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ARTSOFT 2015 Versão 8.10

ARTSOFT 2015

Versão 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 ÍNDICE 1. GESTÃO COMERCIAL   5 1.1. Documentos 5 1.1.1.

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ÍNDICE

1.

GESTÃO COMERCIAL

 

5

1.1.

Documentos

5

1.1.1.

Tabela de classificação contabilística completa

5

1.1.1.1.

Receção e conferência

7

1.1.1.2.

Custos estimados

 

7

1.1.1.2.1.

Custos estimados na guia de remessa

7

1.1.1.2.2.

Custos estimados e incluídos na guia de remessa

8

1.1.1.2.3.

Custos incluídos na fatura

8

1.1.1.3.

Ganhos/Perdas estimadas com custos

8

1.1.1.3.1.

Encerrar custos estimados

9

1.1.1.4.

Regularizações de inventário

10

1.1.1.5.

Controlo de adiantamentos

10

1.1.1.6.

Bases de incidência para o Regime de IVA de Caixa

17

1.1.1.7.

Documentos que integram inventário permanente

18

1.1.1.8.

Lançamento de fatura sem guia de remessa prévia

19

1.1.1.9.

Resumo de classificações de integração contabilística sugeridas

20

1.1.2.

Alteração da forma de cálculo do Custo Médio Ponderado

25

1.1.2.1.

Anulação de entrada

29

1.1.2.1.1.

Alteração manual da data-valor nos documentos

29

1.1.2.1.2.

Alteração da data-valor através de rotina própria

30

1.1.2.2.

Cálculo do CMP com stocks negativos

31

1.1.2.3.

Cálculo simples do CMP

32

1.1.2.4.

Método de acerto

 

32

1.1.2.5.

Método

de

reversão

33

1.1.2.5.1.

Contabilidade sem data de encerramento

33

1.1.2.5.2.

Contabilidade com data de encerramento

35

1.1.2.6.

Novos campos na consulta de movimentos de artigo

35

1.1.2.7.

Novas variáveis nos relatórios de impressão

35

1.1.3.

Regra interna para séries que não devem integrar os valores de IVA na contabilidade

36

1.1.4.

Remoção da regra ‘Data de lançamento diferente da data de documento’

36

1.1.5.

Barras laterais para documentos pendentes de integração e de regularização

37

1.1.6.

Associar código de movimento da contabilidade e de conta corrente nos FSE

39

1.1.7.

Pagamento automático a fornecedores

40

1.1.8.

Meus Documentos em árvore com separação por tipo de documento

42

1.1.9.

Código de identificação de documento

44

1.1.10.

Ligação de notas de crédito de fornecedor a faturas

45

de documento 44 1.1.10. Ligação de notas de crédito de fornecedor a faturas 45 DT-confignovtecn810-0315.1 1

DT-confignovtecn810-0315.1

1

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1.1.11. Realce das linhas de documentos de venda com notas

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1.1.11. Realce das linhas de documentos de venda com notas de crédito relacionadas

45

1.1.12. Assinatura de documento só depois de aprovado

46

1.1.13. Hierarquia de artigos com teclas ‘Shift’ e ‘+’ nos lançamentos

47

1.1.14. Texto explicativo das funcionalidades dos lançamentos de documentos

48

1.1.15. Dados do terceiro nos documentos

 

48

1.1.16. Duplicar documento

48

1.1.17. Descontos em valor

50

1.1.18. Controlo de conclusão de negócio nos motivos de regularização forçada

52

1.1.19. Lançamentos opcionais nas encomendas

 

52

1.1.20. Preenchimento de campos obrigatórios ao originar documento

53

1.1.21. Aumento do tamanho do campo do nome dos formulários nos documentos certificados

55

1.1.22. Número máximo de dias para documento ser regularizado

55

1.1.23. Visualização do prefixo na configuração de documentos

57

1.2.

Contas correntes

 

58

1.2.1.

Prazos médios de pagamento a fornecedores e de recebimento de clientes

58

1.2.1.1.

Recebimento fora do prazo de vencimento

59

1.2.1.2.

Recebimento anterior ao prazo de vencimento

61

1.2.1.3.

Relatórios

64

1.2.2.

Meios de pagamento nas contas correntes

64

1.2.3.

Alterar valor de recibo com documentos

relacionados

67

1.2.4.

Total de descontos nas contas correntes

68

1.3.

Terceiros

 

69

1.3.1.

Negociações herdadas de outros clientes

69

1.4.

Artigos

70

1.4.1. Controlo de stocks negativos por armazém

 

70

1.4.2. Alerta para artigos com CMP abaixo do menor preço de venda

70

1.4.3. Armazém default e lista de armazéns por utilizador

72

1.4.4. Quantidade de unidade logística por embalagem

73

1.4.5. Distinção de bens em segunda mão, objetos de arte, objetos de coleção e antiguidades

74

1.4.6. Grupo para loja online

 

76

1.4.7. Alteração das listas configuráveis de artigos e de lançamentos

76

1.4.8. Novas ordenações nos extratos de lançamento de artigos

77

1.4.9. Variáveis de retenção na fonte

 

78

1.5.

POS

78

1.5.1.

Impressão automática de documento interno com fundo de maneio

78

1.6.

Gestão de letras

 

80

1.6.1.

Vários artigos de despesas

80

1.7.

Gestão de cheques pré-datados

 

82

1.7.1. Opção para pagamento e não pagamento de cheques pré-datados ainda não descontados

82

1.7.2. Vários artigos de despesas

 

82

CONTABILIDADE

85

descontados 82 1.7.2. Vários artigos de despesas   82 CONTABILIDADE 85 DT-confignovtecn810-0315.1 2

DT-confignovtecn810-0315.1

2

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 2.1. Melhorias no registo de contas 85 85 86 86

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

2.1. Melhorias no registo de contas

85

85

86

86

87

87

88

89

90

91

2.1.1. Alteração de descrições

2.1.2. Reorganização dos separadores do plano de contas

2.1.3. Lista de anos disponíveis na consulta de acumulados de anos anteriores

2.1.4. Mensagens de campos não preenchidos

2.1.5. Criar nova conta de IVA através do diário

2.1.6. Campo para IVA liquidado pelo declarante

2.2. Melhorias no ecrã de configuração das chaves de repartição

2.3. Reorganização da análise de tesouraria

2.4. Digitalização de documentos nos códigos de contabilidade

2.5. Alteração das listas configuráveis de lançamentos em diários

2.6. Extrato configurável de lançamentos FSE

92

93

94

94

94

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96

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100

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112

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115

115

117

117

117

117

3. RECURSOS HUMANOS

3.1. Simulador de cessações de contrato

3.1.1.

Configuração

3.1.2.

Simular a compensação

3.1.2.1.

Separador ‘Simulação’

3.1.2.2.

Termo certo

3.1.2.2.1.

Exemplo 1

3.1.2.2.2.

Exemplo 2

3.1.2.2.3.

Exemplo 3

3.1.2.2.4.

Exemplo 4

3.1.2.3.

Termo incerto

3.1.2.3.1.

Exemplo 1

3.1.2.3.2.

Exemplo 2

3.1.2.3.3.

Exemplo 3

3.1.2.4.

Sem termo

3.1.2.4.1.

Exemplo 1

3.1.2.4.2.

Exemplo 2

3.1.2.4.3.

Exemplo 3

3.1.2.4.4.

Exemplo 4

3.1.3.

Simular despedimento

4.

3.2. Importação de ficheiros externos para retenção na fonte

3.3. Pesquisa de colaboradores por beneficiário de Segurança Social e por subscritor de CGA

3.4. Emissão de recibos de vencimento por ordem alfabética

3.5. NIF na identificação do ficheiro da declaração mensal de remunerações

3.6. Impressão de relatório de integração contabilística dos pagamentos

3.7. Digitalização de penhoras

TESOURARIA

4.1. Melhorias na conciliação bancária

5. ASSIDUIDADES

5.1. Envio de email com notificações de faltas no serviço TMClock

5.1.1. Configuração e limites

5.1.2. Configuração do ficheiro *.cfg

no serviço TMClock 5.1.1. Configuração e limites 5.1.2. Configuração do ficheiro *.cfg DT-confignovtecn810-0315.1 3

DT-confignovtecn810-0315.1

3

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 6. RELATÓRIOS 119 6.1. Cores de texto e de fundo

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

6. RELATÓRIOS

119

6.1. Cores de texto e de fundo de grupos, cabeçalhos e linhas de dados dos relatórios

119

6.2. Alterações na tabela de personalização de formulários

120

7. GERAL

122

7.1. Alterações na seleção de empresas

122

7.2. Licenciamento de versão Small Business Contabilidade limitado ao número de empresas

124

7.3. Configurar empresa

125

7.4. Campos obrigatórios nas fichas adicionais

125

7.5. Statments SQL para geração de queries em artigos e terceiros

126

 

7.5.1.

Configuração

126

7.5.2.

Utilização

128

8. ACESSOS

132

8.1.

Acessos comuns

132

8.1.1. Tabelas de terceiros

132

8.1.2. Queries SQL

132

8.1.3. Tabela E-Commerce

132

8.1.4. Gestor de Dispositivos

132

8.2. Terceiros

133

8.3. Gestão de recursos humanos

133

8.3.1. Pagamentos

133

8.3.2. Simulação de cessação de contratos

133

8.4.

Tesouraria

133

8.4.1.

