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NOME

INSCRIÇÃO

SALA

LUGAR

DOCUMENTO

DATA DE NASC

ESPECIALIDADE

PROVA DE MÚLTIPLA ESCOLHA – ACESSO DIRETO

ASSINATURA DO CANDIDATO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Faculdade de Ciências Médicas

Tipo de Prova

W

RESIDÊNCIA MÉDICA 2014

Concurso de Admissão - 2014

Prova Múltipla Escolha (17/11/2013) ACESSO DIRETO

MÉDICA 2014 Concurso de Admissão - 2014 Prova Múltipla Escolha (17/11/2013) ACESSO DIRETO COREME / FCM
MÉDICA 2014 Concurso de Admissão - 2014 Prova Múltipla Escolha (17/11/2013) ACESSO DIRETO COREME / FCM

COREME / FCM / COMVEST

INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

Verifique se este caderno contém um total de 80 questões, numeradas de 1 a 80. Caso contrário, solicite ao fiscal da sala outro caderno completo.

Verifique se no início do caderno há uma folha com os valores laboratoriais de referência para consulta durante a prova.

A prova terá duração de 4 horas, incluindo o tempo para preenchimento da folha de respostas.

Cada candidato receberá uma folha de respostas, que deverá ser devidamente assinada e preenchida com caneta esferográfica preta.

As folhas de respostas deverão permanecer sem qualquer sinal de dobra ou amassado.

Não deixe questões sem resposta.

Não

será

eletrônicos.

permitido

o

uso

de

celulares,

calculadoras

e

outros

equipamentos

Preencha apenas uma letra (alternativa) para cada questão. Mais de uma resposta anulará a questão.

Observe que todas as respostas devem estar marcadas em preto, não cinza.

O candidato só poderá sair após 2 horas do início da prova.

Somente será permitida a saída de um candidato da sala de exames quando acompanhado por um fiscal.

As folhas de respostas que não forem entregues após 4 horas do início da prova serão recolhidas.

O caderno de prova deverá ser entregue ao final da prova. Sugerimos que reserve alguns minutos da prova para copiar o gabarito na folha recebida, para posterior conferência com o gabarito oficial.

A prova e o gabarito oficial serão divulgados pela internet nos sites http:/www.comvest.unicamp.br/residenciamedica e http:/www.fcm.unicamp.br a partir das 19 horas de 17/11/2013.

BOA PROVA

VALORES DE REFERÊNCIA DOS EXAMES LABORATORIAIS ACESSO DIRETO 2014

 

ITEM

VALOR DE REFERÊNCIA

ITEM

VALOR DE REFERÊNCIA

Albuminúria

 

<30mg/24h

Proteínas Séricas

AST

 

1030 U/L 1040 U/L 0,21,0 mg/dL 0,10,4 mg/dL <200 mg/dL

Albumina

3,44,8 g/dL

ALT

α1globulina

0,10,3 g/dL 0,41 g/dL

Bilirrubina total

 

α2globulina

Bilirrubina direta

β‐ globulina

0,5

1,1g/dL

Colesterol total

γ‐globulina

0,8

1,6g/dL

C3

 

0,91,8 g/L

 

C4

0,10,4 g/L

Hemograma

Cálcio

8,410 mg/dL

Hb (Hemoglobina)

1214 mg/dL

CR (Creatinina)

 

0,41,2 mg/dL

Ht (hematócrito)

3549 %

Ferro

sérico

 

Homem

 

45160 µg/dL

HCM

2634 g/L

Ferro

sérico

 

Mulher

 

30160 µg/dL

VCM

78100 fl

Fósforo Inorgânico

2,74,5 mg/dL

Leucócitos

6.0008.000/mm 3 150.000400.000/mm 3 25.000 a 75.000/mm 3

K

(Potássio)

 

355,5 mEq/L 039 U/ml

Plaquetas

Fator Reumatóide

Reticulócitos

FSH

 

530mUI/mL

 

LH

5

25UI/L

Líquido pleural

Prolactina

2

29ng/mL

Glicose

7099mg/dL

Na (Sódio)

 

135145 mEq/L 46%

Leucócitos

< 1000/mm 3 ou mcl 100200UI/L

Hb glicada

LDH

PTH

 

1565 ρg/mL < 4,0ngmL

pH

7,6 7,64

PSA total

 

Proteina/Creatinina

 

urinárias

 

<0,2 g/g

Urinálise

TIBC

242450 µg/dL

Densidade urinária

1.0051035

Triglicérides

 

<200 mg/dl

Hematúria

<5/campo

U

(Uréia)

1545 mg/dL

Leucocitúria

<5/campo

Tempo

 

de

Osmolalidade

Protrombina (TP)

 

1112,5 seg

urinária

501.200 mOsm/Kg

Tempo

 

de

 

Tromboplastina

Parcial

ativada

 

(TTPa)

3043 seg

Proteinúria

<0,15 g/24h

R

< 1,2

 

RNI

 

< 1,25

Fribrinogênio

 

200400 mg/dL

1.

Homem, 34a, queixa-se de fraqueza e dor muscular há 1 ano, principalmente nas

panturrilhas. Refere inchaço, diminuição da força muscular nas pernas e aumento da intensidade da dor, impedindo a caminhada, há 3 dias. Em uso de paracetamol 2,5g/d. Antecedentes pessoais: etilista, 2 copos de aguardente ao dia, com aumento para 2 garrafas ao dia há 1 semana. Exame físico: regular estado geral, orientado, descorado ++/4+, anictérico, acianótico; PA= 110x70mmHg; FC= 92bpm; edema= +++/4+ em MMII

até joelhos; dor à palpação de musculatura das panturrilhas; sinal de Homans positivo; sem outras alterações. Exames laboratoriais: K= 3,5mEq/L; Na= 140mEq/L; uréia= 40mg/dL; creatinina= 1,0mg/dL; Hb= 9,2g/dL; Ht= 29,3%; VCM= 97fL; HCM= 36pg; leucócitos= 7580/mm³ (segmentados= 75%; bastões= 0%; linfócitos= 24%). A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:

a.

Necrose muscular aguda por álcool.

b.

Rabdomiólise por paracetamol.

c.

Neuropatia periférica por déficit de cobalamina.

d.

Miopatia mitocondrial primária.

2.

Homem, 85a, procurou a unidade básica de saúde referindo ferimento cortocontuso na

palma da mão direita com a ponta da enxada ao capinar o quintal. Não sabe referir sobre vacinação prévia. EM RELAÇÃO À PROFILAXIA PARA O TÉTANO A CONDUTA É:

a.

Soro antitetânico e vacina dupla adulto.

b.

Penicilina benzatina e soro antitetânico.

c.

Imunoglobulina hiperimune e vacina dupla adulto após uma semana.

d.

Penicilina benzatina e vacina dupla adulto.

3.

Mulher, 60a, faz seguimento por diabete melito há 15 anos em uso de metformina

500mg (0-1-1) e glibenclamida 5mg (1-1-0). Exames laboratoriais: creatinina= 2,2mg/dL;

Hb glicada= 8,5%; controle de glicemia capilar feito na unidade básica de saúde, com valores entre 150-180mg/dL. A CONDUTA É:

a. Aumentar apenas a metformina.

b. Aumentar a glibenclamida e a metformina.

c. Associar insulina aos hipoglicemiantes orais.

d. Suspender os hipoglicemiantes orais e iniciar insulina.

4.

Mulher, 55a, com diabete melito há 2 anos em uso de metformina, iniciou atividade

aeróbica para perda de peso com caminhadas regulares (5km por dia). Há 2 meses começou a sentir dor epigástrica ao final das caminhadas. Vem hoje à consulta

queixando-se de piora da dor após andar 2km. Exames: eletrocardiograma recente= normal. O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO:

a.

Angina instável e cateterismo cardíaco.

b.

Isquemia mesentérica e suspensão da atividade física.

c.

Isquemia mesentérica e anticoagulação oral.

d.

Úlcera duodenal e endoscopia.

5.

