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Universidade Estadual do Ceará REITOR Francisco de Assis Moura Araripe VICE-REITOR Antônio de Oliveira Gomes
Universidade Estadual do Ceará REITOR Francisco de Assis Moura Araripe VICE-REITOR Antônio de Oliveira Gomes

Universidade Estadual do Ceará

REITOR Francisco de Assis Moura Araripe

VICE-REITOR Antônio de Oliveira Gomes Neto

PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO Luis Carlos Mendes Dodt

PRÓ-REITOR DE PLANEJAMENTO Vladimir Spinelli Chagas

PRÓ-REITOR DE POLÍTICAS ESTUDANTÍS – PRAE João Carlos Holanda Cardoso

PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO Josefa Lineuda da Costa Murta

PRÓ-REITOR DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA José Jackson Coelho Sampaio

PRÓ-REITORA DE EXTENSÃO Celina Magalhães Ellery

UECEVEST

NÚCLEO DE AÇÃO COMUNITÁRIA Zoraide Braga Nogueira Marques

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Abníza Pontes de Barros Leal

COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA Magali Mirian Milfont Teófilo

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA POR ÁREA Eddie William de Pinho Santana – Biologia Eveline Solon Barreira Cavalcanti – Química Francisco Agileu Lima Gadelha – História Francisco José Pereira – Língua Portuguesa José Stenio Rocha – Física Maria Ivonisa Alencar Moreno – Matemática Maria Liduina dos Santos Rodrigues – Espanhol e Inglês Rejanny Mesquita Martins Rosa – Geografia

SECRETÁRIAS Daniela Cláudia Matos dos Santos Fabiana Moraes Frota

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APOIO DE SECRETARIA Antônio Albert Vidal Almeida

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PROFESSORES ORGANIZADORES Língua Portuguesa Francisco José Pereira (Coordenador) Emanoel Pedro Martins Gomes Esdras
PROFESSORES ORGANIZADORES Língua Portuguesa Francisco José Pereira (Coordenador) Emanoel Pedro Martins Gomes Esdras

PROFESSORES ORGANIZADORES

Língua Portuguesa Francisco José Pereira (Coordenador) Emanoel Pedro Martins Gomes Esdras Pereira Antão Eulidiane Morais da Silva Francisco Roque Magalhães Neto Jefrei Almeida Rocha Marcos Alberto Xavier Barros Nathalia Barreto de Queiroz Nathalia Mugnaro

Língua Estrangeira Maria Liduina dos Santos Rodrigues (Coordenadora) Igor Augusto de Aquino Pereira Ivana Roberta Siqueira Marreio Janaina Rodrigues Freitas Karoline Matos Monteiro Márcio Freitas de Alcântara

Matemática Maria Ivonisa Alencar Moreno (Coordenadora) Artur Teixeira Pereira Anderson Douglas Freitas Pedrosa Francisco de Paula Rego Carvalho Hudson de Souza Felix Redomarck Barreira Cunha Rafael Pereira Eufrazio Wesley Liberato Freire Waldeglace Rodrigues Pereira

Física Maria Ivonisa Alencar Moreno (Coordenadora) Adriano Oliveira Alves Dimitry Barbosa Pessoa Francisco de Assis Leandro Filho Paulo Vicente de Cassia L. Pimenta Pedro Augusto Martins Sarnento

Rodrigo Alves Patricio Rogério dos Santos Andrade Wendel Macedo Mendes

Geografia Rejanny Mesquita Martins Rosa (Coordenadora) Naiana Paula Lucas dos Santos Robson Almeida Machado Washington Bezerra de Oliveira

Química Eveline Solon Barreira Cavalcanti (Coordenadora) Alan Ibiapina de Andrade Celso Pires de Araujo Junior Everardo Paulo de Oliveira Junior João Rufino Bezerra Neto Levy Bruno Correia Bezerra Regina Amanda Franca Almeida Wallysson Gomes Pereira

História Rejanny Mesquita Martins Rosa (Coordenadora) Flavio da Conceição Jose René de Franca Silva Vicente Gregório O. M do Amaral Wendell Guedes da Silva Waldejares Silva de Oliveira

Biologia

Eddie William de Pinho Santana (Coordenador)

André Luiz B

S.

Brasilino

Antonio Carlos Nogueira Sobrinho Camylla Alves do Nascimento Donisethi Teixeira Lélis Júnior Karoline Soares Garcia Maria da Conceição de Souza Michael Robert Martins Rocha

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Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial desta edição, por qualquer meio ou forma – seja mecânica ou eletrônica, fotocópia, scanner, gravação, etc –, nem apropriada ou estocada em sistema de banco de dados, sem a expressa autorização do Curso Pré-Vestibular UECEVEST.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – UECE Pró-Reitoria de Políticas Estudantís – PRAE Curso Pré-Vestibular UECEVEST Fone: (85) 3101.9658 Av. Parajana, 1700 – Campus do Itaperi – 60.740-903 Fortaleza – Ceará

O presente material é uma ação conjunta da Secretaria de Educação do Estado do Ceará – SEDUC, com a Universidade Estadual do Ceará – UECE, através do Convênio de Cooperação Técnica Científica nº 07/2009.

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SUMÁRIO Gramática 05 Literatura 21 Redação 39 Inglês 53 Espanhol 61 Geografia

SUMÁRIO

SUMÁRIO Gramática 05 Literatura 21 Redação 39 Inglês 53 Espanhol 61 Geografia

Gramática

05

Literatura

21

Redação

39

Inglês

53

Espanhol

61

Geografia

69

História Geral I

115

História Geral II

127

História do Brasil

149

Matemática I

167

Matemática II

199

Física I

217

Física II

233

Química Geral

247

Química Orgânica

265

Físico-Química

275

Biologia I

287

Biologia II

303

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P R É - V E S T i B U l A R G
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P R É - V E S T i B U l A R
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G R A M Á T I C A

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Caro(a) Aluno(a), O módulo que você tem em mãos possui conteúdos relacionados às Matrizes de

Caro(a) Aluno(a),

Caro(a) Aluno(a), O módulo que você tem em mãos possui conteúdos relacionados às Matrizes de Referência

O módulo que você tem em mãos possui conteúdos relacionados às Matrizes de Referência para a área de

Linguagem, Códigos e suas Tecnologias, do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Abaixo, há a indicação das competências da área e de suas habilidades que, neste módulo, são contempladas, e, em seguida, dos objetos de conhecimento associados às Matrizes.

Competência de área 1 – Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.

H1 – Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos de caracterização dos sis- temas de comunicação. H4 – Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens e dos sistemas de comunicação

e informação.

H3 – Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informação, considerando a função social

desses sistemas.

Competência de área 6 – Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação. H18 – Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.

Competência de área 7 – Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas ma- nifestações específicas.

H21 – Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos. H22 – Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos. H23 – Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados. H24 – Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como

a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.

Competência de área 8 – Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade. H25 – Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguís- ticas sociais, regionais e de registro. H26 – Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social. H27 – Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.

ObjetO de COnheCimentO

Estudo dos aspectos linguísticos em diferentes textos: recursos expressivos da língua, procedimentos

de construção e recepção de textos – organização da macroestrutura semântica e a articulação entre ideias

e proposições (relações lógico-semânticas). Estudo dos aspectos linguísticos da língua portuguesa: usos da língua: norma culta e variação linguís- tica – uso dos recursos linguísticos em relação ao contexto em que o texto é constituído: elementos de referência pessoal, temporal, espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e modos verbais; uso dos recursos linguísticos em processo de coesão textual: elementos de articulação das sequências dos textos ou à construção da microestrutura do texto.

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SinTAxE Parte da gramática que estabelece as relações de combinação (ordenação, dependência e concordância)
SinTAxE Parte da gramática que estabelece as relações de combinação (ordenação, dependência e concordância)

SinTAxE

Parte da gramática que estabelece as relações de combinação (ordenação, dependência e concordância) entre as palavras.

Análise sintática

Por que estudar análise sintática?

Para conhecer melhor como se estruturam e se articulam as frases em nossa língua, para o aperfeiçoamento de nossa escrita e para o estudo de outros assuntos gramaticais.

Conceitos essenciais

Em uma análise sintática podemos ter:

Frase

É a reunião de palavras que expressam uma ideia completa,

constitui o elemento fundamental da linguagem, não precisa ne- cessariamente conter verbos. Ex.: “Final de ano, início de tormento”. (Revista Nova Escola, 11/00)

Frase nominal

É aquela que tem o seu núcleo significativo concentrado num

nome (substantivo, adjetivo, numeral ou advérbio). Ela se carac- teriza por não apresentar verbo que indique movimento ou ação, pois traduz uma visão estática da realidade. No entanto, na frase nominal, pode aparecer verbo de ligação, pois este apenas funcio- na como um elo entre o sujeito e a qualificação ou estado dados a ele. Observe os exemplos:

Ex. 1: “A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a

aliança.”(Dalton Trevisan)

Ex. 2: “Em redor, tudo parado. Estático. No silêncio da madru- gada, nem o piar de um pássaro” (Lygia Fagundes Telles)

gada, nem o piar de um pássaro” (Lygia Fagundes Telles) SAibA mAiS São os verbos de

SAibA mAiS São os verbos de ligação os que, na frase nominal exprimem uma visão estática do ser. Os mais comuns são: ser, estar, tornar- se, permanecer, continuar, ficar e parecer.

