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Eletrônica Eletrônica básica - Teoria Erros de Medição

Eletrônica

Eletrônica básica - Teoria

Erros de Medição

Eletrônica Eletrônica básica - Teoria Erros de Medição

Erros de medição

Erros de medição

© SENAI-SP, 2003

Trabalho editorado pela Gerência de Educação da Diretoria Técnica do SENAI-SP, a partir dos conteúdos extraídos da apostila homônima Erros de medição - Teoria. SENAI-DN, RJ, 1985.

Capa

Gilvan Lima da Silva

Digitalização

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Erros de medição

Erros de medição Sumário Introdução 5 Erros de medição 7 Erros devidos ao posicionamento 11
Erros de medição Sumário Introdução 5 Erros de medição 7 Erros devidos ao posicionamento 11

Sumário

Introdução

5

Erros de medição

7

Erros devidos ao posicionamento

11

Efeito de carga

15

Erros nas medições simultâneas de corrente e tensão

21

Referências bibliográficas

25

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Erros de medição

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Erros de medição

Erros de medição Introdução A utilização de instrumentos de medida é uma constante na vida diária
Erros de medição Introdução A utilização de instrumentos de medida é uma constante na vida diária

Introdução

A utilização de instrumentos de medida é uma constante na vida diária das pessoas

que trabalham com eletricidade e eletrônica.

Os instrumentos usados são os mais diversos e cabe às pessoas não apenas saber utilizá-los corretamente, mas também ter ciência dos erros e tolerâncias existentes em uma medida.

Esta unidade tratará dos erros de medição, tanto no que diz respeito aos proporcionados pelo próprio instrumento como aos devidos ao operador, visando capacitá-lo a utilizar conscientemente os instrumentos de medida.

Pré-requisitos

Para ter sucesso no desenvolvimento dos conteúdos e atividades desta unidade você

já deverá ter conhecimentos relativos a:

Medidas de tensão;

Medidas de corrente.

Erros de medição

Erros de medição

Erros de medição Erros de medição O Erro é uma diferença entre o valor real da
Erros de medição Erros de medição O Erro é uma diferença entre o valor real da

Erros de medição

O Erro é uma diferença entre o valor real da grandeza medida e o valor indicado pelo

instrumento.

real da grandeza medida e o valor indicado pelo instrumento. Existem instrumentos de diversas qualidades sendo

Existem instrumentos de diversas qualidades sendo que quanto menor o erro introduzido em uma medida, melhor o instrumento.

A qualidade de um instrumento é definida através de um parâmetro denominado de

Classe do instrumento.

As classes dos instrumentos são dadas em percentuais tais como: classe 1,5; classe 1; classe 0,5; classe 0,1.

Erros de medição

Alguns instrumentos trazem a classe impressa na escala em lugar visível ao usuário. É o caso dos instrumentos de painel.

visível ao usuário. É o caso dos instrumentos de painel. Conhecendo-se a classe de um instrumento

Conhecendo-se a classe de um instrumento pode-se determinar o valor máximo do desvio provocado pelo instrumento, através de equação:

x =

Onde:

x . cl

100

x = desvio x = o valor de fundo de escala do instrumento cl = classe

Por exemplo, um voltímetro com escala de 250V e classe 1 introduz um desvio máximo na indicação de:

x =

x . cl

100

x =

250

.1

100

x = 2,5V

Como este desvio pode ocorrer tanto mais como para menos do valor real diz-se que

x = ± 2,5V.

O desvio calculado através desta equação (x) é denominado de desvio ou erro absoluto porque o seu valor depende apenas de fatores inerentes ao instrumento (classe e valor de fundo de escala) sendo independente do valor que o instrumento está medindo.

Erros de medição

Isto pode ser esclarecido através de um exemplo. Um multímetro com fundo de escala

250V e classe 1 tem um erro absoluto de ± 2,5V (calculado anteriormente).

Se este voltímetro está indicando 100V o valor real da tensão pode estar entre 97,5

e 102,5V (100V ± 2,5V).

Se este voltímetro está indicando 20V o valor real da tensão pode estar entre 17,5V

e 22,5V (20V ± 2,5V).

Obviamente um erro de ± 2,5V em medidas como 100V, 120V ou mais não chega a ser importante.

