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Aula 00

História, Geografia e Realidades de Goiás p/ SANEAGO (Todos os Cargos)

Professor: Sergio Henrique

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. SUM£RIO 00. Bate papo inicial. P·g. 02 1.

FormaÁ„o econÙmica de Goi·s.

Prof. SÈrgio Henrique.

SUM£RIO

00.

Bate papo inicial.

P·g. 02

1.

ContextualizaÁ„o sÛcio espacial da regi„o

P·g. 03

Centro Oeste e o estado de Goi·s.

2.

A regi„o Centro Oeste.

P·g. 03

3.

FormaÁ„o econÙmica de Goi·s: a mineraÁ„o

P·g. 08

no sÈculo XVIII.

4.

A escravid„o e o comÈrcio atl‚ntico.

P·g. 08

5.

Os padres JesuÌtas.

P·g. 11

6.

colonizaÁ„o do territÛrio goiano.

Atividades econÙmicas coloniais no interior: a

P·g. 12

7.

A pecu·ria.

P·g. 13

8.

O bandeirantismo.

P·g. 13

9.

O surgimento de Goi·s.

P·g. 14

8. O bandeirantismo. P·g. 13 9. O surgimento de Goi·s. P·g. 14 10. ConsideraÁıes finais. P·g.
8. O bandeirantismo. P·g. 13 9. O surgimento de Goi·s. P·g. 14 10. ConsideraÁıes finais. P·g.

10. ConsideraÁıes finais.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 00. BATE PAPO INICIAL. Ol· querido amigo concurseiro.

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00. BATE PAPO INICIAL.

Ol· querido amigo concurseiro. Est· tentando ingressar no serviÁo p˙blico, uma ·rea que atrai por v·rias razıes: Tanto pela

estabilidade e possibilidades de progress„o na carreira quanto pelo viÈs cidad„o de ocupar uma vaga de um cargo importante para a sociedade. S„o v·rias as motivaÁıes pelas quais vocÍ est· tentando.

enfim. S„o

tantas coisas. E elas devem te acompanhar a todo o momento de

preparaÁ„o. … onde vocÍ encontrar· motivaÁ„o nas horas mais

difÌceis, quando atÈ mesmo podemos ter a ideia absurda de desistir.

A motivaÁ„o È o combustÌvel necess·rio para a sua preparaÁ„o.

MotivaÁ„o associada ‡ disciplina de estudos È a chave do sucesso. MotivaÁ„o, Disciplina e EstratÈgia. … o tripÈ do sucesso e

estou aqui com a equipe EstratÈgia Concursos para lev·-lo ao

sucesso e alcanÁar seus objetivos. Vamos logo, pois n„o temos tempo

a perder. Nosso tempo È valioso. Mas fique tranquilo. O nosso

conte˙do tem uma quantidade razo·vel de assuntos, mas que bem distribuÌdos, iremos concluir bem, com detalhes, ent„o pode conter a ansiedade. Tudo vai correr bem e foi devidamente distribuÌdo para que vocÍ possa alcanÁar seu almejado sucesso. Leia e releia suas aulas. FaÁa e refaÁa seus exercÌcios. A repetiÁ„o È a m„e do aprendizado. A memorizaÁ„o deve vir da repetiÁ„o dos exercÌcios e do ac˙mulo das leituras. … a melhor forma de memorizar o conte˙do. Aos poucos e atravÈs da repetiÁ„o. Ent„o vamos ao trabalho. … um convite aos estudos. Venha comigo.

Um sal·rio melhor, estabilidade para cuidar da famÌlia

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 1. CONTEXTUALIZA« O S”CIO ESPACIAL DA REGI O

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1. CONTEXTUALIZA« O S”CIO ESPACIAL DA REGI O CENTRO

OESTE E O ESTADO DE GOI£S.

ESPACIAL DA REGI O CENTRO OESTE E O ESTADO DE GOI£S. O IBGE divide o territÛrio

O IBGE divide o territÛrio em 5 regiıes fisiografias, ou seja, de acordo com critÈrios naturais e sÛcio econÙmicos. E sabemos que a distribuiÁ„o do desenvolvimento no espaÁo n„o È homogÍnea (igual, bem distribuÌdo). Observe o mapa e cada um dos limites estaduais. … importante que o mapa seja analisado o mais detalhadamente possÌvel. Quanto mais vocÍ o analisa, mais informaÁıes consegue extrair dele. Isso È importante. FaÁa isso agora antes de continuarmos. O estado de Goi·s faz limites com o Tocantins ao Norte, Nordeste com a Bahia, Leste e sudeste com Minas Gerais. Sudoeste com Mato Grosso do sul e Noroeste com Mato Grosso.

