Вы находитесь на странице: 1из 47

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

de Aveiro - Escola Superior de Saúde 07/10/2017 universidade de aveiro – escola superior de saúde

universidade de aveiro – escola superior de saúde licenciatura em enfermagem - 3º ano – 1º semestre

unidade curricular de enfermagem do adulto e idoso II - TP João Filipe Lindo Simões

07/10/2017

1

Aula 4

Cuidar com a pessoa adulta ou idosa hospitalizada por cirurgia do foro ortopédico e seus cuidador(es) significativo(s)

Cirurgia Ortopédica Tipo de cirurgia Eletiva Urgente Ex. Artroplastia Total da Anca Ex. Encavilhamento da
Cirurgia Ortopédica
Tipo de
cirurgia
Eletiva
Urgente
Ex. Artroplastia Total
da Anca
Ex. Encavilhamento da
Tíbia
07/10/2017
2

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

1

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tipos de fracturas

07/10/2017

de Saúde 07/10/2017 Tipos de fracturas 07/10/2017 3 Tipos de fracturas 07/10/2017 4 Licenciatura em Enfermagem
de Saúde 07/10/2017 Tipos de fracturas 07/10/2017 3 Tipos de fracturas 07/10/2017 4 Licenciatura em Enfermagem

3

Tipos de fracturas

Tipos de fracturas 07/10/2017 3 Tipos de fracturas 07/10/2017 4 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2
Tipos de fracturas 07/10/2017 3 Tipos de fracturas 07/10/2017 4 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2
Tipos de fracturas 07/10/2017 3 Tipos de fracturas 07/10/2017 4 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2

07/10/2017

4

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

2

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tipos de fracturas Fechada Exposta 07/10/2017 5
Tipos de fracturas
Fechada
Exposta
07/10/2017
5

Fratura fechada

fracturas Fechada Exposta 07/10/2017 5 Fratura fechada 07/10/2017 6 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 -

07/10/2017

6

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

3

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Fratura exposta

 
 
 

07/10/2017

7

 

Fratura exposta

07/10/2017

8
8

8

8

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

4

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Fracturas fémur

 

07/10/2017

07/10/2017 1 - Fractura do colo do fémur 2 - Fractura da região trocantérica 3 -
07/10/2017 1 - Fractura do colo do fémur 2 - Fractura da região trocantérica 3 -
07/10/2017 1 - Fractura do colo do fémur 2 - Fractura da região trocantérica 3 -

1 - Fractura do colo do fémur

2 - Fractura da região trocantérica

3 - Fractura da diáfise do fémur (ou corpo)

4 - Fractura supracondiliana

5 - Fracturas condilianas

9

 

Fracturas fémur

 
 
   
 

07/10/2017

10

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

5

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Gessos

07/10/2017

11

Métodos de imobilização – Gessos 07/10/2017 11 Métodos de imobilização – Tala Gessada 07/10/2017 12

Métodos de imobilização – Tala Gessada

07/10/2017 11 Métodos de imobilização – Tala Gessada 07/10/2017 12 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2

07/10/2017

12

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

6

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Talas

de Saúde 07/10/2017 Métodos de imobilização – Talas 07/10/2017 13 Métodos de imobilização – Talas de

07/10/2017

07/10/2017 Métodos de imobilização – Talas 07/10/2017 13 Métodos de imobilização – Talas de Zimmer 07/10/2017

13

Métodos de imobilização – Talas de Zimmer

07/10/2017 13 Métodos de imobilização – Talas de Zimmer 07/10/2017 14 Licenciatura em Enfermagem - EAI

07/10/2017

13 Métodos de imobilização – Talas de Zimmer 07/10/2017 14 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2

14

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

7

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização - Trações

Saúde 07/10/2017 Métodos de imobilização - Trações 07/10/2017 Tração cutânea 15 Tração cutânea Tem como

07/10/2017

07/10/2017 Métodos de imobilização - Trações 07/10/2017 Tração cutânea 15 Tração cutânea Tem como função

Tração cutânea

15

Tração cutânea

Tem como função proporcionar uma pressão direta na extremidade afetada, desde que a integridade da pele e o edema do membro o permitam.

É utilizada para aliviar espasmos musculares e imobilizar o membro temporariamente, por exemplo a seguir a uma fratura do fémur, dos ossos da perna, do braço ou antebraço, antes da redução ou fixação por cirurgia. Também em casos específicos pode ser utilizado como tratamento conservador.