Plano de tesouraria

133

9. DIFERENÇAS NOS CAMPOS DOS FICHEIROS (TABLE STATUS)

134

9.1. Novos campos

134

9.2. Campos alterados

134

9.3. Campos

eliminados

135

DT-confignovtecn810-0315.1

9.1. Novos campos 134 9.2. Campos alterados 134 9.3. Campos eliminados 135 DT-confignovtecn810-0315.1 4

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ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1. GESTÃO COMERCIAL Foram implementadas novas funcionalidades que possibilitam a

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1. GESTÃO COMERCIAL

Foram implementadas novas funcionalidades que possibilitam a obtenção de melhorias nas seguintes áreas:

Documentos;

Contas correntes;

Terceiros;

Artigos;

POS;

Gestão de letras;

Gestão de cheques pré-datados.

Estas novas funcionalidades permitem obter ganhos de produtividade e de usabilidade que tornam a aplicação mais flexível e amigável.

1.1. Documentos

1.1.1. Tabela de classificação contabilística completa

Foi disponibilizada uma nova tabela de classificação contabilística de documentos com a finalidade de tornar a integração dos documentos da gestão comercial na contabilidade mais completa, com mais rubricas e contas para integração, e centralizada 1 . Encontra-se acessível através do menu ‘Configurações -> Tabelas de Gestão Comercial -> Documentos -> Classificação Contabilística Completa’.

Para além das contas que já existiam na anterior tabela de classificação contabilística (agora denominada de tabela de classificação contabilística reduzida), estão disponíveis novos campos para definição das contas de contrapartida 2 , mercadoria e CMVMC 3 , receção e conferência, custo estimado, regularização de inventário, ganhos e perdas estimadas com custos, controlo de adiantamentos (geral e por terceiro) e bases de incidência no RIC 4 (geral e por taxa) 5 .

No topo deste ecrã é mostrado o tipo de artigo e o grupo de documentos a que a tabela diz respeito.

No grupo ‘Contas’ definem-se as contas a utilizar para integrar na contabilidade. Os campos que não estão ativos significam que não permitem a configuração de contas e os textos das rubricas podem aparecer em 3 cores distintas:

Preto: descrição da rubrica sem texto de apoio;

Azul: descrição da rubrica indicando ao utilizador que possui um texto de apoio 6 ;

Vermelho: descrição da rubrica mostrando ao utilizador um texto de apoio explicando o que é a rubrica e como deve ser configurada.

Por fim, no rodapé estão identificadas todas as variáveis possíveis de utilizar com a respetiva explicação para que servem.

As tabelas de inventário passam a estar integradas nas tabelas dos documentos de entradas, de saídas e de vendas

Anterior coluna ‘Especial’

Ambas referentes à anterior tabela de inventário

Regime de IVA de Caixa

Todos os restantes campos não existiam

Para mais detalhes ver ponto 1.1.1.9 - Resumo de classificações de integração contabilística sugeridas, deste documento

- Resumo de classificações de integração contabilística sugeridas ’ , deste documento DT-confignovtecn810-0315.1 5

DT-confignovtecn810-0315.1

5

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 1 – Tabela de classificação contabilística completa Não há

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 1 – Tabela de classificação contabilística completa Não há conversão

Fig. 1 Tabela de classificação contabilística completa

Não há conversão da tabela reduzida para a completa, sendo recomendado que se criem novas séries de documentos para integrar com a nova tabela ou que se faça a alteração da tabela reduzida para a tabela completa nas séries aquando da mudança de ano fiscal, garantindo assim que qualquer reintegração na contabilidade não afete o que já estiver integrado com a configuração anterior.

Para facilitar a migração para a tabela completa 7 sugere-se a exportação dos dados da tabela de documentos e, através das variáveis ‘ClassPOC’ e ‘ClassInvent’, é possível identificar as tabelas associadas a cada série de documentos, podendo-se desta forma efetuar a comparação das tabelas em uso com as que se terá de configurar.

DocID DocSing IDSerie ClassPOC ClassInvent E901 V/ Guia de Remessa PT 201 201 E902 V/
DocID
DocSing
IDSerie
ClassPOC
ClassInvent
E901
V/ Guia de Remessa
PT
201
201
E902
V/ Guia de Remessa
UE
202
201
E903
V/ Guia de Remessa
OM
202
201
E904
V/ Guia de Remessa
MD
201
202
E905
V/ Guia de Remessa
AC
201
202

Terá, no entanto, de haver algum cuidado no tratamento das novas tabelas pois, por exemplo, se existirem duas séries a “apontarem” para a mesma tabela ‘ClassPOC’, mas para duas tabelas ‘ClassInvent’ diferentes, terão de ser criadas duas novas tabelas também. É o caso das séries E901, E904 e E905, da tabela do exemplo seguinte.

Fig. 2 Tabela exemplificativa de equivalência entre classificações contabilísticas

7 Se forem atribuídos os mesmos códigos à nova tabela, será mais fácil migrar das antigas para as novas

os mesmos códigos à nova tabela, será mais fácil migrar das antigas para as novas DT-confignovtecn810-0315.1

DT-confignovtecn810-0315.1

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ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1.1.1.1. Receção e conferência Esta conta só se encontra disponível

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1.1.1.1. Receção e conferência

Esta conta só se encontra disponível nas séries de entrada e é utilizada quando os lançamentos efetuados movimentam stock e ficam pendentes de regularização. Enquadram-se neste âmbito os lançamentos de documentos do tipo guias de remessa ou de transporte.

É igualmente utilizada como contrapartida de lançamentos que provêm de outros documentos que já tenham

movimentado stock. Enquadram-se neste âmbito os lançamentos de faturas ou notas de crédito relacionadas com guias de remessa ou de transporte.

1.1.1.2. Custos estimados

Quando existem custos extra imputáveis à mercadoria (taxas aduaneiras, transporte, seguro, etc.), ao custo da mercadoria deverão acrescentar-se os custos inerentes à compra e/ou colocação da mesma em armazém que deverão ser o mais exatos possível. Alguns destes custos poderão já constar no documento de transporte do fornecedor (embalagem, transporte, etc.), outros só serão conhecidos com exatidão quando forem rececionadas todas as faturas dos vários prestadores de serviços necessários à colocação da mercadoria em armazém.

Mesmo que alguns desses custos já constem no documento do fornecedor, como a totalidade dos custos só será conhecida ‘A posteriori’, no momento da receção da mercadoria só é possível imputar os custos estimados. Obviamente, se o sistema já tiver quantificado o valor de custos extra constantes no documento do fornecedor, não permitirá que os custos estimados sejam inferiores a esse valor.

Para o funcionamento deste sistema, o plano de contas deverá conter as contas ‘226-Faturas a receber relativas a custos com colocação da mercadoria em armazém’, ‘319-Custos estimados’, ‘6847 - Perdas em inventários / Diferença de estimativas’ e ‘7847-Ganhos em inventários / Diferença de estimativas’.

O campo de configuração da conta de custo estimado possibilita a integração numa conta ‘226-Faturas a receber

relativas a custos com colocação da mercadoria em armazém’ (sugestão nossa), sendo movimentada a crédito

sempre que existam custos extra estimados nas guias de remessa 8 e a débito sempre que existam custos incluídos nas faturas.

Para melhor compreensão das alterações efetuadas, atentemos nos exemplos dos pontos seguintes.

1.1.1.2.1. Custos estimados na guia de remessa

Neste exemplo foram lançados custos estimados numa guia de remessa, no valor total de 100€. Ao valor da compra é incorporado o valor do custo extra e este é lançado numa conta 226. O valor do inventário permanente

é afetado por esse valor, conforme imagem seguinte:
é afetado por esse valor, conforme imagem seguinte:

Fig. 3 Integração contabilística de custos estimados lançados na guia de remessa

8 Uma guia de remessa nunca tem custos definitivos, pois esses terão de ser registados num documento que movimente contas correntes (fatura, nota de débito)

de ser registados num documento que movimente contas correntes (fatura, nota de débito) DT-confignovtecn810-0315.1 7

DT-confignovtecn810-0315.1

7

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1.1.1.2.2. Custos estimados e incluídos na guia de remessa Neste

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1.1.1.2.2. Custos estimados e incluídos na guia de remessa

Neste outro exemplo foram lançados, numa guia de remessa, custos estimados no valor total de 130€ e custos incluídos (debitados diretamente no documento) no valor de 250€. Ao valor da compra é incorporado o valor de ambos os custos extra (estimados e incluídos), sendo o custo estimado lançado numa conta 226 e o custo incluído numa conta 225 (de receção e conferência) à semelhança das mercadorias. O valor do inventário permanente é afetado por esses dois valores, conforme imagem seguinte:

é afetado por esses dois valores, conforme imagem seguinte: Fig. 4 – Integração contabilística de custos

Fig. 4 Integração contabilística de custos estimados e incluídos lançados na guia de remessa

1.1.1.2.3. Custos incluídos na fatura

Caso uma guia de remessa não contenha custos estimados nem incluídos e origine uma fatura na qual são registados custos incluídos (no valor de 175€ no exemplo da imagem seguinte), então o valor da compra não é afetado pelo custo extra incluído, sendo este lançado numa conta 226, conforme imagem seguinte:

este lançado numa conta 226, conforme imagem seguinte: Fig. 5 – Integração contabilística de custos

Fig. 5 Integração contabilística de custos incluídos lançados na fatura

1.1.1.3. Ganhos/Perdas estimadas com custos

Quando forem rececionados documentos definitivos relativos a custos extra, e se todos os custos de determinado documento de compra forem conhecidos, será necessário encerrar esse processo, analisando os custos estimados e registando os desvios verificados em movimentos de regularização de inventários.

