3.1 altura do módulo da divisória - h : Distância vertical medida do piso ao ponto mais alto da divisória (ver figura 1):

a) h 1 - altura do módulo da divisória baixa;

b) h 2 - altura do módulo da divisória média;

c) h 3 - altura do módulo da divisória alta;

d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta;

d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo
d) h 4 - altura do módulo da divisória extra-alta; Figura 1 - Altura do módulo

Figura 1 - Altura do módulo da divisória

3.2 largura do módulo da divisória - l : Distância horizontal medida entre as bordas laterais do módulo da divisória

(ver figura 2).

3.3 espessura do módulo da divisória - e: Distância horizontal medida entre os pontos mais salientes das faces do

módulo da divisória (ver figura 2).

4 Requisitos

4.1 Classificação

A classificação das divisórias do tipo painel é feita em função das seguintes características:

a) dimensionais;

b) funcionais.

4.1.1 Características dimensionais

De acordo com este critério, as divisórias tipo painel são classificadas em função da altura dos módulos.

4.1.1.1 Divisória baixa

Divisória com altura que normalmente permite a visualização do ambiente estando a pessoa sentada, proporcionando privacidade visual limitada.

4.1.1.2 Divisória médi a

Divisória com altura que apenas permite a visualização do ambiente estando a pessoa em pé, proporcionando privacidade visual parcial.

NBR 13964:2003

3

4.1.1.3 Divisória alta

Divisória com altura que normalmente não permite a visualização do ambiente estando a pessoa em pé, proporcionando privacidade visual total.

4.1.1.4 Divisória extra -alta

Divisória com altura superior à da divisória tipo painel alta.

4.1.2 Características funcionais

4.1.2.1 Divisória com visibilidade do ambiente

Divisória constituída por painéis transparentes.

4.1.2.2 Divisória com visitação

Divisória que permite a inspeção e o acesso ao interior de sua estrutura, através da remoção total ou parcial de componente(s).

4.1.2.3 Divisória com passagem de fiação

Divisória que possui componente(s) para passagem de fios internamente.

4.2 Dimensões

4.2.1 Apresentação das medidas

As medidas das divisórias devem ser apresentadas, em milímetros, na seguinte seqüência (ver figura 2): altura (h) x largura (l) x espessura (e).

figura 2): altura ( h ) x largura ( l ) x espessura ( e ).

Figura 2 - Dimensões do módulo da divisória

4.2.2 Variáveis e valores

A altura do módulo da divisória varia de acordo com os valores da tabela 1.

O módulo da divisória deve ter largura que permita o fácil manuseio, transporte e montagem. Não há restrições dimensionais.

4

NBR 13964:2003

Tabela 1 - Dimensões da divisória tipo painel

Dimensões em milímetros

Código

Nome da variável

Valor mín.

Valor máx.

h

1

Altura do módulo da divisória baixa

-

900

h

2

Altura do módulo da divisória média

901

1 400

h

3

Altura do módulo da divisória alta

1 401

1 800

h

4

Altura do módulo da divisória extra-alta

1 801

-

4.3 Materiais

4.3.1 Nas divisórias que apresentarem elementos constituintes de vidro, deve ser empregado vidro de segurança. O tipo

de vidro empregado e o nível de segurança devem ser definidos em comum acordo entre o fornecedor e o consumidor.

4.3.2 Todos os componentes metálicos devem ser feitos de material resistente à corrosão, ou ser adequadamente

protegidos contra a corrosão. As partes metálicas devem ser expostas a uma atmosfera como especificada na NBR 8094:1983, por um período de 24 h. Depois disso, o grau de corrosão deve ser determinado conforme a ISO 4628, não devendo ser maior que Ri 1. Em complemento aos requisitos de 4.3 da NBR 8094:1983, os corpos-de-prova para os ensaios de corrosão devem ser representativos das porções dos componentes metálicos mais susceptíveis de corrosão, tais como as regiões onde ocorreu dobramento, usinagem ou solda, bem como regiões de contato entre componentes metálicos de composições diferentes (par galvânico).