2. A REGI O CENTRO OESTE.

A Regi„o Centro Oeste È formada pelos estados de Goi·s, MS e MT. Nos mapas abaixo visualize o estado de Goi·s. Na constituiÁ„o de 1988 o estado de Goi·s foi dividido em Goi·s e Tocantins, este ˙ltimo integrado ‡ regi„o norte. Goi·s assim como o centro oeste È um estado com forte tradiÁ„o agrÌcola, sobretudo em rebanhos bovinos,

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. inclusive criaÁ„o de bubalinos (b˙falos). Os rebanhos

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inclusive criaÁ„o de bubalinos (b˙falos). Os rebanhos bovinos e a produÁ„o leiteira e de carne est„o na lideranÁa da regi„o e do paÌs.

O estado se Goi·s:

na lideranÁa da regi„o e do paÌs. O estado se Goi·s: O Estado de Goi·s È
na lideranÁa da regi„o e do paÌs. O estado se Goi·s: O Estado de Goi·s È

O Estado de Goi·s È o mais central dos estados brasileiros e o mais populoso do centro oeste. Sua origem est· diretamente ligada ‡ corrida do ouro do sÈculo XVII, quando È desbravado por bandeirantes paulistas em busca de riquezas minerais.

Aspectos fÌsicos:

Relevo predominantemente plan·ltico marcado por amplos planaltos e chapadıes e vegetaÁ„o de cerrado. A vegetaÁ„o est· sendo destruÌda pela agropecu·ria que avanÁa a passos largos, destacadamente a soja.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. A vegetaÁ„o do cerrado È arbustiva, com poucas

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A vegetaÁ„o do cerrado È arbustiva, com poucas ·rvores de pequeno porte, cujo tronco È retorcido, e muitas vezes espinhento.

porte, cujo tronco È retorcido, e muitas vezes espinhento. O clima È tropical tÌpico, com ver„o

O clima È tropical tÌpico, com ver„o chuvoso e inverno seco. Possui influÍncia da continentalidade, ou seja, est· distante do litoral, ent„o: a umidade È menor e a amplitude (variaÁ„o) tÈrmica maior.

umidade È menor e a amplitude (variaÁ„o) tÈrmica maior. Observe o climograma da capital Goi‚nia. 

Observe o climograma da capital Goi‚nia.

As chuvas concentram-se entre Setembro e

MarÁo, com maior umidade dezembro ‡ janeiro.

No inverno È grande a estiagem.

A mÈdias tÈrmicas s„o altas e a variaÁ„o

mÈdia, em torno de 5 C.

O Relevo È predominantemente plan·ltico com chapadas (planaltos sedimentares com o

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topo plano). FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. Definindo Planalto: forma de relevo em

topo plano).

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Definindo Planalto: forma de relevo em que a eros„o (desgaste) È maior que a sedimentaÁ„o (deposiÁ„o).

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

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Distrito espeleolÛgico de S„o Domingos: maior conjunto de cavernas da AmÈrica do Sul.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. Regiıes de formaÁıes de cavernas possuem rios subterr‚neos

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. Regiıes de formaÁıes de cavernas possuem rios subterr‚neos

Regiıes de formaÁıes de cavernas possuem rios subterr‚neos (rios de drenagem criptorrÈica) e estrutura rochosa sedimentar calc·ria. As estruturas calc·rias do teto s„o estalactites e as do piso s„o estalagmites. Possui extensas ·reas de pastagens e lavouras, com estrutura fundi·ria de latif˙ndios e economia baseada na agroind˙stria. … um dos maiores produtores de soja, milho, algod„o, cana de aÁ˙car e sorgo (mais de 40% da produÁ„o nacional). A produÁ„o de carne e gr„os impulsiona as exportaÁıes. Entre os desafios do estado temos a conciliaÁ„o da preservaÁ„o do cerrado e a expans„o da agroind˙stria. A participaÁ„o da ind˙stria no PIB est· em crescimento. A ind˙stria do estado est· se diversificando e mudando de perfil. Tem atraÌdo investimentos em metalurgia, mineraÁ„o e nos setores automobilÌstico, quÌmico e farmacÍutico.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 3. FORMA« O ECON‘MICA DE GOI£S: A MINERA«

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3. FORMA« O ECON‘MICA DE GOI£S: A MINERA« O NO S…CULO XVIII.

