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Universidade Federal do Pampa – Campus Bagé Engenharia de Alimentos Operações Unitárias da Engenharia de Alimentosg lima@outlook.com; 3 t.rafaellesilva@gmail.com RESUMO O objetivo deste trabalho foi caracterizar diferentes partículas sólidas, dentre as quais: partículas de milho de pipoca, polietileno de alta densidade, pedregulhos fino, porcelana, soja e poliuretano. A caracterização de partículas é um estudo que nos permite conhecer parâmetros importantes sobre diversos tipos de materiais, tais como: o diâmetro equivalente, as massas específicas reais e aparentes (bulk), a esfericidade, a porosidade e, até mesmo, uma melhor determinação sobre sua forma geométrica. Os ensaios realizados para a caracterização das partículas foram: a picnômetria líquida, a paquimetria, o peneiramento, o ensaio de proveta e a análise pelo regime de Stokes . Através destes ensaios, foi possível determinar os parâmetros citados, compará-los entre eles e com dados disponíveis na literatura. 1. INTRODUÇÃO Os sólidos podem ser encontrados em diferentes formas e tamanhos, sendo a partícula sólida a mais importante do ponto de vista da engenharia. O conhecimento das propriedades físicas e morfológicas das partículas é importante para o desenho de processos e equipamentos que operam com correntes que contêm tais partículas (McCabe, 1998). Algumas características como porosidade, tamanho e distribuição de poros, área superficial e massa específica são essenciais para compreender fenômenos de determinada operação unitária, além de " id="pdf-obj-0-2" src="pdf-obj-0-2.jpg">

Universidade Federal do Pampa Campus Bagé Engenharia de Alimentos Operações Unitárias da Engenharia de Alimentos I BA001163 Profª. Drª. Catarina M. de Moura

CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DE DIFERENTES PARTÍCULAS SÓLIDAS

T.T.A. SANTIAGO 1 , A.L. GONÇALVES 2 , T.R. SILVA 3

Universidade Federal do Pampa, Curso de Engenharia de Alimentos

e-mail: 1 mst_cp@hotmail.com; 2 andressa.glima@outlook.com;

3

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi caracterizar diferentes partículas sólidas, dentre as quais:

partículas de milho de pipoca, polietileno de alta densidade, pedregulhos fino, porcelana, soja e poliuretano. A caracterização de partículas é um estudo que nos permite conhecer parâmetros importantes sobre diversos tipos de materiais, tais como: o diâmetro equivalente, as massas específicas reais e aparentes (bulk), a esfericidade, a porosidade e, até mesmo, uma melhor determinação sobre sua forma geométrica. Os ensaios realizados para a caracterização das partículas foram: a picnômetria líquida, a paquimetria, o peneiramento, o ensaio de proveta e a análise pelo regime de Stokes. Através destes ensaios, foi possível determinar os parâmetros citados, compará-los entre eles e com dados disponíveis na literatura.

1. INTRODUÇÃO

Os sólidos podem ser encontrados em diferentes formas e tamanhos, sendo a partícula sólida a mais importante do ponto de vista da engenharia. O conhecimento das propriedades físicas e morfológicas das partículas é importante para o desenho de

processos e equipamentos que operam com correntes que contêm tais partículas (McCabe, 1998). Algumas características como porosidade, tamanho e distribuição de poros, área superficial e massa específica são essenciais para compreender fenômenos de determinada operação unitária, além de

aprimorar

as

tecnologias

de

sistemas

particulados (Cremasco, 2012).

As partículas sólidas se caracterizam por tamanho, forma e densidade. O tamanho e a forma podem ser facilmente especificados para partículas regulares, tais como esferas ou cubos, porém, para partículas irregulares (tais

como grãos de areia ou lâminas de mica) os

termos “tamanho” e “forma” não são tão

claros, sendo preciso defini-los arbitrariamente (McCabe, 1998).

