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A QUESTÂO DO EU, A ANGÚSTIA E A CONSTITUIÇÃO DA REALIDADE PARA A PSICANÁLISE 1

Joana Souza

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Especialização em Psicanálise e Saúde Mental Pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Psicóloga graduada pela Universidade Estácio de Sá. País: Brasil E-mail: joanapsi@uol.com.br

Introdução:

O trabalho insere-se no contexto de uma dissertação de mestrado, vinculada ao

Programa de Pós-graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de

Janeiro, cujo tema é A constituição do eu em Freud e Lacan e a questão da angústia.

O objetivo é especificar as relações entre os conceitos de eu, angústia e realidade

psíquica. Para Freud o eu não resulta de um processo natural de maturação biológica, ele precisa ser desenvolvido. O eu é uma estrutura narcísica que tem como referencia o corpo próprio que se constrói na relação com o outro, cujas principais funções seria efetuar a distinção entre realidade psíquica e realidade externa e estabelecer defesas contra as excitações libidinais. Para a psicanálise, a realidade psíquica comporta de um lado as fantasias de desejo instituídas pelo eu e, de outro, a apropriação que ele faz da realidade externa. Por outro lado, Freud afirma que o eu é também a sede real da angústia, indicando seu caráter de desprazer que é sentido no corpo. Por sua vez, Lacan em suas elaborações sobre o estádio do espelho aponta que a angústia é um momento de quebra da imagem corporal e conseqüentemente, de perda das referencias identificatórias que constituem o sujeito. A partir desses pressupostos, a questão que se apresenta é de estabelecer algumas relações entre o eu, a angústia e a realidade psíquica.

A questão do eu e da realidade psíquica para a psicanálise

A problemática em torno do eu e a questão da constituição da realidade psíquica

está presente na obra de Freud desde os primeiros momentos de sua trajetória na construção do campo psicanalítico. Para a psicanálise realidade psíquica é algo que se

1 Trabalho orientado pela Profa Dra Sonia Leite, do Programa de Pós Graduação em Psicanálise da UERJ.

constrói, sendo que este processo se liga diretamente ao sujeito humano à medida que é ele quem comporta as particularidades desta constituição. Nesse sentido ela abrange de um lado as fantasias de desejo instituídas pelo eu e, de outro, a apropriação que ele faz da realidade externa. Entretanto, Freud constatou que a apropriação da realidade externa pelo sujeito é na maioria das vezes precária, o que o impeliu a empreender uma extensa investigação sobre o eu delimitando sua função na constituição da realidade. Freud concluiu que o encontro do indivíduo com o outro se constitui como a verdadeira causalidade psíquica do eu e, conseqüentemente da distinção entre realidade psíquica e realidade externa. Essa questão foi abordada por Freud no artigo Sobre o narcisismo: uma introdução, (1914), onde destaca que o eu não é um dado a priori, ele precisa ser desenvolvido e é exatamente o encontro com o outro enquanto semelhante e alteridade aquilo que possibilita esse processo. O eu seria para Freud o resultado de uma nova ação psíquica, cuja função seria a de unificar as pulsões auto-eróticas numa imagem de corpo próprio. A imagem do corpo próprio é aquilo que fornece para o indivíduo uma primeira distinção entre o que é interno e o que é externo, ao mesmo tempo em que promove o recobrimento do desamparo originário decorrente da experiência de imaturidade do corpo em sua desarticulação motora inicial. Freud indica que a partir da identificação do sujeito com sua própria imagem o eu passa a constituir-se como um objeto de investimento libidinal. Essa imagem com a

qual o bebê se identifica e que lhe produz uma sensação de júbilo, é vista por ele como sendo um outro, um semelhante e é nesse momento que, segundo Lacan, se inscreve a operação de alienação onde o sujeito se vê cativo dessa imagem que constitui seu eu ideal.

Lacan considera que essa identificação é uma identificação imaginária. A formação do

Ideal do eu e, conseqüentemente, a passagem para o narcisismo secundário, dá-se a partir do momento em que o sujeito efetua o recalque das pulsões auto-eróticas, possibilitando que o eu passe a dirigir a libido para outros objetos com os quais passa a se identificar. Nesse sentido, Lacan indica que a identificação ao Ideal do eu provoca uma transformação nas relações do sujeito com seu semelhante. É uma identificação simbólica, pois está ligada aos significantes do Outro, sendo, portanto viabilizadora da constituição do sujeito à medida que o introduz no universo da fala e da linguagem. (Lacan, 1957-58 p.300-301).

