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Adultos: Lição 13 – Vida Cristã – 23 á 30 Dezembro

2017
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LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA – ADULTOS – 4° TRIMESTRE 2017

LIÇÃO 13: VIDA CRISTÃ

23 Á 30 DEZEMBRO 2017

SÁBADO Á TARDE – 23 DE DEZEMBRO 2017 – Ano Bíblico: Ap 4–6

VERSO PARA MEMORIZAR

“Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu? Pois todos
compareceremos perante o tribunal de Deus” (Rm 14:10).

LEITURAS DA SEMANA

ROMANOS 14–16

Estamos agora na última parte do nosso estudo sobre Romanos, o livro a partir do qual
nasceu a Reforma Protestante. Mais do que qualquer outro, ele nos revela por que somos
protestantes e por que devemos permanecer assim. Como protestantes, e especialmente
como adventistas do sétimo dia, apoiamo-nos no princípio de sola Scriptura, que defende

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unicamente a Bíblia como padrão de fé. Na Bíblia, aprendemos a mesma verdade que fez
com que nosso antepassado espiritual, séculos atrás, rompesse com Roma – a grande
verdade da salvação pela fé, expressada de maneira tão poderosa na Epístola de Paulo
aos Romanos.

Talvez toda essa questão possa ser resumida pela pergunta do carcereiro pagão: “Que
devo fazer para que seja salvo?” (At 16:30).

Em Romanos, temos a resposta para essa pergunta; porém, essa não era a resposta dada
pela igreja na época de Lutero. Por isso, a Reforma começou, e aqui estamos hoje.

Nessa última seção, Paulo abordou outros assuntos, talvez não tão centrais ao seu tema
principal, mas suficientemente importantes para serem incluídos na carta. Portanto, para
nós, eles também fazem parte das Sagradas Escrituras.

Como Paulo terminou essa carta? O que ele escreveu? Quais verdades existem para nós,
herdeiros não apenas de Paulo, mas também dos nossos antepassados protestantes?

https://mais.cpb.com.br/wp-content/uploads/2017/12/L13-1SAB.mp3
Desafie os jovens de sua igreja a dedicar as férias ao projeto Calebe, à Escola Cristã de
Férias e a outros projetos espirituais. Incentive-os a sentir alegria em salvar pessoas.

DOMINGO, 24 DE DEZEMBRO 2017 – FRACO NA FÉ – Ano Bíblico: Ap 7–9

Em Romanos 14:1-3, Paulo tratou da questão relacionada ao consumo de carnes que


poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. O Concílio de Jerusalém (At 15) decidiu que os
gentios convertidos deveriam se abster de comer esses alimentos. No entanto, as pessoas
sempre queriam saber se as carnes vendidas nos mercados públicos vinham de animais
sacrificados aos ídolos (veja 1Co 10:25). Alguns cristãos não se importavam com isso de
maneira nenhuma; outros, se houvesse a menor dúvida, optavam por comer legumes em
vez de carne. A discussão não tinha nada a ver com a questão do vegetarianismo ou da
vida saudável. Nem tampouco Paulo insinuou nessa passagem que a distinção entre
carnes puras e imundas foi abolida. Esse não era o assunto em consideração. Se
interpretarmos as palavras “de tudo se pode comer” (Rm 14:2, ARC) como se agora
qualquer animal, limpo ou imundo, pudesse ser consumido, as aplicaremos erroneamente.
A comparação com outras passagens do Novo Testamento vai contra essa aplicação.

Entretanto, “aceitar” o fraco na fé significava conceder a ele plena inclusão no corpo de


Cristo e igualdade no status social. Não se devia discutir com a pessoa, mas dar a ela o
direito à opinião.

1. Qual é o princípio de Romanos 14:1-3? Assinale a alternativa correta:

A.( ) Aprovar quem deseja comer as carnes imundas.

B.( ) Respeitar a opinião de cada um quanto às carnes sacrificadas aos ídolos.

É igualmente importante perceber que, em Romanos 14:3, Paulo não falou negativamente
do “fraco na fé” (Rm 14:1, NVI). Ele também não deu a essa pessoa conselhos sobre como
se tornar forte. No que diz respeito a Deus, é aceito o cristão extremamente meticuloso
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(julgado assim, aparentemente, não por Deus, mas por seus companheiros cristãos).
“Deus o acolheu” (Rm 14:3).

2. Em Romanos 14:4, como Paulo ampliou o que acabamos de ver?

https://mais.cpb.com.br/wp-content/uploads/2017/12/L13-2DOM.mp3
Os princípios vistos na lição de hoje devem estar em nossa mente. Além disso, sabemos
que não podemos julgar o coração das pessoas. No entanto, não existem momentos nos
quais é preciso julgar suas ações e intervir nelas? Devemos nos esquivar e não fazer nem
dizer nada em todas as situações? Isaías 56:10 descreve as sentinelas como “cães
mudos, incapazes de latir” (NVI). Como podemos saber quando falar e quando ficar em
silêncio? Como encontrar o equilíbrio?

