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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA

@ (PROCESSO ELETRÔNICO)
LFTS
Nº 70074262148 (Nº CNJ: 0190329-66.2017.8.21.7000)
2017/CÍVEL

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO


JUDICIAL. HABILITAÇÃO DE CRÉDITO.
EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO.
PEDIDO IMPUGNADO. LITIGIOSIDADE
CONFIGURADA. FIXAÇÃO DE HONORÁRIOS
SUCUMBENCIAIS. CABIMENTO.
1. São devidos honorários advocatícios quando
o pedido de habilitação de crédito na
recuperação judicial é impugnado, como na
hipótese.
2.Honorários advocatícios arbitrados em favor
dos patronos da empresa recuperanda, em
consonância com a simplicidade da causa e o
trabalho despendido, de acordo com o disposto
no art. 85, §§ 2º, 6º e 8º, do CPC, em R$
2.000,00 (dois mil reais).
AGRAVO DE INSTRUMENTO PROVIDO.

AGRAVO DE INSTRUMENTO QUINTA CÂMARA CÍVEL

Nº 70074262148 (Nº CNJ: 0190329- COMARCA DE PORTO ALEGRE


66.2017.8.21.7000)

GGM ARTIGOS ESPORTIVOS EIRELI AGRAVANTE

BANCO DO BRASIL S/A AGRAVADO

GGM ARTIGOS ESPORTIVOS EIRELI - INTERESSADO


EM RECUP. JUDICIAL

ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos os autos.

Acordam os Desembargadores integrantes da Quinta Câmara


Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em dar
provimento ao agravo de instrumento.

Custas na forma da lei.

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Nº 70074262148 (Nº CNJ: 0190329-66.2017.8.21.7000)
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Participaram do julgamento, além da signatária, os


eminentes Senhores DES.ª ISABEL DIAS ALMEIDA (PRESIDENTE) E
DES. JORGE ANDRÉ PEREIRA GAILHARD.

Porto Alegre, 27 de setembro de 2017.

DES.ª LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA,


Relatora.

R E L AT Ó R I O

DES.ª LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA (RELATORA)

GGM ARTIGOS ESPORTIVOS EIRELI - EM RECUPERAÇÃO


JUDICIAL interpôs agravo de instrumento contra a decisão (fls.96-97)
que julgou extinta, sem resolução do mérito, a denominada habilitação de
crédito apresentada por BANCO DO BRASIL S.A., mas deixou de fixar
honorários advocatícios de sucumbência aos patronos da agravante.

Eis a decisão agravada:

“Trata-se de impugnação de crédito, regularmente


instruída, na qual se impõe o julgamento do feito no estado
em que se encontra.
O crédito do autor foi reconhecido no quadro
publicado pelo edital do art. 7º, §2º, da Lei 11.101/2005.
Caberia impugnação, se estivesse de acordo com o previsto
no artigo 8º da mesma Lei:

No prazo de 10 (dez) dias, contado da


publicação da relação referida no art. 7o, § 2o, desta
Lei, o Comitê, qualquer credor, o devedor ou seus sócios
ou o Ministério Público podem apresentar ao juiz
impugnação contra a relação de credores, apontando a
ausência de qualquer crédito ou manifestando-se contra
a legitimidade, importância ou classificação de crédito
relacionado.

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Entretanto, o presente feito foi ajuizado em


29.08.2016, ou seja, 13 dias após a data da publicação
(16.08.2016) do edital do artigo 7º, §2º (fl. 91). Desse modo,
não merece o acolhimento a pretensão da impugnante, pois
apesar da nomenclatura do processo estar habilitação de
crédito, ficou comprovado nos autos que se trata,
efetivamente, de impugnação de crédito.
Ante o exposto, JULGO EXTINTO com base no art.
485,IV do CPC.
Custas pela parte autora.
Com o trânsito em julgado, arquivem-se os autos.”

A agravante interpôs embargos de declaração (fls. 60-66)


que foram desacolhidos (fls. 69).