Lacan aponta no Seminário 5 As formações do inconsciente - que a formação

do Ideal do eu acontece no momento em que se opera a solução do Complexo de Édipo

estando, portanto ligada a um momento de privação, quando o sujeito se depara com a falta, com a impossibilidade de obter a satisfação do desejo, tendo que encontrar a

identificação satisfatória com seu próprio sexo. Em outras palavras, pode-se afirmar que

a falta inscrita no Outro é que vai erigir um limite para o desejo edipiano ao mesmo tempo em que presentifica a perda do objeto mítico originário. (Lacan, 1957-58 p.305). Podemos verificar que Lacan postula a existência de uma diferença fundamental entre o eu (moi) e o sujeito (je). Enquanto o eu surge em decorrência de uma construção imaginária, o sujeito surge em uma referencia direta ao acesso a fala e à linguagem. É a

entrada no universo da linguagem e, conseqüentemente no mundo simbólico, que permitirá que o eu seja capaz de subjugar as representações de imagens (registro imaginário) às categorias de linguagem, instituindo o princípio de realidade. Para Lacan a falta é simbólica, por isso a posição do sujeito no mundo simbólico depende da simbolização da falta inscrita no Outro. De acordo com a teoria freudiana a realidade externa é que impõe um limite para os desejos imperiosos do sujeito na medida em que presentifica o real da inexistência de um objeto absoluto de satisfação. Em outros termos, Freud aponta que a satisfação é sempre parcial e insatisfatória, o que exige que o eu seja capaz de suportar certo quantum de libido não descarregada. Esse resto de libido não descarregada indicador de uma insatisfação contínua - é aquilo que permite que o desejo do sujeito nunca cesse de se inscrever. Freud postula que o princípio de prazer-desprazer é responsável por regular os processos de busca por satisfação, e que por isso o sujeito nunca abdica de buscar o prazer, apenas o adia. Considera-se, portanto que para a psicanálise a realidade psíquica é fruto da simbolização da realidade externa, ou seja, dos objetos que são faltosos desde as origens do sujeito. A capacidade do sujeito de suportar a falta do objeto vivenciando a angústia de castração, ou seja, o desprazer que é sentido no corpo decorrente do excesso de excitação é que vai indicar a forma de defesa empreendida pelo eu para lidar com a o excesso de estímulo proveniente tanto do meio social quanto do mundo psíquico. (Leite, 2011 p. 47).

O eu e suas relações com a angústia

A primeira teoria freudiana da angústia prima por seu caráter econômico: um excesso de energia sexual que invade e sujeito, encontrando impedimentos para ser escoada pelo corpo por via da atividade sexual não sendo representada na esfera psíquica. Nesse momento Freud relaciona o surgimento da angústia a uma ausência de

representação que, em outros termos, configura-se como ausência de desejo. (Freud, 1894a p. 235) A noção de economia psíquica se estende por toda obra de Freud destacando a relação entre o fator quantitativo e a capacidade do psiquismo de suportar determinados níveis de estimulação. Nesse sentido no texto Mais além do princípio de prazer, (1920), Freud, a partir de um ponto de vista econômico, postula que a experiência do prazer- desprazer depende fundamentalmente da capacidade do psiquismo em regular a quantidade de excitação. Nesse sentido relaciona o prazer a uma diminuição da excitação e o desprazer a um aumento. Nesse artigo, ao trazer a tona o conceito de pulsão de morte, indica que nem toda descarga pulsional teria como finalidade a obtenção de prazer. Entretanto em 1924 com artigo O problema econômico do masoquismo Freud revê essa concepção ao postular que a experiência de prazer- desprazer não depende exclusivamente dos fatores quantitativos. Considera nesse texto que as variações qualitativas das quantidades é que regulam a sensação de prazer- desprazer tendo em vista a magnitude do estímulo vivenciado pelo sujeito. (Leite,

2011).

Entretanto, em 1923, Freud publica o artigo O Eu e o isso trazendo o contexto teórico da segunda tópica do aparelho psíquico (eu, isso e supereu). Nesse ultimo, afirma que o eu é a sede real da angústia”, indicando sua origem primária na experiência de separação. Em outras palavras, é a angústia do eu que põe em movimento os mecanismos defensivos. O que está em questão é a capacidade do eu em lidar com a magnitude do perigo, ou seja, seu desamparo frente ao perigo. (Freud, 1923

p.69).

Na segunda tópica Freud amplia o conceito de eu, ao lhe atribuir funções que muitas vezes se contrapõem, pois ora ele é capaz de atender as exigências das pulsões, ora se defende contra elas, assumindo em diferentes contextos, posições antinômicas. Articulado a essa perspectiva Freud repensa a experiência da angústia, introduzindo a segunda teoria da angústia em 1926, no artigo Inibições, sintomas e angústia. A partir dessa data o afeto da angústia é agora visto à luz da segunda tópica, deixando de ser considerado como resultante do recalque, mas ao contrário, como aquilo que promove o recalque, um mecanismo de defesa do eu. Nesse artigo Freud afirma que a angústia “é reproduzida como um estado afetivo de conformidade com uma imagem mnêmica já existente” que se relaciona com as primeiras “experiências traumáticas originais”, quando ainda não havia se estruturado um eu. (Freud, 1926

p.97).

