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SUMÁRIO

  • 1. INTRODUÇÃO

3

....................................................................................................

  • 2. DISPOSIÇÕES GERAIS

4

  • 3. MEMORIAL DESCRITIVO

5

  • 3.1. Iluminação e tomadas

5

  • 3.1.1. Generalidades

5

  • 3.1.2. Iluminação ............................................................................................................

5

.........................................................................................

  • 3.1.3. Tomadas de Uso Geral

5

  • 3.1.4. Tomadas de Uso Específico

6

  • 3.2. Divisão das instalações

6

  • 3.3. Dimensionamento de condutores

7

..........................................................................................

  • 3.3.1. Condutores Utilizados

7

.............................................................................

  • 3.3.2. Seção mínima dos Condutores

8

.......................................................................

  • 3.3.3. Critério da capacidade de corrente

8

  • 3.3.4. Critério da queda de tensão admissível

9

  • 3.4. Dimensionamento do alimentador

9

  • 3.5. Proteção dos circuitos

10

  • 3.6. Dimensionamento dos eletrodutos

10

  • 3.7. Disjuntores

11

  • 4. MEMORIAL DE CÁLCULO

12

  • 4.1. Iluminação e Tomadas

13

  • 4.1.1. Iluminação...............................................................................................................

13

  • 4.1.2. Tomadas

14

  • 4.2. Divisão das instalações

15

  • 4.3. Dimensionamento dos condutores

21

  • 4.3.1. Condutores utilizados

.........................................................................................

21

  • 4.3.2. Seção mínima dos Condutores

21

  • 4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente

23

  • 4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível

31

  • 4.4. Dimensionamento dos alimentadores

38

  • 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da

capacidade corrente

...........................................................................................................

38

  • 4.4.2. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pela queda de

tensão admissível

..............................................................................................................

38

  • 4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da

residência) pelo critério da capacidade corrente

...............................................................

39

  • 4.4.4. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da

residência) pela queda de tensão admissível

.....................................................................

39

  • 4.5. Proteção dos circuitos

................................................................................................

40

  • 4.5.1. de proteção PE (Aterramento) ............................................................

Condutor

40

Condutor

  • 4.5.2. Neutro .................................................................................................

40

  • 4.6. Dimensionamento de eletrodutos

..............................................................................

40

  • 4.7. Disjuntores .................................................................................................................

43

  • 5. LEVANTAMENTO DE MATERIAL

.............................................................................

48

CONCLUSÃO

  • 6. ..................................................................................................................

49

  • 7. BIBLIOGRÁFICAS..............................................................................

REFERÊNCIAS

50

  • 8. ..........................................................................................................................

ANEXOS

51

1.

INTRODUÇÃO

A eletricidade está presente em quase todos os locais, hoje em dia já não vivemos sem ela, pois tudo o que usamos necessita da eletricidade. A eletricidade pode ser produzida de várias maneiras, entre elas, as principais são: através de usinas hidrelétricas, usinas termelétricas e usinas nucleares. A mais usada aqui no Brasil é a Hidrelétrica. Em cada unidade residencial, para que os habitantes possam usufruir da eletricidade fornecida pela concessionária (BOVESA, no caso da cidade de Boa Vista), faz se necessário que sejam bem projetadas as instalações elétricas da residência. Um projeto de instalações elétricas compreende diversas etapas, tais como: escolha dos pontos de utilização, cálculo da demanda de energia elétrica, divisão dos circuitos e dimensionamento dos cabos de forma que nenhum fique sobrecarregado e que eventuais reparos não interrompam o fornecimento completo de energia na residência, dimensionamento dos eletrodutos, escolha dos disjuntores (DR ou DTM), além destes cálculos, devem ser apresentadas plantas de fácil entendimento para facilitar a execução do projeto, o diagrama unifilar e o padrão de entrada também deve ser mostrado em planta. O orçamento também deveria ser realizado, mas este item não foi contemplado no presente projeto, todos os demais, sim.

  • 2. DISPOSIÇÕES GERAIS

A residência se localiza na cidade de Boa Vista, cidade com uma temperatura média de

35°C.

Os serviços de instalações serão executados de acordo com as Normas da ABNT. A tubulação será ligada à terra. O eletrodo de terra será executado de acordo com o disposto na NB-3/ABNT. Todos os condutores deverão ser instalados de maneira que, quando completada a instalação, o sistema esteja livre do curto-circuito. Será obrigatório o emprego de eletrodutos rígidos, rosqueáveis, em toda a instalação. Todos os condutos correrão embutidos nas paredes e lajes, intervalo de lajes e outros espaços preparados para tal fim.

  • 3. MEMORIAL DESCRITIVO

    • 3.1. Iluminação e tomadas

      • 3.1.1. Generalidades

A carga a considerar para um equipamento de utilização é a sua potência nominal absorvida, dada pelo fabricante ou calculada a partir da tensão nominal, da corrente nominal e do fator de potência.