Entretanto, ± 2,5V são significativos em medidas como 20V, 30V e assim por diante.

Para saber o quanto um erro é significativo em relação a uma medida calcula-se o erro relativo:

p =

x . 100

M

Onde:

p = erro relativo (percentual)

x = erro absoluto

M = valor medido com o instrumento

Tomando novamente um voltímetro de 250V classe 1 como exemplo têm-se:

erro absoluto

Na medida de 100V

x = ± 2,5

2,5

p = 100

. 100 = 2,5

Erro relativo 2,5%

Na medida de 20V

p =

2,5

20

. 100 = 12,5

Erro relativo 12,5%

Verifica-se que um voltímetro de 250V classe 1 não é apropriado para medir tensões da ordem de 20V porque o erro percentual na medida é muito grande.

Erros de medição

Daí, pode se concluir que:

A indicação será mais precisa quanto mais próximo ao fundo da escala for o valor medido.

Esta conclusão é válida para instrumentos de escala linear. Em instrumentos de escala não linear, tais como ohmímetros e voltímetros de CA, a indicação mais precisa ocorre no centro da escala.

Erros de medição

Erros de medição Erros devidos ao posicionamento Além do erro provocado pelo instrumento existe outros fatores
Erros de medição Erros devidos ao posicionamento Além do erro provocado pelo instrumento existe outros fatores

Erros devidos ao posicionamento

Além do erro provocado pelo instrumento existe outros fatores que interferem na confiabilidade de uma medida:

O posicionamento do instrumento;

O posicionamento do observador para a leitura.

Posicionamento do instrumento

Os instrumentos de medida com indicação através de ponteiro tem posição de trabalho definida. Existem instrumentos cuja posição correta de trabalho é vertical outros horizontal e ainda alguns que são construídos para trabalhar em posição inclinada.

Alguns instrumentos trazem um símbolo no painel que indica a posição adequada de funcionamento. Os símbolos empregados são:

Vertical

Horizontal

Inclinada

de funcionamento. Os símbolos empregados são: • Vertical • Horizontal • Inclinada SENAI-SP - INTRANET 11
de funcionamento. Os símbolos empregados são: • Vertical • Horizontal • Inclinada SENAI-SP - INTRANET 11

Erros de medição

No caso de multímetros a posição de trabalho correta é horizontal.

Instrumentos como osciloscópio que não tem peças móveis podem operar em qualquer posição sem prejuízo para a indicação. Contudo, o operador deve procurar posicionar este tipo de instrumentos de forma a ter visibilidade perfeita para a leitura.

Posicionamento do observador

Outro fator de grande importância para a maior exatidão de uma medida é o posicionamento do observador para realizar a leitura.

Um único instrumento pode dar origem a três leituras diferentes se três observadores estiverem em posições diferentes.

dar origem a três leituras diferentes se três observadores estiverem em posições diferentes. 12 SENAI-SP -

Erros de medição

Dos três observadores, apenas o de letra “B” está em posição correta para a leitura, formando um ângulo de 90º em relação ao painel do instrumento (Figura abaixo).

É, portanto, o único que pode realizar uma leitura correta.

portanto, o único que pode realizar uma leitura correta. Este tipo de erro, provocado pelo posicionamento

Este tipo de erro, provocado pelo posicionamento do observador é denominado de erro de paralaxe.

Observação Erro de paralaxe é o erro provocado por um mau posicionamento do observador para a leitura.

Alguns instrumentos dispõem de um espelho na escala que serve para orientação do observador ao se posicionar.

A posição correta para a leitura é aquela em que o reflexo do ponteiro no espelho está escondido atrás do próprio ponteiro (o reflexo não é visível ao observador).

Erros de medição

Erros de medição

Erros de medição Efeito de carga Todo o instrumento de medição absorve uma determinada corrente do
Erros de medição Efeito de carga Todo o instrumento de medição absorve uma determinada corrente do

Efeito de carga

Todo o instrumento de medição absorve uma determinada corrente do circuito onde está ligado. Esta corrente é necessária para o seu funcionamento.

Im = corrente necessária para o funcionamento do instrumento.

= corrente necessária para o funcionamento do instrumento. Na maioria dos instrumentos esta corrente é pequena

Na maioria dos instrumentos esta corrente é pequena com valores típicos da ordem de microampéres.