07/10/2017

16

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

8

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem antes da colocação da tração:

• Explicar o procedimento de forma a reduzir a ansiedade do utente;

• Colocar a pessoa em decúbito dorsal;

• Posicionar o membro fraturado em posição anatómica, sem rotação externa;

• Realizar higiene ao membro, mantendo a pele limpa e seca;

• Realizar a tricotomia do membro;

07/10/2017

17

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem antes da colocação da tração:

• Realizar penso se existirem feridas, adequado às características destas;

• Dispor de um segundo elemento para elevação e apoio do membro (sob o tornozelo e joelho) aquando da aplicação das bandas do kit e da ligadura elástica;

• Fazer tração manual, segurando o calcanhar com uma mão e o dorso do pé com a outra, exercendo pressão firme e constante.

07/10/2017

18

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

9

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem na colocação da tração:

• Aplicar a tração a cerca de 10 cm entre a planta do pé e a alça da tração, de forma que as tiras fiquem paralelas;

• Aplicar as bandas do kit ao longo do membro na região lateral interna e externa (até +/- 10 cm abaixo da fratura);

• Aplicar a ligadura elástica, tem como vantagem ajudar a drenagem venosa, diminuindo assim o risco de edemas e tromboflebites profundas.

07/10/2017

19

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

• Realizar a tração manual através da corda, fazendo-a passar pelas roldanas da Tala de Buck;

• Colocar o fio da tração pela roldana;

• Verificar alinhamento e posicionamento correto do membro;

• Aplicar o peso prescrito, respeitando o eixo longitudinal do osso;

• Colocar rolo/almofada no calcâneo para evitar o contacto com o leito;

07/10/2017

20

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

10

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Tração cutânea

Tala de Buck

Tala de Buck

07/10/2017

21

 

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

 

• Manter o membro em posição anatómica (pé e rótula para cima), evitar a rotação externa se o utente estiver em decúbito dorsal;

• Verificar se os pesos estão livremente suspensos, se o fio está desimpedido e se há necessidade de realizar contra-tração (elevando os pés da cama);

• Despistar sinais de compromisso neurovascular, em caso de apresentar alterações, pode ser necessário retirar de imediato as ligaduras ou a própria tração;

07/10/2017

22

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

11

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração cutânea

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

• Verificar integridade cutânea / zonas de pressão (com especial incidência na região maleolar, calcâneo e região sacrococcígea) e o aparecimento de manifestações cutâneas de origem alérgica;

• Posicionar o utente com frequência dentro das posições ou limitações da imobilização, para evitar pressão prolongada;

• Encorajar o utente a movimentar-se para aliviar a pressão na pele;

• Vigiar e dar atenção às queixas do utente (dor, sensação de “repuxamento” excessivo, parestesias, sensação de frio ou calor no membro).

07/10/2017

23

Métodos de imobilização - Trações

07/10/2017

23 Métodos de imobilização - Trações 07/10/2017 Tração esquelética 24 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2

Tração esquelética

24

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

12

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração esquelética

07/10/2017

25

É uma tração que se aplica diretamente no osso. É colocada sob anestesia local ou geral, utilizando material diverso e diferenciado para cada caso, podendo passar pelo compasso de Crutchfield (craniano) e pelos fios de Kirschener ou cavilha de Steinmann, sendo inserido através do osso distal da fratura. O local de inserção varia com o tipo de fratura.

Tração esquelética Estribo Cravo de Steinmann 07/10/2017 26
Tração esquelética
Estribo
Cravo de Steinmann
07/10/2017
26

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

13

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Sistema de tração balanceada

de Saúde 07/10/2017 Sistema de tração balanceada 07/10/2017 27 Sistema de tração balanceada 07/10/2017 28

07/10/2017

27

Sistema de tração balanceada

07/10/2017

07/10/2017 27 Sistema de tração balanceada 07/10/2017 28 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF
28
28

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

14

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração esquelética

07/10/2017

29

Cuidados de Enfermagem antes da colocação da tração:

• Explicar o procedimento de forma a reduzir a ansiedade do utente;

• Colocar a pessoa em decúbito dorsal;

• A colocação da tração esquelética é uma técnica médica com assepsia cirúrgica, que consiste na introdução direta de um fio metálico no osso (distal à fratura).

