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MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA O INTERNATO

MODELO DE PESCRIÇÃO
1. Dieta;
2. Hidratação, eletrólitos, vitaminas e hemoderivados;
3. Antibióticos;
4. Analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos;
5. Antieméticos e protetores gástricos;
6. Medicações específicas: anti-hipertensivos; insulina; anticonvulsivantes; antiarrítmicos; psicofármacos; fármacos que
agem no sistema nervoso periférico; etc.;
7. Medidas que previnem trombose venosa profunda (para pacientes acamados com fatores de risco para trombose);
8. Cuidados gerais da enfermagem e observações finais. (CCGG + SSVV)

OBS: Ordem para listar os medicamentos em cada grupo com relação via de administração:
EV → IM → SC → VO.

Quando usar medicação VO, IM ou EV?


 VO → Lentamente atinge o pico, mas dura pouco tempo após atingir pico.
 IM → Efeito imediato, mas duradouro com intensidade média.
 EV → Efeito imediato e duração rápida
 Crises convulsivas
 Bom pra ansiedade
 Induzir sono

OBS: Dipirona não deve(MAS PODE) ser administrada IM porque nunca vai alcançar níveis séricos adequados para
acabar com a dor.

HIDRATAÇÃO VENOSA: SF 0,9%/ SORO GLICOSADO 5%(SG 5%)/ RINGER LACTATO (RG):
 SORO FISIOLÓGICO 0,9% (SF 0,9%):
 Não vai para o interior da célula. É exclusivamente intravascular, mantém o volume intravascular (volemia). Mantém a
PA e circulação sanguínea adequada, além de conservar os rins.
 É o diluente dos medicamentos (usado para manter veia).
 Não deve ser usado em pacientes hipertensos (PAS > 140 mmHg e PAD > 90 mmHg) e responsivos ao Na+ (no entanto
SEMPRE se deve dar maior importância aos rins).
 Com a função de apenas manter veia: SF 0,9% 500 ml, EV, 7gts /minutos. (diluente dos medicamentos)
 CUIDADO: Não use SF 0,9% pra paciente com IRA, IRC, use SCALP SALINIZADO, se vc usar soro nesses pctes vc piora o
quadro edemigênico dele!

OBS.: A EXCEÇÃO SÃO AS DROGAS VASOATIVAS, QUE SÃO, PREFERENCIALMENTE DILUÍDAS EM SORO GLICOSADO 5%.
Pode ser utilizado no POI devido sangramento intra-operatório ou risco de sangramento pós-operatório.

SORO GLICOSADO 5% (SG 5%):


 Apenas 20% ficam no intravascular, vai direto para a célula (portanto resolve a sede) e interstício.
 Usado para manter veia somente quando não se pode usar o SF 0,9%, deve-se diluir os medicamentos em SF 0,9% (melhor)
ou em AD antes da aplicação. Em caso de AVE, não usar SG5%, pois pode levar a edema cerebral.
 Cada 500 ml Soro glicosado a 5% tem 25g de glicose;

RINGER LACTATO (RG):


 EXPANSÃO VOLÊMICA
 Usado em casos de ACIDOSE. Evita a acidose, expande volume.
 Deve ser usado com extrema cautela em insuficiência renal e cardiopata, devido sua
fórmula conter potássio, que já está patologicamente aumentado na insuficiência renal.

 Composição: cloreto de sódio (0,6 g), cloreto de potássio (0,03 g), cloreto de cálcio (0,02 g), lactato de sódio (0,30 g).

NECESSIDADES DIÁRIAS
1)GLICOSE = 400g/dia

 1g de Glicose = 4Kcal
 SG 5%: 5g em 100ml

2) SÓDIO

 1-2meq/kg/dia
 NaCl 20%: 1ml =3,4Meq

3)POTÁSSIO

 40-80 Meq/dia
 KCl 10%: 1ml = 1,34Meq

4)MAGNÉSIO

 10-20Meq/dia
 MgSO4 10%: 0,8Meq/ml

HOMEM COM 62 Kg: Calcular necessidade de glicose (4 a 5 g/K/dia) → 50% do Volume corporal total

Glic = 4 x 62 = 248 g/dia


100 mL- - -50g
X - - - - - - 248g
X = 486 mL

ANALGÉSICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS
 Dipirona: 1 AMP + AD, EV, 6/6h
 Nubain (nalbufina): 1 AMP. [01ml→10mg] + AD, EV, 8/8h
 Tramal (tramadol): 100mg + 100ml SF0,9%, EV, 12/12h

 Paracetamol (1 CP, VO, 6/6 h).


 Tilatil (tenoxicam) → 20 mg + AD, EV, 12/12 h ou 20mg, 01comp., VO, 12/12 h
 Bextra → 1 amp (40 mg) + AD, EV, 1 vez ao dia.
 Nimesulida 100mg (01 compr, VO, 12/12 h por 05 dias).
 Ibuprofeno - 01 frasco, 01gta/kg, VO, 8/8hs OU 01 comp, VO, 8/8hs
 Scaflam gel - anti-inflamatório tópico – 3x/dia

ANTIEMÉTICOS:
 Bromoprida (Plamet): (EV-IM-VO: 10mg 3x/dia) → 01 amp + AD, EV, 8/8hs
 Metoclopramida (Plasil): 1 amp. [01ml→10mg] + AD, EV, 8/8 h
 Ondansetrona (Zofran): 4mg/dose, EV, de 8/8 h ou de 12/12 h

 Clorpromazina (Amplictil) - 25mg , 01 amp EV ou 01 comp. VO, 4 a 6 de intervalo. Evitar EV pois se infiltar no subcutâneo
causa necrose.
 Dimenidrato (Dramin)
ANTICOAGULANTES / TROMBOPROFILAXIA:
 Liquemine - 5000 UI/0,25ml, SC, 8/8 h
 Heparina de baixo peso (flaxparina): eliminação renal

OUTRAS:
 Dimeticona (Luftal) 40 a 60 gotas, VO, 6/6hs. Se for paciente ambulatorial usa-se: 16 gotas, VO.
 Noripurum – 10 ampolas: Diluir 01 ampola em 250 ml SF 0,9%. Correr EV em 40 min, 2/2 ou 3/3 dias

 INSULINA REGULAR, SC, CONFORME:


< 180: 0 UI 261-300:6UI
181-220: 2UI 301-340:8UI
221-260: 4UI > 340: 10UI

 Glicose 50%, 40ml, EV, se glicemia capilar <80.


 Diazepam 10mg –1 CP, VO, às 22hs
 Hidrocortisona, 100mg, EV – Aumentar complacência pulmonar e evitar passagem de líquido para os alvéolos.

ANTIBIÓTICOS:
Bactérias presentes no tubo digestivo:

1. Boca: gram +, gram - e anaeróbio


2. Esôfago e estomago: gram +
3. Duodeno, jejuno e íleo: gram –
4. Ceco: gram + (enterococos)
5. Colon ascendente, transverso e descendente (Cólon): anaeróbio
6- Orifício externo: gram +, gram - e anaeróbio
7. Pele: gram +
8. Sist. Urinário: gram –

Opções terapêuticas:
Gram - (boca, intestino delgado, sistema urinário/períneo):
1- Sulfametoxazol + Trimetoprima (somente VO) - pega todos, bacteriostático.
2- Amoxicilina (somente VO)
3- Amicacina (somente EV)

4- Ampicilina (1g, EV, 6/6 h ou VO: 500mg, 6/6hs) “as penicilinas são muito boas para enterococos (G+ da família dos
estreptococos), em especial a ampicilina”.
5- Gentamicina (aminoglicosídeo) - usar por até 7 dias (nefrotóxico e ototóxico), ótima concentração em osso.
6- Ciprofloxacino (Cipro): patologias abdominal e pélvica. Eliminação renal.

 200 mg, 02 frascos, EV, de 12/12 h (400mg EV)


 500 mg, 01 comp., VO, de 12/12 h
 É nefrotóxica (se Cr > 2,5 reduzir dose).
7- Ceftriaxona (Rocefin):

 1g, 1 amp + AD, EV, 12/12 h.


 Patologias abdominais e de etiologia alta (pulmão; vias aéreas).
 Não é eliminada pelos rins. Eliminação pela bile.
Obs.: Gentamicina e Amicacina não usar por mais de 7 dias!

Obs.: Cipro tem a vantagem de poder ser continuada em casa, mas é 5x mais cara que a ceftriaxona.
Obs.: Apesar da gentamicina ter ótima concentração em ossos, é importante ver a causa da osteomielite. Ex.: osteomielite
após acidente de carro deve ser tratada com ATB que cubra estafilo (germe que mais se dissemina via hematogênica).
o Gram + (boca, esôfago, estômago, ceco, pele, orifício externo):

3. Cefalotina (Keflin) - abrange estafilococos e estreptococos,


1g + AD, EV, 6/6 h.
Pode ser usada em cirurgia hepática pelo risco de hematoma hepático e disseminação de estafilococos.
E.coli é sensível à cefalotina apesar de ser G- (lembrar que ITU em grávida é tratada com cefalotina, cefalexina)

4. Oxacilina [estafilococos: Sd. da pele escaldada (solta a pele), Disseminação hematogênica: principalmente
estafilococos].

5. Penicilina cristalina [estreptococos: Streptococos: erisipela, adenites satélites (inguas) pele vermelha, dor, calor, sinais
flogisticos exuberantes].

6. Cefalexina (Keflex)
 1g + AD, EV, 6/6 h.
 Tem apresentação VO (usado quando se quer fazer tratamento domiciliar para G+) 500mg, VO, 6/6 h.

7. Roxitromicina (VO)
8. Amoxicilina/Clavunolato (VO)
9. Azitromicina

10. Levofloxacina: Anaeróbios (boca, intestino grosso, orifício externo):

1. Metronidazol (Flagyl) – usado para infecção de origem abdominal


 400mg, 01 comp., VO, 8/8hs
 500mg, 01 frasco, EV, 8/8hs

2. Clindamicina (Dalacin) – usado em fonte estra-abdominal de infecção


 150-450mg, VO, 3-4x/dia
 600mg + 100 ml SF 0,9%, EV, 6/6hs
 Deve ser diluído devido risco de causar arritmias.
DIETAS
Dieta por SNG: 300 ml de 3/3h, oferecer água nos intervalos

Dieta para hepatopata

Dieta oral hipossódica

Dieta hipossódica, para diabético

Dieta oral livre

Dieta Oral branda

Jelco Heparinizado

Jelco Salinizado

HIDRATAÇÃO
SF 0,9% - 1000 ml, EV - 14 gts/min

SF 0,9% - 2000 ml, EV - 28 gts/min

NaCl 10% - 10 ml + KCl 10% - 10ml, em cada SF 0,9% acima

Glicose 25% - 60 ml em cada SF 0,9% acima

ANTIBIÓTICOS
Imipenen, 500 mg + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Ceftazidima – 01g + 100 ml de SF 0,9% - EV de 8 /8h

Ampicilina-Sulbactan – 1,5 g + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Oxacilina, 500mg – 04 frascos + 100 ml de SF 0,9% - fazer EV de 6/6h

Ceftriaxona 1g + 10 ml de AD – fazer EV, lentamente de 12/12h

Clindamicina, 600 mg + 100 ml de SF 0,9% - fazer EV de 6/6h

Azitromicina 500 mg – 01 CP, VO ao dia

Ciprofloxacino 200 mg – 02 frascos EV de 12/12h

Metronidazol 500 mg – 01 frasco EV de 8/8h

Penicilina Cristalina, 5 milhões de UI + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Cefalotina 1 g + 10 ml de AD – fazer EV lentamente de 6/6h.