Frases verbais

São aquelas que têm um núcleo significativo concentrado em um verbo, que não é de ligação, ou em uma locução verbal. In- dicam movimento ou ação, pois traduzem uma visão dinâmica da realidade. Ex. 1: “Não volte sozinha para casa, de noite.”

(Carlos Drummond de Andrade)

Ex .2: “Todos caminhavam rumo aos fogos de artifício.”

As frases quanto ao sentido Observando os elementos que as constituem, já sabemos que as frases podem ser nominais ou verbais, de acordo com seu nú- cleo de significação. Além dessa classificação, podemos ainda analisá-las a partir de seu sentido. De acordo com esse critério teremos:

Frases declarativas: após a constatação de um fato, o emissor ou autor do enunciado faz uma declaração:

Ex.: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”(Fernando Pessoa)

Frases interrogativas: o emissor formula uma pergunta. Ex.: “Que bichos são estes?” (Menotti Del Pichia)

Frases exclamativas: o emissor revela um estado emotivo:

Ex.: “Já é madrugada! Puxa, que pernada!” (Menotti Del Pichia)

GRAMÁT ICA

Frases imperativas: o emissor expressa uma ordem, um pedido, uma súplica ou um conselho. Vem acompanhada de um vocativo:

Ex.: “Chiquinho, sai daí, peste!” (Mário de Andrade)

Frases

optativas:

possibilidade:

o

emissor

expressa

um

desejo,

uma

Ex.: “Assim eu quereria o meu último poema!” (Manuel Bandeira)

Frases imprecativas: o emissor expressa uma imprecação, isto é, uma súplica insistente por meio de maldição:

Ex.: “Um raio que te parta, maldito! – Má lepra te consuma, coisa ruim! – Uma cascavel que te morda a língua, cão danado!”

(Bernardo Guimarães)

Oração

É ideia que se organiza em torno de um verbo.

Ex.: “Tudo começa com o pagamento da dívida.”

(Revista Vida Pessoal, 12/99, p.07)

pagamento da dívida.” (Revista Vida Pessoal, 12/99, p.07) diCA O verbo pode estar elíptico (não aparece,

diCA

O verbo pode estar elíptico (não aparece, mas existe pois está

subentendido no contexto) Ex.: “O Jeca-Tatu de Monteiro Lobato fez tanto sucesso quanto (fizeram) os Fradinhos que Henfil lançou nas páginas do Pasquim”.

(Revista Época, 24.05.99, p.06)

Período

É o conjunto de 2 ou mais orações. O período pode ser:

simples constituído por apenas uma oração.

Ex.: “Macunaíma é o herói com muita preguiça e sem nenhum

caráter”. (Época, 24.05.99, p.7)

composto – constituído por mais de uma oração.

Ex.: “Nós não podemos fingir /que as crianças não têm incons-

ciente”. (Nova Escola, 11/00)

TERmOS DA ORAÇÃO

Sujeito

Leia: Um trecho da música “Esquadros”, de Adriana Calcanhoto Eu ando pelo mundo prestando atenção Em cores que eu não sei o nome

) (

Eu presto atenção no que meu irmão ouve

E como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula

protetora Eu quero chegar antes pra sinalizar o estar de cada coisa )

(

Pela janela do quarto, pela janela do carro Pela tela, pela janela (Quem é ela, quem é ela?) Eu vejo tudo enquadrado Remoto controle

) (

No verso: “Eu ando pelo mundo prestando atenção” Quem anda? eu = sujeito.

Chamamos de sujeito o termo a respeito do qual damos al- guma informação. Seu núcleo (palavra mais importante) pode ser um substantivo, um numeral, um pronome ou uma palavra substantivada. Outra maneira de se achar o sujeito é procurando

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GRAMÁT ICA a palavra ou expressão que concorda em número e em pessoa com o
GRAMÁT ICA a palavra ou expressão que concorda em número e em pessoa com o

GRAMÁT ICA

a palavra ou expressão que concorda em número e em pessoa com

o verbo. Muitas vezes também, o sujeito é o ponto de partida para que ocorra a ação expressa pela verbo ao qual ele se refere. Ex.: “O Jeca-Tatu de Monteiro Lobato fez tanto sucesso quanto (fizeram) os Fradinhos que Henfil lançou nas páginas do Pas-

quim.” (Revista Época, 24.05.99, p.06)

Sujeito da 1ª oração: O Jeca-Tatu de Monteiro Lobato Núcleo do sujeito: Jeca-Tatu (substantivo)

Tipos de sujeito

Simples

Composto

Oculto, elíptico ou desinencial

Indeterminado

Inexistente ou sem sujeito

Sujeito Simples

Aquele que possui apenas um núcleo. Ex.: “Livros ganham as prateleiras dos supermercados.”

(Época, 24.05.99, p.124)

Núcleo: livros

Sujeito Composto

Aquele que possui mais de um núcleo. Jogadores e torcedores reclamaram da arbitragem. Núcleo: Jogadores e torcedores

Ex.:

Sujeito oculto, elíptico ou desinencial

Aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facil- mente identificado pela desinência do verbo. Ex.: “Aonde vou, o que quero da vida?”

(Estado de Minas, 02.07.00, p.21)

Apesar de o sujeito não estar expresso, pode ser identificado nas duas orações: eu. Nesse caso, recuperou-se o sujeito pela de- sinência do verbo com o qual ele concorda.

Sujeito indeterminado

Aquele que não se quer ou não se pode determinar. Ex.: Vive-se melhor em uma cidade pequena. Absolveram o réu. Falaram mal de você.

Se tiver contexto nestes dois últimos exemplos, o sujeito po-

derá ser elíptico: eles.

exemplos, o sujeito po- derá ser elíptico: eles . AtenÇÃO O sujeito pode ser indeterminado em

AtenÇÃO

O sujeito pode ser indeterminado em três situações:

verbo na terceira pessoa do plural sem sujeito expresso: Telefo- naram por engano para minha casa.

verbo na terceira pessoa do singular acompanhado do pronome SE (índice de indeterminação do sujeito): Acredita-se na exis- tência de políticos honestos.

Se o verbo for transitivo direto e o “se” for partícula apassiva- dora, o sujeito não será indeterminado, pois estará expresso na oração. Ex. Aluga-se uma casa na praia. (Sujeito paciente - uma casa na praia).

Sujeito inexistente ou oração sem sujeito

A informação contida no predicado não se refere a sujeito

algum. Ocorre oração sem sujeito quando temos um verbo im- pessoal. O verbo é impessoal quando:

indica fenômenos da natureza (chover, nevar, amanhecer, etc.) Ex.: Anoiteceu muito cedo. Choveu muito no Rio de Janeiro este mês.

muito cedo. Choveu muito no Rio de Janeiro este mês. AtenÇÃO Os verbos indicadores de fenômeno

AtenÇÃO Os verbos indicadores de fenômeno da natureza, na ocorrên- cia de sujeito inexistente, têm que estar no seu uso denotativo (literal, sentido primário). Caso contrário, a oração terá sujeito, como no exemplo abaixo:

Ex. Ontem, choveu canivete na festa. Sujeito: canivete

Fazer, ser, estar indicarem tempo cronológico. Ex.: Faz meses que ele não aparece. Já é uma hora da tarde. Está quente em São Paulo.

ObS.:Já é uma hora da tarde. Está quente em São Paulo. O verbo “ser”, impessoal, concorda

O verbo “ser”, impessoal, concorda com o predicativo, po- dendo, assim, aparecer na 3ª pessoa do plural. Ex: Já são três horas da tarde.

haver com sentido de existir, de ocorrer, e quando indicar tempo decorrido. Ex.: Havia mulheres na sala. Há três anos ele partiu.

Ver outras ocorrências do sujeito inexistente em sala com o professor.

ocorrências do sujeito inexistente em sala com o professor. AtenÇÃO Os verbos impessoais sempre ficarão na

AtenÇÃO

Os verbos impessoais sempre ficarão na 3ª pessoa do singular

(havia, faz

dem aparecer conjugados, ou seja, com pessoas (1ª, 2ª ou 3ª/ sig. Ou pl.), mas nesses contextos eles passam a ter sujeito expresso.

