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Elétrica

Metrologia

Noções Básicas

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI

Armando de Queiroz Monteiro Neto Presidente

SENAI – DEPARTAMENTO NACIONAL

José Manuel de Aguiar Martins Diretor-Geral

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESPÍRITO SANTO - FINDES

Lucas Izoton Vieira Presidente

SENAI – Departamento Regional do Espírito Santo

Robson Santos Cardoso Diretor Regional

Confederação Nacional da Indústria Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Espírito

Confederação Nacional da Indústria Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Espírito Santo

Metrologia

Noções Básicas

Vitória

2006

© 2006. SENAI - Departamento Regional do Espírito Santo É proibida a reprodução total ou parcial desta publicação, por quaisquer meios, sem autorização prévia da Companhia Vale do Rio Doce.

SENAI/ES Gerência de Educação e Tecnologia Núcleo de Educação Profissional - NEP

Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP)

S474m

SENAI. Departamento Regional do Espírito Santo.

Serviço Nacional de

Aprendizagem Industrial, Departamento Regional do Espírito Santo. – Vitória : SENAI, 2006. 116 p. : il.

Metrologia noções

básicas

/

Inclui bibliografia.

1. Medição - Normas gerais. 2.Unidades de medidas. 3. Unidades dimensionais. 4. Medidas lineares. 5. Transformação de medidas. 6. Potência. 7. Aparelhos de medição. II. Título.

CDU: 389

SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Departamento Regional do Espírito Santo

Industrial - Departamento Regional do Espírito Santo Sede Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 Ed. Findes

Sede Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 Ed. Findes - 6º andar CEP: 29045-401 - Vitória - ES Tel: (27) 3334-5600 Fax: (27) 3334-5770 http://www.es.senai.br

SUMÁRIO

Apresentação

07

Introdução

09

Metrologia

11

Medição: aspectos gerais

11

Unidades de medida

13

Instrumentos de medição

15

Instrumentos digitais

15

Instrumentos analógicos

15

Calibração

16

Unidades dimensionais

17

Medidas lineares

17

Medidas de área

19

Medidas de volume

19

Medidas de massa

20

Medidas de pressão

20

Medidas de temperatura

22

Medidas de rotação

22

Medidas de força

22

Medidas de velocidade de rotação

23

Medidas de tempo

24

Medidas de potência

24

Medidas de umidade

25

Medição de distância

27

Régua graduada

27

Paquímetro

32

Medição de pressão

51

Manômetro

51

Medição de temperatura

57

Termômetro

57

Medição de umidade

61

Higrômetro

61

Medição de torque

63

Tacômetro

63

Galvanômetro

65

Bobina móvel

65

Ferro móvel

66

Eletrodinâmico

68

Medição de Corrente

69

Amperímetro

71

Alicate Amperímetro

72

Medição de Tensão

77

Voltímetro

78

Medição de Resistência Elétrica

81

Ohmímetro

81

Megôhmetro

86

A Ponte de Wheatstone

87

Medição de Potência

89

Wattímetro

90

Medição de Potência em Circuitos Trifásicos

91

Distorção em Medidas Elétricas

93

Precisão dos instrumentos

93

Erro de Paralaxe nos Instrumentos Analógicos

94

Multímetros

97

Categorias e Isolação dos Multímetros

98

Pontas de Prova

99

Grandezas e Fundos de Escala

101

Simbologia dos Instrumentos de Medição Elétrica

103

Precisão

104

Exercícios

107

Referências Bibliográficas

115

Apresentação O mundo do trabalho passa por constantes modificações motivadas pelo avanço tecnológico que ocorre,

Apresentação

O mundo do trabalho passa por constantes modificações motivadas pelo avanço

tecnológico que ocorre, tanto no âmbito de máquinas e equipamentos, como na

implementação de sistemas mais complexos e eficazes de produção.

De maneira geral, as indústrias dependem cada vez mais das áreas de manutenção

industrial e eletroeletrônica para diversificar, ampliar e ser competitivas num

mercado cada vez mais exigente.

Processos complexos, plantas industriais inovadoras, equipamentos com alta tecnologia, produções diuturnas, máquinas e equipamentos sendo utilizados no limite da produtividade, exigem serviços de manutenção eficazes, e para que isto aconteça, os profissionais de manutenção, precisam adotar padrões de qualidade exigentes e eficazes.

Neste enfoque, a formação continuada dos profissionais passa a ser um diferencial para as indústrias de ponta.

Percebendo esta importância e visando atender às necessidades de preparação destes profissionais para a certificação profissional, a CVRD e o SENAI conceberam um conjunto de materiais didáticos, composto de 12 módulos de mecânica e 10 de elétrica.

O material foi desenvolvido atendendo aos critérios estabelecidos pela ABRAMAN,

nos aspectos teóricos e práticos, além de ser planejado nos aspectos de facilitar a compreensão do conteúdo e propiciar uma série de exercícios que facilitam o aprendizado.

Este é mais um resultado da parceria entre a CVRD e o SENAI, pela busca por aliar crescimento econômico e tecnológico ao desenvolvimento pessoal.

A implementação do programa de Certificação Profissional, amparado nos

conteúdos ora apresentados, tornarão possível a melhoria contínua dos profissionais que atuam nas duas áreas enfocadas: você profissional de Mecânica e você profissional de Eletricidade.

Introdução A Metrologia proporciona possibilidades de conhecer os pr incipais instrumentos e procedimentos de medição.

Introdução

A Metrologia proporciona possibilidades de conhecer os principais instrumentos e

procedimentos de medição.

A medição é uma operação antiga e de fundamental importância para diversas

atividades do ser humano. Ela é uma ferramenta fundamental no crescimento e inovação tecnológica, promovendo a competitividade e criando um ambiente favorável ao desenvolvimento científico e industrial em todo e qualquer país.