Tração esquelética

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

• Colocar o fio no estribo;

• Fazer passar o fio pelas roldanas da Tala de Buck;

• Aplicar na extremidade do fio o peso prescrito (prescrição médica);

• Respeitar o alinhamento do membro, tracionando o membro de acordo com o eixo longitudinal;

• Posicionar o membro em tala de brown/ plano de brown;

07/10/2017

30

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

15

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Tração esquelética

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

• Desinfetar diariamente o local de inserção do fio na pele com álcool a 70º ou SF, para evitar o aparecimento de inflamação e/ou infeções, que podem culminar num processo de osteíte ou osteomielite;

• Despistar sinais inflamatórios nos locais de inserção do fio do estribo;

• Despistar sinais de compromisso neurovascular;

• Vigiar atentamente zonas de pressão e proeminências ósseas;

• Colocar rolo/almofada no calcâneo para evitar o contacto com o leito;

07/10/2017

31

Tração esquelética

Cuidados de Enfermagem após a colocação da tração:

• Vigiar a queda ou pressão dos estribos sobre as proeminências ósseas, que anulam o efeito da tração e podem provocar graves lesões ou necrose da região pressionada;

• Encorajar o utente a movimentar-se para aliviar a pressão na pele;

• Ter atenção à inclinação lateral desajustada ou incorreta do estribo que pode fazer com que o fio metálico (Kirschner ou Steinmann) se desloque do seu eixo de inserção, originando um alargamento exagerado ou superior ao necessário do orifício no osso e no tecido muscular, aumentando assim consideravelmente os riscos de infeção.

32

07/10/2017

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

16

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores externos 07/10/2017 33
Métodos de imobilização – Fixadores externos
07/10/2017
33

Fixadores externos

Os fixadores externos são aparelhos que permitem manter a estabilidade da estrutura óssea, por meio de fios e pinos roscados, que são colocados de forma percutânea, atravessando as partes moles até ao osso, e são conectados a barras rígidas externas.

34
34

07/10/2017

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

17

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores externos 07/10/2017 35
Métodos de imobilização – Fixadores externos
07/10/2017
35
Métodos de imobilização – Fixadores externos 07/10/2017 36
Métodos de imobilização – Fixadores externos
07/10/2017
36

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

18

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores externos

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores externos 07/10/2017 37 Fixadores externos Cuidados de Enfermagem antes da
Métodos de imobilização – Fixadores externos 07/10/2017 37 Fixadores externos Cuidados de Enfermagem antes da

37

Fixadores externos

Cuidados de Enfermagem antes da colocação do fixador:

• Explicar o procedimento de forma a reduzir a ansiedade do utente;

• Explicar ao utente que apesar de o aparelho parecer desajeitado e muito estranho o desconforto por este provocado é mínimo.

• (Preparação pré-operatória geral).

07/10/2017

38

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

19

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Fixadores externos

Cuidados de Enfermagem após a colocação do fixador:

• Elevar a extremidade do membro onde foi colocado o fixador externo para evitar o aparecimento de edema;

• Avaliar e registar o estado neurovascular da extremidade de 4/4h nas 1ª 12 horas e depois 1 vez turno;

• Verificar a área fraturada e os locais de inserção dos pinos após 48 horas da sua colocação;

• Despiste de sinais de hemorragia local com observação e registo do aspeto dos pensos por turno;

39

07/10/2017

Fixadores externos

Cuidados de Enfermagem após a colocação do fixador:

• Realizar o penso de 3 em 3 dias;

• Avaliar e registar as características do local de inserção no que diz respeito a rubor, dor, exsudado e afrouxamento do pino aquando a realização do penso;

• Desinfeção dos pinos é feita com álcool a 70º e/ou com soro fisiológico;

• Colocação de compressa seca a envolver os pinos se existir exsudado;

• Posicionar o membro;

• Proteger as extremidades externas dos pinos para não causar lesões.

07/10/2017

40

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

20

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores internos 07/10/2017 41
Métodos de imobilização – Fixadores internos
07/10/2017
41
Métodos de imobilização – Fixadores internos 07/10/2017 42
Métodos de imobilização – Fixadores internos
07/10/2017
42

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

21

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fixadores internos

07/10/2017 Métodos de imobilização – Fixadores internos 07/10/2017 43 Encavilhamento 07/10/2017 44 Licenciatura em

07/10/2017

43

Encavilhamento

– Fixadores internos 07/10/2017 43 Encavilhamento 07/10/2017 44 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF

07/10/2017

44

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

22

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Encavilhamento 07/10/2017 45
Encavilhamento
07/10/2017
45
Dynamic Hip Screw (DHS) 07/10/2017 46
Dynamic Hip Screw (DHS)
07/10/2017
46