Homem, 56a, refere ter sopro no coração desde a adolescência. Há 2 anos, queixa-se

de falta de ar, dor precordial em aperto e tonturas aos grandes esforços. Há 6 meses, apresenta dispneia paroxística noturna. Sente desconforto quando se deita por ouvir os batimentos cardíacos. Exame físico: PA= 170x40mmHg; FC= 92bpm; pulsos proeminentes mesmo com o braço elevado; edema em membros inferiores ++/4+; sinal de Quincke presente; ictus cordis palpável no 5º espaço intercostal e na linha axilar média esquerda, hiperdinâmico com 3 polpas digitais de extensão. AS CARACTERÍSTICAS DO

SOPRO DEVERÃO SER:

a. Holossistólico, regurgitativo, suave, em foco mitral, irradiado para a axila e primeira

bulha hiperfonética.

b. Protomesossistólico, rude, em diamante no foco mitral, irradiado para outros focos e

segunda bulha hipofonética.

c. Holodiastólico, aspirativo, suave, em foco aórtico e aórtico acessório e segunda bulha

hipofonética.

d. Mesodiastólico, em ruflar, rude, em foco mitral irradiado para axila e primeira bulha

hiperfonética.

6. Mulher, 55a, apresenta hipertensão arterial mal controlada há 10 anos. Há 2 anos começou a notar fraqueza e falta de ar aos esforços com piora progressiva. Há 6 meses, refere dor abdominal e inchaço em membros inferiores com piora no final do dia. Atualmente sente-se cansada ao realizar mesmo as atividades domésticas rotineiras. Exame físico: PA= 120x70mmHg; FC= 72bpm; FR= 18irpm; ictus globoso, desviado para a esquerda, 2 polpas digitais; ritmo cardíaco regular com sopro pansistólico em foco

mitral; murmúrio vesicular presente, com estertores crepitantes em bases; fígado palpável a 4cm do rebordo costal direito; edema +++/4+ em MMII. Exames laboratoriais (sangue):

uréia= 45mg/dL; creatinina= 2,5mg/dL; K= 5,1mEq/L; Na= 135mEq/L (inalterados nos últimos 3 meses). A CONDUTA É:

a. Captopril e espironolactona.

b. Losartana e hidroclorotiazida.

c. Hidralazina e nitrato.

d. Propanolol e furosemida.

7. Mulher, 45a, obesa, refere dor no pé há 4 meses com piora progressiva. No momento apresenta dificuldade para caminhar, principalmente no período da manhã quando

acorda. Parou de fazer caminhadas devido à dor. Exame físico: dor à palpação da face medial do calcanhar. O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO:

a. Fascite plantar e analgesia.

b. Entorse do pé e radiograma.

c. Artrite e anti-inflamatórios.

d. Artrose e analgesia.

8.

Mulher, 67a, está em tratamento regular para insuficiência cardíaca congestiva com

captopril, metoprolol e hidroclorotiazida. Queixa-se de falta de ar aos esforços e inchaço em pés e pernas. Exame físico: regular estado geral, eupneica no repouso, acianótica,

anictérica; PA= 126X74mmHg; FC= 122bpm; estase jugular bilateral e pulsátil a 45º; murmúrio vesicular presentes com estertores crepitantes em bases; ictus palpável no 6º espaço intercostal esquerdo, hipoimpulsivo; bulhas rítmicas, sem sopros; presença de

terceira bulha em foco mitral; fígado palpável a 4cm do rebordo costal direito, doloroso; edema ++/4+ em MMII. A PRESENÇA DE TERCEIRA BULHA É SINAL DE:

a.

Disfunção diastólica de ventrículo esquerdo.

b.

Disfunção sistólica de ventrículo esquerdo.

c.

Aumento da pressão sistólica final de ventrículo esquerdo.

d.

Aumento do fluxo sanguíneo valvar durante a contração atrial.

9.

Mulher, 36a, chega ao pronto socorro, conduzida por seu filho. Possui “sopro cardíaco”,

diagnosticado na infância, e “arritmia” há 1 ano. Filho refere que paciente está sonolenta e com dificuldade de movimentar o hemicorpo D. Exame físico: regular estado geral, eupneica, torporosa, corada, hidratada; PA= 150X100mmHg; FC= 76bpm (média); olho

direito sem alterações; olho esquerdo com midríase, ptose palpebral, reflexo fotomotor abolido e ausência dos movimentos de elevação, abaixamento e adução com desvio do olhar para a E; murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios; bulhas arrítmicas, normofonéticas, com sopro holossístólico rude no foco mitral irradiado para axila; frêmito sistólico palpável em foco mitral; hemiplegia D, com sinal de Babinski positivo a D. TRATA-SE DE COMPROMETIMENTO EM SISTEMA NERVOSO CENTRAL EM:

a. Tronco cerebral – lesão protuberancial à E.

b. Lesão bulbar à D.

c. Lesão mesencefálica peduncular à D.

d. Lesão capsulolenticular à D.

10. Mulher, 25a, manicure, foi encaminhada por apresentar-se com ictérica. Na investigação, foi identificada sorologia positiva para o vírus da hepatite C. É CORRETO AFIRMAR QUE:

a. O HCV é um vírus DNA com elevado potencial de cronificação bem como evolução

para hepatocarcinoma.

b. No caso agudo sintomático não há a recomendação de tratamento antiviral.

c. O clareamento viral espontâneo ocorre, em geral, nas primeiras 12 semanas de

infecção.

d. A resposta viral sustentada é muito baixa na infecção aguda por HCV.

11. Homem, 75a, queixa-se de piora da falta de ar há 2 dias, associada a expectoração amarelada. Antecedentes pessoais: tabagismo (100 anos-maço), em uso de tiotrópio,

salmeterol e fluticasona. Exame Físico: consciente, orientado; PA= 152x94mmHg; FC= 100bpm; FR= 34irpm; dispneico, com uso de musculatura acessória; bulhas hipofonéticas, ritmo cardíaco irregular, sem sopros; murmúrio vesicular globalmente diminuído, com sibilos difusos. Saturação de O 2 = 91% (ar ambiente). Não houve melhora após cateter de O 2 , administração de hidrocortisona e 3 inalações (bromidrato de fenoterol e brometo de ipratrópio). A CONDUTA É:

a. Associar sulfato de magnésio à inalação.

b. Intubação orotraqueal.

c. Aumentar a oferta de oxigênio por máscara.

d. Ventilação não invasiva.

12. Homem, 23a, queixa-se de dor lombar súbita após esforço, há 2 horas. Exame físico:

dor à palpação da musculatura paravertebral, reflexos osteotendinosos presentes e simétricos de MMII, sinal de Lasègue negativo. ALÉM DA ANALGESIA, A CONDUTA É:

a. Repouso.

b. Radiograma da coluna lombar.

c. Tomografia computadorizada da coluna lombar.

d. Ressonância magnética da coluna lombar.

13.

Homem, 55a, trabalhador rural, refere tosse há três semanas, acompanhada de febre

baixa. Realizou pesquisa de bacilo álcool-ácido resistente que foi positiva ++. EM

RELAÇÃO ÀS PRECAUÇÕES PARA PREVENIR E CONTROLAR A TRANSMISSÃO É CORRETO AFIRMAR QUE:

a. Os contatos domiciliares devem realizar o tratamento da infecção tuberculosa latente e

não precisam ser afastados do paciente.

b. São recomendadas as precauções para aerossóis no ambiente hospitalar, que também

são válidas para varicela e sarampo.

c. As precauções de transmissão podem ser suspensas após 15 dias do início do

tratamento específico.

d. No Brasil, o risco de infecção e adoecimento entre profissionais da área de saúde é

semelhante ao da população geral.