Nesta apostila, tentamos sistematizar o conhecimento sobre os instrumentos usados no seu cotidiano, para que servem, a forma correta de utilizá-lo e como interpretar a leitura dos mesmos. Neste material você conhecerá as grandezas do Sistema Internacional (SI) e aprenderá converter polegadas para milímetros e vice-versa.

Norteado por essa visão e pensando no seu aperfeiçoamento profissional, o SENAI/ES desenvolveu este material baseado nas exigências da Associação Brasileira de Manutenção (ABRAMAN) para sua certificação e qualificação.

Metrologia A metrologia é a ciência que estuda unidade s de medida e processos de

Metrologia

A metrologia é a ciência que estuda unidades de medida e processos de medição.

Todos os instrumentos de medidas e equipamentos, quando fabricados, possuem imperfeições que são acentuadas com o uso. Estas imperfeições podem ser minimizadas através do controle de medidas para que os defeitos de fabricação e o desgaste de uso não prejudiquem os resultados finais. Este processo é chamado de controle dimensional.

O controle dimensional é um processo de comparação das medidas apresentadas pelo instrumento que é submetido ao teste com equipamentos de melhor precisão. Isto é necessário para manter os erros dentro de limites previamente estabelecidos. Seu principal objetivo é orientar a fabricação para que haja redução de perdas e aumento da produtividade, e não para reter ou rejeitar os produtos feitos fora das normas de qualidade.

Medição: aspectos gerais

As medições são feitas comparando-se uma grandeza com outra de mesma espécie

considerada como unidade.

Por exemplo, para medirmos uma peça, usamos a unidade referente ao comprimento. Essa unidade deriva do metro 1 . Se ela mede dois metros é porque nela a unidade metro cabe duas vezes.

Seguindo esse mesmo procedimento de comparação, podemos medir tempo, massa, volume, temperatura, etc. Para cada medida existe uma unidade apropriada. Não podemos, por exemplo, medir tempo em metros.

O ato de medir só será bem feito por aqueles que têm conhecimento. Esse

conhecimento é adquirido através do aprendizado acompanhado de treinamento no

qual o aluno será orientado segundo normas gerais de medição.

As normas gerais de medição exigem tranqüilidade, limpeza, cuidado, paciência, senso de responsabilidade, sensibilidade, finalidade da medida, instrumento adequado e domínio sobre o instrumento.

1 unidade fundamental do Sistema Internacional (SI) que padroniza as unidades de medidas utilizadas em todo o mundo.

Unidades de medida As unidades estabelecidas para medir um a grandeza são fixadas por definição.

Unidades de medida

As unidades estabelecidas para medir uma grandeza são fixadas por definição. Não dependem, portanto, de quaisquer condições físicas, como temperatura, pressão, grau de umidade, etc. Atualmente, prevalecem na prática as unidades do Sistema Internacional (SI).

Unidades Geométricas e Mecânicas Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

Grandeza

Nome

Símbolo

Comprimento

metro

m

Área

metro quadrado

m

2

Volume

metro cúbico

m

3

Ângulo Plano

radiano

rad

Tempo

segundo

s

Freqüência

hertz

Hz

Velocidade

metro por segundo

m/s

Aceleração

metro por segundo, ao quadrado

m/s 2

Massa

quilograma

kg

Força

newton

N

Momento de uma força Torque

newton-metro

N.m

Pressão

pascal

Pa

Trabalho, Energia, Quantidade de calor

joule

J

Potência, Fluxo de energia

watt

W

Unidades Elétricas e Magnéticas Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

Grandeza

Nome

Símbolo

Corrente elétrica

 

ampère

A

Carga elétrica (quantidade de eletricidade)

 

coulomb

C

Tensão

elétrica,

diferença

de

potencial,

força

volt

V

eletromotriz

 

Gradiente

de

potencial,

intensidade

de

campo

volt por metro

V/m

elétrico

Resistência Elétrica

 

ohm

Resistividade

 

ohm.metro

.m

Condutância

 

siemens

S

Condutividade

 

siemens por metro

S/m

Capacitância

 

farad

F

Indutância

 

henry

H

Potência aparente

 

volt-ampère

VA

Indução magnética

 

tesla

T

Fluxo magnético

 

weber

Wb

Intensidade de campo magnético

 

ampère por metro

A/m

Relutância

 

ampère por weber

A / Wb

As unidades de medida têm uma definição absoluta, mas na prática estão sujeitos a variações

As unidades de medida têm uma definição absoluta, mas na prática estão sujeitos a variações provocadas pelas mudanças de condições físicas, deslocamentos ou falhas dos instrumentos. Os padrões só expressam com exatidão as unidades que representam, se estiverem dentro das condições específicas.

O INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – é o órgão brasileiro de normalização.

Instrumentos de medição Instrumento de medição é qualquer dispositivo utilizado para avaliar alguma grandeza como,

Instrumentos de medição

Instrumento de medição é qualquer dispositivo utilizado para avaliar alguma grandeza como, volume, massa, comprimento, velocidade, pressão, etc.

Instrumentos digitais

Os medidores digitais medem as grandezas em instantes definidos de tempo. Esses instantes são chamados instantes de amostragem. Uma descrição mais detalhada do princípio de funcionamento desse tipo de instrumento foge aos objetivos deste material. Entretanto, é provável que o leitor tenha a oportunidade de ver e utilizar instrumentos digitais em seu dia-a-dia profissional, pois eles apresentam algumas vantagens sobre os instrumentos analógicos: têm uma influência menor sobre o circuito ao qual estão sendo ligados, são mais fáceis de operar e fornecem resultados mais precisos.