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O formato de uma partícula pode ser expresso em função de sua esfericidade (ϕ) que não depende do seu tamanho e relaciona o quão próximo a partícula está do formato de uma esfera. Para uma partícula esférica, ϕ = 1; para uma partícula não esférica, a esfericidade é definida pela Equação 01:

2

=

(1)

partícula e

= √ 6

3

onde deq é o diâmetro equivalente de

Sp

é

a

sua

área

uma

superficial

(Cremasco, 2012; McCabe, 1998). O deq pode ser calculado através da Equação 02:

(2)

onde Vp é o volume da partícula.

A massa específica de um material é definida como a sua massa dividida pelo volume ocupado por ele. Dependendo de como o volume da partícula for considerado (com ou sem poros), a massa específica poderá ser real ou aparente (massa específica bulk) (Cremasco, 2012). A massa específica

real da partícula (ρ) é definida pela Equação

03:

 

=

(3)

onde mp

é

a

massa da partícula e

V

é

o

volume

excluindo

o

volume

dos

poros

(Cremasco, 2012).

Para sólidos que possuem, em suas estruturas, poros, faz-se necessária a medida da massa específica bulk (ρbulk), a qual é definida pela Equação 04:

ρbulk =

(4)

onde V total é o volume total, sem excluir o volume dos poros.

A partir

da relação

entre ρ e ρbulk,

obtém-se o valor da porosidade do leito (ε),

que representa a fração de espaços vazios no leito (Cremasco, 2012) segundo a Equação

05:

= 1 −

(5)

A determinação dos valores de deq , ϕ,

ρ, ρbulk , e ε, podem ser encontrados através

de

diversos

ensaios.

Entre

os

ensaios,

a

picnômetria

líquida,

a

paquimetria

e

o

peneiramento, são utilizados para a determinação do deq ; ensaios de proveta para

a determinação de ρbulk ; análise através do

regime de Stokes e paquimetria para a

determinação de ϕ e, novamente, a

picnômetria líquida para a determinação de ρ. Neste experimento, objetivou-se determinar

os

valores de todos os parâmetros citados

anteriormente para compará-los, se possível, entre eles e com dados disponíveis na literatura.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

As

amostras

utilizadas

para

caracterização de partículas foram; milho de pipoca, polietileno de alta densidade, pedregulhos fino, poliuretano, soja e porcelana. Para realizar as análises de caracterização física das partículas sólidas das seis amostras que estão descritas na Tabela 1, juntamente com suas respectivas geometrias adotadas, realizaram-se os seguintes ensaios:

picnômetria líquida, paquimetria, peneiramento, proveta e análise através do regime de Stokes.

Tabela 1 - Partículas caracterizadas e suas geometrias adotadas.

Amostra

Geometria

Milho de Pipoca

Meia Elipse

Polietileno AD*

Cilindro

Soja

Esfera

Poliuretano

Esfera

Porcelana

Cilindro

Pedregulho Fino

Esferoide Prolato

*AD: alta densidade

Fonte: Autores, 2017.

3.1 Variáveis Determinadas

3.1.1 Diâmetro Equivalente (deq)

Foram realizados diversos ensaios de picnômetria líquida, paquimetria e peneiramento para a determinação do deq de cada amostra separadamente. Os ensaios com picnômetria líquida e paquimetria serão apresentados e descritos posteriormente. Para o ensaio de peneiramento, definiu-se as peneiras mais adequadas para cada tipo de partícula onde, pesou-se cada uma, montou-se então um arranjo de diferentes peneiras de diferentes Mesh’s e após a montagem completa do equipamento e a agitação, uma parte das partículas ficou retida na peneira de maior abertura e, a outra parte, na peneira

inferior.

Feito isso, cada peneira foi pesada

novamente

para

que

então

pudéssemos

determinar

os

valores

de

diâmetro

equivalente.