Freud utiliza o caso do pequeno Hans (1909) para ratificar a sua tese. Ele aponta como o recalque incide sobre os impulsos edipianos na tentativa de aplacar o desejo. A angústia emerge como um sinal diante do perigo da castração. A angústia é angústia de castração e, portanto, conclui que é a angústia que produz o recalque e não o contrário como pensava até então. (Freud 1926, p.109). Nesse mesmo artigo, Freud (1926) vai considerar o desamparo biológico vivido pelo bebê, no momento do nascimento, como o modelo da primeira experiência da angústia. É a separação do bebê do corpo da mãe, com o excesso de excitações advindas do mundo exterior e a incapacidade de simbolização desta experiência, que levaria a um estado de desamparo que, segundo Freud, serviria de protótipo da primeira experiência de angústia vivida pelo ser humano.

Posteriormente, as experiências de angústia, funcionariam como uma sinalização da possibilidade de retorno da experiência de desamparo do sujeito, um sinal de perigo, cujo protótipo é o trauma do nascimento. Freud assinala como um importante momento da constituição do sujeito a passagem da angústia automática para a angústia sinal. É interessante considerar que essa passagem corresponde ao nascimento do eu, pois é este que emite o “sinal” que permitiria ao sujeito um preparo diante daquilo que poderia vir

a ser traumático. Dessa forma o eu repetiria ativamente algo vivido de maneira passiva nas origens do sujeito.

A partir desse momento, o perigo passa a ser a perda do objeto, ou seja, a perda

de uma imagem primária que no início da vida representa aquele que atende às

necessidades da criança impedindo a repetição da situação de desamparo originário. Freud acentua que a significação da “perda do objeto” se estende para outras situações e se torna determinante das posteriores experiências de angústia vividas pela criança. Posteriormente, o perigo é transposto para o medo da perda de um objeto muito valioso (o órgão genital), transformando a angústia em angústia de castração. (Freud 1926, p. 137).

A angústia de castração ao ser atravessada pelo sujeito viabiliza a simbolização

da perda do objeto, fato que, segundo Leite, (2011), não acontece na psicose. Na psicose

o que ocorre é um encontro avassalador com real, ou seja, com a situação traumática, o

que indica que na psicose a angústia é de outra ordem. Freud chega à conclusão de que cada etapa da vida possui um determinante da angústia, porém, considera que é a “angústia de castração [a] única força motora dos

processos defensivos que conduzem a neurose”. (Freud 1926, p. 140-141). As experiências traumáticas originais marcam o aparecimento da angústia automática ou real, sendo que, posteriormente, o aparecimento da angústia sinal,

assinalaria o perigo de reviver essas experiências, uma espécie de preparo para que o eu possa se defender do perigo eminente. Aqui, evidencia-se a importância da constituição do eu em suas relações com a angústia. A angústia na segunda teoria está ligada àquilo que Lacan denomina de real, um excesso pulsional irredutível e impossível de simbolizar. A questão da função defensiva do eu que é indicada desde as origens da obra freudiana, se esclarecem nesse momento ao delinear que a defesa utilizada é sempre

defesa contra a angústia de castração. O perigo pulsional contra o qual o eu se defende é

o da castração que nada mais é senão a revivência da falta. Por isso, sendo a angústia a

presentificação da falta, é contra ela que o eu se defende. Nesse sentido é que Freud considera que o recalque do desejo e as formações substitutivas presentes na neurose são, na verdade, defesas erigidas pelo eu contra a angústia. Para Freud o termo defesa designa todas as técnicas de que o eu se serve nos conflitos, sendo que o recalque é o método de defesa específico da neurose. As descobertas freudianas a respeito da angústia acontecem como conseqüência de sua prática clínica no atendimento a sujeitos neuróticos. O que Freud nos esclarece é que nas origens do sujeito está a angústia automática ou real, que desencadeia a instauração do recalque originário, linha divisória entre as estruturas neurótica e psicótica. (Leite, 2009). A perspectiva freudiana sobre a angústia coloca em questão a necessidade de que nos momentos de revivência da experiência do desamparo, quando a imagem do

objeto se ausenta, um trabalho de elaboração psíquica seja realizado pelo sujeito. Por sua vez, Lacan, em seu retorno a Freud, traz uma importante contribuição para a compreensão da constituição do eu em suas relações com a angústia. No artigo “O estádio do espelho como formador da função do eu” Lacan explica que o momento constitutivo do eu, acontece a partir de uma identificação, ou seja, “a transformação produzida no sujeito quando ele assume uma imagem - cuja predestinação para esse

efeito de fase é suficientemente indicada pelo uso, na teoria, do antigo termo imago". É