14. Homem, 23a, queixa-se de cansaço progressivo há 1 semana. Antecedentes: asma,

sem necessidade de tratamento há 3 anos. Exame físico: descorado ++/4+; FC= 96bpm; FR= 26irpm; murmúrio vesicular reduzido simetricamente, com raros sibilos. Foi medicado com prednisona oral 1mg/Kg/dia e beta-agonistas inalatórios. Após 72 horas, evoluiu com

desidratação, astenia intensa e vômitos. Hemograma inicial: Hb= 8,8g/dL; leucócitos= 245.000/mm 3 , com 98% de blastos; plaquetas= 24.000/mm 3 . Hemograma após 72 horas do tratamento: Hb= 8,9g/dL; leucócitos= 22.000/mm 3 , com 95% de blastos; plaquetas= 22.000/mm 3 . AS ALTERAÇÕES ESPERADAS NESTE PACIENTE SÃO:

a. Hiperuricemia, hiperpotassemia, hipofosfatemia.

b. Hipocalcemia, hiperpotassemia, hiperfosfatemia.

c. Hipocalcemia, hipopotassemia, hipouricemia.

d. Hiperuricemia, hipercalcemia, hipopotassemia.

15. Mulher, 56a, queixa-se de batedeira há 1 hora. Exame físico: confusa; PA=

80x40mmHg; FC= 152bpm; FR= 28irpm; pulsos finos; desidratada. Feito ECG (vide figura em anexo 1). A CONDUTA É:

a. Cardioversão elétrica.

b. Desfibrilação elétrica.

c. Administrar adenosina endovenosa.

16.

Mulher, 51a, procura atendimento ambulatorial devido a formigamento nas duas

pernas há 3 meses. Não faz uso de nenhum medicamento. Antecedentes pessoais:

vitiligo há 4 anos; doença diverticular do cólon com episódios freqüentes de sangramento

nas fezes. Exames laboratoriais: Hb= 11,0g/dL; volume corpuscular médio= 91fL; contagem de reticulócitos= 25.000/mcl; leucócitos= 2.800/mcl; segmentados= 1200/mcl; plaquetas=120.000/mcl. Descrição do esfregaço sanguíneo: ausência de células imaturas e presença de neutrófilos hipersegmentados. A ETIOLOGIA MAIS PROVÁVEL PARA A QUEIXA DA PACIENTE É:

a.

Deficiência de vitamina B6.

b.

Deficiência de vitamina B12.

c.

Deficiência de ácido fólico.

d.

Deficiência de ferro.

17.

Homem, 63a, queixa-se de dificuldade para iniciar a micção, jato urinário fraco e

sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, há 1 ano. Exame físico: toque retal da próstata= aumento de volume (aproximadamente 40g), consistência fibroelástica, sem nódulos. A CONDUTA É:

a. Solicitar dosagem de PSA (antígeno prostático específico) e Urina I.

b. Realizar ultrassonografia transabdominal para pesquisa de nódulos prostáticos e

medida do resíduo urinário pós-miccional.

c. Realizar biópsia da próstata guiada por ultrassonografia.

d. Indicar ressecção transuretral da próstata.

18. Homem, 19a, sofreu trauma crânio-encefálico grave há 36 horas. Evoluiu para coma

arresponsivo.

DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA, OS

REFLEXOS DO TRONCO ENCEFÁLICO QUE DEVEM SER PESQUISADOS SÃO:

a. Oculocefálico, corneano, fotomotor e do vômito.

b. Corneano, cremastérico, da tosse e oculomotor.

c. Fotorreagente, da apneia, corneano e bulbojugular.

d. Vagal, bulbocarotídeo, fotomotor e do vômito.

EM

RELAÇÃO

AO

19.

ALCANÇADO QUANDO A DIREÇÃO DA INCISÃO É:

a. Paralelo ao eixo dos membros.

b. Perpendicular ao eixo das articulações.

c. Transversal ao sentido de encurtamento dos músculos.

d. Perpendicular às linhas de expressão (rugas).

O

MELHOR

RESULTADO

ESTÉTICO

DE

UMA

INCISÃO

CIRÚRGICA

É

20. Homem, 28a, com sepse de origem abdominal, está em ventilação mecânica por meio de cânula orotraqueal. Após punção de veia jugular interna direita para introdução de

cateter central, evoluiu com aumento da pressão intratorácica e saturação periférica de O 2 = 70%, sem alterações hemodinâmicas. Ausculta pulmonar: ausência de murmúrio vesicular à esquerda. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA E A CONDUTA SÃO:

a. Barotrauma; expansão pulmonar com recrutamento alveolar.

b. Traqueomalácia; traqueostomia.

c. Intubação seletiva; reposicionar a cânula orotraqueal.

d. Pneumotórax hipertensivo; drenagem pleural direita.

21. Homem, 26a, sofreu acidente motociclístico e foi encaminhado ao pronto-socorro após receber 2500ml de cristalóide. Exame físico: vias aéreas pérvias, ventilação espontânea, FR= 35ipm; FC= 115bpm; PA= 80x40mmHg; escala de coma de Glasgow= 15; pupilas

isocóricas e fotorreagentes; presença de escoriações em membros e tronco, sem fraturas, bacia estável, com dor abdominal à palpação difusa; ausculta pulmonar simétrica, com murmúrio vesicular presente. Ultrassonografia abdominal na sala de urgência: líquido livre no espaço peri-hepático e periesplênico. A CONDUTA É:

a. Tomografia computadorizada abdominal.

b. Hematimetria seriada.

c. Laparotomia exploradora.

d. Lavagem peritoneal diagnóstica.

22.

Mulher, 22a, politraumatizada. EM RELAÇÃO À MANUTENÇÃO E GARANTIA DA

PERVIEDADE DAS VIAS AÉREAS ESTÁ CORRETO:

a. Se houver perda de consciência temporária, há indicação de obtenção de via aérea

definitiva.

b. Se houver fratura de face, ou edema de glote, ou Glasgow inferior a 8, há indicação de

cricotiroidostomia.

c. A realização de traqueostomia no local do atendimento inicial diminuiria a

morbimortalidade.

d.

Se houver trauma de laringe, a cricotiroidostomia está indicada.

23.

Homem, 59a, em tratamento para pneumonia com amoxicilina + clavulanato de

potássio há 5 dias, retorna com queixa de dor torácica ventilatório-dependente e febre há

1 dia. Antecedentes pessoais: hipertensão, diabete melito e doença de Chagas. Exame

físico: regular estado geral, PA= 124x76mmHg; FC= 108bpm; FR= 24irpm, murmúrio

vesicular abolido em campo pulmonar inferior direito, com egofonia; sinal de Signorelli

positivo. Radiograma de tórax: aumento do índice cardiotorácico e opacificação de 2/3 do

hemitórax direito. Líquido pleural: pH= 7,1; LDH= 758UI/L; glicose= 23mg/dL; leucócitos=

26000/mm 3 (neutrófilos= 84%). O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO:

a.

Empiema pleural; drenagem pleural fechada.

b.

Derrame parapneumônico não complicado; tratamento conservador.

c.

Transudato pela insuficiência cardíaca; toracocentese para alívio.

d.

Derrame parapneumônico complicado; tomografia computadorizada e pleuroscopia.

24.

Homem, 62a, com antecedente de apendicectomia e colecistectomia há 10 anos.

Queixa-se de dor e distensão abdominal, acompanhados de parada de eliminação de gases e fezes há 3 dias. Exame físico: abdome com distensão moderada, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor difusa à palpação; ausência de descompressão brusca dolorosa e de lesões palpáveis. Radiograma de abdome: distensão de delgado e cólon, ausência de ar na ampola retal, sem outras alterações. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA E A

CONDUTA SÃO:

a. Diverticulite; tomografia computadorizada de abdome.

b. Trombose mesentérica; angiotomografia computadorizada de abdome.

c. Bridas; jejum, sonda nasogástrica aberta, sintomáticos.

25.

Mulher, 43a, notou aumento do volume do pescoço há quatro meses, sem dor. Exame

físico: aumento difuso em topografia de lobo direito da tireóide. Ultrassonografia= nódulo hipoecogênico, homogêneo, isolado de 3,5cm em lobo direito da tireóide. DOS FATORES

ABAIXO, QUAL ESTÁ MENOS ASSOCIADO AO RISCO DE NEOPLASIA MALIGNA?

a.