  • 3.1.2. Iluminação

Em cada cômodo ou dependência de unidades residenciais deve ser previsto um ponto de luz no teto, com potência mínima de 100 VA, comandada por interruptor na parede. Em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6 m² deve ser prevista pelo menos uma carga de 100 VA e com área superior a 6 m² deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros. Observação: Os valores apurados correspondem à potência destinada à iluminação para efeito de dimensionamento dos circuitos, e não necessariamente à potência nominal das lâmpadas.

  • 3.1.3. Tomadas de Uso Geral

Nas unidades residenciais, o número de tomadas de uso geral deve ser fixado de acordo com o seguinte critério:

Em banheiros, pelo menos uma tomada junto ao lavatório; Em cozinhas, áreas de serviço e locais análogos, no mínimo uma tomada para cada 3,5 m, ou fração de perímetro, sendo que, acima de cada bancada com largura igual ou superior 0,30 m, deve ser prevista pelo menos uma tomada; Em varandas e garagens, pelo menos uma tomada. Para circuitos de tomadas de uso geral que atendam a esses locais, deve ser atribuída uma potência de no mínimo 1000 VA; Nos demais cômodos ou dependências, se a área for inferior a 6 m², pelo menos uma tomada; se a área for maior que 6 m², pelo menos uma tomada para cada 5 m, ou fração de perímetro, espaçada tão uniformemente quanto possível. Nas unidades residenciais, às tomadas de uso geral devem ser atribuídas as seguintes potências:

Em banheiros, cozinhas, áreas de serviços e locais análogos, no mínimo 600 VA por tomada, até três tomadas, e 100 VA por tomada, para as excedentes, considerando cada um desses ambientes separadamente. Nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por tomada.

3.1.4. Tomadas de Uso Específico

Às tomadas de uso específico deve ser atribuída uma potência igual à potência nominal do equipamento a ser alimentado. Quando não for conhecida a potência do equipamento a ser

alimentado, deve se atribuir à tomada uma potência igual à potência nominal do equipamento mais potente com possibilidade de ser ligado, ou potência determinada a partir da corrente nominal da tomada e da tensão do respectivo circuito. Tomadas de uso específico devem ser instaladas no máximo a 1,5 m do local previsto para o equipamento a ser alimentado.

  • 3.2. Divisão das instalações

Toda a instalação deve ser dividida em vários circuitos, de modo a:

Limitar as consequências de uma falta, a qual provocará apenas seccionamento do circuito defeituoso; Facilitar as verificações, os ensaios e a manutenção; Evitar os perigos que possam resultar da falha de um único circuito, como, por exemplo, no caso da iluminação. Chama-se de circuito o conjunto de pontos de consumo, alimentados pelos mesmos condutores e ligados ao mesmo dispositivo de proteção (chave ou disjuntor). Nos sistemas polifásicos, os circuitos devem ser distribuídos de modo a assegurar o melhor equilíbrio de cargas entre as fases. Os circuitos de iluminação devem ser separados dos circuitos de tomadas. Em unidades residenciais são permitidos pontos de iluminação e tomadas em um mesmo circuito, exceto nas cozinhas e áreas de serviço, que devem constituir um ou mais circuitos independentes. Devem ser observadas as seguintes restrições em unidades residenciais:

Circuitos independentes devem ser previstos para os aparelhos de potência igual ou superior a 1500 VA, sendo permitida a alimentação de mais de um aparelho do mesmo tipo através de um só circuito. As proteções dos circuitos de aquecimento ou condicionamento de ar de uma residência podem ser agrupadas no quadro de distribuição da instalação elétrica geral ou em um quadro separado. Quando um mesmo alimentador abastece vários aparelhos individuais de ar- condicionado, deve haver uma proteção para o alimentador geral e uma proteção junto a cada aparelho, caso este não possua proteção interna própria. Cada circuito deve ter seu próprio condutor neutro. Para residências, os circuitos de distribuição devem obedecer à seguinte prescrição mínima:

Um circuito para cada 60 m² ou fração.

  • 3.3. Dimensionamento de condutores

    • 3.3.1. Condutores Utilizados

Os condutores utilizados nas instalações residenciais de baixa tensão poderão ser de cobre ou de alumínio, com isolamento de PVC (cloreto de polivinil) ou de outros materiais previstos por normas, como EPR ou XLPE. Inicialmente deve ser escolhida a maneira de instalar os condutores elétricos conforme a tabela 4.2 (Hélio Creder - 2004, página 146). Com o método de referência já obtido e de posse da tabela 4.4 (Hélio Creder 2004, página 153), pode-se escolher a bitola do condutor pela capacidade de condução de corrente. Fatores de correção conforme as temperaturas ambientes e o agrupamento de condutores devem ser levados em conta. Para obter o fator de correção devido à temperatura ambiente, utilizar a tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157). Já para o fator de correção devido ao agrupamento de condutores, utilizar tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158). A norma NBR 5410 prevê a seção mínima dos condutores conforme o tipo de instalação. Para obtenção da seção mínima do condutor, utilizar a tabela 4.16 (Hélio Creder - 2004, página 162). Para obtenção da seção mínima do condutor neutro, utilizar a tabela 4.17

(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção, utilizar a tabela 4.19 (Hélio Creder - 2004, página 163). Depois de escolhido o condutor pelos critérios anteriores, deve-se verificar se o mesmo satisfaz o critério da queda de tensão admissível, conforme tabela 4.18 (Hélio Creder - 2004, página 163). O condutor a ser escolhido é o de maior seção. Os condutores de baixa tensão são normalmente comercializados em rolos de 100 m e em diversas cores, que na instalação devem ser as seguintes:

  • Condutor fase: preto, branco, vermelho ou cinza;

  • Condutor neutro: azul-claro;

  • Condutor de proteção: verde ou verde e amarelo.