Em razões de recurso (fls. 03-13), a recorrente sustenta que


seja qual for o conteúdo da decisão, inclusive nos casos de julgamento
sem resolução do mérito, são devidos honorários advocatícios quando o
pedido de habilitação de crédito na recuperação judicial é impugnado,
como na hipótese. Aduz que houve litigiosidade no processo, porque o
agravado afirmou que o valor arrolado na segunda lista de credores
estaria incorreto. Invoca o princípio da causalidade. Postula, dessa forma,
a fixação de da verba honorária, com base no artigo 85, §§ 6º e 10º, do
CPC, entre 10% (dez) e 20% (vinte) do benefício econômico discutido na
impugnação de crédito. Pede o provimento do recurso.

O agravo foi recebido (fls. 101-102) e a parte agravada


apresentou contrarrazões (fls. 108/111).

O Administrador Judicial apresentou manifestação às fls.


113/118, postulando o provimento do agravo e a fixação de honorários
advocatícios aos patronos da recuperanda e a ele próprio.

O Ministério Público emitiu parecer pelo provimento do


recurso (fls. 126-129), com a condenação da agravada ao pagamento de
honorários advocatícios em favor da recuperanda.

Vieram conclusos para julgamento.

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É o relatório.

VOTOS

DES.ª LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA (RELATORA)

Eminentes Colegas.

Impende ressaltar, de início, que não conheço do pedido de


fixação de honorários advocatícios em favor do Administrador Judicial
porque ele não recorreu da decisão agravada. Quem recorreu da decisão
foi tão somente a empresa recuperanda.

Desse modo, incabível conhecer da pretensão articulada ao


final da manifestação apresentada neste grau de jurisdição pelo
Administrador Judicial porque só poderia ser conhecida se formulada por
meio de recurso.

No tocante à questão de fundo, a jurisprudência deste e.


Tribunal de Justiça, seguindo entendimento do Superior Tribunal de
Justiça, é no sentido do cabimento da fixação de honorários advocatícios
em habilitação de crédito quando instaurada litigiosidade
(impugnação/oposição) sobre o crédito habilitado, como na hipótese, em
favor do Administrador Judicial e/ou do advogado da empresa
recuperanda.

Ao contrário do que alega o ora agravado (fl. 111), a


recuperanda e o Administrador Judicial não concordaram, simplesmente,
com o que foi requerido pelo banco nos autos do processo.

No caso concreto, vê-se que o Banco do Brasil S.A. divergiu


do valor do crédito apurado e declarado na segunda relação de credores
da empresa recuperanda, postulando sua retificação (fls. 15-18), oposição
que foi rebatida pela empresa (fls. 27-28) e pelo Administrador Judicial
(fls. 39-41) que ainda apuraram um terceiro valor.

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Assim, configurada a litigiosidade com a impugnação à


habilitação do crédito, é cabível a fixação de honorários advocatícios
sucumbenciais.

Nesse sentido, a jurisprudência desta c. Câmara (grifos


ausentes no original):

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO JUDICIAL.


HABILITAÇÃO DE CRÉDITO JULGADA EXTINTA. FIXAÇÃO
DE VERBA HONORÁRIA EM FAVOR DA ADMINISTRADORA
JUDICIAL. POSSIBILIDADE. 1. A requerente ingressou com
pedido desnecessário, na medida em que o crédito
pretendido habilitar já constava do rol de credores da
empresa recuperanda, o que foi objeto de
impugnação pela administradora judicial, motivo pelo
qual se revela cabível a fixação de honorários
advocatícios, pelo princípio da causalidade. 2. Assim,
diante das diretrizes precitadas, ou seja, o grau de zelo do
profissional, o lugar de prestação do serviço, a natureza e a
importância da causa, entendo que a verba honorária fixada
em R$ 1.000,00 (mil reais) em favor da administradora
judicial se revela adequada, pois remunera apropriadamente
a referida profissional. Negado seguimento ao agravo de
instrumento. (Agravo de Instrumento Nº 70053142683,
Quinta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator:
Jorge Luiz Lopes do Canto, Julgado em 17/04/2013).

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO JUDICIAL.


