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Seo 2: Bolas e Conjuntos Limitados

Questo 5) Seja T : Rm Rn uma transformao Linear. Prove que


se T 6= 0 ento T no uma aplicao limitada. Se X Rm um conjunto
limitado, prove que a restrino Tx : X Rn de T ao conjunto X uma
aplicao limitada.

Solucao:

Temos os seguintes casos:

(i) Se T 6= 0 ento T no limitada.


(ii) Se X Rm limitado ento Tx : X Rn limitado.

(i) Queremos mostrar que

k > 0, v Rm ; k T (v) k> k

. Sejam k>0 e v Rm tal que

k T (v) k= c > 0

Dado nN temos que

T (n.v) = n.T (v) =k T (n.v) k=k n.T (v) k=| n | . k T (v) k= n.c
k
logo, se n> c
temos

k
k n.T (v) k> .c =| n | . k T (v) k> k
c
portanto T no e limitado.

(ii) Se X Rm limitado ento Tx : X Rn limitado.


Como X Rm limitado, ou seja,
m
X
k > 0; k xi k k, x = (x1 , ..., xm ) X
i=1

. Considere c = max{k T (e1 ) k, ..., k T (em ) k} onde e1 , ..., em so os vetores


da base cannica = {e1 , ..., em } Rm e m N.
Logo,
k x k=k (x1 .e1 + ... + xm .em ) k, x X

1
k T (x) k=k T (x1 .e1 +...+xm .em ) k=k T (x1 .e1 )+...+T (xm .em ) k=k x1 .T (e1 )+...+xm .T (em ) k
m
X m
X m
X m
X
k T (x) k=k xi .T (ei ) k k xi .T (ei ) k k xi k . k T (ei ) k k xi k .c k.c
i=1 i=1 i=1 i=1

Portanto Tx : X Rn limitada.

Seo 3: Conjuntos abertos

Questo 3) D exemplo de um conjunto X Rn cuja fronteira tem in-


terior no-vazio e prove que isto no seria possvel se X fosse aberto.

Soluo:

O conjunto X = {(x, y) R2 ; x, y Q}. Pois dado p = (a, b) F r(X)


temos que, para todo  > 0, B((a, b); ) X 6= pelo fato de X ser denso em
R2 e B((a, b); ) (R2 X) 6= , pois R2 X = I2 tambm denso em R2 .
(I2 = {(x, y) R2 ; x, y I}).

Se X X F r(X) = .
aberto ento
Vamos mostrar que int(F r(X)) = . Suponhamos que a int(F r(X)) logo
a ponto interior da F r(X) ento para todo r > 0 temos que B(a; r)X 6= .
Observe que a int(F r(X)) ento existe  > 0 tal que B(a; ) F r(X) logo
X F r(X) 6= e portanto contradio pois X aberto.

Seo 4: Sequncias em Rn

Questo 3)Sejam A Rn aberta e a A. Prove que se lim xk = a


k
ento existe k0 N tal que k > k0 xk A.

Solucao:

Uma vez que a A e A aberto, existe  > 0 tal que B(a; ) A.


Como lim xk = a temos que existe k0 N de modo que
k

k > k0 xk B(a; ) A

xk A, k > k0 .