Denomina-se de “sensibilidade” de um instrumento à intensidade de corrente necessária para provocar a deflexão total do ponteiro de um instrumento.

Observação Sensibilidade de um instrumento: valor de corrente provoca a deflexão total do seu ponteiro.

Erros de medição

Impedância de entrada de um instrumento

Se um instrumento de medida absorve uma certa corrente do circuito pode-se dizer que este instrumento apresenta uma “resistência interna” entre os seus bornes.

uma “resistência interna” entre os seus bornes. Esta “resistência” que o instrumento apresenta entre os

Esta “resistência” que o instrumento apresenta entre os seus bornes é denominada de Impedância de entrada do instrumento (R ENT ).

A impedância é muito importante principalmente para os voltímetros.

A impedância de entrada de um voltímetro normalmente não é fornecida diretamente,

mas pode ser denominada se a sensibilidade é conhecida.

Primeiro determina-se a característica 0hms por Volt (/v) do voltímetro.

1 Ω/v = Im Onde:
1
Ω/v = Im
Onde:

Im = sensibilidade do instrumento

Através da característica /V pode se determinar a impedância de entrada do voltímetro.

R ENT = /v . x

Onde:

R ENT = impedância de entrada

X = valor de fundo de escala do instrumento

/v = relação ohms por volt do instrumento

Erros de medição

Um exemplo ilustra a aplicação das equações. Um voltímetro para 25V deflexiona totalmente o ponteiro com uma corrente de 300µA.

Qual a característica /v do instrumento e sua impedância de entrada?

1

/v = Im

R ENT = /v . x

R ENT = 820K

1

/v = 30

A

µ

/V = 33 K/v

R ENT = 33K/v . 25V = 825 K

Isto significa que um voltímetro de 25V com sensibilidade de 30µA se comporta como um resistor de 820K.

de 30 µ A se comporta como um resistor de 820K Ω . Supondo-se que o

Supondo-se que o voltímetro de 25V citado seja utilizado para medir a tensão de saída de um divisor de tensão.

Ao conectar o voltímetro ao circuito a sua “resistência interna” 825Kfica em paralelo com a saída do divisor, atuando como se fosse uma carga.

com a saída do divisor, atuando como se fosse uma carga. Este paralelismo entre o voltímetro

Este paralelismo entre o voltímetro e a saída provoca uma redução na tensão fornecida pelo divisor, alterando o seu comportamento.

Erros de medição

Esta alteração não deveria acontecer, visto que um instrumento deve possibilitar a medida sem alterar o comportamento do circuito.

Quando ocorrem alterações no comportamento de um circuito devido a uma medida com um instrumento diz-se que o circuito foi “carregado” pelo instrumento.

O “efeito de carga” provocado por um instrumento pode prejudicar completamente a precisão de uma medida.

Para ilustrar o efeito de carga pode-se determinar a alteração que o instrumento provoca em uma medida.

Tomando-se o divisor de tensão da figura abaixo e o voltímetro de 25V com Im = 30µA (R ENT = 825Kjá calculada).

com Im = 30 µA (R E N T = 825K Ω já calculada). Enquanto o

Enquanto o voltímetro não é conectado a tensão de saída é de 15V porque os resistores R 1 e R 2 são iguais.

é conectado a tensão de saída é de 15V porque os resistores R 1 e R

Erros de medição

Ao ligar o voltímetro associam-se em paralelo o resistor R 2 e a impedância de entrada do voltímetro.

resistor R 2 e a impedância de entrada do voltímetro. Recalculando-se o divisor verifica-se que ao
resistor R 2 e a impedância de entrada do voltímetro. Recalculando-se o divisor verifica-se que ao

Recalculando-se o divisor verifica-se que ao conectar o voltímetro a tensão de saída cai de 15V para 11,7V devido ao efeito de carga.

Quem estiver lendo o voltímetro concluirá que há um problema pois a tensão de saída

é de11,7V quando deveria ser 15V. Na verdade, o divisor está correto.

A partir do que foi exposto pode-se tirar duas conclusões importantes:

Quanto maior for a impedância de entrada de um voltímetro menor será o efeito de carga provocado no circuito.