3.1.2 Esfericidade (ϕ)

Realizou-se ensaio de paquimetria para; milho de pipoca, soja, poliuretano, polietileno AD e porcelana a fim de realizar o cálculo de ϕ. Escolheram-se quatro partículas de cada amostra, definiu-se uma geometria e de acordo com o formato da partícula, calculou- se o volume de cada uma em função de sua

geometria, bem como sua área superficial aparente. Finalmente, calculou-se ϕ de cada

amostra através da Equação 01. Para a análise da esfericidade através do regime de Stokes, utilizaram-se duas provetas graduadas de 1000 mL, uma com óleo de soja (ρóleo= 925 kg/m 3 , µóleo= 5,90.10 -3 kg/m.s) para as partículas de polietileno BD e outra com glicerina (ρglic. = 1210,70 kg/m 3 , µglic.= 1,4kg/m.s) para as partículas de

porcelana. Obteve-se o tempo de queda das partículas entre dois pontos definidos na proveta para calcular a velocidade terminal (VT). Determinou-se ϕ através da Equação 06 e da Equação 07, de acordo com Massarani

(2002).

=

(− )() 2 1

18µ

1 = 0,843

ϕ

0,065

(6)

(7)

onde ρf é a massa específica do fluido, g é a aceleração da gravidade, µ é a viscosidade

o para correção de ϕ quando a partícula não é esférica.

e

dinâmica do

fluido

k1

é

fator utilizado

3.1.3 Massa Específica Real (ρ)

Foi feita a determinação de ρ utilizando- se três picnômetros (100 mL, 25 mL e10 mL) para o ensaio de picnômetria. Calibração foi realizada utilizando água destilada e hexano com o solventes. Contou-se

picnômetros com água destilada à aproximadamente 16°C, utilizando-se uma balança analítica para a pesagem. Os ensaios adequado para cada amostra (água destilada ou hexano) e então pesou-se o picnômetro.

manualmente o número de partículas de cada amostra que ocupavam cerca de 1/3 do volume de cada picnômetro. Calculou-se o valor de ρ através da Equação 03.

  • 3.3.2 Ensaio Peneiramento

Foram pesadas em balança analítica algumas peneiras e então foi montado um

3.1.4

Massa Específica Bulk (ρbulk)

 

jogo de peneiramento com as mesmas

Através do ensaio de proveta, realizou- se o cálculo de ρbulk. Adicionaram-se as partículas até um determinado volume. Conhecendo amassa das partículas, que foram pesadas, e o volume ocupado pelas mesmas, efetuou-se o cálculo, utilizando-se a Equação 04, para a determinação de ρbulk

organizadas de acordo com o número do Tyler, onde então foi colocada uma quantidade de massa de amostra. As peneiras foram então agitadas por aproximadamente três minutos ininterruptamente. Após isso fez- se a pesagem novamente de cada uma das peneiras para obter-se a amostra retida. Para o cálculo do diâmetro foi utilizada a que obteve maior retenção de grãos.

3.1.5

Porosidade (ε)

 
 
  • 3.3.3 Ensaio de Proveta

 

Com

os

valores

de

ρ

e

de

ρbulk,

realizou-se o cálculo para encontrar e através

Uma proveta foi pesada e então em

da Equação 05.

 

seguida foi jogado cuidadosamente a amostra

  • 3.2 Equipamento

até um volume determinado e após isso fez-se a pesagem da mesma.

Os equipamentos utilizados para a realização da caracterização das partículas foram: um conjunto de peneiras com Tyler de (1/4,4,6,8,9,12,14,24), três picnômetros, balança analítica; soprador de ar; paquímetro; cronometro; proveta 50ml e 1L.

  • 3.3 Métodos

    • 3.3.1 Ensaio de Picnômetria

Antes de começar o ensaio calibrou-se o picnômetro utilizando água destilada. Em seguida encheu-se o picnômetro com amostras equivalentea1/3 do seu volume e foi completado o restante com o solvente

  • 3.3.4 Ensaio Paquimetria

Tomou-se aleatoriamente 20 partículas de cada recipiente que continha amostras e fez-se a medida utilizando um paquímetro analítico. Algumas partículas necessitavam demais de

uma medição em mais de uma dimensão devido à sua esfericidade muito diferente de

1.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A Tabela 2 a seguir mostra quais tipos de partículas foram usadas para determinado tipo de procedimento experimental.

