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FRATERNIDADE ESPÍRITA AMIGOS DA LUZ FEAL

RUA ROSA DE OLIVEIRA, Nº 400 4ª ETAPA RIO DOCE OLINDA PE

O MÉDIUM DE CONSULTA Sua Finalidade e seu Desenvolvimento Vinde a mim, todos os que
O MÉDIUM DE CONSULTA
Sua Finalidade e seu Desenvolvimento
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de
coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Jesus
Mateus 11:28-30

PROPÓSITO:

FORNECER ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA.

2017

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

SUMÁRIO

1. AS CASAS ESPÍRITAS E AUXÍLIO AO PRÓXIMO

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2. ORIENTAÇÃO AOS QUE PROCURAM A CONSULTA ESPIRITUAL

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3. A IMPORTANCIA DA CONSULTA NOS TRABALHOS MEDIÚNICO

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4. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO PARA MÉDIUM DE CONSULTA

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5. OBJETIVO DO MÉDIUM DE CONSULTA ESPIRITUAL

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6. COMO PODE O MÉDIUM ATINGIR O SEU OBJETIVO

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7. TIPOS DE MENSAGEM AOS QUE BUSCAM A CONSULTA ESPIRITUAL

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8. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS MÉDIUNS DE CONSULTA

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9. OS AUXILIARES DE CONSULTAS E SUAS TAREFAS

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10. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS AUXILIARES DE CONSULTA

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11. REUNIÕES DE CONSULTA ESPIRITUAL

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12. BIBLIOGRAFIA

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PROGRAMADO PELO: GRUPO DE ASSISTÊNCIA MEDIÚNICA Elaborado por: IVAN VIANA Recife, ano 1984.

1. AS CASAS ESPÍRITAS E AUXÍLIO AO PRÓXIMO

A dor e o sofrimento são caminhos utilizados por Deus, para despertamento de seus filhos, para que assim possam eles sentir a necessidade de partir em busca dos Evangelhos de Jesus e das Verdades espirituais.

E isso ocorre normalmente quando irmãos se encontram quase sem esperanças de achar soluções para os problemas psíquicos e orgânicos que os afligem.

Nesses casos, a sua ida a uma Casa Espírita deve-se comumente a uma ideia surgida através de um parente ou amigo, para que seja feita uma tentativa em busca de uma solução para esses problemas, por intermédio do Espiritismo.

Às Casas Espíritas também devem estar aptas, doutrinária e evangelicamente, para receberem esses necessitados, procurando levar-lhes com muita segurança, os conceitos que se fizerem necessários para o caso.

Quando isso acontecer, e um Centro Espirita for procurado por um desses irmãos, deverá o mesmo ser encaminhado em primeira etapa, para uma consulta, a fim de que seja orientado pela equipe espiritual encarregada desse trabalho que indicará se o problema é orgânico ou psíquico. E, em seguida, conforme for o caso, ele deverá ser recomendado a procurar um profissional de medicina, ou encaminhado a um tratamento espiritual, que normalmente consta de passes, água fluidificada, desobsessão, etc.

Apenas com esse encaminhamento, passamos a ver brotar, com todo vigor, uma nova esperança nesses irmãos sofredores que vem as nossas Casas a procura de ajuda. Sentimos que seus corações passam a vibrar com grande alegria, surgindo, então, um desejo intenso de continuar lutando para alcançar os objetivos de sua cura.

O amor e a compreensão são as armas que deverão ser usadas pelo médium de consulta para orientação desses conturbados espíritos que batem à porta da nossa Seara em busca de alivio para suas dores.

Esses médiuns de consulta e seus auxiliares são os responsáveis pelo encaminhamento correto e adequado desses irmãos cheios de esperança e carentes muitas vezes, dos inadiáveis esclarecimentos que serão levados através da chamada consulta espiritual. Por essa razão, esses trabalhadores devem ser possuidores de grande senso de responsabilidade e alta dose de evangelização, pois vão ter diante de si, espíritos sedentos no combate às angustias e sofrimentos.

Na maioria das vezes esses irmãos são como crianças, que um vislumbre de esperança e de melhoria de seus problemas, torna-os sorridentes e alegres. Entretanto, ficam tristes e desesperançados diante do menor tropeço, o que comprova a sua falta de fé e o total desconhecimento de tudo que nos foi legado por nosso Mestre Jesus.

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Sentem e desejam o apoio daqueles que se propõem ajuda-los e por essa razão, transferem com muita facilidade, o peso da responsabilidade de sua cura para os irmãos que se dedicam ao serviço intermediário do amor e da misericórdia Divina. Por essa e por outras razões, devem os médiuns de consulta lutar cada vez mais para vivenciar os Evangelhos de Jesus, para que assim possam dar de si, tudo que o nosso Mestre daria em seu lugar.

É dever das Casas Espíritas levarem o seu auxílio à todos aqueles que batem as suas portas, por isso devem utilizar em seus trabalhos, todos os aspectos que a Doutrina Espírita pode proporcionar, pois só assim, não dispersarão nenhuma oportunidade que Deus lhes oferece de servir ao próximo.

Se Deus encaminha irmãos sofredores às nossas Casas é porque tem certeza que ali poderão eles encontrar ajuda, sendo assim quando isso acontecer não furtemos a confiança que naquele momento está nos depositando o Pai Criador.

2. ORIENTAÇÃO AOS QUE PROCURAM A CONSULTA ESPIRITUAL

Quando se esgotam os recursos terrenos para aqueles que se encontram em grandes sofrimentos quando as esperanças se desvanecem, a misericórdia Divina então se faz sentir, encaminhando esses irmãos às Casas Espíritas onde eles passam a reativar a fé e a esperança através dos trabalhos espirituais.

Por desconhecer o mecanismo das curas espirituais, eles passam a considerar esses fenômenos como milagres, encaixando o fato realizado dentro de seus conceitos Doutrinários.

Não entendem que os sofrimentos de que são portadores, são frutos amargos de ações desequilibradas que foram praticadas por eles e, consequentemente violaram as Leis Divinas. Sendo assim, a cura desse mal vai depender do reequilíbrio dessas Leis que se fará através de novas ações programadas para se alcançar determinadas reações.

Bem sabemos que para cada ação existe uma reação correspondente, logo, o sabor do fruto que será colhido, representa a boa ou a má qualidade da ação que foi praticada.

Os irmãos que buscam em nossa Casa de Oração, as consultas espirituais, devem ser esclarecidos a respeito dessa realidade, como também de que os milagres por eles esperados não existem, devemos deixar bem claro que os Centros Espíritas não fazem milagres.

São eles Casas de Oração em que irmãos caídos e sofredores, se dão as mãos para que, unidos e com ajuda mútua, possam se conscientizar das verdades espirituais, ao mesmo tempo em que tentam vivenciar os Evangelhos de Jesus.

