Вы находитесь на странице: 1из 55

Disciplina:

TC 030 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

Disciplina: TC 030 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Estrutura atômica e molecular dos materiais NAYARA S. KLEIN

Estrutura atômica e molecular dos materiais

NAYARA S. KLEIN

atômica e molecular dos materiais NAYARA S. KLEIN nayaraklein@gmail.com Curitiba – PR, 01 de agosto de
atômica e molecular dos materiais NAYARA S. KLEIN nayaraklein@gmail.com Curitiba – PR, 01 de agosto de

Curitiba PR, 01 de agosto de 2016.

Introdução

ESTRUTURA ATÔMICA

Introdução ESTRUTURA ATÔMICA A estrutura de um material pode ser dividida em 4 níveis: • Estrutura

A estrutura de um material pode ser dividida em 4 níveis:

Estrutura atômica

Arranjo atômico

Microestrutura

Macroestrutura

No âmbito da engenharia, os estudos em níveis micro e macroestruturais

(propriedades) são os mais importantes.

Porém, é importante retroceder à estrutura dos átomos e seus arranjos,

pois estas influenciam de maneira significativa as propriedades físicas e o

comportamento mecânico dos materiais.

Estrutura eletrônica do átomo

mecânico dos materiais. Estrutura eletrônica do átomo Natureza da ligação atômica ESTRUTURA ATÔMICA E

Natureza da ligação atômica

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

atômica ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Características micro e macroestruturais (Propriedades)

Características micro e

macroestruturais

(Propriedades)

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA Átomos são partículas submicroscópicas de que toda a matéria é composta. Modelo

Átomos são partículas submicroscópicas de que toda a matéria é composta.

submicroscópicas de que toda a matéria é composta. Modelo simplificado do átomo : modelo planetário, com

Modelo simplificado do átomo: modelo planetário, com núcleo no centro e elétrons orbitando a seu redor

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Elétrons: partículas carregadas negativamente, com carga igual a 1,6x10 -19 C.

Prótons: partículas carregadas

positivamente, com carga

numericamente igual à do elétron, porém de sinal contrário.

Núcleo: prótons + nêutrons

Os elétrons se mantêm ligados ao

núcleo por atração eletrostática, já que estes têm cargas de sinais opostos.

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA Os elétrons se distribuem ao redor do núcleo em camadas (K, L, M,

Os elétrons se distribuem ao redor do núcleo em camadas (K, L, M, N, O, P, Q), definindo níveis crescentes de energia.

L, M, N, O, P, Q), definindo níveis crescentes de energia. Camadas ou níveis quânticos onde

Camadas ou níveis quânticos onde os elétrons se distribuem

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Assim, elétrons que pertencem ao nível quântico K pertencem ao primeiro nível quântico (n =1), de menor energia em

relação aos demais níveis.

Posições energéticas dos elétrons dentro de um nível: subníveis (s, p, d, f).

Número máximo de elétrons:

s: 2; p: 6; d:10; f: 14

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA Distribuição dos elétrons nos níveis e subníveis quânticos: Diagrama de Linus Pauling

Distribuição dos elétrons nos níveis e subníveis quânticos:

dos elétrons nos níveis e subníveis quânticos: Diagrama de Linus Pauling ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

Diagrama de Linus Pauling

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Linus Pauling ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Estrutura eletrônica do Na Notação eletrônica: 1s 2

Estrutura eletrônica do Na Notação eletrônica: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara S. Klein
Átomo ESTRUTURA ATÔMICA ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara S. Klein

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA A valência do átomo está relacionada com a habilidade do átomo para entrar

A valência do átomo está relacionada com a habilidade do átomo para entrar em combinação química com outros elementos, sendo frequentemente determinada pelo número de elétrons na camada mais externa, chamada de camada de valência.

na camada mais externa, chamada de camada de valência . Determina o tipo de ligação química

Determina o tipo de ligação química que o átomo desenvolverá

São os elétrons da camada de valência que influenciam a maioria das propriedades dos materiais de interesse para a engenharia:

Estabelecem a natureza das ligações interatômicas;

Resistência;

Condutividade elétrica;

Propriedades óticas.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA Núcleo: prótons + nêutrons Massa atômica : majoritariamente concentrada no núcleo, já que

Núcleo: prótons + nêutrons

Massa atômica: majoritariamente concentrada no núcleo, já que a massa do

elétron é aproximadamente 1/1836 g, ou 0,0005 g, menor que a massa do

próton ou nêutron.