Observar que esses verbos impessoais também po-

)

E x E R C í C i O
E
x
E
R
C
í
C
i
O

01. “Um esparso tilintar de chocalhos e guizos morria pelas que-

bradas.” Qual é o sujeito e o tipo de sujeito desta oração?

a)

Um esparso tilintar de chocalhos e guizos / simples.

b)

Um esparso tilintar de chocalhos e guizos / composto.

c)

Um esparso tilintar / simples.

d)

Um esparso tilintar / composto.

e)

Chocalhos e guizos / composto.

02.

Marque a única opção em que o sujeito não é indeterminado.

a)

Falaram mal daquela moça.

b)

Mataram um guarda.

c)

Vive-se bem aqui.

d)

Precisa-se de professores.

e)

Vendem-se carros usados.

03.

Veja o texto:

Congresso internacional do medo

Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo que, esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio porque esse não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo gran- de dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos di- tadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.

(Carlos Drummond de Andrade)

Marque V ou F caso as afirmativas sejam verdadeiras ou falsas.

a) ) O poeta utiliza várias vezes a forma verbal “cantaremos”, que tem sujeito oculto nós.

b) (

(

) Em “não cantaremos o ódio porque esse não existe”,

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temos o pronome “esse” como sujeito do verbo existe e “ o ódio” como objeto

temos o pronome “esse” como sujeito do verbo existe e “ o ódio” como objeto direto desse mesmo verbo.

e “ o ódio” como objeto direto desse mesmo verbo. GRAMÁT ICA 09. (EEAR) “Como poderia

GRAMÁT ICA

09. (EEAR) “Como poderia haver relações entre o predador e o

consumidor, se não houvesse o comércio?”

c)

) O sujeito da frase “ existe apenas o medo” é classificado como oculto ( ele ) e “apenas o medo” é o objeto direto do verbo existir.

(

a)

sujeito composto

c)

sujeitos inexistentes

b)

sujeito simples

d)

sujeitos compostos

d)

(

) Em “depois morreremos de medo” o sujeito é a palavra

10.

(EEAR) “O tique-taque do relógio diminui, os grilos come-

“depois” ( simples) que exerce a função de um substantivo, e “de medo” é o objeto indireto do verbo morrer.

çam a cantar. E madalena surge no lado de lá da mesa. Digo baixinho: - Madalena!” Há no texto:

e)

(

)Flores amarelas e medrosas nascerão sobre nossos

a)

três sujeitos

túmulos é a ordem direta da oração “sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas” que tem como sujeito simples flores amarelas e medrosas.

b)

cinco sujeitos

c)

quatro sujeitos

d)

três sujeitos, sendo um oculto

04.

Indique o tipo de sujeito de cada oração abaixo:

11.

(EEAR) “Quando acabou o espetáculo, cada família entrou

a)

Não choremos, amigos, a mocidade.

no seu carro; as poucas que não tinham esperavam uma estiada”. A função sintática das palavras sublinhadas, respectivamente, é:

 

a)

sujeito – objeto direto

 
 

b)

Corriam por aqueles dias boatos da revolução.

b)

sujeito – adjunto adverbial

 

c)

sujeito – adjunto adnominal

d)

adjunto adnominal – adjunto adverbial

 

c)

O homem, a fera e o inseto, à sombra delas, vivem livres de fome e fadigas.

12.

(EEAR) Assinale a alternativa em que aparece oração sem

sujeito:

 
 

a) Esperanças haverá sempre.

 

d)

Não chores, meu filho.

b) Começaram cedo, as aulas este ano.

 

c) Não se brinca com facas e armas de fogo.

 

d) Inventaram um novo pára-quedas, os homens da aeronáutica.

e)

A maioria das pessoas imagina que o importante, no diálogo, é a palavra.

13.

(EEAR) Em qual alternativa o sujeito se acha posposto ao

verbo?

 
 

a) Dá muitas volta o mundo.

 

b) E tu crês na liberdade, filho?

05.

(AMAN). As granadas explodindo entre os restolhos secos do

c) Tu não viste no céu um negrume?

 

matagal, incendiavam-nos; ouviam-se lá dentro, de envolta com o

crepitar de queimadas sem labaredas, extintas nos brilhos da manhã

O sujeito de ouviam-se é:

claríssima, brados de cólera e de dor; (

).

d) Um casal meu amigo, convidou-me certa vez

14. (PUC) “Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a

a)

“brados de cólera e de dor”.

pau.” Nessa frase o sujeito do verbo é:

b)

indeterminado.

a) nas mãos

c)

“o crepitar de queimadas”.

b) indeterminado

d)

“brilhos da manhã claríssima”.

c) eles (determinado)

e)

“os sertanejos”, oculto.

d) inexistente ou eles: dependendo do contexto

 

e) n.d.a

06.

(ENCE) Marque a opção que não apresenta sujeito indeter-

minado.

a)

Precisa-se de funcionários competentes.

b)

Come-se bem neste restaurante.

c)

Morre-se de tuberculose ainda hoje.

d)

Deixaram a luz do pátio acesa.

e)

Vendem-se pianos reformados.

07.

(ENCE) Assinale a alternativa em que o sujeito é inexistente.

a)

Nesta terra, faz muito calor.

b)

Divulgaram-se notícias assustadoras.

c)

Necessita-se de roupas e mantimentos.

d)

Caminhamos sob um sol ardente.

e)

Alguém é responsável por tamanha desordem.

08.

Assinale a alternativa em que o termo grifado não funciona

como sujeito.

a) “O vento soprava forte.”

b) “Alguém esqueceu um chapeu na sala ”

c) “Vossa Excelência governa o maior país deste continente.”

d) “Fazem-se unhas à francesinha.”

e) ”Chegaram às mãos do ministro da Defesa os projetos de lei que mudam o Código Brasileiro de Aeronáutica.” (Revista Época, 06/12/99)

PREDiCADO

Leia:

Meu cavalo é minhas pernas Meu arreio é meu assento Meu capote é minha cama Meu perigo é meu sustento.

(João Guimarães Rosa)

No verso: “Meu cavalo é minhas pernas”, qual a informação declarada sobre meu cavalo? É minhas pernas. Chamamos de predicado tudo aquilo que se informa sobre o sujeito e é estruturado em torno de um verbo. Ele sempre con- corda em número e pessoa com o sujeito. Quando é um caso de oração sem sujeito, o verbo do predicado fica na forma impessoal, 3ª pessoa do singular. O núcleo do predicado pode ser um verbo significativo, um nome ou ambos. Ex.: “Seu trabalho tem uma ligação muito forte com a psicanálise”.

(Revista Nova Escola, 11/00)

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GRAMÁT ICA Tipos de predicado e) ( )Podemos considerar ( partículas expletivas / conectivos •

GRAMÁT ICA

GRAMÁT ICA Tipos de predicado e) ( )Podemos considerar ( partículas expletivas / conectivos • Verbal

Tipos de predicado

e)

(

)Podemos considerar ( partículas expletivas / conectivos

Verbal

 

e agentes da passiva ) exercendo a função de objeto indireto

Nominal

do verbo transitivo indireto “declinava”.

Verbo-nominal

 

02.

(EFOMM) Assinale o período cujo predicado é nominal.

Predicado verbal

a)

Vi-o doente.

Aquele que tem como núcleo (palavra mais importante) um

b)

Encontrei-o muito doente.

verbo significativo.

c)

Vi o doente.

Ex.: Ministro anuncia reajuste de impostos.

d)

O aluno foi chamado ao quadro.

Núcleo: anuncia (verbo significativo)

e)

O jogador, após a falta, virou bicho.

diCA 03. (Escola Naval) Ocorre predicado verbo-nominal em:

diCA

03.

(Escola Naval) Ocorre predicado verbo-nominal em:

 

O

verbo significativo pode ser: transitivo direto (VTD),

a)

A tua resposta não é verdadeira.

transitivo indireto (VTI), transitivo direto e indireto (VTDI) ou

b)

O cão vadio virou a lata de lixo.

intransitivo (VI).

c)

Viraram moda os jogos eletrônicos.

Ex.: O técnico comprou várias bolas. (VTD)

d)

Todos permaneçam em seus lugares.

O

técnico gosta de bolas novas. (VTI)

e)

Pensativo e triste vinha o rapaz.

O

técnico prefere melhores condições de trabalho a aumento de

 

salário. (VTDI)

04.

Em “Sacou da arma”, a função sintática do termo sublinhado é:

O

técnico viajou. (VI)

a)

Objeto direto preposicionado.

 

b)

Objeto indireto.

Predicado nominal

c)

Adjunto adverbial de meio.

 

Aquele cujo núcleo é um nome (predicativo). Nesse o verbo é

d)

Objeto direto

de

ligação. Serve de elo entre o sujeito e o predicativo.

e)

Complemento nominal.