SMZ-TMP 800/160 mg – 01 CP, VO de 12/12 horas.

NBZ: Atrovent-15 gotas + Berotec-04 gotas + SF 0,9% - 5ml, 6/6h

Hidrocortisona 500 mg + 10 ml de AD – fazer EV lentamente de 8/8h

ANTIDIABÉTICOS
INSULINA REGULAR, SC, CONFORME:
< 180: 0 UI 261-300:6UI
181-220: 2UI 301-340:8UI
221-260: 4UI > 340: 10UI

Glibenclamida 5 mg – 01 CP, VO antes do desjejum

Metformina, 850 mg – 01 CP, VO antes do jantar

ANTI-HIPERTENSIVOS
Captopril 25 mg – 01 CP, VO se PAD ≥ 100 mmHg

Enalapril 10 mg – 01 CP, VO de 12/12h

Amlodipino 5 mg – 01 CP, VO de 12/12h

Nifedipino 20 mg – 01 CP, VO de 12/12h

Espironolactona 25 mg – 01 CP, VO de 12/12h

Furosemida 20 mg – 01 ampola, EV as 10 e 16 horas

HCTZ 25 mg – 01 CP, VO, Às 11 e 17 horas

Captopril 25 mg – 01 CP, VO de 8/8h = USADO nas URGÊNCIAS hipertensivas!

Carverdilol 3, 125 mg – 01 CP, VO de 12/12h

Digoxina 0,25 mg – 01 CP, VO, pela manhã

Glicemia capilar de 6/6 h

Glicose 25% - 80 ml EV em bolus se glicemia for ≤ 80 mg%


INSULINA REGULAR, SC, CONFORME:
< 180: 0 UI 261-300:6UI
181-220: 2UI 301-340:8UI
221-260: 4UI > 340: 10UI

Simeticona – 40 gotas, VO de 8/8h

Paracetamol gotas – 40 gotas VO de 6/6h

Dipirona + AD – EV, de 6/6h

Ranitidina + AD – fazer EV lentamente de 12/12h

Bromoprida + 20 ml de SF0,9% - EV, de 8/8h sos

Buscopan Comp + AD – EV lento de 6/6horas

Diclofenaco gotas – 35 gotas VO, de 8/8h

Diclofenaco 75 mg – 01 AMP, IM de 12/12h

Lactulose – 15 ml, VO de 8/8h

Óleo Mineral – 10 ml, VO de 8/8h

H. de Alumínio – 10 ml VO de 6/6h

Vit K - 01 AMP, IM

Diazepan, 5 mg – 01 CP, VO às 20h

Haloperidol, 5 mg – 01 CP, VO às 20h

Prometazina, 25 mg – 01 CP, VO às 20h

Haloperidol, 5 mg – 01 AMP IM se agitação psicomotora

Prometazina, 25 mg – 01 AMP IM se agitação psicomotora

Sinvastatina, 20 mg – 01 cp via oral à noite

Liquemine, 5000 UI/0,25 ml – 01 ampola sc de 12 em 12 horas

AAS 100 mg – 01 CP, VO APÓS almoço

Dexametasona 4mg/ml – 1 ml + 10 ml de AD – fazer EV lentamente de 8/8h.

Lavagem intestinal com solução glicerinada – 1000 ml.


Mobilização no leito várias vezes ao dia

Fisioterapia motora e respiratória

O2 úmido – 04 litros/min em cateter nasal ACM (a critério médico)

Cabeceira elevada +ou - 30º

(CCGG + SSVV)

ANTIBIÓTICOS
Imipenen, 500 mg + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Ceftazidima – 01g + 100 ml de SF 0,9% - EV de 8 /8h

Ampicilina-Sulbactan – 1,5 g + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Oxacilina, 500mg – 04 frascos + 100 ml de SF 0,9% - fazer EV de 6/6h

Ceftriaxona 1g + 10 ml de AD – fazer EV, lentamente de 12/12h

Clindamicina, 600 mg + 100 ml de SF 0,9% - fazer EV de 6/6h

Azitromicina 500 mg – 01 CP, VO ao dia

Ciprofloxacino 200 mg – 02 frascos EV de 12/12h

Metronidazol 500 mg – 01 frasco EV de 8/8h

Penicilina Cristalina, 5 milhões de UI + 100 ml de SF 0,9% - EV de 6/6h

Cefalotina 1 g + 10 ml de AD – fazer EV lentamente de 6/6h.

SMZ-TMP 800/160 mg – 01 CP, VO de 12/12 horas.

CEFALEXINA:

 adultos – 500mg de 6/6h VO


 dose pediátrica – 50 a 100mg/kg/dia ÷ de 6/6h VO; infecções leves a moderadas: 25 a 50mg/kg/dia

AMOXICILINA-CLAVULANATO

Serve para a maioria dos casos de INFECÇÕES DE PELE E PARTES MOLES de gravidade leve a moderada.

Melhor ação na SINUSITE, OTITE E BRONQUITE AGUDAS (mas SMZ/TMP é uma 1ª escolha mais barata).

Causa DIARRÉIA COM FREQÜÊNCIA.

Além de cobrir tudo que a amoxicilina cobre, serve para Staphylococcus aureus e Bacteroides fragilis.

Atividade anaeróbia é semelhante à do metronidazol, imipenem-cilastatina e clindamicina.

Não oferece cobertura contra SARM e Pseudomonas aeruginosa e tem atividade variável contra enterobactérias.
Pode exercer efeito acentuado sobre a flora oral, levando à colonização por bacilos gram
negativos ou fungos.

RECOMENDAÇÕES QUANTO AO USO:

• boa ação na SINUSITE, OTITE E BRONQUITE AGUDAS (mas SMZ/TMP é uma primeira escolha mais barata).

• infecções de pele e tecidos frouxos, inclusive as mais graves: celulite associada a úlceras(pé diabético, doença vascular
periférica, úlcera de decúbito.

• infecções intrabdominais e ginecológicas (BGN, anaeróbios).

• infecções odontogênicas

Possivelmente, a única vez em que esta droga é claramente um agente de primeira linha é para infecções causadas por
mordidas humanas ou animais (a boca contém uma variedade de patógenos potenciais que nenhum outro antibiótico
isolado cobre).

POSOLOGIA:

• adultos – 500mg de 8/8h VO; 875mg de 12/12h VO; 1g de 8/8h EV

• dose pediátrica – 25-50mg/kg/dia ÷ de 8/8h VO/EV(intervalos de 12/12h para crianças de 0-3 meses e prematuros).

NOMES COMERCIAIS:

CLAVOXIL – suspensão: 125mg/5ml; 250mg/5ml; cápsulas: 500mg b

CLAVULIN – suspensão: 125mg/5ml; 250mg/5ml; cápsulas: 500mg; injetável: 500mg, 1g

CLAVULIN BD – suspensão: 200mg/5ml e 400mg /5ml ; comprimidos: 875mg

CLAVULPEN – suspensão: 125mg/5ml; 250mg/5ml; cápsulas: 500mg

NOVAMOX – suspensão 250mg/5ml; comprimidos: 500mg.

NOVAMOX 2X – suspensão:400mg /5ml; comprimidos: 875mg

SULFAMETOXAZOL – TRIMETOPRIM (SMZ/TMP)

 Está indicada nas infecções não complicadas do trato urinário (cistite), bronquite, otite, sinusite, infecções entéricas
(causadas por Shigella, Salmonella, E. coli), profilaxia de infecção urinária recorrente.
 Esta combinação é ativa contra uma variedade de organismos gram-positivos (inclusive estafilococos) e gram-negativos,
incluindo aqueles que causam SINUSITE/BRONQUITE/OTITE e infecções do trato urinário.
 Não agem contra Pseudomonas aeruginosa, anaeróbios ou SARM.
 A maioria dos estreptococos do grupo A são resistentes. Portanto, não use para tratar amigdalite bacteriana.

 POSOLOGIA:

• Adultos: 1600mg SMZ e 320mg TMP ao dia ÷ de 12/12 horas

• Crianças: SMZ – 40mg/kg/dia TMP – 8mg/kg/dia ÷ de 12/12 horas

NOMES COMERCIAIS:
BACTRIN – comprimidos: 400mg SMZ, 80mg TMP; suspensão: 200mg SMZ, 40mg TMP em
5ml; injetável: 400mg SMZ, 80mg TMP 35

BACTRIN F – comprimidos: 800mg SMZ, 160mg TMP; suspensão: 400mg SMZ, 80mg TMP em 5ml

DIENTRIN – comprimidos: 400mg SMZ, 80mg TMP; suspensão: 200mg SMZ, 40mg TMP em 5ml

ESPECTRIN – comprimidos: 400mg SMZ, 80mg TMP; suspensão: 200mg SMZ, 40mg TMP em 5ml

INFECTRIN – comprimidos: 400mg SMZ, 80mg TMP; suspensão: 200mg SMZ, 40mg TMP em 5ml

INFECTRIN F – comprimidos: 800mg SMZ, 160mg TMP; suspensão: 400mg SMZ, 80mg TMP em 5ml

TRIMEXAZOL – comprimidos: 400mg SMZ, 80mg TMP

TRIMEXAZOL 800 – comprimidos: 800mg SMZ, 160mg TMP

TRIMEXAZOL PEDIÁTRICO – suspensão oral: 200mg SMZ, 40mg TMP em 5ml

MODELOS DE PRESCRIÇÕES:
1. Dieta;
2. Hidratação, eletrólitos, vitaminas e hemoderivados;
3. Antibióticos;
4. Analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos;
5. Antieméticos e protetores gástricos;
6. Medicações específicas: anti-hipertensivos; insulina; anticonvulsivantes; antiarrítmicos; psicofármacos; fármacos que
agem no sistema nervoso periférico; etc.;
7. Medidas que previnem trombose venosa profunda (para pacientes acamados com fatores de risco para trombose);
8. Cuidados gerais da enfermagem e observações finais. (CCGG + SSVV)