Unidade de massa atômica: u.m.a. 1 u.m.a. = 1/12 da massa do cabono 12, o mais comum dos isótopos de carbono

Isso significa que:

1g = 6,02x10 23 u.m.a. (número de Avogrado)

Influência nas propriedades dos materiais:

Densidade

Calor específico

Número atômico: indica o número de prótons (ou elétrons) em cada átomo.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA

Átomo ESTRUTURA ATÔMICA Simbolização utilizada, presente na tabela periódica: Número atômico Z Massa atômica A

Simbolização utilizada, presente na tabela periódica:

Número atômico Z

Massa atômica A

na tabela periódica: Número atômico Z Massa atômica A Núcleo de urânio composto de 238 partículas,
na tabela periódica: Número atômico Z Massa atômica A Núcleo de urânio composto de 238 partículas,

Núcleo de urânio composto de 238 partículas, das quais:

92 prótons e (238 - 92) = 146 nêutrons.

das quais: 92 prótons e (238 - 92) = 146 nêutrons. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

ESTRUTURA ATÔMICA

ESTRUTURA ATÔMICA Átomo ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara S. Klein

Átomo

ESTRUTURA ATÔMICA Átomo ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara S. Klein
ESTRUTURA ATÔMICA Átomo ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara S. Klein

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA As ligações atômicas podem ser: Ligações primárias (fortes): • Ligação

As ligações atômicas podem ser:

Ligações primárias (fortes):

Ligação iônica;

Ligação covalente;

Ligação metálica.

Ligações secundárias, forças de Van der Walls:

Dipolo - Dipolo;

Dipolos induzidos;

Pontes de hidrogênio.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA As ligações iônicas ocorrem pelo aparecimento de forças coulombianas

As ligações iônicas ocorrem pelo aparecimento de forças coulombianas

(recebendo e doando elétrons).

de forças coulombianas (recebendo e doando elétrons). ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Em busca de

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Em busca de alcançar o arranjo estável de

8 elétrons na camada de

valência, os átomos podem receber ou doar elétrons.

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Formação dos compostos iônicos: Formação do NaCl, cloreto de sódio ou sal

Formação dos compostos iônicos:

ESTRUTURA ATÔMICA Formação dos compostos iônicos: Formação do NaCl, cloreto de sódio ou sal de cozinha

Formação do NaCl, cloreto de sódio ou sal de cozinha

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Eletronegatividade ou caráter ametálico: propriedade periódica que mede a

Eletronegatividade ou caráter ametálico: propriedade periódica que mede a tendência de um átomo em ganhar elétrons.

Variação da eletronegatividade na tabela periódica
Variação da eletronegatividade na tabela
periódica

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Tipo de ligação atômica comum entre metais e

não-metais.

Ao se retirar um elétron de um átomo, este deixa de ser neutro, pelo

desequilíbrio entre seu

número de prótons e de elétrons: ÍONS.

Cátion +

Ânion -

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Propriedades físicas dos compostos iônicos: • A ligação iônica é

Propriedades físicas dos compostos iônicos:

A ligação iônica é não-direcional, e o requisito principal que um material

é não-direcional, e o requisito principal que um material iônico sempre satisfaz é o da neutralidade
é não-direcional, e o requisito principal que um material iônico sempre satisfaz é o da neutralidade

iônico sempre satisfaz é o da neutralidade elétrica: n° + = n° -

Os materiais iônicos possuem, em geral, condutividade elétrica baixa: a transferência de cargas elétricas é dada pelo movimento de íons inteiros, os quais não se movem tão facilmente como os elétrons;

Solubilidade em água (maioria);

Condutividade elétrica quando fundidos ou dissolvidos em água;

Quando submetidos a esforços mecânicos que ultrapassam sua capacidade resistente, normalmente apresentam comportamento frágil.

Exemplo na engenharia:

Carbonato de cálcio: CaCO 3

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

de cálcio: CaCO 3 ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Carbonato de cálcio Prof a .
de cálcio: CaCO 3 ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Carbonato de cálcio Prof a .

Carbonato de cálcio

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA As ligações covalentes ocorrem por aproximação intensa entre dois átomos

As ligações covalentes ocorrem por aproximação intensa entre dois átomos que vão se ligar por compartilhamento de elétrons.