Nessa situação, os campos de configuração de ganhos e perdas estimadas com custos permitem, consoante a estimativa de custos efetuada no documento de entrada em armazém, integrar:

Perdas em inventário: Se o ‘total de custos estimados’ for inferior ao ‘total de custos definitivos’, as mercadorias em inventário estão subvalorizadas e, consequentemente, todas as vendas dessa mercadoria serão valorizadas com um custo de mercadorias inferior, sendo necessário compensar essa diferença numa conta ‘Perdas em inventários’;

Ganhos em inventário: Se o ‘total de custos estimados’ for superior ao ‘total de custos definitivos’, as mercadorias em inventário estão sobrevalorizadas e, consequentemente, todas as vendas dessa mercadoria serão valorizadas com um custo de mercadorias superior, sendo necessário compensar essa diferença numa conta ‘Ganhos em inventários’.

Para efetuar esta integração contabilística de acerto dos custos extra é necessário criar um código de movimento da contabilidade (tem apenas como regra integrar num diário específico) e associá-lo em Configurações -> Configurar Empresa -> Gestão Comercial -> Descontos/Outros -> Documentos’.

Configurar Empresa -> Gestão Comercial -> Descontos/Outros -> Documentos ’. DT-confignovtecn810-0315.1 8

DT-confignovtecn810-0315.1

8

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 6 – Código de movimento do acerto dos custos

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 6 – Código de movimento do acerto dos custos extra

Fig. 6 Código de movimento do acerto dos custos extra

1.1.1.3.1. Encerrar custos estimados

Vejamos o exemplo de uma guia de remessa onde foram lançados custos estimados no valor total de 80€.

foram lançados custos estimados no valor total de 80 €. Fig. 7 – Integração contabilística de

Fig. 7 Integração contabilística de custos estimados a encerrar numa guia de remessa

Se esta guia de remessa receber a imputação de um custo de 100€, atribuído por uma fatura, estes custos terão posteriormente de ser encerrados (através da rotina existente no menu ‘Gestão Comercial -> Documentos -> Encerrar Custos Estimados’).

Fig. 8 – Ecrã de encerramento de custos estimados
Fig. 8 – Ecrã de encerramento de custos estimados

Nesse ecrã tem de se selecionar a série na qual se pretendem encerrar os custos estimados e definir a data em que esses custos serão integrados na contabilidade.

os custos estimados e definir a data em que esses custos serão integrados na contabilidade. DT-confignovtecn810-0315.1

DT-confignovtecn810-0315.1

9

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Ao confirmar o encerramento de custos estimados do documento, Fig.

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Ao confirmar o encerramento de custos estimados do documento,

confirmar o encerramento de custos estimados do documento, Fig. 9 – Confirmação de encerramento de custos

Fig. 9 Confirmação de encerramento de custos estimados

O ARTSOFT vai integrar o valor da diferença entre os custos estimados e os custos definitivos. No exemplo são 20€ (resultantes da diferença entre os 80€ estimados e os 100€ definitivos). Como o valor estimado foi inferior ao que efetivamente aconteceu, então a diferença (20€) é integrada numa conta de perdas em inventários

(6847).

é integrada numa conta de perdas em inventários (6847). Fig. 10 – Integração contabilística da diferença

Fig. 10 Integração contabilística da diferença entre custos estimados e definitivos

1.1.1.4. Regularizações de inventário

Este campo só é utilizado nas devoluções a fornecedores, com o intuito de reverter o custo da venda com um movimento de correções que compense o valor da diferença, nas situações de valorização ao custo médio à data da devolução 9 .

1.1.1.5. Controlo de adiantamentos

Quando for necessário efetuar o controlo individual de cada adiantamento, a movimentação de uma conta de adiantamentos por terceiro (cliente ou fornecedor) não é suficiente, porque fornece apenas o saldo de adiantamentos efetuados a esse terceiro. Para isso é necessário implementar um sistema de controlo por ‘conta documento’ 10 . Propõe-se assim para o processo de adiantamentos a fornecedores:

9 Para obter um melhor entendimento na utilização desta rubrica consulte o ponto 1.1.2 - Alteração da forma de cálculo do Custo Médio Ponderado, neste documento 10 A gestão de ‘conta documento’ surge na necessidade das empresas controlarem documento a documento, os seus pagamentos aos seus fornecedores ou recebimentos dos seus clientes, permitindo indicar qual o documento que estão a pagar. Para além de ser uma prática corrente, a legislação também obriga a tal

estão a pagar. Para além de ser uma prática corrente, a legislação também obriga a tal

DT-confignovtecn810-0315.1

10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1. A movimentação das contas genéricas de adiantamentos propostas pelo

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1. A movimentação das contas genéricas de adiantamentos propostas pelo SNC 11 ;

2. A criação de uma conta ‘Controlo de adiantamentos (2772)’ e subcontas ‘Controlo de adiantamentos a fornecedores de bens (27722)’ e ‘Controlo de adiantamentos a fornecedores de investimentos (27723)’, estas subdivididas por cada fornecedor com adiantamentos desse tipo, bem como uma conta ‘Controlo geral de adiantamentos (27729)’ a fornecedores que servirá de contrapartida aos valores movimentados nas duas contas anteriores;

3. Efetuar a movimentação de contas correntes, adiantamentos e IVA 12 , e a movimentação adicional de Controlo de adiantamentos a fornecedores de bens/investimentos’ com contrapartida na conta ‘Controlo geral de adiantamentos (27729)’, pelo valor adiantado, excluindo o valor do IVA.

A movimentação seria efetuada desta forma:

Fatura adiantam.

Pagamento

Movimento de

controlo

Caixa (11x) ou Depósitos ordem (12x) Fornecedores c/c (221) Adiantamentos por conta compras (391) IVA
Caixa (11x) ou
Depósitos ordem (12x)
Fornecedores c/c
(221)
Adiantamentos por
conta compras (391)
IVA dedutível taxa
reduzida (2432x)
IVA dedutível taxa
normal (2432x)
229
200
6
23
229
229
Controlo adiantam.
forn. bens (27722x)
Controlo geral de
adiantam. (27729)
200
200

Quando for recebida a ‘nota de crédito’ relativa ao adiantamento, a sua movimentação será:

Nota de Crédito

Regularização do

movimento de

controlo

Fornecedores c/c

(221)

229
229

Adiantamentos por conta compras (391)

200

IVA, regularizações a favor do estado à taxa reduzida (24342x1)

6

6

IVA, regularizações a favor do estado à taxa normal (24342x3)

23

23

Controlo adiantam. forn. bens (27722x)

200Controlo adiantam. forn. bens (27722x)

Controlo geral de adiantam. (27729)

Controlo geral de adiantam. (27729) 200
200
200
Controlo adiantam. forn. bens (27722x) 200 Controlo geral de adiantam. (27729) 200
Controlo adiantam. forn. bens (27722x) 200 Controlo geral de adiantam. (27729) 200

Deste modo, o processo de controlo de adiantamentos, quer de clientes quer a fornecedores, existente no ARTSOFT até à versão 8.00, não considera a possibilidade do documento de adiantamento e o pagamento serem efetuados em datas diferentes, o que acontece muito frequentemente. Sendo assim, o processo dos adiantamentos foi alterado, de forma a contemplar os diferentes momentos em que as transações ocorrem, passando então a ter os seguintes passos:

1. Fatura de adiantamento: debita as contas de adiantamentos e de IVA, por contrapartida do crédito da conta corrente 13 do fornecedor;

2. Recibo de conta corrente: regulariza a conta corrente, por contrapartida de uma conta de disponibilidades;

3. São efetuados movimentos de controlo dos adiantamentos, possibilitando a visualização dos valores em aberto por fornecedor;

4. Fatura total do fornecedor: debita as contas de mercadorias/serviços e de IVA, por contrapartida do crédito da conta corrente do fornecedor. É em tudo idêntica à fatura de adiantamento, com exceção da conta de adiantamentos que é aqui substituída pela de mercadorias/serviços;

5. Nota de crédito do adiantamento: faz os movimentos inversos ao da fatura de adiantamento, sendo gerada assim que a fatura seja relacionada com o adiantamento;

6. São efetuados movimentos de regularização de controlo dos adiantamentos, saldando os lançamentos efetuados no ponto 3.

Sistema de Normalização Contabilística

Imposto sobre o Valor Acrescentado

Deixa de ser feito o movimento do código de contabilidade para passar a ser um código de conta corrente

feito o movimento do código de contabilidade para passar a ser um código de conta corrente

DT-confignovtecn810-0315.1

11

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Do lado dos clientes o processo é análogo, substituindo-se apenas

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Do lado dos clientes o processo é análogo, substituindo-se apenas as contas de Fornecedores pelas contas de Clientes, as contas de Adiantamentos por conta de compras (39) pelas contas de Adiantamentos por conta de vendas (276), as contas de IVA dedutível pelas contas de IVA liquidado e as contas de Controlo de Adiantamentos de Fornecedores de Bens (27722x) pelas contas de Controlo de Adiantamentos de Clientes (27721x). A conta Controlo Geral de Adiantamentos (27729) pode ser a mesma, ou desdobrada em clientes e fornecedores.

Para além de tudo isto tem também de se ter em conta mais os seguintes princípios:

“A emissão de um cheque ou a transferência a favor do fornecedor tem que ser registada na respetiva conta ‘depósitos à ordem’ na data de emissão deste” 14 ;

“O registo da fatura de adiantamento deve ser efetuado ou na data do próprio documento, ou na data em que este foi recebido, quando tal não for possível”.