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

23

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Métodos de imobilização – Fios de Kirschner 07/10/2017 47
Métodos de imobilização – Fios de Kirschner
07/10/2017
47
Visualização de estruturas no intra-operatório Intensificador de imagem 07/10/2017 48
Visualização de estruturas no intra-operatório
Intensificador de imagem
07/10/2017
48

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

24

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Visualização de estruturas no intra-operatório 07/10/2017 49
Visualização de estruturas no intra-operatório
07/10/2017
49
Posicionamento da pessoa no intra-operatório 07/10/2017 50
Posicionamento da pessoa no intra-operatório
07/10/2017
50

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

25

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Posicionamento da pessoa no intra-operatório 07/10/2017 51
Posicionamento da pessoa no intra-operatório
07/10/2017
51

Artroplastia da Anca

no intra-operatório 07/10/2017 51 Artroplastia da Anca 07/10/2017 52 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 -
no intra-operatório 07/10/2017 51 Artroplastia da Anca 07/10/2017 52 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 -

07/10/2017

52

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

26

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

53

Indicações:

1. A artroplastia total da anca (ATA) deve ser considerada em pessoas com artropatia da anca que mantenham dor ou limitação na realização das atividades de vida diárias, após tentativa de tratamento conservador ou de outras opções cirúrgicas prévias.

2. A artroplastia total da anca na fratura do colo do fémur pode ser considerada como tratamento de primeira opção.

Norma nº 014/2013 de 23/09/2013 - DGS

Artroplastia Total da Anca

Indicações:

• Correção de deformidades resultantes de osteoartrite;

• Artrite reumatoide;

• Necrose avascular da cabeça femoral;

• Outras patologias da articulação coxo-femoral;

• Outras artrites (pós-traumáticas e sépticas de origem tuberculosa);

• Epifisiólise da cabeça do fémur;

Doença de Legg-Perthes-Calvé (é uma doença degenerativa da articulação da anca);

Doença de Paget (é um distúrbio benigno, sistémico, que altera a velocidade do metabolismo ósseo);

• Fraturas.

07/10/2017

54

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

27

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca Contra-indicações: • Constituem contra-indicações para a realização da ATA: •
Artroplastia Total da Anca
Contra-indicações:
Constituem contra-indicações para a realização da ATA:
• Contra-indicações absolutas:
• infeção ativa (local ou sistémica);
• imaturidade esquelética;
• paraplegia ou tetraplegia.
• Contra-indicações relativas:
• obesidade mórbida;
• artropatia de Charcot - é uma doença progressiva do sistema músculo-esquelético que
se caracteriza por luxações, fraturas patológicas e deformidades debilitantes;
• doença neurológica ou neuromuscular incapacitante e/ou progressiva.
07/10/2017
55
Artroplastia total da anca
07/10/2017
56

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

28

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia total da anca 07/10/2017 57
Artroplastia total da anca
07/10/2017
57

Artroplastia Total da Anca

Vias de abordagem cirúrgica:

- Via de Moore

Total da Anca Vias de abordagem cirúrgica: - Via de Moore - Via anterior direta 07/10/2017

- Via anterior direta

abordagem cirúrgica: - Via de Moore - Via anterior direta 07/10/2017 58 Licenciatura em Enfermagem -

07/10/2017

58

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

29

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

Vias de abordagem cirúrgica:

- Via de Moore – incisão cirúrgica de cerca de 15 cm, na face latero-externa proximal da coxa.

- Posição em decúbito dorsal com o membro operado em abdução e rotação externa. Não deve fazer adução e rotação interna.

07/10/2017

Não deve fazer adução e rotação interna. 07/10/2017 59 Artroplastia Total da Anca Vias de abordagem

59

Artroplastia Total da Anca

Vias de abordagem cirúrgica:

- Via anterior direta – incisão cirúrgica latero-proximal da coxa.

- Posição em decúbito dorsal com o membro operado em posição neutra. Não deve fazer abdução nem rotação externa.

07/10/2017

60
60

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

30

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

Vias de abordagem cirúrgica:

- Em ambas as vias o membro operado deve ser posicionado com uma pequena almofada, na região poplítea de forma a fazer uma flexão de cerca de 30º. A almofada deverá permanecer apenas por períodos de 2 horas alternando com períodos de 1 hora sem almofada.