AUTO AC 0.0 00 m A CAT III 1000V mA V A
AUTO
AC
0.0 00
m A
CAT III 1000V
mA
V
A

Instrumentos analógicos

Os medidores analógicos funcionam com base em de conjuntos mecânicos ou eletromecânicos. São instrumentos que, possuem uma escala visível na qual o operador identifica a medida. Neste tipo de instrumento, é possível acompanhar as variações da medida continuamente, pois os mecanismos de funcionamento utilizados alteram a posição do indicador de maneira direta.

OHMS 10 5 8 2 40 200 6 1 10 30 150 20 0 20
OHMS
10
5
8
2
40
200
6
1
10
30
150
20
0
20
1
2k 1k 500
10
50
DC
250
15
0
AC
30
A mA
15
4
22
20,000
DC
20
8,000
100
/ / V V AC
50
OFF
1000
1000
DC V
AC V
5
250
250
bd
50
50
+
10
10
MAX
PNP
NPN
DC 10A
OHMS
TR
2.5
2
TR
X 10K
E B C E
COM
V
A
2.5m
X 1K
25m
XX 1100
2
10
100
DCmA
OHM
10
250m
X 1
DC 10A
50
200
0
0
0
AC
DC
0
3
100
V
db
Calibração É o conjunto de operações que estabelece, s ob condições especificadas, a relação entre

Calibração

É o conjunto de operações que estabelece, sob condições especificadas, a relação entre os valores indicados por um instrumento de medição e os valores representados por uma medida de referência materializada ou indicada por um instrumento com maior precisão. Para indicar uma medida precisa, é indispensável que o instrumento esteja calibrado.

A boa medida depende da qualidade do instrumento empregado. Devem ser respeitados os limites mínimo e máximo da capacidade de medição do instrumento para evitar que este sofra danos irreparáveis e conseqüentes erros na indicação das medições.

Os instrumentos de medida devem ser calibrados com regularidade, segundo Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) vigente, porque, com o passar do tempo e a utilização, esses instrumentos podem sofrer alterações.

Unidades dimensionais As unidades de medidas representam valores de referência, que permitem: - Expressar mecânicos);

Unidades dimensionais

As unidades de medidas representam valores de referência, que permitem:

- Expressar

mecânicos);

as

dimensões

de

objetos

(realização

de

leituras

de

desenhos

- Confeccionar e, em seguida, controlar as dimensões desses objetos (utilização de aparelhos e instrumentos de medidas);

Medidas lineares

A necessidade de medir nasceu com o homem. Desde os primeiros tempos, foi

preciso avaliar o tamanho da árvore vista, do animal abatido, da distância percorrida, etc.

Com o desenvolvimento industrial, a necessidade de medir foi aumentando e exigindo, ao mesmo tempo, maior precisão nas avaliações. Em primeiro lugar, adotaram-se como medidas as unidades naturais: pé, braço, passo, etc. Depois foram estabelecidos padrões completamente arbitrários.

O metro

É a medida de comprimento padrão do Sistema Internacional (SI), definida, atualmente, como sendo “o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante o intervalo de tempo de 1/ 299.792.458 do segundo”.

Mas a definição de metro nem sempre foi essa. Várias outras foram utilizadas, sendo a primeira delas, em 1790, quando se estabeleceu como sendo uma unidade natural que deveria ser facilmente reproduzida e seus submúltiplos estabelecidos segundo o sistema decimal. Essa nova unidade deveria ser igual a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre.

aa 1 4 de meridiano Linha do equador bb Linha do meridiano
aa
1 4 de meridiano
Linha do equador
bb
Linha do meridiano

É importante observar que, apesar das várias definições usadas no decorrer dos

anos, o valor do metro não se alterou. Ao contrário, serviram para melhorar a sua precisão.

O metro padrão universal é a distância materializada pela gravação de dois traços no plano

O metro padrão universal é a distância materializada pela gravação de dois traços no plano neutro de uma barra confeccionada a partir de uma liga bastante estável, composta de 90% de platina e 10% de irídio, cuja seção de máxima rigidez tem a forma de um X.

Plano neutro
Plano neutro

Múltiplos e Submúltiplos do Metro

Prefixo(m) Símbolo(m) Fator Representatividade do Fator

Prefixo(m)

Símbolo(m)

Fator

Representatividade do Fator

Prefixo(m) Símbolo(m) Fator Representatividade do Fator
 

yottametro

ym

10

24

1 000 000 000 000 000 000 000 000m

 

zettametro

zm

10

21

1 000 000 000 000 000 000 000 m

 

exametro

em

10

18

1 000 000 000 000 000 000 m

 

petametro

pm

10

15

1 000 000 000 000 000 m

 

terâmetro

tm

10

12

1 000 000 000 000 m

 

gigâmetro

gm

10

9

1 000 000 000 m

 

megâmetro

mn

10

6

1 000 000 m

 

quilômetro

km

10

3

1 000 m

 

hectômetro

hm

10

2

100 m

 

decâmetro

dam

10

1

10 m

 

metro (unidade)

m

1
1

1 m

 
 

decímetro

dm

10

-1

0,1m

 

centímetro

cm

10

-2

0,01m

 

milímetro

mm

10

-3

0,001m

 

micrômetro

µm

10

-6

0,000 001m

 

nanômetro

nm

10

-9

0,000 000 001m

 

picômetro

pm

10

-12

0,000 000 000 001m

 

femtômetro

fm

10

-15

0,000 000 000 000 001m

 

attômetro

am

10

-18

0,000 000 000 000 000 001m

 

zeptometro

zm

10

-21

0,000 000 000 000 000 000 001m

 

yoctometro

ym

10

-24

0,000 000 000 000 000 000 000 001m

  yoctometro ym 1 0 -24 0,000 000 000 000 000 000 000 001m

Unidades Não Oficiais - Sistemas Inglês e Americano

Os países anglo-saxões utilizam um sistema de medidas baseado na jarda imperial (yard) e seus derivados não decimais, em particular a polegada ( ” ) inglesa (inch), equivalente a 25,399 956mm à temperatura de 0ºC.