Local de residência em zona endêmica de bócio.

b.

História prévia de radioterapia do pescoço.

c.

Presença de nódulo sólido solitário.

d.

Nódulo “frio” à cintilografia com iodo marcado.

26.

Homem, 35a, comparece ao pronto-socorro com queixa de febre há 24 horas. Refere

saída de ar à micção, urina turva e com grumos parecidos com material fecal. Nos últimos

três anos, apresentou episódios de dor abdominal em flanco esquerdo, acompanhados por febre e duas internações hospitalares. PODE-SE AFIRMAR QUE:

a. Devem ser realizadas ultrassonografia abdominal e passagem de sonda vesical de

demora.

b.

A neoplasia colorretal deve ser excluída, por ser o fator etiológico mais comum.

c.

A investigação diagnóstica deve incluir tomografia computadorizada e colonoscopia.

d.

São necessárias a sondagem vesical de demora e antibioticoterapia de largo espectro.

27.

Homem, 45a, antecedente de etilismo, portador de cirrose hepática, com sorologia

negativa para vírus C, apresenta nódulo hepático sólido em segmento IV, com 3cm de diâmetro à tomografia computadorizada. A dosagem sérica de alfa-feto proteína encontra- se com valores 10 vezes superiores à normalidade e MELD (Model for End-stage Liver Disease)= 20. A MELHOR CONDUTA É:

a. Hepatectomia esquerda.

b. Quimioembolização.

c. Radioablação.

d. Transplante hepático.

28. Homem, 37a, assintomático, com síndrome de Marfan, foi encaminhado com aneurisma de aorta ascendente. Angiotomografia computadorizada (TC) aorta ascendente com 4,5cm em seu maior diâmetro. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

a. O aneurisma é secundário à arterite específica da colagenose, a qual provoca necrose

médiocística da aorta.

b. Deve-se repetir a TC em 6 meses e se houver aumento superior a 0,5cm haverá

indicação cirúrgica.

c. Pelo fato do paciente ser portador de Síndrome de Marfan, já há indicação cirúrgica.

d. Deve-se solicitar ecocardiografia para avaliar a valva aórtica, pois este tipo de

aneurisma pode envolvê-la causando estenose.

29. Homem, 46a, procedente do norte de Minas Gerais, refere dificuldade para engolir

progressiva de forma lenta há 2 anos. Antecedentes pessoais e familiares: sem particularidades. Exame físico: normal. Exames complementares: endoscopia digestiva

alta (EDA)= esofagite de refluxo grau A de Los Angeles; exame radiológico contrastado de esôfago-estômago-duodeno (Rx-EED)= hérnia hiatal de deslizamento, com refluxo grau II. A CONDUTA É:

a. Orientação alimentar e medicamentosa e retorno em um ano.

b. Uso contínuo de procinéticos e antibioticoterapia para H. pylori.

c. Tratamento cirúrgico com a realização de fundoplicatura laparoscópica.

d. Avaliação manométrica do esôfago.

30. COM RELAÇÃO AO CÂNCER GÁSTRICO, PODE-SE AFIRMAR QUE:

a. A OMS considera o H. Pylori como carcinogênico, porém a úlcera gástrica não é

considerada precursora do câncer de estômago.

b. Uma das características do carcinoma gástrico precoce é a ausência de metástases.

c. O adenocarcinoma é bastante responsivo à quimioterapia e radioterapia, sendo a

gastrectomia indicada na falha da terapêutica clínica.

d. A localização gástrica do tumor estromal é incomum, sendo mais frequente no intestino

delgado.

31. A solução de Ringer lactato é bastante utilizada para expansão volêmica e hidratação intravenosa. AS SUBSTÂNCIAS PRESENTES NA SUA COMPOSIÇÃO SÃO:

a.

Cloreto de sódio, gluconato de cálcio, cloreto de potássio e lactato de potássio.

b.

Cloreto de potássio, sulfato de magnésio, cloreto de cálcio e lactato de sódio.

c.

Sulfato de magnésio, cloreto de cálcio, cloreto de sódio e lactato de sódio.

d.

Cloreto de potássio, cloreto de sódio, cloreto de cálcio e lactato de sódio.

32.

Mulher, 62a, queixa-se de fraqueza generalizada e perda ponderal de 16Kg nos

últimos 6 meses. Há 30 dias apresenta icterícia e prurido. Antecedente pessoal:

tabagismo. Exame físico: descorada ++/4+; ictérica ++++/4+; massa palpável no abdome superior. Ultrassonografia abdominal: duas lesões focais hipoecogênicas em parênquima hepático, com até 3,5cm de diâmetro; dilatação de vias biliares intra- e extra-hepáticas, vesícula biliar distendida e sem cálculos. Pâncreas não visualizado devido à interposição gasosa. Tomografia computadorizada de abdome: lesão hipocaptante de contraste em

topografia de cabeça e corpo pancreáticos com sinais de invasão da artéria mesentérica superior. A CONDUTA É:

a.

Gastroduodenopancreatectomia.

b.

Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.

c.

Antibioticoterapia e colestiramina.

d.

Quimioterapia neoadjuvante.

33.

Menina, 16 meses, trazida ao pronto socorro, pela mãe, imediatamente após ter

apresentado quadro de convulsão generalizada. Mãe relata que criança estava resfriada e chorosa. Nega antecedente convulsivo e já teve três episódios de otite. Exame físico: T= 38ºC; FC= 135bpm; FR= 32irpm; sonolenta, com boa perfusão periférica, sem sinais de irritação meníngea; abaulamento e hiperemia de membrana timpânica bilateral. A

CONDUTA É:

a. Tomografia computadorizada de crânio; punção liquórica.

b. Eletroencefalograma; tomografia computadorizada de crânio.

c. Tratamento da otite média aguda; introdução de fenobarbital por via oral.

d. Tratamento da otite média aguda; alta após observação e controle da febre.

34. Menina, 3a, é internada para investigação de edema generalizado há 15 dias. Mãe refere diminuição do volume urinário há 6 dias. Exame físico: bom estado geral, FC= 98bpm; FR= 25 irppm; PA= 96x56mmHg (percentil 50 para idade, gênero e altura); bulhas

rítmicas, normofonéticas, sem sopros; diminuição de murmúrio vesicular em bases; sinal de Skoda presente a 1cm abaixo da cicatriz umbilical; edema MMII +++/+4. Exames laboratoriais: albuminemia= 1,2g/dL; colesterol total= 459mg/dL; proteinúria de 24 horas= 9,2g. COMO COMPLICAÇÃO NESTA PACIENTE PODE-SE ENCONTRAR:

a. Trombose venosa profunda.

b. Encefalopatia hipertensiva.

c. Insuficiência cardíaca.

d. Insuficiência respiratória.

35. Recém-nascido de parto domiciliar realizado por parteira, foi trazido ao pronto socorro com 3 dias de vida por apresentar quadro de vômitos e evacuação com sangue vivo. A mãe relata que a criança nasceu chorando forte e está em aleitamento materno, com boa aceitação. Antecedentes: mãe hígida sem uso de medicação. Exame físico do RN: bom estado geral, ativo. A ETIOLOGIA DO DIAGNÓSTICO DE DOENÇA HEMORRÁGICA DO RECÉM-NASCIDO É:

a. Deficiência de vitamina K materna durante o pré-natal.

b. Insuficiência hepática do recém nascido.

c. Incompatibilidade sanguínea Rh.

d. Deficiência de vitamina K do recém-nascido.

36. Você é chamado para avaliar um recém-nascido com 2 horas de vida cuja mãe é portadora de hepatite B. Sorologias maternas: HBSAg= positivo, HBeAg= negativo, anti- HBe= positivo. A CONDUTA EM RELAÇÃO À CRIANÇA É:

a. Administrar imunoglobulina nas primeiras 72 horas após o nascimento.

b. Administrar imunoglobulina e vacina para Hepatite B nas primeiras 72 horas de vida.

c. Administrar vacina para Hepatite B nas primeiras 72 horas de vida.

d. Administrar imunoglobulina e vacina para Hepatite B nas primeiras 12 horas de vida.

