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Música Popular Portuguesa

A Rama

E

Óh rama, ó que linda rama,

A

E

Óh rama da oliveira!

F#m

O meu par é o mais lindo

C#m

B7

E

Que anda aqui na roda inteira!

E

Que anda aqui na roda inteira,

A

E

Aqui e em qualquer lugar,

C#m

F#m

Óh rama, que linda rama,

B7

E

Óh rama do olival!

Eu gosto muito de ouvir Cantar a quem aprendeu. Se houvera quem me ensinara, Quem aprendia era eu!

Não m' invejo de quem tem Parelhas, éguas e montes; Só m' invejo de quem bebe A água em todas as fontes.

Fui à fonte beber água, Encontrei um ramo verde; Quem o perdeu tinha amores, Quem o achou tinha sede.

Debaixo da oliveira Não se pode namorar; A folha é miudinha, Deixa passar o luar.

Alecrim

(G)A(C)lecrim alecrim aos mo(Dm)lhos por causa de ti choram os meus o(C)lhos ai meu am(F)or quem te disse a (C)ti que a flor do mon(G)te era o alecr(C)im

Alecrim alecrim doirado que nasce no monte sem ser semeado ai meu amor quem te disse a ti que a flor do monte era o alecrim

Apita o comboio

(C)Apita o comboio que coisa tão lin(G)da

Apita o comboio perto de coimbro

Apita o comboio lá vai apitar

Apita o comboio à beira do mar

à beira do mar, mesmo à beirinha

Apita o comboio no centro da linha

Apita o comboio debaixo do chão

Apita o comboio çá na estação

Apita o comboio lá vai a apitar

Apita o comboio à beira do mar

à beira do mar, mesmo à beirinha

Apita o comboio no centro da linha

Apita o comboio sobre o rio Douro

Apita o comboio ao chegar ao Porto

Apita o comboio lá vai à apitar

Apita o comboio à beira do mar

à beira do mar, mesmo à beirinha

Apita o comboio no centro da linha

Apita o comboio logo de manhã

Vai cheio de moças para à covilhã

Apita o comboio lá vai à apitar

Apita o comboio à beira do mar

à beira do mar, mesmo à beirinha

Apita o comboio no centro da linha

Bailinho da Madeira

Intro: D A D A D

tabchorus

D

G

Deixem passar

D

Esta linda brincadeira,

A

Que a gente vamos bailar

D

Pr' a gentinha da Madeira! {Bis} tab

D A D A D (2x)

D

A

Eu venho de lá tão longe,

D

ai eu venho de lá tão longe,

A

Venho sempre à beira-mar,

D

venho sempre à beira-mar.

A

Trago aqui estas "coibinhas",

D

trago aqui estas "coibinhas",

A

Pr' amanhã, pró seu jantar,

D

pr' amanhã, pró seu jantar.

Refrão (Bis)

D A D A D (2x)

A Madeira é um jardim,

a Madeira é um jardim,

No mundo não há igual, no mundo não há igual. Seus encantos não têm fim, seus encantos não têm fim, É vila de Portugal, é vila de Portugal.

Refrão (Bis)

D A D A D (2x)

Cheira a lisboa

Am

Lisboa já tem sol mas cheira a lua,

E7

Quando nasce a madrugada sorrateira E o primeiro eléctrico da rua

Dm

E7

Am

Faz coro c'oa chinela da Ribeira.

Dm

Am

Se chove, cheira a terra prometida,

E7

Am

Procissões têm cheiro a rosmaninho.

Dm

Am

Na tasca da viela mais escondida,

E7

A

Cheira a iscas (com elas) e a vinho.

A

Um craveiro numa água furtada,

E7

Cheira bem, cheira a Lisboa! Uma rosa a florir na tapada,

A

Cheira bem, cheira a Lisboa!

E7

A fragata que se ergue na proa,

A

A varina que teima em passar,

A7

D

Cheiram bem porque são de Lisboa,

A

E7

A

Lisboa tem cheiro de flores e de mar!

Lisboa cheira aos cafés do Rossio, E o fado cheira sempre a solidão, Cheira a castanha assada, se está frio, Cheira a fruta madura, quando é Verão. Nos lábios tem o cheiro dum sorriso, Manjerico tem o cheiro de cantigas, E os rapazes perdem o juízo Quando lhes dá o cheiro a raparigas.

{Refrão}

Malhão

(A) Ó malhão, malhão (E)

Que vida é a tua

Ó malhão, malhão

Que vida é a tua

Comer e beber

Ó trim tim tim

passear na rua

Ó malhão, malhão

Ó malhão vem ver

As ondas do mar

Ó trim tim tim

Aonde vão ter

Ó malhão, malhão

Ó malhão do norte

Quando o mar está bravo

Quando o mar está bravo

Faz a onda azul

Ó malhão, malhão

Ó malhão do Porto

Quem morreu morreu

Ó trim tim tim

Quem morreu está morto

Malmequer

C

Ai, malmequer mentiroso,

G7

Quem te ensinou a mentir?

Dm

G7

Tu dizes que me queres bem

C

Quem de mim anda a fugir!

C

G7

Desfolhei um malmequer

C

Num lindo jardim de Santarém!

G

Malmequer, bem-me-quer,

C

Muito longe está quem me quer bem! {Bis}

O malmequer pequenino Disse um dia à linda rosa:

Por te chamarem rainha, Não sejas tão orgulhosa!