07/10/2017

61

Artroplastia Total da Anca

hora sem almofada. 07/10/2017 61 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 62 Licenciatura em Enfermagem - EAI

07/10/2017

62

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

31

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Artroplastia Total da Anca

 
   
   
   
 

07/10/2017

63

 

Artroplastia Total da Anca

 
 
 
 

07/10/2017

64

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

32

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

Superior de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca Artroplastia Total da Anca

Artroplastia Total da Anca

Artroplastia Total da Anca Artroplastia Total da Anca http://www.youtube.com/watch?v=uMzfAaMQ5Vk 07/10/2017 65

http://www.youtube.com/watch?v=uMzfAaMQ5Vk

07/10/2017

65

Artroplastia Total da Anca

Fixação dos componentes:

• Na artroplastia total da anca, a fixação dos componentes:

1. em pessoas com idade inferior a 65 anos ou com boa qualidade óssea deve considerar-se a realização de uma artroplastia total não

cimentada;

2. em pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, com má qualidade óssea, com mau estado geral ou curta expectativa de vida deve considerar-se a realização de uma artroplastia total cimentada.

07/10/2017

66

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

33

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

 

Tipos de Próteses:

 
 

07/10/2017

67

Artroplastia Total da Anca

 

Tipos de Próteses: Prótese cimentada

Tipos de Próteses: Prótese cimentada
07/10/2017

07/10/2017

68

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

34

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

69

Tipos de Próteses: Prótese não cimentada

07/10/2017 69 Tipos de Próteses: Prótese não cimentada Artroplastia Total da Anca Tipos de Próteses: Prótese
Artroplastia Total da Anca Tipos de Próteses: Prótese não cimentada 07/10/2017 70
Artroplastia Total da Anca
Tipos de Próteses: Prótese não cimentada
07/10/2017
70

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

35

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Artroplastia Total da Anca

Complicações Pós ATA:

 

Peri-operatórias:

 

Fratura;

• Lesão neurovascular;

• Hipotensão relacionada com o cimento.

Pós-operatórias:

 
 

Infeção;

• Luxação – mais comum nos primeiros dias pós-implante;

• Osteólise e desgaste;

07/10/2017

71

 

Artroplastia Total da Anca

Complicações Pós ATA:

 

Pós-operatórias (cont.):

• Descelagem asséptica - diminuição da aderência entre a prótese e a superfície óssea (mais frequente nas próteses cimentadas);

• Falência do implante;

Dismetria;

• Ossificação heterotópica;

• Doença tromboembólica;

Anemia.

Hematoma;

• Fraturas peri-protésicas (mais frequente nas próteses não cimentadas).

07/10/2017

72

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

36

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Artroplastia Total da Anca

 
 

07/10/2017

73

 

Artroplastia Total da Anca

 
 

07/10/2017

74

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

37

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 75 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 76 Licenciatura
de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 75 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 76 Licenciatura

75

Artroplastia Total da Anca

Total da Anca 07/10/2017 75 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 76 Licenciatura em Enfermagem - EAI

07/10/2017

76

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

38

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

77

Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 77 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 Triângulo Abdutor 78

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

da Anca 07/10/2017 77 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 Triângulo Abdutor 78 Licenciatura em Enfermagem -

Triângulo

Abdutor

78

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

39

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Artroplastia Total da Anca

  Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 79   Artroplastia Total da Anca   07/10/2017 80
  Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 79   Artroplastia Total da Anca   07/10/2017 80

07/10/2017

79

 

Artroplastia Total da Anca

 
 
 

07/10/2017

80

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

40

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

Superior de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 81 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 82

07/10/2017

de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 81 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 82 Licenciatura

81

Artroplastia Total da Anca

Total da Anca 07/10/2017 81 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 82 Licenciatura em Enfermagem - EAI

07/10/2017

82

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

41

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia Total da Anca

Superior de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 83 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 84

07/10/2017

de Saúde 07/10/2017 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 83 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 84 Licenciatura

83

Artroplastia Total da Anca

07/10/2017

da Anca 07/10/2017 83 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 84 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2
da Anca 07/10/2017 83 Artroplastia Total da Anca 07/10/2017 84 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2

84

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

42

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Artroplastia de substituição da anca

 
Artroplastia de substituição da anca   07/10/2017 85 Cuidados de Enfermagem   Cuidados no período
Artroplastia de substituição da anca   07/10/2017 85 Cuidados de Enfermagem   Cuidados no período

07/10/2017

85

Cuidados de Enfermagem

 

Cuidados no período pós-operatório

• Monitorizar sinais vitais e o estado de consciência;

 

• Controlar a dor com a ajuda de analgésicos prescritos e de crioterapia;

• Vigiar os drenos;

• Avaliar as perdas hemáticas;

• Avaliar sinais de infecção do local da cirurgia;

 

• Manter a posição do membro operado para prevenir a luxação da prótese;

• Avaliar a presença de alterações neurovasculares;

• Prevenir complicações associadas à imobilidade, tais como: obstipação, retenção urinária, complicações respiratórias, alteração da integridade da pele e estase venosa.