37. Menino, 2 meses, primeiro filho, trazido pela mãe que refere criança com irritabilidade

e regurgitando várias vezes ao dia, algumas vezes em grande quantidade. Relata também piora do quadro no final da tarde, pois criança chora e se espreme, com melhora

espontânea. Criança em aleitamento materno exclusivo e bom desenvolvimento. Antecedentes: parto vaginal, a termo, peso ao nascer= 3200g, Apgar primeiro minuto= 8, quinto minuto= 10. Peso atual= 4600g (ganho ponderal de 30g/dia no último mês). O DIAGNÓSTICO E A CONDUTA SÃO:

a.

Regurgitação do lactente; elevação de decúbito.

b.

Esofagite; procinéticos.

c.

Doença do refluxo gastresofágico; procinéticos.

d.

Estenose hipertrófica de piloro; ultrassonografia de abdome.

38.

Menina, 13a, com diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico há 2 meses, em uso

de prednisona (2mg/kg/dia) há 45 dias, com doença controlada. Há 3 dias com inúmeros episódios de vômitos, não conseguindo ingerir a medicação. Nega febre. Exame físico:

regular estado geral, afebril, pulsos finos, PA= 76x36mmHg (abaixo percentil 3); FC= 120bpm, FR= 30irpm; ausência de rigidez de nuca. Exames laboratoriais: glicemia= 32mg/dL, Na= 122mEq/L, K= 6,7mEq/L. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:

a. Insuficiência renal aguda.

b. Insuficiência suprarrenal.

c. Síndrome perdedora de sal.

d. Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético.

39. Menina, 12a, foi atropelada enquanto andava de skate. Chega ao pronto socorro sonolenta e referindo muita dor na região cervical. Exame físico: regular estado geral; FC= 100bpm; FR= 20irpm; PA= 100x70mmHg; pulsos cheios; localiza dor, confusa, pupilas isofotorreagentes, reflexos osteotendíneos presentes e simétricos, ausência de paralisia de pares cranianos. OS DADOS DO EXAME FÍSICO UTILIZADOS PARA DETERMINAÇÃO DA ESCALA DE COMA DE GLASGOW SÃO:

a. Resposta pupilar, reflexos osteotendíneos, avaliação de pares cranianos.

b. Resposta ocular, resposta verbal, resposta motora.

c. Resposta verbal, avaliação de pares cranianos, resposta motora.

d. Resposta pupilar, resposta motora, reflexos osteotendineos.

40. Mãe, 25a, usuária de droga injetável, foi diagnosticada no pré-natal como portadora

de HIV e tratada desde o início da gestação com anti-retrovirais. Deu a luz a recém- nascido através de cesárea eletiva, às 39 semanas de gestação, com bolsa íntegra. Peso

ao nascer= 3100g e sem alterações clínicas no primeiro exame. QUAIS MEDIDAS DEVEM SER TOMADAS EM RELAÇÃO AO RECÉM-NASCIDO:

a.

Incentivar o aleitamento materno; prescrever Zidovudina oral; mensurar carga viral.

b.

Suspender o aleitamento materno; prescrever Nevirapina oral; mensurar carga viral.

c.

Suspender o aleitamento materno; prescrever Zidovudina oral; mensurar carga viral.

d.

Mensurar carga viral; adotar precauções de acordo com o resultado.

41.

Menino, 8a, durante consulta em unidade básica de saúde, recebe o diagnóstico de

dermatite atópica. A CONDUTA INICIAL É:

a. Prescrever permanganato de potássio tópico; controlar prurido; controlar infecção por

fungos.

b. Prescrever sabonete antisséptico; controlar prurido e inflamação; verificar dinâmica

familiar.

c. Prescrever corticóide tópico; controlar prurido; controlar infecção por fungos.

d. Hidratar com emolientes; controlar infecções; controlar prurido; verificar dinâmica

familiar.

42. Menino, 4a, iniciou tratamento de pneumonia bacteriana com amoxicilina há 48 horas

em uma unidade básica de saúde. Radiograma de tórax inicial compatível com

pneumonia lobar superior direita. Retorna sem melhora clínica, mantendo febre (T= 39 o C), porém sem sinais de insuficiência respiratória. Novo radiograma de tórax mostrou consolidação no lobo superior ditreito com pequeno derrame pleural. A CONDUTA É:

a. Internar; penicilina cristalina.

b. Internar; penicilina cristalina; drenagem de tórax.

c. Internar; cefalosporina de terceira geração.

d. Tratamento domiciliar; ampicilina + sulbactam oral.

43.

Menino, 4a, é trazido ao pronto socorro referindo ter sido picado por um “bicho” há 2

horas, com dor intensa, sudorese fria desde a picada e 9 episódios de vômitos nos últimos 30 minutos. O PACIENTE PODE EVOLUIR COM:

a.

Síndrome compartimental.

b.

Fascies miastenica.

c.

Insuficiência cardíaca.

d.

Necrose no local da picada.

44.

Lactente, 18 meses, com história de febre baixa há 20 dias e sonolência nas últimas

36 horas. O exame físico e a tomografia computadorizada de crânio sugerem neurotuberculose. A ANÁLISE DO LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO COMPATÍVEL COM ESTE DIAGNÓSTICO É:

a. Pleocitose com predomínio de linfócitos; elevação da concentração de proteínas;

redução da de glicose.

b. Pleocitose com predomínio de linfócitos; concentrações de proteína e glicose normais.

c. Pleocitose com predomínio de neutrófilos; elevação da concentração de proteína;

redução da de glicose.

d. Pleocitose com predomínio de neutrófilos; concentrações de proteína e glicose

normais.

45. Durante o plantão você acompanha o atendimento de ressuscitação cardiopulmonar

em lactente de 18 meses. Foi realizada intubação orotraqueal, iniciadas compressões

sincronizadas torácicas e ventilação na proporção de 15:2 e administração de adrenalina intravenosa. EM RELAÇÃO À CONDUTA, VOCÊ:

a. Concorda com a administração de adrenalina; discorda da proporção compressão ventilação.

b. Concorda com a administração de adrenalina e com a proporção compressão ventilação.

c. Discorda da administração de adrenalina; concorda com a proporção compressão ventilação.

d. Discorda da administração da adrenalina e da proporção da compressão ventilação.

46. Nasce criança de termo, filho de mãe com diabetes gestacional, com peso ao nascer=

4100g. Exame físico com 1 hora de vida: neurológico normal; aparente capacidade de sucção ativa. Exames laboratoriais: glicemia capilar= 35mg/dL; hematócrito= 59%. APÓS

COLETA DE SANGUE PARA DOSAGEM DE GLICOSE, A CONDUTA É:

a. Infusão rápida de glicose intravenosa a 10% e repetir a dosagem de glicose.

b. Colocar o recém nascido para aleitamento materno e repetir glicemia capilar.

c. Aguardar o resultado para a decisão de como proceder.

d. Administrar fórmula láctea por sonda gástrica e repetir a glicemia capilar.

47. Menino, 4a, é trazido pela mãe que refere aparecimento de manchas avermelhadas e

arroxeadas pelo corpo há cerca de 20 horas. A criança teve o diagnóstico de eritema infeccioso há 12 dias, mas já está bem. Nega outras queixas, alimenta-se bem, vacina

atualizada. Exame físico: eutrófico, corado; inúmeras petéquias esparsas, equimoses pequenas em membros; abdome sem alterações. Hemograma: plaquetas= 19000mm 3 , séries branca e vermelha sem alterações. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:

a.

Púrpura de Henoch Schoenlein.

b.

Doença de Von Willebrand.

c.

Leucemia mielóide aguda.

d.

Púrpura trombocitopênica imune.

48.

Menina, 14a, comparece à unidade básica de saúde com queixa de dor abdominal.