  • 3.3.2. Seção mínima dos Condutores

A NBR 5410 prescreve a seção mínima do condutor conforme o tipo de instalação, o material utilizado e a utilização do circuito. A tabela 4.16 (Hélio Creder 2004, página 162) fornece os valores das seções mínimas dos condutores.

  • 3.3.3. Critério da capacidade de corrente

A corrente atuante é obtida através da seguinte equação:

Sendo:

(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção,
(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção,
(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção,

: corrente em ampères; : potência em watts; Observação:

Para circuitos de corrente contínua ou monofásicos a 2 fios,

Para circuitos trifásicos a 3 fios,

;
;

;

Para 2 fases + neutro de um circuito trifásico,

. Com a corrente obtida, utiliza-se as tabelas 4.4 (Hélio Creder 2004, página 153), 4.5 (Hélio Creder 2004, página 154), 4.6 (Hélio Creder 2004, página 155), 4.7 (Hélio Creder 2004, página 156).

(Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção,

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível

As quedas de tensão ocorrem em função da distância entre a carga e o medidor e a

potência da carga. As quedas de tensão admissíveis são dadas em percentagem da tensão nominal ou de entrada:

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância

A NBR 5410 prescreve:

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância

A queda de tensão admissível para instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, a partir da rede de distribuição pública de baixa tensão é de 4%. Observação: A queda de tensão parcial nos circuitos terminais para iluminação deve ser igual ou inferior a 2%. Para a obtenção da seção do condutor, a seguinte fórmula é aplicável:

Sendo:

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância

S: seção do condutor em mm²; : potência consumida em Watts; : resistividade do cobre; : comprimento em metros; (%): queda de tensão percentual; U: tensão em volts.

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância

De forma mais simplificada, pode-se usar a tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79) e

3.5 (Hélio Creder 2004, página 79) para a obtenção da seção do condutor. Observação: Para alimentadores trifásicos ou bifásicos disponíveis em quadros com cargas monofásicas, divide-se a carga pelo número de fases (3 ou 2) e aplicam-se as tabelas supracitadas.

3.3.4. Critério da queda de tensão admissível As quedas de tensão ocorrem em função da distância
  • 3.4. Dimensionamento do alimentador

O alimentador, assim como os demais condutos, deve ser dimensionado pelo critério da capacidade da corrente e pela queda de tensão admissível.

  • 3.5. Proteção dos circuitos

A NBR 5410 estabelece as seguintes prescrições fundamentais destinadas a garantir a segurança das pessoas, de animais domésticos e de bens, contra os perigos e danos que possam resultar da utilização das instalações elétricas:

Proteção contra choques elétricos:

  • Proteção contra contatos diretos;

  • Proteção contra contatos indiretos. Proteção contra efeitos térmicos:

  • Proteção contra os riscos de incêndio em materiais e proteção contra queimaduras em pessoas e animais domésticos, em conseqüência de temperaturas elevadas e/ ou arcos elétricos. Proteção contra sobrecorrentes:

    • Proteção contra correntes de sobrecargas;

    • Proteção contra correntes de curtos-circuitos. Proteção contra sobretensões:

    • Sobretensões oriundas te fenômenos atmosféricos;

    • Sobretensões resultantes de manobras de instalação, do sistema elétrico, etc ..

  • 3.6. Dimensionamento dos eletrodutos

O dimensionamento dos eletrodutos pode ser feito por dois métodos:

  • Roteiro para o dimensionamento de eletrodutos (método 1):

  • 1. Determina-se a seção total ocupada pelos condutores, aplicando se a tabela 8.1 (Lima Filho, página 150);

  • 2. Com a área total obtida, obtêm-se a seção do eletroduto pela tabela 8.2 (Lima Filho, página 151).

    • Roteiro para o dimensionamento de eletrodutos (método 1):

  • 1. Adota-se a seção de todos os condutores como sendo igual a seção do condutor de maior bitola.

  • 2. Determina-se a quantidade de cabos que passam no trecho.

  • 3. Obtêm-se a seção do eletroduto pela tabela 3.3 (Hélio Creder -2004, página 77).

3.7.

Disjuntores

Numa instalação elétrica residencial, deve-se garantir o bom funcionamento do sistema de quaisquer condições de operação, protegendo as pessoas, os equipamentos e a rede elétrica de acidentes provocados por alteração de correntes (sobrecorrentes ou curto-circuito). Os disjuntores termomagnéticos em caixa moldada (Unic) são construídos de modo a atender a essas exigências da norma NBR 5361, através de um disparador térmico, bimetálico de sobrecargas ou de um disparador magnético de alta precisão. Pode ser instalado em quadros de distribuição através de garras ou trilhos.

