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CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DO PIAUÍ – CEUPI

GRUPO EDUCACIONAL CEUMA

Francisco Matheus Pereira da Silva Guedes

Relatório da Visita Técnica:


Subestação Ibiapina 2 – 13.8 / 69 / 230kv
Complexo Eólico Ventos de Tianguá

TERESINA – PIAUÍ
2017
CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DO PIAUÍ – CEUPI
GRUPO EDUCACIONAL CEUMA

Francisco Matheus Pereira da Silva Guedes

Relatório da Visita Técnica:


Subestação Ibiapina 2 – 13.8 / 69 / 230kv
Complexo Eólico Ventos de Tianguá

Relatório de visita técnica apresentando ao


Centro de Ensino Unificado do Piauí - CEUPI,
curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica,
como pré-requisito para avaliação na disciplina
de Geração de Energia Elétrica.

Professor Orientador Esp.: Ellis de Oliveira


Freitas

TERESINA – PIAUÍ
2017
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO......................................................................................................................................01
OBJETIVO DA VISITA........................................................................................................................02
LOCALIZAÇÃO
Subestação Ibiapina 2 – 13,8/ 69/230KV.........................................................................................02
Complexo Eólico Ventos de Tianguá.......................................................................................02
PERIODO DA VISITA..........................................................................................................................03
DESCRIÇÃO DA SUBESTAÇÃO
Subestação Ibiapina 2 – 13,8/ 69/230KV.........................................................................................04
DESCRIÇÃO DO COMPLEXO EÓLICO VENTOS DE TIANGUÁ
Complexo Eólico Ventos de Tianguá.......................................................................................08
CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................................................07
BIBLIOGRAFIA...................................................................................................................................13
ANEXOS
INTRODUÇÃO

No processo de ensino-aprendizagem é de suma importância que o educando


tenha uma visão prática do conhecimento técnico adquirido, no sentido de que a teoria dos
processos seja melhor internalizada. Neste contexto, uma visita de emissão técnica serve para
constatar a construção do conhecimento adquirida na sala de aula.
Um sistema elétrico de potência necessita de grandes unidades geradoras para
suprir uma grande quantidade de consumidores (residências, lojas, indústrias, etc.). No
entanto, estas unidades geradoras geralmente não se localizam próximas aos centros
consumidores, sendo necessária a utilização de linhas de transmissão para conduzir a energia
gerada até eles e, muitas vezes, fazer a interligação com outras unidades geradoras.
Além disso, os níveis de tensão ideais para geração, transmissão e distribuição são
diferentes um dos outros. As subestações elétricas, ou SEs, são parte importante no sistema
elétrico, pois são nelas que começam e/ou terminam as linhas e ainda convertem os níveis de
tensão para os ideais, técnica e economicamente, através do uso de transformadores. São nelas
também que são instalados os equipamentos para proteção das linhas bem como os
equipamentos para manobras, que aumentam a confiabilidade do sistema.
Apesar de sua importância, no Brasil, as SEs não receberam grandes
investimentos até meados da década de noventa. A partir daí as concessionárias começaram a
investir intensamente na melhoria e automação de suas subestações, com o objetivo de
aumentar a confiabilidade do sistema, reduzir custos operacionais, melhorar a qualidade das
previsões de investimentos e melhorar os índices de qualidade.
OBJETIVO DA VISITA

Fixar os conteúdos expostos em sala de aula, assim como aqueles resultantes de


pesquisa e discussão por parte dos alunos. Exercitar, através da visita “a aplicação das
metodologia e ferramentas indicadas para o aperfeiçoamento da elaboração e gestão de
projetos, segundo as melhores práticas e os conceitos amplamente reconhecidos.

 Identificar os diversos equipamentos existentes na subestação e no complexo eólico.


 Compreender as suas funções na rede.
 Observar os sistemas de proteção instalados.
 Ver a integração dos sistemas de proteção dentro da subestação e complexo eólico.
 Tomar contato com a alimentação dos sistemas de proteção e com os dispositivos de
corte.

LOCALIZAÇÃO

SE IBIAPINA 2 – 69/230 KV

ÓRGÃO RESPONSÁVEL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA


EXECUTOR: COMPANHIA HIDROELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO
UNIDADE FEDERATIVA: CE
MUNICÍPIO(S): IBIAPINA

COMPLEXO EÓLICO VENTOS DE TIANGUÁ – 34,5/69 KV

ÓRGÃO RESPONSÁVEL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA


EXECUTOR: ECHOENERGIA - ACTIS
UNIDADE FEDERATIVA: CE
MUNICÍPIO(S): TIANGUÁ
PERIODO DA VISITA

O período da visita foi das 8 horas até 16 horas do dia 1 de dezembro de 2017,
acompanhado pelo Prof. Esp. Ellis de Oliveira Freitas juntamente com os graduandos em
Bacharelado em Engenharia Elétrica da CEUPI. Onde foram divididos em grupos de 5 alunos
num total de 18 alunos, para visitar a SE de Ibiapina 2 e o Complexo Eólico dos Ventos de
Tianguá.