IMPUGNAÇÃO AO QUADRO GERAL DE CREDORES.
PRETENSÃO RESISTIDA. PROCEDÊNCIA DO INCIDENTE.
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. CABIMENTO. REDUÇÃO
DO MONTANTE FIXADO. I. Nas habilitações de crédito em
processos de recuperação judicial e falência, bem
como nas impugnações ao quadro geral de credores,
somente cabe a condenação da empresa recuperanda
ou da massa falida em honorários advocatícios nos
casos em que configurada a litigiosidade, o que
ocorre com a apresentação de impugnação à
habilitação. Precedentes do STJ e desta Corte. No
caso concreto, houve pretensão resistida por parte da
agravada, uma vez que esta apresentou valores
diversos aos do agravado, conferindo o caráter
litigioso à Impugnação ao Quadro Geral de Credores.

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Assim, considerando a procedência do incidente e,


com base no princípio da causalidade, deve a
agravada suportar os honorários advocatícios do
procurador da agravante. II. Contudo, deve ser reduzido
o montante arbitrado a título de honorários advocatícios,
tendo em vista que se tratou de mero incidente processual,
sem qualquer dilação probatória. Na hipótese dos autos,
considerando o grau de zelo do profissional, o lugar de
prestação do serviço, a natureza e a importância da causa e
o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o
seu serviço, a verba honorária deve ser reduzida para R$
5.000,00. Inteligência do art. 85, §§ 2° e 8°, do CPC. III.
Outrossim, não se sustenta a alegação de inexigibilidade da
verba honorária, tendo em vista que trata-se de crédito
constituído após o pedido de recuperação judicial, não
estando sujeito aos seus efeitos, de acordo com o art. 49 da
Lei n° 11.101/2005, podendo ser livremente executado após
o prazo de 180 dias do art. 6º, § 4º, do referido diploma
legal. AGRAVO PARCIALMENTE PROVIDO. (Agravo de
Instrumento Nº 70071891287, Quinta Câmara Cível, Tribunal
de Justiça do RS, Relator: Jorge André Pereira Gailhard,
Julgado em 29/03/2017).

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO JUDICIAL.


HABILITAÇÃO DE CRÉDITO. EXTINÇÃO. HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS. CABIMENTO. VALOR. FIXAÇÃO. 1.
Adequação da via eleita. Sendo a decisão que julga a
habilitação e/ou impugnação recorrível por meio de agravo
de instrumento (Lei 11.101/2005, artigos 10, §5º, e 17),
descabe a interposição de apelação. Preliminar afastada.
Prevenção inocorrente. Ofício-Circular n.º 01-2016 - 1ª VP,
item 22, c . Preliminares afastadas. 2. Por força do
princípio da causalidade, segundo o qual aquele que
deu causa à instauração do litígio deve arcar com as
despesas dele decorrentes, impõe-se a condenação
da parte agravada ao pagamento de honorários
advocatícios, uma vez que foi instaurada litigiosidade
entre as partes. Verba honorária fixada. Art. 85, § §2º
e 8º, do NCPC. À UNANIMIDADE, DESACOLHIDAS AS
PRELIMINARES E, POR MAIORIA, RECURSO PARCIALMENTE
PROVIDO.
(Agravo de Instrumento Nº 70069627206, Quinta Câmara
Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Isabel Dias Almeida,
Julgado em 28/09/2016)

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E deste e. Tribunal (grifos ausentes no original):

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO JUDICIAL.


HABILITAÇÃO DE CRÉDITO. PRETENSÃO RESISTIDA PELO
ADMINISTRADOR. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE.
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. DEVIDO. Agravo de
instrumento desprovido. (Agravo de Instrumento Nº
70071518401, Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do
RS, Relator: Elisa Carpim Corrêa, Julgado em 30/03/2017)

Agravo de instrumento. Recuperação judicial.


Habilitação de crédito. Impugnação julgada extinta.
Fixação de custas e honorários sucumbenciais.
Possibilidade. Inaplicabilidade da Tabela "I", item 11, alínea
"d", da Lei Estadual n.º 8.121/5, não se tratando de verbas
trabalhistas. Honorários arbitrados por equidade, em
razão de não ter sobrevindo às partes proveito
econômico. Agravo de instrumento parcialmente provido.
(Agravo de Instrumento Nº 70073820821, Sexta Câmara
Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Ney Wiedemann
Neto, Julgado em 20/07/2017)

AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERAÇÃO JUDICIAL.


