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CASO CLÍNICO DE TÓRAX Grupo 4

Boniperti Pádua Cota

Gabriel Wilson Silva Pinto Hélder Vinícius de Andrade Oliveira

Lucas Batista Ferreira da Silva

Túlio Luiz Marra Négri

HISTÓRIA CLÍNICA

Paciente masculino, 60 anos, aposentado, natural de Minas Gerais (zona

rural).

Queixa Principal: Dor retroesternal há três anos.

O paciente relata que há cerca de três anos tem apresentado queimação e dor na região retroesternal que irradia para o dorso, que piora após as refeições.

Essa dor está associada a regurgitação, náuseas, disfagia, halitose, plenitude

pós-prandial, perda de peso e alteração do ritmo intestinal (redução de

defecação). O paciente relata ainda que raramente se alimenta de sólidos devido a disfagia progressiva e que quando o faz, precisa de água para facilitar a ingestão dos alimentos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Nega outras alterações específicas.

Sistema digestório: O paciente refere diminuição do apetite, halitose, disfagia, pirose, regurgitações, eructações, alteração do ritmo intestinal, tenesmo, redução do número de dejeções.

Qual o possível diagnóstico?

MEGAESÔFAGO

MEGAESÔFAGO

ESÔFAGO

Tubo mediano miomembranáceo (25 cm)

Divisão (Porção):

Cervical

Torácica

Diafragmática

Abdominal

(25 cm) • Divisão (Porção):  Cervical  Torácica  Diafragmática  Abdominal

Quais as relações anatômicas do esôfago?

RELAÇÕES ANATÔMICAS • Constrições:  Cartilagem cricóide (VI VC)  Arco da aorta (IV VT)

RELAÇÕES ANATÔMICAS

Constrições:

Cartilagem cricóide (VI VC)

Arco da aorta (IV VT)

Brônquio esquerdo (V VT)

Diafragma (XI VT)

RELAÇÕES ANATÔMICAS

Cervical:

Ant: traqueia e nn. laríngicos recorrentes;

Post: coluna vertebral e

m. longo do pescoço;

Lat: lobos da tireóide e aa. Carótidas comuns;

LI: traqueo-esofágico

Acesso cirúrgico cervical

RELAÇÕES ANATÔMICAS

Torácica (mediastino sup. e post.):

Ant: AE e Brônquio esquerdo;

Post: espaço retrocardíaco e

coluna vertebral;

Abdominal:

LI: frenoesofágico;

Esfíncter esofágico inferior;

Única parte peritonizada ;

ESÔFAGO

Camadas:

Túnica mucosa

Tela submucosa

Túnica muscular

Túnica adventícia

Túnica serosa e tela subserosa

(parte abdominal)

 Tela submucosa  Túnica muscular  Túnica adventícia  Túnica serosa e tela subserosa (parte
ESÔFAGO • Túnica Muscular:  Estriada na porção oral;  Lisa na porção aboral (varia

ESÔFAGO

Túnica Muscular:

Estriada na porção oral;

Lisa na porção aboral

(varia de 5/6 a ½ do

comprimento);

A passagem da musculatura

estriada para a lisa não se faz,

em geral, no mesmo nível da

camada longitudinal e circular;

Camada longitudinal externa;

Camada circular interna.

Fale sobre a inervação, a

irrigação e as drenagens

venosa e linfática do esôfago.

IRRIGAÇÃO

IRRIGAÇÃO

DRENAGEM VENOSA

DRENAGEM VENOSA Plexo submucoso Plexo periesofágico

Plexo submucoso Plexo periesofágico

DRENAGEM VENOSA Plexo submucoso Plexo periesofágico

DRENAGEM

LINFÁTICA

Ducto torácico
Ducto torácico

Linfonodos cervicais profundos

Linfonodos mediastinais

posteriores

Linfonodos gástricos

esquerdos

INERVAÇÃO

INERVAÇÃO

FISIOPATOLOGIA

Agente etiológico: Trypanossoma cruzi .

Destruição dos plexos nervosos da parede esofágica, resultando em diminuição do peristaltismo e hipertonia do esfíncter esofagiano inferior.

Os sintomas principais são disfagia (progressiva) e regurgitação,

podendo estar presentes sintomas respiratórios noturnos, perda de peso, pirose e dor retrosternal. Principais complicações: desnutrição, retardo do crescimento e

desidratação, devido à disfagia; infecções pulmonares de repetição, pela

ocorrência de microaspirações; esofagite intensa, a qual, ao ocasionar úlceras hemorrágicas, pode provocar hematêmese e/ ou melena; e o câncer de esôfago.

IMAGINOLOGIA

IMAGINOLOGIA
IMAGINOLOGIA

RADIOGRAFIA

RADIOGRAFIA

ESOFAGOGRAMA

ESOFAGOGRAMA

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

MANOMETRIA ESOFÁGICA

MANOMETRIA ESOFÁGICA

Quais os tratamentos possíveis?

TRATAMENTO

-Toxina Botulínica

- Balão Pneumático

- Cardiomiotomia de Heller

TRATAMENTO - Toxina Botulínica - Balão Pneumático - Cardiomiotomia de Heller

TOXINA BOTULÍNICA

TOXINA BOTULÍNICA

BALÃO PNEUMÁTICO

BALÃO PNEUMÁTICO

CARDIOMIOTOMIA DE HELLER

CARDIOMIOTOMIA DE HELLER
CARDIOMIOTOMIA DE HELLER

REFERÊNCIAS

ABUD, Thiago Giansante et al . Alterações radiológicas encontradas no megaesôfago chagásico em radiografias simples de tórax e esofagogramas. Radiol Bras, São Paulo , v. 49, n. 6, p. 358-362, Dec. 2016 . Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-39842016000600358&lng=en&nrm=iso>. Acesso

em: 31 Aug. 2017.

ANATOMIA PATOLÓGICA. Unicamp. Campinas, São Paulo. [on line] Disponível em: http://anatpat.unicamp.br/indexalfa.html. Acesso em: 02 Set. 2017.

BORGES, Sérvulo L. Esôfago e estômago. [on line] Disponível em: <http://www.ufjf.br/anatomia/files/2014/07/AULA-06.- Es%C3%B4fago-e-Est%C3%B4mago.pdf >. Acesso em: 01 Set. 2017.

GIANOTTI, P.R.J.; VALINOTO, G.C.J.; FARIA,V.S.; ALMEIDA, R.F.; POCCHINI, C.C.; GAGLIARDI, D. Opções cirúrgicas para o

tratamento de megaesôfago chagásico: um relato de caso. Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo. n. 60, p. 35-38,
2015.

MOORE, Keith L. Anatomia Orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

SATO, Isa Albuquerque et al. Comparação entre endoscopia digestiva alta, esofagograma e manometria esofagiana no diagnóstico de megaesôfago. Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo, São Paulo, 58: 55-8, 2013. Disponível em:

<http://www.fcmsantacasasp.edu.br/images/Arquivos_medicos/2013/58_2/01-AO50.pdf> . Acesso em: 31 Aug. 2017.

ZOLLINGER, Robert M; ELLISON, E. Christopher. Zollinger’s Atlas of Surgical Operations. 10th Edition. McGraw-Hill Education. 2016