4.4 Segurança e u sabilidade

4.4.1 A divisória deve ser fornecida com manual do usuário, no qual constem a classificação segundo os critérios

aplicáveis, as instruções para uso e regulagem e as recomendações de segurança cabíveis. A possibilidade de que a

configuração de painéis oferecida pelo fornecedor tenha desempenho diferente daquela do corpo-de-prova prescrito em 6.2 deve ser informada.

4.4.2 A especificação das dimensões e da configuração dos sistemas de divisórias deve levar em conta a forma de

utilização do espaço a que se destinam, com especial atenção aos problemas de acessibilidade. Elementos de apoio ou de

fixação ao piso não devem constituir obstáculos significativos à circulação de pessoas e de cargas.

4.4.3 As bordas de pa inéis, montantes, guias, perfis, ponteiras, arremates e quaisquer outros elementos construtivos da

divisória que sejam acessíveis ao usuário devem ser arredondadas, com raio de curvatura maior que 2 mm.

4.4.4 O manual do us uário deve indicar os valores máximos e mínimos referidos em 6.2, relativos à montagem do corpo-

de-prova para os ensaios de resistência.

4.4.5 A estabilidade d o sistema de divisórias e da configuração de painéis oferecida pelo fornecedor deve ser assegurada

por ele, inclusive no que se refere à possibilidade de instalação de elementos suspensos nas divisórias, e indepen- dentemente da realização de ensaio específico de estabilidade.

4.4.6 As divisórias nã o devem ser utilizadas como suporte de peças suspensas, caso não tenham sido especificadas para

essa função.

5 Amostragem

Antes do início dos ensaios, deve-se assegurar que a divisória a ser ensaiada tenha sido produzida a pelo menos quatro semanas e mantida em condições ambientais normais. Isso é para assegurar que ela já tenha atingido plenas condições de resistência, principalmente no caso de possuir juntas coladas.

Se o corpo-de-prova tiver estrutura ou elementos estruturais determinantes de madeira ou seus derivados, este deve ser condicionado por no mínimo 15 dias em ambiente normal com temperatura de (27 ± 2)°C e umidade relativa de (65 ± 5)%, conforme recomendado pela ISO 554 para climas tropicais.

As amostras devem ser escolhas aleatórias de produtos de linha ou, no caso de protótipos, ter as mesmas características do produto a ser comercializado. No caso de divisórias a serem montadas pelo consumidor, devem-se utilizar as instruções do manual para montagem. Caso não sejam fornecidas instruções de fixação e montagem dos componentes, o procedimento adotado deve ser registrado no relatório de ensaio.

As amostras devem ser sempre inspecionadas antes e após cada ensaio, verificando-se e registrando-se as eventuais alterações.

NBR 13964:2003

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6 Métodos de ensaio

6.1 Aparelhagem

6.1.1 Superfície de apoio

Superfície do piso, perfeitamente horizontal e plana.

6.1.2 Travamentos

Elementos posicionados na superfície de apoio, para impedir que a divisória deslize, porém permitindo a inclinação desta. Os travamentos não devem ter mais de 12 mm ± 0,5 mm de altura, a não ser nos casos em que a configuração do corpo- de-prova exigir travamentos maiores, quando deve ser utilizada a mínima altura capaz de impedir o deslizamento da divisória.

6.1.3 Aparelho de aplicação de força horizontal

Mecanismo capaz de aplicar uma força horizontal graduável.

6.1.4 Superfície de carregamento

Objeto cilíndrico rígido, com 200 mm ± 0,5 mm de diâmetro, tendo uma de suas bases com borda arredondada, com 12 mm ± 0,5 mm de raio.

6.1.5 Aparelho de impacto

Saco com 200 mm ± 0,5 mm de diâmetro, lastrável com esferas de material rígido, com massa total de 25 kg ± 0,125 kg, suspenso por um cabo, conforme indicado na figura 3. O ponto de aplicação do impacto do aparelho deve estar a 1 250 mm ± 0,5 mm do ponto de pivotamento.

Dimensões em milímetros

± 0,5 mm do ponto de pivotamento. Dimensões em milímetros Figura 3 - Aparelho de impacto

Figura 3 - Aparelho de impacto

6.2 Procedimento

Não é necessário submeter os corpos-de-prova a condicionamento prévio, exceto quanto ao previsto na seção 5.