Encontramos nesses dois elementos o remédio infalível para a cura de qualquer imperfeição moral que por ventura possa nos atacar.

Os Centros Espíritas têm uma tarefa muito importante junto a esses irmãos em resgate através da dor e do sofrimento. Servem eles como catalizadores da realização de suas curas, pois lá se estuda com simplicidade os ensinamentos que nos foram trazidos pelo Mestre Jesus, e as verdades racionais da filosofia Espírita contida nos postulados que tão sabiamente foram codificados por nosso irmão ALLAN KARDEC.

Muitos dos irmãos que buscam as Casa Espíritas para um primeiro contato são, quase sempre, atraídos pela consulta espiritual, mas isso não é motivo para serem rejeitados pois sabemos que a curiosidade e a necessidade, são caminhos de despertamento para que esses irmãos possam ingressar na trilha dos Evangelhos de Jesus e dos Postulados Espíritas.

Outro fator importante é que se esses irmãos que nos procuram normalmente não são militantes de nossa Doutrina, provavelmente desconhecem os seus conceitos básicos, sendo assim, deverão os mesmo serem esclarecidos com muita objetividade, par que em um futuro próximo não venham se decepcionar quando o esperado “milagre” não acontecer.

É indispensável também, que os participantes de uma reunião no primeiro dia de frequência a uma Casa Espírita, tomem ciência de que dependerá de si, através de uma reforma íntima a tão desejada cura.

Não devemos esquecer de no contato inicial, levar-lhes uma mensagem de paz e amor, para que os seus espíritos se sintam reconfortados e esperançosos, e então, possam compreender que, nesse momento, está sendo aberta uma janela por onde agora poderão vislumbrar os meios de curar suas dores e angustias.

Faz parte do nosso trabalho ter o cuidado de, no entusiasmo de nossas palavras, não ferí-los nos seus conceitos doutrinários que, quase sempre, advêm de muitos e muitos anos e que na maioria das vezes, são tidos como imutáveis dentro da hereditariedade religiosa da família consanguínea a que pertencem.

As Searas Espíritas estão abertas para todos, atendendo-os sem nenhum preconceito de crédito religioso, cor, posição social, etc. Por isso devemos ser vigilantes para não nos tornar agressivos no modo de emitir os nossos conceitos doutrinários.

Devemos deixar bem claro para todos, que não somos contra qualquer doutrina, apenas aceitamos e militamos a espírita.

Esse é o meio seguro para que os iniciantes ali presentes, sintam-se bem e compreendam através dos esclarecimentos estão sendo ministrados, que nossa doutrina é extremamente fraternista.

Quando os conhecimentos sobre reencarnação são assimilados, nos leva a proceder de uma maneira muito compreensiva junto a todos, pois aprendemos que no nosso dia a dia, procuramos cumprir o nosso programa reencarnatório que tão sabiamente foi elaborado pela espiritualidade maior, para propiciar-nos acentuadas

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aquisições exclusivas para cada reencarnação vivenciada. Por essa razão não devemos estranhar que irmãos nossos sejam de modo contrário a nossa maneira de pensar.

Deve também o orador aproveitar a oportunidade dessa palestra e esclarecer com objetividade, o que é uma consulta espiritual, quais os seus objetivos e como o consulente deve se portar durante a consulta.

Outro ponto a ser esclarecido é que, o fato de alguém ter sido beneficiado com os serviços espirituais realizados por um Centro Espirita, não implica em compromisso de sua parte, para continuidade com a Doutrina, pois sabemos que as demais Doutrinas, também são férteis campos de trabalho quando praticados e aceitas com amor e sabedoria por seus adeptos. Representam as mesmas etapas reencarnatórias dos diversos caminhos que conduzirão todos ao Reino de Deus.

Nessa primeira palestra, os irmãos que vão fazer consulta espiritual, deverão ser esclarecidos sobre os motivos que normalmente os arrastam as nossas Searas. É muito comum serem os mesmos trazidos por doenças materiais e também por aquelas do fundo psíquico que, por sua natureza, não são bem sucedidas em seus tratamentos pelos processos usados pela medicina terrena.

O palestrante deve dar ênfase ao mecanismo da assimilação dos fluidos, ao mal causado pela sobrecarga fluídica pesada e grosseira e, também, as influências maléficas dessa sobrecarga sobre o nosso corpo orgânico, causando muitas vezes deficiências no funcionamento dos órgãos internos, que passam a exteriorizar essas consequências através das chamadas doenças.

O orador deve ainda fazer ver a todos, que a mediunidade e a obsessão são maravilhosos caminhos que nosso Pai Criador utiliza pra nos colocar em contato com os Evangelhos de Jesus e as verdades espirituais.

Não esquecer o orador, de prestar informações sobre o comportamento que deve ser adotado pelo consulente, quando estiver junto ao médium de consulta, principalmente com relação aos tipos de perguntas que devem e que não devem ser efetuadas e, também deve ser recomendado que somente deverão arguir os Guias e Protetores sobre problemas de doenças orgânicas e de perturbações psíquicas.

Sendo assim, os guias Espirituais não deverão ser inquiridos sobre os problemas materiais. Esses problemas existem para que, através do esforço dispendido para solucioná-los, possamos desenvolver a inteligência que é o mais belo e nobre atributo do espirito.

Apesar de todos esses esclarecimentos, muitos daqueles que procuram as nossas casas, para se aconselharem, ainda se decepcionam porque, esperam que na hora do atendimento, os Guias façam algumas referências aos problemas que tanto os atormentam. Entretanto, muitas vezes esses mentores espirituais se limitam a recomendar passes, água fluidificada e desobsessão.

Em vista disso acha o consulente que o resultado da consulta realizada, não foi o que ele esperava, mas, nesses casos, ocorre que esses guias observaram que os problemas aglutinados em redor de nosso irmão, são proporcionados por entidades desencarnadas, que através de um processo obsessivo provocam a dor e o sofrimento naquele irmão, entravando muitas vezes a realização do que está sendo pretendido por eles.

Isso é muito comum acontecer e, por essa razão, torna-se necessário que o palestrante não esqueça de narra com detalhes esses aspectos do problema no momento de sua exposição.

Esse tipo de palestra realizada com o objetivo de atingir os que vão ao serviço de consulta espiritual, é de grande responsabilidade para os divulgadores da doutrina espírita. Normalmente é por meio dela que é feito o primeiro contato dos iniciantes com os conceitos doutrinários que se acham inseridos em nossos postulados. Por isso, mas de qualquer outra, ela deve ser simples e objetiva para que possa esclarecer todas as dúvidas que existirem nos irmãos necessitados que buscam o alento em nossas casas de oração.

por

palestras dessa natureza porque, às vezes, se torna cansativo para o palestrante em virtude das constantes repetições dos temas que deverão ser semanalmente narrados, entretanto elas são importantíssimas e indispensáveis para esses

serviços.