Ex.: Todos estavam apressados. Estavam: verbo de ligação (VL)

05.

(UNIMEP)

Núcleo: apressados (predicativo)

I.

Paulo está adoentado.

II.

Paulo está no hospital.

Predicado verbo-nominal

Aquele que possui dois núcleos: um verbo significativo e um

a)

O predicado é verbal em I e II

predicativo do sujeito ou do objeto.

b)

O predicado é nominal em I e I

Ex.: O juiz julgou o réu culpado.

c)

O predicado é verbo-nominal em I e II

Núcleos: julgou- verbo significativo

d)

O predicado é verbal em I e nominal em II

culpado- predicativo do objeto (o réu)

e)

O predicado é nominal em I e verbal em II

06.

(FCMPA-MG) Assinale a alternativa em que apareça predi-

E x E R C í C i O
E
x
E
R
C
í
C
i
O

01. O assassino era o escriba

“Meu professor de análise sintática era o tipo de sujeito inexis- tente. Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regula como um paradigma da 1ª conjugação. Entre uma oração subor- dinada e um adjunto adverbial, ele não tem dúvidas: sempre acha-

va um sujeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou

com uma regência. Foi infeliz. Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA. Não deu. Acharam

um artigo indefinido em sua bagagem. A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agente da passiva, o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.”

(Paulo Leminski)

Observe os itens abaixo e assinale V ou F

a) (

) Na primeira oração temos um verbo de ligação, um

predicativo do objeto e um predicado verbo-nominal.

b) (

) “Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.”,

c)

d)

classificamos o sujeito como indeterminado, pois não há

indícios de um sujeito claro e explícito nessa oração. Há também um verbo transitivo direto e um objeto direto seguido de um adjunto adverbial de lugar.

(

era bitransitiva.”, temos dois predicados nominais

respectivamente, pois existem dois verbos de ligação e dois

predicativos do sujeito respectivamente.

/

(

não deu. ) possuem verbos considerados quanto à predicação

verbal como intransitivos porque não necessitam de um complemento verbal.

) Em “

Era possessivo como um pronome. E ela

) Analisando o contexto, percebemos que ( tentou ir

cado verbo- nominal:

a)

A chuva permanecia calma.

b)

A tempestade assustou os habitantes da vila.

c)

Paulo ficou satisfeito.

d)

Os meninos saíram do cinema calados.

e)

Os alunos estavam preocupados.

07.

(TTN) Observe as duas orações abaixo:

I.

Os fiscais ficaram preocupados com o alto índice de sonegação fiscal.

II.

Houve uma sensível queda na arrecadação do ICM em alguns Estados. Quanto ao predicado, elas classificam-se, respectivamente, como:

a)

nominal e verbo-nominal

b)

verbo-nominal e verbal

c)

nominal e verbal

d)

verbal e verbo-nominal

e)

verbal e nominal

08.

(EEAR) Assinalar a alternativa em que há predicado nominal.

a)

A tropa continuava parada na trincheira.

b)

Todo homem tem grandes sonhos na vida.

c)

A ambição tornou-o avarento.

d)

Ouvi e conservei-me calado.

Termos ligados ao nome Existem alguns termos que se ligam aos nomes. São eles:

Adjunto adnominal

Complemento nominal

Predicativo

Aposto

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Adjunto adnominal É o termo que se liga a um nome ou palavra substantivada para
Adjunto adnominal É o termo que se liga a um nome ou palavra substantivada para

Adjunto adnominal

É o termo que se liga a um nome ou palavra substantivada

para qualificá-lo ou determiná-lo. É expresso geralmente por um adjetivo, locução adjetiva, artigo, pronome ou numeral. Ex.: “Neste Natal, estimule a criatividade de seus alunos”.

(Revista Nova Escola, 11/00)

Complemento nominal

É o termo da oração exigido como complementação de al-

guns nomes (substantivos, adjetivos ou advérbios). Geralmente é regido de preposição. Ex.: “A criança tinha necessidade de brincadeiras.” Os turistas tinham disposição para a caminhada.

Predicativo

É o termo da oração que qualifica, classifica ou expressa um

estado do núcleo do sujeito ou do núcleo do objeto. Ex.: Os torcedores saíram do estádio alegres. (predicativo do sujeito)

saíram do estádio alegres . (predicativo do sujeito) AtenÇÃO O verbo aqui é intransitivo. Temos predicativo

AtenÇÃO

O verbo aqui é intransitivo. Temos predicativo do sujeito por-

que temos um verbo de ligação de fácil identificação pelo contex-

to, o verbo estar. Assim temos:

Ex.: Os torcedores consideraram o jogo fraco. (predicativo do objeto)

“e estavam”

Aposto

É o termo da oração que resume, explica ou especifica um nome.

Ex.:”Graças ao pai da psicanálise, Sigmund Freud, a masturbação começou a ser entendida como um hábito saudável em qualquer idade, da infância à velhice.” (Revista Nova Escola, 11/00)

diCAda infância à velhice.” (Revista Nova Escola, 11/00) O aposto geralmente vem marcado por algum tipo

O aposto geralmente vem marcado por algum tipo de pontu-

ação: vírgula, travessão, parênteses ou dois-pontos. Ex.: Algumas frutas- duas ou três- foram escolhidas para a exposição.

Termo independente

Vocativo

É o único termo isolado dentro da oração, pois não se liga ao

verbo nem ao nome. Não faz parte do sujeito nem do predicado. A função do vocativo é chamar ou interpelar o elemento a que se está dirigindo. É marcado por sinal de pontuação e admite ante- posição de interjeição de chamamento. Ex.: Pai, perdoai nossos pecados. Querida, obrigado pela surpresa.

Termos ligados ao verbo

Existem alguns termos que se ligam aos verbos. São eles:

Adjunto adverbial

Agente da passiva

Objeto direto

Objeto indireto

Adjunto adverbial

É o termo da oração que se liga ao verbo, adjetivo ou advérbio

para indicar uma circunstância ( tempo, lugar, modo, intensida-

de, negação, finalidade

).

tempo, lugar, modo, intensida- de, negação, finalidade ). AtenÇÃO Circunstância é uma particularidade que

AtenÇÃO Circunstância é uma particularidade que modifica um fato. Ex.: “Na escola, fala-se muito pouco sobre o que as crianças pen- sam espontaneamente”. (circunstância de lugar)

Revista Nova Escola, 11/00

GRAMÁT ICA

Depois de refletir, uma menina ergueu a mão”. (circunstância de tempo)

Revista Nova Escola, 11/00

É preciso ter em mente que o adjunto adverbial representa

uma ideia acessória à mensagem. Ele não deve ser confundido com o objeto indireto nem com o complemento nominal, que são termos integrantes da frase, indispensáveis à compreensão da mensagem. Os principais adjuntos adverbiais são:

tempo: Agora, o asfalto anda em Tabatinga.

Lugar: Aqui não tem ninguém com esse nome.

modo: Acidentalmente, derrubou a bandeja de doces.

negação: Devemos amar os animais, e não maltratá-los de jei- to nenhum.

Afirmação: Sim eu poderia abrir as portas.

dúvida: Talvez seja um maluco fingindo ser médico.

intensidade: Eu já chorei bastante.

meio: Iremos de avião à Salvador.

Causa: O país ficará em ruínas com a inflação.

Companhia: Fomos ao cinema com papai.

instrumento: A criança estragou a parede com o martelo.

Finalidade: Haviam escrito um artigo novo para a edição da tarde.

Haviam escrito um artigo novo para a edição da tarde . ObS.: Os advérbios (classe de

ObS.:

Os advérbios (classe de palavra invariável) já foram estudados

no módulo 2 de gramática.

Agente da passiva

É o termo da oração que se liga ao verbo para indicar o agente

da ação verbal. Sempre vem precedido de preposição.

Ex.: O abaixo-assinado foi feito pelos alunos. Atenção para a identificação do agente da passiva.

diCA. Atenção para a identificação do agente da passiva. O agente da passiva só existe quando

O agente da passiva só existe quando a oração estiver na voz

passiva analítica.

Objeto direto

É o termo da oração que completa o verbo transitivo direto

(VTD) sem mediação de uma preposição.

Ex.:”A prática estimula a reflexão filosófica independentemente

da leitura”.

Revista Nova Escola, 11/00

independentemente da leitura”. Revista Nova Escola, 11/00 diCA Você sabe o que é um objeto direto

diCA Você sabe o que é um objeto direto preposiciona-

do? Como não confundi-lo com um objeto indireto?

O objeto direto preposicionado completa um verbo transitivo

direto (VTD) enquanto um objeto indireto completa um verbo transitivo indireto (VTI). Geralmente é usado para solucionar casos de ambiguidade de oração ou por uma questão de estilo. Ex.:”Amouaseupaicomamaisplenagrandezadaalma”.(FEFASP) amar (VTD); a seu pai (objeto direto preposicionado)

O objeto direto também pode ser pleonástico, ou seja, quan-

do há a repetição do objeto direto e vem sempre representado por

um pronome. Ex: O menino, não o vi.