4. MEMORIAL DE CÁLCULO

Inicialmente, será apresentada a planta baixa da residência, a mesma será mostrada em escala posteriormente.

4. MEMORIAL DE CÁLCULO Inicialmente, será apresentada a planta baixa da residência, a mesma será mostrada

Figura 1 Planta baixa da residência (sem escala)

A seguir será apresentada a tabela 1 com a área e o perímetro de cada dependência da residência.

Dependência

Área

Perímetro

Quarto I

8,91 m²

12,00 m

Quarto II

8,91 m²

12,00 m

Hall

5,27 m²

14,10 m

Sala

17,17 m²

17,60 m

Cozinha

8,10 m²

11,80 m

 

2,00 m²

5,70 m

WC Área de serviço

Jardim

3,70 m²

7,70 m

A seguir será apresentada a tabela 1 com a área e o perímetro de cada dependência

Tabela 1 Área e Perímetro das dependências da residência

A seguir será apresentada a tabela 1 com a área e o perímetro de cada dependência

4.1. Iluminação e Tomadas

4.1.1. Iluminação Quarto I

Potência mínima recomendada: 100 VA (6m²).

Quarto II

Potência mínima recomendada: 100 VA (< 6m²).

Hall

Potencia mínima: 100 VA (6m²).

Sala

Potencia mínima recomendada: 100 VA (6m²) + 60 VA (4m²) + 60 VA (4m²) = 220 VA

Cozinha

Potencia mínima recomendada: 100 VA (6m²).

WC

Potencia mínima recomendada: 100 VA (< 6m²).

Área de serviço

Potencia mínima recomendada: 100 VA (< 6m²).

Jardim

Potência adotada: 100 VA (< 6m²).

4.1.2. Tomadas Quarto I

Quantidade mínima de tomadas de uso geral:

  • .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Ar condicionado.

Quarto II

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

Quantidade mínima de tomadas de uso geral:

  • .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Ar condicionado.

Hall

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

Quantidade mínima de tomadas de uso geral: 1 (A < 6m²). Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 100 W.

Sala

Quantidade mínima de tomadas de uso geral:

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

.

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: quatro tomadas de 100 W.

Cozinha

Quantidade mínima de tomadas de uso geral:

.
.

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 600 W e uma tomada de 100 W. Uma tomada de uso específico para o Aparelho Microondas.

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

WC

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

Quantidade mínima de tomadas de uso geral: uma tomada próxima ao lavatório.

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 600 W. Uma tomada de uso específico para o Chuveiro.

Área de serviço

Quantidade mínima de tomadas de uso geral:

  • .

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: três tomadas de 600 W.

Jardim

4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas
4.1.2. Tomadas Quarto I Quantidade mínima de tomadas de uso geral: . Quantidade adotada de tomadas

Quantidade adotada de tomadas de uso geral: uma tomada de 100 W.

Dependência

Dimensões

Iluminação

   

TUG's

TUE's

 

Área

Perímetro

 

Potência

Quant.

Potência

Discriminação

Potência

(m²)

 

(m)

(VA)

(VA)

(VA)

Quarto I

8,91

12,00 m

 

3

  • 100 Ar

300

 

1500

condicionado

Quarto II

8,91

12,00 m

 

3

  • 100 Ar

300

 

1500

condicionado

Hall

5,27

14,10 m

 
  • 100 1

 

100

-

-

 

Sala

17,17

17,60 m

 
  • 220 4

 

400

-

-

 

Cozinha

8,10

11,80 m

 

4

1900

  • 100 Microondas

1500

WC

2,00

5,70 m

 
  • 100 1

 

600

Chuveiro

2500

 

Área de

5,92

10,60 m

 
  • 100 3

 

1800

-

-

serviço

 

Jardim

3,70

7,70 m

 
  • 100 1

 

100

-

-

 
 

Tabela 2 Previsão de cargas de potência

 
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
 
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
 
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
Dependência Dimensões Iluminação TUG's TUE's Área Perímetro Potência Quant. Potência Discriminação Potência (m²) (m) (VA) (VA)
 

Como a potência total está acima de 7500 W (limite inferior do sistema bifásico) e abaixo de 15000 W (limite superior do sistema bifásico), o sistema é bifásico.

 

4.2. Divisão das instalações

 

Antes de serem apresentados os circuitos com suas respectivas cargas, será mostrada a planta das instalações elétricas. Posteriormente, a mesma será mostrada em escala.

Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1

Figura 2 Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1

O circuito C1 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento térreo, contém:

  • 100 W Área de serviço;

  • 220 W Sala;

  • 100 W Cozinha.

Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para iluminação temos que:

Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1

Assim:

Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1
Figura 2 – Planta das instalações elétricas da residência (sem escala) Circuito C1 O circuito C1

Circuito C2

O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

residência, contém:

  • 200 W Quartos;

  • 200 W Hall e Jardim;

  • 100 W Banheiro;

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para iluminação temos que:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Assim:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Circuito C3

O circuito C3 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Área de

serviço:

Três tomadas de 600 W.