Os americanos adotam a polegada milesimal, cujo valor foi fixado em 25,400 050

mm.

Em razão da influência anglo-saxônica na fabricação mecânica, emprega-se, freqüentemente, para as medidas industriais, a polegada de 25,4mm.

Tabela de Outras grandezas Comparação de Unid. Anglo-Americana com as Métr. – Unid. de Compr.

Tabela de Outras grandezas Comparação de Unid. Anglo-Americana com as Métr. – Unid. de Compr.

Unidade

 

Equivalente em

 

pol

jarda

mm

m

km

1 pol

1

0,08333

0,02778

25,4

0,0254

-

1 pé

12

1

0,3333

304,8

0,3048

-

1 jarda

36

3

1

914,4

0,9144

-

1 mm

0,03937

3281 . 10 -6

1094 . 10 -6

1

0,001

10

-6

1 m

39,37

3,281

1,094

1000

1

0,001

1 km

39370

3281

10

94

10

6

1000

1

Medidas de área

Área ou superfície é o produto de dois comprimentos. A unidade SI usada para medir área é o metro quadrado e seu símbolo é m 2 .

Muitas vezes se faz confusão nas medidas de área, pois um quadrado com 10 unidades de comprimento de lado contém 10 x 10 = 100 unidades de área. Assim, 1cm = 10mm, entretanto, 1cm 2 = 100mm 2 , o que se explica ao examinarmos a figura ao lado.

Da mesma forma:

1 m 2 = 1m x 1m = 100cm x 100cm = 10000 cm 2

1 m 2 = 1000mm x 1000mm = 1.000.000 mm 2

= 10000 cm 2 1 m 2 = 1000mm x 1000mm = 1.000.000 mm 2 Grandezas

Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

Unidade

 

Equivalente em

 

m

2

µm 2

mm

2

cm

2

dm 2

km 2

1 m 2

1

10

12

10

6

10

4

10

2

10

-6

1 µm 2

10

-12

1

10

-2

10

-8

10

-10

10

-18

1 mm 2

10

-6

10

6

1

10

-2

10

-4

10

-12

1 cm 2

10

-4

10

8

10

2

1

10

-2

10

-10

1 dm 2

10

-2

10

10

10

4

10

2

1

10

-8

Unidade

 

Equivalente em

 

pol 2

2

jarda 2

cm

2

dm 2

m

2

1 pol 2

1

-

-

6,452

0,06452

-

1 pé 2

144

1

0,1111

929

9,29

0,0929

1 jarda 2

1296

9

1

8361

83,61

0,8361

1 cm 2

0,155

-

-

1

0,01

0,0001

1 dm 2

15,5

0,1076

0,01196

100

1

0,01

1 m 2

1550

10,76

1,196

10000

100

1

Medidas de volume

É o produto de três medidas (comprimento, largura e altura). O

metro cúbico é a unidade de volume padrão do SI e o seu símbolo é m 3 . De forma semelhante à área, podemos provar que um cubo com 10 unidades de comprimento contém 10 x 10 x 10 = 1000 unidades de volume.

com 10 unidades de comprimento contém 10 x 10 x 10 = 1000 unidades de volume.
Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI) Unidade   Equivalente em     m

Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

Unidade

 

Equivalente em

 
 

m

3

mm

3

cm

3

   

dm 3

 

1)

km 3

 
 

1 m 3

 

1

10

9

10

6

 

10

3

 

10

9

 

1 mm 3

 

10

-9

1

10

-3

 

10

-6

10

-18

 

1 cm 3

 

10

-6

10

3

1

 

10

-3

10

-15

 

1 dm 3

 

10

-3

10

-6

10

3

 

1

10

-12

 

1 km 3

 

10

9

10

18

 

10

15

 

10

12

1

1)

1dm 3 = 1l (Litro)

 

Unidade

 

Equivalente em

 

pol 3

   

3

 

jarda 3

cm

3

 

dm 3

 

m

3

1 pol 3

1

 

-

 

-

16,39

   

0,01639

 

-

1 pé 3

1728

   

1

 

0,037

28320

   

28,32

0,0283

1 jarda 3

46656

   

27

 

1

765400

   

-

 

-

1 cm 3

0,06102

3531 . 10 -8

 

1,31 . 10 -6

   

1

 

0,001

 

10

-6

1 dm 3

61,02

   

0,03531

 

0,00131

1000

   

1

0,001

1 m 3

61023

   

3531

 

130,7

10

6

   

1000

 

1

Medidas de massa

O quilograma é a unidade SI de massa, com o símbolo kg. O padrão primário da unidade de massa é o protótipo internacional do quilograma - um cilindro de platina (90%) e irídio (10%), com diâmetro e altura iguais a 39mm.

Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

 

Unidade

 

Equivalente em

 

Kg

mg

 

g

 

dt

t = Mg

1

kg

1

10

6

10

3

 

10

-2

10

-3

1

mg

10

-6

1

10 -3

   

10

-8

10

-9

1

g

10

-3

10

3

 

1 10

-5

10

-6

1

dt

10

2

10

8

10

5

 

1

10

-1

1t = 1Mg

10

3

10

9

10

6

 

10

1

 

Comparação de Unidades Anglo-Americana com as Métricas (SI)

 
 

Unidade

 

Equivalente em

 

dracma

oz

 

lb

g

 

kg

 

Mg

dracma

1

0,0625

0,0033906

 

1,772

 

0,00177

 

-

oz

16

1

 

0,0625

28,35

 

0,02835

 

-

 

lb

256

16

 

1

453,6

 

0,4536

 

-

g

0,5644

0,3527

0,002205

 

1

 

0,001

 

10

-6

kg

564,4

35,27

 

2,205

1000

 

1

0,001

Mg

564,4 . 10 3

35270

 

2205

10

6

 

1000

 

1

Medidas de pressão

Pressão é um estímulo mecânico que atua sobre uma superfície, ou seja, é o resultado de uma força aplicada a uma região de um corpo.