#PNEUMONIA#

1-DIETA ORAL HIPOSSÓDICA

2-SF 0,9%- 1000 ML, EV, 19 GTS/MIN

3-CEFTRIAXONA 1G + AD EV DE 12/12H

4-AZITROMICINA 500MG - 1 COMPRIMIDO VO 1X AO DIA


5- HIDROCORTISONA, 100MG, 1AMP + AD, EV, 8/8H

6- RANITIDINA, 50MG – 1 AMP + AD, EV, 12/12H

7- DIPIRONA, 500MG, 1AMP + AD, EV, 6/6H S/N

8- PLAMET, 10MG, 1AMP + AD, EV, 8/8H S/N

9 – CAPTOPRIL, 25MG, 1 CP, VO SE PAS ≥ 160 E/OU PAD ≥ 110mmHg

10 – SSVV + CCGG

#GASTROENTERITE#

PACIENTE INTERNADA POR UMA QUADRO DE GASTROENERITE

REFERE M ELHORA DOS SINTOMAS

SOLICITADO LAB

1. DIETA ORAL HIPOSSODICA


2. SF0,9% 500 ML EV 21GTS /MIN
3. CIPORFLOXACINA 200 MG-12 FRASCOS EV DE 12/12HORAS
4. METRONIDAZOL 500 MG- 1 AMP EV DE 8/8 HORAS
5. RANITIDINA 50MG/ML – 1 AMP + AD EV DE 8/8H
6. DIPIRONA 500MG/ML – 1 AMP + AD EV SE TAX>37,8C OU DOR
7. BROMOPRIDA 10 MG-1 AMP AD EV SE NAUSEAS OU VOMITOS
8. SSVV+ CCGG

#ANEMIA + PNEUMONIA#

HEMOGRAMA (05/05/17): Hb: 8; leuco: 7112, plaquetas: 74590, Na: 142; K: 3,5, U: 24,8, Cr: 1,0

03/05-HB 7,6 K:2,6

SOLICITADO COLONOSCOPIA

1. DIETA ORAL BRANDA


2. SF0,9% 500 ML + 3 AMPOLAS KCL 10% , EV 21 MICROGOTAS/MIN
3. DIPIRONA 500 MG/ML 2ML+AD EV SE FEBRE OU DOR
4. BROMOPRIDA 10 MG- 1AMP + AD EV DE 8/8 HORAS
5. RANITIDINA 50MG/ML- 1 AM + AD EV DE 8/8 HORAS
6. CAPTOPRIL 25 MG – 01 CP, VO, DE 8/8 H
7. SSVV + CCGG

#PACNCREATITE AGUDA#

PACIENTE COM INTERNAÇÃO PREVIA COM PANCREATITE AGUDA, EVOLUINDO COM PIORA DO QUADRO.

PACIENTE COM PACNCREATITE AGUDA , COM 50 % DE AREA DE NECROSE EM PANCREAS

PACIENTE COM NAUSEAS E VOMTIOS E FEBRE.

CONDUTA:

REALIZADO REPOSIÇÃO VOLEMICA 30 ML/KG + COLETADO CULTURAS + ANTIBIOTICO TERAPAIA+ SOLICITADO LABOARATORIO

PACIENTE COM AUMENTO DO VOLUME ABDOMINAL, REFERINDO SE ALIMENTAR SEM DOR .SUSPEITA DE PSUDOCISTO-
AGUARADA LAUDO DA TOMOGRAFIA

1. DIETA ORAL LIQUIDA PASTOSA


2. SF0,9% 3000 ML EV 28GTS /MIN
3. SF0,9% 500 ML EV ABERTO AGORA
4. RANITIDINA 50MG/ML – 1 AMP + AD EV DE 8/8H
5. IMIPENEM 500 MG- 1FRASCO + 100 ML DE SF0,9% EV DE 6/6 HORAS
6. METRONIDAZOL 500 MG-1 AM EV DE 8/8 HORAS
7. DIMETCIONA GTS-40 GTS VO DE 6/6 HORAS
8. INSULINA REGULAR SC CONFORME ESQUEMA
9. <180:0 231-280:3u 331-380:5u
10. 181-230:2 u 281-330:4ui >380:6u
11. GLICOSE 50%40 ML EV SE GLICEMIA <70
12. DIPIRONA 500MG/ML – 1 AMP + AD EV SE TAX>37,8C OU DOR
13. BROMOPRIDA 10 MG-1 AMP AD EV DE 8/8 HORAS
14. SSVV+ CCGG

#DIABETES INSIPIDUS#
PACIENTE COM SUSPEITA DIAGNOSTICA DE DIABETES INSUPIDUA, APÓS POLITRAUMA COM TCE.

AGITADO, COM QUEIXA DE INSONIA.

NEUROLOGICO: LESÃO DO SEXTO PAR CRANIANO.

1. DIETA ORAL BRANDA


2. SF0,9¨% - 500 ML EV DE 8/8 HORAS
3. HALDOL 5MG/ML- 1 AMP IM DE 8/8 HORAS
4. FENERGAN 25MG/ML- 1 AMP IM AS 22 HORAS.
5. DIPIRONA 500MG/ML- 2ML + AD EV DE TAX > 37,8 C OU FEBRE
6. BROMOPRIDA 10MG/ ML-1 AMP + AD EV DE 8/8 HORAS
7. SSVV+CCGG

#HDB/NEOPLASIA- RETOSIGMOIDE#

PACIENTE COM LESÃO ESTENOSANTE EM RETOSIGMOIDE COM CONSULTA AGENDANDA PARA HOSPITAL SÃO MARCOS.

1. DIETA ORAL LIQUINDA COMPLETA


2. TRAMAL 50MG – 2 AMP + 100 ML DE SF0,9% EV DE 8/8 HORAS
3. TRANSAMIN 50MG- 2 AMPOLAS + 250 ML DE SF 0,9% EV DE 12/12 HORAS
4. RANITIDINA 50MG- 1 AMP + AD, EV DE 8/8 HORAS
5. NAUSEDRO 8 MG + 100ML SF0,9% EV DE 8/8 HORAS
6. DIPIRONA 500MG-1 AMP + AD, EV SE TAX > 37,8 c OU DOR
7. SSVV+ CCGG

#NEOPLASIA DE BEXIGA#

1-DIETA ORAL LIVRE

2- JELCO SALINIZADO

3- CEFTRIAXONA 1G + AD EV DE 12/12H

4- RANITIDINA, 50MG – 1 AMP + AD, EV, 8/8H

5- BROMOPRIDA 1 AMP + AD, EV, 8/8


6- DIPIRONA, 500MG/ML + AD, EV, 6/6H

7- TRAMAL, 50MG – 1AMP + 100ML SF0,9%, EV, 6/6H

8- TILATIL, 20MG – 1AMP + AD, EV, 12/12H

9- DIMETICONA GTS – 40GTS DE 8/8H

10 – LIQUEMINE 5000/0,25 – 1AMP, SC DE 12/12H

11- CLONAZEPAM, 2MG – 1CP, VO ÀS 21H

12- LACTULONA 667 – 20ML, VO DE 8/8H

13 - SSVV

# TUBERCULOSE? PNM?#

PACIENTE INTERNADO COM SUPEITA DE TUBERCULOSE

PRIMEIRA AMOSTRA PARA BAAR NEGATIVA

1-DIETA ORAL LIQUIDA PASTOSA


2-SF 0,9%- 500 ML ,PMV

3-CEFTRIAXONA 1G + AD EV DE 12/ HORAS

4-AZITROMICINA 500MG- 1 COMPRIMIDO VO DE 24/24 HORAS

5-BROMOPRIDA 10 MG- 1 AMP + AD EV 8/8 H S/N

6-dipirona 500 mg/ml-2ml + AD, EV se TAX > 37,8C ou doR

8-ANOTAR PESO DIARIO DE JEJUM

AVCI#

1. DIETA POR ORAL BRANDA


2. SF0,9% 500 ML EV ,PMV
3. AAS 100 MG- 1 COMP VO 1 X DIA
4. ENALAPRIL 10 MG- 1 COMP VO DE 12/12 HORAS
5. SINVASTANTINA 40 MG 1 COMP VO A NOITE
6. DIPIRONA 500 MG/ML 2ML+AD EV SE FEBRE OU DOR
7. BROMOPRIDA 10 MG- 1AMP + AD EV DE 8/8 HORAS SE NAUSEAS OU VOMITOS
8. RANITIDINA 50MG/ML- 1 AM + AD EV DE 8/8 HORAS
9. LOSARTANDA 50 MG- 1 COMP VO DE 12/12 HORAS
10. CINARIZINA 25 MG- 1 COMP VO DE 12/12 HORAS
11. SSVV + CCGG

#PNM/DPOC(?)#

1. DIETA ORAL P/ HIPERTENSO


2. CEFTRIAXONA1G – 1AMP + AD, EV, 2/12H
3. AZITROMICINA 500MG – 1 AMP, VO 1X AO DIA
4. HDCTZ 25MG - 1 AMP, VO, 12/12H
5. LOSARTANA 50MG – 1AMP VO 12/12H
6. HDCTZ 500 – 1 AMP + AD, EV, 12/12H
7. NBZ – 5ML SF 0,9% + 20 GTS + ATROVENTE, 8/8H E ACM
8. ACETILCISTEÍNA – 5 ML, VO, 3X AO DIA
9. COLHER EXAMES
10. PARACETAMOL – 35GTS, VO 6/6H, SOS
11. BROMOPRIDA, 1 AMP + AD, EV, 8/8H, SOS
12. CCGG

#ISQUEMIA EM PÉ DIREITO, PULSO DISTAL NÃO PALPÁVEL, NECROSE#

DE PODODÁCTILOS DIREITOS, DAOP

1) DIETA ORAL BRANDA


2) SF 500ML EV, 12/12 HORAS
3) CIPROFLOXACINO 250MG, 2AMP, EV, 12/12H
4) CLINDAMICINA 600MG + 100 ML SF, 6/6H
5) RANITIDINA 1 AMP + AD, IV, 8/8 H
6) DIPIRONA 1 AMP + AD, IV, 6/6 H, S/N
7) BROMOPRIDA 1 AMP + AD, IV, 8/8 H, SN
8) GLICEMIA CAPÍLAR 6/6H
9) HALDOL ½ AMP + AD, EV, 24/24H
10) FENERGAN 1 AMP+AD, EV, 24/24H
11) DIAZEPAM 10MG, ½ APM, EV
12) CCGG+SSVV