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Assim:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Circuito C4

O circuito C4 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Cozinha:

Três tomadas de 600 W e Uma tomada de 100 W.

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da
Circuito C2 O circuito C2 é um circuito de iluminação e abastece o pavimento superior da

Assim:

Circuito C5

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso geral da Sala:

Quatro tomadas de 100 W.

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Assim:

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Circuito C6

O circuito C6 é um circuito de força e abastece a tomada do Hall e do Jardim:

Duas tomadas de 200 W.

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Assim:

Circuito C7

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

O circuito C7 é um circuito de força e abastece a tomada do Banheiro:

Uma tomada de 600 W.

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Assim:

Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso
Circuito C5 O circuito C5 é um circuito de força e abastece as tomadas de uso

Circuito C8

O circuito C8 é um circuito de força e abastece as tomadas dos Quartos:

Seis tomadas de 100 W.

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Assim:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Circuito C9

O circuito C9 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Microondas na cozinha:

Uma tomada de 1500 W.

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Assim:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Circuito C10

O circuito C10 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Ar condicionado do

Quarto I:

Uma tomada de 1500 W.

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso geral, temos que:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Assim:

Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em
Seis tomadas de 100 W. Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em

Circuito C11

O circuito C11 é um circuito de força e abastece o Aparelho de Ar condicionado do

Quarto II:

Uma tomada de 1500 W.

 
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Assim:

 
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Circuito C12

 

O circuito C12 é um circuito de força e abastece o Chuveiro elétrico no Banheiro:

 

Uma tomada de 2500 W.

 
 
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência, para tomadas de uso específico, temos que:

Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Assim:

 
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
Mas esse total é a potencia aparente. Deve ser levado em conta o fator de potência,
 

Circuitos

 

Luminárias

TUG's

TUE's

Total

 

100 W

110 W

100W

600W

1500W

2500W

(W)

   
  • 01 -

2

  • 2 -

 

-

-

420

   
  • 02 -

  • 5 -

    • - -

   

-

500

  • 03 -

   
  • - -

-

 
  • 3 1800

-

 
  • 04 -

   

1

  • - -

 
  • 3 1900

-

 
  • 05 -

   

4

  • - -

-

 

-

400

  • 06 -

   

2

  • - -

-

 

-

200

  • 07 -

   
  • - -

-

1

 

-

600

  • 08 -

   

6

  • - -

 
  • - 600

-

 
  • 09 -

   
  • - -

 
  • - 1500

1

-

 
  • 10 -

   
  • - -

 
  • - 1500

1

-

 
  • 11 -

   

Tabela - 3 Divisão dos circuitos

 
  • - 1500

1

-

 
  • 12 -

   
  • - -

 
  • - 2500

-

1

 
           

Total

13420 W

                   

4.3. Dimensionamento dos condutores

  • 4.3.1. Condutores utilizados

O condutor a ser utilizado nesse projeto é o cobre com isolamento de PVC. A maneira de instalar escolhida nesse projeto foi a “8” (Cabo multipolar em eletroduto de

seção circular embutido em alvenaria) e o método de referência obtido na tabela 4.2 (Hélio Creder, página 146) é o “B2”, essa referência será útil ao aplicarmos a capacidade de condução de corrente.

O método de referência obtido foi o “B2”, com ele, podemos obter a bitola do condutor

de cada circuito na tabela 4.4 (Hélio Creder 2004, página 153). Fatores de correção conforme as temperaturas ambientes e o agrupamento de condutores devem ser levados em conta. Para obter o fator de correção devido à temperatura ambiente, utilizar a tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157). Já para o fator de correção devido ao agrupamento de condutores, utilizar tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158). A norma NBR 5410 prevê a seção mínima dos condutores conforme o tipo de instalação. Para obtenção da seção mínima do condutor, utilizar a tabela 4.16 (Hélio Creder - 2004, página 162). Para obtenção da seção mínima do condutor neutro, utilizar a tabela 4.17 (Hélio Creder - 2004, página 163). Já para obtenção da seção mínima do condutor de proteção, utilizar a tabela 4.19 (Hélio Creder - 2004, página 163).

  • 4.3.2. Seção mínima dos Condutores

O material dos condutores é o cobre (Cu) e o tipo de instalação é através de cabos isolados.