No caso de um compressor, por exemplo, a força exercida pelo ar comprimido é aplicada em toda extensão da parede interna do cilindro.

Existem três tipos básicos de medida de pressão. São eles: Pressão atmosférica ou barométrica É

Existem três tipos básicos de medida de pressão. São eles:

Pressão atmosférica ou barométrica

É a pressão do ar e da atmosfera vizinha.

Pressão relativa ou manométrica

É a pressão tomada em relação à pressão atmosférica. Pode assumir valores negativos (vácuo) ou positivos (acima da pressão atmosférica).

Pressão absoluta

É a pressão tomada em relação ao vácuo completo ou pressão zero, portanto, só

pode assumir valores positivos.

A unidade de pressão padrão do SI é o Pascal e seu símbolo é Pa.

Um Pascal é a pressão exercida pela força de 1 Newton sobre uma superfície de 1 metro quadrado; portanto, a relação entre pressão, força e área é a seguinte:

Onde:

P=

F

A

P

= pressão em pascal

F

= Força em Newtons

A

= Área em metros quadrados

São utilizadas, também, as seguintes unidades de pressão:

2

Kgf/cm Ibs/pol 2 BAR Pol Hg Pol H 2 O ATM mmHg mmH 2 O kpa

: quilograma força por centímetro quadrado : libras por polegadas ao quadrado

:

:

:

:

:

:

BAR polegadas de mercúrio polegadas por água atmosfera milímetro de coluna de mercúrio milímetro de coluna d´água quilopascal

:

Equivalente em    

Equivalente em

   
Equivalente em    

Unidade

Kg/cm 2

Ibs/pol 2

BAR

Pol Hg

Pol H 2 O

ATM

mmHg

 

mmH 2 O

Kpa

Kg/cm 2

1

14,233

0,9807

28,96

393,83

0,9678

735,

58

10003

98,07

1bs/pol 2

0,0703

1

0,0689

2,036

27,689

0,068

51,71

 

70329

6,895

BAR

1,0197

14,504

1

29,53

401,6

0,98692

750,

06

10200

100

Pol Hg

0,0345

0,4911

0,03386

1

13,599

0,0334

25,399

 

345,40

3,3863

Pol H 2 O

0,0025

0,03611

0,00249

0,07353

1

0,00245

1,8677

 

25,399

0,24901

ATM

1,0332

14,696

1,0133

29,923

406,933

1

760,

05

10335

101,332

mmHg

0,00135

0,01933

0,00133

0,03937

0,5354

0,00131

1

 

13,598

0,13332

mmH 2 O

0,000099

0,00142

0,000098

0,00289

0,03937

0,00009

0,07363

 

1

0,0098

Kpa

0,01019

0,1450

0,01

0,29529

4,0158

0,00986

7,50056

 

101,998

1

1
Medidas de temperatura É o grau de agitação das moléculas. Quanto maior o grau de

Medidas de temperatura

É o grau de agitação das moléculas. Quanto maior o grau de agitação, maior a

temperatura.

O Kelvin é a unidade do SI de temperatura e o seu símbolo é K. O Kelvin é definido

como a fração

da temperatura termodinâmica do ponto tríplice da água

1

273,15

(equilíbrio simultâneo das fases sólidas, líquida e gasosa). Na prática, utiliza-se como unidade de temperatura o grau Celsius (ºC).

Uma outra escala, que ainda pode ser encontrada em equipamentos provenientes de países de língua inglesa é a Fahrenheit.

Unidades de Temperatura T = 273,15 + T Kelvin (K); K C T T Celsius
Unidades de Temperatura
T
= 273,15 +
T
Kelvin (K);
K
C
T
T
Celsius (°C)
= 5/9 (
- 32)
C
F
T
1,8
T
+ 32
Fahrenheit (°F).
=
F
C

Medidas de rotação

A quantidade de giros de um corpo em torno de um eixo por unidade de tempo é

denominada velocidade de rotação.

A velocidade de rotação é dada em RPM (número de rotações por minuto); portanto, dizer que um motor possui uma velocidade de 1720 RPM significa que seu eixo dá 1720 voltas (giros) por minuto.

Medidas de força

Inicialmente cabe diferenciar massa e força. Massa é uma propriedade inercial, a medida de quantidade de matéria de um corpo. Força é grandeza vetorial obtida do produto da massa pela aceleração, ou seja, quando se aplica uma força F em um corpo de massa m ele se move com aceleração a .

Força, massa e aceleração se relacionam conforme a equação:

Onde:

F = Força aplicada ( N )

m = Massa do corpo ( kg )

a = aceleração do corpo (

m/s

2

)

F=m.a

Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI) Unidade   Equivalente em     N

Grandezas baseadas no Sistema Internacional de Medidas (SI)

Unidade
Unidade

Unidade

 

Equivalente em

 
Unidade   Equivalente em  
 

N

2)

kN

MN

kp

dina

1

N

 

1

10

-3

10

-6

0,102

10

5

1kN

 

10

3

1

10

-3

1,102 . 10 3

10

8

1MN

 

10

6

10

3

1

0,102 . 10 6

10

11

1kp

 

9,81

 

9,81.10 -3

9,81 .10 -6

1

9,81 . 10 5

1

dina

10 -5

 

10

-8

10

-11

1,102 . 10 -5

1

2)

1N = 1Kg m/s 2

 
2 ) 1N = 1Kg m/s 2  

Medidas de torque

Torque é o movimento que produz torção ou rotação. Na figura é mostrado um sensor de torque (um torque sensor meter, uma célula de carga usada para medir torção e torque).