Na configuração da série de adiantamentos é necessário que seja associado um código de documento de conta corrente 15 , deixando de estar associado um código de contabilidade. Vejamos o exemplo dos clientes.

Fig. 11 – Associação de documento de conta corrente a uma fatura de adiantamentos Já
Fig. 11 – Associação de documento de conta corrente a uma fatura de adiantamentos
Já a tabela de classificação contabilística deve ter preenchido as contas de vendas/compras, de IVA
liquidado/dedutível, de controlo de adiantamentos 16 e de controlo geral de adiantamentos.
14
15
O prefixo de conta deve ser 21.1.1 nos clientes e 22.1.1 nos fornecedores
16

Se tal não acontecer, viola o ‘princípio contabilístico’ (POC) ou o ‘pressuposto subjacente’ da ‘representação fidedigna’ (SNC, estrutura conceptual, parágrafo 33), podendo ter como consequência a possível emissão de cheques sem cobertura, devido ao saldo bancário não estar atualizado

Estas contas permitem saber todos os adiantamentos de cada terceiro, independentemente de ser monetário ou não. Por outro lado, no caso dos fornecedores, controla-se numa única conta todos os movimentos das contas 228, 391 ou 455

fornecedores, controla-se numa única conta todos os movimentos das contas 228, 391 ou 455 DT-confignovtecn810-0315.1 12

DT-confignovtecn810-0315.1

12

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 12 – Classificação contabilística de uma fatura de adiantamentos

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 12 – Classificação contabilística de uma fatura de adiantamentos Na

Fig. 12 Classificação contabilística de uma fatura de adiantamentos

Na configuração da série de notas de crédito de adiantamentos é necessário que seja associado um código de documento de conta corrente 17 .

Fig. 13 – Associação de documento de conta corrente a uma nota de crédito de
Fig. 13 – Associação de documento de conta corrente a uma nota de crédito de adiantamentos
17 O prefixo de conta deve ser 21.1.1 nos clientes e 22.1.1 nos fornecedores

Já a tabela de classificação contabilística deve ter preenchido as contas de vendas/compras, de IVA liquidado/dedutível, de controlo de adiantamentos e de controlo geral de adiantamentos, de forma a anular os movimentos da fatura (com exceção da conta de IVA que terá de ser de regularizações).

movimentos da fatura (com exceção da conta de IVA que terá de ser de regularizações). DT-confignovtecn810-0315.1

DT-confignovtecn810-0315.1

13

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 14 – Classificação contabilística de uma nota de crédito

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 14 – Classificação contabilística de uma nota de crédito de

Fig. 14 Classificação contabilística de uma nota de crédito de adiantamentos

Tomemos como exemplo a emissão de uma fatura de adiantamento no dia 29-01-2015, com duas taxas de IVA, sendo os valores de integração os que se verificam na imagem seguinte.

Fig. 15 – Integração contabilística de uma fatura de adiantamento
Fig. 15 – Integração contabilística de uma fatura de adiantamento

No dia seguinte o cliente efetivamente entregou o dinheiro e procedeu-se à emissão do respetivo recibo.

o cliente efetivamente entregou o dinheiro e procedeu-se à emissão do respetivo recibo. DT-confignovtecn810-0315.1 14

DT-confignovtecn810-0315.1

14

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 16 – Integração contabilística de um recibo de fatura

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 16 – Integração contabilística de um recibo de fatura de

Fig. 16 Integração contabilística de um recibo de fatura de adiantamento

Ao emitir a fatura total, com as respetivas integrações contabilísticas, em 31-01-2015,

Fig. 17 – Emissão de fatura Fazendo-se, na própria fatura, a ligação com a fatura
Fig. 17 – Emissão de fatura
Fazendo-se, na própria fatura, a ligação com a fatura de adiantamento.

DT-confignovtecn810-0315.1

15

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 18 – Ligação da fatura com a fatura de

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 18 – Ligação da fatura com a fatura de adiantamento

Fig. 18 Ligação da fatura com a fatura de adiantamento

Gerando a respetiva nota de crédito na data do relacionamento e “anulando” os movimentos da fatura de adiantamento.

Fig. 19 – Emissão da nota de crédito
Fig. 19 – Emissão da nota de crédito

DT-confignovtecn810-0315.1

16

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1.1.1.6. Bases de incidência para o Regime de IVA de

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1.1.1.6. Bases de incidência para o Regime de IVA de Caixa

Até à versão anterior, era sugerido que o controlo das bases de incidência dos documentos de faturação relacionados com o RIC, para empresas aderentes, fosse efetuado através de contas de compras ou de vendas, criadas especificamente para esse efeito.

No entanto, esta solução acarretava um problema na reabertura de ano, uma vez que qualquer documento não

liquidado na totalidade, também não saldava esta conta, fazendo com que tivesse de transitar com valores para

o ano seguinte, o que não é possível dadas as regras contabilísticas das contas das classes 6 e 7 terem de ser saldadas no ano corrente. Esta situação impunha lançamentos manuais na contabilidade para ultrapassar esta questão.

A partir desta versão, foram disponibilizados dois campos para controlo do IVA de caixa, sendo efetuados os

registos das bases de incidência de compras e de vendas por taxa de IVA, por contrapartida de uma conta de

controlo geral das bases de incidência.

Como estes dois movimentos são adicionais, não interferem no sistema já existente, mas permitem complementar o controlo das bases de incidência e respetiva declaração periódica de IVA.

Desta forma, para empresas aderentes ao RIC, qualquer valor faturado deverá efetuar a sua movimentação normal (débito a clientes, crédito a vendas e IVA Liquidado-não exigível)’, devendo ser feito adicionalmente a movimentação dos valores sujeitos ao regime, em ‘277111- Clientes / Base de Incidência’ e contrapartida ‘277112- IVA / Base de Incidência’ 18 .

Quando for recebido o pagamento de uma fatura com valores sujeitos ao regime, este deverá efetuar a sua movimentação normal (crédito a clientes por contrapartida de disponibilidades), acrescendo os movimentos das regularizações adicionais necessárias, na parte proporcional do valor recebido: por taxa de IVA, de ‘IVA Liquidado-não exigível’ para ‘IVA Liquidado-exigível’, crédito de ‘277111- Clientes / Base de Incidência’ e débito de ‘277112-IVA / Base de Incidência’ pelas respetivas taxas.

O comportamento é análogo para o processo das compras, apenas diferindo as contas a movimentar.

Pressupondo que a empresa utiliza o processo de receção e conferência, e tomando como referência um

documento de compra com os valores a seguir apresentados, o registo deste deverá gerar os seguintes

movimentos:

Fornecedores - C/C

(221) 8840
(221)
8840

Movimentos de controlo de IVA de Caixa

Fornecedores / faturas rec./conferência (2251x)

8000

IVA dedutível suspenso / taxa reduzida (24324x)

120

IVA dedutível suspenso / taxa intermédia (24324x)

260

IVA dedutível suspenso / taxa normal (24324x)

460

Fornecedores / Base de Incidência (27721) 19

IVA / Base de Incidência taxa reduzida (277221)

IVA / Base de Incidência taxa intermédia (277222)

IVA / Base de Incidência taxa normal (277223)

 

6000

2000

 

2000

 

2000

 

Quando for efetuado o pagamento ao fornecedor (parcial ou total), já irá ser possível deduzir o valor de ‘IVA dedutível suspenso’ para ‘IVA dedutível disponível’ na proporção do valor pago.

Supondo que seria efetuado o pagamento de 50% do valor do documento de compra atrás apresentado, o registo do respetivo recibo deverá gerar os seguintes movimentos:

Contas sugeridas por nós

Exclui um valor de 2000€ que está fora do regime por a mercadoria ser isenta

por nós Exclui um valor de 2000€ que está fora do regime por a mercadoria ser

DT-confignovtecn810-0315.1

17

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fornecedores - C/C (221) Caixa (11x) ou Depósitos à ordem

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Fornecedores - C/C (221) Caixa (11x) ou Depósitos à ordem (12x) 4420 4420
Fornecedores -
C/C (221)
Caixa (11x) ou
Depósitos à ordem (12x)
4420
4420

Transferência de ‘IVA suspenso’ para ‘IVA dedutível’ proporcional ao valor pago ao fornecedor

IVA dedutivel disponível / taxa reduzida (24321x)

IVA dedutível disponível / taxa intermédia (24321x)

IVA dedutível disponível / taxa normal (24321x)

IVA dedutível suspenso / taxa reduzida (24324x)

IVA dedutível suspenso / taxa intermédia (24324x)

IVA dedutível suspenso / taxa normal (24324x)

60

130

230

60

60 130 230

130

60 130 230

230

Regularização dos movimentos de controlo de IVA de Caixa

Fornecedores / Base de Incidência (27721)

IVA / Base de Incidência taxa reduzida (277221)

IVA / Base de Incidência taxa intermédia (277222)

IVA / Base de Incidência taxa normal (277223)

3000

3000 1000 1000 1000
3000 1000 1000 1000

1000

3000 1000 1000 1000

1000

3000 1000 1000 1000

1000

Tomando como referência um documento de venda com os mesmos valores apresentados, seriam gerados os seguintes movimentos:

Clientes - C/C

(211) 8840
(211)
8840

Vendas (71) ou Prestações serviços (72)

8000

IVA Liqu. não exigível / taxa reduzida (24333x)

120

IVA Liqu. não exigível / taxa intermédia (24333x)

260

IVA Liqu. não exigível / taxa normal (24333x)

460

Movimentos de controlo de IVA de Caixa

Clientes / Base de Incidência (277111)

6000

IVA / Base de Incidência taxa reduzida (2771121)

2000

IVA / Base de Incidência taxa intermédia (2771122)

2000

IVA / Base de Incidência taxa normal (2771123)

2000

Quando o cliente efetuar o pagamento do documento (parcial ou total), deverá ser liquidado o valor do IVA correspondente, através da transferência do valor de ‘IVA liquidado não exigível’ para ‘IVA liquidado exigívelna proporção do valor pago.