A tabela 4.16 (Hélio Creder - 2004, página 162) fornece diretamente- a seção dos condutores. Circuito C1

O circuito C1 é um circuito de iluminação, assim:

Circuito C2
Circuito C2

O circuito C2 é um circuito de iluminação, assim:

Circuito C3
Circuito C3

O circuito C3 é um circuito de força, assim:

Circuito C4
Circuito C4

O circuito C4 é um circuito de força, assim:

Circuito C5
Circuito C5

O circuito C5 é um circuito de força, assim:

Circuito C6
Circuito C6

O circuito C6 é um circuito de força, assim:

Circuito C7
Circuito C7

O circuito C7 é um circuito de força, assim:

Circuito C8
Circuito C8

O circuito C8 é um circuito de força, assim:

Circuito C9
Circuito C9

O circuito C9 é um circuito de força, assim:

Circuito C10
Circuito C10

O circuito C10 é um circuito de força, assim:

Circuito C11
Circuito C11

O circuito C11 é um circuito de força, assim:

Circuito C12
Circuito C12

O circuito C12 é um circuito de força, assim:

Circuito C4 O circuito C4 é um circuito de força, assim: Circuito C5 O circuito C5
Circuito C4 O circuito C4 é um circuito de força, assim: Circuito C5 O circuito C5
Circuito C4 O circuito C4 é um circuito de força, assim: Circuito C5 O circuito C5

4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente

O método de referência obtido foi o “B2”, com ele e com a obtenção da corrente do

circuito, podemos obter a bitola do condutor de cada circuito na tabela 4.4 (Hélio Creder 2004 página 153).

Circuito C1

O circuito C1 possui uma potência de 420 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:
fórmula:
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

Circuito C2

4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

O circuito C2 possui uma potência de 500 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:
fórmula:
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

Circuito C3

4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi
4.3.3. Dimensionamento dos condutores pelo critério da capacidade de corrente O método de referência obtido foi

O circuito C3 possui uma potência de 1800 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:
fórmula:
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Circuito C4

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

O circuito C4 possui uma potência de 1900 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:
pela fórmula:
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Circuito C5

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

O circuito C5 possui uma potência de 400 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:
fórmula:
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

Circuito C6

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C4

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela fórmula:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

Circuito C7

O circuito C7 possui uma potência de 600 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

Circuito C8

O circuito C8 possui uma potência de 600 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

fórmula:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

O circuito C6 possui uma potência de 200 W, com ela, podemos calcular a corrente pela
Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Circuito C9

O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:

Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Circuito C10

O circuito C10 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:

Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Circuito C11

O circuito C11 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:
pela fórmula:
Circuito C9 O circuito C9 possui uma potência de 1500 W, com ela, podemos calcular a

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

Circuito C12

O circuito C12 possui uma potência de 2500 W, com ela, podemos calcular a corrente

pela fórmula:
pela fórmula:
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

4.3.3.1.Fator de correção devido à temperatura ambiente

A temperatura ambiente considerada foi de 35°, a isolação é de PVC, com estas ponderações, podemos entrar na tabela 4.8 (Hélio Creder - 2004, página 157) e obter:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

4.3.3.2.Fator de correção devido ao agrupamento de circuitos

A disposição dos cabos é em camada única sobre parede, a quantidade de circuitos

passando em um mesmo eletroduto são 3, com estas ponderações, podemos entrar na tabela 4.10 (Hélio Creder - 2004, página 158) e obter:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

Temos assim, como fator de correção, o seguinte valor:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

O Fator de correção visa aumentarmos a corrente anteriormente obtida, assim, a fim de facilitação dos cálculos, trabalharemos com:

Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12
Com a corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos: Circuito C12

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim obtermos a seção do condutor pelo critério da capacidade de corrente.

Circuito C1

A corrente corrigida é de:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Circuito C2

A corrente corrigida é de:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Circuito C3

A corrente corrigida é de:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Circuito C4

A corrente corrigida é de:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim
Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Com o fator de correção estabelecido, podemos calcular a corrente corrigida em cada circuito e assim

Circuito C5

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

A corrente corrigida é de:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui três condutores carregados, temos:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Circuito C6

 
A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:
A corrente corrigida é de:

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Circuito C7

A corrente corrigida é de:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Circuito C8

A corrente corrigida é de:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o
Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

Circuito C9

Circuito C5 A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o

A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Circuito C10

A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Circuito C11

A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Circuito C12

A corrente corrigida é de:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui
A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui dois condutores carregados, temos:

A corrente corrigida é de: Com a nova corrente obtida e sabendo-se que o circuito possui

4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível

A concessionária de Boa Vista fornece uma tensão em 110 Volts, trabalharemos com a queda de tensão percentual igual a 2%. Outras considerações:

  • Pé direito: 2,80 m

  • Altura de montagem: QD = 1,40m, QME = 1,30m

  • Tomada baixa: 0,30 m do piso
    Tomada Média: 1,30 m do piso

  • Tomada Alta (Ar condicionado): 1,80 m do piso

  • Tomada Alta (Chuveiro): 2,25 m do piso
    Interruptor: 1,30 m do piso A seguir, temos esquemas mostrando os condutores partindo do Quadro de distribuição (QD, nas figuras abaixo) e alimentando na figura 3, um ponto de iluminação e na figura 4, uma tomada.