Todas

as

reuniões

de

consulta

espiritual

deverão

ser

antecedidas

3. A IMPORTANCIA DA CONSULTA NOS TRABALHOS MEDIÚNICO

A mediunidade como tarefa, é concedida por Deus para todos aqueles que, ao pedi-la, demonstram boa vontade com desejo de realização de um maior progresso em uma reencarnação.

Esse gênero de mediunidade é por muitos conhecida como de tarefa ou de provação.

É concedida por misericórdia divina aqueles irmãos que mesmo não possuindo ainda a sensibilidade psíquica que frutifica com evolução espiritual, passam a possui-la temporariamente através de um processo prematuro de sensibilização, efetuado pela espiritualidade superior, sobre o períspirito daquele que ficou compromissado com os serviços mediúnicos.

Mediunidade desse gênero é concedida como um serviço extraordinário, isto é, para que um onerado espírito consiga galgar degraus mais elevados em uma única reencarnação.

Muitos espíritos ao reencarnarem estranham a sobrecarga de trabalho com que vieram compromissados, e isso acontece porque além dos problemas reencarnatórios que terão de ser enfrentados o espirito se depara com a mediunidade, que exigira de se, cotas de serviços e de sofrimento, afim de que possa dar cumprimento à tarefa assumida.

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Por esses irmãos não entenderem a razão da existência dos fenômenos que por seu intermédio se processam, passam então a reclamar, a repudiar suas faculdades mediúnicas e, por esse motivo muitas vezes os novos trabalhadores dos serviços mediúnicos, relutam em aceita-las.

Devemos ter em vista que a mediunidade de prova é como uma faca de dois gumes que quando mal utilizada, provocará dores e sofrimentos através das novas reencarnações. Esses novos débitos assumidos pelo mal uso da mediunidade terão um dia que ser saldados, pois Jesus nesse particular já nos alertou: “que pagaremos até o ultimo ceitil”.

Em vista disso, constantes recomendações de amor, dedicação e zelo por essa dádiva divina, nos são trazidos pelos mentores da espiritualidade maior e por nossos guias, que não medem esforços para saiamos vitoriosos nessa tarefa.

As imperfeiçoes espirituais dos que são possuidores, os médiuns de provas os tornam vulneráveis aos ataques dos espíritos inferiores. Isso acontece por não encontrarem os mesmos, dificuldade em se afinizarem moral e fluidicamente com esses irmãos medianeiros que passam, desse modo, a sofrer penosas consequências, com a aproximação dessas entidades e com atuação das mesmas sobre seu corpo fluídico.

A variedade dos fluidos inferiores de que são possuidores esses médiuns, abre um leque muito amplo de captação de fluidos grosseiros e densos que facilmente sobrecarregarão o seu períspirito. Essa sobrecarga se faz sentir de forma dolorosa em seu corpo orgânico dando origem as chamadas doenças de fundo psíquico ou psícossomáticas .

Tal sobrecarga fluídica é emanada voluntaria ou involuntariamente por espíritos inferiores que, pelo desejo de vingança ou por afinidades morais, transferem para outros irmãos, os fluidos correspondentes as imperfeiçoes de que ambos são possuidores.

Por esse motivo, os médiuns de prova sofrem constantes ataques de entidades afins em suas imperfeiçoes. A grande luta dos irmãos espirituais que desejam efetuar uma vingança contra esses médiuns, resiste em procurar cada vez mais, aumentar a afinidade perispiritual existente entre eles, para que, desse modo, possam fortalecer o domínio que exercem sobre suas vítimas.

Essa é uma razão muito forte para que não deixemos de efetuar a verificação dos problemas psíquicos de um médium de prova, no momento do desabrochamento de sua mediunidade. Só depois desse exame, poderá o mesmo ser colocado no trabalho mediúnico.

É nesse ponto que a consulta espiritual tem o valor inestimável, pois é através dela que será feito o exame para verificar a necessidade ou não de um tratamento de limpeza psíquica daquele irmão que se dispõe a dar início a sua tarefa mediúnica.

Os riscos a que estão sujeitos esses médiuns quando não é efetuado esse trabalho prévio de verificação de problemas psíquicos, poderão conduzir esses irmãos que vieram com a tarefa de trabalho mediúnico, a intensos processos obsessivos, redundando em tremendos prejuízos para sua reencarnação.

Uma parcela de responsabilidade pelo fracasso reencarnatório e pelo bom uso pratico dos fenômenos mediúnicos desses médiuns, cabe, sem dúvida, aos dirigentes desses serviços que, por não aprimorar seus conhecimentos sobre a mediunidade, conduziu erroneamente o trabalho que lhe cabia comandar com destreza e sabedoria.

Fatos dessa natureza, ocorre quando não é efetuado uma limpeza psíquica do médium novato que se dispõe ao trabalho da mediunidade a falta de consulta espiritual não nos permite determinar com segurança a presença de irmãos desencarnados em processo obsessivo junto a esses medianeiros.

Assim, quando os candidatos ao desenvolvimento são levados a mesa de trabalhos mediúnicos sem o necessário tratamento psíquico, possivelmente nada mais estamos fazendo que aumentar a intensidade de seu processo obsessivo pois estamos oferecendo ao obsessor, a oportunidade de atuar mais ostensivamente sobre o períspirito do medianeiro, consolidando assim cada vez mais a afinidade fluídica existente entre ambos e ajudando a atingir a escalada dos estágios da OBSESSÃO SIMPLES, FASCINAÇÃO e SUBJUGAÇÃO, conforme nos ensina Allan Kardec, nos Livro dos Médiuns.

Após o tratamento e a liberação pela equipe espiritual, estará esse irmão, mais ou menos apto a iniciar o seu desenvolvimento mediúnico, o que ocorrera daí em diante, sem maiores problemas. Entretanto, queremos mais uma vez lembra que a pratica mediúnica deve andar lado a lado com os estudos da mediunidade e do Evangelho. Só assim conseguir-se-á segurança para a realização de trabalhos mediúnicos equilibrados.

Com o afastamento das entidades que, por afinidade de imperfeiçoes estavam com atuação dominante no campo mediúnico do médium de prova em desabrochamento, fica aberta então para os instrutores espirituais, a oportunidade de trabalho das faculdades mediúnicas do seu pupilo.

Agora, só necessita o médium, de amor, compreensão, instrução evangélica e educação mediúnica para que passe a utilizar-se, de forma racional e proveitosa, esse maravilhoso instrumento de trabalho que lhe foi oferecido por nosso Pai Criador.