HABILITAÇÃO DE CRÉDITO. IMPUGNAÇÃO.
MANUTENÇÃO DO VALOR DA SACA DE TRIGO
CORRESPONDENTE À DATA DE ENTREGA DO PRODUTO.
CLASSIFICAÇÃO DO CRÉDITO COMO ESPECIAL.
CONCORDÂNCIA DA RECUPERANDA. FIXAÇÃO DE
HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. CABIMENTO. PRESENTE
LITIGIOSIDADE. À UNANIMIDADE, NEGARAM
PROVIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. (Agravo
de Instrumento Nº 70070933171, Sexta Câmara Cível,
Tribunal de Justiça do RS, Relator: Luís Augusto Coelho
Braga, Julgado em 11/05/2017)

Assim, tendo em vista que houve oposição ao crédito a ser


habilitado, caracteriza-se a ocorrência de litigiosidade a ensejar a

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condenação dos honorários advocatícios em favor da recuperanda, com


fundamento nos §§ 2º, 6° e 8º, do art. 85, do CPC, que dispõe:

Art. 85. A sentença condenará o vencido a pagar honorários


ao advogado do vencedor.
(...)
§ 2o Os honorários serão fixados entre o mínimo de dez e o
máximo de vinte por cento sobre o valor da condenação, do
proveito econômico obtido ou, não sendo possível mensurá-
lo, sobre o valor atualizado da causa, atendidos:
I - o grau de zelo do profissional;
II - o lugar de prestação do serviço;
III - a natureza e a importância da causa;
IV - o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido
para o seu serviço.
(...)
§6º – Os limites e critérios previstos nos §§ 2º e 3º aplicam-
se independentemente de qual seja o conteúdo da decisão,
inclusive aos casos de improcedência ou de sentença sem
resolução de mérito.
(...)
§ 8o Nas causas em que for inestimável ou irrisório o
proveito econômico ou, ainda, quando o valor da causa for
muito baixo, o juiz fixará o valor dos honorários por
apreciação equitativa, observando o disposto nos incisos do
§ 2o.

In casu, não há condenação e o arbitramento da verba


honorária em percentual, mesmo que mínimo, sobre o valor da causa,
cerca de R$ 103.173,10 (cento e três mil, cento e setenta e três reais e
dez centavos), considerando o valor inicialmente arrolado, importaria em
onerosidade excessiva e desproporcional à parte agravada e uma
vantagem injustificada aos patronos da agravante, o que não se pode
admitir.

Porém, o citado § 8º do artigo 85 do CPC permite ao Julgador


o arbitramento da verba honorária por apreciação equitativa do Juízo nas

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causas em que não houver proveito econômico ou não se puder arbitrar


os honorários sobre o valor da causa, como na hipótese.

Desse modo, observando o disposto nos incisos do § 2º do


artigo 85 do CPC, considerando as particularidades do caso concreto, em
especial, a atividade desenvolvida, a singeleza da causa e os parâmetros
adotados por esta e. Câmara em casos similares, fixo os honorários no
valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Isso posto, DOU PROVIMENTO AO AGRAVO DE


INSTRUMENTO para fixar honorários advocatícios em prol do patrono
da parte agravante, que arbitro em R$ 2.000,00 (dois mil reais), com
correção monetária pelo IGP-M a contar da publicação deste acórdão.

DES.ª ISABEL DIAS ALMEIDA (PRESIDENTE) - De acordo com o(a)


Relator(a).

DES. JORGE ANDRÉ PEREIRA GAILHARD - De acordo com o(a)


Relator(a).

DES.ª ISABEL DIAS ALMEIDA - Presidente - Agravo de Instrumento nº


70074262148, Comarca de Porto Alegre: "DERAM PROVIMENTO AO
AGRAVO DE INSTRUMENTO. UNÂNME."

Julgador(a) de 1º Grau: GIOVANA FARENZENA