4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
 
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
 
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
 
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
 
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
   
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma
4.3.4. Dimensionamento dos condutores pela queda de tensão admissível A concessionária de Boa Vista fornece uma

Figura 3 Esquema mostrando a alimentação de um ponto de iluminação

Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
 
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
 
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
 
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela

Figura 4 Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média

Circuito C1
Circuito C1
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

Circuito C2
Circuito C2
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

Circuito C3
Circuito C3
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

Circuito C4

Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Figura 4 – Esquema mostrando a alimentação de uma tomada média Circuito C1 Entrando na tabela
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C5 Entrando na tabela
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Circuito C5
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Circuito C6
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Circuito C7
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Circuito C8
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C5 Entrando na tabela

Circuito C9

Obs.: O circuito C9 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a

tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C5 Entrando na tabela
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C5 Entrando na tabela
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C5 Entrando na tabela
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

 
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Circuito C10

Obs.: O circuito C10 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a

tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

 
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos:
 

Circuito C11

Obs.: O circuito C11 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a

tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

Circuito C12

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito

Obs.: O circuito C12 é bifásico, sua carga deve ser dividida por 2, para se utilizar a

tabela, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Circuito C10 Obs.: O circuito

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola do condutor escolhida será a de maior valor, assim:

Circuito C1

Valores obtidos da seção do condutor:

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Critério determinante: Queda de tensão.

Circuito C2

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Valores obtidos da seção do condutor:

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Critério determinante: Queda de tensão.

Circuito C3

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Valores obtidos da seção do condutor:

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Critério determinante: Capacidade de corrente.

Circuito C4

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Valores obtidos da seção do condutor:

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Critério determinante: Capacidade de corrente.

Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola
Com as seções já obtidas pelos três critérios de dimensionamento, a favor da segurança, a bitola

Circuito C5

Valores obtidos da seção do condutor:

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C6

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Valores obtidos da seção do condutor:

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C7

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Valores obtidos da seção do condutor:

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C8

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Valores obtidos da seção do condutor:

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C9

Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos
Circuito C5 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima. Circuito C6 Valores obtidos

Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C10

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C11

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Critério determinante: Seção mínima.

Circuito C12

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Valores obtidos da seção do condutor:

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

Critério determinante: Capacidade de corrente.

Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.
Critério determinante: Seção mínima. Circuito C10 Valores obtidos da seção do condutor: Critério determinante: Seção mínima.

4.4. Dimensionamento dos alimentadores

  • 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da capacidade corrente

Temos que:

4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da

Com a corrente obtida, podemos entrar na tabela 4.4 (Hélio Creder 2004, página 153) e encontrarmos a seção do alimentador.

4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
  • 4.4.2. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pela queda de tensão admissível

Temos que:

4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da

Para obtermos a seção do alimentador, precisamos do produto potência x distância, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
 

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

 
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
4.4. Dimensionamento dos alimentadores 4.4.1. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento superior pelo critério da
  • 4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade corrente

Temos que:

4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade

Com a corrente obtida, podemos entrar na tabela 4.4 (Hélio Creder 2004, página 153) e encontrarmos a seção do alimentador.

4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
  • 4.4.4. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pela queda de tensão admissível

Temos que:

4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade

Para obtermos a seção do alimentador, precisamos do produto potência x distância, assim:

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
 

Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder 2004, página 79), obtemos:

 
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Entrando na tabela 3.4 (Hélio Creder – 2004, página 79), obtemos: Critério preponderante: Queda de tensão
Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

Critério preponderante: Queda de tensão admissível.

4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
4.4.3. Dimensionamento do alimentador do QD do pavimento térreo (Geral da residência) pelo critério da capacidade
  • 4.5. Proteção dos circuitos

    • 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento)

O condutor de proteção deve ter seção conforme a seção do condutor fase, a seção do

condutor de proteção é obtida na tabela 4.19 (Hélio Creder -2004, página 163). Temos:

Sendo:

4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter

S: Seção dos condutores fase da instalação;

  • : Seção mínima do condutor de proteção correspondente.

De posse da tabela 4.19 (Hélio Creder -2004, página 163), em nenhum dos circuitos a seção obtida foi maior que 16 mm², e para tal, a seção dos condutores de proteção serão iguais aos condutores fase.

  • 4.5.2. Condutor Neutro

O condutor neutro deve ter seção conforme a seção do condutor fase, a seção do

condutor neutro é obtida na tabela 4.17 (Hélio Creder -2004, página 163). Temos:

Sendo:

4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter
4.5. Proteção dos circuitos 4.5.1. Condutor de proteção PE (Aterramento) O condutor de proteção deve ter

S: Seção dos condutores fase da instalação;

  • : Seção do condutor neutro correspondente. De posse da tabela 17 (Hélio Creder -2004, página 163), em nenhum dos circuitos a seção obtida foi maior que 25 mm², e para tal a seção dos condutores de proteção serão iguais aos condutores fase.