Insistimos em afirmar que a existência de serviços mediúnicos sem um aprofundado estudo da mediunidade, como acontece em muitos lugares por aí, tem sido um dos grandes motivos para que surjam desconfianças e descrédito por parte

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dos frequentadores que procuram observar fenômenos mediúnicos nas Casas Espíritas.

O uso não racional de prática mediúnica muito tem contribuído para o

aparecimento de problemas dessa natureza. Acreditamos que quando os dirigentes

de Centros, usarem os postulados Espíritas em todos os seus aspectos, estes funcionarão como um abri de olhos ou um renasce para aqueles espíritos que buscam um ponto de apoio a fim de efetuarem uma mais rápida caminhada para o Reino de Deus.

É isso que leva muitos irmãos a procurarem os Centro Espiritas, na

esperança de ali encontrar uma orientação segura, quando do desabrochamento de suas faculdades medianímicas.

Consideramos a necessidade da consulta espiritual para um irmão no período de desabrochamento de sua mediunidade de prova, como uma luz que indicará o caminho a trilhar levando-o e enxergar os perigos dos desvios que poderão conduzi- lo aos abismos, aos terrenos movediços, que quando não evitados, muito retardarão o seu progresso espiritual.

4. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO PARA MÉDIUM DE CONSULTA

Consideramos o médium de consulta espiritual uma especialidade dentre os médiuns de incorporação, apesar de sabermos que outras faculdades mediúnicas também podem oferecer esse tipo de trabalho. Entretanto, vamos nos prender aos médiuns de incorporação semiconsciente que são os mais numerosos existentes nas Casas Espíritas.

Possuem esses médiuns de trabalho, certas caraterísticas especiais que não são um privilégio, mas sim o fruto do esforço e da boa vontade aliados ao estudo evangélico e doutrinário.

Pelo que pudemos observar, a reforma moral apressa o desenvolvimento da sensibilidade do médium tornando-o apto a perceber com segurança, não só o que lhe é transmitido pelo Guia, como também o que lhe chega através das emanações perispiritual do consulente. O aprimoramento dessa percepção depende, em grande parte, do esforço dispendido pelo médium em prol de sua vivência evangélica e da aquisição de conhecimentos doutrinários.

Considerando que o medianeiro já se encontra apto para o trabalho de incorporação, poderá o mesmo tentar o desenvolvimento para médium de consulta.

Recomendamos um desenvolvimento mediúnico prático, dirigido especificamente para esse tipo de serviço, o qual deverá ser iniciado com um treinamento para obter-se maior acasalamento fluídico do médium com o seu guia ou protetor, que se comprometeu a trabalhar no serviço de consulta.

Esse desenvolvimento visa fazer com que o espirito compromissado com esse trabalho passe atuar no médium com a maior facilidade possível, o que é

conseguido, normalmente, com um treino de passividade. Por várias reuniões, não deve o médium fazer outra coisa senão incorporar esse protetor inúmeras vezes em cada sessão de trabalho, incorporando e desincorporando sucessivamente, durante toda a reunião. Esse treino, como já foi dito, tem como finalidade aumentar a afinidade fluídica entre os dois e além de tudo, vai possibilitar ao protetor uma atuação rápida e ostensiva em caso de necessidade. Isto é da maior importância para os serviços de consulta, porque, muitas vezes, podem surgir, acompanhando o consulente, espíritos inferiores que pretendam utilizar o médium de consulta e, assim, verão frustrados os seus objetivos porque o protetor compromissado com o serviço, já possuindo grande afinidade fluídica com seu medianeiro, terá facilidade para uma atuação mais rápida e eficaz, não permitindo assim, a intromissão.

Isso, em muitos casos, preservará o médium de sofrer interferências fluídicas que possam perturbar a segurança do serviço.

A segunda etapa do desenvolvimento consiste em exercitar-se a percepção

telepática do médium para que o mesmo assimile com clareza o que está sendo transmitindo pelo guia em serviço e, também para que se estabeleça harmonia de

frequência entre o encarnado e o desencarnado que vão se comunicar para a realização do trabalho.

A habilidade adquirida através desse treino faculta o médium de consulta

captar e interpretar com fidelidade, as ideias que lhe são transmitidas

telepaticamente pelos espíritos auxiliares do serviço.

O treino para a melhoria da percepção deverá ser feito por etapas que irão se

ampliando progressivamente conforme passamos a expor:

Inicialmente, colocamos no papel o nome e endereço de uma pessoa nossa conhecida e sem dar ciência ao médium, do que ali se contem, pedimos ao mentor que efetue uma visita aquele irmão e que transmita ao médium de consulta, se é homem ou mulher.

A princípio, cheio de incertezas, a ideia recebida é posta em dúvida pelo

medianeiro. Quando isso acontece, ele se perde e se confunde, pois entra em jogo a

sua parte anímica na mensagem. Esse caso, é muito normal, sendo aconselhável, então, reiniciar-se o teste utilizando-se outro nome.

Nesse tipo de trabalho, deve o médium utilizar de todo o seu esforço de concentração para que possa identificar, com maior segurança, as ideias recebidas, pois quanto maior for o número de dúvidas sobre elas, mais inseguro ele se tornará quanto à autenticidade dos pensamentos transmitidos. É necessário, também, que ele se empenhe em não mesclar os seus pensamentos com as ideias que lhe chegam.

Quando nos dispomos a gerar pensamentos, os que vem primeiro são nossos, os demais são análises anímicas dos primeiros ou interferência de outras mentes.

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Já quando nos pomos em passividade para captar pensamentos, dá-se uma inversão do processo, os que normalmente, afluem primeiro, são de outras mentes, ao passo que os posteriores são interferências anímicas, os quais, são responsáveis pelas dúvidas e incertezas do médium. Logico que não é fácil fazer esta distinção, entretanto, um treino perseverante nos trará, pouco a pouco, a certeza de onde se originam esses pensamentos.

As dificuldades encontradas pelo médium para entrar em sintonia com os irmãos da espiritualidade, deve-se à grande diferença existente entre suas vibrações mentais. Nos encarnados essas vibrações sofrem influencias do corpo carnal, que as amortece. Por sua vez, as diferenças existentes entre os estados evolutivos do transmissor e do receptor dos pensamentos, gera novas dificuldades da percepção.

Ao se iniciarem os trabalhos, deve o médium elevar os pensamentos para Deus, através de uma prece e procura manter sua concentração em frequência mais alta para que assim possa anular, um pouco mais o amortecimento provocado pela carne. Desse modo, ele conseguirá estabelecer uma sintonia mais aproximada com frequência de emissão de seu protetor.

Ao mesmo tempo em que o médium procura elevar suas vibrações visando atingir frequências mais elevadas, o amigo espiritual reduz o seu teor vibratório procurando entrar em sintonias com a frequência do encarnado para que possa entrar em comunicação com ele.