átomos que vão se ligar por compartilhamento de elétrons. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Em

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Em busca de alcançar o arranjo estável de

8 elétrons na camada de

valência, os átomos não perdem nem ganham elétrons, mas sim os compartilham.

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Formação dos compostos covalentes: Molécula de oxigênio, O 2 Molécula de

Formação dos compostos covalentes:

ESTRUTURA ATÔMICA Formação dos compostos covalentes: Molécula de oxigênio, O 2 Molécula de metano, CH 4

Molécula de oxigênio, O 2

dos compostos covalentes: Molécula de oxigênio, O 2 Molécula de metano, CH 4 ESTRUTURA ATÔMICA E

Molécula de metano, CH 4

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Os elementos não perdem nem ganham elétrons, mas sim os compartilham.

Por isso, os compostos covalentes são substância cujos componentes não apresentam carga elétrica e interagem entre si direcionalmente.

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA A força das ligações covalentes é evidenciada no diamante, constituído

A força das ligações covalentes é evidenciada no diamante, constituído inteiramente por carbono, o qual é um mineral de elevada dureza (10 na

escala Mohs) e elevada temperatura (3.300°C) para sua dissociação atômica.

O átomo de carbono tem 4 elétrons na camada de valência, que são compartilhados com 4 átomos adjacentes, formando um reticulado tridimensional todo ligado por pares covalentes.

reticulado tridimensional todo ligado por pares covalentes. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Exoplaneta 55

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

covalentes. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Exoplaneta 55 Cancri-e: fina superfície de grafite cobrindo

Exoplaneta 55 Cancri-e: fina superfície de

grafite cobrindo uma grossa camada de

diamante puro

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Propriedades físicas dos compostos covalentes: • A ligação covalente é

Propriedades físicas dos compostos covalentes:

A ligação covalente é fortemente direcional;

Embora as ligações covalentes sejam muito fortes, materiais ligados dessa maneira são, em geral, pouco dúcteis;

Apresentam, em geral, baixa condutividade elétrica.

Isso ocorre porque não se consegue facilmente alterar a posição relativa entre os átomos, nem promover o transporte de carga elétrica via movimento de elétrons sem a ruptura das ligações covalentes.

Exemplo na engenharia:

Vidros: se estilhaçam; Polímeros: não são bons condutores elétricos;

Aditivos: cadeias lineares que aderem à superfície das partículas de cimento.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Os metais são estruturas formadas por íons positivos e elétrons livres ,

Os metais são estruturas formadas por íons positivos e elétrons livres, que fazem o papel de íons negativos, aparecendo forças elétricas coulombianas de atração entre os átomos.

A ligação metálica pode ser considerada como uma atração entre íons

positivos e elétrons livres.

como uma atração entre íons positivos e elétrons livres. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Os elétrons livres dão aos metais sua elevada condutibilidade elétrica e

Os elétrons livres dão aos metais sua elevada condutibilidade elétrica e térmica.

Metais: substâncias simples, formados por um único elemento.

Ligas metálicas: materiais com propriedades metálicas que contêm dois ou

mais elementos químicos sendo que pelo menos um deles é metal.

Exemplo na engenharia:

Aço para concreto armado.

O aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último

variando entre 0,008 e 2,11%.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

0,008 e 2,11%. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Armadura de aço para concreto armado Prof

Armadura de aço para concreto armado

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Propriedades físicas dos compostos metálicos: • A ligação metálica é

Propriedades físicas dos compostos metálicos:

A ligação metálica é não-direcional, pois os átomos “presos” na nuvem eletrônica não são fixados em uma única posição;

Em geral, apresentam boa ductilidade: sob tensão, quando os átomos são

forçados a mudar a relação que têm entre si, simplesmente a direção da

ligação é alterada (induzida), ao invés de haver quebra ou ruptura da

ligação;

Bons condutores elétricos e térmicos.

Exemplo na engenharia:

condutores elétricos e térmicos. Exemplo na engenharia: Aço para concreto armado: estricção antes da ruptura
condutores elétricos e térmicos. Exemplo na engenharia: Aço para concreto armado: estricção antes da ruptura

Aço para concreto armado: estricção antes da ruptura

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Forças de Van der Waals: Ligação secundária fraca, mas que também contribui

Forças de Van der Waals:

Ligação secundária fraca, mas que também contribui para a atração

interatômica (atrações eletrostáticas).

Em geral se originam de dipolos elétricos, que são consequência da assimetria das moléculas.