Relata que na noite anterior teve sua primeira relação sexual, sem uso de método

contraceptivo, consentida, com seu namorado de 18 anos. Tem o consentimento dos pais para o namoro. A CONDUTA IMEDIATA É:

a. Orientar a paciente sobre contraceptivo de emergência.

b. Chamar os pais da adolescente e orientar sobre contraceptivo de emergência.

c. Prescrever vacinação para o Papillomavirus humano.

d. Chamar o parceiro da adolescente e orientar sobre contraceptivo de emergência.

49. Mulher, 47a, G4P4, método contraceptivo= ligadura tubárea, retorna ao médico da

unidade básica de saúde com resultado de colpocitologia oncológica sugestiva de lesão intraepitelial cervical de alto grau e biópsia do colo do útero, guiada por colposcopia,

compatível com neoplasia intraepitelial cervical escamosa grau 3, não sendo possível excluir invasão. A CONDUTA É:

a.

Histerectomia total abdominal.

b.

Conização a frio.

c.

Avaliação do tipo e da carga viral de papilomavirus humano (HPV).

d.

Histerectomia radical com parametrectomia e linfadenectomia pélvica.

50.

Mulher, 48a, G3P3, queixa-se de aumento do fluxo menstrual com sangramento

abundante intermenstrual não relacionado à atividade sexual há 4 meses. Nega uso de medicamentos. Exame físico: IMC= 34Kg/m 2 , sem outras alterações. Exame ginecológico:

útero com discreto aumento de volume e anexos sem anormalidades. Ultrassonografia pélvica: útero com medidas de 12,8cm (L), 10,3cm (T) e 10,3cm (AP), com linha endometrial de 9mm e imagem sólida, hipoecoica arredondada de 4x3x5cm em parede

uterina sugestiva de mioma subseroso. Anexo esquerdo com 2,3x2,4cm e anexo direito com 2,1x2,6cm. A CONDUTA É:

a.

Histerectomia total abdominal com preservação dos ovários.

b.

Histeroscopia com biópsia endometrial.

c.

Histerectomia subtotal com salpingooforectomia bilateral.

d.

Dosagem de marcadores tumorais antes de procedimento cirúrgico.

51.

Mulher, 54a, G2P2, fumante, menopausa há 2 anos, em uso de terapia hormonal com

estrógeno e progesterona. Mamografia de rastreamento= mamas densas, nódulo regular em quadrante superior lateral de mama direita de 1,8cm no seu maior diâmetro, BI-RADS ® 0. Exame físico: bom estado geral, IMC= 28Kg/m 2 , sem outras alterações. A

CONDUTA É:

a. Suspender a reposição hormonal e repetir mamografia em 3 meses.

b. Repetir mamografia em 6 meses.

c. Realizar ultrassonografia das mamas.

d. Realizar biópsia por agulha grossa (biópsia de fragmento).

52. Mulher, 48a, G2P2, ciclos menstruais normais, sem comorbidade, é submetida a

laparoscopia para avaliação e retirada do anexo esquerdo, que apresenta ao exame de ultrassonografia uma imagem heterogênea, sólido-cística, de 9cm no seu maior diâmetro.

O cirurgião realiza salpingooforectomia esquerda, com diagnóstico histológico de carcinoma seroso de ovário de alto grau. A CONDUTA É:

a.

Seguimento ambulatorial, com marcadores tumorais séricos.

b.

Realização de quimioterapia com platina.

c.

Realização de salpingooforectomia contralateral.

d.

Realização de cirurgia de estadiamento.

53.

Mulher, 35a, G2P1, inicia o acompanhamento pré-natal com 14 semanas de

amenorréia. Antecedentes pessoais= hipertensão arterial há 7 anos (desde a primeira

gestação), em uso de diurético tiazídico em dias alternados. Exame físico: PA= 120x70mmHg, IMC= 36Kg/m 2 , fundo de olho normal, sem outras alterações. A CONDUTA É:

a. Suspender o diurético, controle de PA, orientação nutricional, evitar atividade física.

b. Trocar o diurético por alfa-metildopa, controle de PA, orientação nutricional, evitar

atividade física.

c. Suspender o diurético, controle de PA, orientação nutricional, recomendar atividade

física leve, introduzir ácido acetilsalicílico 100mg/dia e carbonato de cálcio.

d. Trocar o diurético por alfa-metildopa, controle de PA, orientação nutricional,

recomendar atividade física leve, introduzir acido acetilsalicílico 100mg/dia e carbonato de

cálcio.

54. Mulher, 22a, G1P0, 35 semanas de amenorreia. Pré-natal adequado, última consulta

há 3 semanas. Procura o pronto atendimento obstétrico referindo dor em baixo ventre há

quatro horas. Exame físico: bom estado geral, PA= 120x60mmHg, P= 52Kg, afebril e

eupneica, ausência de edema em membros inferiores. Exame obstétrico: altura uterina=

32cm, frequência cardíaca fetal= 144bpm, dinâmica uterina= 3 contrações moderadas em

10 minutos, rítmicas e regulares. Toque vaginal= colo pérvio para 2cm, esvaecido 60%,

cefálico, plano alto e móvel, membranas íntegras. A CONDUTA É INTERNAR E:

a. Corticoterapia antenatal e antibiótico profilático; cultura para Streptococo B; investigar

infecção do trato urinário e vitalidade fetal; inibir trabalho de parto.

b. Antibiótico profilático; cultura para Streptococo B; investigar infecção do trato urinário e

vitalidade fetal; acompanhar trabalho de parto.

c. Investigar infecção do trato urinário e vitalidade fetal e inibir trabalho de parto.

d. Corticoterapia antenatal; cultura para Streptococo B; investigar infecção do trato

urinário e vitalidade fetal; acompanhar trabalho de parto.

55.

CORRETA:

EM

RELAÇÃO

AO

GRÁFICO

DE

ABAIXO,

ASSINALE

A

ALTERNATIVA

Sulfato de Magnésio versus Placebo na Pré ‐ eclâmpsia grave: revisão sistemática sulfato de magnésio
Sulfato de Magnésio versus Placebo na
Pré ‐ eclâmpsia grave: revisão sistemática
sulfato de magnésio
placebo
Odds Ratio
Desfechos
(IC 95%)
OR
IC 95%
Eclâmpsia
0,41 (0,29 ‐ 0,58)
Depressão respiratória materna
1,98 (1,24 ‐ 3,15)
0.1
0.5
1
5
10

Duley L et al.

The Cochrane Library, 2010

a. O sulfato de magnésio é uma intervenção capaz de reduzir em 41% a ocorrência de eclampsia em mulheres com pré-eclâmpsia grave.

b. O efeito do uso de sulfato de magnésio na prevenção da eclâmpsia é inversamente proporcional à depressão respiratória materna.

c. O sulfato de magnésio é uma intervenção capaz de reduzir o risco de eclampsia em mulheres com pré-eclâmpsia grave.

d. O aumento de depressão respiratória contraindica a aplicação do sulfato de magnésio no manejo da pré-eclâmpsia grave.

56. Gestante, 26a, G2P1(C1)A0, em fase ativa do trabalho de parto, é encaminhada para

analgesia. Exame obstétrico: toque vaginal= 6cm, esvaecimento= 80%, apresentação= cefálica, occipício direita posterior, plano -2 de De Lee; bolsa rota. Após 90 minutos

identifica-se hipotensão materna acompanhada de bradicardia fetal, repetido toque com colo dilatado para 8cm, perda do nível da apresentação fetal e discreto sangramento transvaginal. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA E A CONDUTA SÃO:

a.

Discordância no toque vaginal entre os observadores; manter monitorização fetal.

b.

Ruptura uterina; cesárea de urgência.

c.

Compressão aortocaval; mudança de decúbito e monitorização fetal.

d.

Desproporção cefalopélvica; cesárea.

57.

Gestante faz sua primeira ultrassonografia obstétrica com 22 semanas de gestação. O

laudo assinado por dois médicos vem acompanhado por duas fotografias (face e polo

cefálico) e define, de maneira inequívoca, o diagnóstico de anencefalia fetal. Após ser informada sobre o diagnóstico fetal, a gestante deseja interromper a gravidez. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

a. A interrupção da gravidez não é permitida, pois a idade gestacional é superior a 12

semanas.

b. É necessária autorização judicial para interrupção da gravidez.

c. A interrupção da gravidez poderá ser realizada mediante solicitação assinada pela

mulher.

d. O procedimento para a interrupção da gravidez deverá ser realizado em hospital com

serviço de UTI neonatal.