Objeto indireto

É o termo que completa um verbo transitivo indireto (VTI)

com mediação de uma preposição. Ex.: Na formatura, ele lembrou-se da faculdade.

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GRAMÁT ICA E x E R C í C i O 01. (FMU) Em “Eu

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E x E R C í C i O
E
x
E
R
C
í
C
i
O

01. (FMU) Em “Eu era, enfim, senhores, uma graça de aliena-

do.”, os termos da oração grifados são respectivamente, do ponto de vista sintático:

grifados são respectivamente, do ponto de vista sintático: d) predicativo do objeto direto e) objeto direto

d)

predicativo do objeto direto

e)

objeto direto

07.

(FGV) Em “Motoristas, mantenham à direita!”, há um erro

no uso da crase, pois o termo direita é:

a)

adjunto adnominal, vocativo, predicativo do sujeito

a)

objeto direto

b)

adjunto adverbial, aposto, predicativo do objeto

b)

adjunto adverbial de lugar

c)

adjunto adverbial, vocativo, predicativo do sujeito

c)

objeto indireto

d)

adjunto adverbial, vocativo, objeto direto

d)

aposto do sujeito

e)

adjunto adnominal, aposto, predicativo do sujeito

e)

adjunto adnominal

02.

(MACK) “Não serei o poeta de um mundo caduco.”; “entre

08.

(FGV) Leia atentamente: “O vigilante guarda-noturno e o

eles considero a enorme realidade.”; “Não serei o cantor de uma mulher”; “O tempo é a minha matéria.” As expressões sublinha-

seu valente auxiliar, nunca esmoreceram no cumprimento do de-

ver.” No período acima, a vírgula está mal colocada, pois separa:

das nos versos do texto exercem, respectivamente, as funções de:

a)

o sujeito e o objeto direto

a)

adjunto adnominal - adjunto adverbial - complemento

b)

c)

o sujeito e o predicado

nominal - predicativo do sujeito

a oração principal e a oração subordinada

b)

complemento nominal - adjunto adverbial - complemento

d)

e)

o sujeito e o seu adjunto adnominal

nominal - predicativo do sujeito

o predicado e o objeto direto

c)

predicativo do sujeito - núcleo do predicado - adjunto adnominal - núcleo do predicativo do sujeito

09.

(FGV) Leia atentamente: “A maior parte dos funcionários

d)

predicativo do sujeito - núcleo do predicado - complemento

classificados no último concurso, optou pelo regime de tempo

integral.” Na frase acima, há um erro de pontuação, pois a vírgula

e)

nominal - predicativo do sujeito

está separando de modo incorreto:

complemento nominal - adjunto adverbial - adjunto adnominal - núcleo do predicativo do sujeito

a)

o sujeito e o predicado

 

b)

o aposto e o objeto direto

03.

(PUC) No sintagma verbal: “

foi espantar as moscas 1 do

c)

o adjunto adnominal e o predicativo do sujeito

rosto 2 do anjinho 3 .”, temos três sintagmas nominais que funcio-

d)

o sujeito e o predicativo do objeto direto

nam respectivamente como:

e)

o objeto indireto e o complemento da agente da passiva.

a)

objeto direto, objeto indireto, adjunto adnominal do objeto indireto

10.

(FGV) Leia atentamente: “O funcionário referiu o incidente

b)

objeto direto, adjunto adverbial de lugar, complemento nominal

a

Diretoria. “Na frase acima, o termo a deve levar crase, pois

c)

diretoria tem função de:

objeto indireto, complemento nominal, adjunto adnominal do complemento nominal

a)

adjunto adverbial de finalidade

d)

objeto indireto, objeto indireto, complemento nominal

b)

objeto direto

e)

objeto direto, adjunto adverbial de lugar, adjunto adnominal

c)

d)

sujeito

do adjunto adverbial

adjunto adnominal preposicionado

 

e)

objeto indireto

04.

(FUVEST) No texto: “Acho-me tranquilo - sem desejos, sem

esperanças. Não me preocupa o futuro”, os termos destacados são, respectivamente:

11.

(FGV) Leia com atenção: “Infelizmente, vocês enviaram uma

a)

predicativo, objeto direto, sujeito

carta ao diretor sem assinatura.” Na frase acima, há ambiguidade, pois a expressão sublinhada pode ser entendida como adjunto

b)

predicativo, sujeito, objeto direto

adnominal:

c)

adjunto adnominal, objeto direto, objeto indireto

a)

do sujeito ou do objeto direto

d)

predicativo, objeto direto, objeto indireto

b)

do adjunto adverbial de modo ou do objeto direto

e)

adjunto adnominal, objeto indireto, objeto direto

c)

do objeto direto ou do aposto

 

d)

do objeto direto ou do objeto indireto

05.

(FUVEST) “No mar, tanta tormenta e tanto dano, / Tantas

e)

do sujeito ou do predicativo do objeto direto

vezes a morte apercebida; / Na terra, tanta guerra, tanto engano,

12.

(PUCC) “Não revelou o que descobrira a ninguém.” Assinale

/ Tanta necessidade aborrecida! / Onde pode acolher-se um fraco humano, / Onde terá segura a curta vida, / Que não se arme e se indigne o Céu sereno / Contra um bicho da terra tão pequeno?”

alternativa em que se analisa a classe gramatical e a função sin- tática das palavras destacadas, respeitando a ordem em que elas

a

Na oração “Onde terá segura a curta vida

”:

ocorrem:

a) o adjetivo segura é predicativo do objeto vida

b) o adjetivo curta é adjunto adnominal do sujeito vida

c) os dois adjetivos - segura e curta - são adjuntos do substantivo vida

d) o adjetivo segura está empregado com valor de adjunto

adverbial e) os adjetivos - segura e vida - são predicativos do sujeito vida

06. (FGV) Aponte a correta análise do termo destacado: “Ao fun-

do, as pedrinhas claras pareciam tesouros abandonados.”

a) predicativo do sujeito

b) complemento nominal

c) adjunto adnominal

a)

artigo, adjunto adnominal, conjunção integrante, conectivo

b)

pronome demonstrativo, sujeito, conjunção integrante, conectivo

c)

artigo, adjunto adnominal, pronome relativo, sujeito

d)

pronome demonstrativo, objeto direto, pronome relativo, objeto direto

e)

artigo, adjunto adnominal, pronome relativo, objeto direto

13.

(UF-PR) Na oração “O alvo foi atingido por uma bomba for-

midável”, a locução por uma bomba formidável tem a função de:

a) objeto direto

d)

complemento nominal

b) agente da passiva

e)

adjunto adnominal

c) adjunto adverbial

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as empregadas das casas saem apressa- das , de latas e garrafas na mão, para
as empregadas das casas saem apressa- das , de latas e garrafas na mão, para

as empregadas das casas saem apressa-

das, de latas e garrafas na mão, para a pequena fila do leite”, os termos destacados são, respectivamente:

14. (UNIMEP) Em “

a)

adjunto adverbial de modo e adjunto adverbial de matéria

b)

predicativo do sujeito e adjunto adnominal

c)

adjunto adnominal e complemento nominal

d)

adjunto adverbial de modo e adjunto adnominal

e)

predicativo do sujeito e complemento nominal

15.

(UNESP) “De resto não é bem uma greve, é um lock-out, gre-

ve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno.”; “Muitas vezes lhe acontecera bater à campainha de uma casa e ser aten- dido por uma empregada ou por outra pessoa qualquer”; “E, às vezes, me julgava importante.” Assinalar a alternativa em que os termos em destaque aparecem corretamente analisados quanto à função sintática:

a)

predicativo, sujeito, objeto direto

b)

aposto, agente da passiva, predicativo

c)

objeto direto, objeto indireto, adjunto adverbial

d)

complemento nominal, adjunto adverbial, aposto

e)

vocativo, adjunto adnominal, predicativo

16.

(UM-SP) Apesar de vistosa, a construção acelerada daquele

edifício deixou-nos insatisfeitos novamente. Os termos em des- taque no período são, respectivamente:

a)

adjunto adnominal, objeto indireto, adjunto adverbial

b)

complemento nominal, objeto direto, adjunto adverbial

c)

adjunto adnominal, objeto direto, predicativo do objeto

d)

complemento nominal, objeto direto, predicativo do objeto

e)

adjunto adnominal, objeto indireto, adjunto adnominal

17.