Quanto maiores forem os valores de resistência de um circuito maior será a influência provocada pelo voltímetro.

Como os valores de resistência de um circuito dificilmente podem ser alterados, cabe ao técnico utilizar voltímetros com a maior impedância de entrada possível, minimizando-se o efeito de carga.

Impedância de entrada do multímetro Os multímetros sempre trazem a característica /v gravada no seu painel.

Em geral são dois valores: um para AC e outro para DC. Por exemplo, pode-se encontrar no painel de um multímetro a seguinte inscrição:

DC

50K/v;

AC

10K/v.

Erros de medição

Para saber qual a impedância de entrada em cada escala usa-se o valor /v correspondente (em DC ou AC) multiplicado pela escala em questão:

Suponha-se um multímetro com as seguintes características:

Escalas

 

DCV

600; 250;

60; 25

DC – 50K/v

ACV

1000; 600; 100; 60

AC – 10K/v

A impedância de entrada na escala DCV 600Z

– 10K Ω /v A impedância de entrada na escala DCV 600Z R ENT = 50

R ENT

= 50/ V . 600V = 30.000k

R ENT

= 30M

(escala DCV 600)

A impedância de entrada na escala DCV 25

(escala DCV 600) A impedância de entrada na escala DCV 25 R ENT = 50 Ω

R ENT

= 50/ v . 25V = 1250

R ENT

= 1,25M

(escala DCV 25)

A impedância de entrada na escala ACV 100

(escala DCV 25) A impedância de entrada na escala ACV 100 R ENT = 10k Ω

R ENT

= 10k/ v . 100v = 1000k

R ENT

=1M

(escala ACV 100)

Erros de medição

Erros de medição Erros nas medições simultâneas de corrente e tensão Os medidores de corrente são
Erros de medição Erros nas medições simultâneas de corrente e tensão Os medidores de corrente são

Erros nas medições simultâneas de corrente e tensão

Os medidores de corrente são muito empregados em eletrônica, principalmente para o levantamento das características de componentes em laboratórios.

Dependendo da forma como estes instrumentos são conectados ao circuito podem ocorrer erros de medição.

Supondo, por exemplo, que se necessite medir a tensão e a corrente em um componente.

Existem duas formas de realizar estas medidas, que são mostradas nas figuras abaixo.

componente. Existem duas formas de realizar estas medidas, que são mostradas nas figuras abaixo. SENAI-SP -
componente. Existem duas formas de realizar estas medidas, que são mostradas nas figuras abaixo. SENAI-SP -

Erros de medição

No circuito da figura A o voltímetro indica a tensão no componente, mas o amperímetro indica a corrente do componente mais a corrente do voltímetro (fig. abaixo).

do componente mais a corrente do voltímetro (fig. abaixo). Ic → corrente no componente Iv →

Ic

corrente no componente

Iv

corrente no voltímetro

No circuito da figura B o amperímetro indica a corrente no componente, mas o voltímetro indica a tensão no componente mais a queda da tensão no amperímetro (fig. abaixo).

mais a queda da tensão no amperímetro (fig. abaixo). V A = queda de tensão no

VA = queda de tensão no amperímetro Vc = queda de tensão no componente

Conclui-se que nenhum dos dois circuitos fornece, ao mesmo tempo, indicações corretas de corrente e tensão apenas no componente.

Isto significa que é necessário determinar qual a configuração mais adequada para cada situação.

Erros de medição

Aplicações das configurações de medida

As medidas de tensão realizadas em eletrônica são obtidas com multímetro. Em geral os multímetros tem uma característica /v em DC superior a 20K/v, absorvendo correntes da ordem de 50µA ou menos.

Por esta razão, o circuito utilizado para medição é, na maioria das vezes, o mostrado na figura abaixo.

é, na maioria das vezes, o mostrado na figura abaixo. Este circuito não é utilizado apenas

Este circuito não é utilizado apenas quando a corrente a ser medida implicar no uso de um microamperímetro.

Nas ocasiões em que for necessário empregar um microamperímetro deve-se utilizar a outra configuração de medida (fig. abaixo).

utilizar a outra configuração de medida (fig. abaixo). Existe ainda uma ressalva com relação a este

Existe ainda uma ressalva com relação a este tipo de medição.