Enfim, a luta constante pela reforma moral e mais o auxílio de prece, são práticas de valor inestimável para que o medianeiro possa vibrar em frequências cada vez mais altas e mais próximas dos espíritos comprometidos com o trabalho.

Sem dúvida, esse treino é bastante cansativo, entretanto, seus resultados são compensadores pois com o tempo permitirão que o médium manter longos diálogos com seus protetores. O tempo e a perseverança nesse trabalho harmonizarão as frequências mentais entre os irmãos espirituais e seus pupilos.

Quando o médium está captando com relativa facilidade as mensagens enviadas pelo Guia ou Protetor, deverá ser ampliado o treinamento da percepção passando-se a exigir a idade aproximada do irmão que está sendo visitado, a qual foi anotada no papel que está sendo utilizado para o treino.

Assim, progressivamente, passa-se a cobrar do médium de consulta, em desenvolvimento, cada vez mais detalhes do irmão encarnado, que está servindo de instrumento para a realização do teste. Lógico que não iremos conseguir uma margem de cem por cento de acertos, entretanto, podemos garantir que os resultados são bastante razoáveis.

Alcançado esse estágio, poderá o médium iniciar-se nos trabalhos de consulta, pois a continuidade dos serviços lhe ampliará a segurança no cumprimento da tarefa.

Conforme podemos observar, o médium de consulta espiritual possui características próprias de trabalho e por esta razão consideramos como uma especialidade dentro da mediunidade de incorporação e qualquer outra que, especificamente, se dedique a esse serviço. E, nesse caso, encontramos companheiros com maior ou menor aptidão para essas tarefas.

Queremos deixar bem claro que este é o método experimentalmente usado pelo grupo de assistência mediúnica o qual tem dado excelentes resultados. Todavia, deve ser considerado apenas como ponto de partida para que os estudiosos do assunto possam aprimorá-lo.

Com a prática da consulta espiritual a sensibilidade do médium vai aumentando cada vez mais, tornando-o capacitado a perceber a presença de

sobrecarga fluídicas pesadas e grosseiras no irmão que está se consultando.

Mais tarde, ele passará a captar e identificar as sensações desagradáveis de angústia, tristeza, preocupação e outras quaisquer que estejam perturbando os consulentes e, muitas vezes, até as dores que os atormentam passam a se refletir no médium, que as identifica com relativa facilidade.

É muito comum, depois de alguns anos de trabalho, serem os médiuns de consulta agraciados em certos casos com a faculdade de vidência, podendo, assim, descrever irmãos encarnados e desencarnados ligados aos problemas dos consulentes.

Esse é um serviço que exige muita perseverança e amor, pois a sua prática quando efetuada com regularidade, surpreende a todos pela segurança com que é executada.

Também é comum, uma vez por outra, surgir um bloqueio no médium deixando-o impossibilitado de perceber tudo, ou quase tudo sobre o consultado. As causas originárias desse bloqueio devem-se, possivelmente, a certa condição das emanações fluídicas do consulente. Essa emanação, quando em contato com o períspirito do médium, provoca a redução de sua sensibilidade, surgindo então, o bloqueio que o impede de captar as sensações e transmiti-las para uma interpretação mental. Fatos dessa natura são mais um campo aberto para os estudiosos do assunto.

Recomendamos nesses casos, que o médium bloqueado, peça ao seu auxiliar que encaminhe o consulente a outro médium de consulta, com o qual, normalmente, não acontecerá o mesmo fenômeno.

O método prático para desenvolvimento do médium de consulta, como também a narração dos problemas aqui expostos, são frutos de observações efetuadas durante os trabalhos mediúnicos executados pela equipe de assistência mediúnica.

Logico que tudo que aqui está descrito, constitui uma porta aberta para o estudo e a pesquisa desses trabalhos que ainda estão sujeitos a aprimoramento e

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

modificações dentro do campo experimental e prático que é oferecido a qualquer trabalhador do vasto campo dos fenômenos mediúnicos. (Este item, será repetido nas “normas práticas para desenvolvimento mediúnico”, elaborado pelo grupo de assistência mediúnica)

5. OBJETIVO DO MÉDIUM DE CONSULTA ESPIRITUAL

O objetivo do médium de consulta espiritual, é tentar perceber através de sua

sensibilidade e, com o máximo de precisão possível, o problema do irmão que o procura, a fim de orientá-lo naquilo de que ele necessita, isto é, uma solução para o

seu problema e a indicação do caminho que o levará a resolver ou minorar as suas dificuldades.

O amor, a compreensão e a paciência devem ser os instrumentos usados por

esses trabalhadores, e suas palavras devem levar alento, esperança e conforto

espiritual. O irmão necessitado que se supõe à beira do abismo, procura reaver o equilíbrio de suas forças através do trabalho desse médium que, em nome de Jesus

e como intermediário de misericórdia Divina, lhe estende as mãos para uma ajuda fraternal e amiga.

A grande tarefa do médium de consulta é levantar os caídos para que possam

reiniciar a caminhada. Isso é obtido por meio da sensibilidade perceptiva do médium

que, descrevendo os problemas do consulente, vai indicar-lhe os meios que deve utilizar para que esses problemas não tenham continuidade.

É nobre e belo o objetivo do médium de consulta. É ele o instrumento usado

por Deus para fazer retornar ao caminho do amor, espíritos que, por seu livre arbítrio, se desviaram da trilha do bem e hoje fazem a colheita dos frutos amargos que semearam.

6. COMO PODE O MÉDIUM ATINGIR O SEU OBJETIVO

Antes de tudo, faz-se necessário um bom preparo intelectual e moral, para que o médium possa dar o melhor de si no trabalho que se propõe realizar. Esse preparo consiste na aquisição cada vez mais, de conhecimentos da filosofia espírita.

Por outro lado, deve o médium vivenciar os Evangelhos de Jesus e encetar luta diária, em todos os setores da vida, por uma melhora interior. Só assim, ele chegará

a interpretar com segurança as mensagens dos Guias, nos trabalhos de consulta.

Quanto maior o adiantamento moral e intelectual do médium, maior será o grau de elevação das entidades espirituais que o assistirão e, consequentemente, mais benéfica será a ajuda levada por ele aos irmãos necessitados.

O médium não é apenas um instrumento passivo para a realização dos trabalhos dos Guias. Ele tem uma participação muito ativa na interpretação e transmissão das mensagens. As experiências das vidas anteriores acrescidas dos conhecimentos adquiridos na vida presente, enriquecem, consideravelmente, sua

participação anímica e vão se refletir na beleza dos ensinamentos contidos nas mensagens que transmitem.

A reforma moral e a aquisição de virtudes proporcionarão ao médium as condições necessárias para que possa orientar com sabedoria aqueles que buscam

o seu auxílio.