+ -
+
-
+ -
+
-

São forças de atração que não envolvem cargas individuais ou transferência de elétrons. Elas existem entre todos os íons e átomos de um sólido, mas

podem estar obscurecidas pelas ligações fortes presentes.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Forças de Van der Waals: Ácido fluorídrico, HF um desbalanceamento Nas

Forças de Van der Waals:

atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Forças de Van der Waals: Ácido fluorídrico, HF um desbalanceamento Nas moléculas
Ácido fluorídrico, HF
Ácido fluorídrico, HF

um

desbalanceamento

Van der Waals: Ácido fluorídrico, HF um desbalanceamento Nas moléculas assimétricas ocorre (a) denominado

Nas

moléculas

assimétricas

ocorre

(a)

denominado polarização.

(b) Este desbalanceamento produz um dipolo elétrico com uma extremidade positiva e outra negativa.

elétrico

(c) Os dipolos resultantes originam forças de atração secundárias entre as

moléculas. A extremidade positiva de um dipolo é atraída pela negativa de outro.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Forças de Van der Waals: Pontes de hidrogênio: É um caso particular

Forças de Van der Waals:

Pontes de hidrogênio:

É um caso particular de atração por moléculas polares, em que a carga positiva do núcleo do átomo de hidrogênio de uma molécula é atraída pelos elétrons

de valência de átomos de moléculas adjacentes.

Exemplo: água.

de átomos de moléculas adjacentes. Exemplo: água. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS É a mais

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

É a mais forte dentre as ligações secundárias.

Energia de ligação:

Pontes de hidrogênio ≈ 30 kJ/mol Dipolos ≈ 5 kJ/mol

Influi no comportamento da água:

tensão superficial, viscosidade e

fenômenos de sorção, em geral.

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Exemplo na engenharia: Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Exemplo na engenharia:

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Antes
Antes
Depois
Depois
químicos plastificantes e superplastificantes. Antes Depois Aglomeração e dispersão das partículas de cimento em

Aglomeração e dispersão das partículas de cimento em argamassas e concretos

das partículas de cimento em argamassas e concretos Cadeias de aditivos envolvem as partículas - de
das partículas de cimento em argamassas e concretos Cadeias de aditivos envolvem as partículas - de

Cadeias de aditivos envolvem as partículas -

de cimento, conferindo a estas cargas

as partículas - de cimento, conferindo a estas cargas ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Exemplo na engenharia: Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Exemplo na engenharia:

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Slump test : concreto convencional e concreto
Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Slump test : concreto convencional e concreto

Slump test: concreto convencional e concreto auto-adensável, CAA-

O uso de aditivo superplastificante faz com que os aglomerados de partículas de cimento sejam separados, liberando a água presente em seu interior. Esta água livre, fica então disponível para fluidificar o concreto fresco.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Exemplo na engenharia: Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Exemplo na engenharia:

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Aplicação de CAA: elimina a etapa de

Aplicação de CAA: elimina a etapa de vibração/adensamento

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Facilita o lançamento em elementos densamente armados Prof

Facilita o lançamento em elementos densamente armados

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Exemplo na engenharia: Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Exemplo na engenharia:

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Liberdade em formas complexas com o CAA Sagrada Família,
Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Liberdade em formas complexas com o CAA Sagrada Família,

Liberdade em formas complexas com o CAA Sagrada Família, Barcelona-Espanha: vista interior

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Exemplo na engenharia: Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Exemplo na engenharia:

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes.

Aditivos químicos plastificantes e superplastificantes. Liberdade em formas complexas com o CAA Fira,

Liberdade em formas complexas com o CAA Fira, Barcelona-Espanha: vista interior

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Resumindo Ligação Energia de ligação (kJ/mol) Iônica 625 – 1550

Resumindo

Ligação

Energia de ligação (kJ/mol)

Iônica

625 1550

Covalente

520 1250

Metálica

100 800

Forças de Van der Waals

< 40

Fonte: ASKELAND, 1990

Energia de ligação: energia mínima requerida para criar ou quebrar a ligação.

A força que une um ou mais átomos, ou moléculas, depende do tipo de ligação e dos elementos envolvidos, estando relacionada com o espaço interatômico.