07/10/2017

86

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

43

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Cuidados de Enfermagem

Cuidados no período pós-operatório

 

• Prevenir a trombose venosa profunda:

 

• Administrar anticoagulantes prescritos;

• Aconselhar o uso de meias elásticas;

• Incentivar o doente a realizar exercícios activos dos membros inferiores para promover o retorno venoso;

• Ajudar o doente a iniciar a deambulação o mais precocemente possível.

• Prevenir a infecção:

 
 

• Administrar antibioterapia prescrita;

• Vigiar sinais de infecção: temperatura elevada, edema, drenagem e rubor da ferida;

• Efectuar o penso com técnica asséptica.

07/10/2017

87

 

Cuidados de Enfermagem

Cuidados no período pós-operatório

 

Cumprir e ensinar o doente a cumprir as restrições de posicionamento (depende do desenho da prótese e do método de inserção da mesma) para prevenir a luxação:

• Limitar a flexão a 60º durante 6 a 7 dias, e depois a 90º durante 2 a 3 meses;

• Evitar qualquer adução para além da linha média durante 2 a 3 meses

• Utilizar um triângulo de abdução entre as pernas quando o doente se encontra em decúbito dorsal;

• Colocar uma almofada alta entre as pernas quando o doente se encontra em decúbito lateral para o lado não operado;

07/10/2017

88

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

44

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

 

Cuidados de Enfermagem

Cuidados no período pós-operatório

 

Prestar cuidados à pessoa com ferida cirúrgica;

• Manter os drenos aspirativos por 24-48 horas para prevenir a formação de hematomas;

• Manter os drenos em aspiração constante;

• Observar e registar a quantidade e características do líquido drenado;

• Efectuar o penso de acordo com o protocolo do serviço e sempre que se encontrar repassado, utilizando técnica asséptica;

• Remover os agrafos ao 7-10 dias pós-operatórios.

07/10/2017

89

 

Cuidados de Enfermagem

Cuidados no período pós-operatório

 

Cuidados relativos à actividade:

• Cumprir as restrições relativas à flexão ao elevar a cabeceira da cama;

• Encorajar o doente a elevar e baixar a cabeceira periodicamente para mobilizar a anca;

• Ensinar o doente a utilizar o trapézio para mudar de posição;

• Iniciar a deambulação quando indicado (pode ser no 1º dia pós-operatório), respeitando as restrições de flexão, de abdução e de excesso de carga.

07/10/2017

90

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

45

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Ajudas técnicas

- Escola Superior de Saúde 07/10/2017 Ajudas técnicas 07/10/2017 91 Cuidados de Enfermagem Cuidados no período

07/10/2017

91

Cuidados de Enfermagem

Cuidados no período pós-operatório

• Ensinar os cuidados a ter após a alta:

• Usar dispositivo auxiliar da marcha, evitar a adução e limitar a flexão da anca a 90º durante cerca de 2-3 meses;

• Usar assento de sanita elevado;

• Utilizar objectos de cabo longo para calçar os sapatos e apanhar coisas do chão, por exemplo, para evitar a flexão para além dos90º;

• Recorrer ao médico ao mínimo sinal de infecção;

• Informar que é portador de prótese quando for submetido a procedimentos invasivos ou odontológicos, para proteger a prótese da infecção bacteriana.

07/10/2017

92

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

46

Universidade de Aveiro - Escola Superior de Saúde

07/10/2017

Elevador de sanita

- Escola Superior de Saúde 07/10/2017 Elevador de sanita 07/10/2017 93 Licenciatura em Enfermagem - EAI

07/10/2017

Superior de Saúde 07/10/2017 Elevador de sanita 07/10/2017 93 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 -
Superior de Saúde 07/10/2017 Elevador de sanita 07/10/2017 93 Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 -

93

Licenciatura em Enfermagem - EAI 2 - JF Lindo Simões

47