58. Mulher, 29a, G2P1, 16 semanas de gestação, desconhece antecedente pessoal para sífilis e lembra que em sua gestação anterior, há 2 anos, o médico não falou nada sobre isso (sic). Exames laboratoriais iniciais deste pré-natal: VDRL reagente 1/8 e FTA-Abs

reagente; demais sem alterações. Recebeu tratamento com penicilina benzatina G 7.200.000UI, dividida em 3 doses com intervalo semanal; além de tratamento do parceiro. O MONITORAMENTO APÓS O TRATAMENTO DEVE SER:

a. Pesquisa com teste rápido em intervalo trimestral e considerando resposta adequada

ao tratamento o declínio dos títulos em quatro vezes após três meses.

b. Pesquisa com teste não treponêmico em intervalo mensal e considerando resposta

adequada ao tratamento o declínio gradual dos títulos.

c. Pesquisa com teste rápido em intervalo mensal e considerando resposta adequada ao

tratamento o declínio dos títulos de quatro vezes após seis meses.

d. Pesquisa com teste treponêmico em intervalo mensal e considerando resposta

adequada ao tratamento o declínio dos títulos em quatro vezes após seis meses.

59. Gestante, 38 semanas, 25a, G1P0, queixa-se de queixa de dor em baixo ventre. Não trouxe o cartão de pré-natal, mas refere que todos os exames eram normais. Exame

obstétrico: altura uterina= 35cm; batimentos cardíacos fetais= 144bpm; dinâmica uterina= 4 contrações fortes em 10 minutos; toque vaginal= colo dilatado para 6cm, 100% de esvaecimento, apresentação cefálica e bolsa íntegra. A CONDUTA É:

a.

Orientar a gestante e realizar teste rápido para HIV, se positivo indicar cesárea eletiva

e

iniciar AZT após o parto.

b.

Orientar a gestante e realizar teste rápido para HIV, se positivo iniciar AZT intravenoso

e

encaminhar para cesárea.

c.

Orientar a gestante e colher sorologias, enviar ao laboratório e encaminhá-la para

acompanhamento do trabalho de parto.

d.

Orientar a gestante e realizar teste rápido para HIV, se positivo iniciar AZT intravenoso

e

acompanhar o trabalho de parto.

60. Gestante, 21 semanas, 16a, queixa-se de falta de ar, dor no peito e febre medida de

38ºC há 2 dias. Antecedentes pessoais= anemia falciforme. Exame físico: regular estado geral, peso= 46Kg; PA= 130x80mmHg; FC= 120bpm; FR= 32irpm; SatO2= 93%; ausculta

cardíaca= sopro sistólico pancardíaco; ausculta pulmonar= murmúrio vesicular diminuído e estertores em bases pulmonares; abdome= útero palpável na cicatriz umbilical; BCF= 158bpm; ausência de sangramento transvaginal. Membros inferiores= sem edema. Exames laboratoriais: Hb= 6,2g/dL; HT= 21%; leucócitos= 13800/mm 3 ; plaquetas= 170000/mm 3 . A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA E A CONDUTA SÃO:

a. Síndrome torácica aguda, internação.

b. Síndrome gripal por H1N1, tratamento ambulatorial com oseltamivir.

c. Síndrome torácica aguda, transfusão ambulatorial.

d. Tromboembolismo pulmonar, anticoagulação ambulatorial.

61. Gestante, 31 semanas, 25a, com diagnóstico de diabete tipo 1, em cetoacidose. A

INTERPRETAÇÃO DA CARDIOTOCOGRAFIA E A CONDUTA SÃO:

A INTERPRETAÇÃO DA CARDIOTOCOGRAFIA E A CONDUTA SÃO: a. Ausência de variablidade da frequência cardíaca fetal;

a. Ausência de variablidade da frequência cardíaca fetal; corrigir a acidemia materna e

realizar corticoterapia para maturidade fetal.

b. Variabilidade curta e ampla, com redução da frequência cardíaca fetal; corticoterapia e

indução do trabalho de parto.

c. Padrão silente; cesárea de urgência.

d. Ausência de variabilidade da frequência cardíaca fetal; corrigir a acidemia materna e

repetir a cardiotocografia fetal.

62. Mulher, 18a, nuligesta, sem queixas. Encontra-se extremamente preocupada, pois

realizou um teste DNA HPV com resultado positivo para HPV de alto risco oncogênico. A

CONDUTA É:

a.

Indicar conização.

b.

Colher citologia oncológica.

c.

Explicar à paciente sobre seu alto risco de câncer de colo uterino.

d.

Indicar vacinação com vacina bi ou tetravalente para HPV.

63.

Mulher, 23a, usuária de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre, refere corrimento

amarelado em pequena quantidade, fluido e com odor desagradável há dois meses. Fez tratamento com creme vaginal (de cujo nome e composição não se lembra) fornecido na unidade básica de saúde, mas os sintomas retornaram após um mês. Parceiro único nos últimos três anos. Exame ginecológico: conteúdo vaginal branco-amarelado, fluido, sem bolhas; mucosa vaginal sem hiperemia; colo epitelizado, fio do DIU in situ, muco cervical

claro. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:

a. Tricomoníase.

b. Vaginose citolítica.

c. Infecção por Actinomyces sp.

d. Vaginose bacteriana.

64. Mulher, 32a, com esterilidade primária há 3 anos, em amenorreia há 1 ano. Dosagens hormonais: FSH= 70mUI/mL, LH= 55mUI/mL, PRL= 18ng/mL; cariótipo= normal; biópsia ovariana= ausência de folículos; espermograma do parceiro= normal. O DIAGNÓSTICO E O TRATAMENTO SÃO:

a. Falência ovariana prematura; inseminação intra-uterina.

b. Falência ovariana prematura; transferência de oócitos de doadora.

c. Anovulação crônica; indução com gonadotrofinas.

d. Anovulação crônica; indução com citrato de clomifeno.

65. Homem, 36a, é trazido ao pronto socorro com tosse e dispneia intensas. Refere que

há 7 horas inspecionou um silo contendo grãos, que estava lacrado há vários meses. Relata ter apresentado tosse e sensação de falta de ar logo após a entrada no silo, com

melhora imediata após a saída do local. Foi internado com quadro de edema agudo de pulmão. O DIAGNÓSTICO É:

a.

Intoxicação por gás sulfídrico.

b.

Intoxicação por óxidos nitrosos.

c.

Intoxicação por organofosforado.

d.

Intoxicação por piretróides.

66.

Em um município com 50.000 habitantes foram notificados 1000 óbitos por todas as

causas em 2012. Além disso, foram notificados 500 casos de infarto agudo do miocárdio (IAM), com 50 óbitos por esta causa. Entre os casos de IAM, 200 indivíduos eram obesos. Entre estes pacientes foram registrados 30 óbitos. DE ACORDO COM ESTES DADOS, É

CORRETO QUE O COEFICIENTE DE:

a.

Mortalidade proporcional por IAM foi de 10%.

b.

Incidência do IAM foi de 1/1000 habitantes.

c.

Letalidade por IAM nos obesos é mais que o dobro que os não obesos.

d.

Mortalidade por IAM na população foi de 10%.

67.

Dois estudos epidemiológicos realizados em 2013 avaliaram, respectivamente:

i. Risco de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) de 10.000 gestantes acompanhadas até o parto, no período de 1992 a 2012. A análise incluiu grupos com e

sem comorbidades durante a gravidez e a ocorrência da internação em UTI durante o

seguimento.

ii. Características sociodemográficas e a percepção sobre o risco de complicações clínicas e de morte durante a gravidez em uma amostra de gestantes que tiveram o parto em um hospital universitário, em 2012. OS DESENHOS DOS ESTUDOS

RESPECTIVAMENTE SÃO:

a. Caso controle; estudo prospectivo.

b. Coorte; estudo transversal.

c. Ensaio clínico; estudo qualitativo.