Erros de medição

Os microamperímetros geralmente provocam uma queda de tensão da ordem de

0,15V.

Por esta razão esta configuração deve ser utilizada apenas paratensões de entrada superiores a 1,5V.

Erros de medição

Erros de medição Referências bibliográficas SENAI/DN. Reparador de circuitos eletrônicos – eletrônica
Erros de medição Referências bibliográficas SENAI/DN. Reparador de circuitos eletrônicos – eletrônica

Referências bibliográficas

SENAI/DN. Reparador de circuitos eletrônicos – eletrônica industrial. Rio de Janeiro. (Coleção Básica SENAI. Módulo 9).

Z BAR, Paul B. Instrumentos e medidas em eletrônica; práticas de laboratório. Trad. Aracy Mendes da Costa. São Paulo, McGraw Hill, 1978. 229p.

SENAI/DN. Erros de medição, teoria. Rio de Janeiro, Divisão de Ensino e Treinamento, 1985. (Série Eletrônica Básica).

Erros de medição

Eletrônica básica

Teoria: 46.15.11.752-8

 

Teoria

46.15.12.760-4

Prática:46.15.11.736-4

Prática:

46.15.12.744-1

1.

Tensão elétrica

41. Diodo semi condutor

2.

Corrente e resistência elétrica

42.

Retificação de meia onda

3.

Circuitos elétricos

43.

Retificação de onda completa

4.

Resistores

44. Filtros em fontes de alimentação

5.

Associação de resistores

45.

Comparação entre circuitos retificadores

6.

Fonte de CC

46. Diodo emissor de luz

7.

Lei de Ohm

47. Circuito impresso - Processo manual

8.

Potência elétrica em CC

48.

Instrução para montagem da fonte de CC

9.

Lei de Kirchhoff

49. Multímetro digital

10.

Transferência de potência

50.

Diodo zener

11.

Divisor de tensão

51.

O diodo zener como regulador de tensão

12.

Resistores ajustáveis e potenciômetros

52. Transistor bipolar - Estrutura básica e testes

13.

Circuitos ponte balanceada

53.

Transistor bipolar - Princípio de funcionamento

14.

Análise de defeitos em malhas resistivas

54.

Relação entre os parâmetros I B , I C e V CE

15.

Tensão

elétrica alternada

55.

Dissipação de potência e correntes de fuga no transistor

16.

Medida de corrente em CA

56.

Transistor bipolar - Ponto de operação

17.

Introdução ao osciloscópio

57.

Polarização de base por corrente constante

18.

Medida de tensão CC com osciloscópio

58. Polarização de base por divisor de tensão

19.

Medida de tensão CA com osciloscópio

59. Regulador de tensão a transistor

20.

Erros de medição

60.

O transistor como comparador

21.

Gerador de funções

61.

Fonte regulada com comparador

22.

Medida de freqüência com osciloscópio

62. Montagem da fonte de CC

23.

Capacitores

63. Amplificador em emissor comum

24.

Representação vetorial de parâmetros elétricos CA

64. Amplificador em base comum

25.

Capacitores em CA

65.

Amplificador em coletor comum

26.

Medida de ângulo de fase com osciloscópio

66. Amplificadores em cascata

27.

Circuito RC série em CA

67.

Transistor de efeito de campo

28.

Circuito RC paralelo em CA

68.

Amplificação com FET

29.

Introdução ao magnetismo e eletromagnetismo

69. Amplificador operacional

30.

Indutores

70.

Circuito lineares com amplificador operacional

31.

Circuito RL série em CA

71.

Constante de tempo RC

32.

Circuito RL paralelo em CA

72.

Circuito integrador e diferenciador

33.

Ponte balanceada em CA

73.

Multivibrador biestável

34.

Circuito RLC série em CA

74.

Multivibrador monoestável

35.

Circuito RLC paralelo em CA

75.

Multivibrador astável

36.

Comparação entre circuitos RLC série e paralelo em CA

76.

Disparador Schmitt

37.

Malhas RLC como seletoras de freqüências 77.

Sensores

38.

Soldagem e dessoldagem de dispositivos elétricos

 

39.

Montagem de filtro para caixa de som

40.

Transformadores

Todos os títulos são encontrados nas duas formas: Teoria e Prática