7. TIPOS DE MENSAGEM AOS QUE BUSCAM A CONSULTA ESPIRITUAL

As soluções para os problemas dos consulentes, transmitidas telepaticamente pelos Guias Espirituais, são bem ou mal interpretadas pelo medianeiro, dependendo do seu grau evolutivo. Só a mensagem fielmente interpretada poderá levar ajuda e esclarecendo aos irmãos necessitados que procuram os Centros Espíritas.

Nessas mensagens, os amigos espirituais levam conforto e esperança a esses irmãos desesperados, e, procuram despertar-lhes a fé na bondade de nosso Pai e Criador, que não abandona seus filhos em suas dificuldades; fazem-lhes ver que foi a misericórdia Divina que os encaminhou ao Centro Espírita para que seus sofrimentos fossem aliviados; concita-os a que elevem o pensamento ao Criador, nos momentos de dor e de aflição, pois o seu amparo nunca é negado aos que por ele clamam.

A transmissão de mensagens que têm por finalidade colocar em reequilíbrio aqueles que se desarmonizam com as Leis Divinas, é dever não só do médium de consulta, mas de todos os cristãos que têm como objetivo na sua jornada reencarnatória, o desenvolvimento de amor ao próximo.

No que diz respeito ao médium, deve ele, em todos os momentos, agradecer

a Deus as oportunidades que lhe oferece de ajudar o seu semelhante, pois, já está consciente do grande benefício que recebe o seu espírito, quando, por seu intermédio, a misericórdia Divina se faz presente.

8. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS MÉDIUNS DE CONSULTA

I - Evitar prolongar-se em detalhes sobre os problemas dos consulentes acautelando-se, desse modo, contra possíveis erros provocados por interferências anímicas e evitando retardamento no serviço, cujo tempo é limitado;

II - Em hipótese alguma deve o médium fazer críticas a outras religiões, nem sugerir ao consulente que ele se torne espírita. Isso é questão que cabe ao livre arbítrio de cada um;

O médium não está ali para julgar ninguém, mesmo que perceba que o consulente sofre influência de entidades afeitas às práticas de Umbanda, Candomblé, Quimbanda ou quaisquer outras religiões não deve ele condenar esses trabalhos. Poderão, em vez disso, recomendar-lhes que façam um estudo aprofundado das obras espíritas e dos Evangelhos de Jesus,

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

III -

esclarecendo-os sobre os perigos que correm todos aqueles que frequentam ambientes onde a prática mediúnica é efetuada sem estudo teórico da mediunidade.

Quando, em uma consulta, for recomendada a execução de tarefas evangélicas, cabe ao médium orientar o consultando sobre a finalidade

dessas tarefas que é a obrigação que todos têm de vivenciar os Evangelhos

de Jesus, não importando qual seja a religião em que militando.

IV - Se constatar que o problema do consulente é doença orgânica, deve o médium de consulta orientá-lo para que procure um médico de sua confiança, sem, contudo, indicar nome ou especialidade. Do mesmo modo, não deve ele indicar chás, remédios ou qualquer outro tipo de medicamento. Para isso existem os médiuns receitistas, que são habilmente assistidos por irmãos espirituais dedicados especificamente à tarefa.

V - É desaconselhável, também, recomendar a suspensão de qualquer tratamento médico que por acaso o consulente esteja fazendo, mesmo que tenha percebido, claramente, que o seu problema é puramente espiritual e não orgânico. O correto, nesse caso, é enviá-lo ao tratamento de desobsessão e esperar que o médico, constatando as melhoras de seu cliente, diminua a intensidade do tratamento ou o suspenda.

VI - Os conselhos transmitidos durante a consulta, jamais deverão ser baseados em ponto de vista pessoal do médium. Essas orientações devem ter por base

o Evangelho de Jesus e as obras de Kardec.

VII - Jamais deverão partir de um médium de consulta informações que deprimam ou que provoquem angustias, humilhações ou preocupações ao consulente.

O grande objetivo do seu trabalho é levar o irmão carente ao reequilíbrio,

devendo assim, o médium se manter atento para que uma informação

impensada não venha a ampliar o estado de desequilíbrio em que se encontra

o irmão que se consulta.

9. OS AUXILIARES DE CONSULTAS E SUAS TAREFAS

Os serviços de consulta espiritual sob orientação do grupo de assistência mediúnica pedem a presença de um auxiliar ao lado de cada médium, os quais exercem importantes funções para o bom andamentos dos trabalhos.

Esses irmãos auxiliares do serviço de consulta são responsáveis pela manutenção da atmosfera fluídica nas condições indispensáveis para realização dos trabalhos e por toda orientação que deve ser dada aos necessitados, levando-os a entrar em harmonia de pensamentos e sentimentos com as equipes material e espiritual que realizam os serviços. Isso se consegue recomendando ao consulente que eleve os pensamentos para Deus, através de uma prece.

A importância dessa atitude conjunta consiste em fazer comum a todos os

presentes, a mesma atmosfera fluídica.

É o auxiliar do médium que efetua as marcações nas fichas de consulta, cujo o modelo está inserido em nossa apostila. Ao termino da consulta, o consulente deverá ser encaminhado à secretaria onde obterá maiores informações sobre os resultados contidos na ficha de consulta.

A maioria dos irmãos, não espirita, que procuram às nossas searas, para

utilização dos nossos serviços de consulta espiritual, são pessoas perturbadas psiquicamente ou portadoras de doenças orgânicas ou algumas vezes, em estado bastante adiantado. O seu desiquilíbrio psíquico não lhes permite uma percepção total de tudo que ali está ocorrendo, cabendo ao auxilia ajuda-los no momento da realização da consulta. Esse é outro aspecto da grande importância de tarefa realizada por esses trabalhadores.

Somos procurados também, por muitos irmãos pertencentes a outras

doutrinas, cujos conceitos entram em choque com os que são trazidos pelos Guias,

e isso, leva-os, muitas vezes, a não entender com clareza as mensagens

transmitidas pelos médiuns durante a consulta. Nessa hora, o auxiliar de consulta

traz ligeiramente e com objetividade, os esclarecimentos necessários para o consulente.

Outras vezes, o desespero e a angústia dos consulentes bloqueiam suas próprias mentes que, de há muito, vem sofrendo atuação maléfica de uma mente incorpórea, fazendo com que o mesmo deixe de discernir com clareza o que está sendo exposto. Mas uma vez, é valiosíssima a presença do auxiliar de consulta que vai esclarecer com objetividade para que não haja perda de tempo na realização dos trabalhos.

Em algumas oportunidades, quando a atuação dos guias e protetores sobre o médium, se torna mais ostensiva, pode provocar um semibloqueio nas cordas vocais

do medianeiro, acarretando modificação em sua voz.