Fortaleça sua vida por meio do estudo da Palavra de Deus: acesse o site
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SEGUNDA, 25 DE DEZEMBRO 2017 – DIANTE DO TRIBUNAL DE DEUS – Ano


Bíblico: Ap 10, 11

3. Leia Romanos 14:10. Por que devemos ter cuidado ao julgar os outros? Assinale “V”
para verdadeiro ou “F” para falso:

A.( ) Porque todos compareceremos diante do tribunal de Deus.

B.( ) Porque somente o Senhor tem a capacidade plena de julgar.

Às vezes julgamos os outros com dureza e, muitas vezes, pelas mesmas coisas que
fazemos. Porém, o que fazemos não nos parece tão ruim como quando outras pessoas
fazem a mesma coisa. Podemos enganar a nós mesmos, mas não enganamos a Deus,
que nos advertiu: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que
julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão
também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que
está no teu próprio?” (Mt 7:1-4).

4. Leia Romanos 14:11. Qual é o sentido da declaração do Antigo Testamento introduzida


por Paulo nessa passagem?

A citação de Isaías 45:23 defende a ideia de que todos deverão comparecer diante do
tribunal. “Todo joelho” e “toda língua” individualizam a convocação. A implicação é que
cada um terá que responder por sua vida e suas ações (Rm 14:12). Ninguém poderá
responder por outra pessoa. Nesse sentido importante, não somos guardadores dos
nossos irmãos.

5. Mantendo o contexto em mente, como você entende o que Paulo disse em Romanos
14:14?

O assunto ainda era os alimentos sacrificados aos ídolos. Claramente, a questão não era a
distinção entre os alimentos considerados puros ou impuros. Paulo
declarou que não havia, necessariamente, nada de errado em comer alimentos que

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pudessem ter sido oferecidos aos ídolos. Afinal, o que é um ídolo? Não é nada (veja 1Co
8:4); então, quem se importa se algum pagão ofereceu o alimento à estátua de um sapo
ou de um touro?

Uma pessoa não deveria ser forçada a violar sua consciência, mesmo sendo essa muito
sensível. Os irmãos “fortes” aparentemente não entenderam isso. Eles desprezavam a
meticulosidade dos irmãos “fracos” e colocavam obstáculos em seu caminho.

https://mais.cpb.com.br/wp-content/uploads/2017/12/L13-3SEG.mp3
É possível que, em seu zelo pelo Senhor, você esteja em perigo quanto ao que Paulo
advertiu nessa passagem? Por que não devemos procurar ser a consciência dos outros,
não importando quanto sejam boas as nossas intenções?

TERÇA, 26 DE DEZEMBRO 2017 – NENHUMA OFENSA – Ano Bíblico: Ap 12–14

6. Leia Romanos 14:15-23 (veja também 1 Coríntios 8:12, 13). Resuma nas linhas abaixo a
essência das palavras de Paulo. Qual princípio dessa passagem podemos aplicar em
todas as áreas da vida?

Em Romanos 14:17-20, Paulo colocou vários aspectos do cristianismo em seu devido


contexto e perspectiva. Embora a dieta seja importante, os cristãos não devem brigar com
relação às escolhas de algumas pessoas em comer legumes em vez de carne que poderia
ter sido sacrificada aos ídolos. Em vez disso, eles devem se concentrar na justiça, paz e
alegria no Espírito Santo. Como poderíamos aplicar essa ideia às discussões sobre dieta
em nossa igreja hoje? Por mais que a mensagem de saúde e, especialmente, os
ensinamentos sobre alimentação possam ser uma bênção para nós, nem todo mundo
entende esse assunto da mesma forma,
e precisamos respeitar essas diferenças.

7. Em Romanos 14:22, em meio a essa discussão sobre deixar que as pessoas sigam a
própria consciência, Paulo acrescentou uma ressalva: “Bem-aventurado
é aquele que não se condena naquilo que aprova”. Qual é a advertência de Paulo ali?
Como isso equilibra o restante de suas palavras nesse contexto? Assinale a alternativa
correta:

A.( ) Devemos ser nós mesmos e fazer tudo que é lícito, sem nos preocupar com a opinião
dos outros.

B.( ) Devemos lembrar que somos, de certa forma, “responsáveis” pela fé dos outros. Por
isso, não devemos ser pedra de tropeço.