URGÊNCIA/EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA  PLAMET, 10mg, 1AMP + AD, EV OU

 CAPTOPRIL - - - - - - - - 25mg,1CP, VO  METOCLOPRAMIDA (PLASIL): 1 AMP + AD,


 PAS ≥ 160 E/OU PAD ≥ 110 OU EV, 8/8 h
 LASIX, 20mg, 1AMP + AD, EV DOR DE ESTÔMAGO

PALPITAÇÃO: PROPRANOLOL, 40mg, 1CP,  RANITIDINA, 50mg, 1AMP + AD, EV


VO, AGORA.  SIMETICONA, 40 gts, VO
 BUSCOPAM COMPOSTO, 1AMP + AD, EV
DORES INTENSAS
QUADRO ALÉRGICO
CETOPTOFENO, 100mg, + 100ml SF 0,9%
 HIDROCORTISONA, 500mg, 1 AMP + AD,
TRAMAL 50mg + 2AMP + 100ml de SF 09%
EV
OU  FENERGAM, 1AMP, IM

Tramal 100mg + 100 ml de SF 0,9% EV

DOR MUSCULAR TOSSSE

 TILATIL, 20mg, 1AMP +AD, EV OU  SECA: KÓIDE D, 10ml, VO, 8/8h


 VOLTAREN, 1AMP, IM  PRODUTIVA: TORANTE, 10ml, VO, 8/8h

CONSTIPAÇÃO

CLÍSTER GLICERINADO – 1000ml, LAVAGEM SANGRAMENTO


GÁSTRICA
 VIT K, 1 AMP, IM
 TRANSAMIN, 1AMP + 100ml SF 0,9%, EV
 BUSCOPAM COMPOSTO, 1AMP + AD, EV
DISPNEIA/ASMA
FARINGOAMIGDALITE: BENZETACIL,
1)NBZ: 1.200.000 UI, 1 AMP, IM

SF 0,9% - 3ml PACIENTE DIABÉTICO

BEROTEC – 4 gts POR 20 MIN 1) INSULINA REGULAR, SC, CONFORME:

ATROVENT – 10gts
 < 180: 0 261-300:6UI
2)HIDROcortisona - 100mg – 1AMP + AD, EV  181-220: 2UI 301-340:8UI
 221-260: 4UI > 340: 10UI
NÁUSEA/VÔMITO

SE ALÉRGICO A DIPIRONA: FAZER


PARACETAMOL, 500mg,VO.
FEBRE/DOR:DIPIRONA, 500mg, 1AMP+AD, EV
DOR DE OUVIDO
PEDRO ANDRADE
ACADÊMICO DE MEDICINA

USO OTOLÓGICO URGÊNCIA/EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA

 ELOTIN - - - - - - - - - - - - - - - 1 FRASCO  CAPTOPRIL - - - - - - - - 25mg,1CP, VO se


PAS ≥ 160 E/OU PAD ≥ 110 OU
PINGAR 2 gotas NO OUVIDO ACOMETIDO DE
 LASIX, 20mg, 1AMP + AD, EV
6/6h

ABUSO DE ÁLCOOL
VERTIGEM
 SF0,9% - 500ml, EV, ABERTO
 CINARIZINA, 25mg, 1CP, VO, AGORA.  SG 50%, 4AMP, EV SE GLICEMIA ≤ 70mg/dl
 PLAMET, 10mg, 1AMP + AD, EV  PLAMET, 10mg, 1 AMP + AD, EV
USO ORAL
 BETINA, 24mg - - - - 1CAIXA ANALGÉSICOS E ANTIINFLAMATÓRIOS
TOMAR 1CP, ATÉ DE 12/12h  DIPIRONA: 01 amp + AD, EV, 6/6hs

INTOXICAÇÃO  NUBAIN (nalbufina): 01 AMP. [01ml→10mg] +


AD, EV, 8/8h
 LAVAGEM GÁSTRICA, 500ml, SF0,9%
 TRAMAL (tramadol): 100mg + 100ml SF0,9%,
 RANITIDINA, 10mg, 1AMP + AD, EV.
EV, 12/12h
 PLAMET, 10mg, 1AMP + AD, EV.

 PARACETAMOL (1CP, VO, 6/6 h).

DOR INTENSA  TILATIL (tenoxicam) 20 mg + AD, EV, 12/12 h


ou 20mg, 01comp., VO, 12/12 h
 NUBAIN, 10mg/ml, DILUIR 1AMP EM 9ml DE
AD E FAZER 3,5ml, EV  BEXTRA 1 amp (40 mg) + AD, EV, 1 vez ao dia.
 TRAMAL 50mg + 2AMP + 100ml de SF 09%  NIMESULIDA 100mg (1 CP, VO, 12/12 h por 5
OU Tramal 100mg + 100 ml de SF 0,9% EV dias).

CÓLICA NEFRÉTICA = NEFROLITÍASE

 TRAMAL 50mg + 2AMP + 100ml de SF 09% ANTIEMÉTICOS:


OU Tramal 100mg + 100 ml de SF 0,9% EV BROMOPRIDA (Plamet): (EV-IM-VO: 10mg
3x/dia) OU 1 amp + AD, EV, 8/8hs
SOLUÇOS
METOCLOPRAMIDA (Plasil): 1 amp.
 AMPLICTIL, 1AMP + 100ml SF 0,9%, CORRER [01ml→10mg] + AD, EV, 8/8 h
EM 1h
ONDANSETRONA (Zofran): 4mg/dose, EV, de
 RANITIDINA, 50mg, 1AMP + AD, EV
8/8 h ou de 12/12 h
SEQUENCIA DE ANTI–HIPERTENSIVOS NA
CLORPROMAZINA (Amplictil) - 25mg , 1 AMP,
URGÊNCIA EV ou 01 comp. VO, 4 a 6 de intervalo.

 CAPTOPRIL, 25mg, 1cp, VO Evitar EV pois se infiltar no subcutâneo causa


 LASIX, 20mg, 1AMP + AD, EV necrose.
 HIDRALAZINA, 25mg, 2cp, VO DIMENIDRATO (Dramin)
PEDRO ANDRADE
ACADÊMICO DE MEDICINA

AFTA

USO ORAL
 OMCILON ------------------1 FRASCO
APLICAR NAS LESÕES 2-3x AO DIA.
 BISMUT JET---------------1 FRASCO
APLICAR NAS LESÕES ATE 6X/DIA
 NISTATINA ORAL 100000------1 FRASCO ASMA
APLICAR 4 ML NAS LESÕES DE 6/6 HRS. USO EXTERNO
ALERGIA  ALENIA 200/6--------------------------1 FR
USO ORAL ASPIRAR 2 JATOS, DE 12/12 HRS,
CONFORME ORIENTAÇÃO.
 HISTAMIN 2mg/5ml --------1FR
 SALBUTAMOL 200-----------------1 FR
Tomar 10ml , via oral, 8/8hrs
ASPIRAR 2 JATOS, DE 4/4 HRS, SE CRISE
 FEXOFENADINA 60MG--------1CX
Tomar 1CP, VO, 12/12h
CELULITE
USO ORAL
 CEFALEXINA 500mg----------1CX
Tomar 1 CP,VO de 6/6h por 7 dias.
 CLINDAMICINA 300mg------1CX
AMIDALITE/OTITE/RINITE Tomar 1 CP,VO, de 8/8h por 7 dias.
USO ORAL  CETOPROFENO 100 mg---------1CX
Tomar 1 CP,VO de 12/12h por 7 dias.
 AMOXICILINA 250MG/5ML----------1FR
 DIPIRONA 500 mg-----------1CX
TOMAR 10ML VO DE 8/8H POR 5 DIAS
Tomar 1 CP,VO de 6/6h se dor.
 MUTIGRIP---------------------1CX
TOMAR 1CP VO DE 6/6H POR 5 DIAS
CÓLICA ABDOMINAL
 IBUPROFENO GOTAS-------------1FR
TOMAR 40gotas, VO DE 6/6H POR 7 DIAS USO ORAL
 BENALET PASTILHA---------------1CX  TROPINAL-----------------------1FR
TOMAR 1 PASTILHA VO SE NECESSARIO. Tomar 40 gts, via oral, de 6/6h.
 FEXOFENADINA 60MG --------1 CX  BROMOPRIDA 10 mg -----1CX
TOMAR 1CP, VO, 12/12 HRS Tomar 1cp, via oral, de 8/8h.
 REDOXON-------------------------------1CX  LUFTAL-----------------------1FR
TOMAR 1PASTILHA EM AGUA VO 12/12 Tomar 30gts, via oral, de 8/8hrs
HRS  LACTULONA-----------------------1FR
USO TOPICO Tomar 20ml, via oral, de 8/8hrs

 OTOXILODASE ------------------1FR CÓLICA MENSTRUAL


APLICAR 5 GTS NO OUVIDO 6/6 HRS USO ORAL
 NITRONASAL ---------------------------1FR
 TROPINAL-------------1FR
APLICAR 1 JATO NAS NARINAS 12/12
Tomar 40 gts, VO, de 6/6h.
HRS
 PONSTAN 500 mg -------1CX
PEDRO ANDRADE
ACADÊMICO DE MEDICINA