(F. TIBIRIÇA-SP) Na oração “José de Alencar, romancista

brasileiro, nasceu no Ceará”, o termo destacado exerce a função sintática de:

a) aposto

b) vocativo

c) predicativo do objeto

d) complemento nominal

e) n.d.a

c) predicativo do objeto d) complemento nominal e) n.d.a 18. (2003) No ano passado, o governo

18. (2003) No ano passado, o governo promoveu uma campanha

a fim de reduzir os índices de violência. Noticiando o fato, um jornal publicou a seguinte manchete:

CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO ENTRA EM NOVA FASE

A manchete tem um duplo sentido, e isso dificulta o entendi-

mento. Considerando o objetivo da notícia, esse problema pode- ria ter sido evitado com a seguinte redação:

a) Campanha contra o governo do Estado e a violência entram em nova fase.

b) A violência do governo do Estado entra em nova fase de Campanha.

c) Campanha contra o governo do Estado entra em nova fase de violência.

d) A violência da campanha do governo do Estado entra em nova fase.

e) Campanha do governo do Estado contra a violência entra em nova fase.

GRAMÁT ICA

PERíODO COmPOSTO

É aquele formado por mais de uma oração.

Oração absoluta: é aquela que constitui um período simples. Ex.: Os filhos são um subproduto do amor.

Oração coordenada: é aquela que se junta a outra, mantendo independência do ponto de vista sintático. Ex.: O dono do armazém comprou a mercadoria /e a vendeu na mesma semana.

Oração subordinada: é aquela que se liga a outra, mantendo uma dependência sintática, ou seja, ela exerce uma função sintática com relação à oração principal. Ex.: O dono da imobiliária achava / que daria escândalo.

Oração

subordinada. Ex.: A areia do chão não permitia que me segurasse em nada.

principal:

é

aquela

da

qual

depende

a

oração

O período composto pode ser:

Período composto por coordenação

Leia:

Ou isto ou aquilo?

Ou se tem chuva e não se tem sol, Ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel, Ou se põe o anel e não se calça a luva!

Ou guarda o dinheiro e não se compra doce Ou compro o doce e gasto o dinheiro,

Ou isto ou aquilo, ou isto ou aquilo E vivo escolhendo o dia inteiro!

(Cecília Meireles)

No período: “ou se tem chuva e não se tem sol”, temos duas

orações coordenadas que se ligam pelo sentido, mas não existe dependência sintática entre elas.

As orações coordenadas de subdividem em:

Assindéticas – Não são introduzidas por conjunção. Ex.: Trabalhou, sempre irá trabalhar.

Sindéticas – São introduzidas por conjunção. Esse tipo de oração se subdivide em:

Aditiva: ideia de adição, acréscimo. Principais conjunções

usadas: e, nem, (não somente)

Ex.: O professor não somente elaborou exercícios como também

uma extensa prova.

como também.

Adversativa: ideia de contraste, oposição. Principais conjun- ções usadas: mas, contudo, entretanto, porém Ex.: O professor elaborou um exercício simples, mas a prova foi bastante complexa.

Alternativa: ideia de alternativa, exclusão. Principais conjun-

ções usadas: quer

Ex.: Ou o professor elabora o exercício/ ou desiste de aplicar a prova.

quer,

ora

ora,

ou

ou.

Conclusiva: ideia de dedução, conclusão. Principais conjun- ções usadas: portanto, pois, logo Ex.: O professor não elaborou a prova, logo não poderá aplicá-la na data planejada.

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GRAMÁT ICA explicativa: ideia de explicação, motivo. Principais conjun- ções usadas : pois, porque. Ex.:
GRAMÁT ICA explicativa: ideia de explicação, motivo. Principais conjun- ções usadas : pois, porque. Ex.:

GRAMÁT ICA

explicativa: ideia de explicação, motivo. Principais conjun- ções usadas: pois, porque. Ex.: O professor não elaborou a prova, porque ficou doente.

O professor não elaborou a prova, porque ficou doente. AtenÇÃO As conjunções coordenativas foram estudadas no

AtenÇÃO As conjunções coordenativas foram estudadas no módulo 2 de gramática.

diCAcoordenativas foram estudadas no módulo 2 de gramática. A conjunção pois pode introduzir orações conclusivas

A conjunção pois pode introduzir orações conclusivas (pois,

após o verbo) ou explicativas(pois, antes do verbo).

Período composto por subordinação

Leia:

Chega de saudade

Vai, minha tristeza

E diz a ela

Que sem ela não pode ser Diz-lhe uma prece Que ela regresse Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade

A realidade é que sem ela

Não há paz, não há beleza

É

Que não sai de mim, não sai de mim

Não sai (

só tristeza e a melancolia

)

(Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes)

No período: “E diz a ela / que sem ela não pode ser”, temos duas orações. A 1ª: “E diz a ela” é a principal. A 2ª: “que sem ela não pode ser”, é a subordinada, pois completa o sentido da principal. No período subordinado, existem pelo menos uma oração principal e uma subordinada.A oração principal é sempre in- completa, ou seja, alguma função sintática está faltando. As ora- ções subordinadas desempenham a função sintática que falta na principal: objeto direto, indireto, sujeito, predicativo, comple- mento nominal Ex.: O rapaz gostava / de que todos olhassem para ele.

Oração principal: O rapaz gostava Oração subordinada: de que todos olhassem para ele.

A oração principal está incompleta, falta objeto indireto para

o verbo gostar, o oração subordinada desempenha a função de objeto indireto da principal. As orações subordinadas se subdividem em: Substantivas, Adjetivas e Adverbiais

Orações subordinadas substantivas As orações subordinadas substantivas exercem funções especí- ficas do substantivo: sujeito, objeto, predicativo

especí- ficas do substantivo: sujeito, objeto, predicativo diCA As orações subordinadas substantivas desenvolvidas

diCA As orações subordinadas substantivas desenvolvidas são intro- duzidas pelas conjunções integrantes se ou que e possuem verbos conjugados. As orações subordinadas substantivas reduzidas não são introduzidas por conjunções e possuem verbos nas formas nominais (particípio, gerúndio ou infinitivo). Ex.: É possível que eu fracasse. ( oração desenvolvida) É possível fracassar. ( oração reduzida de infinitivo)

As orações subordinadas substantivas podem ser:

Orações subordinadas substantivas objetivas diretas

Exercem a função de objeto direto do verbo da oração principal. Ex.: “Paulo José observa que o anti-heroísmo é uma característica forte dos personagens da cultura latino-americana. (em. 01.10.00)

Orações subordinadas substantivas objetivas indiretas

Exercem a função de objeto indireto do verbo da oração principal. Ex.: A nova máquina necessitava de que os funcionários supervi- sionassem mais o trabalho.

Orações subordinadas substantivas predicativas

Exercem a função de predicativo do sujeito da oração principal. Ex.: Meu consolo era que o trabalho estava no fim.

Orações subordinadas substantivas subjetivas

Exercem a função de sujeito da oração principal. Ex.: É difícil que ele venha.

da oração principal. Ex.: É difícil que ele venha . diCA O verbo da oração principal

diCA

O verbo da oração principal sempre estará na 3ª pessoa do

singular quando a oração subordinada for subjetiva.

Orações subordinadas substantivas completivas nominais

Exercem a função de complemento nominal da oração principal.

Ex.: Sua falha trágica é a dificuldade de ser maleável em relação

à realidade.

Orações subordinadas substantivas apositivas Exercem a função de aposto de algum nome da oração principal. Ex.:Há nas escolas uma norma: que os alunos são respeitados.

diCA A oração apositiva sempre estará pontuada, ou entre vírgulas ou depois de dois pontos. A oração apositiva sempre estará pontuada, ou entre vírgulas ou depois de dois pontos.

Orações subordinadas adjetivas

Podem ser:

Restritivas

Exercem a função de adjunto adnominal da oração princi- pal, restringem o nome ao qual se referem, não são separadas por vírgulas. Ex.: O trabalho que realizei ontem foi produtivo.

Explicativas

Exercem a função de aposto da oração principal, explicam

o nome ao qual se referem, são sempre separadas por vírgulas.

Ex.: O computador, que é um meio rápido de comunicação, está conquistando todas as famílias.

de comunicação , está conquistando todas as famílias. diCA As orações subordinadas adjetivas sempre serão

diCA

As orações subordinadas adjetivas sempre serão introduzidas

por pronomes relativos: que, o qual, a qual, as quais, quem, onde, cujo(s), cuja(s), quanto etc.

Período composto subordinado adverbial Orações subordinadas adverbiais:

Causais

Expressam a causa da consequência expressa na oração principal.

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Principais conjunções: porque, pois que, já que, porquanto Ex.: Chegou atrasado ao encontro, porque estava
Principais conjunções: porque, pois que, já que, porquanto Ex.: Chegou atrasado ao encontro, porque estava

Principais conjunções: porque, pois que, já que, porquanto Ex.: Chegou atrasado ao encontro, porque estava em uma reunião.