O estado de Goi·s formou-se a partir do gado e da mineraÁ„o,

atividades realizadas no interior do paÌs. Surgiu com a fundaÁ„o de vilas por bandeirantes, sertanistas (praticavam a atividade de sertanismo) paulistas. O ouro foi descoberto num contexto em que no mesmo perÌodo o interior foi colonizado em MT, GO e MG, atravÈs do povoamento estimulado pela atividade mineradora. Para entendermos melhor a formaÁ„o goiana, vamos estudar o contexto colonial em que o paÌs se inseria. O litoral era o centro econÙmico nos sÈculos XVI e XVII. O territÛrio goiano era povoado por uma grande quantidade de tribos indÌgenas, e foi colonizado com atividade pecu·ria extensiva de corte, que usou o indÌgena como m„o de obra. Livre e “assalariada” pois recebia em bezerros seu pagamento. O ouro estimulou o povoamento da regi„o, que era explorado pelas bandeiras paulistas. Vamos destacar que o Brasil n„o tinha uma

unidade e era constituÌda a colÙnia por n˙cleos de povoamento. Na fundaÁ„o da capitania de Goi·s no sÈculo XVIII o paÌs era uma colÙnia de exploraÁ„o escravista, com seus principais n˙cleos de povoamento no litoral.

4. A ESCRAVID O E O COM…RCIO ATL¬NTICO.

A escravid„o africana foi adotada desde o inÌcio da colonizaÁ„o,

foi uma boa opÁ„o devido a um mercado extremamente lucrativo que era o comÈrcio de africanos, pois a demanda de braÁos era t„o grande quanto a demanda por aÁ˙car. Movimentava um mercado (o mercado atl‚ntico de escravos), que era grande como a demanda europeia pelo sabor doce. Por que n„o escravizar o Ìndio? Lembre-se que a Igreja CatÛlica se posicionou atravÈs de Bulas Papais e na expans„o e colonizaÁ„o da AmÈrica, contra a escravid„o do gentio (nativo, indÌgena). E tambÈm pelo motivo de que n„o movimentava

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. um mercado t„o lucrativo e estruturado, quanto o

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um mercado t„o lucrativo e estruturado, quanto o comÈrcio de africanos. Quanto ao negro, a escravid„o era denunciada por alguns religiosos, mas como um todo era tolerada e aceita, e em todo o perÌodo colonial e no impÈrio brasileiro era o sustent·culo da economia e elemento fundamental na organizaÁ„o da sociedade, pois todo o trabalho braÁal, inclusive o de vestir seus senhores, era realizado por um cativo. A demanda por braÁos para o trabalho era muito grande, ao ponto de Portugal n„o conseguir atender a demanda. Isso gerou o comÈrcio atl‚ntico que fugia ao controle de Portugal: O tr·fico negreiro. Os africanos escravizados eram transportados nos navios negreiros, cuja mortalidade era t„o alta, que foram apelidados de navios tumbeiros. Eram descarregados no litoral nos mercados de escravos, onde eram vendidos, e dali seguiam para as fazendas. Para evitar a comunicaÁ„o e rebeliıes, separavam as famÌlias e as tribos. Durante todo o tempo em que ocorreu a escravid„o (1530-1888), ocorreu tambÈm a resistÍncia africana. Resistiam atravÈs de suicÌdios, abortos, levante contra seus senhores, fugas e a formaÁ„o de Quilombos. Durante as invasıes holandesas e durante a resistÍncia dos colonos na primeira invas„o na Bahia, estimulou muito o surgimento de quilombos. Goi·s por ser uma regi„o plan·ltica, com rios com cachoeiras, eram locais em que normalmente surgiam quilombos, e haviam v·rios no estado. No contexto do sÈculo XVII e XVIII, Goi·s era do ponto de vista colonizador, o sert„o mais distante, (sert„o no sentido de interior profundo do paÌs) e chegou a ser visitado pelo pintor naturalista Sant Hilary, que fez importantes registros da Època.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. O territÛrio de Goi·s foi visitado por v·rios

