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PATOLOGIAS INGUINAIS NA INFÂNCIA

PATOLOGIAS INGUINAIS NA INFÂNCIA CAROLINE MARTINS RENATA RAUBER FELKL

CAROLINE MARTINS RENATA RAUBER FELKL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

Quase sempre indireta na criança e é devido à persistência do conduto peritoniovaginal (CPV) ou processo vaginal

Obliteração do conduto ocorre normalmente entre 36a e 40a semana de gestação

1-2% dos recém nascidos a termo e mais comum em prematuros

Predomínio sexo masculino (10:1) exceto crianças de muito baixo peso, nas quais a hérnia é mais frequente no sexo feminino

60% lado direito; 25% lado esquerdo; 15% bilaterais

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

É uma tumoração na região inguinal que aparece ou aumenta de volume com esforço ou choro

Pode estar presente já ao nascimento ou surgir em qualquer idade, principalmente primeiros meses ou anos.

Diagnóstico nem sempre é fácil.

Encarceramento da hérnia pode ser a apresentação inicial

Em geral não se pede exame complementar: protelamento

Tratamento cirúrgico

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA INGUINAL

HÉRNIA IRREDUTÍVEL

Complicação mais temida da hérnia

Mais frequente nos primeiros meses de vida (< 3 meses)

Penetração e aprisionamento de visceral abdominal na região inguinal

Encarceramento: sem lesão vascular x com lesão vascular

Crianças a maioria das hérnias encarceradas evolui rapidamente para estrangulamento quando não tratadas de imediato.

HÉRNIA IRREDUTÍVEL

HÉRNIA IRREDUTÍVEL

HÉRNIA ENCARCERADA

Massa irredutível de consistência firme e hipersensível no canal inguinal
Vômitos
Nega-se a comer
Choro contínuo

HÉRNIA IRREDUTÍVEL

HÉRNIA IRREDUTÍVEL

HÉRNIA ESTRANGULADA

Dor intensifica
Vômito se torna bilioso ou mesmo fecaloide
Massa se torna ainda mais sensível
Edema e vermelhidão da pele local
Febre

Evidência de obstrução intestinal

FIMOSE

FIMOSE

FIMOSE

FIMOSE

Impossibilidade de retrair prepúcio e exteriorizar glande
Incidência 8%

Fisiológica: aderências entre prepúcio e glande; aos 3 anos, 90% regride

Patológica: retração forçada da fimose fisiológica (cicatriz), balanite recorrente.

FIMOSE

FIMOSE

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS E COMPLICAÇÕES

Assintomático
Dificuldade para urinar, acúmulo de urina e ITU
Má higienização do pênis (maior risco de câncer)
Balano-postite
DST

FIMOSE

FIMOSE

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL | PARAFIMOSE

Prepúcio, uma vez retraído, exteriorizando a glande, não retorna à posição normal

Etiologia: inflamação crônica do prepúcio, levando a uma contratura mantida do prepúcio e formação de anel.

Compressão vasos sanguíneos e linfáticos = edema

Emergência urológica

TEXTO

TEXTO
TEXTO

FIMOSE

FIMOSE

TRATAMENTO

EVITAR ANTES DE 1 ANO DE IDADE

Tratamento clínico: corticoide tópico 2-4 semanas Resultado em 2/3 dos casos

Tratamento cirúrgico

Postectomia: retirada do prepúcio, deixando glande exposta

RN: indicação controversa

Benefícios: reduz ITU, DST e risco de câncer de pênis

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

Testículo ectópico, localizado em algum local de seu trajeto fisiológico Cavidade abdominal

Canal inguinal

Anel inguinal externo
Prevalência 4,5% ao nascimento
30% em prematuros (descida tardia na gestação)
Acomete mais lado direito e é bilateral em 10% dos casos

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

COMPLICAÇÕES

10-40x maior risco de neoplasia de testículo

Prevalência não diminui com orquidopexia

Maior risco de torção de testículo

Infertilidade (maior temperatura)

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

CRIPTORQUIDIA

Descida espontânea do testículo

75% dos RN nos primeiros 3 meses (até 6 meses)

Tratamento: orquidopexia Melhor se realizada em meninos de 6-12 meses

Preservar fertilidade: 85% unilateral; 50-65% bilateral

HIDROCELE

HIDROCELE

HIDROCELE

HIDROCELE

Acúmulo de líquido peritoneal ao redor do testículo, no interior da túnica vaginal, devido a persistência parcial ou total do processo vaginal.

