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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

Sumário:

1- Exemplos de condutores/cabos elétricos

2- Símbolos utilizados nas designações

- cabos de BT harmonizados;

- cabos de BT não harmonizados.

3- Dimensionamento de canalizações e proteções

- critérios de cálculo;

- fatores de correção e coeficientes de

simultaneidade.

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

1- Exemplos de condutores/cabos elétricos (I)

ELÉCTRICAS 1- Exemplos de condutores/cabos elétricos (I) Tipos de condutores mais utilizados (NP-2356):  H07V-U e

Tipos de condutores mais utilizados (NP-2356):

H07V-U e H07V-R. - alma em cobre e isolamento em PVC, tensão máxima de 750V. Devem ser sempre protegidos por tubos, exceto quando utilizados em QE (Quadro Elétrico).

tubos, exceto quando utilizados em QE (Quadro Elétrico) . Cabos PT-N05VV-U , 300/500 V: - isolamento

Cabos PT-N05VV-U, 300/500 V:

- isolamento e bainha em PVC, - alma condutora em cobre. Circuitos de iluminação, tomadas,

controlo e sinalização, …

Instalações entubadas ou à vista.

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

1- Exemplos de condutores/cabos elétricos (II)

ELÉCTRICAS 1- Exemplos de condutores/cabos elétricos (II) Cabos PT-N07VA7V-U , 450/750 V: - isolamento e bainha

Cabos PT-N07VA7V-U, 450/750 V:

- isolamento e bainha em PVC;

- blindagem em fita de alumínio;

- alma condutora em cobre.

Para circuitos com necessidade de blindagem eletromagnética.

Instalações entubadas ou à vista.

eletromagnética. Instalações entubadas ou à vista. Cabos H1VZ4V-R , 0,6/1 kV (VAV): - isolamento e bainha

Cabos H1VZ4V-R, 0,6/1 kV (VAV):

- isolamento e bainha em PVC; - alma condutora em cobre. Para circuitos de distribuição de energia, instalações enterradas.

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

2- SÍMBOLOS UTILIZADOS NAS DESIGNAÇÕES DE CONDUTORES E CABOS ELÉTRICOS

(I)

No quadro apresentam-se símbolos utilizados nas designações internacionais de cabos elétricos, em

conformidade com o

Documento de Harmonização HD-361 do CENELEC.

CABOS DE BAIXA TENSÃO HARMONIZADOS 4 Fonte: CelCat
CABOS DE BAIXA TENSÃO HARMONIZADOS
4
Fonte: CelCat

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

2- SÍMBOLOS UTILIZADOS NAS DESIGNAÇÕES DE CONDUTORES E CABOS ELÉTRICOS

(II)

CABOS DE MÉDIA TENSÃO E CABOS DE BAIXA TENSÃO NÃO HARMONIZADOS

DE CONDUTORES E CABOS ELÉTRICOS (II) CABOS DE MÉDIA TENSÃO E CABOS DE BAIXA TENSÃO NÃO

Fonte: CelCat

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (I)

Determinar a secção (S[mm 2 ]) e o calibre da proteção (I N [A]) a utilizar numa instalação. Métodos a adotar:

 Secção Técnica, S T =max(Si; Su; Sicc)
 Secção Técnica, S T =max(Si; Su; Sicc)

Satisfazer as condições:

a) Is ≤ Iz (aquecimento normal) Si;

Is intensidade de corrente de serviço (A) e Iz int. corrente máxima admissível do condutor/cabo (A)

b) ∆U ≤ ε.Uns (queda de tensão) Su;

U – queda de tensão (V), ε – queda de tensão máxima admissível (V) e Uns tensão nominal simples (V)

c) Icc (t=5s) Sicc Sn (mm 2 ) (sobreaquecimento)

Secção económica, S*(mm 2 )  mínimo custo de investimento e de exploração 
Secção económica, S*(mm 2 )  mínimo custo de
investimento e de exploração 

Garantir simultaneamente os requisitos:

* Proteção contra sobreintensidades (e seletividade);

* Secções mínimas impostas regulamentarmente;

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (II)

Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc) a) condição de aquecimento, Si

Is ≤ Iz [A]