Tomar 1 CP,VO de 8/8h. APLICAR NO LOCAL 12/12h


 TRANSAMIN 205 mg -----1CX  PERMAGANATO DE POTASSIO -- - - - - 1
Tomar 1 CP,VO de 8/8h. CX
COLOCAR 1 ENVELOPE EM 4L DE AGUA E
CONJUNTIVITE
COLOCAR NO LOCAL DE 12/12h
USO TOPICO: OFTÁLMICO
1. VIGAMOX---------------1 FR
APLICAR 1GOTA VIA OCULAR DE 12/12h
POR 7 DIAS
DOR MUSCULAR
2. SF 0,9%-----------------------1 FR
APLICAR CORRENTE NO OLHO  CETOPROFENO 100MG - - - - - - - - 1CX
Tomar 1CP, VO de 12/12h por 7 dias.
 TANDRILAX- - - - - - - - - - - - - 1CX
Tomar 1 CP,VO de 12/12h por 7 dias.
CEFALEIA
 DIPIRONA 500MG - - - - - - 1CX
USO ORAL Tomar 1 CP,VO de 6/6h se dor.
 NEOSALDINA - - - - - - - - - - -1 CX
TOMAR 1 CP,VO DE 6/6 HRS
USO EXTERNO
 IBUPROFENO GOTAS - - - - - - - - - - -1 FR
TOMAR 40 GTS, VIA ORAL, 6/6 HRS  DICLOFENACO ADESIVO--- - - 1CX
 CEFALIV - - - - - - - - - - -1CX Tomar 1 adesivo, via dérmica, 1x/dia
TOMAR 1CP VIA ORAL NA CRISE
 BROMOPRIDA- - - - - - - - - - -1 CX  DEXALGEN- - - - - - - - - - - - - 3 AMP
TOMAR 1 CP,VO DE 8/8 HRS Aplicar intramuscular, 1x/dia, por 2 dias
FURUNCULOSE
COSTIPAÇÃO
USO ORAL
USO ORAL:
 CEFALEXINA 500mg - - - - - - 1CX
 TROPINAL------------------------1FR
Tomar 1 CP, VO de 6/6h por 7 dias.
Tomar 40 gts, VO, de 6/6h.
 CETOPROFENO 100MG - -- - - - 1CX
 LACTULONA------------------------1CX
Tomar 1 CP, VO de 12/12h por 7 dias.
Tomar 20ml, VO, de 8/8h.
 LUFTAL------------------------1FR
Tomar 40 gts, VO, 8/8 hrs HEMORRÓIDA
USO TOPICO
DERMATITE  PROCTYL CREME - - - - 1BIS
Aplicar no local de 12/12h.
 USO ORAL  POSTEC POMADA - - - - 1BIS
 HISTAMIN 2mg/5ml --------1FR Aplicar no local de 12/12h.
Tomar 10ml, VO, 8/8hrs
 CETOPROFENO 100MG ------1CX
Tomar 1CP , via oral, 12/12h

USO TOPICO
 CANDICORT- - - - - - - - 1 BISNAGA
PEDRO ANDRADE
ACADÊMICO DE MEDICINA

TOSSE
 AMBROXOL XAROPE - - - - - -1FR
Tomar 10ml, VO, 8/8hrs
 ANTUX XAROPE - - - - - -1FR
Tomar 10ml, VO, 8/8hrs
 CELESTAMINE XAROPE - - - - - -1FR
Tomar 10ml, VO, 8/8hrs
 N-ACETILCISTEINA 600MG - - - - - -1CX
Tomar 1flaconete + Água, VO, 12/12h

VERTIGEM
USO ORAL
 DRAMIN B6 100mg - - - 1CX
TOMAR 1CP VO DE 6/6H
 GINKOBIL 40mg - - - 1CX
TOMAR 1CP VO DE 12/12H
 MECLIN 50mg - - - 1CX
TOMAR 1CP, VO A NOITE.

SÍFILIS
1-Benzetacil 1.200.000U 1amp em cada
nádega IM, Repetir com 15dias
2-Se alérgico a Penicilina:
ERITROMICINA 500mg 1cp VO 6/6h por
15dias
PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

“Vai querer o que? Clorexidine ou Povidine? Degermante, alcoólico ou aquoso?”

Te garanto que todo profissional de saúde já passou por esse situação um dia… Só não tem dúvida quem não tem senso
crítico ou não estuda! Começando com a diferença entre clorexidine e povidine®. Ambos são substâncias utilizadas para
antissepsia, mas cada um possui suas vantagens e desvantagens… .
1. O iodóforos (povidine®) são mais potentes e irritantes à pele, podendo causar alergias.
2. A clorexidina possui eficácia semelhante ao povidine mas utiliza um princípio ativo diferente, o que garante uma baixa
toxicidade e irritabilidade do composto, podendo, inclusive, ser utilizado em recém-natos. É uma excelente alternativa para
pacientes que possuem alergia ao Iodo.
3. Temos também o álcool a 70%!!! Achou que ía esquecer? Possui ação antisséptica um pouco inferior aos demais, mas em
situações de alergia a iodo e clorexidina (ou falta no hospital), ele pode ser utilizado como substituto.

Agora sobre a diferença entre degermante, alcoólico e aquoso.


1. Degermante: substância antisséptica mais concentrada e associada a AGENTES TENSOATIVOS (vulgo sabão…). Usado
para higienização das mãos e “degermação” da pele antes da “pintura”.

2. Alcoólica: substância antisséptica diluída em veículo ALCOÓLICO (álcool). Também chamado de “pintura” e “tintura”
devido a analogia feita pelos cirurgiões de “pintar” o campo operatório. CUIDADO PORQUE ÁLCOOL PEGA FOGO!.

3. Aquosa ou tópica: substância antisséptica diluída em veículo AQUOSO (água). Própria para antissepsia DE MUCOSAS
(cateterismo vesical, cirurgia ginecológica e orificial) e procedimentos invasivos em RN prematuros extremos, onde existe o
risco de queimadura química com o uso de soluções alcoólicas.

Qual possui maior ação residual?

Os iodóforos (povidine) tem ação residual de 2 - 6 horas. Clorexidina 6 - 8 horas. Álcool ZERO! Nesse critério o clorexidina
é melhor...

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CLOREXIDINA X POLVIDINE:

Ronda a informação entre grande parte dos profissionais de saúde (principalmente aqueles do meio cirúrgico e que realizam
procedimentos invasivos) de que é PROIBIDO USAR SOLUÇÕES ANTISSÉPTICAS DISTINTAS durante o processo de
degermação e “tintura”. Tipo: fazer a degermação com iodopovidine e a tintura com clorexidine alcoólico... Já ouviu falar
disso?.
A questão é que, como era de se esperar, depois do último post choveu perguntas sobre essa polêmica.

Entenda o problema:
O ensino médico ainda é uma coisa muito feita meio que “de pai pra filho”... Eu opero assim porque meu STAFF fazia assim.
Eu tenho essa mania porque meu STAFF também tinha e dava certo. Enfim... A consequência imediata desse fato é que
existe um monte de práticas que repetimos que nunca se quer nos questionamos o porquê de fazê-las! Quem nunca
prescreveu aquele captopril sublingual SOS em caso de pressão maior do que 160x100 mmHg? Se ele é absorvido no
estômago, porque administra-lo sublingual?
O caso é que todo mundo afirma que a substância do clorexidine impede a ionização adequada do iodopovidine, e que isso
justificaria não misturá-las durante a antissepsia. Isso faz sentido? Quimicamente, SIM
Está escrito em algum lugar? SIM!!! Em vários manuais, inclusive um oficial da prefeitura de São Paulo que descreve o uso
adequado de antissépticos.
Ou seja, explicações lógicas não faltam para que não as misturemos no nosso dia a dia (até porque você não quer ficar
tomando esporro de STAFF toda hora né?), mas não existe NENHUM ESTUDO CIENTÍFICO, CAPÍTULO DE LIVRO e

19
PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

NEM MESMO está na BULA de ambos que ocorre um aumento da taxa de infecção, morbidade ou mortalidade em pacientes
submetidos a antissepsia com substâncias trocadas! Resumindo, ninguém sabe se essa informação possui RELEVÂNCIA
CIENTÍFICA, mas que ela existe, existe! Evite sempre que possível.

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ESCOVAÇÃO

Preciso me escovar por looooongos 6 minutos antes de começar TODAS as cirurgias?.
Essa é


uma regrinha que aprendemos durante a faculdade, mas que (na real mesmo) ninguém
segue! To mentindo? Será que por isso você está aumentando o risco de infecção do seu
paciente? Seria você um criminoso e irresponsável?!?! A resposta é, depende… Depende de
como você se escova e quanto tempo leva! Na real, esse tempo varia de autor para autor - e
cirurgião para cirurgião. Segundo a ANVISA, deve-se demorar de 3 a 5 minutos durante a
escovação para a primeira cirurgia do dia, e de 2 a 3 minutos para as cirurgias subsequentes.
Ou seja, SIM, VOCÊ DEVE LEVAR 5 MINUTOS SE ESCOVANDO, mas não precisa fazer isso em
TOOOOODAS AS CIRURGIAS! A justificativa para isso é de que após a primeira escovação a
flora bacteriana das mãos já está consideravelmente reduzida, não necessitando do tempo
total nas escovação subsequentes. Contudo, alguns autores não concordam com esse
“costume”, pois afirmam que isso poderia causar um certo “relaxamento” por parte do cirurgião, causando um prejuízo na
antissepsia. 
De qualquer forma, o que é unânime é: Se existir algum intervalo de tempo entre a primeira e segunda cirurgia, e
durante esse tempo ficarmos, por exemplo, no estar médico COMENDO UM SANDUBA, devemos nos comportar como se fosse a
primeira cirurgia daquele dia, e voltar a nos escovar por 5 minutos…

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TRIPÉ DA MORTE: COAGULOPATIA + ACIDOSE + HIPOTERMIA

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SUTURA – PRÍNCIPIOS GERAIS


Não suturar: ferida infectada, mordida de animal e quando se perceber que irá gerar muita tensão.

CONDUTA:
Assepsia/ Antissepsia: CUIDADO: SÃO COISAS DIFERENTES!

1. polvidine degermante: retirar gordura da pele


2. polvidine tópico: camada protetora
o Anestesia: dose: 5 a 7mg/kg
Inicio do efeito anestésico inicia-se 3 a 5 minutos após a aplicação e dura +/- 2 horas

Iniciar pelas curvaturas e ângulos e pela região mediana da ferida;

FIOS:
⇒ Catgut: absorvivel (usado em mucosas).
⇒ Mononaylon:
· 5.0 → face
· 4.0 → demais partes do corpo
· 3.0 → joelho, cabeça, cortes profundos
· 2.0 → pé

Obs.: Feridas com mais de 6h só faz-se 25% do nº de pontos necessários e somente se fizer uma higienização local muito bem feita;
O nó é o responsável pela infecção, o importante é aproximar as bordas da ferida independente do número de nós.

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PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

Qual a diferença entre ASSEPSIA, ANTISSEPSIA, DESCONTAMINAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO? Não é para prova é pra VIDA! Esses são termos
que vivemos utilizando, e quer saber? Muitas vezes de forma errada! Vamos aprender esse conceito agora pra nunca mais esquecer?

▪ASSEPSIA: método que possibilita a eliminação da FONTE DE INFECÇÃO para garantir a ausência de microorganismos durante o ato
cirúrgico.
Ex: evitar a perfuração da vesícula biliar durante uma colecistectomia é uma medida de assepsia, assim como não tocar com as
luvas estéreis em superfícies contaminadas.
.

▪ANTISSEPSIA: método de eliminação da MAIORIA DOS MICROORGANISMOS que habitam uma área. O termo DEGERMAÇÃO pode ser
utilizado como sinônimo!
Ex: a limpeza inicial da pele com antisséptico degermante e posteriormente com antisséptico alcoólico são
manobras de antissepsia.
.

