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Ensino Interativo ­ Universidade Anhembi Morumbi

 
 
Vitrinas Sensíveis Objetivo Apontar os novos caminhos do markentig, dentro das novas especificidades do conceito da
Vitrinas Sensíveis
Objetivo
Apontar os novos caminhos do markentig, dentro das
novas especificidades do conceito da ambientação e
dos interesses particulares do consumidores.
Tópicos
1. Vitrinas sensíveis

1. Vitrinas Sensíveis

Nas vitrinas fotografadas no ano de 2004 em Paris, realizadas para lojas de grife, percebe­se que várias mídias foram utilizadas para a montagem dessas produções dirigidas a uma classe social que ostenta o luxo devido ao seu estilo de vida. Para cada tipo de consumidor, se prevê um tipo de ação, apesar de que o marketing sensorial deveria ser visto globalmente, porém sempre é direcionado a uma classe mais intelectualizada, para depois captar o escalão seguinte. Isso quer dizer que um espaço é criado e visto por todos mas visado para um publico específico.

Como consumidores, todos os atores participam de um jogo coletivo. O sentimento de igualar­se pelo consumo traz vantagens e desvantagens para os sujeitos impondo renovações nos modos de vida e ao mesmo tempo fornece novos pontos de vista, mostra a realidade e as possibilidades de realização individual, e cria novas aspirações nos consumidores e a construção de identidades pessoais conforme o grupo. Com isso, cresce uma certa uniformização que leva ao prazer de consumir produtos devido ao poder das mídias na cultura de massa. A cultura de massa se revela como um poderoso instrumento para transformar a subjetividade e uniformizar o gosto e as opções entre as classes sociais. Razão porque o marketing e a propaganda coordenam suas ações e se tornam intermediários eficazes entre empresa e consumidor.

A proliferação da mensagem midiática não modifica o que o consumidor crê. A comunicação é uma interpretação de quem recebe a mensagem e isso prova que o contato sociocultural que determina seu sentido e o provável sucesso de uma campanha e não o inverso.

Cada empresa deve ver a qualidade de seus produtos e não pode fazer uma super produção

Cada empresa deve ver a qualidade de seus produtos e não pode fazer uma super produção e nem pode ter uma ruptura de estoque. Cada situação deve estar em dia, cada estação pronta a ser veiculada com as características de seu produto para continuar vivo na concorrência e cada uma destas ações necessita da informação de seus clientes. Os produtos que ela faz concorrem sempre com outros e a natureza das insatisfações devem ser acolhidas como receitas do que fazer ou não fazer. Os consumidores de cada marca têm suas características sócio­demográficas e, ou querem, ou evitam, adquirir tal produto. O consumidor é temperamental, muda de comportamento, não segue sempre as mesmas regras e não se limita ao seu orçamento em função de seu gosto.

Vitrinas que se caracterizam por criar espaços especiais com efeitos de sentido novos, como a de Yves Saint Laurent que muda com a luz totalmente seu espaço, e o transforma em algo inusitado pela postura do manequim apoiado no vidro, que quer nos encontrar, que da sua mão para ser sentida através do vidro? Esse tipo de montagem pode ser considerado no mínimo, como o uso de idéias do marketing sensorial, levemente inserido na vitrina.

Mais forte ainda é a vitrina da Diesel, em que os modelos, como astronautas, estão ligados por fios, de seus corpos deitados em camas, para uma nova mídia, o computador que parece gerar seu sono, seus sonhos e com isso traz o cliente para este seu universo. Será que não procuramos sempre este sonho possível de viver? Uma montagem que registra o uso dos conhecimentos do marketing sensorial, pois a situação entra para a loja, numa seqüência de história que vai de fora para dentro e vice­versa e que mostra ao seu leitor que uma idéia ou uma situação é revelada, talvez como vive o internauta fanático ou o homem que vai à Lua ou ainda o cidadão que vai ao SPA? Momentos de reflexão e de aproximação gerados por uma equipe de marketing ciente de quem é seu consumidor alvo.

Na vitrina da Shiseido, uma bailarina reconhecida na Europa, Blanca Li, dança sobre um deserto e é vista em três telas ao mesmo tempo. Pele, biquíni, areia e céu têm o mesmo tom de cor, com texturas diferentes. O que varia é a ação de cada movimento que surge nas telas e atrai o olhar pelo uso de formas e cores interessantes, originais. Acrescidos de uma mídia atual, mas original, pois, na seqüência, das três telas, momentos diferentes do filme passam, ora mostrando uma vista geral, ora mostrando

detalhes da pele ou da areia. O todo sensibiliza mais do que o

olhar.......o

corpo, a

pele, a tatilidade surge impressa nos vídeos. E com certeza é esta tatiliodade sensorial

que busca mostrar a marca de cosmética Shiseido neste empreendimento.

Os calçados da Nike ou de Rudolf Menudier registram formas ousadas de apresentação de conceitos de marcas de modo a sensibilizar o olhar do transeunte,

para transformá­lo num futuro cliente. Os cristais Saint Louis nos servem uma natureza com grama e flores, para um possível retorno a festas.

Tudo indica que o marketing, além de estudar o produto e a empresa, deve agora focar seus estudos em seu consumidor e nas ambientações que agem sobre ele, mais do que a ação sobre o produto em si.

  • 2. Saiba Mais

Para saber mais sobre os assuntos abordados na aula, visitem os sites abaixo.

· http://www.renault.com/default.html?/fr/home/accueil.htm · www.luxuryreview.com · http://www.landrover.com · www.cartier.fr · www.studio­creatif.com · Viewpoint nº 15, Nu luxury, BV publishing, 2004. www.view­publications.com · Le colette, nº 5 e 6, aut 2004.

Revistas ligadas ao luxo:

Cote Geneve n° 1, janeiro 2005, Edgar, Senso, Numero 58, Marketing du luxe,Loungeman, Daslu

  • 5. Bibliografia

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Luxo...estratégias

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