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Nemércio Nogueira dá lição em 365 “pedras”

O livro “365 Pedras – um caminho para jovens que querem viver de


Relações Públicas e Comunicação Empresarial”, escrito pelo diretor de
Assuntos Institucionais da Alcoa Alumínio S.A. Nemércio Nogueira, é o mais
novo lançamento da Aberje Editorial para os jovens profissionais e estudantes
da área. A obra foi apresentada em evento no Espaço Sociocultural Teatro CIEE
na capital paulista na manhã de 13 de agosto de 2010, com a palestra “A
crescente relevância profissional da Comunicação Empresarial” desenvolvida
pelo autor para uma plateia de 300 pessoas.

A abertura feita por Ruy Altenfelder Silva, presidente do Conselho de


Administração do CIEE, e por Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje. Nassar
ressaltou que, se antes a preocupação dos comunicadores estava na
gramatura do papel de suas publicações, hoje o cenário é bem mais complexo.
Temas como sustentabilidade, presença da mulher no ambiente de trabalho,
mudanças em processos produtivos e inclusão do jovem no mercado exigem
um profissional mais intelectual. “O comunicador não é mais só um ser técnico,
é preciso também ser ético e estético”, alertou.

Nogueira rememorou desde seu trabalho na Salles (ver trajetória abaixo)


em 1975, quando na agência havia um setor de RP – área que ele começou a
defender desde então. Na palestra, ele reviveu diversas histórias, como a
primeira palestra proferida na Aberje com o título “Relações Públicas também é
ferramenta de Marketing”, que originou uma série de controvérsias com as
duas profissões. Cerca de 40 anos depois, o autor localiza na mesma entidade
um novo ciclo de reciclagem com o livro, que chama de “opúsculo minimalista”
dado o formato pocket e a sequência de frases denominadas “pílulas
concentradas para inspiração”. Também remontou sua passagem na gestão do
Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 2ª Região, na defesa
da projeção da categoria como área fundamental da comunicação corporativa,
inclusive com a criação do então Prêmio Opinião Pública. Fez ainda uma
homenagem ao projeto gráfico e diagramação de Ligia Morresi e às ilustrações
de Carvall, do Estúdio Saci, num trabalho inspirado em “O Pequeno Príncipe”.

Exaltando a situação atual do Brasil como potência econômica


crescente, lembrou junto a isto a postura de responsabilidade social
empresarial e os compromissos de desenvolvimento local das comunidades,
num exercício do que chama de “papel político” que as corporações precisam
estar preparadas. “O velho papel de gerar emprego e pagar imposto não basta
mais”, sentenciou ele. Uma parte de seu discurso esteve focado também na
velocidade da informação pela internet, e o caso “Cala Boca Galvão” serviu de
alerta que as empresas e seus produtos podem enfrentar situações
semelhantes. E complementou que “o comunicador precisa ter informação e
sensibilidade política, comportamento ético, conhecimento jurídico e
financeiro. Você não convence ninguém se não souber a linguagem do outro”.
Não agindo assim, os comunicadores empresariais serão “animais estranhos no
ambiente empresarial”. A atração de atenção, hoje em dia e na opinião do
executivo, se dá com o reforço e a projeção de valores da organização, com os
quais as pessoas vão ou não vão identificar-se. Neste contexto é que entram as
365 pedras, pretendendo que o leitor raciocine sobre as consequências e trace
suas próprias escolhas. “É importante uma cultura aprimorada, porque ser
técnico é o mais fácil”, finalizou. Como “pedra 366”, indicou o filme “Faces da
Verdade”, um drama dirigido por Rud Lurie, com Matt Dillon, Kate Beckinsale,
Angela Basset, Alan Alda e Vera Farmiga sobre os dilemas da preservação de
fontes de informação.

No encerramento, os convidados ainda assistiram a uma homenagem ao


autor feita pelo maestro João Carlos Martins, o cantor Jean William e o Quarteto
Bachiana SESI-SP, seguida de uma sessão de autógrafos.

LIVRO - O trabalho traz dicas objetivas e claras para o dia-a-dia dos


jovens que pretendem criar uma carreira de sucesso no campo da
comunicação. As 365 pedras remetem à bem-sucedida trajetória do jornalista,
com ensinamentos retirados da experiência de quem fundou sua própria
consultoria após uma atuação pioneira com a opinião pública e o setor
governamental, ainda em sua primeira fase na Alcoa. O livro traz em seu
prefácio a colaboração de Amelia Gonzalez, Carlos Eduardo Lins Silva, Marco
Antônio Lage, Miguel Jorge, Paulo Moreira Leite, Ricardo Galuppo, Rodolfo
Witzig Guttilla e Ruy Altenfelder. E, além da experiência do autor, oferece um
espaço para anotação dos aprendizados dos próprios leitores.

Nemércio tem carreiras nas três áreas da comunicação: em Jornalismo,


passou por O Estado de S.Paulo, Bloch Editores, Editora Abril, BBC Londres e
TVs Excelsior e Cultura; já em Publicidade trabalho na Salles/Inter-Americana; e
na área de RP, além de ter fundado a RP Consult, trabalho para Esso, Alcoa e
Villares. Foi professor de RP na Escola Superior de Propaganda e Marketing e
na Escola Superior de Administração de Negócios, além de professor de tele-
jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Ele já havia lançado “Opinião Pública e
Democracia”, pela Editora Nobel, e “Media-Training” pela Editora Cultura, afora
ter sido co-autor de “Obtendo resultados em Relações Públicas”, pela Editora
Pioneira, e “Media Training: como agregar valor ao negócio melhorando a
relação com a imprensa”, pela Summus Editorial.

Antes deste lançamento, representantes de sete universidades paulistas


estiveram, no dia 4 de agosto, num evento exclusivo na Aberje para um debate
com o autor. Veja mais nesta matéria.
http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?
ID_NOTICIA=3442&EDITORIA=Estudantes

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