68. Os coeficientes de mortalidade por 1000 habitantes por doenças respiratórias em idosos na década de 1970-80 e 2000-10 estão apresentados na tabela abaixo. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

Faixa

Década 70-80

Década 2000-10

 

etária

 

Número de

Coeficiente

de

Número

de

Coeficiente

de

(anos)

indivíduos

mortalidade

indivíduos

mortalidade

60-69

2000

15

2000

10

70-79

800

20

1500

13,3

80

200

50

2000

37,5

Total

3000

18,6

5500

20,1

a. O coeficiente de mortalidade na população idosa na década de 2000-10 foi maior que 1970-80, indicando maior risco de morrer por doenças respiratórias.

b. O coeficiente de mortalidade total aumentou, porém diminuiu por faixa etária, indicando redução do risco de morte por doenças respiratórias.

c. Não é possível a comparação precisa, pois a estrutura etária da população é diferente nos dois períodos.

d. O coeficiente de mortalidade total indicado na tabela foi obtido após a padronização dos coeficientes nas duas décadas.

69. SOBRE O DESEMPENHO DE TESTES DIAGNÓSTICOS, ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

a. Um teste para rastreamento na população em busca de doença com grande número de casos oligossintomáticos deve ter alta especificidade.

b. Suspeita clínica potencialmente grave que indica uma intervenção invasiva exige teste diagnóstico com alta sensibilidade.

c. Testes diagnósticos em paralelo têm sua sensibilidade aumentada comparada com testes em sequência.

d. Testes diagnósticos utilizados em sequência ou em paralelo possuem o mesmo potencial para confirmação diagnóstica.

70. Em um estudo de coorte de 6000 trabalhadores da indústria foi analisada a associação entre exposição a ruído e acidente de trabalho. Foram registrados 100 acidentes durante o ano, sendo 60 acidentes entre os 2000 trabalhadores expostos e 40 entre os 4000 trabalhadores não expostos ao ruído. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

a. O risco relativo foi de 3 casos por 100 trabalhadores expostos.

b. O risco atribuível entre expostos foi de 1 por 100 trabalhadores.

c. O risco atribuível à exposição foi de 67%.

d. A incidência de acidentes na indústria foi de 3%.

71. A figura abaixo apresenta resultados de metanálise sobre os benefícios de uma droga na redução da mortalidade por complicação de uma doença crônica. São apresentados os riscos relativos (RR) de morrer, com intervalo de confiança de 95% (IC 95%). ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:

0

Risco Relativo (IC 95%)

ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: 0 Risco Relativo (IC 95%) Estudo 1: 0,44 (0,14 ‐ 0,87) Estudo

Estudo 1: 0,44 (0,14 0,87)

Estudo 2:

Estudo 3:

Estudo 4:

RR Geral:

0,63 (0,04 1,57)

0,31 (0,01 0,97)

0,72 (0,02 1,3)

0,65 (0,40,8)

‐ 0,97) 0,72 (0,02 ‐ 1,3) 0,65 (0,4 ‐ 0,8) ∞ 1 a. A droga tem
‐ 0,97) 0,72 (0,02 ‐ 1,3) 0,65 (0,4 ‐ 0,8) ∞ 1 a. A droga tem

1

a. A droga tem por efeito o aumento da mortalidade pela doença, porém não estatisticamente significativo.

b. Todos os estudos demonstraram resultados benéficos significativos.

c. O estudo número 2 é o que apresentou maior amostra de doentes, sendo o de maior peso no estimador final.

d. Há evidências sobre o efeito significativo da droga na prevenção da mortalidade.

72. Na avaliação de dois pacientes, um de 19a e outro de 49a, ambos com pesquisa de

sangue oculto nas fezes positiva, um médico considera que a probabilidade de câncer do trato gastrintestinal é maior para o paciente de 49a. O RACIOCÍNIO DESSE MÉDICO

ESTÁ CORRETO PORQUE:

a.

O valor preditivo negativo do teste independe da especificidade do teste.

b.

O número de falsos positivos é o mesmo nas duas faixas etárias.

c.

A sensibilidade do teste varia conforme a faixa etária.

d.

O valor preditivo positivo do teste é maior na população com maior prevalência.

73.

Com o objetivo de identificar o maior número de portadores de uma determinada

doença, independentemente de saber se os indivíduos são realmente doentes ou não,

DEVE-SE UTILIZAR UM EXAME LABORATORIAL QUE TENHA:

a. Elevada sensibilidade.

b. Elevada especificidade.

c. Elevado valor preditivo positivo.

d. Elevada acurácia.

74. AO IMPLANTAR UM PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE COM INFECÇÃO PELO HIV/AIDS EM UM MUNICÍPIO, COM OFERTA DE MEDICAMENTOS E TERAPIAS PROFILÁTICAS SECUNDÁRIAS, DEVE-SE ESPERAR:

a. Aumento da incidência e aumento da prevalência.

b. Manutenção da incidência e aumento da prevalência.

c. Diminuição da incidência e manutenção da prevalência.

d. Aumento da incidência e diminuição da prevalência.

75. O médico recebe solicitação de uma companhia de seguro para fornecer atestado

com diagnóstico pela Classificação Internacional de Doenças. ELE PODERÁ FORNECÊ- LO SE:

a. Tiver a finalidade de autorizar o recebimento de indenização decorrente de sinistro.

b. Tiver a finalidade de autorizar exames complementares de alto custo.

c. Houver concordância por escrito do paciente ou seu representante legal.

d. O paciente beneficiário tiver morrido.

76. SOBRE O SISTEMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA BRASILEIRO, ASSINALE

A

ALTERNATIVA CORRETA:

 

a.

A notificação compulsória de intoxicações exógenas do trabalhador depende da confirmação diagnóstica.

b.

Doenças relacionadas ao trabalho e intoxicações exógenas são de incumbência do Ministério do Trabalho.

c.

Gestores municipais e estaduais podem acrescentar doenças à lista de notificação do Ministério da Saúde.

d.

A notificação de doenças é ato privativo do médico.

 

77.

NOS

TRABALHADORES

COM

PNEUMOCONIOSE

É

ENCONTRADA

ASSOCIAÇÃO ENTRE:

a.

Siderose e tuberculose.

 

b.

Beriliose e esclerodermia.

c.

Silicose e pneumotórax.

d.

Asbestose e mesotelioma.

78.

PARA

O

DIAGNÓSTICO

DE

ASMA

OCUPACIONAL,

O

MÉTODO

DE

INVESTIGAÇÃO UTILIZADO É:

a.

Radiograma de tórax e pesquisa de IgE.

b.

Espirometria pré e pós broncodilatador.

c.

Curva seriada de pico de fluxo expiratório.

d.

Radiograma de tórax e espirometria.

79.

O RISCO DE MORTE POR LESÃO PULMONAR PRIMÁRIA ESTÁ RELACIONADO

À INGESTÃO DE:

a. Organofosforado.

b. Paraquat.

c. Ditiocarbamato.

d. Carbamato.

80. As cidades A e B possuem os coeficientes de mortalidade apresentados no quadro. A ANÁLISE DESTES INDICADORES MOSTRA QUE:

Indicadores

Cidade A

Cidade B

Coeficiente de mortalidade por

   

doenças cerebrovasculares

180/100.000 habitantes

210/100.000 habitantes

Coeficiente de mortalidade por

   

causas externas

60/100.000 habitantes

30/100.000 habitantes

Mortalidade proporcional em

   

maiores de 50 anos

60%

75%

a. Há maior número de anos potenciais de vida perdidos em A que em B.

b. A cidade A possivelmente possui melhores condições de vida e saúde que a B.

c. A maior mortalidade proporcional em maiores de 50 anos indica piores condições de

saúde em idosos em B.

d. A menor mortalidade por causas externas em B indica maior contingente de população

jovem.

ANEXO 1

ANEXO 1