Supondo que seria efetuado o recebimento da totalidade do valor do documento de venda atrás apresentado, a emissão do respetivo recibo deverá gerar os seguintes movimentos:

IVA liquidado não exigivel / taxa reduzida (24333x)

IVA liquidado não exigivel / taxa intermédia (24333x)

IVA liquidado não exigivel / taxa normal (24333x)

120

 

260

460

 

IVA liquidado exigivel / taxa reduzida (24331x)

IVA liquidado exigivel / taxa intermédia (24331x)

IVA liquidado exigivel / taxa normal (24331x)

 

120

260

460

Clientes - C/C

(211)

(24331x)   120 260 460 Clientes - C/C (211) 8840 Caixa (11x) ou Depósitos à ordem

8840

Caixa (11x) ou Depósitos à ordem (12x)

8600

Transferência de ‘IVA não exigivel’ para ‘IVA exigivel’ pelo valor recebido do cliente

Regularização dos movimentos de controlo de IVA de Caixa

Clientes / Base de Incidência (277111)

IVA / Base de Incidência taxa reduzida (2771121)

IVA / Base de Incidência taxa intermédia (2771122)

IVA / Base de Incidência taxa normal (2771123)

 

6000

2000

2000

2000

1.1.1.7. Documentos que integram inventário permanente

Nas séries de documentos que integram os movimentos de inventário permanente, como é o caso das guias de remessa, o código de movimento da contabilidade tem de ficar associado ao campo ‘Código de movimento para integração de inventário permanente’ e não ao campo ‘Tipos de documentos da contabilidade’. Já os documentos que integram em contas correntes mantêm os códigos associados ao campo ‘Tipos de documentos de contas correntes’.

mantêm os códigos associados ao campo ‘Tipos de documentos de contas correntes’. DT-confignovtecn810-0315.1 18

DT-confignovtecn810-0315.1

18

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 20 – Configuração de código de movimento para integração

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 20 – Configuração de código de movimento para integração de

Fig. 20 Configuração de código de movimento para integração de inventário permanente

Esta separação de códigos de movimento possibilita quer a integração de documentos num circuito documental completo (receção de guia de remessa e só depois de fatura) quer a integração de documentos num circuito documental simples (sem guia de remessa).

1.1.1.8. Lançamento de fatura sem guia de remessa prévia

Conforme referido no ponto anterior, existem circuitos documentais mais simples que não consideram a existência de documentos prévios (como por exemplo, guias de remessa) à fatura o que poderia originar uma integração contabilística incompleta.

De forma a dar suporte a essas situações, têm de ser criadas séries de documentos específicas cujo código de movimento da contabilidade é associado ao campo ‘Código de movimento para integração de inventário permanente’ e o código de contas correntes associado ao campo ‘Tipos de documentos de contas correntes’.

Fig. 21 – Configuração de fatura sem guia de remessa prévia
Fig. 21 – Configuração de fatura sem guia de remessa prévia

DT-confignovtecn810-0315.1

19

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Ao lançar um documento deste tipo no sistema, o ARTSOFT

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Ao lançar um documento deste tipo no sistema, o ARTSOFT efetua os lançamentos referentes ao inventário permanente (os dois últimos da imagem seguinte), simulando dessa forma a existência de uma guia de remessa, e os lançamentos de conta corrente (os três primeiros da imagem seguinte).

de conta corrente (os três primeiros da imagem seguinte). Fig. 22 – Lançamento de fatura sem

Fig. 22 Lançamento de fatura sem guia de remessa prévia

Em termos de integração na contabilidade, os lançamentos de conta corrente são integrados no código Cxxxe os lançamentos de inventário permanente são integrados no respetivo código de contabilidade. Caso a data-valor do documento seja alterada, a integração dos movimentos de inventário permanente são alterados para essa data, mantendo-se os de conta corrente com a data do documento.

mantendo-se os de conta corrente com a data do documento. Fig. 23 – Integração de fatura

Fig. 23 Integração de fatura sem guia de remessa prévia

1.1.1.9. Resumo de classificações de integração contabilística sugeridas

Segue uma tabela com um resumo explicativo das contas e respetivas variáveis de integração a usar 20 em cada rubrica, de acordo com a série a que pertencem:

Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Débito (compra) Compras Entradas Guia de remessa
Campo
Série
Documento
Movimento
Conta
Texto explicativo
Débito
(compra)
Compras
Entradas
Guia de remessa
3111I
Crédito
(inventário)
Aquisição de mercadorias, matérias-
primas, subsidiárias e de consumo a
fornecedores (sem IVA). Deve integrar
por mercados e taxas de IVA. É uma
conta de passagem em inventário
Compras
Entradas
Fatura
Nota de débito
Débito
3111I
Aquisição de mercadorias, matérias-
primas, subsidiárias e de consumo a
fornecedores (sem IVA). Deve integrar
por mercados e taxas de IVA. É uma
conta de passagem em inventário. Só
utilizada quando a fatura não tem
ligação com a guia de remessa
20 Estas contas são sugestões baseadas no plano de contas standard fornecido no ficheiro ‘Modelo1.art’

DT-confignovtecn810-0315.1

20

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Compras Entradas Nota

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Compras Entradas Nota de crédito Débito 317L
Campo
Série
Documento
Movimento
Conta
Texto explicativo
Compras
Entradas
Nota de crédito
Débito
317L
Devoluções de compras efetuadas a
fornecedores. Deve integrar por
mercados
Compras
Entradas
Guia de transporte
Débito
317L
Devoluções internas de todas as
compras efetuadas a fornecedores
(sem IVA). Deve integrar por mercados
Compras
Entradas
Diversos (FSE 21 )
Débito
62a
Registo de gastos relacionados com a
aquisição de bens de consumo corrente
e/ou de serviços prestados por
terceiros, necessários ao processo
produtivo da empresa
Abate a quantidade de mercadoria em
stock e transfere os respetivos valores,
Vendas
Vendas
Guia de transporte
Crédito
321
ao CMP 22 do inventário, para uma
conta de mercadorias em poder de ter-
ceiros ou de mercadorias por faturar
Vendas
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Nota de débito
Fatura-Recibo
Diversos
Crédito
71111I
Venda de mercadorias ou prestação de
serviços a clientes (sem IVA). Deve
integrar por mercados e taxas de IVA
Vendas
Vendas
Guia ou
nota de devolução
Débito
7171LI
Devolução de mercadorias vendidas a
clientes (sem IVA). Deve integrar por
mercados e taxas de IVA
Vendas
Vendas
Nota de crédito
Débito
7172
Retificação de faturação de mercado-
rias vendidas a clientes (sem IVA)
Registo da regularização de quebras de
inventário. Podem-se registar também
as transferências para reparação, para
Vendas
Saídas
Diversos
Crédito
6842
consignação, ou para abate, os
autoconsumos internos, as ofertas e
amostras de inventários e as impari-
dades relacionadas com ajustamentos
por perdas de valor em inventários
Vendas
Saídas
Guia movimentação
ativos próprios
Crédito
327
Requisição de mercadorias para folhas
de obra
Receção e
Entradas
Guia de remessa
Crédito
2251I
conferência
Compras da mercadoria recebida (sem
IVA) ainda não conferidas com o
conteúdo da guia ou cujas faturas
ainda não chegaram à empresa. Deve
integrar por mercados e taxas de IVA
Receção e
Entradas
Fatura
Débito
2251I
conferência
Compras da mercadoria recebida (sem
IVA) ainda não conferidas com o
conteúdo da guia ou cujas faturas
ainda não chegaram à empresa. Deve
integrar por mercados e taxas de IVA.
Só utilizado quando a fatura tem
ligação à guia de remessa
Receção e
Entradas
Nota de crédito
Débito
2271RI
conferência
Devolução de compras de mercadoria
recebida (sem IVA). Deve integrar por
mercados e taxas de IVA
21 Apenas quando se trata de documentos do tipo ‘Fornecimentos e Serviços Externos’
22 Custo Médio Ponderado (anterior Preço Médio de Custo Ponderado)

