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CASOS PRTICOS TRIBUTRIO

O Sr. Murteira celebrou um contrato-promessa com um construtor civil, antes da obra


ter comeado, de aquisio de um apartamento, pelo valor de 250 mil euros. Uns meses
depois, porque o contrato o previsse expressamente, sem que fosse necessrio
consentimento do construtor, o Sr. Murteira cedeu ao Sr. Nunes a sua posio
contratual, que lhe pagou dez mil euros pela cesso e mais os vinte mil que pagara
adiantadamente construtora. Depois, decidiu transmitir a posio contratual
Associao de Silvicultores da zona, pedindo 40 mil do j pago construtora e 10 mil
para ele prprio. No entanto, depois de pago o imposto, a Associao mudou de ideias,
porque no foi reconhecida a iseno. O Sr. Alves ficou ento com o apartamento, j
construdo, e decidiu permut-lo por um terreno agrcola, que valia 300 mil euros, tendo
a inteno de o arrendar para efeitos de instalao de um campo de golfe.

II

Antnio comprou umas guas-furtadas no Chiado, depois de uma remodelao, por 75


mil euros. Nessa altura, aproveitou a iseno para os imveis para a habitao, uma vez
que nunca lhe perguntaram no notrio para que iria servir a casa. Na verdade, mais do
que habitar a casa, instalou nele o seu atelier de design grfico, tendo feito mais
dinheiro do que aquele que gastou na casa. Por sugesto de um amigo, decidiu mesmo
requerer o reconhecimento de todo o prdio como prdio de interesse municipal, o que
lhe foi concedido. Agora, seis anos depois, Antnio recebe uma carta das Finanas para
pagar imposto dos seis anos anteriores, com o fundamento de que o imvel serve para
atividade comercial.
III