145.00
145.00

Para medir o torque em um sistema não-rotativo, o método mais simples é medir a força no ponto de aplicação e multiplicá-la pela distância entre ele e o centro de rotação. Podemos definir a seguinte relação:

Onde:

T = F .r

T = Torque

F = Força

r = distância do ponto de aplicação da força até ponto de rotação.

No caso de máquinas ou sistemas rotativos, vários métodos são utilizados para medir o torque: colocar a máquina rotativa em balanço e medir seu torque reativo; usar um freio de Prony (atrito seco).

Equilíbrio de tensão T Volante (N voltas/s) Corda Massa M
Equilíbrio de tensão
T
Volante
(N voltas/s)
Corda
Massa
M

Corrente de segurança

Medidas de tempo A unidade de base de medida de tempo é o segundo. Em

Medidas de tempo

A unidade de base de medida de tempo é o segundo. Em Outubro de 1967 na 13 a

Conferencia geral de pesos e medidas, o segundo foi definido da seguinte forma: “O segundo é a duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente aos dois níveis hiperfinos do estado básico dos átomos de Césio 133”.

Lembramos que o minuto (min), a hora (h) e o dia (d) não são unidades do sistema SI, mas são toleradas, sem restrições.

Medidas de potência

Por definição da ABNT, a potência é a derivada em relação ao tempo, de uma energia transferida ou convertida ou de um trabalho realizado, ou seja, é a quantidade de trabalho realizada por unidade de tempo.

A unidade de medida de potência do SI é o watt (W); porém, são utilizadas, na

prática, diversas unidades de medida da potência.

Na mecânica, usa-se o cavalo-vapor que não é uma unidade do SI. Ainda é temporariamente admitida, porém gradativamente está sendo substituída pelo watt, mesmo nas aplicações eletromecânicas, onde até hoje ainda caracteriza a potência de motores e geradores.

Cabe observar que o HP (horse power) já não é admitido há algum tempo, e o valor numérico em watt do cv é diferente do HP.

Entre o cavalo-vapor e o watt, tem-se oficialmente a relação:

1 cv = 735,3 W normalmente arredondado para 1 cv = 736 W, enquanto o HP tem o valor de 746 W.

Na área elétrica, são diversos os tipos de potência utilizadas. Assim, definem-se:

Potência ativa (P)

Valor médio da potência instantânea, durante um período.

Potência aparente (S)

Produto dos valores eficazes da tensão e da corrente.

Potência reativa (Q)

Possui esse nome, devido ao fato de ser provocada pela reatância do circuito. É a potência negativa que ocorre quando há defasagem entre tensão e corrente num circuito. Esta potência não fica disponível para realizar trabalho, ou seja, é a potência que “volta para a linha”.

Medidas de umidade Entende-se por umidade o conteúdo de água em uma subst ância ou

Medidas de umidade

Entende-se por umidade o conteúdo de água em uma substância ou material. No caso da umidade do ar, a água está misturada com o mesmo de forma homogênea no estado de vapor.

Como qualquer outra substância, o ar tem um limite de absorção. Este limite se denomina ponto de saturação. Abaixo do ponto de saturação (ponto de orvalho), o ar úmido não se distingue do ar seco ao simples olhar, sendo absolutamente incolor e transparente.

Acima do limite de saturação, a quantidade de água em excesso se precipita em forma de neblina ou pequenas gotas de água (chuva). A quantidade de água que o ar absorve antes de atingir a saturação depende da temperatura e aumenta progressivamente com ela.

A 0ºC a umidade é de 4,9 g/m³ e, a 20ºC, alcança 17,3 g/m³. A umidade absoluta é

a relação entre o peso da água dissolvida no ar e o peso do ar seco. Sua unidade é grama por Quilograma (g/Kg).

A umidade relativa é a relação existente entre a umidade absoluta do ar e a umidade

absoluta do mesmo ar no ponto de saturação à mesma temperatura. Indica-se normalmente em (% UR).

Medição de distância Régua graduada É um instrumento usado para medidas lineares que não exijam

Medição de distância

Régua graduada

É um instrumento usado para medidas lineares que não exijam exatidão além do

milímetro; pode ser feita de diversos materiais, dependo da finalidade do seu uso.

A régua apresenta-se, normalmente, em forma de lâmina. Nessa lâmina estão

gravadas as medidas em centímetro (cm) e milímetro (mm), conforme o sistema

métrico, ou em polegadas e suas frações, conforme o sistema inglês.

Sistema métrico

1m Graduação em milímetro (mm) 1mm = 1000 Sistema inglês 1 Graduação em polegadas (“)
1m
Graduação em milímetro (mm)
1mm = 1000
Sistema inglês
1
Graduação em polegadas (“)
1” =
jarda
36
Graduação
Face
2mm
36mm
114mm
137mm
11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
1313
1414
1515
11
22
33
44
55 66
1
11
1
7
1
32
2
2
3 7
4
8
5
16
Borda

As réguas graduadas apresentam-se nas dimensões de 150, 200, 250, 300, 500,

600, 1000,1500, 2000 e 3000 mm. As mais utilizadas na oficina são as de 150 mm (6") e 300 mm (12").

Tipos de régua graduada

A régua

necessidade de medidas em diversas condições.

graduada

apresenta-se

em

vários

tipos.

Isso

acontece,

devido

à

Régua de encosto interno Usada para medições que apresentam faces internas de referência. 11 22

Régua de encosto interno

Usada para medições que apresentam faces internas de referência.