DT-confignovtecn810-0315.1

21

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Receção e Entradas

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Receção e Entradas Guia de transporte Débito 2251I
Campo
Série
Documento
Movimento
Conta
Texto explicativo
Receção e
Entradas
Guia de transporte
Débito
2251I
conferência
Devolução de mercadorias, ainda em
conferência, a fornecedores
Receção e
Entradas
Guia de transporte
Débito
2271RI
conferência
Envio de mercadorias a fornecedores
para reparação ou substituição
IVA
Entradas
dedutível
Fatura
Nota de débito
Diversos (FSE)
Débito
24321LRI
Imposto “pago” pela empresa nas
compras, mas que poderá deduzir na
declaração periódica. Deve integrar
por inventários, investimentos não
financeiros, outros bens e serviços e
separar por mercados e taxas de IVA
IVA
Regularização a favor do Estado do
imposto deduzido pela empresa nas
Entradas
Nota de crédito
Crédito
24342LRI
regularizações
compras. Deve integrar por mercados
e
taxas de IVA
IVA
Nota de crédito
Vendas
Débito
24341LRI
regularizações
Regularização a favor da empresa do
imposto liquidado pela empresa nas
vendas. Deve integrar por mercados e
taxas de IVA
IVA
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Nota de débito
Fatura-Recibo
Diversos
Crédito
24331LRI
liquidado
Imposto liquidado nas vendas e que a
empresa terá de incluir para
pagamento na declaração periódica.
Deve integrar por operações gerais,
autoconsumos e ofertas e separar por
mercados e por taxas de IVA
Imposto de autoconsumos, de ofertas
e
de amostras de inventários que a
IVA
Vendas
Guia de transporte
Crédito
24332I
liquidado
empresa terá de incluir para
pagamento na declaração periódica,
caso tenha ultrapassado o limite
legal. Deve integrar por taxas de IVA
Imposto de autoconsumos, de ofertas
e
de amostras de inventários que a
IVA
Saídas
Diversos
Crédito
24332I
liquidado
empresa terá de incluir para
pagamento na declaração periódica,
caso tenha ultrapassado o limite
legal. Deve integrar por taxas de IVA
IVA incluído
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Nota de débito
Fatura-Recibo
Diversos
Débito
716I
Registo do valor do IVA quando o preço
final para o cliente já o incorpora, não
tendo sido discriminado no documento
de venda
Bens em
Vendas
71111I
segunda mão
Fatura
Fatura simplificada
Nota de débito
Fatura-Recibo
Diversos
Crédito
Regime de tributação especial para as
empresas que efetuam a revenda ou o
leilão de bens em segunda mão,
objetos de arte, coleção e
antiguidades. Neste regime o IVA
incide sobre a margem (preço venda –
preço compra)
Descontos
Entradas
Fatura
Nota de débito
Débito
318L
Descontos e abatimentos, de natureza
financeira, em compras
Descontos
Entradas
Nota de crédito
Crédito
318L
Regularização de descontos e
abatimentos, de natureza financeira,
que tenham ocorrido nas compras
DT-confignovtecn810-0315.1
22
ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Registo de descontos

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Registo de descontos e abatimentos Descontos Entradas
Campo
Série
Documento
Movimento
Conta
Texto explicativo
Registo de descontos e abatimentos
Descontos
Entradas
Diversos (FSE)
Crédito
682
em prestações de serviços, de
natureza não financeira, relacionados
com o prazo de pagamento
Descontos
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Nota de débito
Fatura-Recibo
Débito
7181I
Descontos e abatimentos, de natureza
não financeira, em vendas ou
prestações de serviços. Deve integrar
por taxas de IVA
Mercadoria
Entradas
(inventário)
Guia de remessa
Guia de transporte
Fatura
Débito
321
Bens adquiridos pela empresa com
destino a venda. Utilizada como
contrapartida das compras em
inventário permanente
Ajustamentos por reversão de perda de
Mercadoria
Entradas
Diversos
Débito
321
(inventário)
inventário ou regularização de sobras
de inventário
Registo da regularização de quebras de
inventário. Podem-se registar ainda as
Mercadoria
Saídas
Diversos
Crédito
321
(inventário)
imparidades relacionadas com ajusta-
mentos por perdas de valor em inven-
tários e as transferências para abate
Mercadoria
Vendas
Guia de remessa
Crédito
321
(inventário)
Registo de mercadorias enviadas a
terceiros
Mercadoria
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Fatura-Recibo
Diversos
Crédito
3262
(inventário)
Registo de mercadorias em poder de
terceiros
Mercadoria
Vendas
Nota de crédito
Débito
321
(inventário)
Anulação do registo de mercadorias
vendidas
CMVMC
Vendas
Fatura
Fatura simplificada
Fatura-Recibo
Registo do custo das mercadorias
Débito
611
(inventário)
vendidas por contrapartida da saída de
mercadorias
Anulação do registo do custo das
CMVMC
Vendas
Nota de crédito
Crédito
611
(inventário)
mercadorias vendidas por contra-
partida da saída de mercadorias
Registo da regularização de quebras
CMVMC
Vendas
Diversos
Débito
6842
(inventário)
de inventário e/ou de mercadorias à
consignação
CMVMC
Vendas
Guia de remessa
Débito
3262
(inventário)
Registo de mercadorias em poder de
terceiros
Registo da regularização de quebras de
inventário. Podem-se registar ainda as
CMVMC
Saídas
Diversos
Débito
382
(inventário)
imparidades relacionadas com ajusta-
mentos por perdas de valor em inven-
tários e as transferências para abate
Faturas a receber relativas a custos
Custo
Entradas
Guia de remessa
Crédito
226
estimado
extra adicionais com colocação da
mercadoria em armazém
Custo
Entradas
Fatura
Débito
226
estimado
Custos extra definitivos com colocação
da mercadoria em armazém
Anulação de custos extra definitivos
Custo
Entradas
Nota de crédito
Crédito
226
estimado
com colocação da mercadoria em
armazém
DT-confignovtecn810-0315.1
23
ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Contrapartida ao registo

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Contrapartida ao registo de variações nas contas de
Campo
Série
Documento
Movimento
Conta
Texto explicativo
Contrapartida ao registo de variações
nas contas de inventário pelo facto do
Regularização
Entradas
Nota de crédito
Guia de transporte
Crédito (se
CMP maior do
que devia)
382
de inventário
Débito (se
CMP menor
do que devia)
CMP aplicado na venda não ter sido o
correto, por ação de devolução a
fornecedor
Registo da regularização de sobras de
inventário. Podem-se registar também
as imparidades relacionadas com
Contrapartida
Entradas
Diversos (FSE)
Crédito
7842
redução de ajustamentos por reversão
de perdas de valor em inventários e a
liquidação de gastos relacionados com
a aquisição de serviços necessários ao
processo produtivo da empresa
Contrapartida
Saídas
Diversos
Débito
6842
Registo da regularização de quebras de
inventário. Podem-se registar ainda os
autoconsumos internos, as ofertas e
amostras de inventários e as impari-
dades relacionadas com ajustamentos
por perdas de valor em inventários
Contrapartida
Saídas
Guia movimentação
ativos próprios
Débito
327
Requisição de mercadorias para folhas
de obra
Ganhos com
Quando o total de custos estimados é
superior ao total de custos definitivos,
custos
Entradas
Fatura
Crédito
7847
estimados
registam-se aqui os ganhos em
inventários por diferença de
estimativas
Ganhos com
Anulação dos ganhos em inventários
custos
Entradas
Nota de crédito
Débito
7847
estimados
por diferença de estimativas quando
há custos definitivos
Perdas com
custos
Entradas
Fatura
Débito
6847
estimados
Quando o total de custos estimados é
inferior ao total de custos definitivos,
registam-se aqui as perdas em inven-
tários por diferença de estimativas
Perdas com
Anulação das perdas em inventários
custos
Entradas
Nota de crédito
Crédito
6847
estimados
por diferença de estimativas quando
há custos definitivos
Controlo de
Entradas
Fatura
Débito
27722e
adiantamentos
Controlo individual de cada
adiantamento por conta documento de
fornecedor. Deve-se separar por forne-
cedores de bens e de investimento,
subdivididos por cada fornecedor com
adiantamentos desse tipo
Controlo de
Entradas
Nota de crédito
Crédito
27722e
adiantamentos
Controlo individual de cada
adiantamento por conta documento de
fornecedor. Deve-se separar por forne-
cedores de bens e de investimento,
subdivididos por cada fornecedor com
adiantamentos desse tipo
Controlo de
Vendas
Fatura
Crédito
27721e
adiantamentos
Controlo individual de cada
adiantamento por conta documento de
cliente. Deve-se subdividir por cada
cliente com adiantamentos desse tipo
DT-confignovtecn810-0315.1
24
ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Campo Série Documento Movimento Conta Texto explicativo Controlo de

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Campo

Série

Documento

Movimento

Conta

Texto explicativo

Controlo de

       

Controlo individual de cada adiantamento por conta documento de cliente. Deve-se subdividir por cada cliente com adiantamentos desse tipo

adiantamentos

Vendas

Nota de crédito

Débito

27721e

Controlo geral

       

Serve de contrapartida aos valores

de

Entradas

Fatura

Crédito

27729

movimentados na conta de controlo de adiantamentos

adiantamentos

Controlo geral

       

Serve de contrapartida aos valores

de

Entradas

Nota de crédito

Débito

27729

movimentados na conta de controlo de adiantamentos

adiantamentos

Controlo geral

       

Serve de contrapartida aos valores

de

Vendas

Fatura

Débito

27729

movimentados na conta de controlo de adiantamentos

adiantamentos

Controlo geral

       

Serve de contrapartida aos valores

de

Vendas

Nota de crédito

Crédito

27729

movimentados na conta de controlo de adiantamentos

adiantamentos

Base incidência

 

Fatura Nota de crédito

Crédito

 

Contrapartida do controlo da base de incidência das compras no RIC

geral (RIC)

Entradas

277121

Base incidência

 

Fatura Nota de crédito

Débito

 

Contrapartida do controlo da base de incidência das vendas no RIC

geral (RIC)

Vendas

277111

Base incidência por taxa (RIC)

Entradas

Fatura Nota de crédito

Débito

277122I

Controlo da base de incidência das compras, por taxa de IVA, no RIC

Base incidência por taxa (RIC)

Vendas

Fatura Nota de crédito

Crédito

277112I

Controlo da base de incidência das vendas, por taxa de IVA, no RIC

Fig. 24 Tabela resumo com explicação das contas e variáveis de integração a usar em cada rubrica

1.1.2. Alteração da forma de cálculo do Custo Médio Ponderado

As devoluções a fornecedores, pela sua natureza contingente 23 e pelos efeitos adversos que produzem nos inventários, se não forem alvo de tratamento específico, podem causar vários problemas à gestão, à valorização de inventários e, sobretudo, quando uma situação absurda for apresentada pelo sistema, põe em causa a própria credibilidade do mesmo.