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. O territÛrio de Goi·s foi visitado por v·rios pintores

O territÛrio de Goi·s foi visitado por v·rios pintores naturalistas no sÈculo XIX para registrar a regi„o.

naturalistas no sÈculo XIX para registrar a regi„o. Fique de olho em questıes que podem explorar

Fique de olho em questıes que podem explorar a ocupaÁ„o bandeirante e a colonizaÁ„o espiritual dos indÌgenas pelos padres jesuÌtas, que sempre tinham conflitos com os bandeirantes.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 5. OS PADRES JESUÕTAS. Os Padres da Cia.

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5. OS PADRES JESUÕTAS.

de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 5. OS PADRES JESUÕTAS. Os Padres da Cia. De Jesus eram

Os Padres da Cia. De Jesus eram tambÈm conhecidos como soldados de batina. O apelido, È porque a ordem jesuÌtica possuÌa uma organizaÁ„o e preparo militar, e tambÈm porque seu fundador In·cio de Loyola foi oficial militar. Fundavam no Brasil (e em todo o mundo colonial portuguÍs) as Missıes jesuÌticas, incumbidas de catequizar os nativos e protegÍ-los nas Missıes, reduÁıes, ou colÈgios jesuÌticos (tudo sinÙnimo). N„o foram raras as situaÁıes em que expediÁıes de bandeirantismo atacavam as missıes querendo escravizar seus indÌgenas, que j· eram cristianizados e ensinados ao trabalho. As missıes jesuÌticas ocuparam alÈm do litoral, o sul do Brasil na fronteira com argentina, e principalmente na regi„o amazÙnica. As missıes jesuÌticas tiveram um importante papel na ocupaÁ„o do nosso territÛrio, muitas vezes servindo ‡ Portugal como ponto de demarcaÁ„o de fronteiras. Ao longo do rio Amazonas, foram penetrando no interior. Essas missıes amazÙnicas treinavam e usavam os indÌgenas como m„o de obra (n„o escrava), para

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. coletarem as drogas do sert„o . Drogas do

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coletarem as drogas do sert„o. Drogas do sert„o eram ervas medicinais, coletadas em meio a floresta e vendidas para a Europa. Eram valiosas como as especiarias asi·ticas.

6. ATIVIDADES ECON‘MICAS COLONIAIS NO INTERIOR: A COLONIZA« O DO TERRIT”RIO GOIANO.

NO INTERIOR: A COLONIZA« O DO TERRIT”RIO GOIANO. As principais atividades destacadas nos mapas s„o: (
NO INTERIOR: A COLONIZA« O DO TERRIT”RIO GOIANO. As principais atividades destacadas nos mapas s„o: (

As principais atividades destacadas nos mapas s„o: (Analise bem o do sÈculo XIII):

1- O cultivo tradicional da cana de aÁ˙car no litoral. 2- A pecu·ria. Atividade somente permitida no interior. 3- As Drogas do Sert„o.

No sÈculo XVIII tem inÌcio o ciclo da mineraÁ„o em MG e MT alÈm da produÁ„o de algod„o no Maranh„o.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. Apesar de n„o estar destacada nestes mapas, havia

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Apesar de n„o estar destacada nestes mapas, havia uma importante produÁ„o de tabaco na Bahia, que era usado como elemento de troca por escravos africanos, que eram conseguidos atravÈs do escambo. (Os escravos eram trocados por tabaco e aguardente). Podemos citar as atividades de sertanismo, tambÈm chamadas de Bandeirantismo.

7. A PECU£RIA.

Era a principal atividade complementar da colÙnia, pois fornecia carne, couro e transporte. Era realizada mais ao interior do territÛrio brasileiro, onde encontrou Cerrado. A pecu·ria desenvolveu-se principalmente nas regiıes de cerrado por suas sempre verdes pastagens naturais. O estado de Goi·s, possuÌa excelentes condiÁıes naturais para o desenvolvimento da pecu·ria. Atente-se a uma coisa que diferenciava fundamentalmente a pecu·ria das outras atividades:

O uso de m„o de obra livre, normalmente indÌgena. O vaqueiro, como era chamado, recebia sua remuneraÁ„o em filhotes das crias.