▪DESINFECÇÃO: eliminação DA MAIORIA dos microorganismos que habitam ÁREAS INANIMADAS E OBJETOS.
É como se fosse a antissepsia dos materiais! O termo saneamento pode ser utilizado como sinônimo.
Ex: limpar o colonoscópio com
solução antisséptica antes de utiliza-lo novamente em outro paciente.

▪ESTERILIZAÇÃO: processo de eliminação TOTAL de todas as formas de vida microbiana de objetos inanimados.
Ex: a esterilização dos
instrumentais cirúrgicos é obtida através de exposição dos mesmos a elevada temperatura. O método mais utilizado atualmente é o
autoclave.

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ÓRGÃOS MAIS LESADOS:


Trauma FECHADO (capsula mais frágil)
1. BAÇO
2. Fígado
3. Rim
4. Mesos (sustentam as alças)
5. Pâncreas

Trauma ABERTO (maior volume)


1. INTESTINO DELGADO
2. Fígado
3. Diafragma
4. Intestino grosso
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ORDEM DE RETORNO DO PERISTALTISMO APÓS CIRURGIA:

Boca → logo após o fim do efeito anestésico

Esôfago →logo após o fim do efeito anestésico

Estômago →12 h

Duodeno →12 h

Jejuno → 24 - 48 h

Íleo → 24 – 48 h

Colon → 72 h

21
PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

HIPOGLICEMIA: glicemia < 70


Orientação: ingerir 15g de carboidrato de ação rápida.
PCTE inconsciente glicose EV ou glucagon IM.
------------------------------------------------------------------------

DIABETES TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2:


inicia com medicação oral=principal:METFORMINA
sensibilizadora da insulina
DIABETES TRATAMENTO
METFORMINA
INSULINOTERAPIA PARA DM1 SENSIBILIZADORA da insulina
Esquema BASAL/BOLUS começa com metformina sempre, seja monoterapia,
Da insulina basal, e toda vez que ele for se alimentar dá em seja em associação.
bolus. 
As insulinas que duram mais e demoram mais são usadas para atua no tecido adiposo, mas o principal alvo é o
manter (mantém nível basal). FÍGADO.
As insulinas de ação rápida ou ultrarrápida se utilizam para principal medicação escolhida na DM2 e a que deve
fazer em bolus. ser mantida mesmo fazendo insulinoterapia
----------------------------------------------------------------------------------- contraindicação = risco de ACIDOSE LÁTICA
-- Clearence <30 você não usa metformina; um
insulinas lentas/intermediárias = NPH se usam como BASAL clearense < 60 você diminui a dose
insulinas ULTRArrápidas (ASPART, LISPRO, GLULISINA) e a dose máxima efetiva é 2g
REGULAR (ação rápida) são usadas para fazer bolus. ------------------------------------------------------------------------
insulinas LENTAS →(DETEMIR, GLARGINA e DEGLUDECA) PIOGLITAZONA
GLARGINA age 24 horas e a DEGLUDECA age por 48 horas sensibilizadora
paciente administra 15 a 30 minutos ANTES da refeição para atua mais em MÚSCULO e TECIDO ADIPOSO
estar agindo na hora da refeição e queimar o carboidrato. ------------------------------------------------------------------------
para insulina basal a GLARGINA, DETEMIR, NPH e DEGLUDECA SULFONILURÉIAS
para insulina prandial em BOLUS as insulinas: atua na diminuição da secreção de insulina
ULTRArrápidas (ASPART, LISPRO, GLULISINA, REGULAR). são secretagogos
BOMBA DE INFUSÃO CONTÍNUA: INCRETINOMIMETICOS
a insulina usada na BOMBA é a de ação ULTRARRÁPIDA (ANÁLOGOS DO GLP1 – injetáveis – e os INIBIDORES
(LISPRO, ASPART e GLULISINA) e, em vez de em bolos, elas são DO DPP IV)
dadas de forma lenta de hora em hora. ------------------------------------------------------------------------
INIBIDORES DA ISGLT-2
Problemas: GLICOSÚRICOS(GLIFOZINAS) =liberam glicose pelo rim
infecção por manuseio na troca ajudando na perda de peso.
formar rolha obstruir o sistema e ele acabar entrando em (GLIFOZINAS)
cetoacidose. diminuição da absorção de glicose pelo fígado
----------------------------------------------------------------------------------- ajudam na perda de peso.
E COMO FAZ A APLICAÇÃO?
Abdômen DIABETES TRATAMENTO
3 dedos de cada lado do umbigo, Monoterapia: AO DIAGNÓSTICO!
lembrar de FAZER A PREGA
fazer o ângulo de 45°. Quando não dar, suspender metformina:
fazer o RODIZIO. insuficiência renal, com clearence < 30,
Mudar o local, para evitar complicações, de reação cutâneo, de a partir de 60 você diminui, ajusta a dose.
micro hipertrofia Reavalia de 3 em 3 meses; a glicada tem que estar < 7,
risco também de infecção. se não estivar, associa outra droga.
dividir a área em quadradinhos, Glicada entre 7,5 e 9: terapia dupla
no braço nessa região posterior, Glicada > 9 e assintomático: terapia tripla
3 dedos abaixa da axila e 3 dedos acima do cotovelo, fazer a Depois que inicia, reavalia em 3 meses, se a glicemia
prega e o ângulo de 45°. não tiver < 7, associa outra droga.
Pode ser na perna, na região de cima e de fora, e pode ser na Jejum: entre 70 e 130.
região do glúteo.
NÃO pode ser no ANTEBRAÇO, na CANELA, no MUSCULO.

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geralmente começar com 10 unidades à noite ao TRATAMENTO: SEGUIR SEMPRE ESSA SEQUENCIA
deitar.
HIDRATAÇÃO → VERIFICAR K → INSULINA → SG
COMPLICAÇÕES DO DIABETES

CRISES HIPERGLICÊMICAS (CAD) e (EHH).  HIDRATAÇÃO:

CRITÉRIOSDIAGNÓSTICOS faz uma fase RÁPIDA:2 litros abertos ou 20ml/kg de SF


na chegada ao pronto socorro
EHH (ESTADO HIPEROSMOLAR HIPERGLICÊMICO)
fase de MANUTENÇÃO com SF e quando ele começar
 glicemia (>600) a normalizar a glicemia você associa o SG ao SF, pra
evitar que ele faça hipoglicemia
 pH e bicarbonato estão normais(não vai ter cetoacidose).
a hidratação por si só já reduz a glicemia em 25%.
 osmolaridade elevada(>320).
CUIDADO: Antes de dar insulina, hidrata.
 Tem que ter pH normal pra ser estado hiperosmolar.
O PRINCIPAL É HIDRATAR e colher os exames[GLICEMIA,
 OBS: tem uma falsa hiponatremia, tem que corrigir o
ELETRÓLITOS GASOMETRIA] p/ definir, com cuidado, a
sódio: glicemia acima de 100 você adiciona 1,6 de sódio
sua conduta.
para fazer a correção. se o sódio é normal de 135-145, veio
130, mas a glicemia o normal é 100 e tá 300, então você  VERIFICAR POTÁSSIO (K):
tem que somar 1,6 + 1,6 naquele 130, para saber o valor
real do sódio. insulina será iniciado de imediato, exceto nos casos de
HIPOcalemia (potássio baixo(< 3.3).
 Repetindo: para cada 100 acima de 100 na glicemia, você
+ 1,6 no valor do Na. Nessa situação de potássio baixo, você irá 1º repor K
para depois administrar a insulina. Porque a insulina
CAD (CETOACIDOSE DIABÉTICA) leva K do extra pro intra celular, então voce pode fazer
uma queda rápida do potássio e causar arritmia grave e
 glicemia > 250
até morte do pc.
 pH < 7,3 + HCO3 < (15-18).
 pH e bicarbonato baixos Então voce corrige K baixo, ai depois administra insulina
 Cetonuria + Cetonemia junto com K p/ ele não voltar a cair.

FEITO O DIAGNÓSTICO DA CRISE mas nos casos de hipocalemia ela não vai ser iniciada
naquele momento, você vai precisar primeiro corrigir o
 fazer gasometria arterial pra ver o pH e o bicarbonato;
K antes de dar insulina pro paciente. ,
 exame de urina pra ver a cetonúria;
 glicemia plasmática; INSULINA
 e o sódio corrigido pra fazer o cálculo da osmolaridade.
 Você consegue dar o diagnóstico de CAD ou EHH O ideal seria BOMBA DE INFUSÃO CONTÍNUA e o pacte tá na
UTI.

Na bomba de infusão contínua coloca a dose de insulina para


 glicemia (pode ser a casual, não precisa ser a de jejum) ficar 0,1U/kg/hora (insulina regular EV)

 eletrólitos (verificar o sódio para calcular a osmolaridade O ideal é que essa queda seja de 50 a 70.
plasmatica e K para decidir se dará insulina naquele
momento ou não) Sempre aumentar ou diminuir em 2 ml (pra cima ou pra baixo)
ou mantem.
 gasometria (pH e bicarbonato para confirmar cetoacidose ou
não).

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REPOSIÇÃO DE K

sempre tem que avaliar o K na chegada e, depois de 2/2 h colher de Geralmente é JOVEM
novo pra ver como está.
Intalação RÁPIDA
Se estiver BAIXO→você PRIMEIRO repõe o K pra DEPOIS dar a respiração de Kussmaul
insulina.
dor abdominal, hálito cetônico(cheiro característico), pensar em
Se estiver normal → pode repor os 2 ao mesmo tempo (potássio com CAD
soro em um acesso e bomba de infusão contínua com insulina em
outro acesso). pode confundir com ABDOME AGUDO

Se o potássio estiver alto → não precisa repor, você coloca logo a


insulina e só repõe quando ele cair. EHH

OBS: Lembrar sempre que tem que dosar o K ANTES de iniciar a cetogenese não é acentuada
insulina. não fazem cetoacidose

QUANDO DESLIGAR A BOMBA?  glicemia (>600)

Qndo NORMALIZAR:  pH e bicarbonato estão normais(não vai ter cetoacidose).

 GLICEMIA (<150)  osmolaridade elevada(>320).