A configuração de montagem das divisórias a serem ensaiadas deve ser a representada na figura 4, formada por três painéis, segundo as dimensões lineares e angulares especificadas nessa figura. As indicações de “mínimo” e “máximo” aí contidas referem-se aos valores extremos de largura do módulo da divisória, do conjunto de valores dessas dimensões, nos componentes oferecidos pelo fornecedor para a montagem de sistemas de divisórias.

Para a realização dos ensaios descritos em 6.2.1 e 6.2.2, devem ser montados corpos-de-prova para cada uma das alturas de módulos comercializados pelo fornecedor. É possível a realização de ensaios para outras configurações específicas de montagem, mediante solicitação do interessado.

6.2.1

Resistência à aplicação de força

6

NBR 13964:2003

Ensaio que avalia a capacidade de o corpo-de-prova resistir às forças que podem provocar elevação de um ou mais pontos de apoio, o que leva ao tombamento da divisória.

A divisória deve ser posicionada sobre a superfície de apoio de 6.1.1 com os travamentos de 6.1.2 encostados nos pontos

de apoio, conforme a figura 4.

Uma força horizontal deve ser aplicada com os equipamentos de 6.1.3 e 6.1.4 no ponto médio da divisória localizado a 1 300 mm ± 0,5 mm acima da superfície de apoio ou a 100 mm ± 0,5 mm abaixo do topo do painel, optando-se pelo que for mais baixo. Esta força deve ser gradualmente aumentada até atingir 180 N ± 9 N, ou até que o corpo-de-prova se incline, dentro do limite permitido pelos batentes indicados na figura 4.

A força deve então ser removida e o resultado avaliado conforme 6.3.

Caso o ponto de aplicação da força corresponda a uma região flexível da divisória, de forma a alterar significativamente o efeito da aplicação da força, essa região deve ser previamente recoberta com uma chapa rígida leve, apoiada nos montantes do painel central, de modo que a força seja exercida sobre essa chapa.

Dimensões em milímetros

seja exercida sobre essa chapa. Dimensões em milímetros Figura 4 - Ensaio de resistência à aplicação

Figura 4 - Ensaio de resistência à aplicação de força

6.2.2 Resistência ao impacto

Ensaio para verificação de resistência ocasionalmente.

e

funcionamento

do

móvel

sob

o

efeito

rápido

de

cargas

que

ocorrem

A divisória deve ser posicionada sobre a superfície de 6.1.1 com os travamentos de 6.1.2 encostados nos pontos de apoio,

conforme a figura 5.

Utilizando-se o aparelho descrito em 6.1.5, solto a partir de uma distância horizontal de 600 mm ± 0,5 mm, deve-se aplicar um impacto em um ponto da divisória localizado a 1 300 mm ± 0,5 mm acima da superfície de apoio ou a 100 mm ± 0,5 mm abaixo do topo do painel, optando-se pelo que for mais baixo. O ensaio deve ser realizado duas vezes, em pontos de aplicação do impacto escolhidos dentre os considerados mais desfavoráveis à resistência do corpo-de- prova. O resultado deve ser avaliado conforme 6.3.

NBR 13964:2003

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Dimensões em milímetros

Dimensões em milímetros Figura 5 - Ensaio de resistência ao impacto 6.3 Avaliação dos resultados É

Figura 5 - Ensaio de resistência ao impacto

6.3 Avaliação dos resultados

É considerado aprovado no ensaio o corpo-de-prova que não apresentar qualquer das alterações genericamente descritas

em 6.4-d).

6.4 Relatório de en saio

O relatório de ensaio deve conter, no mínimo as seguintes informações:

a) referência a esta Norma;

b) descrição dos dados relevantes do corpo-de-prova (fabricante, componentes, modelos, códigos, dimensões,

configuração);

c) qualquer variação eventual em relação aos métodos de ensaio descritos nesta Norma;

d) ruptura, deformação ou afrouxamento de qualquer componente, inclusive perdas de conexão ou de alinhamento

entre componentes para passagem de fiação, que possam acarretar risco de curto-circuito ou incêndio;

e) nome e endereço do laboratório de ensaio;

f) data do ensaio.