Ex. de propriedade dos materiais afetada: módulo de elasticidade.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Ligações atômicas

ESTRUTURA ATÔMICA

Ligações atômicas ESTRUTURA ATÔMICA Características dos principais materiais: Materiais Tipo de ligação

Características dos principais materiais:

Materiais

Tipo de ligação predominante

Informações gerais

   

Metais apresentam elevada ductilidade e

condutividade elétrica e térmica: os elétrons livres

Metais

Metálica

transferem com facilidade carga elétrica e energia

térmica.

Cerâmicos e vidros

Iônica, mas às vezes aparecem em conjunto com

Cerâmicas em geral são duras e frágeis, com baixa ductilidade e baixas condutividades elétrica e térmica: não existem elétrons livres, e ligações

ligações covalentes

iônicas e covalentes têm alta energia de ligação.

Polímeros

Covalente, mas às vezes existem ligações secundárias entre cadeias

Polímeros podem ser pouco dúcteis e, em geral, são pobres condutores elétricos. Se existirem ligações secundárias, podem ter sua ductilidade bastante aumentada, com quedas de resistência e do ponto de fusão.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Fonte: SHACKELFORD, 2010

Prof a . Nayara S. Klein

Introdução

ARRANJOS ATÔMICOS

Introdução ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura molecular: As moléculas se atraem por forças de coesão polares , devidas

Estrutura molecular:

As moléculas se atraem por forças de coesão polares, devidas à distribuição desigual das cargas positivas e negativas na molécula (dipolos elétricos).

As forças de coesão determinam as propriedades físicas e químicas dos

materiais, sendo influenciadas pela temperatura, pressão, campos elétricos

ou magnéticos, esforços mecânicos, etc.

Logo, o estado físico que os materiais se apresentam é consequência das forças de atração entre os átomos e as moléculas que o constituem.

Gases e líquidos têm a capacidade de fluir, são chamados de fluídos. Sólidos: moléculas muito
Gases e líquidos têm a capacidade de fluir, são chamados de fluídos.
Sólidos: moléculas muito próximas, mantém posição por atração e coesão.

Nos materiais sólidos, os arranjos atômicos irão definir comportamentos importantes, podendo ser: estrutura cristalina ou amorfa.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Introdução

ARRANJOS ATÔMICOS

Introdução ARRANJOS ATÔMICOS Arranjo atômico dos sólidos: Estrutura cristalina ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

Arranjo atômico dos sólidos:

ARRANJOS ATÔMICOS Arranjo atômico dos sólidos: Estrutura cristalina ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

Estrutura cristalina

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Estrutura amorfa

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Sólidos com estrutura cristalina apresentam disposição geométrica regular

Sólidos com estrutura cristalina apresentam disposição geométrica regular

dos átomos. Ex.: metais, materiais cerâmicos.

Corpo cristalizado é anisotrópico.

materiais cerâmicos. Corpo cristalizado é anisotrópico . Anisotropia: variação de propriedades físicas de um

Anisotropia: variação de propriedades físicas de um cristal segundo a direção em que se determina.

de um cristal segundo a direção em que se determina. Mica: planos de clivagem ESTRUTURA ATÔMICA

Mica: planos de clivagem

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

de clivagem ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Calcita: planos de clivagem Halita: planos de clivagem

Calcita: planos de clivagem

ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Calcita: planos de clivagem Halita: planos de clivagem Prof a .

Halita: planos de clivagem

Prof a . Nayara S. Klein

ARRANJOS ATÔMICOS

ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina Ca(OH) 2 ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara

Estrutura cristalina

Ca(OH) 2
Ca(OH) 2

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Quartzo: areia Aço ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .
Quartzo: areia
Quartzo: areia
Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Quartzo: areia Aço ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .

Aço

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina do hidróxido de cálcio, ou cal hidratada Micrografia de MEV

Estrutura cristalina do hidróxido de cálcio, ou cal hidratada

cristalina do hidróxido de cálcio, ou cal hidratada Micrografia de MEV mostrando as estruturas hexagonais dos

Micrografia de MEV mostrando as estruturas hexagonais dos cristais de Ca(OH) 2 , hidróxido de cálcio

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina dos produtos de hidratação do cimento Portland Micrografia

Estrutura cristalina dos produtos de hidratação do cimento Portland

Micrografia MEV do cimento Portland hidratado, mostrando os cristais de etringita (agulhas) e monossulfato hidratado (placas)

de etringita (agulhas) e monossulfato hidratado (placas) ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina de metais : os metais são compostos por aglomerados de

Estrutura cristalina de metais: os metais são compostos por aglomerados

de cristais, formando uma estrutura granular perfeitamente visível.

formando uma estrutura granular perfeitamente visível. Metalografias mostrando os grãos de cristais de um aço
formando uma estrutura granular perfeitamente visível. Metalografias mostrando os grãos de cristais de um aço

Metalografias mostrando os grãos de cristais de um aço manganês (esquerda) e

de uma liga zinco-níquel (direita)

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Todos os cristais apresentam reticulado cristalino, que obedece a uma das 14

Todos os cristais apresentam reticulado cristalino, que obedece a uma das 14 formas geométricas possíveis (reticulados ou redes de Bravais).