 Tem que ter pH normal pra ser estado hiperosmolar.


 pH
 OBS: tem uma falsa hiponatremia, tem que corrigir o sódio:
 Bicarbonato glicemia acima de 100 você adiciona 1,6 de sódio para fazer a
correção. se o sódio é normal de 135-145, veio 130, mas a
1H ANTES de se ter os parâmetros para desligar a bomba, você vai glicemia o normal é 100 e tá 300, então você tem que somar 1,6
dar Insulina REGULAR SC 10 unidades e liberar a alimentação VO p/ + 1,6 naquele 130, para saber o valor real do sódio.
o pcte.
 Repetindo: para cada 100 acima de 100 na glicemia, você + 1,6 no
monitorar a taxa de queda da glicemia (50-70/hora), monitorar K e, valor do Na.
também pH e bicarbonato para poder desligar a bomba.
 ---------------------------------------------------------------------------------------

CAD
prevalece no DM1, mas pode ocorrer também no DM 2, HIPOGLICEMIA → GLICEMIA ≤ 70 mg/dl
CLASSIFICADA: LEVE, MODERADA, GRAVE.
no tipo 2 o mais comum é o EHH.
LEVE – o próprio paciente já vê que ta com hipoglicemia pelos
mortalidade é bem alta sinais clínicos, sudorese fria, tremor, tontura, já percebe
que ta com hipoglicemia, usa insulina e sabe que pode
CETOGÊNESE ACENTUADA acontecer e consegue corrigir. Ele se alimenta e melhora.

MODERADA - ta consciente mas PRECISA DA AJUDA de terceiros


HIPERpnéia = respiração de KUSSMAL (inspiração rápida e para corrigir a hipoglicemia. Paciente fica tonto,
profunda seguida de pausa e expiração súbita) suado, tremendo mas não consegue ter atitude de comer,

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já está confuso não consegue se alimentar, e a grave é quando tem Triglicerídeos é desejável que fique < 150 e é considerado MUITO
perda de consciência. ALTO quando ele for > 500 aqui a gente entra com medicação pra
triglicerídeo
GRAVE - tem PERDA de consciência.
se o LDL tiver ≥ 160 e apenas isso a gente vai ter
hipercolesterolemia isolada.
O que acontece na hipoglicemia?
Se a gente tem só o triglicerídeo aumentado que é acima de 150 a
O corpo se defende, DIMINUI a secreção de insulina gente tem hipertrigliceridemia isolada.
para se proteger e aumenta a secreção dos contrarreguladores.

1º que aumenta é o GLUCAGON

2º são as catecolaminas, adrenalina, GH e CORTISOL nessa triglicerídeos maior que 150 com LDL maior que 160 a gente tem a
ordem. hiperlipidemia mista.

SINTOMAS: Quando o triglicerídeos está muito aumentado tem risco de


PANCREATITE.
TREMOR, PALPITAÇÃO,ANSIEDADE no 1º momento por aumento
da adrenalina e no 2º por falta de glicose no SN e ele acaba
evoluindo para disfunção cognitiva e alguém precisa ajudar
porque a pessoa já fica confusa, convulsão, coma e morte MANIFESTAÇÕES CUTÂNEAS:
cerebral. É um quadro potencialmente fatal.
Os XANTOMAS e os XANTELASMAS que são depósitos de
colesterol na pele.
TRATAMENTO:
Os XANTOMAS a gente pode ter o xantoma TUBEROSO como se
 LEVA A MODERADA: oferecer carboidrato de absorção rápida. fosse uma placa maior, TENDINOSO e os ERUPTIVOS que são
Regra dos 15/ 15. Depois de 15g reavalia em 15 min, não menores (pequenas pápulas). Isso faz você pensar em uma
normalizou repete.
alteração ou outra.
 Se pcte INCONSCIENTE tem 2 opções:
 administrar GLUCAGON intramuscular ou subcutâneo Os xantomas Tuberosos e os de Tendão tem em colesterol
 fazer GLICOSE EV 3 a 5 ampolas
aumentado. O xantoma Eruptivo pensa em TRIGLICERÍDEOS
aumentados.

XANTELASMAS que são essas alterações nas pálpebras, os idosos


DISLIPIDEMIAS, SÍNDROME METABÓLICA E
podem ter mesmo sem alterações do colesterol, mas se tiver
OBESIDADE. pensar em HIPERCOLESTEROLEMIA por que tá associada ao
colesterol aumentado.
A principal preocupação em detectar e tratar a dislipidemia é
prevenir a ATEROGÊNESE que é a principal consequência de um Xantelasma que é essa alteração na pálpebra que vcs observam,
aumento do colesterol LDL que é o que a gente vai tratar em
idosos podem ter, mesmo sem alteração de colesterol mas se
prioridade.
tiver, pensar em hipercolesterolemia pq ta associado a colesterol
Na pratica clínica o que a gente dosa? Colesterol total e frações e aumentado, o xantelasma.
os triglicérides. Sendo que se não vier o LDL na dosagem do
Mesma coisa ARCO CORNEANO, que é essa faixa branca aqui na
laboratório você pode dosar ele através da formula de friedewald: região da esclera.
colesterol total – HDL – TG/5.
HIPERCOLESTEROLEMIA FAMILIAR

doença AUTOSSÔMICA DOMINANTE


colesterol total fique < 200.
ocasionada por deficiência nos receptores da LDL,
LDL < 129, sendo que é considerado ótimo um LDL< 100.
nao consegue eliminar LDL, tem uma deficiência dos receptores,
(LDL) > 160 alto e > 190 é considerado MUITO ALTO nesses casos tem a forma heterozigota e homozigota, a forma heterozigota ta
a gente tem que ENTRAR COM MEDICAÇÃO. associada a níveis de colesterol total > 300, bem aumentados, LDL
em torno de 250, 300, tbm bem alto e triglicerídeos normais. Ja a
forma HOMOzigotica, ta associada a níveis de colesterol > 600, LDL
> 500, o risco é de doenças arterial coronariana prematura nessas

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pcts em idade bem jovens, clinicamente é patognomonico o Se for uma dislipidemia mista, com triglicerídeo menor que 500,
xantoma TENDINOSO. Eles tbm tem xantaleasma, arco corneano, você escolhe a Estatina.
então xantoma tendinoso pensar em hipercolesterolemia familiar:
Tuberasões dos tendões. Se for uma hipertrigliceridemia isolada mas com triglicerídeo
menor que 500 não tem indicação de Estatina porque não tem
Tratamento: principal meta é controlar colesterol LDL. colesterol aumentado, nem de Fibrato porque o triglicerídeo está
menor que 500. Você então vai orientar dieta, mudança no estilo
Para controlar o LDL, tratamento não farmacológico: dieta, de vida.
atividade física.
Se por acaso ele tem colesterol e triglicerídeos aumentados e eu
Tratamento farmacológico: ESTATINAS, para indicar, 1º definir vou ASSOCIAR (ESTATINA + FIBRATO), a associação aumenta o
alvo do paciente(risco). Ex: pct alto risco o ótimo é manter LDL < risco de efeito colateral e não mostrou benefícios na questão
70. As ESTATINAS SÃO A PRIMEIRA ESCOLHA, aumentam a cardiovascular em todos os grupos(mostrou beneficio apenas
expressão de receptores de LDL na membrana celular e elas naqueles pacientes de alto risco que já estão usando estatina, que
diminuem o LDL de forma variada (maior e menor intensidade), já controlaram o LDL e que persistem com os triglicerídeos
que diminuem o LDL de 15 a 55%. Ajudam também a diminuir o aumentados associado a HDL baixo). Aí se for associar o Fibrato,
triglicerídeo de forma variada de acordo com a estatina, de 8 a de prefeência você utiliza em horários diferentes, com Estatina a
34%. Por isso que em dislipidemias mistas com TG menor que 500, noite, Fibrato no almoço.
escolhe uma boa estatina que pode baixar os dois.
SE TEM FIBRATO, EVITE A GENFIBROZILA, que é a que tem MAIOR
TG > 500, escolhe FIBRATO, no lugar da estatina para tratar. Elas RISCO DE MIOPATIA, principalmente com a SINvastatina (pior
também conseguem aumentar o HDL de forma discreta (2 a 10%), associação em relação a efeitos colaterais). Não esquecer de
principal: diminuem a mortalidade cardiovascular de forma global. monitorar bem CPK, transaminases, investigar função tireoidiana
Então muitas vezes, prescreve estatina em pacientes com LDL (porque se ele tiver hipotireoidismo aumenta o risco de
normal, devido diminuir a mortalidade, em pacientes com alto rabdomiólise com Estatina).
risco cardiovascular.
OBESIDADE
EFEITOS COLATERAIS DAS ESTATINAS:
Doença crônica e uma epidemia mundial, está associada a uma
 MIALGIA série de complicações e a causa principal:
 RABDOMIÓLISE
 HEPATOTOXICIDADE. SEDENTARISMO + MAUS HÁBITOS ALIMENTARES(embora
possam haver causas secundárias, estas são mais raras).
Por isso monitora: TGO, TGP, CPK, antes, durante e depois do
tratamento. ↑ de CPK maior que 10 vezes ou aumento de Dentre as doenças/alterações associadas a obesidade, podemos
transaminases persistentemente maior que 3 vezes, você ter: DIABETES (a obesidade é a principal causa de DM2), síndrome
suspenderia e depois voltaria com dose menor. Aqui são as metabólica, DISLIPIDEMIA (principalmente aumento de
estatinas: sinvastatinas: potência intermediária. Os MAIS triglicerídeo e HDL baixo), doenças respiratórias (síndrome de
POTENTES são ARTOVAstatina e ROSUVAstatina. apnéia obstrutiva do sono, asma...), doenças osteoarticulares
(osteoARTROSE), doenças venosas (varicosidade), doenças
A sinvastatina a dose usual é de 20 mg pode aumentar p/ 40mg.
hepáticas (esteatose hepática, colelitíase...), depressão, câncer
Acima de 40 aumenta risco de EFEITOS COLATERAIS: MIOPATIA,
(mama, cólon, útero, próstata).
RABDOMIÓLISE, então só usa até 40, se não resolver troca para
uma de maior potência: artovastatina ou rosivastatina. Tem outra ANTIPSICÓTICOS ATÍPICOS OLANZAPINA, QUETIAPINA,
a: PRAVAstatina (baixa potência) é boa para HIV.
RISPERIDONA e o LÍTIO estão associados ao ganho de peso. Entre
os antidepressivos TRICÍCLICOS (AMITRIPTILINA, CLOMIPRAMINA,
IMIPRAMINA, NORTRIPTILINA) de forma geral também estão
Em relação aos TRIGLICERÍDEOS a gente trata com Fibrato que é a
medicação de escolha, aqueles com triglicerídeos > 500 PELO associados a ganho de peso. Entre os inibidores seletivos da
RISCO DE PANCREATITE. Nos demais casos, se for um triglicerídeo recapitação de serotonina[ISRS] a PAROXETINA também está
aumentado mas < 500, você insiste mesmo na dieta e na atividade
associada a ganho de peso, então se for usar dê preferência a
física que costumam ser eficazes. Se ele tiver aumento de
colesterol você vai prescrever a estatina, sendo que você vai outros inibidores de recapitação de serotonina como FLUOXETINA
escolher também a Atorvastatina ou Rosuvastatina porque são as e SERTRALINA que ajudam a perder peso. Entre os antipsicoticos
que conseguem baixar melhor os triglicerídeos. dê preferência ao haldol (haloperidol) e aripiprazol.