Antes de se propor uma solução serão apresentadas algumas situações limite, mas absurdas, que, ao ocorrerem, deixam qualquer raciocínio totalmente desconcertado.

Com base no seguinte quadro, pode verificar-se que a sequência de operações ‘Existências anteriores Compra Devolução Venda’, a operação ‘devolução’ valorizada ao custo médio ponderado existente na altura da compra 24 , consegue reverter completamente os efeitos produzidos pela compra:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100

100

2000

20

 

2000

Compra

80

110

108

8800

100

 

10800

Devolução

-80

110

100

-8800

20

 

2000

Venda

-20

100

 

-2000

0

2000

0

23 Quando se efetua uma compra não existe o pressuposto de a devolver. Isso só acontecerá se um conjunto de acontecimentos adversos correr mal: por a mercadoria não corresponder às especificações, ser de má qualidade e não seja possível efetuar a troca, chegar danificada e não haver substituta, etc. 24 Não confundir ‘valorização de inventário’ (valor a retirar do inventário) com ‘valor da nota de devolução’ (valor a debitar na conta corrente do fornecedor)

com ‘valor da nota de devolução’ (valor a debitar na conta corrente do fornecedor) DT-confignovtecn810-0315.1 25

DT-confignovtecn810-0315.1

25

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Porém, se a sequência for ‘ Existências anteriores  Compra

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Porém, se a sequência for ‘Existências anteriores Compra Venda Devolução’, a operação ‘devolução’, valorizada da mesma forma, já não consegue reverter os efeitos produzidos pela compra e cria uma situação absurda: apesar de já não existirem quantidades em stock, o total do inventário fica negativo:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100

100

2000

20

 

2000

Compra

80

110

108

8800

100

 

10800

Venda

-20

108

 

-2160

80

2160

8640

Devolução

-80

110

0

-8800

0

 

-160

A operação de compra, apesar de totalmente revertida, produziu na operação de venda, um custo da venda 160mais elevado que na situação anterior. Pode observar-se ainda outra situação absurda: existir uma quantidade em stock com o CMP negativo e total do inventário negativo:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100

100

2000

20

 

2000

Compra

80

110

108

8800

100

 

10800

Venda

-20

108

 

-2160

80

2160

8640

Devolução

-79

110

-50

-8690

1

 

-50

Efetuando os mesmos cálculos, mas com a valorização ao CMP existente na altura da devolução, o resultado seria o seguinte:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100

100

2000

20

 

2000

Compra

80

110

108

8800

100

 

10800

Venda

-20

108

 

-2160

80

2160

8640

Devolução

-80

108

0

-8640

0

 

0

Aparentemente, esta solução parece resolver o absurdo. No entanto não é uma operação reversível, pois o custo da venda continua 160€ mais elevado que o esperado.

Testando ainda a situação da devolução parcial anterior com a nova valorização, os valores seriam:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100

100

2000

20

 

2000

Compra

80

110

108

8800

100

 

10800

Venda

-20

108

 

-2160

80

2160

8640

Devolução

-79

108

0

-8532

1

 

108

Para avaliar estes resultados, considere-se uma operação de devolução totalmente reversível: nesse caso, o resultado da compra seria de uma unidade a 110. Os valores produzidos seriam:

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Total de

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100.00

100.00

2000

   

20 2000

Compra

1

110.00

100.48

110

   

21 2110

Venda

-20

100.48

 

-2009.6

 

2009.6

1 100.48

  21 2110 Venda -20 100.48   -2009.6   2009.6 1 100.48 DT-confignovtecn810-0315.1 26

DT-confignovtecn810-0315.1

26

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Comprova-se que o sistema de valorização a CMP à altura

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Comprova-se que o sistema de valorização a CMP à altura da devolução continua a apresentar um custo da venda

mais elevado (2160versus 2009.60€) e sobrevaloriza as quantidades em inventário (108versus 100.48) 25 . Em

resumo:

O método da devolução valorizada ao custo médio na data da compra poderá sobrevalorizar o custo das vendas e obter valores absurdos;

O método da devolução valorizada ao custo médio à altura da devolução poderá sobrevalorizar o custo das vendas e da mercadoria em inventário.

Considerando que não é possível às empresas garantirem um processo de receção e conferência de mercadorias que detete todas as não conformidades nos produtos antes de os colocar em inventário 26 , seria desejável que o sistema conseguisse reverter totalmente os efeitos que a devolução produziu sobre a compra, bem como em todos os movimentos seguintes.

Para isso, o sistema deverá então efetuar o recálculo de quantidades e valores de forma a reverter os efeitos da devolução, e efetuar as operações em inventário e os movimentos contabilísticos de correção na data da compra ou da devolução, de tal forma que, dessa data para a frente, o efeito da devolução já não se faça sentir.

A tabela seguinte tenta representar os valores iniciais antes da devolução nas linhas ‘original’, e nas linhas ‘revertido’ os valores após a operação de devolução.

Operação

Quantidade

Valor

CMP

Variação de

Existências

Custo da

Correções

Total de

Legenda

Entrada/Saída

Unitário

resultante

Inventário

venda

Inventário

Existência anterior

20

100.00

100.00

2000.00

20

   

2000.00

 
 

80

110.00

108.00

8800.00

100

   

10800.0

Original

Compra

1

110.00

100.48

110.00

21

   

2110.00

Revertido

 

-10

108.00

 

-1080.00

90

1080.

 

9720.00

Original

Venda 1

-10

100.48

 

-1004.76

11

1004.

75.24

1105.28

Revertido

 

-10

108.00

 

-1080.00

80

1080.

 

8640.00

Original

Venda 2

-20

100.48

 

-1004.76

1

1004.

75.24

 

100.48

Revertido

 

-79

110.00

 

-8690.00

1

     

-50.00

 

Devolução

 

Original

-79

110.00

 

-8539.52

1

 

150.48

 

100.48

Revertido

A linha da devolução irá efetuar uma variação de inventário de 8539.52(79x110-150.48), pois será esse o

valor que deixará o total de inventário no valor desejado. Este valor poderá ser facilmente calculado multiplicando as quantidades devolvidas pelo custo médio à altura da compra e subtraindo todas as correções verificadas no custo da mercadoria vendida até essa altura.

operação de devolução efetuaria os seguintes movimentos contabilísticos de inventário permanente:

Devolução

Regularização de mercadorias

Regularização de CMVMC

Devoluções de

Mercadorias

Regularização inventários / mercadorias (382)

Custo da mercadoria vendida (61x)

compras (317)

(321x)

8539.52

150.48

150.48

150.48
150.48
… 8690
8690

Para fazer face a estes pressupostos, o ARTSOFT promoveu várias alterações ao nível do cálculo do CMP,

nomeadamente:

Alteração da ordem de recalculo do CMP

25 Porque a operação de devolução não sendo reversível, não alterou o custo médio 26 Como já visto, bastaria que a devolução ocorresse antes da primeira venda, mas isso também não é possível garantir

a devolução ocorresse antes da primeira venda, mas isso também não é possível garantir DT-confignovtecn810-0315.1 27

DT-confignovtecn810-0315.1

27

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Dentro do mesmo dia, o ARTSOFT efetuava o recalculo pela

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Dentro do mesmo dia, o ARTSOFT efetuava o recalculo pela seguinte ordem:

o

Documentos de Entrada;

o

Documentos de Saída;

o

Documentos de Venda.

A partir da release 8.10 o ARTSOFT respeita a data e hora de registo dos documentos, independentemente do grupo de séries de documentos a que pertençam.

O ARTSOFT deixa de utilizar lançamentos posteriores quando um artigo atinge stock negativo. Para “corrigir” eventuais quantidades negativas tem de ser alterada a data-valor/hora do documento.

Passa a existir um saldo de stock à data, possibilitando assim saber diariamente quais as quantidades existentes.

Sempre que um artigo fica com o stock a negativo, a linha do extrato de lançamentos é exibida a vermelho de forma a realçar esse aspeto.

Passam a existir dois métodos de valorização do CMP quando ocorrem devoluções a fornecedores:

o

Método de acerto: recalcula os custos das vendas anteriores à nota de crédito, não alterando o CMP aplicado na altura, mas integra as diferenças numa conta de regularizações de inventário aquando da emissão da nota de crédito;

o

Método de reversão: sincroniza a data-valor da nota de crédito com a data da entrada anterior, desde que a data de encerramento da contabilidade não se encontre preenchida, e corrige o CMP como se a entrada revertidapela devolução nunca tivesse existido. Se a data da contabilidade já estiver encerrada, apenas corrige o CMP a partir do dia seguinte.

No menu ‘Configurações -> Configurar Empresa -> Gestão Comercial -> Descontos/Outros -> Devoluções a Fornecedores’ a opção ‘Valorização de CMP’ passou a conter estes dois métodos, em substituição das opções ‘Menos entrada’ e ‘Saída’.