a partir dessa imagem identificatória que se constitui o que Lacan chamou de eu ideal,

sendo que, nesse momento o que se produz é uma verdadeira antecipação do psicológico sobre o fisiológico (Lacan, 1949 [1998] p. 97). Posteriormente, no Seminário 1 Os escritos técnicos de Freud - Lacan, (1953- 54), utiliza o esquema óptico do buquê invertido para explicar que num primeiro momento, diante da imagem de um corpo despedaçado (imagem real), o que se produz para o sujeito é uma sensação de mal-estar que caracteriza a experiência de angústia. Somente a partir da intervenção do Outro que introduz a palavra - com o qual o eu passa

a se identificar - é que essa imagem de um eu despedaçado pode vir a se unificar viabilizando o apaziguamento da angústia. É nesse momento que se constitui o ideal do eu, que corresponde ao que Freud denominou de narcisismo secundário. Nesse momento de suas pesquisas Lacan utiliza o estádio do espelho para estabelecer uma articulação entre o registro imaginário e o significante (simbólico) indicando a existência de uma relação entre o momento jubilatório em que a criança diante do espelho contempla sua imagem e o momento em que ela volta-se para o adulto buscando que este ratifique com palavra a imagem especular por ele identificada. Lacan aponta que nesse momento, quando acontece a articulação entre corpo, palavra e imagem é que há o enlaçamento dos registros real, simbólico e imaginário estruturantes do sujeito. (Lacan, 1953-54, p. 222-224). Mais adiante, estas questões foram ampliadas por Lacan nos anos de 1962-1963, no Seminário 10 A angústia. Nesse seminário Lacan retoma o esquema óptico do buquê invertido apresentado no Seminário 1- Os escritos técnicos de Freud para explicar que a emergência da angústia está relacionada com a presença do objeto, mas não indica que este objeto seria o objeto amado. O objeto da angústia em Lacan objeto a diz respeito ao momento do encontro com o enigma do desejo do Outro - exatamente quando se ausenta a imagem do objeto amado momento de quebra do imaginário e, conseqüentemente, da imagem do corpo próprio. Em outras palavras, trata-se do encontro com a falta falta de sentido que exige do sujeito um trabalho de simbolização. Esses pontos nos revelam que tanto Freud quanto Lacan concebem a falta como sendo estrutural ao ser humano. É essa perspectiva que torna a noção de realidade tão complexa no campo psicanalítico. De fato, como afirma Freud a realidade é em si mesma incognoscível por isso o posicionamento do sujeito no mundo depende do encontro com o Outro, para que algo da ordem de uma realidade psíquica se constitua. Entende-se que as referencias identificatórias constituídas no início da vida é que permitem o recobrimento da falta que se presentifica quando a experiência do desamparo é revivida pelo sujeito. Nesse sentido, quando essas referencias falham, ou seja, quando falta a imagem mnêmica do objeto é que a angústia se apresenta causando um desmoronamento da imagem corporal. A angústia revela o real da divisão constitutiva do sujeito, da ausência de um objeto absoluto do desejo e sua incompletude. Lacan afirma que no momento da angústia há uma invasão do imaginário pelo real indicando a necessidade de simbolização da experiência traumática. Por outro lado, a angústia tem a função de sinalizar para o sujeito a existência de um desejo inconsciente que insiste em buscar satisfação. Por isso Lacan afirma que o remédio para a angústia é

o desejo. Só depois de superada a angústia é que o sujeito tem a possibilidade aceder ao

seu desejo.

REFERENCIAS

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(1894b) As neuropsicoses de defesa. Vol. I.

(1915) Conferencia XXV A angústia. Vol. XVI.

(1920) Mais Além do princípio do prazer. Vol. XVIII.

(1923) O ego e o id. Vol. XIX.

(1924) O problema econômico do masoquismo. Vol. XIX.

(1926) Inibições, sintomas e angústia. Vol.XX.

(1933) Conferencia XXXII Angústia e Vida Pulsional. Vol. XXII

(1915) O Recalque in Escritos sobre a psicologia da Inconsciente. Obras

Psicológicas de Sigmund Freud vol. I. Rio de Janeiro: Imago. 2004.

LACAN, J. (1953-54) O Seminário livro 1 Os escritos técnicos de Freud. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.

LACAN, J. (1957-58) O Seminário livro 5 As formações do inconsciente. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

LACAN, J. (1959-60) O Seminário livro 7 A Ética da Psicanálise. Rio de Janeiro:

Zahar, 2008.

LACAN, J. (1962-63) O Seminário livro 10 A angústia. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.

LEITE, Sonia. Angústia, recalque e foraclusão: algumas notas para a clínica. Revista Psicanálise e Barroco. Vol. 7, n.1.p. 209-210, jul. 2009.

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