Tabela 2 - Partículas caracterizadas e seus procedimentos experimentais

Partícula

Procedimento

Experimental

Milho de Pipoca

Paquimetria,

Picnômetria,

Ensaio

proveta, Peneiramento

Polietileno AD*

Paquimetria,

Picnômetria,

Ensaio

Poliuretano

proveta, Peneiramento Paquimetria,

Picnômetria,

Ensaio

proveta, Peneiramento

Porcelana

Paquimetria,

Picnômetria,

Ensaio

proveta,

Ensaio

de

Stokes, Peneiramento

Soja

Paquimetria,

Picnômetria,

Ensaio

proveta, Peneiramento

Pedregulho Fino

Peneiramento

*AD: alta densidade

Fonte: Autores, 2017.

A Tabela 3 apresenta os resultados obtidos através das caracterizações físicas pelos ensaios de picnômetria líquida, paquimetria, peneiramento, Stokes e proveta. De acordo com os valores encontrados na Tabela 3, verifica-se para a determinação do deq, que as relações entre a PL/PN e PQ/PN apresentaram as maiores variações percentuais quando comparadas com a relação PL/PQ. Tais variações podem estar relacionadas com a medição por paquimetria

e a geometria da partícula, visto que a adoção de uma geometria inadequada, utilizando os valores obtidos pela paquimetria pode extrapolar os resultados encontrados para o deq. A amostra de milho de pipoca apresentou variações percentuais maiores para a relação PL/PN (64%). A amostra de soja também apresentou uma variação percentual maior comparando a relação PL/PQ (76%), PL/PN (69%) e PQ/PN (53%). Os valores encontrados para o deq, através dos ensaios de picnômetria líquida e paquimetria, milho de pipoca (7,84 mm e 4,82 mm) e soja (7,44 mm e 9,80 mm), não estão próximos de valores encontrados na literatura: 6,20 mm e 6,75 mm para o milho de pipoca (Souza C. et al., 1998) e 6,32 mm para a soja (Fregolenteet al., 2003).

A ρbulk apresenta grande diferença de ρ, visto que leva em consideração a porosidade do leito. Ainda, os resultados de ρ, ρbulk e ε corroboram com a relação de que, quanto maior a diferença entre ρ e ρbulk, maior será o valor de ε, nota-se que somente foi possível obter a ε de quase todas as partículas exceto o pedregulho fino não foi feito o ensaio da proveta. A partícula que apresentou os menores valores de ϕ foi a do milho de pipoca, devido as suas forma geométricas que é diferente de uma esfera. O valor de ϕ da porcelana obtido através do regime de Stokes apresenta grande discrepância quando comparado ao valor de ϕ obtidos na paquimetria. Isto pode ser associado ao fato de que a porcelana não apresentam geometria esférica, que seria a geometria adequada para o regime de Stokes. Com o ensaio de peneiramento, foi possível determinar o deq pedregulho fino (1,4804 mm).

Tabela 3 - Resultados obtidos através das caracterizações físicas pelos ensaios de picnômetria líquida, paquimetria, peneiramento, Stokes e proveta.

ρbulk (kg/m 3 )

Amostra/

deq(mm)

ρ(kg/m 3 )

ϕ

ε

Ensaio

PL 1

PQ 2

PN 3

PL 1

PV 4

PQ 2

SK 5

PV 4

Milho de

 

7,846

4,8252

5,0023

675,8717

881,1111

0,5957

-

-0,3036

Pipoca

Polietileno

 

3,321

2,9656

2,2450

841,7031

494,462

0,8620

-

0,41254

AD

Poliuretano

3,829

3,5650

3,5876

1208,557

646,8733

1

-

0,4647

Porcelana

3,531

3,9197

2,5053

2151,529

1175

0,8731

0,20167408

0,45387

Pedregulho

1,4904

 

-

-

 

-

-

-

-

-

Fino

 

Soja

7,443

9,8010

5,1703

734,5159

590

1

-

0,1967

PL 1 : picnometria líquida, PQ 2 : paquimetria, PN 3 : peneiramento, PV 4 : proveta, SK 5 : Stokes, AD*:alta densidade

Fonte: Autores, 2017.