8. O BANDEIRANTISMO.

As bandeiras, eram expediÁıes com objetivos comerciais e privados. N„o eram as ˙nicas expediÁıes que ocorriam em nosso territÛrio. Haviam as expediÁıes de reconhecimento enviadas pela coroa, que eram chamadas Entradas. A atividade dos bandeirantes, teve inÌcio em S„o Vicente. A capitania, nos primeiros anos de ciclo do aÁ˙car, junto com Pernambuco foram as ˙nicas que tiveram sucesso. No entanto a atividade aÁucareira logo entrou em decadÍncia (principalmente devido ‡ dist‚ncia maior de Portugal, o que encarecia o frete, alÈm disso, o aÁ˙car brasileiro era de melhor qualidade). Os paulistas viram-se obrigados a dedicar-se a uma atividade econÙmica alternativa, que foi o bandeirismo. Haviam basicamente trÍs tipos de expediÁıes bandeirantes:

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. Bandeirismo de Contrato : Grupos contratados para capturar

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Bandeirismo de Contrato: Grupos contratados para capturar escravos fugidos e destruir quilombos. Bandeirismo de preaÁ„o ou apresamento: ExpediÁıes cujo objetivo era capturar indÌgenas e escraviz·-los. (Por isso sempre entravam em conflito com os padres jesuÌtas que os protegiam). Bandeirismo de ProspecÁ„o: ExpediÁıes para buscar jazidas ouro, prata ou pedras preciosas. Foram os paulistas que encontraram o ouro no inÌcio do sÈculo XVIII, dando inÌcio ao ciclo da mineraÁ„o. Como a movimentaÁ„o pelo territÛrio era muito difÌcil, devido as florestas e relevo plan·ltico, os rios ocupavam uma posiÁ„o de destaque para viabilizar as expediÁıes. Eram chamadas de MonÁıes, as expediÁıes bandeirantes feitas por rio.

9. O SURGIMENTO DE GOI£S.

O Estado surgiu a partir do desbravamento de bandeiras de prospecÁ„o e preaÁ„o (caÁa ao Ìndio para escraviz·-lo). A Guerra dos emboabas em MG em 1708 afastou um grupo de paulistas que foi procurar ouro no interior de Goi·s. V„o de S„o Paulo para o noroeste pelas trilhas dos índios, o “caminho dos goiases”. Foi um importante caminho que ligava o interior de S„o Paulo, na cidade de Franca, passando pelas terras mineiras atÈ as mineraÁıes goianas. Por volta de 1720 È encontrado ouro com fartura em rios e cÛrregos e encostas de Goi·s, È o que chamamos ouro de aluvi„o, que È facilmente encontrado nas margens dos rios. Com o tempo, comeÁou a exploraÁ„o de lavras, que È um ouro com maior profundidade, que È necess·rio escavar minas. Bartolomeu Bueno Filho (segundo anhanguera) fundou o arraial da barra, o primeiro do estado, na confluÍncia dos rios bugre e vermelho. Com o crescimento dos arraiais que se tornaram vilas, Goi·s tornou-se uma capitania independente em 1748. Chegou a produzir 20% do ouro exportado

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. para Portugal. Com o esgotamento das jazidas no

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para Portugal. Com o esgotamento das jazidas no inÌcio do sÈculo XIX a economia voltou-se para a agropecu·ria de subsistÍncia. O estado foi desmembrado da capitania de S„o Paulo e emancipada capitania no ano de 1748. O primeiro governador, na Època chamado governador de provÌncia Marcos Noronha, o Conde D’arcos.

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FormaÁ„o econÙmica de Goi·s. Prof. SÈrgio Henrique. 10. CONSIDERA«’ES FINAIS. Muito bem, querido amigo

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10. CONSIDERA«’ES FINAIS.

Muito bem, querido amigo concurseiro. Se chegou atÈ aqui È um bom sinal. N„o se esqueÁa da import‚ncia de ler a teoria completa e sempre consult·-la. N„o esqueÁa dos seus objetivos e dedique-se com toda a forÁa para alcanÁa-los. Sonhe alto, pois “quem sente o impulso de voar, nunca mais se contentará em rastejar”. Te encontro na nossa prÛxima aula, desenvolvendo o tema e resolvendo v·rios exercÌcios.

Grande abraÁo e foco no sucesso.

AtÈ logo

Prof. SÈrgio Henrique Lima Reis.

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