Refrão

Malmequer não é constante, Malmequer muito varia! Vinte folhas dizem morte Treze dizem alegria!

Refrão

Coitado do malmequer Sem fazer mal a ninguém. São todos a desfolhá-lo Para ver quem lhe quer bem.

Refrão

Mulher gorda

Am

{x2}

E

A mulher gorda para mim não me convém Am eu não quero andar na rua com as banhas de ninguém

Dm Ai Ai Aiii

{Refrão 2x}

Am Eu gosto dessa mulher

E

Am

quero tê-la ao pé de mim, beijá-la quando quiser

{x2}

A mulher do Mickey para mim não me convém en não quero andar na rua com a rata de ninguém

{Refrão 2x}

{x2}

A mulher baixa a mim não me convém eu não quero andar na rua com o banco de ninguém

{Refrão 2x}

{x2}

A mulher alta a mim não me convém eu não quero andar na rua com o poste(escadote) de ninguém

{Refrão 2x}

{x2}

A mulher magra a mim não me convém eu não quero andar na rua com o esqueleto de ninguém

Óh José Aperta O Laço

C

G7

Como ninguém lhe ligava

C

O José foi à cidade

G7

Só p’ra ver se encontrava

C

Por lá qualquer novidade.

Viu um laço - rica ideia! Disse logo e foi comprar… E toda a gente da aldeia Começou logo a cantar:

C

G7

Ó José aperta o laço

C

Ó José aperta-o bem. {Bis}

G7

O laço bem apertado

C

Ai, ó José, fica-te bem. {Bis}

Com um laço tão catita Toda a vida se mudou E até a Maria Rita Logo o José cobiçou.

Combinou-se o casamento Que foi bem curto o namoro Pois até nesse momento Ele ouviu cantar em coro:

Refrão

Diz agora toda a gente Que o José sem desatinos Já guardou todo contente Muitos laços pequeninos.

Hão-de ser p’ró Josezinho Que o casal espera por fim E é a sorrir com carinho Que hoje o povo canta assim:

Refrão

Oliveira da serra

Oliveirinha da serra, A Que'o vento leva a flor. {Bis} A Ó-i-ó-ai, só a mim ninguém me leva,E7 A Ó-i-ó-ai, para o pé do meu amor. {Bis}E7 A

Oliveirinha da serra, Que'o vento leva a ramada. Ó-i-ó-ai, só a mim ninguém me leva, Ó-i-ó-ai, para o pé da minha amada.

Papagaio Loiro

C

G

Papagaio loiro,

C

De bico doirado,

G

Leva-me esta carta

C

Ao meu namorado.

Ao meu namorado Lindo como o ouro Leva-me esta carta Papagaio louro.

Papagaio louro De bico amarelo Faz xi-xi na cama Leva com o chinelo!

Não é um viúvo,

Nem divorciado;

Nem divorciado;

É

rapaz solteiro

E bem educado.

É rapaz bem feito, Muito aprumado,

Não tem um defeito

O meu namorado.

Eu daqui não saio Fico-te esperando, Voa papagaio Faz o que te mando.

Rosa arredonda a saia

Ó Rosa, arredonda a saia, A Ó Rosa, arredonda-a bem! E7

Ó Rosa, arredonda a saia,

Olha a roda que ela tem! A

Olha a roda que ela tem, Olha a roda que ela tinha!

Ó Rosa, arredonda a saia,

Que fique bem redondinha!

{Refrão}

A saia que traz vestida, É bonita e bem feita, Não é curta, nem comprida, Não é larga, nem estreita.

{Refrão}

Tia anica

A Tia Anica, tia Anica, Tia Anica de Loulé E7, A quem deixaria ela A caixinha do Arapé? {Bis}

A Olé, olá E7, Esta vida não está má A, Olá, olé E7, Tia Anica de Loulé A

Tia Anica, tia Anica, Tia Anica da Fuseta,

A quem deixaria ela

A barra da saia preta?

{Refrão}

Tia Anica, tia Anica, Tia Anica de Alportel,

A quem deixaria ela

A barra do seu mantel?

{Refrão}

Todos Me Querem

C

Am

G

Todos me querem, eu quero só um,

C

Quero o meu amor, não quero mais nenhum.

Am

G

Todos me querem, eu quero alguém,

C

Quero o meu amor, não quero mais ninguém!

C

Já passei a roupa a ferro

G7

Já passei o meu vestido

Dm

G7

Amanhã vou-me casar

C

E o Manel é meu marido.

O Manel é meu marido

O Manel é quem me adora

O Manel é quem me leva

Da minha casa p' ra fora.

Da minha casa p' ra fora Da minha casa p' ra dentro

O Manel é quem me leva No dia do casamento.

Vejam Bem

Vejam b(Am)em Que não há (G) só gaivotas em te(Am)rra Quando um ho(G)mem se põe a pe(Am)nsar

Quem lá vem Dorme à noite ao relento na areia Dorme à noite ao relento no mar

E se houver

Uma pra(G)ça de gente madu(Am)ra

E uma está(C)tua E uma estátua de febre a ar(E)der

Anda alguém Pela noite de breu à procura E não hà quem lhe queira valer

Vejam bem Daquele homem a fraca figura Desbravando os caminhos do pão

E se houver

Uma praça de gente madura Ninguém vai Ninguém vai levantá-la do chão