A visualização e a identificação do reticulado cristalino é possível através de

microscopia eletrônica de varredura, MEV.

através de microscopia eletrônica de varredura, MEV . MEV: Microscopia eletrônica de varredura ESTRUTURA ATÔMICA

MEV: Microscopia eletrônica de varredura

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Polimorfismo: Alguns metais ou não-metais podem ter mais do que uma estrutura

Polimorfismo:

Alguns metais ou não-metais podem ter mais do que uma estrutura cristalina.

Ex.: Carbono

Grafita: condições ambientes;

Diamante: condições extremamente elevadas de pressão e temperatura.

condições extremamente elevadas de pressão e temperatura. Grafita Diamante ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS
condições extremamente elevadas de pressão e temperatura. Grafita Diamante ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

Grafita

Diamante

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

de pressão e temperatura. Grafita Diamante ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a . Nayara

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Polimorfismo: O processo Calera mimetiza as formações geológicas de carbonato

Polimorfismo:

O processo Calera mimetiza as formações geológicas de carbonato

de cálcio encontradas na

natureza, sendo aplicado

como cimento.

Informações:

aplicado como cimento. Informações: http://www.calera.com/ ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .
aplicado como cimento. Informações: http://www.calera.com/ ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

ARRANJOS ATÔMICOS

ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina Polimorfismo: O CaCO 3 , carbonato de cálcio, apresenta três polimorfos: •

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS Estrutura cristalina Polimorfismo: O CaCO 3 , carbonato de cálcio, apresenta três polimorfos: •

Polimorfismo:

O CaCO 3 , carbonato de cálcio, apresenta três polimorfos:

Calcita

Aragonita

Vaterita

Calcita Aragonita
Calcita
Aragonita

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura cristalina

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura cristalina ARRANJOS ATÔMICOS Processo Calera: Consiste em produzir a vaterita, estável na ausência de água.

Processo Calera:

Consiste em produzir a vaterita, estável na ausência de água. Quando água e aditivos são adicionados, a vaterita se dissolve e se recristaliza como aragonita, sendo este material de alta resistência.

como aragonita, sendo este material de alta resistência. ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura amorfa

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura amorfa ARRANJOS ATÔMICOS Sólidos com estrutura amorfa ou vítrea não apresentam periodicidade ou ordem

Sólidos com estrutura amorfa ou vítrea não apresentam periodicidade ou ordem estrutural em um estado normal. Ex.: vidro.

ou ordem estrutural em um estado normal. Ex.: vidro. Estrutura cristalina ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS

Estrutura cristalina

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Estrutura amorfa

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura amorfa

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura amorfa ARRANJOS ATÔMICOS Os sólidos com estrutura amorfa são obtidos pelo resfriamento rápido, não dando

Os sólidos com estrutura amorfa são obtidos pelo resfriamento rápido, não dando tempo para que a ordenação dos cristais e a formação da estrutura cristalina ocorra.

Nos materiais amorfos, reduz-se a capacidade de mobilidade das moléculas

durante a solidificação rápida, de modo que estas moléculas não têm tempo de se arranjarem em estruturas cristalinas.

não têm tempo de se arranjarem em estruturas cristalinas. Erupções vulcânicas produzem condições ideais para a

Erupções vulcânicas produzem condições ideais para a formação de cinzas com estrutura amorfa

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

amorfa ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Adições minerais de origem vulcânica: resultante das

Adições minerais de origem vulcânica:

resultante das erupções

Prof a . Nayara S. Klein

Estrutura amorfa

ARRANJOS ATÔMICOS

Estrutura amorfa ARRANJOS ATÔMICOS A estrutura cristalina é a forma de organização da matéria de mínima

A estrutura cristalina é a forma de organização da matéria de mínima energia, sendo o arranjo molecular mais estável, para o qual todo processo de transformação tende.