Su, Sicc) a) condição de aquecimento, Si Is ≤ Iz [A] 7 Rede monofásica: Rede trifásica

7

Rede monofásica:

de aquecimento, Si Is ≤ Iz [A] 7 Rede monofásica: Rede trifásica (cargas equilibradas): Incluir

Rede trifásica (cargas equilibradas):

7 Rede monofásica: Rede trifásica (cargas equilibradas): Incluir Coeficientes de Correção no dimensionamento das

Incluir Coeficientes de Correção no dimensionamento das canalizações f i

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (III) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

S T =max(Si; Su, Sicc) a) condição de aquecimento, Si 8 Ter em conta os Coeficientes

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (IV) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

Coeficientes de correção, f i (enterrado/ar; T(º); nº cabos; radiação; afastamento):

( enterrado/ar; T(º); nº cabos; radiação; afastamento) :  Cabos tripolares  f1  Cabos monopolares

Cabos tripolares f1

Cabos monopolares f1

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (V) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

Coeficientes de correção, f i :

de aquecimento, Si Coeficientes de correção, f i :  suportes metálicos  f2  T

suportes metálicos f2

T 20 ºC f3

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (VI) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

** Corrigir Iz do cabo Iz:

I’z = Iz .

n

i

fi

[A]

É agora que se deve garantir a condição de aquecimento (Is ≤ I’z)

** Escolher tipo de proteção (disjuntor/fusível) e calibre, I N (A)

satisfazer  Is ≤ I N ≤ I’z I nf ≤ 1,15.I’z ou I f
satisfazer 
Is ≤ I N ≤ I’z
I nf ≤ 1,15.I’z
ou
I f ≤ 1,45.I’z
Especificação do cabo (dimensão e constituição);
Finalmente, satisfeita esta condição:
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Proteção (tipo e calibre  tamanho);

INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (VIII) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

** Tabelas com as caraterísticas dos disjuntores/fusíveis

** Tabelas com as caraterísticas dos disjuntores/fusíveis Tabela 7 – Dados dos disjuntores. Tabela 8 –

Tabela 7 Dados dos disjuntores.

as caraterísticas dos disjuntores/fusíveis Tabela 7 – Dados dos disjuntores. Tabela 8 – Dados dos fusíveis.

Tabela 8 Dados dos fusíveis.

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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (IX) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc)

a) condição de aquecimento, Si

** Secções dos condutores de neutro e de proteção

S T =max(Si; Su, Sicc) a) condição de aquecimento, Si ** Secções dos condutores de neutro
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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS

3- DIMENSIONAMENTO DE CANALIZAÇÕES E PROTEÇÕES (X) Método da Secção Técnica, S T =max(Si; Su, Sicc) a) condição de aquecimento, Si

A potência aparente, S(VA), de uma instalação determina- se com facilidade em instalações estabelecidas em locais residenciais ou de uso profissional. Os erros cometidos não são elevados dado que as cargas são tipicamente de natureza resistiva fator de potência considera-se

unitário.

Assim, estima-se a potência das cargas a instalar para diversos fins, p.ex.: aquecimento, iluminação, tomadas de usos gerais e de cozinha. A este respeito o Artigo 435 do RSIUEE fornece um conjunto de indicações relativas às potências mínimas a considerar em locais residenciais ou de uso profissional. O valor assim calculado dá origem à

potência a contratar à entidade distribuidora devendo

optar-se, considerando contratos em BT (em regime monofásico ou trifásico), por 1,15; 3,45; 6,9; 10,35; 13,8; 17,25 ou 20,7 kVA (RTIEBT). Estes valores de potência contratada estão associados a valores de I(A) para o qual são regulados os aparelhos de corte de entrada existentes no início da instalação. Estes

aparelhos detetam situações em que a intensidade de corrente de carga é superior à correspondente à potência contratada promovendo, nestes casos, a abertura do disjuntor de entrada. Este aparelho de corte funciona, portanto, como um limitador de potência.

de corte funciona, portanto, como um limitador de potência. S t o t =  S

S tot = S i . Cs + S x

S tot - potência aparente total [kVA];

S i potência aparente da instalação i [kVA];

Cs coeficiente de simultaneidade;

S x Pot. aparente afeto aos serviços comuns, p. ex., [kVA].

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