Consecutivas

Expressam a consequência, o resultado da causa expressa na oração principal.

que,

de modo que Ex.: A reunião atrasou tanto que ele se atrasou para o encontro.

Principais conjunções: (tão)

que,

(tanto)

que,

(tal)

Proporcionais

Expressam proporção. Principais conjunções: à media que, a proporção que, ao pas- so que Ex.: À medida que a reunião avançava, ele se atrasava para o en- contro.

Temporais

Expressam tempo. Principais conjunções: quando, enquanto, logo que, até que Ex.: Logo que ele chegou, arrumou os trabalhos.

Finais

Expressam finalidade, objetivo. Principais conjunções: para que, a fim de que, porque (=para que) Ex.: Professores, tenham mais argumentos para pedir aumento salarial.

Condicionais

Expressam condição, obstáculo. Principais conjunções: se, caso, salvo, desde que, a menos que Ex.: Se ele partir, o projeto será cancelado.

Comparativas

Expressam comparação. Principais conjunções: que/ do que, como, assim como Ex.: Sua família é tão importante quanto seu trabalho.

Concessivas

Expressam uma concessão. Principais conjunções: embora, ainda que, posto que, (por mais) que Ex.: Mesmo que trabalhe muito, não será recompensada.

Conformativas

Expressa um acordo, uma conformidade. Principais conjunções: conforme, como, consoante, segundo. Ex.: Segundo havíamos combinado, o viagem será cancelada.

AtenÇÃO As conjunções subordinativas foram estudadas no módulo 2 de gramática. As conjunções subordinativas foram estudadas no módulo 2 de gramática.

SAibA mAiS As orações desenvolvidas são aquelas nas quais o verbo está conjugado em algum tempo: presente, As orações desenvolvidas são aquelas nas quais o verbo está conjugado em algum tempo: presente, pretérito e futuro. Ex.: Esperamos que passe de ano. As orações reduzidas são aquelas nas quais uma oração subor- dinada se apresenta sem conjunção ou pronome relativo e com o verbo no infinitivo, no particípio ou no gerúndio, dizemos que ela é uma oração reduzida, acrescentando-lhe o nome de infinitivo, de particípio ou de gerúndio.

Orações subordinadas reduzidas de gerúndio Podem ser adjetivas ou adverbiais:

Adjetiva

GRAMÁT ICA

“Encontrei as meninas dançando no meio da rua.”

Adverbial

Causal não vendo o posto, colidiu com ele.” “estando com medo do diretor, pediu demissão do cargo.”

Concessiva Sendo rico, mentiu que era pobre.” (D. Trevisan)

Condicional “havendo demanda, haverá produção maior.” (Visão)

modal “Por aqui passou Garrincha, inventando dribles e alegrias.

(A. Nogueira)

Orações subordinadas reduzidas de particípio Podem ser substantivas, adjetivas ou adverbiais:

Adjetiva

“O bichinho subia pela roupa estendida no varal

Adverbial

temporal acabada a aula, fomos ao clube.”

Causal

amargurado, queria suicidar-se.”

Concessiva

“Advertido do perigo, continuava lutando.”

Condicional

aceitas as condições do contrato, estaríamos fracassados.”

Orações subordinadas reduzidas de infinitivo Podem ser substantivas, adjetivas ou adverbiais:

Subjetiva

“Era difícil andar.” “Era-lhe tão enfadonho escrever cartas compridas.” (M. Assis)

Objetiva direta “Resolveu não mostrar o convite a ninguém.” (R. Queiroz)

Objetiva indireta “Ninguém pensa em cavalgar numa águia.” (Idem)

Completiva nominal “Sentiu vontade de vomitar e de morrer.” (A. Prado)

Predicativa “Vai, teu ofício é alegrar o homem.” (X. Marques)

Apositiva “Prometi-lhes apenas isto: esperá-los até às dez horas.”

Adjetiva

Adverbial

Causal “Morreu de tanto esperar.” “por serem apressados, fizeram um péssimo trabalho.”

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GRAMÁT ICA • Concessiva “ apesar de sentir medo , não fugiu.” III. “O fiscal

GRAMÁT ICA

Concessiva apesar de sentir medo, não fugiu.”

• Concessiva “ apesar de sentir medo , não fugiu.” III. “O fiscal deu o sinal.

III. “O fiscal deu o sinal. Os candidatos entregaram a prova. Acabara o exame”.

Condicional

Nota-se que existe coordenação assindética em:

“Não saia sem pedir licença.”

a)

I apenas.

d)

I, II, III.

Consecutiva

b)

II apenas.

e)

Nenhum deles.

“O exame foi difícil a ponto de provocar revolta nos alunos.”

c)

III apenas.

5) Final

07.

(FES- SP) No período: “Paredes ficaram tortas, animais en-

“Maria Clara acordou de seu sonho para encarar a realidade.

louqueceram e as plantas caíram”, temos:

 

(B. Rocha)

6) temporal ao começar o século, ainda éramos um satélite da França.”

(Nosso Século)

E x E R C í C i O
E
x
E
R
C
í
C
i
O

01.

aniversaria amanhã.” A conjunção “que” presente nas duas ora- ções estabelece, respectivamente, o sentido de:

“ Apressa-te, que tempo é pouco” / “Leve-lhe flores, que ela

a)

explicação e adição.

b)

explicação e explicação.

c)

conclusão e explicação.

d)

conclusão e conclusão.

e)

explicação e conclusão.

02.

“ Conquanto os salários dos brasileiros são baixos, ainda

conseguem sentir-se felizes.” A conjunção em destaque pode ser classificada como:

a)

consecutiva.

d)

comparativa.

b)

causal.

e)

conformativa.

c)

concessiva.

03.

Há uma ideia comparativa no item:

 

a)

Célia,embora fosse rica, não tinha luxo.

b)

Como já lhes contei aqui, de vez em quando digo que não vou ler mais jornal algum.

c)

Os soldados respondiam à medida que eram chamados.

d)

E pia tal qual a caça procurada.

e)

Não podem ver brinquedo que não queiram comprar.

04.

No período:

Minha mãe hesitou um pouco, mas acabou cedendo, depois

que o padre Cabral, tendo consultado o bispo, voltou a dizer-lhe que sim, que poderia ser.”

A

expressão depois que, morfologicamente, é:

a)

locução prepositiva.

b)

advérbio de tempo.

c)

locução conjuntiva.

d)

advérbio de modo.

e)

explicativo.

05.

Em: “Orai porque não entreis em tentação”, o sentido da

conjunção do período é de :

a)

duas orações coordenadas assindéticas e uma oração subordinada substantiva.

b)

três subordinadas substantivas.

c)

três orações coordenadas.

d)

quatro orações coordenadas.

e)

uma oração principal e duas orações subordinadas.

08.

(Mack- SP) Embora todas as conjunções sejam aditivas, uma

oração apresenta ideia adversária, identifique-a:

a)

Não achou os documentos e nem as fotocópias.

b)

Queria estar atento à palestra e o sono chegou.

c)

Não só aprecio a Medicina como também a Odontologia.

d)

Escutei o réu e lhe dei razão.

09.

(UFMS-RS) Identifique a alternativa que expressa a ideia

correta da segunda oração, considerando a conjunção que a in-

troduz: A torcida incentivou os jogadores; esses, contudo, não conseguiram vencer”.

a)

proporção.

d)

oposição.

b)

conclusão.

e)

concessão.

c)

explicação.

10.

(Fuvest- SP) “Podem acusar-me: estou com a consciência

tranquila”. Os dois pontos(:) do período acima poderiam ser substituí-

dos por vírgula, explicando-se o nexo entre as duas orações pela conjunção:

a)

portanto.

d)

embora.

b)

e.

e)

pois.

c)

como.

11.

(FEI- SP) A oração destacada “ Não viole a lei. Portanto, não

será julgado” é:

a)

explicativa.

d)

aditiva.

b)

alternativa.

e)

adversativa.

c)

conclusiva.

12.

(UFC) Existe oração coordenada sindética explicativa em:

a)

Não só deves regar as plantas, mas também aduba-las.

b)

Acordamos tarde, mas ainda nos sentíamos cansados.

c)

Calvin chorava, ora se conformava com a perda do seu ursinho.

d)

Mandou parar o ônibus que estava se sentindo mal.

e)

Ele vive mentindo; logo, não nenhum crédito de nossa parte.

13.

(UECE-CE) Aponte afirmação correta quanto às coordena-

a)

causa.

d)

explicação.

das explicativas:

b)

condição.

e)

finalidade.

a) Jamais a conjunção e pode representar valor explicativo.

c)

conformidade.

b) Em “ O médico disse que ele morreria” a oração destacada é coordenada explicativa.

06.

(FMSC–SP) Por definição, oração coordenada que seja des-

c) É comum encontrarmos um verbo no imperativo na oração

provida de conectivo é denominada assindética. Observando-se

coordenada assindética relacionada à coordenada sindética

os períodos seguintes:

 

explicativa.