• Estrutura cristalina → material estável

material reativo

Estrutura amorfa

estável → material reativo • Estrutura amorfa Estrutura cristalina E s t r u t u

Estrutura cristalina

Estrutura amorfa

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

m o r f a ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Adições minerais para concreto Sílica

Adições minerais para concreto

E MOLECULAR DOS MATERIAIS Adições minerais para concreto Sílica ativa: elevada reatividade Prof a . Nayara

Sílica ativa: elevada reatividade

Prof a . Nayara S. Klein

Definições

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

Definições SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Substâncias são compostas apenas de um tipo de moléculas ou átomos. Substância

Substâncias são compostas apenas de um tipo de moléculas ou átomos.

Substância simples são constituídas por um único tipo de átomo.

Exemplos:

Metal ferro - Fe 2 Gás oxigênio - O 2 .

Substância composta constituída por mais de um tipo de átomo.

Exemplos:

Água pura - H 2 O Sal comum - NaCl

Misturas consistem em duas ou mais substâncias misturadas.

Podendo ser:

Homogêneas

Heterogêneas.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Definições

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

Definições SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Misturas homogêneas e heterogêneas

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .
SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .
SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a .

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Definições

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

Definições SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas Qual a diferença entre uma solução homogênea

Misturas homogêneas e heterogêneas

Qual a diferença entre uma solução homogênea e uma substância pura?

A água (substância pura) ferve a temperatura constante. Porém, se a água for salgada (água + sal), quanto maior a % de sal dissolvido, maior será o ponto de ebulição.

Pto. de ebulição de soluções varia com a concentração dos componentes.

Uma mistura de diferentes substâncias líquidas apresenta diferentes

temperaturas de ebulição, uma para cada líquido. Pode-se separá-los pela

destilação.

Exemplo: Destilação do petróleo.

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

Definições

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

Definições SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Misturas homogêneas e heterogêneas As substâncias e misturas apresentam-se em

Misturas homogêneas e heterogêneas

As substâncias e misturas apresentam-se em qualquer dos três estados:

sólido, líquido ou gasoso.

em qualquer dos três estados: sólido, líquido ou gasoso. Misturas líquidas homogênea (solução) e heterogênea

Misturas líquidas homogênea (solução) e heterogênea

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

e heterogênea ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Mistura heterogênea em estado sólido: Granito, grãos de

Mistura heterogênea em estado

sólido: Granito, grãos de quartzo (branco), mica (preta) e feldspato (rosa) e outros minérios

Prof a . Nayara S. Klein

Definições

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

Definições SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Estudo dos materiais de construção ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Estudo dos materiais de construção

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Estudo dos materiais de construção ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS Prof a

ESTRUTURA ATÔMICA E MOLECULAR DOS MATERIAIS

Prof a . Nayara S. Klein

OBRIGADA PELA ATENÇÃO!

OBRIGADA PELA ATENÇÃO! Estrutura atômica e molecular dos materiais NAYARA S. KLEIN nayaraklein@gmail.com CASCUDO, O.

Estrutura atômica e molecular dos materiais

NAYARA S. KLEIN

CASCUDO, O. Estrutura atômica e molecular dos materiais. Materiais de construção e princípios de ciência e engenharia de materiais, capítulo 6, editado

por G. Isaia. São Paulo: IBRACON, 2010.

engenharia de materiais, capítulo 6, editado por G. Isaia. São Paulo: IBRACON, 2010. TC 030 MATERIAIS
engenharia de materiais, capítulo 6, editado por G. Isaia. São Paulo: IBRACON, 2010. TC 030 MATERIAIS

TC 030 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I

1, 2, 3 TESTANDO…

1, 2, 3 TESTANDO… Estrutura atômica e molecular dos materiais NAYARA S. KLEIN nayaraklein@gmail.com 1) 2)

Estrutura atômica e molecular dos materiais

NAYARA S. KLEIN

1)

2) Porque os metais são bons condutores de eletricidade?

3)

Porque as partículas de cimento sofrem aglomeração?

Porque o ambiente marinho é prejudicial para a durabilidade das estruturas

de concreto?

4) Os primeiros concretos produzidos e aplicados em estruturas, segundo

registros históricos, utilizaram cinzas vulcânicas como material ligante. Porque estas cinzas apresentam elevada reatividade, justificando seu uso

como materiais cimentantes?

TC 030 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I