Você já ouviu alguém dizer: “Não é da conta de ninguém o que eu como, o que uso ou o
tipo de entretenimento do qual participo”? Será que é assim mesmo? Nenhum de nós vive
no vácuo. Nossas ações, palavras, atos e até nossa alimentação podem influenciar os
outros para o bem ou para o mal. Não é difícil ver como isso ocorre. Se alguém que o
admira vê você fazendo algo “errado”, ele pode ser influenciado, pelo seu exemplo, a fazer
a mesma coisa. Enganamos a nós mesmos se pensamos o contrário. Não vem ao caso
argumentar que você não forçou a pessoa. Como cristãos, temos responsabilidades uns
para com os outros, e, se nosso exemplo levar alguém a se perder, seremos culpados.
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Qual tipo de exemplo você apresenta? Você se sentiria confortável em ter outros,
especialmente jovens ou novos cristãos, seguindo seu exemplo em todas as áreas? O que
sua resposta revela?

QUARTA, 27 DE DEZEMBRO 2017 – OBSERVÂNCIA DE DIAS – Ano Bíblico: Ap 15–


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Nessa discussão sobre não julgar os que entendem algumas coisas de maneira diferente
da nossa e não ser pedra de tropeço para os que podem ser ofendidos pelas nossas
ações, Paulo trouxe à tona a questão dos dias especiais que alguns desejavam observar e
outros não.

8. Leia Romanos 14:4-10. Como devemos entender o que Paulo declarou nesses versos?
Isso tem a ver com o quarto mandamento? Por quê?

Sobre quais dias Paulo estava falando? Havia um conflito na igreja primitiva a respeito da
observância ou não observância de certos dias? Aparentemente, sim. Obtemos uma pista
em Gálatas 4:9, 10, em que Paulo repreendeu os cristãos da Galácia por observarem
“dias, e meses, e tempos, e anos”. Como observamos na lição 2, alguns membros da
igreja haviam persuadido os cristãos da Galácia a ser circuncidados e a guardar outros
preceitos da lei de Moisés. Paulo temia que essas ideias também prejudicassem a igreja
romana. Contudo, talvez em Roma, particularmente os judeus cristãos tiveram dificuldade
em se convencer de que não precisavam mais observar as festas judaicas. Paulo estava
dizendo nesse texto: faça o que quiser com relação a esse assunto; o ponto importante é
não julgar aqueles que entendem o assunto de maneira diferente da sua. Parece que
alguns cristãos, para não correr riscos, decidiram observar uma ou mais festas judaicas. O
conselho de Paulo é: deixe que o façam se estiverem convencidos de que devem fazê-lo.

Aplicar o sábado semanal ao texto de Romanos 14:5, como alguns argumentam, é


infundado e ilegítimo. Dá para imaginar Paulo agindo de maneira tão descuidada em
relação ao quarto mandamento? Como vimos durante o trimestre, o apóstolo enfatizou a
obediência à lei; portanto, ele certamente não colocaria o mandamento do sábado na
mesma categoria das pessoas que estavam confusas quanto a comer ou não alimentos
que pudessem ter sido oferecidos aos ídolos. Por mais que esse texto seja comumente
utilizado como exemplo de que o sábado (sétimo dia) não é mais válido, não é isso o que
ele significa. Usar o texto dessa maneira é um perfeito exemplo do que as pessoas faziam
com os escritos de Paulo, de acordo com a seguinte advertência de Pedro: “Ao [Paulo]
falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas,
nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam,
como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3:16).

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Qual tem sido sua experiência com o sábado? Tem sido a bênção que deveria ser? Quais
mudanças você pode fazer para experimentar mais plenamente o que o Senhor lhe oferece
no sábado?

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QUINTA, 28 DE DEZEMBRO 2017 – PALAVRAS FINAIS – Ano Bíblico: Ap 18, 19

9. Leia Romanos 15:1-3. Qual importante verdade encontramos nessa passagem?


Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A.( ) Não devemos agradar a nós mesmos, e sim aos outros.

B.( ) Não devemos agradar aos outros, e sim a nós mesmos.

10. Essa passagem capta o que significa ser seguidor de Jesus?

11. Quais outros versos ensinam a mesma ideia? Como você pode viver esse princípio?

12. Leia Romanos 15:5, 6, 13, 33. Quando Paulo terminou sua carta, ele pronunciou
bênçãos diferentes. Quais foram elas?

O Deus da paciência é Aquele que ajuda Seus filhos a perseverar firmemente. A palavra
grega para “paciência”, hupomone, significa “fortaleza”, “resistência firme”. A palavra para
“consolação” pode ser traduzida como “encorajamento”. O Deus do encorajamento nos
encoraja. O Deus da esperança é Aquele que deu esperança à humanidade. Da mesma
forma, o Deus da paz é a Pessoa que dá a paz e em quem se pode ter paz.