11 22 33 44 55 66 77 88
11
22
33
44
55
66
77
88

Régua com encosto

Usada para a medição de comprimento a partir de uma face externa, a qual é
Usada para a medição de comprimento a partir de uma face externa, a qual é
utilizada como encosto.
00
11
22
33
44
55
66
77
88
11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
1313
1414
1515
1616
1717
1818
1919
2020

Régua sem encosto

Nesse caso, devemos subtrair do resultado o valor do ponto de referência. 10 mm 76
Nesse caso, devemos subtrair do resultado o valor do ponto de referência.
10 mm
76 mm
11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
1313
1414
1515
00
11
22
33
44
55
66
Leitura = 76 - 10 = 66 mm

Régua de profundidade

Utilizada nas medições de canais ou rebaixos internos.

8811 22 33 7744 55 66
8811
22
33
7744
55
66
Régua de dois encostos Dotada de duas escalas: uma com referência interna e outra com

Régua de dois encostos

Dotada de duas escalas: uma com referência interna e outra com referência externa. Utilizada, principalmente, pelos ferreiros.

Encosto Externo (graduação na face oposta) 0 1 2 3 4 5 6 7 8
Encosto Externo (graduação na face oposta)
0 1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
Encosto Interno
Graduação Interna

Régua rígida de aço-carbono com seção retangular

Utilizada para medição de deslocamentos em máquinas-ferramenta, controle de dimensões lineares, traçagem etc. 00
Utilizada para medição de deslocamentos em máquinas-ferramenta, controle de
dimensões lineares, traçagem etc.
00
11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
2828
2929
3030

Características

As réguas de manuseio constante devem ser de aço inoxidável ou de metais tratados termicamente.

Apresentar traços bem finos, bem definidos, uniformes, eqüidistantes e salientados em preto.

A escala deve ser de boa qualidade, apresentando bom acabamento, bordas retas e bem definidas e faces polidas.

Conservação

Evitar quedas e contato com ferramentas de trabalho.

Evitar flexioná-la ou torcê-la para que não se empene ou quebre.

Limpar após o uso para remover o suor e a sujeira.

Aplicar ligeira camada de óleo fino antes de guardá-la.

Leitura

Leitura no sistema métrico

Cada centímetro na escala encontra-se dividido em 10 partes iguais e cada parte equivale a 1 mm. Essa equivalência pode ser observada no quadro dos múltiplos e submúltiplos do metro apresentado na parte das medidas lineares. Assim, a leitura pode ser feita em milímetro.

A ilustração, a seguir, mostra, de forma ampliada, como a leitura deve ser feita. 1

A ilustração, a seguir, mostra, de forma ampliada, como a leitura deve ser feita.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 cm 1 cm 1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
0 cm
1 cm
1 mm
13 mm

Leitura no sistema inglês de polegada fracionária

Nesse sistema, a polegada divide-se em 2, 4, 8, 16

precisão chegam a apresentar 32 divisões por polegada, enquanto as demais só

apresentam frações de 16 1" .

partes iguais. As escalas de

A ilustração a seguir mostra essa divisão, representando a polegada em tamanho

ampliado.

1 2 3 4 0 1 ” 1 1 ” 3 ” 1 ” 3
1
2
3
4
0
1 ”
1
1
3 ”
1
3 ”
2
5 ”
7 ”
4
1 ”
8
3 ”
5 ”
8
7 ”
9 ”
8
11
4
13
8
15
16
16
16
16
16
16
16
16

Observe que, na ilustração anterior, estão indicadas somente frações de numerador ímpar. Isso acontece, porque, sempre que houver numeradores pares, a fração é simplificada.

A leitura na escala consiste em observar qual traço coincide com a extremidade do

objeto. Na leitura, deve-se observar sempre a altura do traço, porque ele facilita a identificação das partes em que a polegada foi dividida.

0 1 1 ” 1 ” 3 ” 1 ” 3 ” 2 5 ”
0
1
1 ”
1
3
1
3 ”
2
5 ”
7 ”
1
4
4
1 ”
8
3 ”
5 ”
8
7 ”
9 ”
8
11
13
8
15
1 ”
8
3 ”
16
16
16
16
16
16
16
16
16
16
Assim, o objeto na ilustração acima tem 1 polegada) de comprimento. Exercício 1 " 8

Assim, o objeto na ilustração acima tem 1 polegada) de comprimento.

Exercício

1"

8

(uma polegada e um oitavo de

Faça a leitura de frações de polegada em régua graduada.

Faça a leitura de frações de polegada em régua graduada. 00 11 22 33 44 55
Faça a leitura de frações de polegada em régua graduada. 00 11 22 33 44 55
00 11 22 33 44 55
00
11
22
33
44
55
Faça a leitura de frações de polegada em régua graduada. 00 11 22 33 44 55
Paquímetro É um instrumento usado para medir as dimensões lineares internas, externas e de profundidade

Paquímetro

É um instrumento usado para medir as dimensões lineares internas, externas e de profundidade de uma peça, com maior exatidão que a régua graduada.

A escala da régua do paquímetro é graduada em milímetro e/ou polegadas, podendo a

polegada ser fracionária ou milesimal.

O cursor é uma parte móvel ajustada à régua, provido de uma escala, chamada nônio ou

vernier. Ele desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada, o que permite a leitura na menor divisão da escala fixa.