5. CONCLUSÃO

Os valores de deq obtidos pelos ensaios de picnômetria líquida e paquimetria apresentaram melhores variações percentuais quando comparados com o peneiramento. A ρbulk não pode ser comparada a outros experimentos, pois varia de acordo com a conformação entre as partículas no leito, uma vez que estas não podem ser acomodadas. Os valores de ϕ das amostras também foram coerentes, visto que, para partículas consideradas esféricas, os valores de ϕ foram iguais a 1, o que não poderia ser diferente. Os valores de ϕ encontrados através do Regime de Stokes não condizem totalmente com a realidade, visto que este regime deve ser utilizado para partículas esféricas. As

amostras apresentaram valores de ε estatisticamente próximos. Os valores de ε também não podem ser comparados com a literatura, visto que os espaços entre as partículas variam de acordo com uma série de fatores, desde o tipo de recipiente onde está contida a amostra, até a maneira com que as mesmas foram cultivadas, armazenadas e transportadas. Estas três podem ser também a causa de diferenças encontradas nas caracterizações de algumas das amostras, visto que modificam algumas propriedades dos materiais, tais como umidade e geometria.

6. NOMENCLATURA

ε

Porosidade do Leito

Adimensiona

CREMASCO, M. A. (2012), Operações

 

l

Unitárias em Sistemas Particulados e

μ

Viscosidade

kg/m.s

Fluidodinâmicos. São Paulo: Blucher, 2012.

μglic.

Dinâmica do Fluido Viscosidade

kg/m.s

FOLTIN, J. P. (2013), Avaliação da Perda de

μóleo

Dinâmica da Glicerina Viscosidade

kg/m.s

Carga em Leito Fixo de Partículas Irregulares Utilizando Xisto Betuminoso, Analisando a Modelagem Matemática Através do Efeito de

ρ

Dinâmica do Óleo de Soja Massa Específica

kg/m3

Parede e Porosidade. Universidade Federal do Paraná UFPR, Curitiba PR, 104p. (dissertação de mestrado).

ρbulk

Real da Partícula Massa Específica

kg/m3

FREGOLENTE et al. (2003), “Avaliação das

ρf

Aparente/Bulk Massa Específica do

kg/m3

Propriedades Térmicas Efetivas da Soja em um Secador de Leito Fixo”, Acta Scientiarum,

ρglic.

Fluido Massa Específica da

kg/m3

Vol. 25, p.1-7.

ρóleo

Glicerina Massa Específica do Óleo de Soja

kg/m3

MASSARANI, G. (2002), Fluidodinâmica em Sistemas Particulados. Rio de Janeiro: E- Papers Serviços Editoriais, 2002.

ϕ

Esfericidade

Adimensiona

 

l

MCCABE, L. W.; SMITH J. C.; HARRIOTT

deq

Diâmetro Equivalente da

m

P. (1998), Operaciones Unitarias en Ingenieria Química. Madrid: Edigrafos, S.A.,

Partícula

1998.

g

Aceleração da

m/s2

Gravidade

SOUZA A. et al. (2013), “Propriedades

k1

Fator utilizado para

Adimensiona

Físicas, Térmicas e Aerodinâmicas de Grãos

Correção de ϕ

l

das Cultivares de Arroz BR IRGA 409 e BRS

Quando a Partícula

Primavera”, Current Agricultural Science and

mp

Não é Esférica Massa da Partícula kg

Technology, Vol. 19, p.67-72.

 

Sp

Área Superficial da

Volume Excluindo o

m2

SOUZA C.

et

al.

(1998),

“Simulação

e

V

Partícula

m3

Análise do Processo de Trilha e Separação Mecânica do Milho-Pipoca”, Rev. Bras. de

Volume dos Poros

Eng. Agrícola e Ambiental, Vol. 2, p.212-

Vt

Velocidade Terminal

m/s

218.

Vtotal

Volume Total (Sem Excluir o Volume dos Poros)

m3

7. REFERÊNCIAS