13. Leia Romanos 16:25-27. Depois de inúmeras saudações pessoais, como Paulo
concluiu sua carta?

Paulo concluiu sua carta com uma gloriosa declaração de louvor a Deus. O Senhor é
Aquele em quem os cristãos podem confiar seguramente a fim de confirmar sua posição
como filhos redimidos de Deus, justificados pela fé e guiados por Seu Espírito.

Paulo foi inspirado pelo Senhor a escrever essa carta em resposta a uma situa​ção
específica, em um momento específico. O que não sabemos são os detalhes sobre o que
o Senhor tinha revelado a Paulo a respeito do futuro.

Paulo sabia sobre a “apostasia” (2Ts 2:3), embora o texto não revele quanto ele sabia. Em
suma, não sabemos se Paulo tinha alguma noção do papel que ele e seus escritos teriam
nos eventos finais. Em certo sentido, isso não importa. O que importa é que desses textos
nasceu o Protestantismo, e neles os que buscam permanecer fiéis a Jesus tiveram e terão
o fundamento escriturístico sobre o qual fundamentar sua fé e seu compromisso, mesmo
quando o mundo se maravilhar, “seguindo a besta” (Ap 13:3).

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SEXTA, 29 DE DEZEMBRO 2017 – ESTUDO ADICIONAL – Ano Bíblico: Ap 20–22

Leia, de Ellen G. White, “Unidade e Amor na Igreja”, p. 477, 478; “Amor Pelos que Erram”,
p. 604-606, em Testemunhos Para a Igreja, v. 5; “Auxílio aos Tentados”, p. 166, em A
Ciência do Bom Viver; p. 719, no Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 6.

“Vi o perigo em que o povo de Deus incorre ao olhar para o irmão e a irmã White,
pensando que deve ir a eles com suas preocupações e em busca de conselho. Isso não
deve ser assim. Eles são convidados por seu compassivo e amoroso Salvador a ir a Ele
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quando cansados e sobrecarregados, e Ele os aliviará […]. Muitos vêm a nós com a
pergunta: Devo fazer isto? Devo envolver-me nesta empreitada? Ou, com relação ao
vestuário: Devo usar este ou aquele artigo? Respondo-lhes: Vocês professam ser
discípulos de Cristo. Estudem suas Bíblias. Examinem cuidadosamente e com oração a
vida de nosso querido Salvador quando habitava entre os homens na Terra. Imitem-na e
não se desviarão do caminho estreito” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p.
118, 119).

“Os que decidem não fazer, em nenhum sentido, coisa alguma que desagrade a Deus,
depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a direção que deverão seguir” (Ellen G.
White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).

“A independência de espírito é susceptível de levar o agente humano a ter demasiada


confiança em si mesmo e em seu próprio discernimento, de preferência a respeitar o
conselho e […] a maneira de julgar de seus irmãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p.
163, 164).

Perguntas para discussão

Com base nos temas desta semana, qual é o equilíbrio nestas situações:

1. Como ser fiéis ao que cremos sem julgar os que entendem as coisas de maneira
diferente da nossa?

2. Como ser fiéis à nossa consciência, não buscando ser a consciência dos outros, mas
ajudar os que estão equivocados? Quando devemos falar e quando devemos ficar em
silêncio? Em quais situações seremos culpados se guardarmos silêncio?

3. Como ser livres no Senhor e ao mesmo tempo perceber nossa responsabilidade de ser
bons exemplos para aqueles que nos admiram?

Respostas e atividades da semana:

1. B.

2. Divida a classe em duplas e peça aos alunos que discutam como podemos explicar a
um incrédulo por que nos abstemos das carnes imundas, sem citar Romanos 14, visto que
essa passagem não se refere a esse assunto.

3. V; V.

4. Reflita com os alunos sobre o juízo. Peça a eles que escrevam os pecados pelos quais
Deus os condenará, se não se arrependerem. Peça que levem esse papel para casa e
orem para que Deus os ajude a abandonar esses pecados.

5.Resposta pessoal.

6. Resumo pessoal. Devemos deixar de fazer aquilo que escandaliza nosso irmão.

7.B.

8. Solicite que um aluno responda essa pergunta.


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9. V; F.

10. Promova uma discussão a respeito do que significa renunciar a nós mesmos e levar a
nossa cruz.

11. Peça aos alunos que conversem em grupos de dois ou três sobre maneiras práticas de
agradar os outros.

12. Leia os textos sugeridos na pergunta e escolha a bênção com a qual você mais se
identificou.

13. Peça que um aluno leia a passagem em voz alta e tire suas conclusões.

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