Nônio ou Vernier (polegada) Garras Medida interna ou faces Fixador Escala Cursor Medida de (polegada)
Nônio ou Vernier
(polegada)
Garras
Medida
interna
ou faces
Fixador
Escala
Cursor
Medida de
(polegada)
profundidade
00
44
88
1/1281/128 inchinch
11
22
33
44
7”7”
11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1818
1919
1/10mm1/10mm
00
1010
Haste de
Régua
Fixo
profundidade
Nônio
Escala (mm)
Encosto
ou Vernier
Móvel
(mm)
Impulsor
Medida
externa
Bico móvel
Bico

O paquímetro é usado quando a quantidade de peças que se quer medir é pequena.

1" ou

Os instrumentos mais utilizados apresentam uma resolução de: 0,05 mm, 0,02 mm, 128

001”

As superfícies do paquímetro são planas e polidas, e o instrumento geralmente é feito de aço inoxidável. Suas graduações são calibradas a 20ºC.

Tipos e usos

Paquímetro universal

É utilizado em medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos. O paquímetro

universal é o tipo mais usado.

A

interna

O paquímetro universal é o tipo mais usado. A interna B de ressalto C externo D

B

de ressalto
de ressalto

C

externo

é o tipo mais usado. A interna B de ressalto C externo D de profundidade 32

D

de profundidade

mais usado. A interna B de ressalto C externo D de profundidade 32 Programa Nacional de
A D B 00 44 88 11 22 33 44 55 1010 2020 3030 4040
A D B 00 44 88 11 22 33 44 55 1010 2020 3030 4040
A
D
B
00
44
88
11
22
33
44
55
1010
2020
3030
4040
5050
6060
7070
8080
9090
100100
110110
120120
130130
0
10
C
Paquímetro universal com relógio

Trata-se de um modelo similar ao paquímetro universal, porém com um relógio acoplado ao cursor, o que facilita a leitura, agilizando a medição.

00 88 22 66 44 1010 2020 3030 4040 5050 66 6060 7070 8080 9090
00
88 22
66
44
1010
2020
3030
4040
5050 66
6060
7070
8080
9090
100100
110110
120120
130130
140140
150150
44
22
00 88
Paquímetro com bico móvel (basculante)

Empregado para medir peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes. Seu bico permite uma rotação de até 90°.

0 4 8 1/128 1” 0 1 2 3 4 0 5 10 0,1 mm
0
4
8
1/128
1”
0 1
2
3
4
0 5
10
0,1 mm
0
4
8
1/1
1”
0 1
2
3
4
0
5
10
0,1
Paquímetro digital Utilizado para leitura rápida, livre de erro de paralaxe, e ideal para controle

Paquímetro digital

Utilizado para leitura rápida, livre de erro de paralaxe, e ideal para controle estatístico. 11
Utilizado para leitura rápida, livre de erro de paralaxe, e ideal para controle
estatístico.
11
22
1010
1111
1212
1313
1414
1515
33
44
55
66
77
88
99

Princípio do Nônio ou Vernier

Os nomes dados à escala do cursor são em homenagem aos seus inventores: o português Pedro Nunes (Nônio) e ao francês Pierre Vernier (Vernier).

O nônio possui uma divisão a mais que a unidade usada na escala fixa.

Nônio 00 44 88 1/128in 11 22 33 44 77 00 11 22 33 44
Nônio
00
44
88
1/128in
11
22
33
44
77
00 11
22
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
1818
1919
00
1010
1/10mm1/10mm
0
10
escala fixa
Nônio
Impulsor
escala do cursor (nônio)
0
10

No sistema métrico, existem paquímetros em que o nônio possui dez divisões equivalentes a nove milímetros (9 mm). Há, portanto, uma diferença de 0,1 mm entre o primeiro traço da escala fixa e o primeiro traço da escala móvel.

Na imagem, abaixo, temos uma ilustração de um paquímetro fechado com destaque do nônio e da escala fixa para uma melhor visualização da precisão do instrumento.

1º traço (escala fixa) 00 44 88 1/128in 11 22 33 44 55 00 1010
1º traço (escala fixa) 00 44 88 1/128in 11 22 33 44 55 00 1010
1º traço (escala fixa)
00
44
88
1/128in
11
22
33
44
55
00 1010
2020
3030
4040
5050
6060
7070
8080
9090
100100
110110
120120
130130
00
1010
1º traço (escala móvel)
ESCALA FIXA
0
10
0
10
0.9
0.1
Nº de divisões do nônio (N + 1)
ESCALA MÓVEL

Cálculo de resolução

As diferenças entre escala fixa e a escala móvel de um paquímetro podem ser calculadas pela sua resolução.

A resolução é a menor medida que o instrumento oferece. Ela é calculada utilizando- se a seguinte fórmula:

UEF

Resolução = NDN

UEF = unidade da escala fixa NDN = número de divisões do nônio

Exemplo:

Nônio com 10 divisões

Nônio com 20 divisões

Nônio com 50 divisões

Resolução =

Resolução =

Resolução =

1

mm

10

divisões

1

mm

20

divisões

1

mm

50

divisões

=

=

=

0 ,1mm

0,05 mm

0,02 mm

Sistemas de medida Sistema métrico Na escala fixa ou principal do paquímetro, a leitura, tendo

Sistemas de medida

Sistema métrico

Na escala fixa ou principal do paquímetro, a leitura, tendo como referência o zero do nônio, corresponde à leitura em milímetro.

Em seguida, você deve contar os traços do nônio até o ponto em que um deles coincidir com um traço da escala fixa.

Depois, você soma o número que leu na escala fixa ao número que leu no nônio.

Para você entender o processo de leitura no paquímetro, são apresentados, a seguir, exemplos de leitura:

Exemplos

Faça a leitura e escreva a medida nas linhas pontilhadas.

Escala em milímetro e nônio com 10 divisões

UEF 1 mm Resolução: NDN = 0,1 mm = 10 div . 00 1010 00
UEF
1 mm
Resolução: NDN
= 0,1 mm
= 10
div .
00
1010
00
1010