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Anticonvulsivantes como CARBAMAZEPINA, ÁCIDO VALPRÓICO e Medicamentos: paciente obeso já tem indicação de medicamentos
para auxiliar, se ele tiver sobrepeso só se tiver uma daquelas
GABAPENTINA favorecem ganho de peso, usar então topiramato
comorbidades que eu falei associada a obesidade.
com fluoxetina. Drogas para diabetes tem a INSULINA e
O que a gente mais tem usado é a Sibutramina que
SULFONILUREIA, então em pacientes diabéticos obesos usar
nunca chegou a sair do mercado apesar da restrição da sua
medicações que ajudam a perder ou que são neutras no peso: prescrição, porque precisa de receita controlada e termo de
responsabilidade assinado pelo paciente (é devido um estudo que
METFORMINA, INIBIDORES DE DPP4, AGONISTAS DE GLP1,
foi feito que mostrou aumento de doenças vasculares em
GLICOSÚRICOS. pacientes que eram idosos ou que já tinham tido algum evento ou
hipertensos, com arritmias, fatores de rico cardiovascular, então
Hormônios esteroides também, GLICOCORTICOIDES e alguns
nesses pacientes não prescrevemos essa medicação. Nos
PROGESTÁGENOS estão associados. hipertensos poderíamos prescrever se a pressão estivesse
controlada 140/90). Ela é um sacietógeno, então você prescreve
de 10-15mg uma vez ao dia pela manhã e a intenção é dar
Como avalia obesidade? O IMC classifica o paciente como obeso SACIEDADE, ele comer pouco e se sentir satisfeito, porem a escolha
dos alimentos que ele vai comer continua sendo dele, então
ou com sobrepeso e classifica o grau de obesidade do paciente.
quando parar de tomar pode voltar a ganhar peso já que a escolha
Além disso, dispomos da medida da CIRCUNFERÊNCIA dos alimentos continua sendo do paciente e se ele tiver maus
hábitos alimentares não vai conseguir perder peso sem o remédio.
ABDOMINAL que sempre é usada para identificar síndrome
Se ele volta a ganhar pode voltar a usar a Sibutramina, ela não tem
metabólica, mas também pode fazer a RELAÇÃO CINTURA- um limite de uso, normalmente usamos e 6 meses a 1 ano e
reavaliamos.
QUADRIL para ver a proporção de gordura visceral e subcutânea.
Há também alguns exames que podem ser solicitados para avaliar Outro que usamos quando tem contra indicação
para Sibutramina é o Orlistat que é menos potente que a última
a distribuição de gordura corporal do paciente porque o IMC
citada e sua ação está baseada na DIMINUIÇÃO DA ABSORÇÃO DA
apenas diz se paciente é ou não obeso, mas ele não vê como essa GORDURA do alimento. Ele toma nas refeições, até 3x ao dia e vai
eliminar a gordura nas fezes, nato, um efeito colateral é que pode
obesidade está distribuída.
ter uma necessidade de evacuar logo após as refeições. Ele diminui
pressão, diminui líquido, não está associada a efeitos
cardiovasculares e é educativa nesse inicio porque quando ele
Triglicerídeo > 150 ou que esteja
come muita gordura ele vai ter essa necessidade de evacuar logo
tratando hipertrigliceridemia (está normal, mas está
após a refeição (tem que sair correndo pra ir ao banheiro).
tomando fibrato), HDL baixo que é considerado menor que 40 para
O Liraglutide é para diabetes, é um análogo de
homem e menor do que 50 para mulher; pressão: ou ele trata
GLP1, mas já foi aprovado para obesidade por atuar na saciedade
hipertensão ou tem pressão > 130/85mmHg mesmo não tomando
e diminuir o tempo de esvaziamento gástrico. A Metformina no
remédio também entra aqui; glicemia de jejum alterada ≥ 100 ou
Brasil não é usada para obesidade, é um remédio para diabetes e
já faz tratamento para diabetes. Então, TEM QUE TER A
que pode levar a uma perda discreta de peso.
CIRCUNFERÊNCIA MAIS 2, desses 2, hipertensão você consegue
O Topiramato: no Brasil a gente usa isolado, não
ver no consultório e o triglicerídeo, HDL e glicemia tem que dosar
tem essa associação e aqui a gente costuma passar associado a
para conseguir fechar o trio. TEM QUE TER A CIRCUNFERÊNCIA É
Fluoxetina ou Setralina para pacientes com compulsão
CRITÉRIO ESSENCIAL.
alimentar(como muito em pouco espaço de tempo até se sentir
Hipertenso e diabético mesmo que esteja
cheio, sensação de culpa...), então, nesses pacientes é melhor essa
controlado com o uso de medicação juntos com circunferência
associação do que a própria Sibutramina.
abdominal é considerado síndrome metabólica.
A Bupropiona com Naltrexona no Brasil só tem na
farmácia de manipulação, então, pode mandar manipular ou
prescrever só a Bupropiona para obesidade relacionada a
tabagismo.
Fluoxetina pode usar na obesidade para aqueles
Tratamento:
pacientes ansiosos, depressivos, mas salvo essas indicações é a
Dieta e exercício sempre, com dieta balanceada que deve ser
que está mais associada a reganho de peso, então, se você não
seguida para o resto da vida, não e algo que você faz por uma
tiver compulsão, depressão ou ansiedade não iria ajudar muito
semana e para e aí ganha tudo de novo. Então, uma dieta
esse paciente. A Fluoxetina para obesidade e usada na dose de 40-
balanceada que inclua todos os alimentos, de
60 mg, não adianta passar 20 mg que é a dose para depressão.
preferência os cereais integrais(da parte dos
carboidratos), bastante frutas e verduras, leite e derivados,
CIRURGIA:
carnes/ovos/açúcares/doces em porções restritas a uma/duas
As indicações são IMC > 40 OU 35 + comorbidades associadas ao
porções por dia. A gente considera uma perda de peso associada
excesso de peso, nesses casos estão indicados a CIRURGIA
a uma diminuição de complicações aquela de 5 a 10% do peso
BARIÁTRICA. A orientação é que ele já tenha tentando pelo menos
inicial
2 anos de tratamento clínico antes de ele ser indicado para a
Atividade física cerca de 3x/semana por 40 minutos a 1h.
cirurgia.

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PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

comparação a agentes anti-histamínicos, já que é uma droga vasoativa


OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: potente estimuladora alfa e beta adrenérgica, com notáveis ações sobre o
1. Quais a contra-indicações para Sibutramina? Hipertenso, miocárdio, os músculos vasculares e outros músculos lisos, de efeito
comorbidades, idoso... vasopressor muito conhecido. O mecanismo da elevação da pressão
2. Compulsão alimentar: Topiromato +Fluoxetina ou Sertralina arterial (PA) causado pela adrenalina deve-se a uma ação direta no
3. Se ele é obeso e diabético? Metformina, Liraglutide e se não miocárdio, com o aumento da contração ventricular (inotropismo
tiver contra-indicação pode passar também a Sibutramina positivo), o aumento da frequência cardíaca (cronotropismo positivo) e a
ou Orlistat. vasoconstrição em muitos leitos vasculares (arteríolas da pele, rins e
4. Quais são os critérios de síndrome metabólica? Circunferência vênulas). Esse fármaco também eleva as concentrações de glicose
abdominal (tem que ter), HDL baixo, triglicerídeo alto, (aumento da neoglicogênese e inibição da secreção de insulina) e do
hipertensão e diabetes ou glicemia >100. lactato sérico.
5. Quais os tipos de CA associados a obesidade? Mama, próstata,
cólon. E doença óssea? Osteoartrite (o baixo peso é que está
associado a osteoporose e não a obesidade). Doenças
respiratórias? Asma, síndrome da apnéia obstrutiva do sono.
6. Quando passo fibrato? Triglicerídeo > 500. E quando associo
com a estatina? Paciente de alto risco.
7. Qual fibrato você não associa NUNCA associa com
estatina? GENFIBROSILA.
8. Dislipidemia mista: Atorvastatina ou Rosovastatina
9. HIV positivo: Pravastatina

Hipercolesterolemia sempre investiga hipotireoidismo.

Xantelasma: Pensar em colesterol

Xantoma tendinoso: hipercolesterolemia familiar


Efeitos colaterais da
estatina: miopatia, rabdomiolise, hepatotoxicidade...Monitorar
CPK, enzimas hepáticas.

Qual alteração lipídica associada a diabetes e obesidade? LDL


normal (porém mais aterogêneo) e aumento do triglicerídeo.

Objetivo para paciente de alto risco é LDL<70 ou pela americana


baixar pelo menos 50% do valor detectado.

ANAFILAXIA

A anafilaxia consiste em uma reação alérgica sistêmica, severa e rápida a


determinada substância, chamada alergênio ou alérgeno. O mecanismo
clássico dessa síndrome envolve a produção de anticorpos IgE. Os
mediadores bioquímicos envolvidos são a histamina e os derivados do
ácido araquidônico (leucotrienos, tromboxanos, prostaglandinas, fator
ativador de plaquetas), os quais estão envolvidos na contratura da
musculatura lisa, no aumento da permeabilidade capilar, na ativação
neuronal, na aderência de plaquetas, na quimiotaxia e na ativação de
eosinófilos, o que resulta nos sintomas clínicos de urticária, angiodema e
hipotensão, entre outros. A histamina induz à vasodilatação e ao
broncoespasmo (constrição das vias aéreas), entre outros efeitos. Outros
mediadores envolvidos são as proteases neutras, como triptase, quimase,
carboxipeptidase e catepsina G, que aumentam as reações de
degranulação de mastócitos, e as proteoglicanas, como heparina e sulfato
de condroitina, que têm como atividades a quimiotaxia de eosinófilos, a
ligação de fosfolipase A2, a inibição do complemento, entre outras. A
adrenalina é administrada devido a seus importantes efeitos na
musculatura brônquica (broncodilatação) pela interação com receptores
beta-2 do músculo liso, bronquial, combinada à inibição da degranulação
de mastócitos, o que alivia os principais riscos e sintomas da anafilaxia.
Outro importante efeito é a contração do músculo vascular ao agir sobre
os receptores alfa-1, o que alivia a hipotensão. A adrenalina intramuscular
justifica-se como droga de escolha por possuir rápido efeito em

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PEDRO RICARDO M. ANDRADE
TERESINA - PI
ACADÊMICO DE MEDICINA

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