HIDROCELE

HIDROCELE

HIDROCELE SIMPLES

Acúmulo de líquido ao redor dos testículos após a obliteração proximal completa do processo vaginal

Excepcionalmente, estende-se até o interior da cavidade abdominal (hidrocele abdomino-escrotal).

Comum ao nascimento

Frequentemente bilateral

HIDROCELE

HIDROCELE

DIAGNÓSTICO

Exame físico Aumento do volume escrotal

Eventualmente tenso, indolor, irredutível, tamanho variado

Raramente atinge região inguinal

Ecografia

Indicada em casos de aparecimento tardio

Excluir epididimite e tumor testicular

HIDROCELE

HIDROCELE

EVOLUÇÃO

Regressão lenta

Resolução espontânea antes dos 2 anos de idade

HIDROCELE

HIDROCELE

TRATAMENTO

Observação Recomendado na maioria dos casos

Cirurgia

Casos de grande volume

Sem regressão de tamanho

Suspeita de hidrocele comicamente

HIDROCELE

COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

Obliteração incompleta do processo vaginal, que permite enchimento e esvaziamento da túnica vaginal ao redor do testículo com liquido peritoneal

Responsável pela maioria das hidroceles em RN e crianças

Mais comum em prematuros

Pode ser bilateral

HIDROCELE COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

DIAGNÓSTICO

História

Aumento intermitente do volume escrotal

Acentua com choro e atividade física

Reduz com repouso

Exame físico

Eventual redução do volume escrotal com a compressão, palpando-se então conteúdo escrotal normal.

Região inguinal sem anormalidades, exceto discreto espessamento do cordão inguinal (ausência de hérnia).

HIDROCELE COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

EVOLUÇÃO

Fechamento espontâneo, na maioria dos casos, antes dos 2 anos.

HIDROCELE COMUNICANTE

HIDROCELE COMUNICANTE

TRATAMENTO

Observação até dois anos de idade

Cirurgia

Caso persista até os 2 anos de idade ou antes, caso haja aumento progressivo do volume escrotal ou com suspeita de hérnia inguinal associada

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

Acúmulo localizado de líquido peritoneal em um segmento do cordão espermático, decorrente do não fechamento segmentar do processo vaginal.

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

DIAGNÓSTICO

Exame físico

Massa indolor aderida ao cordão espermático, localizado desde junto do testículo até orifício externo do canal inguinal

Ecografia

Excluir massas sólidas (sarcoma, massas) ou hérnia inguinal encarcerada

Pode ocorrer aumento volumétrico com o tempo

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

CISTO DE CORDÃO ESPERMÁTICO

TRATAMENTO

Observação nos casos de pequeno tamanho

Cirurgia nos casos de grande volume

TORÇÃO DO TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

Enrolamento do testículo no seu cordão espermático

Ocorre se testículo o qual está normalmente aderente à base do escroto, se liberta e flutua livremente.

Como resultado o testículo pode sofrer rotação e o cordão pode torcer, interrompendo fornecimento de sangue.

Testículo esquerdo é mais afetado

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

EXTRA OU INTRAVAGINAIS

Extravaginais Recém nascidos Primeiros dias de vida

Pode passar despercebido

Intravaginais Maioria dos casos

Crianças e adultos com pico na puberdade

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

DIAGNÓSTICO

Dor é o principal sintoma: súbito, grande intensidade e não relacionada a trauma ou exercício fisico.

Náusea e vomito

Edema escrotal

Testículo elevado, fixo com epidídimo em posição medial

Ecografia do escroto: fecha diagnóstico

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TORÇÃO DE TESTÍCULO

TRATAMENTO

Emergência médica

Manobras manuais no atendimento precoce podem reposicionar o testículo, desfazendo torção com alivio imediato da dor

Torção pode persistir e esses pacientes necessitam ser operados imediatamente

Se não for tratado, testículo pode sofrer lesões permanentes.