Isso poderá causar dificuldades para audição do consulente, mas o auxiliar de consulta já familiarizado com a dicção do médium nessas ocasiões, retransmitirá a mensagem, em linguagem clara para que o consulente possa compreende-lo.

Como podemos observar, o trabalho do auxiliar é de grande importância para o andamento dos serviços.

10. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS AUXILIARES DE CONSULTA

I - O auxiliar e o médium de consulta deverão estar presentes na sala de trabalho, no mínimo 10 (dez) minutos antes do início dos trabalhos, para uma preparação espiritual. Isso faz parte da disciplina.

II - Ao chegarem a sala, esses trabalhadores deverão elevar seus pensamentos

a Deus, entrando em prece, afim de formarem uma atmosfera fluídica

adequada ao serviço, o que possibilitará maior facilidade para aproximação

dos guias que trabalharam, como cooperadores na execução da consulta.

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

III - Durante o tempo que durarem as consultas, os médiuns e auxiliares deverão permanecer concentrados, sustentando a atmosfera fluídica apropriada e indispensável ao ambiente de trabalho.

IV - O auxiliar de consulta deve recomendar, no momento da consulta, que o consulente entre em prece para que possa participar do ambiente fluídico já existente na sala, harmonizando-se com ele.

V - O auxiliar deve ter o máximo cuidado para que o consulente, caso seja médium ostensivo, não venha a incorporar durante a consulta para isso deve lançar mão de passes de dispersão e recomendar ao consulente que não dê passividade, nem se concentre. Com esse procedimento, quase sempre, ele conseguirá evitar a atuação das entidades que desejam se comunicar.

O auxiliar não deve permitir que os consulentes falem de seus problemas para que os médiuns não tomem conhecimentos de suas necessidades, por antecipação, o que evitará interferências anímicas, nos informes que deverão ser transmitidos. Somos de opinião que, quanto o menos o médium conhecer sobre o consulente, mais fiel será a interpretação das ideias emitidas pelos guias e protetores em trabalho com o médium.

Os auxiliares devem evitar, também, que sejam perguntas que fujam a finalidade do serviço, especialmente aquelas que atendem apenas aos problemas materiais. O consulente deve-se limitar-se a responder as perguntas que forem formuladas pelo médium, às quais, normalmente se relacionam por problemas espirituais e as doenças.

Não deve o auxiliar esquecer de marcar com um X na ficha da consulta as informações prestadas pelo médium, também não deve escrever nenhuma outra informação além daquelas que já consta na referida ficha.

VIII - Durante as consultas, e após as mesmas, não deve o auxiliar se alongar em informações minuciosas aos consulentes para não provocar retardamento no serviço, nem cansar, com a demorada espera, o médium que esta atuado por seu guia e orientador naquele trabalho. Ao termino da consulta, o consulente deverá se encaminhado à secretaria, onde serão esclarecidas as suas dúvidas sobre as normas para realização do tratamento.

Após a retirada de cada consulente, o auxiliar entrará em prece para garantir a continuidade da harmonia existente no ambiente.

X - O auxiliar não deve se consultar sem necessidade, para não sobrecarregar o médium já desgastado pelo volume de serviço. Quando o auxiliar ou qualquer outro trabalhador, necessitar de uma consulta, deverá pedir autorização ao presidente dos trabalhos para efetua-la. Pretendemos com isso evitar que os nossos companheiros se tornem dependentes de orientações espirituais para solução de seus problemas e que, a menor dificuldade que apareça, recorram às orientações dos Guias.

VII -

VI -

IX -

Tantos os auxiliares como os médiuns de consulta deveram guardar sigilo de tudo quanto foi exposto pelos consulentes, no momento da consulta.

XII - Ao término dos trabalhos o dirigente/auxiliar deverá perguntar ao médium se ele está bem ou se precisa de um passe. Em caso afirmativo, o próprio auxiliar deverá efetuar a doação fluídica e, por fim, encerrar os serviços com a prece de agradecimento.

Auxiliar pode: fazer palestras, dirigir a reunião, trabalhar na orientação e auxiliar o médium.

O médium pode: trabalhar na consulta, dirigir a reunião, trabalhar na orientação e fazer palestra.

XI -

11. REUNIÕES DE CONSULTA ESPIRITUAL

A importância dessas reuniões está em fazer com que os conceitos

doutrinários do Espiritismo passem a ser vivenciados por todos aqueles que chegam as nossas casas, impelidos pela dor, pela curiosidade ou por um anseio natural de seus espíritos, nela devem encontrar a luz e o esclarecimento que tanto buscavam.

Os trabalhos de consulta espiritual deverão ter a duração de duas horas. No

primeiro horário, deverá ser efetuado uma palestra bastante objetiva em que se procurará estabelecer o diálogo com o público fazendo-se o uso do quadro de giz, quadro branco, cartazes, recursos audiovisuais e outros que possibilitem aos ouvintes, não sair com dúvidas sobre o tema exposto.

O expositor deve usar de muita criatividade na apresentação de exemplos terra-a-terra para que os iniciantes assimilem, mais facilmente, os conceitos práticos e doutrinários do Espiritismo.

Essas palestras devem ser realizadas, de preferência, em auditório vizinho a sala onde se realizam as consultas, para facilitar o encaminhamento dos consulentes à presença do médium.

Ninguém deverá efetuar a consulta espiritual sem que antes tenha assistido a uma dessas palestras.

Concluído o trabalho inicial, todos deverão permanecer em seus lugares aguardando a chamada para consulta, quando então poderá ser diminuída a intensidade da luz do auditório, ou mesmo até substitui-la por uma lâmpada de luz azul ou verde. Não recomendamos lâmpadas vermelhas por se tratar de uma cor excitante.

O serviço de som passará a transmitir músicas suaves intercaladas com

preces para que, mais facilmente, se forme a atmosférica fluídica do ambiente.

Abrindo os serviços práticos de consulta, o dirigente ou o outro irmão por ele designado, falará ao público afirmando que essas reuniões não têm assistentes e sim participantes, por isso, os trabalhos que irão se realizar naquele momento necessitam da colaboração de todos, colaboração essa que deverá ser efetuado

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

através da prece e do silencio, para que se possa formar uma atmosférica fluídica de paz e muito amor.

Em seguida, recomendará aos consulentes que ao sentarem junto ao médio de consulta façam uma prece procurando entrar em harmonia com os trabalhadores em serviço.

O número de médiuns de consulta em serviço, dependerá da quantidade de

pessoas a ser atendido. As experiências vividas pela equipe do grupo de assistência

mediúnica, nos possibilitaram concluir que o médium de consulta poderá atender em média e sem grande cansaço, cerca de dez a quinze pessoas por reunião.

Essa variação deve-se à influência de vários fatores, entre eles encontramos,

a vivência do médium no serviço de consulta, os problemas individuais do

consulente, habilidade do dirigente dos trabalhos para que não haja perda de tempo

no encaminhamento dos consulentes a sala de consulta, etc., etc.