SUBESTAÇÃO DE IBIAPINA – TIANGUÁ – CE

As características e os requisitos técnicos básicos do empreendimento constituído


pela subestação 230/69kV: Ibiapina (com 200 MVA) e seccionamento da LT Piripiri – Sobral
II para conexão na SE Ibiapina, em circuito duplo, com extensão aproximada de 11 km,
denominadas SEs 230/69kV Ibiapina.
Os empreendedores dos projetos vencedores dos Leilões para Contratação de
Energia de Reserva e de Fontes Alternativas, que se declararam interessados em compartilhar
Instalações Coletoras de Geração – ICG. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) realizou os
estudos no sentido de avaliar o acréscimo de oferta de energia a partir das usinas eólicas a
viabilidade da implantação de ICG e a integração ao Sistema Interligado Nacional – SIN,
tendo sido proposta a implantação da subestação de 230/69kV Ibiapina, Linha de transmissão
230kV Piripiri – Sobral II.
As Centrais de Geração Eólica que se conectarão na Subestação Ibiapina estão
elencadas na Tabela 01. O esquema de conexão da Subestação Ibiapina ao SIN está
representado na Figura 1.
O diagrama esquemático, da Figura 4 apresenta a conexão considerada para as
instalações de uso exclusivo das centrais eólicas que compõem a ICG.

Figura 4 - Esquema de conexão das centrais geradoras da Coletora Ibiapina (não integram o
objeto deste leilão as instalações de uso exclusivo de cada Central de Geração Eólica).

SUBESTAÇÃO 230/69 KV IBIAPINA: CARACTERISTICAS

O terreno adquirido para a implantação desta Subestação é suficiente para a


implantação de no mínimo de:
 5 (cinco) entradas de linha em 230 kV;
 11(onze) entradas de linhas em 69 kV;
 4 (quatro) transformadores trifásicos 230/69 – 100MVA;
 1 (um) módulo de interligação de barras em 230kV;
 1 (um) módulo de interligação de barras em 69kV;
 4 (quatro) módulos de conexão de transformadores em 230kV;
 4 (quatro) módulos de conexão de transformadores em 69kV;
 2 (dois) transformadores de aterramento de 20 ohms/fase;
 2 (dois) módulos de conexão de transformadores de aterramento;
 2 (dois) bancos de capacitores em paralelo no 230kV;
 2 (dois) módulos de conexão de bancos de capacitores em paralelo em 230kV;
 3 (três) bancos de capacitores em paralelo no 69kV;
 3 (três) módulos de conexão de bancos de capacitores em paralelo em 69kV;

De forma a atender às instalações a serem implantadas de imediato e as futuras,


sendo a área de no mínimo 68.000m2. Todas as conexões em 230 kV deverão ser, no mínimo,
do tipo barra dupla a 4 chaves; e em 69kV deverão ser, no mínimo, do tipo barra principal e
transferência. Portanto, deve ser previsto espaço suficiente para as ampliações futuras,
conforme descriminado abaixo.
COMPLEXO EÓLICO VENTOS DO TIANGUÁ

O Complexo Eólico Ventos de Tianguá está localizado na Serra de Ibiapaba, no


município cearense de Tianguá. Composto por cinco parques eólicos, 77 aerogeradores e uma
capacidade instalada total de 130 MW, o empreendimento cobre uma área de 9.000 hectares.
Em operação comercial desde setembro de 2016, o Complexo Eólico Ventos de Tianguá
passou a fazer parte do portfólio da Echoenergia em abril de 2017.

Complexo Eólico Ventos de Tianguá SE Ventos de Tianguá – 34,5/69 KV

SE Ventos de Tianguá – 34,5/69 KV Complexo Eólico Ventos de Tianguá

Vegetação e Aerogeradores Complexo Eólico Aerogeradores - Complexo Eólico


CONSIDERAÇÕES FINAIS

A visita técnica no contexto educacional é de fundamental importância pois nela


poderemos observar na pratica o que é visto em sala de aula. Além de estamos nos familiarizando
com o ambiente de trabalho do Engenheiro Eletricista tanto na subestação de Ibiapina quanto no
complexo eólico ventos de Tianguá.
Mostrando também a importância das disciplinas especificas durante o curso tais
como: Equipamentos Elétricos, Transmissão de Energia, Segurança do Trabalh, Subestações
Transformadoras nos quais são de grande importância para o conhecimento da Subestação de
Ibiapina – CE. E também as disciplinas de Geração de Energia, Fontes Alternativas de Energia e
Máquinas Elétricas fundamentais para o estudo e/ou entendimento do complexo eólico ventos do
Tianguá.

BIBLIOGRAFIA

 ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – www.aneel.gov.br / Subestação de


230/69KV – Ibiapina – 200MVA – (Características e Requisitos Básicos).

 ECHOENERGIA – Complexo Eólico Ventos de Tianguá – www.echoenergia.com.br


ANEXOS
SUBESTAÇÃO IBIAPINA – TIANGUÁ – CE

SE. IBIAPINA 69/230 KV – CE LINHA DE TRANSMISSÃO 230 KV

SUBESTAÇÃO IBIAPINA 69/230 KV - CE PÁTIO DA SE IBIAPINA - CE

SUBESTAÇÃO IBIAPINA 230 KV – CE LINHA DE TRANSMISSÃO 230 KV


EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS – EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS -
SE IBIAPINA – 230 KV – PARA-RAIO TRANSFORMADOR DE POTENCIA

EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS – EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS –


DISJUNTOR TRANSFORMADOR DE CORRENTE
EQUIPAMENTOS ELETRICOS – EQUIPAMENTO ELÉTRICO
CHAVE SECCIONADORA CHAVE DE ATERRAMENTO

EQUIPAMENTO ELÉTRICO – PLANTA DO PREDIO DA SALA DE


REATOR – 225 KVA – 13,8/0,22 KV COMANDO – SE IBD II
REATOR 1 (1º) – 230/69/13,8 KV LADO DE ALTA DA
REATOR 2 (2º) – 230/69 KV SE IBD II – 230 KV

REATOR 1 (1º) – 230/69/13,8 KV LADO DE BAIXA DA


SE IBD II – 69 KV