    • 4.6. Dimensionamento de eletrodutos

O eletroduto a ser utilizado no presente projeto é rígido de PVC do tipo rosqueável. Inicialmente nomearemos cada trecho da instalação elétrica conforme o esquema da figura 5:

Figura 5 – Trechos dos eletrodutos Adotaremos como a seção de todos os cabos, a seção

Figura 5 Trechos dos eletrodutos

Adotaremos como a seção de todos os cabos, a seção do condutor de maior seção, assim estaremos a favor da segurança. A bitola do eletroduto foi obtida utilizando a tabela 3.3 (Hélio Creder 2004, página 77). A tabela 8 a seguir, demonstra a bitola do eletroduto conforme cada trecho, assim:

   

Trecho

Quantidade de

Maior

Eletroduto

 
 

condutores

seção

 

1

  • 4 1,5

1

 

2

 
  • 2 20

6

 
 

3

 
  • 9 32

6

 
 

4

 
  • 2 20

6

 
 

5

  • 2 1,5

 

16

 

6

 
  • 2 20

6

 
 

7

 
  • 2 20

6

 
 

8

 
  • 2 20

6

 
 

9

  • 3 2,5

 

16

 

10

  • 2 1,5

 

16

 

11

 
  • 2 20

6

 
 

12

 
  • 2 20

6

 
 

13

  • 2 2,5

 

16

 

14

  • 4 2,5

 

16

 

15

  • 2 2,5

 

16

 

16

  • 2 2,5

 

16

 

17

  • 2 1,5

 

16

 

18

  • 4 2,5

 

16

 

19

  • 2 2,5

 

16

 

20

  • 2 1,5

 

16

 

21

  • 2 2,5

 

16

 

22

  • 2 2,5

 

16

 

23

  • 2 1,5

 

16

 

24

  • 2 2,5

 

16

 

25

  • 2 1,5

 

16

 

26

  • 2 2,5

 

16

 

27

  • 7 2,5

 

20

 

28

  • 3 2,5

 

16

 

29

  • 2 2,5

 

16

 

30

  • 2 2,5

 

16

 

31

  • 2 1,5

 

16

 

32

  • 7 2,5

 

20

 

33

  • 2 2,5

 

16

 

34

  • 2 2,5

 

16

 
35 2 1,5 16 36 3 2,5 16 37 7 2,5 20 38 2 1,5 16
35
2
1,5
16
36
3
2,5
16
37
7
2,5
20
38
2
1,5
16
39
2
2,5
16
40
2
2,5
16
41
2
2,5
16
42
3
2,5
16
Alimentador QD (Pav. Sup.)
3
10
20
Alimentador QD (Geral)
3 16
25
Tabela 8 – Tamanho nominal dos eletrodutos
4.7. Disjuntores
Os
disjuntores
a
serem
utilizados
no
presente
projeto
serão
os
disjuntores
termomagnéticos (DTM).
Circuito C1
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente
Ok!
Circuito C2
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente
Ok!

Circuito C3

Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
 
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
 
 
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4

Ok!

Circuito C4

 
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
Ok! Circuito C4
 
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

 
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
 
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5

Ok!

Circuito C5

 
Ok! Circuito C5
Ok! Circuito C5
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C5
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

 
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
 
 
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6

Ok!

Circuito C6

 
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
Ok! Circuito C6
 
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
Circuito C3 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C4 Na tabela
 
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7

Ok!

Circuito C7

 
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
Ok! Circuito C7
 
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
 
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
 
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8

Ok!

Circuito C8

 
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C8
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
 
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
 
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9

Ok!

Circuito C9

 
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C9
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
 
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
 
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10

Ok!

Circuito C10

 
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C10
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na
Ok! Circuito C7 Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C8 Na

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
 
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
 
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11

Ok!

Circuito C11

 
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Ok! Circuito C11
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Ok!

Circuito C12

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Ok!

Alimentador do QD do pavimento superior

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Ok!

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok! Circuito C11 Na tabela 7.3 (Domingos

Alimentador do QD do pavimento térreo (QD Geral)

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente

Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
 
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!
Na tabela 7.3 (Domingos Leite), podemos obter a corrente Ok!

Ok!

5.

LEVANTAMENTO DE MATERIAIS

 
 

Itens

 

Quantidade

Unidade

Tomadas de uso geral

20

Unid

Tomadas de uso específico

4

Unid

 

9

Unid

   

Lâmpadas Interruptor simples

 

8

Unid

 
 

Caixa

4 x 2

 

20

 

Unid

 
 

Caixa

4 x 4

 
  • 4 Unid

 

Caixa Octagonal

     
  • 9 Unid

 
 

Quadro de distribuição

   
  • 2 Unid

 

Padrão de Entrada

     
  • 1 Unid

 
 

Disjuntor Termomagnético de 10 A

   
  • 3 Unid

 

Disjuntor Termomagnético de 15 A

     
  • 8 Unid

 
 

Disjuntor Termomagnético de 20 A

   
  • 1 Unid

 

Disjuntor Termomagnético de 30 A

     
  • 1 Unid

 
 

Disjuntor Termomagnético de 50 A

   
  • 1 Unid

 

Disjuntor Termomagnético de 60 A

     
  • 1 Unid

 
 

Condutores Fase de 1,5 mm²

 

36,01

Metros

 

Condutores Neutro de 1,5 mm²

 

20,94

 

Metros

 
 

Condutores Retorno de 1,5 mm²

 

15,57

Metros

 

Condutores Fase de 2,5 mm²

 

119,71

 

Metros

 
 

Condutores Neutro de 2,5 mm²

 

6587