Fig. 25 – Configuração do método de valorização do CMP
Fig. 25 – Configuração do método de valorização do CMP

DT-confignovtecn810-0315.1

28

ARTSOFT 2015 | Release 8.10  Todo este esquema só funciona desde que nos documentos

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Todo este esquema só funciona desde que nos documentos de regularização de fornecedores (notas de crédito ou de devolução) se utilize a nova funcionalidade de ligar à guia de remessa / fatura que se pretende devolver 27 , caso contrário, o mecanismo não saberá calcular e aplicar as diferenças de valorização em qualquer um dos métodos.

1.1.2.1. Anulação de entrada

Tomemos como exemplo um artigo com os seguintes movimentos:

Tomemos como exemplo um artigo com os seguintes movimentos: Fig. 26 – Anulação de documento de

Fig. 26 Anulação de documento de entrada

Se tentarmos anular a entrada do dia 12/1 (documento E009/8), o ARTSOFT não permite porque com essa anulação o movimento seguinte seria uma venda com quantidade (120) superior à quantidade existente em stock (100), ficando a negativo (-20) 28 .

Fig. 27 – Erro na anulação de documento de entrada 1.1.2.1.1. Alteração manual da data-valor
Fig. 27 – Erro na anulação de documento de entrada
1.1.2.1.1. Alteração manual da data-valor nos documentos

Para corrigir estas situações é possível alterar manualmente a data-valor dos documentos de modo a evitar que haja stocks negativos em qualquer momento.

Assim, no exemplo anterior, a solução seria aceder ao documento de entrada posterior (E009/9) e alterar a sua data-valor para uma data anterior à do documento de venda (por exemplo, passar de 14/1 para 12/1). Para isso tem de se aceder ao botão ‘Informação do Documento -> Data-Valor’ e alterar os campos data e hora, se necessário.

27 Ver ponto ‘1.1.10- Ligação de notas de crédito de fornecedor a faturas’, deste documento 28 Até à versão anterior não havia problema em fazer este movimento desde que existissem entradas em stock posteriores, como é o caso (100 unidades do documento E009/9)

entradas em stock posteriores, como é o caso (100 unidades do documento E009/9) DT-confignovtecn810-0315.1 29

DT-confignovtecn810-0315.1

29

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 28 – Alteração manual da data-valor do documento Esta

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 28 – Alteração manual da data-valor do documento Esta alteração

Fig. 28 Alteração manual da data-valor do documento

Esta alteração permite a antecipação do registo da última compra para uma data anterior à da venda, possibilitando dessa forma que o documento de entrada anterior (E009/8) já possa ser eliminado sem causar erro de stocks negativos.

possa ser eliminado sem causar erro de stocks negativos. Fig. 29 – Consulta de movimentos de

Fig. 29 Consulta de movimentos de artigo com data-valor alterada

1.1.2.1.2. Alteração da data-valor através de rotina própria

Há ainda uma forma alternativa de efetuar estas correções que facilita quando existem vários documentos para alterar a sua data-valor. Aceder ao menu ‘Empresa -> Funções de Supervisão -> Consolidações -> Artigos -> Correção de stock negativo’, aí surge uma mensagem de aviso informando o que a rotina vai alterar e se o utilizador prosseguir o ARTSOFT percorre todos os lançamentos a avaliar o saldo disponível de cada artigo e, no momento em que encontrar saldo negativo vai procurar o próximo documento de entrada colocando a data-valor imediatamente antes do documento que provocou o saldo negativo.

Fig. 30 – Mensagem de aviso da rotina que altera a data-valor dos documentos
Fig. 30 – Mensagem de aviso da rotina que altera a data-valor dos documentos

Quando a rotina finaliza as alterações é exibido um relatório com todas as alterações efetuadas e com as situações em que não foi possível efetuar nenhuma alteração por não terem sido encontrados lançamentos com data posterior à data do stock negativo.

por não terem sido encontrados lançamentos com data posterior à data do stock negativo. DT-confignovtecn810-0315.1 30

DT-confignovtecn810-0315.1

30

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 31 – Relatório de alterações da data-valor dos documentos

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Fig. 31 – Relatório de alterações da data-valor dos documentos Este

Fig. 31 Relatório de alterações da data-valor dos documentos

Este relatório é gerado na diretoria ‘TEMP’ da empresa com o nome de ‘CALC_PMP_0000.ERR’, sequenciando o número ‘0000’ conforme se forem gerando novos relatórios.

1.1.2.2. Cálculo do CMP com stocks negativos

Neste exemplo é necessário que o armazém permita movimentar stocks negativos 29 . Atentemos agora nos movimentos protagonizados pelo artigo:

. Atentemos agora nos movimentos protagonizados pelo artigo: Fig. 32 – Stock negativo Até à release

Fig. 32 Stock negativo

Até à release 8.00 o cálculo do CMP era o seguinte:

Em 21/1: 1 x 80€ + 2 x 100= 93.33

3

-> porque utiliza a entrada posterior ocorrida em 28/6

Na release 8.10 o cálculo do CMP é o seguinte:

Em 21/1: 1 x 80€ - 2 x 80= 80

-> tem 1 unidade entrada a 80€ e 2 unidades vendidas a CMP de 80€ -> fica com -1 unidade (1 entrada menos 2 saídas)

-1

Em 28/6: -1 x 80€ + 2 x 100€ = 120€

1

-> -1 unidade a 80€ (de 21/1) mais 2 unidades entradas a 100€ (em 28/6)

-> fica com 1 unidade (2 que entraram menos 1 de 21/1)

Com a possibilidade do armazém movimentar stocks negativos, o CMP pode dar valores completamente absurdos, como se verifica neste exemplo muito simples. O CMP atingiu um valor superior a qualquer valor de entrada.

29 Ver ponto ‘1.4.1-Controlo de stocks negativos por armazém, deste documento

9 Ver ponto ‘ 1.4.1- Controlo de stocks negativos por armazém ’ , deste documento DT-confignovtecn810-0315.1

DT-confignovtecn810-0315.1

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ARTSOFT 2015 | Release 8.10 1.1.2.3. Cálculo simples do CMP Neste outro exemplo o artigo

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

1.1.2.3. Cálculo simples do CMP

Neste outro exemplo o artigo tem os seguintes movimentos:

Neste outro exemplo o artigo tem os seguintes movimentos: Fig. 33 – Cálculo simples do CMP

Fig. 33 Cálculo simples do CMP

Até à release 8.00 o cálculo do CMP era o seguinte:

Em 23/1: 30 x 100€ + 30 x 100€ + 80 x 110€ = 105.71€

30 + 30 + 80

Na release 8.10 o cálculo do CMP é o seguinte:

Se não houver correção de valores fica igual à release 8.00, apenas diferindo nas regularizações de inventário a integrar na contabilidade.

Se houver correção de valores, os cálculos são os seguintes:

Em 23/1: 30 x 100€ + 30 x 100€ + 80 x 110€ - 80 x 110€ = 100€ -> porque a nota de crédito de 24/1 anula a

30 + 30 + 80 80

1.1.2.4. Método de acerto

entrada de 22/1

Quando existem devoluções intercaladas com vendas e com entradas em que uma devolução pode afetar uma venda que já tenha sido afetada por outra devolução, os cálculos tornam-se mais complexos, pelo que se mostra a seguir um exemplo de como os cálculos são efetuados.

Fig. 34 – Método de acerto
Fig. 34 – Método de acerto

DT-confignovtecn810-0315.1

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ARTSOFT 2015 | Release 8.10 Na imagem anterior temos um artigo que no dia 23/1

ARTSOFT 2015 | Release 8.10

Na imagem anterior temos um artigo que no dia 23/1 teve uma venda cujo CMP era de 107.27€ 30 . No entanto, a devolução na íntegra da entrada de 22/1, ocorrida em 24/1, e a devolução de 10 unidades da entrada de 21/1, ocorrida em 25/1, fazem com que essa venda devesse ter tido um CMP de 100€ 31 .

Assim sendo, houve uma diferença de 7.27€ (107.27€-100€) por cada unidade vendida, o que representa um valor total de 145.40€ nas 20 unidades que terão de ser corrigidas na contabilidade.

Depois destas movimentações, o inventário ficou a zero quer em quantidade quer em valor.

Em 26/1 ocorreu uma nova aquisição de 20 unidades a 100€ e no dia seguinte uma venda de 10 unidades com um CMP de 100€, deixando apenas 10 unidades em stock ao CMP de 100€.

Em 28/1 foram adquiridas mais 30 unidades a 106€ pelo que a venda seguinte, no dia 29/1, de 10 unidades teve um CMP de 104.50€ 32 , deixando 30 unidades em stock (10 da operação anterior + 20 desta) ao CMP de 104.50€.

Em 30/1 foram adquiridas mais 80 unidades a 95€ pelo que a venda seguinte, no dia 31/1, de 10 unidades teve um CMP de 97.59€ 33 , deixando 100 unidades em stock (30 das operações anteriores + 70 desta) ao CMP de

97.59€.

No dia 1/2 foram adquiridas mais 20 unidades a 110€ tendo a venda do dia 2/2 registado a saída de 10 unidades a um CMP de 99.66€ 34 , deixando 110 unidades em stock (100 das operações anteriores + 10 desta) ao CMP de

99.66€.

No dia 3/2 ocorreu a devolução completa da entrada do dia 30/1 (80 unidades a 95€), no dia 5/2 a devolução de 10 unidades da entrada do dia 1/2 (a 110€) e no dia 6/2 a devolução de 10 unidades da entrada do dia 28/1 (a

106€).

Isto significa que na venda do dia 29/1 o CMP deveria ter sido de 104€ 35 e não de 104.50€ como foi apurado na altura, o que provocou uma diferença de 0.50€ por cada unidade vendida, o que representa um valor total de 5€