I. “ Não caía um galho, não balançava uma folha”.

II. “ O filho chegou, a filha saiu, mas a mãe nem notou”.

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d) Toda oração coordenada explicativa apresenta apenas o conectivo pois.

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14. (UFRJ) Leia as informações e marque o que for correto : I. As orações
14. (UFRJ) Leia as informações e marque o que for correto : I. As orações

14.

(UFRJ) Leia as informações e marque o que for correto:

I.

As orações coordenadas sindéticas são dependentes das coordenadas assindéticas.

II.

Uma oração coordenada sindética pode ter valor semântico.

III.

Uma oração coordenada pode representar o papel de oração principal num período composto por subordinação.

a)

Apenas o item I.

d)

I, II, III.

b)

Apenas o item II.

e)

I e III.

c)

II e III.

15.

(Univ. Est. Ponta Grossa – PR) Em: “É possível que comuni-

cassem sobre política”, a segunda oração é:

a) Subordinada substantiva subjetiva.

b) Subordinada substantiva predicativa.

c) Subordinada substantiva apositiva.

d) Principal.

e) Subordinada substantiva objetiva direta.

16. (UECE) Em: Não sei onde pegou meu pé, na barriga tal-

vez

a) Substantiva objetiva direta.

b) Adjetiva restritiva.

c) Substantiva predicativa.

d) Substantiva adjetiva.

a oração destacada classifica-se como subordinada:

”,

17. (Univ. Fed. Acre) Assinale a alternativa cuja oração é predicativa:

a) É claro que eles não virão.

b) Acontece que ela mentiu.

c) Sabe-seque a notícia não é verdadeira.

d) Parece que tudo mudou.

e) O certo foi que mudou.

18. (UEBA) Meu pai, que havia arrancado três dentes, não pôde

viajar naquele dia.

A oração destacada classifica-se como:

a)

Adverbial temporal.

b)

Substantiva predicativa.

c)

Adjetiva restritiva.

d)

Substantiva apositiva.

e)

Adjetiva explicativa.

19.

(Univ. Fed. Santa Maria – RS) Leia, com atenção, os períodos

abaixo:

I. Caso haja justiça social, haverá paz.

II. Embora a televisão ofereça imagens concretas, ela não fornece uma reprodução fiel da realidade.

III. Como todas aquelas pessoas estavam concentradas, não se escutou um único ruído.

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as circuns- tâncias indicadas pelas orações destacadas:

a)

b)

c)

d)

e)

tempo, concessão, comparação.

tempo, causa, concessão.

condição, consequência, comparação.

condição, concessão, causa.

concessão, causa, conformidade.

20.

a)

b)

c)

d)

(UFMA) A oração é adjetiva na opção:

Cão que late não morde.

Espere, que já estou cansado.

O pescador disse que voltaria logo.

É bom que saibas essas coisas.

21.

fósforos num tamborete

a)

b)

(UECE) Em: “Ao me deitar, eu tinha posto uma caixa de ”

a oração destacada é reduzida:

causal

final

c)

d)

temporal

concessiva.

GRAMÁT ICA

22. (Fac. Méd Pouso Alegre – MG) Assinale o item em que há

oração subordinada adverbial condicional reduzida de particípio.

a) Feita a partilha, o leão tomou a palavra.

b) Armado com tais provas, até eu o enfrentaria.

c) A tropa, acampada às margens do Iguaçu, foi surpreendida.

d) Ernestina estava certa de ser a escolhida.

e) Transpondo o rio, seguimos viagem.

de ser a escolhida. e) Transpondo o rio, seguimos viagem. 23. Leia os textos abaixo: i

23. Leia os textos abaixo:

i - A situação de um trabalhador Paulo Henrique de Jesus está há quatro meses desempregado. Com o Ensino Médio completo, ou seja, 11 anos de estudo, ele perdeu a vaga que preenchia há oito anos de encarregado numa transportadora de valores, ganhando R$800,00. Desde então, e com 50 currículos já distribuídos, só encontra oferta para ganhar R$300,00, um salário mínimo. Ele aceitou trabalhar por esse va- lor, sem carteira assinada, como garçom numa casa de festas para fazer frente às despesas.

(O Globo, 20/07/2005.)

ii - Uma interpretação sobre o acesso ao mercado de trabalho Atualmente, a baixa qualificação da mão-de-obra é um dos responsáveis pelo desemprego no Brasil.

A relação que se estabelece entre a situação (I) e a interpretação

(II) e a razão para essa relação aparece em:

a)

ii explica i - Nos níveis de escolaridade mais baixos há dificuldade de acesso ao mercado de trabalho.

b)

i reforça ii - Os avanços tecnológicos da Terceira Revolução Industrial garantem somente o acesso ao trabalho para aqueles de formação em nível superior.

c)

i desmente ii - O mundo globalizado promoveu desemprego especialmente para pessoas entre 10 e 15 anos de estudo.

d)

ii justifica i - O desemprego estrutural leva a exclusão de

trabalhadores com escolaridade de nível médio incompleto.

e)

ii complementa i - O longo período de baixo crescimento econômico acirrou a competição, e pessoas de maior escolaridade passam a aceitar funções que não correspondem a sua formação.

24.

A gentileza é algo difícil de ser ensinado e vai muito além da

palavra educação. Ela é difícil de ser encontrada, mas fácil de ser identificada, e acompanha pessoas generosas e desprendidas, que

se interessam em contribuir para o bem do outro e da sociedade.

É uma atitude desobrigada, que se manifesta nas situações coti-

dianas e das maneiras mais prosaicas.

SIMURRO, S. A. B. Ser gentil é ser saudável. Disponível em: http://www.abqv. org.br. Acesso em: 22 jun. 2006 (adaptado).

No texto, menciona-se que a gentileza extrapola as regras de boa educação. A argumentação construída:

a)

apresenta fatos que estabelecem entre si relações de causa e de consequência.

b)

descreve condições para a ocorrência de atitudes educadas.

c)

indica a finalidade pela qual a gentileza pode ser praticada.

d)

enumera fatos sucessivos em uma relação temporal.

e)

mostra oposição e acrescenta ideias.

25.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e suma-

renta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados,

instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa,

o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no aparta-

mento que estavam aos poucos pagando. mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse

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GRAMÁT ICA podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador.
GRAMÁT ICA podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador.

GRAMÁT ICA

podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas.

LISPECTOR, C. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

A autora emprega por duas vezes o conectivo mas no fragmento apre-

sentado. Observando aspectos da organização, estruturação e funcio- nalidade dos elementos que articulam o texto, o conectivo mas:

a) expressa o mesmo conteúdo nas duas situações em que aparece no texto.

b) quebra a fluidez do texto e prejudica a compreensão, se usado no início da frase.

c) ocupa posição fixa, sendo inadequado seu uso na abertura da frase.

d) contém uma ideia de sequência temporal que direciona a conclusão do leitor.

e) assume funções discursivas distintas nos dois contextos de uso.

ExERCíCiOS COmPlEmEnTARES

Texto

O

homem velho

O

homem velho deixa vida e morte para trás

Cabeça a prumo, segue rumo e nunca, nunca mais

O

grande espelho que é o mundo ousaria refletir os sinais.

O

homem velho é o rei dos animais

A

solidão agora é sólida, uma pedra ao sol

As linhas do destino nas mãos a mão apagou

Ele já tem a alma saturada de poesia, soul e rock’n roll

As coisas migram e ele serve de farol.

A carne, a arte arde, a tarde cai

No abismo das esquinas

A brisa leve traz o olor fugaz

Do sexo das meninas. Luz fria, seus cabelos têm tristeza de néon

Belezas, dores e alegrias passam sem um som Eu vejo o homem velho rindo numa curva do caminho de Hebron

E a seu olhar tudo que é cor muda de tom.

Os filhos, filmes, livros, ditos como um vendaval Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual

Já tem coragem de saber que é imortal.

(Caetano Veloso)

01. Observe os itens abaixo e dê a soma das afirmativas corretas.

01.

Em “O homem velho deixa vida e morte para trás”, as partes

grifadas exercem a função sintática de predicativo do sujeito.

04.

Em “As linhas do destino nas mãos a mão apagou”, temos como sujeito a palavra “linhas” que, se a frase estivesse em ordem direta seria: “A linha do destino apagou a mão nas mãos.”

08.

Nas passagens “Ele já tem a alma saturada de poesia

e “

O

homem é o rei dos animais.” , temos um predicado verbal

com verbo transitivo direto e um predicado nominal com verbo de ligação.

16.

“Migram, arde, cai, passam, rindo, dói e brilha” podem ser classificados como verbos intransitivos dentro do contexto.

32.