Terminada a palestra inicial, deverão permanecer sentados todos os consulentes, quando então poderá ser diminuída a intensidade da luz do auditório, ou mesmo até substitui-la por uma lâmpada de luz azul ou verde. Evitamos o uso da luz vermelha, por ser uma cor excitante.

O dirigente dos trabalhos ou um irmão por ele indicado para abertura dos

serviços práticos de consulta espiritual, e, nesse momento, todos deverão ser alertados que reuniões espíritas não tem assistentes e sim participantes, e, por essa

razão, os trabalhos que ora ali se iniciam, necessitam da colaboração de todos. Colaboração essa, que deverá ser efetuada, através da prece e do silêncio na tentativa de gerar uma atmosfera fluídica de paz e muito amor no ambiente de trabalho.

Deverá também ser recomendado ao consulente que ao sentar junto ao médio de consulta façam uma prece procurando assim entrar em harmonia com os trabalhadores em serviço. Finalmente, o dirigente convidará a todos os presentes para que se unam em pensamento através de uma prece, quando então dará por iniciado os serviços de consulta espiritual. O palestrante esclarecerá também que após o tratamento de desobsessão, que normalmente são em número 4 (quatro), voltará o necessitado a efetuar nova consulta, para verificação se o processo obsessivo está ou não extinto.

Uma nova consulta poderá recomendar ao consulente a repetição do tratamento ou encaminhamento do mesmo para tarefas evangélicas, que constarão de aulas de passe, de mediunidade, de doutrinação, desenvolvimento mediúnico se for o caso, também, estudo dos Evangelhos e demais obras da codificação.

Agindo assim, o dirigente de uma instituição cumpri com seu dever divulgando os Evangelhos de Jesus e os postulados de nossa Doutrina e ao mesmo tempo põem em prática todos os ensinamentos contidos no Espiritismo.

Os grandes beneficiados com esses serviços são aqueles com amor e dedicação se prontificaram a servir ao Cristo, nas mais diversas atividades de uma Casa de Oração.

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ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

12.

BIBLIOGRAFIA

1. KARDEC, Allan. A GÊNESE Editora Lake

2. O LIVRO DOS ESPÍRITOS Editora Lake

3. O LIVRO DOS MÉDIUNS Editora Lake

4. OBRAS PÓSTUMAS - Editora Lake

5. O CÉU E O INFERNO Editora Lake

6. O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO Editora Lake

7. ARMOND, Edgard. DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO - Editora Aliança

8. MEDIUNIDADE Editora Aliança

9. DENIS, Leon. NO INVISÍVEL Editora FEB

10.PERALVA, Martins. ESTUDANDO A MEDIUNIDADE Editora FEB

11.

MAES, Hercílio. MEDIUNISMO Editora Freitas Bastos

12.

ELUCIDAÇÕES DO ALÉM Editora Freitas Bastos

13.

JACINTO, Roque. TRATAMENTO DA OBSESSÃO Editora Culturesp

DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO Editora Culturesp

15.

RIGONATTI, Eliseu. MEDIUNIDADE SEM LÁGRIMAS Editora Pensamento

16.

PIRES, José Herculano. O CENTRO ESPÍRITA Editora O Clarim

17.

DELANNE, Gabriel. O FENÔMENO ESPÍRITA Editora FEB

18.

XAVIER, Francisco Cândido. MISSIONÁRIOS DA LUZ Editora FEB

19.

NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE Editora FEB

Editado pelo GRUPO DE ASSISTÊNCIA MEDIÚNICA Rua Betânia, 10, apto 1301 Derby CEP: 50000-000 Recife - PE

ANEXO

ROTEIRO DE PALESTRA DE CONSULTA

O que é o Centro Espírita?

Casa de Oração onde pessoas se reúnem para elevar os pensamentos a Deus, buscar consolo para suas dores, desenvolver o Sentimento de Amor e Caridade, e ajudarem-se mutualmente.

Local de estudo e divulgação da Doutrina Espírita e dos Evangelhos de Jesus.

Porque se procura um Centro Espírita?

1 Curiosidade

2 Necessidade

Perturbações (OBSESSÕES)

Doenças (FLUIDOTERAPIA) Mediunidade (TRABALHAR - MÉDIUM)

3 Problema Material

Para desenvolver as nossas inteligências;

Não acomodarmos nossas mentes; Reflexos de problemas Espirituais

Composição do Homem na Terra Corpo, Alma, Períspirito (Fazer esquema)

Períspirito Corpo Fluídico, Vaporoso, Semi-material que envolve o espírito, quer esteja encarnado ou desencarnado. (L.E. 95)

Fluido Energia do Cosmo, Elemento primário do qual tudo se transforma no Universo, de acordo com suas modificações e combinações. (L.E. 27)

Perturbações

1 Sobrecarga fluídica no Períspirito;

2 Desequilíbrio do Períspirito;

3 Geração de atmosfera fluídica desequilibrante, perturbadora.

Doenças

1 Desequilíbrio dos órgãos físicos pela purgação perispiritual no corpo físico

2 Doenças o períspirito serve de modelo estruturador para o corpo

físico e transmite-lhe as doenças neles registradas (doenças cármicas)

diferentes das doenças físicas, que são motivadas por agentes exteriores.

3 Fazendo o Bem a criatura vai eliminando fluidos doentios e aliviando as doenças.

Mediunidade

É sensibilidade de perceber o mundo espiritual, sentindo, vendo, ouvindo a presença dos espíritos;

evolutiva do espírito, à medida que ele evolui moral e intelectualmente. Assim, de Reencarnação em Reencarnação vai aumentando a sensibilidade.

1 Mediunidade Natural

É aquela que é fruto da conquista

2 Mediunidade de Prova É a mediunidade de tarefa, concedida por misericórdia Divina para incentivar o desenvolvimento de espíritos endividados. Serviços extras, com sensibilização no períspirito no período pré-reencarnatório.

Como se comportar na consulta?

Manter-se com pensamento elevado;

Pedir a Deus para ser auxiliado;

Não fazer perguntas materiais.

Como pode sair o resultado da Consulta?

Médico;

Tratamento;

Passes;

Água Fluídica;

Estudo do Evangelho;

Desenvolvimento da Mediunidade;

Fluidoterapia;

Tarefas Evangélicas.

Os centros Espíritas fazem Milagres? Não. Tudo é realizado dentro das Leis da Natureza. O que ocorre é a substituição de energias e encaminhamento de entidades.

Há compromisso com o centro após o tratamento?

Não.

O frequentador é livre para integrar-se ou não nas tarefas da casa. Inclusive nos casos em que é aconselhado o Desenvolvimento Mediúnico, o frequentador escolherá o Centro com que mais se identifique.